Personagens cartoon de regulador SEC carimbando stablecoins com 2% para corretor Wall Street, simbolizando aprovação regulatória e ponte institucional

SEC Permite Stablecoins com 2% Deságio em Capital de Corretoras

A Comissão de Valores Mobiliários dos EUA (SEC) realizou uma atualização discreta em seu FAQ sobre responsabilidades financeiras de broker-dealers, permitindo que essas entidades apliquem apenas um deságio de 2% (haircut) em holdings de stablecoins qualificadas para cálculos de capital líquido regulatório. Anteriormente, tais ativos enfrentavam deságio de 100%, equivalendo a exclusão total. Essa orientação, emitida em 19 de fevereiro de 2026, alinha stablecoins a instrumentos como fundos de mercado monetário, reduzindo custos de conformidade e abrindo portas para maior integração com finanças tokenizadas. Os dados indicam potencial para elevar a liquidez no ecossistema cripto-institucional.


O Que é o Deságio de 2% e Sua Mecânica

De acordo com as regras da Seção 15c3-1 da Lei de Valores Mobiliários, broker-dealers devem manter um buffer de liquidez mínima para proteger clientes em cenários adversos. Nesse cálculo, ativos são ajustados por deságios que refletem riscos de volatilidade ou liquidez. Stablecoins de pagamento qualificadas, respaldadas por reservas como treasuries e cash, agora recebem tratamento de 2%, similar a fundos de mercado monetário governamentais.

Antes dessa mudança, o deságio punitivo de 100% tornava holdings de stablecoins como USDC ou USDT economicamente inviáveis, zerando seu valor no balanço patrimonial para fins regulatórios. A comissária Hester Peirce, em declaração oficial, argumentou que essa abordagem era excessiva, dado os requisitos de reserva mais rigorosos sob o GENIUS Act. Os números mostram: uma posição de US$ 100 milhões em stablecoins passa a contribuir com US$ 98 milhões ao capital, liberando recursos para operações expandidas.

Essa precisão metodológica — 98% de reconhecimento — é calculada com base em padrões estaduais pré-GENIUS, como licenças de remessa e auditorias mensais, garantindo conformidade transitória até julho de 2026.

Contexto Regulatório e Timing Estratégico

A orientação surge no contexto do GENIUS Act, assinado em julho de 2025, que estabelece o primeiro framework federal para stablecoins de pagamento, com reservas, licenças e distinção de outros ativos digitais. A SEC, via seu Crypto Task Force sob Peirce, vem substituindo enforcement por guidance desde janeiro de 2025, incluindo custódia de criptoativos e ATS para trading.

Essa FAQ expandida cobre desde obrigações de transfer agents até proteção SIPC, oferecendo clareza. Peirce solicitou feedback público para revisões formais na Rule 15c3-1, sinalizando integração sistemática. Os dados do IMF reforçam: stablecoins provaram utilidade em pagamentos cross-border e inclusão financeira, agora viabilizados por canais regulados.

O timing precede prazos federais (FDIC e OCC implementando regras até julho 2026), preenchendo lacunas entre legislação e regras existentes da SEC.

Impactos na Liquidez e Operações Institucionais

Para broker-dealers como Robinhood e Goldman Sachs, essa mudança libera capital para custódia de securities tokenizados, criação de ETPs e liquidação em blockchain. Analistas como Tonya Evans destacam: “Stablecoins agora são capital operacional, não penalidade financeira”. Cody Carbone, da Digital Chamber, nota redução de incerteza para compliance.

Os efeitos cascata incluem maior liquidez em finanças tokenizadas: custodiantes e ATS podem usar stablecoins sem drenagem de capital. Larry Florio, da Ethena Labs, enfatiza: cálculos de capital ditam viabilidade de negócios cripto. Isso potencializa serviços integrados cripto-tradicional, beneficiando investidores com canais confiáveis versus offshores arriscados.

No curto prazo, monitorar adoção: volumes de stablecoins em balanços de broker-dealers e feedback à SEC indicarão adesão.

Implicações e Níveis a Observar

Embora guidance informal seja reversível, sinaliza transição para regras formais. Estados devem certificar frameworks até julho 2026, com fricções federais-estaduais persistentes, como em NY. Legislação como CLARITY Act pode complementar, definindo securities vs commodities.

Os dados sugerem: maior TVL em DeFi regulado e adoção institucional. Vale observar volumes de transação em stablecoins por broker-dealers e revisões SEC até Q3/2026. Essa ponte Wall Street-dólar digital fortalece resiliência sistêmica, mas depende de execução legislativa.


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Personagem regulador cartoon carimbando selo dourado em stablecoin antropomorfizada com cofre se abrindo, simbolizando status de reserva bancária EUA para remessas

Stablecoins Viram Reserva Bancária com Selo dos EUA

Imagine enviar dólares para a família no exterior em minutos, sem as taxas altas dos bancos tradicionais. Isso está mais perto da realidade com o lançamento do Stablecoin Solutions pela Anchorage Digital, o primeiro banco cripto regulado nos EUA. Ao mesmo tempo, a ProShares criou um ETF de Tesouros americanos apto para reservas de stablecoins sob a lei GENIUS Act. Essas novidades trazem segurança regulada aos dólares digitais, facilitando pagamentos globais instantâneos e com lastro em ativos do governo americano. Para brasileiros, isso pode baratear remessas e aumentar a confiança no dia a dia.


Anchorage Digital: Pagamentos Instantâneos para Bancos

A Anchorage Digital, banco cripto autorizado pelo governo federal americano (OCC), uniu em um só serviço tudo o que os bancos precisam para usar stablecoins: emissão, resgate, custódia e liquidação. Em vez de dias esperando transferências via correspondentes bancários, com contas pré-financiadas cheias de dinheiro parado, os bancos agora fazem settlements em US$ globais em minutos pela blockchain.

Isso substitui os nostros e vostros tradicionais, reduzindo riscos de contraparte e liberando liquidez. Suporta stablecoins como o USDT da Tether e USDe da Ethena, dando flexibilidade. Nathan McCauley, CEO da Anchorage, explica que stablecoins viram “infraestrutura financeira essencial”, modernizando pagamentos sem perder compliance. Para nós no Brasil, onde remessas custam caro (dólar a R$ 5,21 hoje), isso abre portas para transações mais eficientes via parcerias futuras.

No cotidiano, pense em uma empresa brasileira pagando fornecedores nos EUA: em vez de 3-5 dias e taxas de 5-10%, minutos e custos menores. É prático e realista, preservando os padrões de segurança que o sistema financeiro exige.

ProShares e GENIUS Act: Lastro Seguro em Tesouros

A lei GENIUS Act, aprovada em julho de 2025, define regras federais para reservas de stablecoins de pagamento: só ativos de alta qualidade, como Tesouros americanos de curto prazo. A ProShares lançou o ETF IQMM exatamente para isso, negociado na bolsa com ticker IQMM e valor líquido flutuante baseado no mercado.

Diferente de fundos comuns de money market, ele tem settlement no mesmo dia e foco institucional para emissores de stablecoins. O prospecto avisa que yields podem ser menores por restrição a ativos elegíveis, mas prioriza segurança. ProShares gerencia mais de US$ 95 bilhões (cerca de R$ 495 bilhões), trazendo credibilidade.

Para o brasileiro comum, isso significa stablecoins com “selo dos EUA”, lastreadas em títulos do governo americano. Menos risco de descolamento do dólar, ideal para guardar valor contra inflação ou enviar dinheiro sem medo de calote.

Impacto Prático no Brasil: Remessas e Confiança

No Brasil, onde milhões enviam remessas mensais (equivalente a meses de salário mínimo), stablecoins reguladas mudam o jogo. Hoje, Western Union ou bancos cobram até 10% + IOF; com blockchain regulada, cai para frações disso. Bancos brasileiros podem integrar esses trilhos, facilitando para o cidadão comum.

A confiança cresce: custódia federal, reservas em Treasurys auditados. Não é especulação, mas ferramenta cotidiana. Monitore exchanges como Binance para stablecoins compatíveis – taxas baixas para comprar USDT com real e enviar globalmente.

Desafios persistem: regulação local (BC ainda estuda) e volatilidade do real. Mas é um passo para inclusão financeira real.

O Que Fazer Agora

  1. Verifique saldos em stablecoins na sua exchange.
  2. Teste remessas pequenas para medir custos.
  3. Acompanhe aprovações no Brasil.

Essas ferramentas práticas tornam cripto acessível, não só para traders.


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Personagens cartoon de SEC e senadores correndo com pergaminhos CLARITY e GENIUS contra bloqueio de banqueiros, simbolizando urgência legislativa cripto nos EUA

SEC e Senado Correm Contra Tempo por Leis Cripto Blindadas

Em audiência no Senado dos EUA nesta quinta-feira (12), o presidente da SEC, Paul Atkins, admitiu que regras pró-cripto emitidas por sua agência precisam de respaldo congressional para não serem revertidas futuramente. O senador democrata Mark Warner, negociador chave do CLARITY Act, defendeu o avanço do projeto, apesar de preocupações com DeFi e ilícitos. Paralelamente, a American Bankers Association pressiona a OCC para frear charters de trust banks cripto até o GENIUS Act ser esclarecido, evidenciando a batalha em Washington pelo futuro regulatório das criptomoedas.


Depoimento de Atkins: Regras Temporárias sem Lei

O chefe da SEC, Paul Atkins, afirmou durante o depoimento no Comitê Bancário do Senado que sua agência possui autoridade ampla para emitir normas claras via Project Crypto, revertendo o que chamou de abordagem anterior de “cabeça enterrada na areia“. No entanto, ele enfatizou a necessidade de uma “base sólida em estatuto” para evitar retrocessos em futuras administrações. Sem legislação como o CLARITY Act, regras administrativas podem ser derrubadas por voto simples da comissão.

Atkins reiterou que o Congresso falhou em fornecer leis claras, mas sua agência avança com regras provisórias. O senador republicano Bernie Moreno ecoou: “O Congresso falhou miseravelmente”. Essa urgência reflete o avanço recente do CLARITY Act na Câmara e no Comitê de Agricultura do Senado, mas o pleno ainda exige apoio bipartidário amplo.

Warner e Democratas: Equilíbrio entre Inovação e Riscos

Senador Mark Warner, principal negociador democrata, sinalizou otimismo: “Queremos aprovar isso, mas de forma segura”. Suas preocupações centrais envolvem finanças descentralizadas (DeFi) e prevenção de uso por atores maliciosos. As negociações patinam em recompensas de stablecoins, onde criptoexecutivos e banqueiros divergem, e em conflitos de interesse, como laços governamentais com o setor.

Para passar no Senado, o projeto precisa de pelo menos sete democratas além dos republicanos. Líderes como Tim Scott veem progresso, mas CEOs como Brian Armstrong da Coinbase ameaçam retirar apoio se o texto não atender expectativas. A Casa Branca pressiona por acordo até o fim do mês.

Resistência Bancária: ABA Freia Integração Cripto

Enquanto SEC e Senado aceleram, bancos tradicionais contra-atacam. A American Bankers Association (ABA) urgiu a OCC a pausar aprovações de charters nacionais para trust banks cripto, como os recentes condicionais para BitGo, Fidelity Digital Assets e Ripple. Argumentam riscos em segregação de ativos, cibersegurança e evasão de SEC/CFTC.

A ABA exige clareza no GENIUS Act antes de prosseguir, temendo que charters sem seguro depósito confundam consumidores e ofereçam yields sem regulação bancária plena. Isso reflete tensão entre inovação cripto e proteção sistêmica tradicional.

Impactos Globais para Investidores Brasileiros

Do ponto de vista geopolítico, decisões em Washington reverberam mundialmente. Leis como CLARITY e GENIUS podem estabilizar o mercado, atraindo capital e definindo padrões para UE e Ásia. Para brasileiros, com exposição via exchanges globais, clareza regulatória nos EUA reduz volatilidade sistêmica e abre portas para stablecoins em remessas. Autoridades americanas moldam o tabuleiro onde portfólios globais se posicionam, demandando monitoramento atento.


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Balança desequilibrada com stablecoins cartoon esmagadas por documentos NY e reguladores puxando, simbolizando pressão sobre Tether e Circle

Stablecoins Sob Pressão: NY Ataca Tether e Circle em Impasse no Senado

Em um fogo cruzado regulatório, procuradores de Nova York, liderados pela promotora-geral Letitia James, atacam o GENIUS Act, primeira grande lei americana sobre stablecoins, acusando Tether e Circle de não devolverem fundos roubados a vítimas de fraudes. Paralelamente, democratas do Senado retomam discussões sobre a estrutura de mercado cripto, em meio a prazos apertados impostos pela Casa Branca. O embate reflete tensões entre inovação e combate ao crime financeiro nos EUA, com impactos globais para o ecossistema cripto.


Críticas ao GENIUS Act por Falhas Regulatórias

Segundo autoridades de Nova York, incluindo o promotor de Manhattan Alvin Bragg, o GENIUS Act concede uma “legitimidade” indevida às stablecoins sem impor obrigações cruciais. A lei, já em vigor, não exige que emissores devolvam ativos roubados, facilitando crimes como lavagem de dinheiro, financiamento ao terrorismo e fraudes em criptomoedas. Em carta ao Congresso, os procuradores argumentam que essa lacuna incentiva empresas a reterem fundos ilícitos, em vez de cooperarem com investigações estaduais.

O movimento ocorre enquanto Washington negocia o CLARITY Act, que divide jurisdições entre SEC e CFTC. A pressão de Nova York destaca como decisões estaduais podem influenciar o quadro federal, especialmente em um estado financeiro chave como NY.

Tether e Circle no Alvo das Acusações

Tether (USDT) e Circle (USDC), líderes do mercado de stablecoins, enfrentam críticas diretas. Os procuradores alegam que Tether decide caso a caso se congela ou devolve fundos, priorizando ações federais sobre estaduais, deixando vítimas sem recuperação. Circle, sediada em NY e listada em bolsa, é acusada de políticas ainda piores: mesmo congelando ativos, retém controle sobre reservas, lucrando com juros enquanto atrasa devoluções.

Tether rebateu, afirmando política de tolerância zero a crimes e cooperação séria. Circle, por sua vez, defendeu-se destacando compromisso com integridade financeira e padrões regulatórios globais. Essas respostas não aplacaram os críticos, que veem incentivos financeiros claros para as empresas.

Retomada de Debates no Senado e Prazo da Casa Branca

Enquanto NY pressiona, democratas do Senado reconvocam reunião fechada sobre o projeto de estrutura de mercado cripto, após adiamento do markup. Fontes indicam foco em pendências do CLARITY Act, com otimismo para avanço bipartidário antes das eleições de meio de mandato.

A Casa Branca impôs prazo de fevereiro para resolver disputas entre bancos e firmas cripto, como yields em stablecoins. Comitês do Senado, como Agricultura, já aprovaram drafts, elevando chances de aprovação em 60% no Polymarket. Analistas como Patrick Witt preveem assinatura em abril.

Implicações Globais para Investidores

Para brasileiros e investidores globais, o impasse americano é pivotal: regulações nos EUA moldam padrões mundiais, afetando liquidez de stablecoins usadas em trades e remessas. Tensões entre estados e federação, além de disputas com bancos tradicionais, sinalizam volatilidade regulatória. Vale monitorar como esses desdobramentos impactam USDT e USDC, essenciais para portfólios diversificados.

O cenário reforça a necessidade de compliance em exchanges internacionais operando no Brasil, onde CVM e BC observam de perto tendências globais.


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Executivo cartoon lanhando âncora stablecoin FIDD em oceano Ethereum, simbolizando lançamento pela Fidelity e adoção institucional

Fidelity Lança Stablecoin FIDD no Ethereum: Gigante Entra na Briga

A Fidelity Investments, gigante financeira com trilhões sob gestão, anunciou o lançamento da stablecoin FIDD (Fidelity Digital Dollar) no Ethereum, previsto para início de fevereiro. Projetada para institucionais e varejo, atende regras da GENIUS Act e sinaliza confiança em blockchains públicas para o futuro bancário. Isso não é só mais uma stablecoin: é a digitalização do sistema financeiro tradicional.


Detalhes do Lançamento do FIDD

A stablecoin será emitida pela Fidelity Digital Assets, subsidiária com charter de banco nacional. Lastreada em caixa, equivalentes de caixa e Treasuries de curto prazo, o FIDD permite resgate 1:1 por dólar em plataformas como Fidelity Crypto e exchanges parceiras. Reservas serão divulgadas diariamente no site da Fidelity, com atestações independentes regulares.

O foco inicial é em casos de uso como settlement 24/7 para traders institucionais e pagamentos on-chain para usuários comuns. Transferível para qualquer endereço Ethereum mainnet, integra-se naturalmente a DeFi e ao ecossistema blockchain, expandindo utilidade além de custódia e trading já oferecidos pela Fidelity.

Por Que Escolher o Ethereum?

A decisão de lançar no Ethereum destaca-se, contrastando com escolhas privadas como Canton Network por J.P. Morgan e DTCC. Especialistas veem nisso um marco: "Fidelity aceita blockchains públicas como infraestrutura padrão", diz Marcin Kazmierczak, da RedStone. Com TVL superior a US$ 74 bilhões, Ethereum oferece liquidez aberta, suporte de exchanges e interoperabilidade com L2s.

"Instituições demandam funcionalidade e interoperabilidade", reforça Neil Staunton, da Superset. A GENIUS Act facilitou, definindo reservas transparentes, tornando redes públicas mais confiáveis que privadas opacas. Ryne Saxe, da Eco, chama de "vitória massiva para Ethereum", abrindo portas para produtos on-chain mais amplos.

Impacto no Mercado de Stablecoins

Entra em competição direta com USDC (Circle) e USDT (Tether), em um mercado que supera US$ 300 bilhões — alta de 50% em 2025. Fidelity posiciona FIDD como bloco de construção para serviços financeiros on-chain eficientes, evoluindo sua plataforma de ativos digitais. Pode expandir para outras chains futuramente.

Para brasileiros, isso reforça Ethereum como hub institucional, potencializando acessibilidade via exchanges globais. Monitore: adoção acelerada pode impulsionar ecossistema, com liquidez e compliance elevando confiança.

O Que Esperar Agora

Esse movimento otimista valida a tese de convergência entre TradFi e blockchain. Fidelity não só expande sua oferta — custódia, trading, IRA crypto —, mas pavimenta a via para banking on-chain. Investidores devem observar o rollout em fevereiro e a integração com DeFi. O futuro bancário está na blockchain pública, e Fidelity aposta alto nisso.


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Banqueiros cartoon em pânico vendo cofre drenado por funil stablecoin USA₮ com 500B fluindo, simbolizando temor bancário ante nova lei federal

Tether Lança USA₮: Bancos Temem Drenagem de US$ 500 Bilhões em Depósitos

A Tether lançou o USA₮, sua primeira stablecoin totalmente regulada nos Estados Unidos, emitida pelo Anchorage Digital Bank sob o GENIUS Act, marco regulatório federal para ativos lastreados em dólar. O movimento representa a ‘americanização’ da gigante das stablecoins, antes restrita fora dos EUA pelo USDT. No mesmo dia, o Standard Chartered alertou que stablecoins podem drenar até US$ 500 bilhões de depósitos bancários americanos até 2028, intensificando tensões entre cripto e finanças tradicionais. Isso sinaliza a transição do mercado de stablecoins do ‘submundo’ para o coração do sistema financeiro regulado.


A Americanização da Tether com o USA₮

O lançamento oficial do USA₮ ocorre após anos de escrutínio regulatório nos EUA. Em 2021, a Tether pagou multa de US$ 18,5 milhões ao procurador de Nova York por alegações sobre reservas. Agora, com o GENIUS Act — primeira lei nacional para stablecoins vendidas a americanos —, a empresa cria um token separado, emitido por banco nacional e custodiado pela Cantor Fitzgerald.

Bo Hines, ex-diretor executivo do Conselho Crypto da Casa Branca, lidera como CEO da Tether USA₮. Paolo Ardoino, CEO global, chama o ativo de “dólar digital feito na América”, visando instituições que demandam supervisão federal. Disponível em exchanges como Bybit, Crypto.com, Kraken e OKX, o USA₮ combina escala do USDT (US$ 143 bilhões em circulação global) com compliance total.

Essa estratégia geopolítica posiciona a Tether — historicamente offshore — como player legítimo no dólar dominante mundial, desafiando narrativas de risco sistêmico.

Guerra das Stablecoins: USA₮ vs. USDC

O USA₮ entra em confronto direto com o USDC da Circle, líder em adoção institucional americana graças ao alinhamento regulatório precoce. Enquanto USDT domina internacionalmente, o novo token mira o mercado doméstico, projetado para pagamentos e tesouraria corporativa sob regras federais.

Com reservas em Treasuries (Tether aloca só 0,02% em depósitos bancários, vs. 14,5% da Circle), stablecoins evitam recirculação de fundos no sistema bancário tradicional. Isso agrava preocupações macroeconômicas, pois emissores capturam liquidez sem retribuir aos bancos. O mercado atual de US$ 301 bilhões pode explodir para US$ 2 trilhões até 2028, per Standard Chartered.

No contexto global, isso reflete a hegemonia do dólar: stablecoins estendem seu alcance via blockchain, mas sob escrutínio regulatório americano.

Alerta Bancário: Fuga de US$ 500 Bilhões em Depósitos

O relatório do Standard Chartered, liderado por Geoff Kendrick, prevê que um terço da capitalização atual de stablecoins — cerca de US$ 100 bilhões hoje — já venha de depósitos bancários, podendo alcançar US$ 500 bilhões até 2028. Bancos regionais são os mais expostos, com perda de net interest margin, spread entre empréstimos e depósitos.

O GENIUS Act proíbe juros diretos em stablecoins, mas permite yields via terceiros como exchanges, criando “brecha” segundo bancos. Grupos bancários pressionam por emendas, enquanto cripto defende inovação. Atrasos em leis como a de estrutura de mercado refletem esse embate.

Se reservas ficarem em Treasuries, o dreno é permanente, ameaçando estabilidade financeira e forçando bancos a competirem em eficiência.

Implicações Geopolíticas e Próximos Passos

Essa ‘guerra das stablecoins’ transcende finanças: é batalha pela soberania do dólar em era digital. EUA regulam para manter domínio, mas risco de desintermediação bancária pode remodelar o sistema. Investidores devem monitorar aprovações regulatórias, adoção institucional e respostas dos bancos — como parcerias com cripto ou lobby por restrições.

Para brasileiros, isso impacta via dólar forte em remessas e trades, com stablecoins ganhando tração global. O futuro depende de equilíbrio entre inovação e estabilidade.


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Personagens cartoon de stablecoins USAt e USDC em ringue de boxe com troféu GENIUS, simbolizando competição regulada no mercado institucional EUA

Tether Lança USAt: Stablecoin Regulada Desafia USDC nos EUA

A Tether anunciou o lançamento oficial do USAt, sua nova stablecoin regulada nos Estados Unidos, emitida pela Anchorage Digital Bank e em conformidade com o GENIUS Act de julho de 2025. Projetada para o mercado institucional americano, a iniciativa conta com Bo Hines, ex-assessor da Casa Branca no governo Trump, como CEO. Com suprimento inicial de US$ 10 milhões no Ethereum, o USAt chega para desafiar o domínio do USDC da Circle, sinalizando a ‘americanização’ estratégica da maior emissora de stablecoins do mundo. Listagens em Bybit, Kraken e OKX já estão confirmadas.


Detalhes do Lançamento e Parcerias

A emissão do USAt pela Anchorage Digital Bank, um banco cripto com carta federal do OCC (Office of the Comptroller of the Currency), garante supervisão regulatória direta. Cantor Fitzgerald atua como custodiante das reservas e dealer primário, assegurando transparência e gestão de ativos de nível bancário. Inicialmente como token ERC-20 na blockchain Ethereum, o ativo inicia com US$ 10 milhões em circulação, conforme dados do CoinMarketCap e Etherscan.

Desde o lançamento nesta terça-feira (27/01/2026), o USAt está disponível em exchanges como Bybit, Crypto.com, Kraken, OKX e MoonPay, com Bitfinex planejando suporte iminente. Essa infraestrutura visa atrair instituições americanas que demandam conformidade federal, diferenciando-se do USDT global da Tether.

Contexto Regulatório e Geopolítico

O GENIUS Act estabelece o primeiro framework federal para stablecoins de pagamento nos EUA, exigindo auditorias mensais, lastro 1:1 em dólares ou treasuries de curto prazo e proibição de yields para usuários. Essa legislação, sancionada por Trump em julho de 2025, reflete a geopolítica financeira americana para manter o domínio do dólar digital em meio à competição global com stablecoins offshore.

Bo Hines, CEO do projeto e ex-diretor do Conselho de Ativos Digitais da Casa Branca sob Trump, traz credibilidade política. Sua nomeação em setembro de 2025 reforça laços com o ecossistema pró-cripto do governo, posicionando o USAt como ‘stablecoin made in America’ em um cenário de crescente escrutínio regulatório sobre emissoras estrangeiras como a própria Tether.

Estratégia Competitiva Contra o USDC

Paolo Ardoino, CEO da Tether, enfatiza que o USAt estende o sucesso do USDT — com mais de uma década de liquidez global — para o mercado regulado dos EUA. Enquanto o USDT domina internacionalmente, o USAt mira instituições que priorizam compliance doméstico, diretamente desafiando o USDC da Circle, preferido por fundos e bancos americanos devido à transparência.

Analistas veem nisso uma jogada estratégica: a Tether, com bilhões em lucros trimestrais, usa sua expertise operacional para escalar o USAt rumo a um market cap de US$ 1 trilhão em cinco anos, capturando fluxos institucionais nos EUA e fortalecendo a hegemonia do dólar em finanças descentralizadas.

Implicações para o Mercado Global

Essa ‘americanização’ da Tether inaugura uma era de stablecoins ‘federadas’, onde regulação e inovação coexistem. Para investidores brasileiros, o USAt pode influenciar dinâmicas globais de liquidez, especialmente em remessas e tesourarias corporativas. Vale monitorar a adoção institucional e possíveis expansões para outras blockchains, enquanto o USDT mantém seu papel offshore. A competição com USDC deve aquecer o setor, beneficiando ecossistemas como Ethereum.


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Banqueiro cartoon alarmado versus inovador crypto confiante em balança desequilibrada com $6.6T migrando para stablecoins, ilustrando embate sistêmico

Bancos vs Stablecoins: US$ 6,6T em Risco Sistêmico

US$ 6,6 trilhões em jogo: a American Bankers Association (ABA) enviou carta ao Senado dos EUA alertando que stablecoins com incentivos semelhantes a yields podem drenar depósitos de bancos comunitários, comprometendo empréstimos para pequenas empresas e famílias. Mais de 100 líderes bancários temem um colapso no crédito local, apesar da recente GENIUS Act. Já o JPMorgan minimiza, vendo stablecoins como ferramenta complementar. O conflito expõe tensões entre tradição e inovação financeira.


Alerta da ABA: Brechas na GENIUS Act

A carta da ABA, datada de 5 de janeiro de 2026, dirigida aos senadores americanos, destaca brechas na legislação de stablecoins. Embora a GENIUS Act imponha supervisão necessária, ela não impede emissoras de oferecerem “inducements” indiretos, como recompensas via exchanges parceiras ou afiliadas. Isso contorna a proibição estatutária de pagamentos de juros diretos.

Os banqueiros citam estimativas do Tesouro dos EUA: até US$ 6,6 trilhões em depósitos bancários poderiam migrar para stablecoins, esvaziando as reservas que financiam empréstimos essenciais. Bancos comunitários, dependentes desses depósitos para crédito a agricultores, estudantes e compradores de imóveis rurais, seriam os mais afetados. Sem seguro FDIC e sem capacidade de criação de crédito, stablecoins não substituem bancos tradicionais, alertam.

O tom é de urgência: “Se bilhões saírem do empréstimo comunitário, pequenas empresas em nossas cidades sofrerão”. A ABA pede extensão da proibição a parceiros, fechando o que chamam de “swallows the rule”.

Resposta do JPMorgan: Risco Superestimado?

Contrapondo o pânico, um porta-voz do JPMorgan afirmou ao CoinDesk que stablecoins não representam risco sistêmico. “Sempre houve múltiplas camadas de dinheiro em circulação, incluindo dinheiro de banco central e comercial. Isso não mudará; haverá usos complementares para deposit tokens e stablecoins”.

O banco global, com exposição a ativos digitais, vê stablecoins como evolução nos pagamentos, não ameaça existencial. Essa visão contrasta com bancos menores, sugerindo divisão no setor: grandes players adaptam-se, enquanto comunitários temem perda de market share. Mas o argumento faz sentido? Em um sistema com trilhões em money market funds competindo há décadas sem colapso, yields em stablecoins podem ser apenas mais uma camada.

Ainda assim, a escala potencial — stablecoins já subjacentes à economia cripto — justifica ceticismo. Projeções indicam crescimento explosivo, com mercado podendo rivalizar depósitos tradicionais se yields atraírem massa crítica.

Conflito Histórico e Interesses em Xeque

Essa é a enésima campanha de grupos bancários contra stablecoins, que agora atraem fintechs e pagamentos. Historicamente, lobbies pediram limitação de emissão a bancos regulados ou banimento de tokens com juros. Analistas independentes, como Joel Valenzuela do DASH DAO, veem proteção de interesses: “Stablecoins competem diretamente com o sistema bancário”.

Michael Treacy, da OpenPayd, compara a money market funds: competição fortaleceu transparência e preços. Nima Beni, da Bitlease, chama de “fear-mongering” de um setor relutante em inovar. Para Roberto Ramos, o risco sistêmico é real: migração massiva de depósitos poderia amplificar volatilidade cripto, sem rede de segurança bancária tradicional. Inovação financeira é bem-vinda, mas sem regulação robusta, ameaça estabilidade macro.

O mercado de stablecoins cresce rápido — de nicho cripto a trilhões potenciais —, forçando bancos a repensar modelos obsoletos ou arriscar irrelevância.

Próximos Passos no Embate Regulatório

Investidores devem monitorar emendas à GENIUS Act. Se yields indiretos persistirem, depósitos podem fluir para blockchains, testando resiliência bancária. Para brasileiros, o debate ecoa: com real volátil, stablecoins como USDT/USDC ganham tração, mas riscos globais impactam. Vale cautela: inovação vs. estabilidade exige equilíbrio.


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Balança geopolítica cartoon com banqueiro trancando yields de stablecoins no lado USD afundando, China elevando pilar e-CNY

GENIUS Act: Ban de Yield em Stablecoins Favorece China?

O GENIUS Act pode se tornar uma ‘armadilha de segurança nacional’ se o lobby bancário conseguir banir recompensas (yield) em stablecoins, alertam executivos cripto. A proposta, que já proíbe emissores de oferecerem juros diretamente, agora enfrenta pressão para fechar ‘brechas’ de terceiros usadas por exchanges como Coinbase. Críticos como John Deaton argumentam que isso favorece o digital yuan chinês, que paga juros, enfraquecendo o domínio global do dólar americano em um momento crítico de transição para moedas digitais.


Pressão do Lobby Bancário nos EUA

Um grupo de banqueiros comunitários e a American Bankers Association (ABA) pressionam o Senado para alterar o GENIUS Act, fechando o que chamam de ‘brecha’ que permite plataformas como Coinbase e Kraken oferecerem recompensas a detentores de stablecoins via terceiros. Segundo a Blockchain Association, isso é um ‘esforço de última hora dos grandes bancos’ para bloquear competição após um acordo bipartidário no Congresso.

Faryar Shirzad, Chief Policy Officer da Coinbase, destaca que bancos lucram US$ 176 bilhões anuais com reservas no Fed e US$ 187 bilhões em taxas de cartões, totalizando mais de US$ 360 bilhões de receitas de pagamentos e depósitos. Stablecoins com yield desafiam essas margens ao oferecer competição real em sistemas de pagamento onchain, sem afetar a capacidade de empréstimo dos bancos.

A narrativa dos bancos alega proteger suas operações de empréstimo, mas críticos veem como defesa de receitas lucrativas contra inovação. Sem evidências concretas de que stablecoins ‘desmantelam’ instituições tradicionais, a pressão parece motivada por medo de perda de mercado.

Vozes da Indústria Contra as Mudanças

John Deaton, advogado pro-cripto e ex-candidato ao Senado, chama as mudanças de ‘armadilha de segurança nacional’. Ele alerta que banir yield em stablecoins americanas incentiva a adoção do digital yuan (e-CNY), que a China começou a remunerar oficialmente, posicionando-o como concorrente yield-bearing ao USD.

Mike Novogratz, CEO da Galaxy Digital, ecoa: ‘Os EUA seriam tolos em reverter a lei. Bancos, endureçam e competam – isso é inovação’. Alexander Grieve, do Paradigm, adverte que desfazer as provisões de recompensas desperdiça progresso bipartidário conquistado com esforço.

A Coinbase reforça que recompensas beneficiam consumidores comuns, diferentemente de contas de baixa remuneração que favorecem incumbentes. Reabrir o debate agora cria incerteza e riscos ao futuro do dólar no comércio onchain.

Riscos Geopolíticos para o Dólar Americano

Em um contexto global tenso, a China vê oportunidade na fraqueza regulatória dos EUA. O anúncio de juros no e-CNY chega em momento estratégico, enquanto o GENIUS Act – lei pioneira para regular stablecoins – enfrenta lobby que poderia ceder terreno. Deaton e Shirzad alertam: proibir yield nos EUA força o mundo a depender de alternativas estrangeiras, erodindo a hegemonia do dólar.

Historicamente, o USD domina graças a estabilidade e liquidez. Stablecoins como USDC e USDT, lastreados em dólares, estendem isso ao blockchain. Mas sem incentivos competitivos, perdem apelo frente a moedas digitais soberanas remuneradas. Isso não só beneficia Pequim, mas sinaliza fraqueza americana em inovação financeira, potencialmente acelerando desdolarização em comércio internacional.

Analistas geopolíticos monitoram como regulação anti-inovação pode inverter ganhos cripto sob Trump, com midterms de 2026 no horizonte.

Implicações para Investidores Brasileiros

Para o público brasileiro, atento a flutuações cambiais, o GENIUS Act impacta stablecoins usadas em remessas e proteção contra inflação. Um ban de yield reduz atratividade de USDT/USDC, beneficiando rivais. Vale monitorar debates no Senado, pois fortalecimento do digital yuan pressiona BRICS e emergentes.

Investidores devem acompanhar aprovações regulatórias e movimentos de whales em stablecoins. Em um mercado onde inovação vs. status quo define vencedores, regulação pró-competição protege o dólar – e ativos globais.


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