Banqueiro institucional e holder BTC cartoon em balança equilibrada com fluxos ETF bidirecionais, indicando fim do sell-off e otimismo para Bitcoin

JPMorgan: Sell-Off de BTC Acabou? ETFs Equilibram Fluxos

Analistas do JPMorgan afirmam que o recente sell-off de criptomoedas pode estar próximo do fim, com fluxos de ETFs de Bitcoin passando para um padrão bidirecional e preços estabilizando acima de US$ 90.000. Bitcoin negocia em torno de US$ 90.944, com alta de 2,6% na semana, enquanto Ethereum avança 3% para US$ 3.100. A desaceleração nas saídas de ETFs sinaliza exaustão da venda forçada, abrindo caminho para recuperação. Correção BTC over? Os dados institucionais sugerem sim.


Fluxos Bidirecionais nos ETFs de Bitcoin

Nos primeiros dias de 2026, os ETFs de Bitcoin registraram inflows de US$ 1,2 bilhão, incluindo um pico de US$ 697 milhões em um único dia — o maior desde outubro. Posteriormente, saídas de US$ 243 milhões e US$ 476 milhões equilibraram o movimento, caracterizando o que o JPMorgan chama de two-way flow. Esse padrão indica que compradores e vendedores estão ativos, estabilizando o mercado em vez de uma venda unilateral.

Segundo o termo técnico, ETFs spot compram BTC com inflows e vendem com outflows. A alternância reduz a pressão vendedora, um sinal clássico de fundo de mercado. No Brasil, o Bitcoin cotado a R$ 488.708 (Cointrader Monitor), com variação de -0,64% em 24h, reflete essa estabilidade regional.

Contexto Macro e Alívio do MSCI

O sell-off de fim de 2025 foi impulsionado por de-risking macro, com investidores reduzindo exposição devido a temores econômicos, e não por falhas estruturais no mercado cripto. O JPMorgan destaca que o anúncio do MSCI em outubro, sobre possível exclusão de empresas cripto de índices, gerou vendas forçadas. No entanto, a decisão de manter essas firmas até fevereiro de 2026 aliviou a pressão, reduzindo riscos de novas saídas.

Liquidez permanece forte, e posicionamento em futuros sugere que a venda deve concluir até fim de 2025. Bitcoin em US$ 94.000 recentemente reforça a tese de estabilização acima dos US$ 90 mil, com Ethereum seguindo o mesmo padrão.

Implicações para Investidores Brasileiros

Para holders, esses dados trazem otimismo institucional: o fim do de-risking abre timing para entradas estratégicas em níveis de suporte. Gráficos de fluxos mostram estabilização, não euforia, ideal para acumulação de longo prazo. Analistas como Nikolaos Panigirtzoglou enfatizam que choques econômicos persistem como risco, mas a fase de pânico vendeu.

Investidores devem monitorar outflows semanais e decisões do Fed. Com volume 24h de 234 BTC no Brasil, o mercado local acompanha o global. Estratégia: posições graduais, foco em BTC/ETH como reserva de valor.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Reservatório hexagonal dourado vazando energia para abismo digital com redemoinho avermelhado, simbolizando saídas recordes de ETFs de Bitcoin

ETFs de Bitcoin Registram Saídas de US$ 935 Milhões em 3 Dias

Os ETFs de Bitcoin nos EUA registraram saídas líquidas de US$ 935 milhões em três dias consecutivos, revertendo os influxos iniciais de janeiro de 2026. O movimento coincide com a queda do preço do BTC para abaixo de US$ 90.000, refletindo menor apetite por risco entre investidores institucionais. Apesar da recuperação parcial para cerca de US$ 90.400 nesta sexta-feira (9), os dados sugerem cautela no mercado.


Fluxos Negativos Apagam Ganhos Iniciais

Os 11 ETFs spot de Bitcoin acumularam saídas de US$ 934,8 milhões em três dias, segundo dados da Farside Investors. Isso praticamente anula os US$ 1,16 bilhão em entradas nos dois primeiros dias úteis do ano. Na quinta-feira (8), sozinhas as saídas somaram US$ 205,5 milhões, com Fidelity e BlackRock liderando as redemptions.

Para os ETFs de Ethereum, o cenário é similar: US$ 258 milhões em outflows desde quarta-feira, após influxos modestos no início do mês. Comparado ao pico de julho de 2025 (US$ 6 bilhões em BTC ETFs), os fluxos atuais indicam rotação tática, não convicção compradora, como destacou Vikram Subburaj, CEO da Giottus.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 485.636 (variação +0,36% em 24h), equivalente a cerca de US$ 90.400, com volume de 242 BTC negociados no Brasil.

Impacto no Preço: Queda e Recuperação Parcial

O Bitcoin caiu abaixo de US$ 90.000 na quinta-feira, atingindo mínimas de US$ 89.300 após máximas de US$ 94.600 na segunda. A pressão veio diretamente dos outflows, que criaram venda em cascata. No entanto, o preço recuperou para US$ 90.700 na sexta, testando suporte psicológico em US$ 90.000.

Dados on-chain da Glassnode apontam uma parede de oferta entre US$ 92.100 e US$ 117.400, onde compradores recentes buscam breakeven. Qualquer rally de recuperação enfrentará resistência ali, com o custo médio de short-term holders em US$ 98.900 como próximo nível chave.

Memecoins e DeFi também recuaram, alinhando-se ao risk-off geral, mas altcoins como Solana e XRP mantêm inflows estáveis em seus ETFs.

Contexto Macro e Sinais de Risco

Os fluxos negativos ocorrem em meio a incertezas macro. O relatório de empregos dos EUA (payrolls de dezembro) sai nesta sexta às 13:30 UTC, com expectativa de +55.000 vagas (abaixo da média). Um dado fraco pode impulsionar apostas em cortes de juros do Fed, beneficiando ativos de risco como BTC.

Sean Dawson, da Derive, atribui os outflows a realocação pós-fim de ano, falha em romper US$ 92k e tensões geopolíticas. O skew de calls de curto prazo virou negativo, sinalizando consolidação lateral nas próximas semanas.

ETFs registram saídas de US$ 935 milhões: sinal de topo ou correção saudável? Os dados sugerem o segundo, mas traders devem monitorar inflows semanais e suporte em US$ 90.000.

Implicações para Traders Brasileiros

Para investidores locais, os fluxos ETF são indicadores acionáveis de sentimento institucional. Ignorar pode custar: entradas iniciais de janeiro foram vistas como bullish, mas outflows revertem a narrativa. Com BTC em R$ 485 mil, variações de 1-2% equivalem a milhares de reais.

Olhe para on-chain (oferta em breakeven) e macro (Fed). Uma correção para US$ 85k não é descartável se jobs data decepcionar, mas suporte em US$ 90.000 sugere resiliência. Diversifique e evite alavancagem excessiva em cenários voláteis.


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