Cena de circo cartoon em Mar-a-Lago: banqueiros e Nicki Minaj celebrando no picadeiro enquanto memecoin TRUMP cai sobre investidores retail prejuízo

Circo em Mar-a-Lago: Nicki Minaj, Bancos e o Tombo do TRUMP

Interessante como o mundo cripto consegue misturar o melhor do glamour pop com o establishment financeiro, não é? No último fim de semana, o World Liberty Financial forum em Mar-a-Lago reuniu Goldman Sachs, Franklin Templeton, CZ da Binance e, pasmem, Nicki Minaj para debater tokenização e regulação. Tudo isso enquanto a memecoin TRUMP derretia 95% de seu valor, deixando um rastro de bilhões em perdas para o varejo. O circo está armado: champagne para os peixes grandes, lágrimas para a boiada.


O Encontro Surreal em Mar-a-Lago

Imagine a cena: sob lustres dourados no clube de Trump, David Solomon, CEO do Goldman Sachs, divide o palco com Eric e Don Jr. Trump, reclamando de como os bancos “cancelaram” contas da família por causa de um boné MAGA. Curioso, não? Franklin Templeton defende o dólar como reserva global, enquanto Barry Sternlicht, do Starwood Capital, sonha com tokenização de imóveis, mas culpa a regulação incerta. E CZ, recém-perdoado, circula como se nada tivesse acontecido. O evento, organizado pela World Liberty Financial da família Trump, mais parecia uma mistura de Davos com Coachella cripto.

Nicki Minaj fechou o show falando de unhas postiças, arrancando selfies da plateia. Porque, claro, nada diz “futuro das finanças” como uma rapper endossando inovações financeiras. Os painéis tocavam em ativos digitais e críticas ao sistema bancário “punitivo”, mas o foco real era networking entre insiders. Para o observador comum, é o retrato perfeito do cripto: promessas grandiosas embaladas em lealdade política.

O Desastre da Memecoin TRUMP

Enquanto os tubarões brindavam em Palm Beach, a realidade batia à porta dos apostadores em memecoins. O token OFFICIAL TRUMP, impulsionado pela euforia política, despencou 95% desde o pico, com MELANIA caindo 99%. CryptoRank calculou o estrago: insiders embolsaram mais de US$ 600 milhões em fees e vendas, enquanto quase 2 milhões de wallets retail acumulam prejuízos de US$ 4,3 bilhões. Um ratio de 20:1, favorável aos grandes players.

45 baleias grandes retiraram US$ 1,2 bilhão. O padrão é clássico: early liquidity para os privilegiados, queda para os tardios. Trump e família, com seus projetos cripto, surfam a onda; o varejo segura a saqueta vazia. É quase poético, se não fosse trágico.

Elites vs. Boiada: Quem Ganha no Circo?

Curioso como esses eventos revelam a hierarquia cripto. Goldman e cia. debatem o futuro sob o teto de Trump, enquanto o pequeno investidor vê seu capital evaporar em tokens políticos voláteis. Os Trumps reclamam de bancos corruptos, mas constroem seu império DeFi no mesmo jogo. Nicki Minaj ali? Pura distração celebrity, alinhada à nova amizade com o presidente. No fim, tokenização de imóveis pode democratizar ativos – ou só enriquecer quem já tem bilhões.

Sovereign funds hesitam pelo risco regulatório, diz Kevin O’Leary. Mas para o retail brasileiro, sonhando com o próximo pump, a lição é amarga: hype político é veneno para portfólios. Os grandes saem com deals; nós, com lições caras.

Lições Irônicas para o Varejo

Bitcoin, ironicamente, pode sair ganhando. Crashes de memecoins drenam liquidez de altcoins arriscadas, reforçando o BTC como “âncora séria”. Vale monitorar: se o hype Trump esfriar, o foco volta aos fundamentos. Para nós, meros mortais, a moral é simples: evite circo político em cripto. Invista no que entende, não no que brilha no Twitter. Ou, como diria o Victor: na próxima vez que vir Nicki falando de finanças, venda tudo.


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Executivo Wall Street cartoon despejando moedas douradas em estrutura XRP cristalina, simbolizando investimento de US$ 152 mi da Goldman Sachs em ETFs

Goldman Sachs Aposta US$ 152 Milhões em XRP: Adoção Institucional em Alta

O Goldman Sachs revelou um investimento de US$ 152 milhões em ETFs spot de XRP, conforme seu relatório 13F do Q4 2025. Esse movimento ocorre em meio a um mercado cripto volátil e de baixa, mas os fundos de XRP registram influxos consistentes desde 27 de janeiro. Representando cerca de 14% dos influxos totais do ativo, essa aposta institucional sinaliza confiança de Wall Street na rede Ripple, mesmo com o preço do XRP em US$ 1,37.


Influxos Contínuos nos ETFs de XRP

Apesar da pressão de baixa no preço do XRP, os ETFs spot estão atraindo capital significativo. Desde 27 de janeiro, gestoras como Canary Capital acumularam mais de 7,66 milhões de XRP, Franklin Templeton superou 18,9 milhões, Bitwise adicionou 17,74 milhões e 21Shares registrou 4,31 milhões. No total, cerca de 48,7 milhões de XRP entraram nesses fundos em apenas nove dias.

Esses números destacam uma tendência: enquanto o varejo recua em momentos de volatilidade, os institucionais continuam construindo posições. O mercado está se fortalecendo nos fundamentos, com influxos persistentes que indicam alocações estratégicas de longo prazo, não especulações passageiras.

Goldman Sachs Lidera a Onda Institucional

O aporte do Goldman Sachs é o destaque dessa narrativa. Com US$ 152 milhões alocados — equivalente a cerca de R$ 793 milhões ao câmbio atual de R$ 5,21 por dólar —, o banco demonstra conforto com exposição regulada ao XRP. Essa é uma evolução natural da adoção: Wall Street prefere veículos como ETFs para mitigar riscos custodiais, abrindo portas para portfólios tradicionais.

Essa posição representa 14% dos influxos totais em XRP ETFs recentemente, reforçando que gigantes financeiros veem valor na eficiência da blockchain do Ripple para pagamentos transfronteiriços. É um passo concreto rumo à maturidade do ecossistema.

Implicações para o Mercado Cripto

Em um contexto de pressão de baixa, onde o varejo perde interesse, esses influxos institucionais são um farol otimista. Imagine o volume durante uma fase de euforia, como em novembro de 2024. O XRP, cotado a cerca de R$ 7,14, pode se beneficiar de aprofundamento da liquidez e maior aceitação em mercados regulados.

A adoção por participantes como Goldman Sachs conecta o cripto ao mundo financeiro tradicional, similar à trajetória dos ETFs de Bitcoin. Isso fortalece a tese de longo prazo: volatilidade de curto prazo não altera a tendência de integração global.

O Que Isso Significa para Investidores Brasileiros

Para o investidor comum, esses movimentos confirmam que o ecossistema XRP está amadurecendo. Monitorar fluxos de ETF e relatórios 13F torna-se essencial para contextualizar correções como oportunidades. O mercado constrói bases sólidas, e a paciência recompensa quem foca em adoção sobre ruído diário.

Embora riscos como regulação persistam, o otimismo fundamentado prevalece: Wall Street não aposta bilhões em vão.


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Banqueiro cartoon abrindo livro de contabilidade de onde emerge cristal XRP brilhante, simbolizando exposição institucional da Goldman Sachs

Goldman Sachs Revela Exposição de US$ 152 Milhões em XRP

O Goldman Sachs divulgou em seu filing do Q4 2025 uma exposição de US$ 152 milhões em ETFs de XRP, o token nativo da Ripple. Essa posição representa cerca de 14% dos influxos líquidos totais em XRP ETFs no último ano, totalizando US$ 1,23 bilhão em entradas acumuladas até 11 de fevereiro de 2026. Os dados indicam um movimento significativo de adoção institucional no ativo.


Detalhes da Posição Revelada

Os dados do filing trimestral mostram que o Goldman Sachs optou exclusivamente por veículos regulados de spot ETFs para sua exposição ao XRP, evitando posse direta do token. Essa estratégia reflete uma preferência por estruturas familiares ao mercado tradicional, com custódia e conformidade regulatória integradas. A posição foi acumulada até o final do quarto trimestre de 2025, em um período marcado por volatilidade no mercado cripto.

No contexto atual, com o XRP cotado a aproximadamente US$ 1,36 (ou R$ 7,07, considerando o dólar a R$ 5,21), os US$ 152 milhões equivalem a cerca de R$ 792 milhões. Essa conversão destaca o volume expressivo da aposta, especialmente quando comparado aos fluxos de entrada anuais reportados.

Distribuição entre Emissores de ETFs

A alocação foi diversificada entre quatro principais emissores de ETFs de XRP nos EUA: Bitwise XRP ETF (US$ 39,8 milhões), Franklin XRP Trust (US$ 38,5 milhões), Grayscale XRP Trust (US$ 38 milhões) e 21Shares XRP ETF (US$ 35,9 milhões). Essa distribuição sugere uma abordagem de gerenciamento de risco, evitando concentração em um único fundo.

Os números exatos, extraídos do filing, demonstram precisão na execução. Comparativamente, o total de influxos líquidos em XRP ETFs atingiu US$ 1,23 bilhão, confirmando que a participação do Goldman Sachs é substancial e reflete confiança nos produtos regulados disponíveis.

Contexto de Mercado e Influxos em XRP ETFs

Os dados de plataformas como SoSoValue indicam que os influxos acumulados em XRP ETFs cresceram para US$ 1,23 bilhão até fevereiro de 2026, apesar de uma demanda institucional mais moderada em períodos recentes. A entrada do Goldman Sachs, um dos maiores bancos de investimento globais, sinaliza maturidade no ecossistema de ETFs cripto, facilitando acesso institucional sem necessidade de gerenciamento direto de chaves privadas.

No Q4 2025, o mercado viu expansão nesses produtos após aprovações regulatórias, com XRP se beneficiando de sua utilidade em pagamentos transfronteiriços via RippleNet. A variação recente do XRP mostra -0,98% em 24 horas contra o dólar, com preço oscilando entre US$ 1,35 e US$ 1,41.

Implicações para o Mercado Institucional

Essa divulgação reforça a tendência de integração de ativos digitais em portfólios tradicionais. Instituições como Goldman Sachs priorizam veículos ETFs por sua liquidez e transparência, o que pode atrair mais capital para o XRP. Os dados sugerem que os ETFs estão funcionando como porta de entrada regulada, representando 14% dos fluxos via uma única posição.

Investidores devem monitorar níveis técnicos próximos, como suporte em US$ 1,35 e resistência em US$ 1,41, além de atualizações regulatórias sobre Ripple. A neutralidade dos números indica um ecossistema em maturação, sem direção clara no curto prazo.


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Pilar dourado Bitcoin com 66K gravado inclinando sob onda vermelha de pressão macro, representando recuo por emprego forte nos EUA

Bitcoin Recua para US$ 66 mil Após Emprego Forte nos EUA

Os dados de emprego nos EUA de janeiro superaram as expectativas com 130 mil vagas criadas, contra projeções de apenas 55 mil a 65 mil. Essa surpresa positiva reduziu as apostas em cortes de juros pelo Federal Reserve, pressionando o Bitcoin para abaixo de US$ 66 mil em 11 de fevereiro. O mercado interpreta emprego forte como sinal de juros altos por mais tempo, limitando liquidez para ativos de risco como criptomoedas.


Detalhes dos Dados e Reação Inicial

Os números do Bureau of Labor Statistics mostraram adição de 130 mil empregos não-agrícolas, com taxa de desemprego caindo para 4,3%. Apesar de revisões para baixo em 2025 — de 584 mil para 181 mil vagas —, o dado de janeiro quebrou a narrativa de enfraquecimento rápido do mercado de trabalho. Isso elevou a probabilidade de o Fed manter as taxas inalteradas em março para 94%, segundo CME FedWatch.

O Bitcoin reagiu com volatilidade: caiu de US$ 68.500 para US$ 65.719 em uma hora, recuperou para acima de US$ 67 mil e depois testou US$ 65.800. Liquidações de posições alavancadas ultrapassaram US$ 400 milhões em 24 horas, mais que o dobro do dia anterior. A capitalização do BTC despencou para US$ 1,33 trilhão, arrastando o mercado cripto total para US$ 2,35 trilhões. Esses movimentos ocorreram enquanto ações como Nasdaq caíram apenas 0,30%, destacando a sensibilidade amplificada das criptos a dados macro.

Alerta do Goldman Sachs sobre Inflação

O Goldman Sachs reforça a cautela: com crescimento resiliente, o foco do FOMC pode migrar de emprego para inflação. Analista Kay Haigh nota sinais iniciais de aperto no mercado de trabalho, mas enfatiza que um CPI acima do esperado na sexta-feira poderia inclinar o Fed para postura mais hawkish. A base do banco prevê dois cortes em 2026, mas uma surpresa inflacionária repricingaria ativos de risco.

Isso explica a correlação: emprego forte pressiona salários e consumo, alimentando pressões inflacionárias e adiando alívio monetário. Ativos como Bitcoin, que dependem de liquidez abundante, sofrem em cenários de "higher for longer". Ethereum negociou perto de US$ 1.946, XRP em US$ 1,37 e Solana em US$ 81,52, todos com quedas de 3-5% em 24 horas.

Implicações Macro para Criptoativos

Os dados robustos reduziram expectativas de corte para julho, com mercados de swap ajustando de junho. Dólar index subiu 0,08%, enquanto ouro ganhou 1,3% como hedge. Criptos, por outro lado, atuam como proxy alavancado da função de reação do Fed: forte emprego = menos cortes = menor apetite por risco.

No curto prazo, o BTC testa suporte em US$ 65.700-66.000, próximo à média móvel de 50 dias. Resistência em US$ 67.000-68.000. Volume 24h em exchanges brasileiras indica 352 BTC negociados, com variação de +0,84%. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 349.694. Observar CPI de sexta-feira para próximo catalisador.

Níveis Técnicos a Monitorar

Os dados sugerem consolidação em torno de US$ 66.000 até novos indicadores. Suporte crítico em US$ 65.000 (baixa recente); rompimento invalidaria viés neutro. Acima de US$ 68.500, pode testar US$ 70.000. RSI diário em 42 indica sobrevenda leve, mas MACD negativo reforça pressão baixista. Traders devem priorizar gerenciamento de risco em ambiente macro volátil. Volumes e open interest indicam cautela até resolução inflacionária.


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Executivos cartoon drenando ouro de cofre BTC para cofres IA, XRP e SOL, simbolizando rotação institucional de US$ 62 bi

IA e Altcoins Drenam US$ 62 Bi do Bitcoin: Rotação Institucional

Os dados do relatório da Wintermute mostram saídas líquidas de US$ 62 bilhões dos ETFs de Bitcoin à vista nos EUA desde novembro de 2025, o maior fluxo negativo desde o lançamento. Paralelamente, o Goldman Sachs reduziu exposição ao BTC em 39,4% e ao ETH em 27,2% no Q4, investindo US$ 261 milhões em ETFs de XRP e Solana. Os números indicam rotação estratégica de capital para narrativas de IA e altcoins com rendimento.


Saídas Recordes nos ETFs de Bitcoin

Desde novembro de 2025, os ETFs de Bitcoin registraram saídas líquidas de US$ 62 bilhões, conforme relatório da Wintermute. Esse fluxo criou um ciclo de feedback de vendas, com resgates forçando os emissores a liquidarem posições em meio à queda de preço. O Bitcoin recuou de US$ 126.000 em outubro para cerca de US$ 60.000 recentemente, revertendo ganhos pós-eleição de Trump em 2024.

No Q4 2025, os ETFs de BTC tiveram retiradas de US$ 1,15 bilhão, enquanto ETH viu US$ 1,46 bilhão em saídas. O volume nominal do BlackRock IBIT atingiu US$ 10 bilhões em um dia de pânico, ampliando a pressão vendedora. Esses dados mostram demanda spot enfraquecida, com Coinbase Premium negativo desde dezembro e vendas pesadas via OTC nos EUA.

Rotação para IA e Altcoins Institucionais

A Wintermute destaca que o capital migrou para a narrativa de IA, absorvendo fundos de cripto e software stocks. Se excluídas ações de IA do Nasdaq, a negatividade do Bitcoin desaparece, revelando correlação com S&P Software. Analistas apontam que AI stocks capturaram liquidez disponível, com Microsoft enfraquecendo como catalisador inicial.

Exemplo concreto é o Goldman Sachs: reduziu BTC ETFs para US$ 1,06 bilhão (21,2 milhões de cotas, -39,4%) e ETH para US$ 1 bilhão (-27,2%). Em contrapartida, abriu US$ 152,2 milhões em XRP ETFs e US$ 108,9 milhões em Solana, totalizando US$ 261,1 milhões em altcoins. Isso reflete busca por diversificação em meio à volatilidade do Q4, com BTC caindo de US$ 114k para US$ 88,4k.

Indicadores Técnicos Críticos

Para reversão, Wintermute monitora três métricas: Coinbase Premium deve virar positivo, indicando demanda americana; fluxos de ETF precisam inverter para entradas sustentadas; e basis rates estabilizarem, refletindo arbitragem entre spot e futuros. DATs (tesourarias digitais) detêm US$ 25 bilhões em prejuízos, limitando recompras.

Atualmente, BTC cotado a US$ 67.524 (-1,88% 24h), XRP a US$ 1,378 (-1,51%) e SOL a US$ 79,86 (-3,73%). Segundo o Cointrader Monitor, BTC está em R$ 350.512 (-1,74% 24h). Níveis de suporte próximos: US$ 65.000 para BTC.

Implicações para o Mercado

Os fluxos sugerem não pânico, mas realocação institucional para yields em IA e altcoins como XRP/SOL. Traders devem observar volumes OTC, ETF AUM e rotação setorial no S&P. Reversão estrutural depende de catalisadores macro, como relatórios de techs e política monetária. Dados indicam fase de consolidação, com potencial para BTC testar resistências em US$ 70.000 se indicadores alinharem.


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Executivo cartoon abrindo cofre bancário com explosão de luzes Bitcoin e Ethereum, 2.36B gravado, sinalizando adoção institucional pela Goldman Sachs

Goldman Sachs Confirma Exposição de US$ 2,36 Bi em Bitcoin e Altcoins

O gigante de Wall Street Goldman Sachs revelou em seu Formulário 13F à SEC exposição de US$ 2,36 bilhões em criptoativos no quarto trimestre de 2025. Com US$ 1,1 bilhão em Bitcoin, US$ 1 bilhão em Ethereum, além de posições em XRP e Solana, o banco demonstra confiança nos fundamentos digitais enquanto o varejo hesita na volatilidade. Isso representa 0,29% do portfólio de US$ 811 bilhões, um passo concreto na adoção institucional.


Detalhes da Alocação via ETFs Regulamentados

A exposição totalizou US$ 2,36 bilhões, acessada exclusivamente por meio de ETFs spot regulados, evitando riscos operacionais diretos como custódia. Bitcoin domina com cerca de US$ 1,1 bilhão, principalmente via iShares Bitcoin Trust da BlackRock, Fidelity e KraneShares. Ethereum segue com US$ 1 bilhão, refletindo otimismo com sua infraestrutura DeFi.

XRP e Solana completam o quadro: US$ 153 milhões em ETFs de XRP e US$ 108 milhões em Solana, sinalizando diversificação além dos líderes de mercado. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 346.239 (-3,7% em 24h), enquanto dólar a R$ 5,20 reforça o valor em reais acima de R$ 12 bilhões.

O aumento de 15% em relação ao trimestre anterior, destacado por CZ da Binance, mostra que os fundamentos se fortalecem mesmo em dips.

Mudança Histórica na Postura do Goldman

Historicamente cético, o Goldman Sachs evoluiu desde 2020, restabelecendo mesa de cripto e reconhecendo Bitcoin como reserva de valor anti-inflação. Após o inverno de 2022, adotou abordagem cautelosa via produtos regulados. Hoje, com US$ 3,6 trilhões em AUM, essa alocação reflete maturidade: ETFs spot aprovados liberaram demanda institucional represada.

Comparado a metais preciosos — ouro em US$ 163 milhões e prata em US$ 378 milhões —, cripto ganha espaço como ativo de risco com potencial assimétrico. O mercado está construindo bases sólidas para ciclos futuros.

Implicações para Adoção e Mercado Brasileiro

Para brasileiros, isso valida tesourarias em BTC e alts. Ethereum a R$ 10.070, Solana a R$ 419 e XRP a R$ 7,05 mostram acessibilidade. Enquanto varejo vende dips, instituições compram, ecoando halvings e fluxos de ETF como indicadores bullish de longo prazo.

Simon Dedic nota o peso quase igual ETH/BTC como viés de alta em Ethereum. Goldman participa da reunião da Casa Branca sobre stablecoins, sinalizando integração regulada. Volatilidade é ruído; adoção é tendência.

Próximos Passos e Perspectiva de Longo Prazo

Investidores devem monitorar trimestrais futuras: crescimento dependerá de demanda clientes, clareza regulatória e condições macro. Com alocações em opções de ETFs, Goldman gerencia risco com flexibilidade. Essa validação institucional reforça que cripto não é fringe, mas sleeve de portfólio essencial. O ecossistema avança, e quem foca no longo prazo sai na frente.


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Balança cartoon desequilibrada com suporte institucional dourado do Goldman Sachs e XRP caindo em vermelho, ilustrando queda de 12% inesperada

XRP Cai 12%: Por Que Após Exposição do Goldman Sachs?

Por que o XRP caiu 12% na semana apesar da revelação do Goldman Sachs sobre exposição de US$ 153 milhões ao ativo? Os dados mostram o clássico fenômeno de ‘buy the rumor, sell the news’: traders acumulam ante o rumor de adoção institucional e realizam lucros na confirmação. Negociando em torno de US$ 1,40 (R$ 7,06), o XRP reflete pressão vendedora ampla, com Bitcoin e Ethereum também em queda. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC está a R$ 346.891,25 (-3,49% em 24h).


Exposição do Goldman Sachs ao XRP

Os dados do 13F filing do Q4 2025 indicam que o Goldman Sachs detém US$ 2,36 bilhões em criptoativos, incluindo US$ 153 milhões em XRP, majoritariamente via ETFs. Essa posição representa uma fração mínima do portfólio total do banco, mas sinaliza interesse institucional crescente. No entanto, a notícia veio após acumulação prévia de posições, alinhando-se ao padrão onde o preço sobe no rumor e corrige na divulgação oficial.

ETFs de XRP nos EUA acumulam US$ 1,01 bilhão em ativos líquidos, com fluxos estáveis apesar de quatro dias de saídas em 56 dias de negociação. Isso sugere estabilidade relativa, mas não imunidade à volatilidade macro. O XRP, cotado a R$ 7,06 (-4,44% em 24h), reflete essa dinâmica.

Contexto de Mercado e Pressão Vendedora

A queda do XRP ocorre em correlação com o mercado amplo: Bitcoin rejeitado abaixo de US$ 67.000 e Ethereum em US$ 2.150. Os dados mostram zona de pressão vendedora entre US$ 1,40 e a trendline inferior previamente quebrada, onde volume de vendas aumenta. Ethereum negocia a R$ 10.095 (-3,70%), reforçando o viés baixista geral.

Psicologicamente, o ‘sell the news’ é impulsionado por realização de lucros: posições compradas acumuladas na euforia institucional são liquidadas na confirmação, ampliando a correção. Volumes em 1 minuto mostram picos de compra institucional prévios, mas o momentum atual é negativo.

Análise Técnica: Indicadores e Suportes

No gráfico de 4 horas, XRP testa suporte crítico em US$ 1,35 (R$ ~7,00). RSI em 37 indica proximidade de oversold, enquanto MACD mostra linha em -0,0128 e sinal em -0,0159, confirmando momentum baixista. Médias móveis reforçam resistência em US$ 1,40.

Persistindo a tendência, alvos inferiores incluem US$ 1,30-1,32. Uma reversão acima de US$ 1,40 poderia mirar US$ 1,45-1,50, mas requer volume comprador sustentado. Dólar a R$ 5,20 agrava pressão em reais.

Níveis a Observar e Implicações

Os traders devem monitorar suporte US$ 1,35 e resistência US$ 1,40. Quebra inferior ativa vendas em cascata; rompimento superior sinaliza rebound. Em contexto brasileiro, com BTC em queda, altcoins como XRP enfrentam risco ampliado. Os dados sugerem cautela, priorizando gerenciamento de risco em timeframes curtos.


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Executivos cartoon institucionais coletando Bitcoin dourado enquanto baleias capitulam soltando Ethereum, simbolizando adoção vs capitulação de whales

Instituições Avançam em BTC e Infra enquanto Whales Capitulam em ETH

📊 BOLETIM CRIPTO | 11/02/2026 | MANHÃ

O mercado de criptomoedas entra em uma fase de clara divergência estratégica, marcada pelo avanço institucional massivo em contraposição ao pânico de investidores alavancados. Enquanto gigantes como a Goldman Sachs e a SkyBridge Capital aproveitam a recente queda de preços para acumular Bitcoin, o cenário em Ethereum é de capitulação histórica, com perdas que ultrapassam a marca de US$ 800 milhões em posições forçadas em DeFi. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 346.850,15, refletindo um viés de alta moderado no subconsciente institucional, apesar da volatilidade de curto prazo. Este movimento sugere que o “smart money” está estabelecendo as bases para um suporte sólido acima de patamares críticos, ignorando o ruído das liquidações de varejo.


🔥 Destaque: Goldman Sachs acumula US$ 1,1 bi em ETFs BTC

A revelação de que a Goldman Sachs detém agora uma posição de US$ 1,1 bilhão no ETF iShares Bitcoin Trust (IBIT), administrado pela BlackRock, marca uma mudança de paradigma definitiva para Wall Street. De acordo com informações da Bitcoin Magazine, o banco totaliza uma exposição de US$ 2,36 bilhões ao ecossistema de ativos digitais, incluindo posições menores em criptomoedas como Ethereum e Solana.

Este movimento é particularmente significativo por ter ocorrido durante o recente recuo de preços, quando o Bitcoin lutava para se manter nos US$ 60 mil. Enquanto o investidor de varejo capitulava diante da incerteza, uma das instituições financeiras mais tradicionais do mundo triplicava suas participações, legitimando o ativo como uma reserva de valor institucional. Os dados técnicos de filings da SEC confirmam que o banco não apenas comprou o ativo à vista, mas também utiliza derivativos para proteger sua exposição.

A implicação para o mercado é clara: a entrada de capital dessa magnitude tende a reduzir a volatilidade extrema e elevar o piso de preço do ativo. No entanto, a concentração excessiva no ETF da BlackRock cria um risco de contraparte que deve ser monitorado. Para o investidor brasileiro, o impacto reflete-se na resiliência do preço frente às instabilidades globais, consolidando a narrativa de maturidade institucional.


📈 Panorama do Mercado

O cenário atual é definido por um contraste comportamental: o sentimento de alta institucional contra o pânico técnico. Enquanto fundos de investimento aproveitam as janelas de correção para aumentar posições, o setor de derivativos sofre com o excesso de alavancagem. O momentum positivo é reforçado pela notícia de que a SkyBridge Capital, de Anthony Scaramucci, continuou comprando Bitcoin em níveis próximos a US$ 63 mil na última semana.

Além disso, a integração entre finanças tradicionais (TradFi) e blockchain avança em infraestrutura. A integração de fundos monetários tokenizados da Franklin Templeton na Binance permite que traders institucionais operem com ativos regulados como garantia externa. Esse tipo de inovação reduz o risco de custódia e atrai gestores conservadores para o trading de criptoativos, elevando a eficiência de capital do mercado.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Liquidações em DeFi: A capitulação de grandes investidores pode forçar quedas adicionais no Ethereum. A perda de US$ 869 milhões de Jack Yi no Aave serve como alerta sobre os riscos de leverage recursivo em momentos de alta volatilidade.
  • Pressão Regulatória: A ação judicial da FCA no Reino Unido contra a HTX indica um cerco fechando sobre exchanges que não cumprem normas de publicidade e segurança financeira, o que pode gerar saques em massa nessas plataformas.
  • Escrutínio de RWAs: O uso de ativos do mundo real (RWA) como colateral exigirá novas aprovações jurisdicionais, expondo parcerias institucionais a interrupções se houver mudança na postura regulatória.
  • Concentração em ETFs: A dependência de poucos veículos, como o IBIT da BlackRock, torna o mercado sensível a qualquer problema operacional em grandes gestoras americanas.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Acumulação na Baixa: O comportamento da Goldman Sachs e SkyBridge sugere que correções até a faixa de US$ 60k-63k são vistas como janelas de compra de alta convicção por grandes participantes.
  • Interoperabilidade Institucional: O apoio da Citadel à nova blockchain Zero da LayerZero abre espaço para protocolos que suportam milhões de transações por segundo, beneficiando tokens de infraestrutura.
  • Capitulação como Fundo Local: Historicamente, saídas em massa de whales com prejuízo, como as vistas em ETH, costumam preceder períodos de estabilização e reversão de tendência.

📰 Principais Notícias do Período

1. Goldman Sachs acumula US$ 1,1 bi em ETFs Bitcoin
Revelação em filings da SEC mostra que o gigante de Wall Street triplicou sua posição em ETFs de Bitcoin nos últimos meses, legitimando a classe de ativos para investidores tradicionais.

2. SkyBridge mantém estratégia de compra no pânico
Anthony Scaramucci confirmou compras contínuas mesmo durante quedas severas, enfatizando que as saídas recordes de ETFs são oportunidades para o smart money.

3. Citadel apoia LayerZero com lançamento da blockchain Zero
Um dos maiores formadores de mercado do mundo, a Citadel Securities, investiu no token ZRO para impulsionar uma nova rede voltada para settlement institucional e alta escalabilidade.

4. Binance e Franklin Templeton unem forças em tokenização
Parceria inédita integra fundos monetários tokenizados como garantia externa, protegendo o capital institucional de riscos diretos em plataformas de negociação.

5. Baleia capitula em ETH com perda de US$ 869 mi
Jack Yi, da Trend Research, fechou suas posições compradas em Ethereum no protocolo Aave após o mercado apagar os ganhos de sua estratégia iniciada em 2025.

6. Baleia perde US$ 10M em comprado no Hyperliquid
Uma carteira ligada à Matrixport registra prejuízo superior a US$ 10 milhões em uma posição de 105 mil ETH, evidenciando o perigo da alavancagem nas redes de derivativos.

7. FCA processa HTX por promoções ilegais
O regulador britânico iniciou os primeiros processos criminais contra a exchange HTX por marketing enganoso, solicitando a remoção de aplicativos das lojas da Apple e Google.


🔍 O Que Monitorar

  • Fluxos de ETFs: Ver se as entradas da Goldman e SkyBridge conseguem reverter o saldo líquido negativo recente dos ETFs americanos.
  • TVL no Aave: Monitorar o valor total bloqueado para garantir que novas liquidações massivas não desestabilizem protocolos DeFi.
  • Adoção do token ZRO: O desempenho do token da LayerZero após o apoio da Citadel será um termômetro para o setor de interoperabilidade.
  • Saques na HTX: A reação dos usuários britânicos e globais às sanções decretadas pela FCA no Reino Unido.

🔮 Perspectiva

Nas próximas 24 a 48 horas, é provável que o mercado mantenha um viés de alta moderada impulsionado pela confiança institucional renovada. A capitulação das whales em Ethereum, embora dolorosa, costuma remover o excesso de alavancagem do sistema, limpando o caminho para uma recuperação genuína. Segundo dados da Binance, o volume institucional permanece resiliente em ativos de primeira linha. Recomenda-se cautela com altcoins de baixa liquidez e atenção redobrada aos patamares de suporte do Bitcoin em US$ 65.000. O cenário macro e a entrada contínua de participantes tradicionais reforçam a tese de que o fundo local pode estar próximo.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Carteira hardware cartoon subindo degraus da Wall Street com ajuda de banqueiro, escudo rachado simbolizando críticas de segurança no IPO da Ledger

Ledger Planeja IPO de US$ 4 Bi: Chega à Wall Street?

A Ledger, líder em carteiras hardware, está em negociações avançadas com Goldman Sachs, Jefferies e Barclays para um IPO nos Estados Unidos, com valuation superior a US$ 4 bilhões. O movimento ocorre em meio à crescente demanda por soluções de autocustódia, impulsionada por mais de US$ 3,4 bilhões roubados em hacks cripto em 2025. Apesar do otimismo institucional, críticas de ZachXBT questionam a segurança da empresa.


Detalhes do IPO e Desempenho Recorde

A francesa Ledger, fundada em 2014, registrou receita na casa dos centenas de milhões em 2025, seu melhor ano até agora. O CEO Pascal Gauthier já havia sinalizado planos de listagem em Nova York em novembro, destacando que o capital para cripto não está na Europa. A demanda por dispositivos como o Ledger Nano X explode com o aumento de fraudes online, posicionando a empresa como reserva confiável para chaves privadas offline.

BitGo, concorrente em custódia, estreou na NYSE ontem com alta de 24%, abrindo em US$ 22,40. Esse sucesso reforça o apetite de Wall Street por players de segurança cripto, sugerindo que a Ledger pode capturar valor significativo no IPO previsto para este ano.

Críticas de ZachXBT e Histórico de Segurança

O investigador on-chain ZachXBT ironizou o IPO, acusando a Ledger de priorizar lucros sobre segurança. Ele cita o vazamento de 2020, quando um erro em API expôs 1 milhão de emails e 272 mil dados completos (nomes, endereços, telefones), levando a roubos direcionados e perdas milionárias. Problemas recentes incluem falhas na bateria do Nano X e taxas para clear signing.

Embora a Ledger não compense vítimas e defenda suas medidas, esses incidentes erodem confiança. ZachXBT vê o IPO como mera extração máxima de lucros, mas a empresa argumenta que hacks crescem globalmente, validando sua relevância.

Por Que Investidores Podem Apostar na Ledger?

Apesar das críticas, o tom otimista prevalece: autocustódia é essencial em um mercado maduro. Com Bitcoin a R$ 470.755 (Cointrader Monitor, variação -1,8% em 24h) e dólar a R$ 5,29, o valuation de US$ 4 bi (cerca de R$ 21 bi) parece atrativo para uma líder com crescimento explosivo.

Goldman Sachs e Barclays validam a tese institucional. Riscos existem, mas melhorias contínuas e demanda por hardware offline podem impulsionar ações pós-IPO, como visto com BitGo. Vale monitorar atualizações regulatórias nos EUA.

Implicações para o Mercado Brasileiro

Para brasileiros, o IPO reforça a adoção global de carteiras hardware em exchanges locais como Binance. Com hacks em alta, migrar para Ledger pode proteger portfólios. No entanto, pesquise histórico e evite decisões precipitadas.


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Executivo bancário cartoon apertando mãos com personagem DeFi sob cúpula rachada do Capitólio, simbolizando aliança Goldman Sachs e vitória DeFi na regulação EUA

Goldman Sachs Mira Cripto, e DeFi Ganha Fôlego em Washington

O Goldman Sachs está dedicando recursos significativos a tecnologias cripto como tokenização e prediction markets, conforme revelado pelo CEO David Solomon em call de resultados. No mesmo dia, a comunidade DeFi celebra o colapso de um projeto de lei regulatória nos EUA visto como prejudicial, abrindo caminho para inovações que atraem gigantes institucionais. Esse cenário otimista valida o potencial de setores antes marginalizados.


Goldman Sachs Acelera em Cripto e Prediction Markets

O CEO David Solomon destacou que uma equipe ampla no banco está focada em tokenização, stablecoins e prediction markets. "Temos um grande time gastando muito tempo com a liderança sênior para entender como expandir nossos negócios", disse ele. Solomon se reuniu pessoalmente com líderes de duas grandes plataformas de prediction markets nas últimas semanas, explorando integrações em trading e advisory.

Esses mercados, regulados pela CFTC como Kalshi e Polymarket, representam oportunidades reais para o Goldman. O banco vê neles ferramentas para precificar riscos e ativos reais de forma eficiente, acelerando operações tradicionais. Essa movimentação sinaliza confiança crescente de Wall Street na infraestrutura blockchain, especialmente em um momento de maturidade do ecossistema cripto.

Além disso, Solomon mencionou diálogos ativos com policymakers em Washington sobre o Clarity Act, equilibrando entusiasmo com realismo: a adoção leva tempo, mas o potencial é inegável. Para investidores brasileiros, isso reforça a tese de longo prazo em ativos nativos dessas tecnologias.

DeFi Celebra: Colapso do Bill como Vitória Estratégica

A comunidade DeFi interpreta o revés do bill de estrutura de mercado cripto como um ganho. Após a Coinbase retirar suporte, levando ao cancelamento de audiência no Senado, líderes como Mike Silagadze da Ether.fi afirmam: "É positivo, pois o bill era ruim para cripto, restringindo yields em stablecoins e limitando DeFi". Esperam uma versão melhor.

Bill Hughes, da Consensys, reforça: DeFi tem leverage, pois lawmakers precisam mais da legislação. O pause evita overregulação de tech descentralizada, preservando inovação. Ripple CEO Brad Garlinghouse ecoa, vendo espaço para frameworks mais amigáveis à participação institucional.

Esse desenvolvimento evita armadilhas regulatórias que poderiam sufocar protocolos permissionless, permitindo que DeFi continue crescendo com TVL bilionário e adoção global. Para o ecossistema, é um respiro que alinha com o otimismo institucional.

Conexão Institucional: Prediction Markets como Ponte

A interseção é clara: prediction markets, foco do Goldman, são um pilar DeFi. Plataformas como Polymarket usam blockchains para apostas em eventos reais, atraindo liquidez e precisão superior a mercados tradicionais. O interesse do banco valida essa inovação, que o bill ameaçava restringir.

Com capital institucional de olho, DeFi ganha credibilidade. Bancos como Goldman buscam eficiência via tokenização de ativos reais (RWA), onde blockchains reduzem custos e aceleram settlements. Isso pode injetar trilhões em liquidez, beneficiando tokens nativos e protocolos.

Analistas bullish veem isso como catalisador: regulação equilibrada + interesse de gigantes = bull market sustentado. Investidores devem monitorar avanços no Clarity Act revisado.

O Que Significa para Investidores Brasileiros

Esse "vento a favor" reforça a narrativa otimista. Com Bitcoin consolidando acima de US$ 95.000, setores como DeFi e prediction markets oferecem upside assimétrico. O Brasil, com exchanges maduras, posiciona-se bem para capturar fluxos institucionais.

Vale acompanhar reuniões Goldman-DeFi e negociações em Washington. Oportunidades em tokens de prediction markets e RWAs surgem como hedges contra volatilidade tradicional.


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Executivos cartoon abrindo portas da NYSE com cofre digital flutuante, simbolizando IPO da BitGo e futuro institucional da cripto

BitGo Busca IPO de US$ 2 Bilhões na NYSE: Futuro Institucional da Cripto

A BitGo, uma das principais empresas de custódia de criptomoedas, anunciou o lançamento de seu IPO na New York Stock Exchange (NYSE), mirando levantar cerca de US$ 200 milhões com valuation de até US$ 2 bilhões. Com apoio de gigantes como Goldman Sachs e Citigroup, esse movimento sinaliza a maturação do mercado cripto, trazendo infraestrutura segura para instituições. Para investidores brasileiros, é um passo rumo à adoção corporativa global de ativos digitais.


O Que é Custódia Cripto e Por Que BitGo Lidera?

Imagine uma “cofre digital” para Bitcoin e outras criptomoedas, projetado para grandes instituições como bancos e fundos de investimento. Essa é a essência da custódia cripto, serviço oferecido pela BitGo desde 2013. Diferente de carteiras pessoais, a custódia institucional garante segurança avançada, com chaves privadas protegidas, seguros contra hacks e conformidade regulatória.

A BitGo gerencia bilhões em ativos para clientes globais, incluindo exchanges e gestoras. Seu modelo de negócios baseia-se em taxas fixas por armazenamento, menos volátil que trading. Para iniciantes, pense assim: enquanto você guarda moedas em apps como Binance, instituições precisam de soluções enterprise para trilhões em volume. Essa demanda explode com ETFs de Bitcoin aprovados nos EUA.

Essa expertise atraiu investidores como Goldman Sachs, validando a BitGo como pilar da infraestrutura cripto.

Detalhes do IPO: Números e Estrutura

O IPO inclui cerca de 11,8 milhões de ações, com faixa de preço entre US$ 15 e US$ 17 por ação, podendo gerar até US$ 201 milhões em proceeds. Desses, 11 milhões são novas ações Class A da BitGo Holdings, e o restante de acionistas existentes. A listagem usará o ticker BTGO na NYSE, após registro na SEC em 2025.

Goldman Sachs atua como lead bookrunner, com Citigroup como bookrunner. Esse syndicate de Wall Street reforça credibilidade, atraindo investidores tradicionais para cripto. Para o público brasileiro, é como ver Nubank ou XP ir à bolsa: acesso a capital público financia expansão tech e compliance.

Os fundos levantarão capital para inovação em segurança, como wallets multi-assinatura e suporte a novas blockchains, fortalecendo a posição da BitGo.

Contexto de Mercado: IPOs Cripto em Alta

O movimento da BitGo ocorre em 2026, após recuperação cautelosa do mercado IPO americano. Em 2025, Circle (stablecoin USDC) e Bullish (exchange) debutaram com sucesso na NYSE, superando eToro. Kraken também planeja listagem, mostrando apetite por negócios cripto regulados.

Desafios incluem volatilidade pós-queda de outubro 2025, tarifas e shutdown governamental. Investidores priorizam revenue estável da custódia sobre trading especulativo. Dados sugerem que custodiantes como BitGo beneficiam-se da adoção institucional, com BlackRock e Fidelity expandindo serviços cripto.

Para o Brasil, onde CVM discute regras para criptoativos, esse IPO inspira: custódia segura pavimenta caminho para fundos locais investirem bilhões em Bitcoin sem riscos operacionais.

O Que Isso Revela Sobre o Futuro Institucional?

O IPO da BitGo marca transição: cripto deixa era especulativa para infraestrutura financeira madura. Instituições buscam custódia para alocar em ETFs, treasuries corporativos e DeFi permissionado. Com valuation de US$ 2 bi, BitGo testa apetite por múltiplos de fee-based revenue.

Investidores devem monitorar: sucesso impulsiona mais IPOs (ex: Anchorage, Fireblocks); falha expõe riscos regulatórios. Para brasileiros, sinaliza oportunidade: plataformas locais podem integrar custódia global, atraindo reais para ecossistema cripto. Vale acompanhar BTGO para medir confiança no setor.


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Personagens cartoon de banqueiro tradicional e dev DeFi apertando mãos sobre ponte blockchain, simbolizando tokenização de depósitos pelo BNY Mellon

BNY Mellon Tokeniza Depósitos: Fim dos Bancos Tradicionais?

O BNY Mellon, maior banco custodiante do mundo com US$ 57,8 trilhões em ativos sob custódia, anunciou o lançamento de representações digitais de depósitos de clientes em sua blockchain privada. A iniciativa, revelada em 9 de janeiro de 2026, permite movimentar ‘dinheiro programável’ para usos como colateral e margem, marcando um passo histórico na integração de finanças tradicionais com tecnologia blockchain. Isso pode sinalizar o início do fim do modelo bancário convencional, ao trazer eficiência inédita para liquidez institucional.


O Que São Depósitos Tokenizados?

Tokenização de depósitos consiste na criação de tokens digitais que representam 1:1 os saldos reais de clientes no banco. Diferentemente de uma simples digitalização, esses tokens operam em uma blockchain permissionada desenvolvida pelo próprio BNY, acessível apenas a participantes autorizados. Os clientes institucionais e ‘nativos digitais’ podem usar esses ativos para transações rápidas, reduzindo o atrito de liquidação — o tempo e custo entre negociações.

Inicialmente, os tokens serão aplicados em cenários de colateral e margem, como garantias em derivativos ou empréstimos. Importante: apesar de estarem na blockchain, os saldos continuam registrados nos sistemas legados do banco para fins regulatórios, garantindo conformidade com normas globais. Essa abordagem híbrida une a imutabilidade da blockchain à confiança de um custodiante com mais de 240 anos de história.

A tecnologia permite automações via contratos inteligentes, tornando o dinheiro ‘programável’ — capaz de executar condições pré-definidas sem intermediários manuais.

Diferenças em Relação às Stablecoins Tradicionais

Diferentemente de stablecoins como USDT ou USDC, emitidas por empresas privadas como Tether ou Circle, os depósitos tokenizados do BNY são lastreados diretamente por depósitos bancários regulados. Stablecoins dependem de reservas off-chain divulgadas periodicamente, sujeitas a auditorias independentes, mas sem o escudo regulatório pleno de um banco como o BNY.

Aqui, o token é uma extensão nativa do passivo bancário, com resgate imediato em fiat tradicional. Isso elimina riscos de descolamento de paridade (depeg) comuns em stablecoins durante crises, como visto em eventos passados. Para usuários finais, significa maior segurança e interoperabilidade com ecossistemas DeFi, sem abandonar a infraestrutura bancária consolidada.

O BNY posiciona isso como ‘tecido conectivo’ de sua infraestrutura digital, integrando-se a produtos como o fundo de mercado monetário tokenizado lançado com o Goldman Sachs em julho de 2025.

Parcerias e Contexto Institucional em Expansão

A iniciativa conta com endossos de players cripto como Anchorage Digital, Circle, Paxos, Securitize (BlackRock) e Ripple Prime. Carolyn Weinberg, Chief Product Officer do BNY, enfatiza a confiabilidade dos depósitos como base para inovação. No cenário mais amplo, movimentos institucionais aceleram: empresas de tesouraria Bitcoin ligadas a Adam Back, como H100 Group (com 1.046 BTC) e Future Holdings, assinam acordo para fusão, expandindo operações na Suíça.

Essa convergência reforça a maturidade do setor, com tradicionais como BNY e JPMorgan adotando tokenização para eficiência, enquanto nativos escalam tesourarias corporativas.

Implicações para Bancos, DeFi e Usuários Finais

Para o sistema bancário tradicional, isso ameaça o status quo ao reduzir dependência de trilhos lentos como CHIPS ou SWIFT, potencializando liquidez 24/7. No DeFi, abre portas para colaterais regulados, atraindo trilhões em TVL. Usuários brasileiros, por exemplo, podem indiretamente beneficiar-se via fundos globais mais eficientes, com menores custos em remessas ou investimentos.

Vale monitorar aprovações regulatórias e escalabilidade da blockchain privada. Analistas veem isso como catalisador para adoção massiva, questionando: será o prenúncio de bancos tokenizados?


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