Inspetores reguladores cartoon examinando cofre de exchange com glitch liberando 43B em BTC ilusório, simbolizando investigação na Bithumb

Bithumb Sob Investigação Após Erro de US$ 43 Bi em Bitcoin

O Financial Supervisory Service (FSS) da Coreia do Sul lançou uma investigação completa contra a exchange Bithumb após um erro operacional que creditou acidentalmente 620 mil BTC, equivalentes a cerca de US$ 43 bilhões, em contas de usuários durante um evento promocional em 6 de fevereiro de 2026. O incidente, conhecido como fat-finger, expôs fragilidades sistêmicas e acelerou demandas por um arcabouço regulatório mais rígido, com potencial efeito dominó global.


O Erro Operacional na Bithumb

Durante a promoção ‘Random Box’, destinada a recompensas em won coreano, um funcionário inseriu valores em unidades de Bitcoin em vez da moeda fiduciária. Isso resultou na distribuição de saldos fantasmas 13 a 14 vezes superiores às reservas reais da exchange, estimadas em 46 mil BTC. A Bithumb congelou contas afetadas em 35 minutos, recuperando a maior parte, mas alguns usuários venderam milhões antes da intervenção.

Segundo autoridades financeiras, o erro destaca problemas estruturais nos sistemas eletrônicos de ativos virtuais. A exchange recuperou 99,7% dos 620 mil BTC distribuídos e 93% dos 1.786 BTC negociados ilicitamente, mas o dano reputacional e regulatório é significativo em um país com alta adoção de cripto.

Reação do FSS e Pressão Regulatória

O governador do FSS, Lee Chan-jin, afirmou em coletiva que o caso revela fraquezas em controles internos e ledgers eletrônicos, exigindo melhorias urgentes no sistema regulatório. A investigação examina violações à Virtual Asset User Protection Act, de julho de 2024, e pode resultar em multas ou suspensão de operações. Usuários que venderam os ghost coins enfrentam obrigação legal de devolução por enriquecimento ilícito.

O regulador coreano planeja legislação adicional para stablecoins em won e adota cautela com ETFs spot de Bitcoin, priorizando estabilidade antes de integrar cripto ao sistema financeiro tradicional. Analistas notam que o incidente atrasa fusões e aquisições no setor, apesar de apoios prévios.

Implicações Globais e Riscos para Exchanges

A Coreia do Sul, com uma das maiores adoções de cripto per capita, serve de precedente para jurisdições globais. Eventos como esse reforçam narrativas regulatórias em EUA, UE e Brasil, onde soberania financeira colide com inovação descentralizada. Exchanges centralizadas (CEX) enfrentam escrutínio crescente por riscos operacionais que podem gerar pânico sistêmico.

Países asiáticos, líderes em volume de trading, influenciam padrões internacionais. O ‘efeito dominó’ pode acelerar frameworks como MiCA na Europa ou leis anti-lavagem no G20, impactando liquidez global e estratégias de tesouraria corporativa em Bitcoin.

O Que Investidores Devem Monitorar

Para brasileiros expostos a exchanges globais, o caso Bithumb sublinha a importância de diversificação e due diligence em plataformas estrangeiras. Autoridades coreanas sinalizam que falhas operacionais não serão toleradas, potencializando sanções que afetam mercados interconectados. Vale acompanhar atualizações do FSS e tendências regulatórias asiáticas, que frequentemente ditam o ritmo mundial.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Reguladores cartoon com lupas avançando sobre torre de exchange rachada com '44B', simbolizando caça regulatória sul-coreana após erro na Bithumb

Coreia do Sul Inicia Caça Regulatória Após Erro de US$ 44 Bilhões na Bithumb

O erro operacional na Bithumb, que creditou erroneamente bilhões de dólares em Bitcoin a usuários, acelerou a resposta dura das autoridades sul-coreanas. O Serviço de Supervisão Financeira (FSS) anunciou investigações ampliadas contra manipulação de preços em 2026, enquanto a Comissão de Serviços Financeiros (FSC) ordenou revisões emergenciais. Esse incidente de US$ 44 bilhões expõe vulnerabilidades e impulsiona um arcabouço regulatório mais rígido no país líder em adoção cripto.


O Incidente que Abalou a Bithumb

Durante uma promoção na sexta-feira passada, a exchange Bithumb, uma das maiores da Coreia do Sul, creditou acidentalmente pelo menos 2.000 BTC por usuário a 695 clientes, em vez de pequenas recompensas. O erro, avaliado em cerca de US$ 44 bilhões pelo preço da época, causou uma queda de 30% no preço do Bitcoin na plataforma, abaixo da média global. A Bithumb agiu em 35 minutos, restringindo negociações e saques dos afetados, e recuperou 99,7% dos ativos excessivos.

Para mitigar danos, a exchange isentou taxas por uma semana e ofereceu restituição integral mais 10% extra a quem vendeu em pânico. Ainda assim, o episódio revelou falhas em controles internos, superando em dez vezes os saldos reais da plataforma, conforme detalhes do blunder.

Resposta Imediata dos Reguladores

O governo sul-coreano, através da FSC, convocou uma inspeção de emergência no domingo, envolvendo o FSS e a Unidade de Inteligência Financeira da Coreia (KoFIU). Autoridades ordenaram uma revisão abrangente dos controles internos em todas as exchanges domésticas. O governador do FSS, Lee Chang-jin, delineou investigações contra táticas de alto risco, como operações de baleias, manipulações durante suspensões de depósitos — conhecidas localmente como “gating” — e esquemas coordenados via APIs ou desinformação em redes sociais.

Essa reação reflete uma tendência geopolítica: falhas privadas catalisam intervenções estatais em mercados emergentes como o cripto sul-coreano, onde o volume de negociações rivaliza com o dos EUA.

Ferramentas de Vigilância e Novas Regras

Para 2026, o FSS implementará detecção automatizada com IA, analisando movimentos de preços em intervalos de segundos e minutos, além de ferramentas de análise textual para identificar coordenação em mídias sociais. Incidentes semelhantes ao da Bithumb levarão a multas punitivas por falhas de TI e maior responsabilidade para CEOs e diretores de segurança.

Uma equipe preparatória foi criada para o Basic Digital Asset Act, expandindo o framework regulatório com foco em disclosures, licenças e supervisão de exchanges. Autoridades relatarão detalhes do incidente à Assembleia Nacional, sinalizando escrutínio contínuo.

Implicações Globais para Exchanges e Investidores

Na perspectiva internacional, a Coreia do Sul se posiciona como pioneira em regulação cripto rigorosa, influenciando jurisdições como UE e EUA. Exchanges locais enfrentarão inspeções in loco se irregularidades persistirem, priorizando ativos lastreados em reservas reais. Para investidores brasileiros, isso reforça a necessidade de diversificação além de plataformas domésticas, monitorando como decisões em Seul afetam liquidez global e preços de Bitcoin.

O erro de US$ 44 bilhões não só mudou as regras na Coreia do Sul, mas exemplifica como vulnerabilidades operacionais aceleram o “braço pesado do Estado” em ecossistemas financeiros descentralizados.


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