Personagens cartoon: robô Bitdeer ultrapassando MARA em pista hashrate e executivo Franklin enchendo cofre ETF com XRP, ilustrando consolidação institucional

Bitdeer Supera MARA e Franklin Templeton Acumula 118M XRP

Os dados mostram que a Bitdeer superou a MARA como maior mineradora de Bitcoin em automineração, alcançando 63,2 EH/s contra 60,4 EH/s da concorrente, conforme análise do JPMorgan. Paralelamente, os documentos da SEC revelaram que a Franklin Templeton detém mais de 118 milhões de XRP em seu ETF XRPZ, evidenciando acumulação institucional em altcoins. Esses movimentos reforçam a profissionalização do setor cripto, com foco em eficiência operacional e exposição regulada a ativos digitais. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 347.711 (-2,22% em 24h).


Liderança da Bitdeer em Hashrate

A Bitdeer atingiu 63,2 EH/s em automineração, adicionando 8 EH/s em um único mês graças aos rigs proprietários SEALMINER. Em janeiro, a empresa minerou 668 BTC, um crescimento de 430% em relação ao ano anterior. Esses números posicionam a Bitdeer à frente da MARA, que registrou 60,4 EH/s em sua última divulgação. A estratégia de hardware in-house contrasta com a dependência de fornecedores externos como Bitmain, adotada historicamente pela MARA.

No final de janeiro, a Bitdeer detinha 1.530 BTC, equivalentes a cerca de US$ 104 milhões com o Bitcoin próximo a US$ 68.000. As ações BTDR caíram 5,95% na terça-feira, refletindo volatilidade setorial, enquanto analistas como Roth Capital e B. Riley mantêm recomendações de compra apesar de ajustes em targets de preço.

Expansão Além da Mineração

A Bitdeer não se limita à mineração de Bitcoin. A empresa avalia oportunidades em co-location para AI e HPC, incluindo data centers nos EUA e seu site Tydal na Noruega. O lançamento do SEALMINER-DL1 está previsto para o primeiro trimestre de 2026, após testes bem-sucedidos em Litecoin e Dogecoin. Essa diversificação responde à mudança estratégica da MARA, que prioriza workloads de AI e não divulga mais produção total de Bitcoin.

Os dados indicam que o hashrate self-mining da Bitdeer reflete eficiência operacional superior, com JPMorgan destacando o ritmo “impressionante” de expansão. Investidores devem monitorar o impacto de halvings e custos energéticos nesses indicadores fundamentais.

Holdings da Franklin Templeton em XRP

No âmbito das altcoins, o ETF XRPZ da Franklin Templeton reportou 118.387.154 XRP em 31 de dezembro de 2025, com valor justo de US$ 216,37 milhões (custo base de US$ 244,8 milhões). O NAV por ação era US$ 19,85, com 10,9 milhões de ações em circulação. Em 17 de fevereiro de 2026, os ativos totais alcançaram US$ 243,60 milhões, mas o NAV caiu para US$ 16,08, com retorno YTD de -18,54%.

O produto oferece exposição a XRP sem custódia direta, listado na NYSE Arca. Junto a outros ETFs como Bitwise e Grayscale, os produtos XRP acumulam US$ 1,06 bilhão em ativos, sinalizando adoção institucional crescente. O XRP cotado a R$ 7,47 (-4,37% em 24h) reflete volatilidade desde o lançamento em novembro de 2025.

Implicações para o Setor

Esses desenvolvimentos — liderança em hashrate da Bitdeer e escala do ETF XRPZ — ilustram a maturação do ecossistema cripto. Mineradoras investem em eficiência e diversificação, enquanto instituições acumulam supply significativo de altcoins via veículos regulados. Os dados sugerem concentração de controle por participantes profissionais, com 118 milhões de XRP representando cerca de 0,2% do supply total circulante.

Traders devem observar níveis de suporte em BTC (próximo a R$ 345.000) e XRP (R$ 7,40), além de relatórios trimestrais para atualizações em hashrate e NAV. A profissionalização reduz riscos operacionais, mas volatilidade persiste como fator chave.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Executivo tradicional e trader tech cartoon ativando cofre tokenizado com fluxos dourado e cyan, simbolizando parceria em colateral OTC tokenizado

Binance e Franklin Templeton Lançam Colateral OTC Tokenizado

O encontro de gigantes está acontecendo: Binance e Franklin Templeton anunciaram o lançamento do primeiro plano de colateral OTC para instituições, permitindo o uso de fundos monetários tokenizados como garantia em negociações. Emitidos pela plataforma Benji da Franklin, esses ativos reais ficam fora da exchange, reduzindo riscos e gerando rendimento. Um marco que une Wall Street ao mundo cripto, fortalecendo os fundamentos da adoção institucional.


O Que É o Plano de Colateral OTC

A iniciativa conjunta, apoiada pela infraestrutura de custódia Ceffu (parceira da Binance), permite que clientes institucionais elegíveis usem shares de money market funds (MMF) tokenizados como colateral em transações OTC. Esses fundos, emitidos via Benji, são mapeados no ambiente de trading da Binance, mas permanecem seguros em custodiantes terceirizados.

Essa inovação resolve uma dor crônica: instituições agora participam de mercados digitais 24/7 sem expor ativos a riscos de contraparte da exchange. O mercado está construindo pontes sólidas entre finanças tradicionais e blockchain, com ativos regulados gerando yield enquanto servem de garantia. Catherine Chen, head de VIP e instituições da Binance, destacou que isso eleva a eficiência e o potencial da tecnologia blockchain.

Benefícios para Grandes Jogadores

Para instituições, o ganho é claro: colateral produtivo que rende sem necessidade de migração de ativos. Fundos monetários tokenizados oferecem estabilidade, regulação e liquidez, ideais para suportar negociações de alto volume. Sem depositar na exchange, reduz-se o risco sistêmico, alinhando-se às demandas por settlement contínuo.

Essa tendência reflete o amadurecimento do ecossistema. Assim como ETFs de Bitcoin atraíram bilhões, produtos como esse aceleram a entrada de capitais tradicionais. Os fundamentos se fortalecem: mais liquidez institucional significa menor volatilidade e maior maturidade. Investidores profissionais veem aqui uma via para alocar em cripto com frameworks de risco familiares.

O Papel da Plataforma Benji

A Benji, tecnologia proprietária da Franklin Templeton, é o coração da tokenização. Ela converte fundos reais em tokens on-chain, preservando conformidade e yield. Lançada em parceria desde setembro de 2025, essa plataforma exemplifica como RWAs (real world assets) ganham tração.

Franklin Templeton, gestora com trilhões em AUM, valida a tese de adoção: Wall Street não está assistindo, está construindo. Essa união com a Binance sinaliza o fim da dicotomia entre finanças legadas e DeFi. Para o investidor comum, é sinal de que o ciclo de maturação avança, com mais participantes sofisticados ancorando o mercado.

Visão de Longo Prazo para Adoção

Esse lançamento não é isolado: faz parte de uma narrativa maior de integração. Com Bitcoin negociado a R$ 347 mil segundo o Cointrader Monitor (variação -3,45% em 24h), o foco em infraestrutura institucional ignora ruído de curto prazo. Baleias e tesourarias corporativas seguem acumulando, e produtos como esse ampliam o funil de entrada de capitais.

Os próximos passos incluem expansão para mais ativos e regiões. Monitore fluxos institucionais — eles ditam o ritmo do bull market sustentável. O ecossistema cripto ganha robustez, preparando terreno para adoção em massa.


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Executivos cartoon de Wall Street inserindo ativos tokenizados em wallet digital entregue a investidor comum, simbolizando avanço da Franklin Templeton e CME em tokenização

Wall Street na sua wallet: Franklin Templeton e CME tokenizam finanças

Wall Street está chegando à sua wallet: as gigantes Franklin Templeton e CME Group revelam planos para um futuro "wallet-native" onde ações, títulos e fundos tokenizados vivem diretamente em carteiras digitais. Anunciado no Ondo Summit e em earnings call recente, o movimento promete eliminar intermediários, cortar custos em até 82% e permitir liquidações instantâneas. Para o brasileiro que já usa DeFi, isso significa que os grandes participantes adotam a tecnologia que você domina hoje, acelerando a convergência entre finanças tradicionais e blockchain.


Franklin Templeton: A plataforma Benji como base da tokenização

A visão wallet-native da Franklin Templeton, apresentada por executivos como Sandy Kaul no Ondo Summit em Nova York em 3 de fevereiro de 2026, coloca toda a vida financeira do investidor em uma única carteira digital. A plataforma proprietária Benji já tokeniza ações tradicionais, títulos e fundos privados, indo além de criptomoedas simples.

Imagine colateralizar investimentos no S&P 500 em segundos para obter empréstimos, sem burocracia de corretoras ou bancos. Isso ocorre porque os ativos tokenizados rodam em blockchains públicas, com custos de registro até 82% menores que sistemas legados. A expansão para BNB Chain, Solana e Arbitrum visa alcançar centenas de milhões de usuários de wallets existentes, colocando centenas de bilhões de dólares on-chain em breve.

ETFs de Bitcoin e Ethereum já estão live via Benji, com planos para veículos tokenizados de private equity e crédito de alto rendimento, democratizando acesso a classes de ativos exclusivas.

CME Group: Token próprio e collateral digital em foco

Paralelamente, o CME Group explora lançamento de uma moeda própria em rede descentralizada, para uso por participantes do mercado. CEO Terry Duffy, em earnings call de Q4 2025, destacou revisão de collateral tokenizado, incluindo stablecoins, depósitos tokenizados e fundos de money market para margens de futuros.

A aceitação dependerá do emissor e perfil de risco, priorizando instituições sistemicamente importantes. Já em 2026, parceria com Google lança "tokenized cash" regulado via banco depositário, focado em settlement e collateral, não especulação. Isso complementa expansão crypto: trading quase 24h para futuros, novos contratos para Cardano, Chainlink e Stellar, sobre volume diário de US$ 12 bilhões em derivativos cripto.

Benefícios para o investidor: Eficiência e convergência DeFi-TradFi

Essa convergência elimina intermediários como custodians e clearings, reduzindo taxas e tempos de liquidação de dias para segundos. Para wallets nativas, blockchains fornecem finality em tempo real e collateralização instantânea, similar a upgrades DeFi como flash loans, mas com ativos regulados.

O brasileiro ganha: plataformas locais podem integrar esses tokens, trazendo Wall Street para wallets como MetaMask ou Phantom. Vale monitorar expansões para Solana e BNB, que facilitam acesso via exchanges globais. Os dados sugerem um ecossistema onde sua wallet gerencia tudo, do Bitcoin a títulos corporativos.


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Fluxo de energia cyan-dourada formando pilar cristalino com 9.6T integrado, simbolizando volume recorde do Circle USDC e adoção de stablecoins

Circle Registra US$ 9,6 Trilhões em Volume On-Chain e Cresce 680%

A Circle registrou mais de US$ 9,6 trilhões em volume de transações on-chain no terceiro trimestre de 2025, um crescimento impressionante de 680% em relação ao ano anterior. Esse marco reflete a aceleração da adoção de stablecoins como USDC em pagamentos e finanças institucionais. Paralelamente, a parceria com a Franklin Templeton adapta fundos de mercado monetário para atuar como reservas, reforçando a utilidade prática do USDC no dia a dia financeiro global. Isso indica uma transformação profunda no sistema de liquidez digital.


Crescimento Acelerado do Volume On-Chain da Circle

O relatório “Beyond Stablecoins: The Rise of the Internet Financial System”, lançado pela Circle, destaca o avanço notável do USDC e EURC ao longo de 2025. A stablecoin atrelada ao dólar processou cerca de US$ 217 bilhões em resgates, demonstrando alta liquidez e integração com o sistema bancário tradicional. Já o EURC ampliou sua participação de mercado em 50%, impulsionado pela conformidade com a regulação MiCA na Europa.

A Circle Payments Network (CPN), lançada em maio de 2025, já alcançou US$ 3,4 bilhões em volume anualizado, expandindo-se para mercados emergentes como Brasil e Nigéria. Parcerias com gigantes como BNY Mellon, JPMorgan, Bank of America e Goldman Sachs aceleram essa adoção, tornando o USDC uma ferramenta prática para transferências rápidas e de baixo custo no comércio internacional e remessas cotidianas.

Franklin Templeton Adapta Fundos para Reservas de Stablecoins

A Franklin Templeton, gestora de US$ 1,6 trilhão em ativos, atualizou dois fundos da Western Asset para suportar reservas de stablecoins. O Western Asset Institutional Treasury Obligations Fund agora investe exclusivamente em Treasuries dos EUA com vencimentos de até 93 dias e repurchases lastreados, atendendo aos requisitos da GENIUS Act aprovada em 2025.

O Western Asset Institutional Treasury Reserves Fund ganhou uma classe de ações digitais, permitindo distribuição via plataformas blockchain. Esses fundos, registrados na SEC sob a Rule 2a-7, mantêm rigorosos padrões de liquidez e qualidade de crédito, mas agora funcionam como infraestrutura para emissores de stablecoins e distribuidores institucionais. Roger Bayston, head de ativos digitais da Franklin, enfatiza que isso conecta mercados monetários tradicionais à finança digital de forma regulada.

USDC como Padrão de Liquidez Institucional

Esses desenvolvimentos posicionam o USDC como o “padrão ouro” da liquidez institucional digital. Para empresas e indivíduos, isso significa pagamentos mais eficientes: imagine remessas instantâneas para o Brasil sem taxas exorbitantes ou conversões demoradas. A Circle também avança com a blockchain Arc em testnet, visando se tornar o “Economic OS” da internet, com mais de 100 empresas participantes.

Dante Disparte, Chief Strategy Officer da Circle, descreve 2025 como o “ponto de inflexão” para o sistema financeiro global, graças à GENIUS Act e MiCA. Para o brasileiro médio, isso se traduz em mais opções práticas para poupança em dólares estáveis, hedge contra inflação e transações comerciais seguras via apps como Binance ou exchanges locais.

Implicações Práticas para o Mercado Brasileiro

No Brasil, onde o real enfrenta volatilidade, o boom do USDC facilita o comércio e investimentos cotidianos. Com a expansão da CPN para o país, traders podem usar stablecoins para arbitragem rápida entre exchanges. A adaptação de fundos pela Franklin reforça a confiança, permitindo que reservas sejam gerenciadas on-chain com segurança regulada. Vale monitorar como isso impacta o volume local de cripto e integra stablecoins ao Pix e finanças pessoais.


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