Personagem cartoon do Fed pausando alavanca de juros com pilar Bitcoin dourado em 90K estável, simbolizando resiliência após decisão do FOMC

Bitcoin Estabiliza em US$ 90 mil Após Fed Pausar Cortes de Juros

O Bitcoin estabilizou próximo aos US$ 90 mil após o Federal Reserve anunciar a pausa nos cortes de juros na reunião do FOMC desta quarta-feira (28/01). Jerome Powell adotou tom neutro, destacando economia sólida e inflação persistente. Apesar da decisão esperada, o BTC oscilou entre US$ 89 mil e US$ 90 mil, demonstrando resiliência em meio à incerteza macroeconômica. O mercado cripto totalizou US$ 3,03 trilhões, com alta de 1,58% pré-reunião.


Detalhes da Decisão do Fed

O Comitê de Mercado Aberto Federal (FOMC) votou por 10 a 2 para manter a taxa de fundos federais entre 3,50% e 3,75%, marcando a primeira pausa após três reduções de 25 pontos-base em setembro, outubro e dezembro de 2025. Governadores Stephen Miran e Christopher Waller dissentiram, defendendo novo corte. Segundo o comunicado oficial, a atividade econômica expande em ritmo sólido, com ganhos de emprego moderados e desemprego estabilizando, mas inflação ainda acima da meta de 2%.

Powell reforçou que a política monetária está “próxima do neutro”, sem pressa para mais estímulos. Ele atribuiu pressões inflacionárias a tarifas, vistas como efeito pontual. Core PCE em 2,9% anual reforça cautela do banco central.

Reação do Mercado Cripto

O mercado cripto subiu 1,58% antes do anúncio, impulsionado por otimismo com o FOMC e ouro em recorde de US$ 5.283. BTC negociou acima de US$ 90 mil no início da sessão, recuando para US$ 89.500 durante a fala de Powell. Ethereum acima de US$ 3 mil e altcoins como Hyperliquid (+20%) e PIPPIN (+60%) contribuíram para capitalização de US$ 3,03 trilhões.

Interesse em contratos perpétuos cresceu 7,96%, com funding rates positivos sinalizando viés de alta. Dados do CME FedWatch indicam 89% de chance de manutenção em março.

Cotação em Reais e Implicações

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 464.233,34 às 19:49, com variação de +0,32% em 24h e volume de 233,43 BTC. Equivalente a cerca de US$ 90 mil, reflete resiliência ante pausa do Fed.

Especulações sobre sucessor de Powell, com Rick Rieder liderando em Polymarket (37%), adicionam incerteza. Trump pode anunciar novo chair em breve, segundo o secretário do Tesouro Scott Bessent.

O Que Esperar Agora?

A estabilização sugere que o BTC “sobreviveu” ao Fed, mas lateralização é provável sem cortes agressivos. Investidores monitoram payrolls, inflação e Senado dos EUA, que vota Crypto Market Structure Bill amanhã. Suporte em US$ 89 mil é chave; rompimento pode mirar US$ 92 mil. Dados macro indicam política neutra sustentando ativos de risco, mas volatilidade persiste.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Personagens cartoon estilizados de político e executivo abrindo portas do Fed para Bitcoin dourado como novo ouro, sinalizando mudança política favorável a cripto

Favorito de Trump para Fed Vê Bitcoin como Novo Ouro

Os mercados de previsão posicionam Rick Rieder, executivo da BlackRock, como o principal favorito para suceder Jerome Powell na presidência do Federal Reserve, com odds de até 48% no Polymarket. Presidente Donald Trump elogiou o profissional em Davos como “muito impressionante”, destacando sua visão pró-Bitcoin, que ele compara ao “novo ouro” desde 2020. Essa possível nomeação pode alterar a política monetária americana, favorecendo ativos de risco como criptomoedas.


Ascensão de Rieder nos Mercados de Previsão

De acordo com os mercados de previsão como Polymarket e Kalshi, Rieder alcançou 45% de probabilidade de ser o próximo chair do Fed, cujo mandato de Powell expira em maio de 2026. Trump, que nomeou Powell em 2018 mas agora o critica duramente, parece inclinado a uma escolha alinhada à sua agenda de cortes mais agressivos nas taxas de juros.

A volatilidade nos mercados de apostas reflete a tensão geopolítica: durante o Fórum Econômico Mundial em Davos, Trump reduziu sua lista de candidatos, impulsionando as odds de Rieder de menos de 3% para quase 53%. Como CIO de renda fixa global da BlackRock, Rieder representa uma ponte entre Wall Street e a burocracia do Fed, potencialmente acelerando a liquidez global.

Essa dinâmica afeta não só os EUA, mas economias emergentes como o Brasil, onde maior liquidez americana tende a elevar fluxos para ativos de risco.

Visão Pró-Bitcoin de Rieder e Política Monetária

Rieder defende publicamente o Bitcoin como reserva de valor superior ao ouro, argumentando em 2020 à CNBC que ele é “muito mais funcional”. Recentemente, previu novas altas do BTC, mesmo com o ativo oscilando em torno de US$ 88.000, citando seu papel como “lastro” em portfólios diversificados.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 461.989,68 (-0,75% em 24h). Um Fed liderado por Rieder poderia adotar tom mais dovish, com cortes de juros que impulsionam criptoativos, contrastando com a cautela de Powell.

No contexto geopolítico, isso sinaliza uma ‘criptonização’ do Reserve: menor resistência regulatória a stablecoins e possível reavaliação de CBDCs, embora Rieder priorize inovação privada sobre moedas digitais estatais.

Implicações para o Mercado Cripto e Visão de Longo Prazo

Para investidores brasileiros, um Fed pró-cripto sob Trump pode elevar o BTC em horizontes longos, com maior apetite por risco global. No entanto, pressões políticas sobre a independência do banco central geram volatilidade, como visto na recente queda do BTC abaixo de US$ 90.000 por tensões tarifárias.

O comitê FOMC, que define juros, ganharia uma voz de alta em ativos digitais pela primeira vez. Investidores devem monitorar a confirmação da nomeação e sinais de autonomia do Fed. Com dólar a R$ 5,18 (AwesomeAPI), fluxos para BTC/BRL podem se intensificar se Rieder assumir.

Em resumo, essa transição representa um teste para a maturidade cripto no sistema financeiro global, com potencial para valorizações sustentadas sob política monetária amigável.


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Monolito BTC dourado comprimido por onda macro vermelha e glitches deepfake neon, simbolizando pressao Fed/shutdown e hacks Lazarus

BTC Pressionado por Fed e Shutdown; Hackers NK Usam Deepfakes em Zoom

📊 BOLETIM CRIPTO | 27/01/2026 | MANHÃ

O mercado cripto inicia esta terça-feira sob intensa pressão, com o Bitcoin lutando para sustentar patamares críticos enquanto o cenário macroeconômico global impõe cautela. A combinação de saídas recordes em ETFs, o risco iminente de um government shutdown nos Estados Unidos e a expectativa pela decisão de juros do Federal Reserve (Fed) criou uma tempestade perfeita de volatilidade. Paralelamente, uma ameaça de segurança em larga escala, envolvendo hackers norte-coreanos e tecnologia de deepfake, eleva o risco operacional para profissionais do setor. Embora avanços regulatórios no Reino Unido e inovações em ativos do mundo real (RWA) ofereçam suporte estrutural, o viés de baixa moderado prevalece, exigindo atenção redobrada dos investidores aos níveis de suporte técnico.


🔥 Destaque: Hackers Norte-Coreanos Usam Deepfakes em Chamadas Zoom

Uma nova e sofisticada tática de espionagem cibernética está alvejando diretamente profissionais C-level, desenvolvedores e executivos do setor cripto. Hackers ligados ao Lazarus Group (e subgrupos como o BlueNoroff e TA444) estão utilizando tecnologia de deepfake em chamadas de vídeo ao vivo para comprometer sistemas e desviar ativos digitais de alto valor.

O modus operandi envolve o contato inicial através de contas de Telegram sequestradas para agendar reuniões em plataformas como Zoom ou Teams. Durante a chamada, o atacante utiliza um vídeo falso — gerado por inteligência artificial — para se passar por um colega ou contato de confiança. Alegando problemas técnicos de áudio, os criminosos induzem a vítima a instalar um suposto “patch de correção”, que na verdade é um malware sofisticado (geralmente um Remote Access Trojan – RAT) capaz de conceder controle total sobre o dispositivo, especialmente em sistemas macOS.

Esta escalada na engenharia social representa uma ameaça crítica, pois invalida a verificação visual como prova de autenticidade. O impacto é devastador: além do roubo direto de chaves privadas em carteiras conectadas, os atacantes sequestram as contas de comunicação da vítima para ampliar a rede de ataques, criando um contágio de desconfiança em todo o ecossistema. Segundo o Cointrader Monitor, com o Bitcoin operando em níveis tensos, ataques desse porte podem exacerbar o sentimento de medo no varejo.

A recomendação imediata para organizações e profissionais é a adoção de protocolos zero-trust. É imperativo estabelecer palavras-chave de segurança fora das chamadas de vídeo e nunca instalar arquivos enviados durante sessões de comunicação remota, independentemente de quão legítima a outra parte pareça ser.


📈 Panorama do Mercado

O sentimento global é de viés de baixa moderado, com o mercado de capitais reagindo ao aumento do risco político nos EUA. Mercados de previsão indicam agora uma probabilidade de 78% de um novo fechamento do governo (government shutdown), o que impulsionou um movimento de aversão a risco (risk-off). Esse cenário macro pesou drasticamente sobre o Bitcoin, que registrou uma purga de alavancagem massiva nas últimas horas.

No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 463.788,80, refletindo a estabilidade precária em torno da zona de suporte internacional. O dólar comercial, cotado a R$ 5,29, atua como um amortecedor para o investidor brasileiro, embora a volatilidade técnica nos derivativos sugira que o fundo local ainda pode não ter sido atingido.

O cenário para as altcoins permanece igualmente desafiador. Dados da Binance mostram que ativos como Ethereum e Solana enfrentam resistências dinâmicas importantes, acompanhando a tendência de desalavancagem liderada pelo BTC. A atenção agora se volta totalmente para Jerome Powell e o comunicado do FOMC, que ditarão o apetite institucional para o restante da semana.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Ataques de Engenharia Social com IA: O uso de deepfakes pelo Lazarus Group aumenta drasticamente a taxa de sucesso de invasões, podendo resultar em perdas milionárias em protocolos DeFi e exchanges.
  • Perda do Suporte de US$ 84.000: Se o Bitcoin falhar em defender este nível em fechamentos diários, o risco de uma correção em direção aos US$ 72.000 torna-se o cenário base.
  • Fed Rígido (Hawkish): Uma postura firme do Banco Central americano contra a inflação fortaleceria o dólar, punindo ativos de risco e invalidando suportes técnicos de curto prazo.
  • Shutdown nos EUA: A paralisia federal em 30 de janeiro pode gerar volatilidade extrema e liquidações forçadas por aversão a risco global.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Adoção Regulada no Reino Unido: A aprovação da FCA para ETPs de varejo abre um canal direto de capital institucional e varejista através da London Stock Exchange.
  • Expansão de RWAs via Chainlink: A integração de dados de ações dos EUA permite a criação de produtos financeiros híbridos e a atração de liquidez do mercado tradicional de US$ 80 trilhões.
  • Indicadores de Medo Extremo: Com o Fear and Greed Index em 20, investidores de longo prazo encontram janelas de entrada estratégica após eventos de desalavancagem forçada.

📰 Principais Notícias do Período

1. Deepfake em Zoom: Nova Ameaça Norte-Coreana a Profissionais Cripto
Hackers do Lazarus Group estão utilizando vídeos de IA em chamadas ao vivo para induzir a instalação de malware. O ataque explora a rede de contatos do Telegram para se propagar, exigindo atualização imediata nos protocolos de segurança operacional das empresas do setor.

2. Deepfakes em Videochamadas: A Nova Fronteira do Risco Cibernético
O subgrupo BlueNoroff ampliou seus ataques visando especificamente desenvolvedores. O malware disfarçado como correção de áudio para Zoom compromete sistemas macOS, permitindo o roubo de ativos e o controle total de dispositivos de acesso privilegiado.

3. Bitcoin em Tensão: Pressão e Decisão do Fed Ditam Rumo
O BTC luta para se manter acima de US$ 88.000 em meio a saídas líquidas de US$ 1,33 bilhão nos ETFs. Analistas técnicos apontam que o controle do mercado retornou aos vendedores, com o suporte de US$ 84.000 sendo a última defesa contra uma retração severa.

4. Risco Político nos EUA Catalisa Liquidações de US$ 320 Milhões
A instabilidade política em Washington e a incerteza sobre o financiamento federal provocaram um evento de desalavancagem forçada. Em apenas quatro horas, US$ 320 milhões em posições compradas foram liquidados, eliminando excessos especulativos do mercado de futuros.

5. FCA Libera ETPs de BTC e ETH para Varejo no Reino Unido
Em um passo histórico para a adoção regulada, o órgão regulador britânico autorizou a Valour a listar produtos de investimento em cripto na LSE. A medida reverte uma proibição antiga e democratiza o acesso a ativos digitais para o público geral no Reino Unido.

6. Chainlink Integra Ações dos EUA ao DeFi: Potencial e Riscos
A nova ferramenta da Chainlink conecta o mercado de ações de US$ 80 trilhões ao on-chain. Embora impulsione o setor de ativos tokenizados (RWA), a novidade traz desafios regulatórios e de dependência tecnológica de oráculos.

7. Airdrop Alpha da Binance Gera Pico de Engajamento
A exchange anunciou a distribuição de tokens Alpha para usuários qualificados por ordem de chegada. O evento gerou FOMO imediato, mas serve como alerta para a volatilidade extrema esperada logo após a listagem do ativo.


🔍 O Que Monitorar

  • Discurso de Jerome Powell: Palavras agressivas sobre inflação podem ser o gatilho para nova queda no BTC.
  • Suporte de US$ 84.000: Nível psicológico e técnico vital para evitar a invalidação da estrutura de alta de médio prazo.
  • Relatórios de Cibersegurança: Acompanhe as atualizações sobre novas variantes dos ataques de deepfake do Lazarus.
  • Fluxo de ETFs: A interrupção das saídas líquidas é necessária para estabilizar a pressão de venda no Bitcoin.

🔮 Perspectiva

Nas próximas 12 a 48 horas, o momentum negativo deve continuar ditando o ritmo, com investidores aguardando a clarificação macroeconômica vinda do Federal Reserve. O viés de baixa moderado é sustentado pela purga de alavancagem em derivativos, que, embora dolorosa, limpa o sistema de excessos especulativos. A estabilização dependerá da capacidade do mercado à vista em absorver a oferta em torno dos US$ 87.000. No campo da segurança, o setor vive um momento de alerta máximo; é provável que vejamos um aumento nos custos operacionais à medida que as empresas reforçam seus protocolos contra as novas táticas de IA norte-coreanas. Mantenha a guarda alta em comunicações remotas e monitore de perto as resistências em US$ 90.300 para sinais de recuperação real.


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Personagens cartoon Trump-like e executivo BlackRock apertando mãos diante de porta Fed aberta com Bitcoin radiante, simbolizando favoritismo para presidencia do Fed e impulso cripto

Rick Rieder da BlackRock Lidera Odds para Presidente do Fed

Rick Rieder, executivo sênior da BlackRock responsável por mais de US$ 2,4 trilhões em ativos, consolidou sua posição como favorito para presidir o Federal Reserve, com 51% das odds no Polymarket. O avanço veio após impressionar Donald Trump em entrevista recente, elevando expectativas de uma política monetária mais dovish. Para o mercado cripto, isso representa um cenário otimista, com potencial para cortes de juros que beneficiem ativos de risco como o Bitcoin.


Odds Consolidam: Rieder à Frente no Polymarket e Kalshi

No mercado de previsões Polymarket, as chances de Rieder assumirem a presidência do Fed saltaram para 51%, superando Kevin Warsh (31%) e Kevin Hassett (6%). Plataforma similar, Kalshi, confirma a tendência com 52% para Rieder contra 29% de Warsh. Outros nomes como Christopher Waller, Scott Bessent e Judy Shelton perderam terreno nas apostas.

Essa consolidação reflete o momentum pós-entrevista com Trump, onde Rieder defendeu cortes mais agressivos de juros — 50 pontos-base em vez de 25 — e manteve visão otimista sobre ações. O fato novo impulsiona o debate em um momento crucial, com o Fed avaliando sua primeira decisão de juros do ano.

Por Que Rieder Impressionou Trump e o Mercado

Gestor de fortunas na BlackRock, Rieder gerencia um portfólio colossal equivalente a cerca de R$ 12,7 trilhões (ao câmbio atual de R$ 5,29 por dólar). Sua trajetória inclui advocacy por alocação em Bitcoin, ações e ouro como hedge contra inflação. Recentemente, reiterou que investidores se beneficiam ao incluir BTC em carteiras diversificadas.

Trump, conhecido por sua proximidade com cripto, parece ter endossado Rieder implicitamente ao elevar suas odds. Candidatos rivais como Warsh e Hassett também são pró-mercado, mas a liderança de Rieder sinaliza uma guinada estratégica para Wall Street no coração da política monetária americana.

Impacto Estratégico para Criptomoedas

O presidente do Fed não regula cripto diretamente — essa é atribuição da SEC e CFTC —, mas molda o ambiente macro via juros e quantitative easing. Um perfil dovish como o de Rieder favorece risk-on, com cortes de taxas impulsionando fluxos para Bitcoin e altcoins. Histórico mostra que políticas expansionistas correlacionam com altas no BTC.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 458.567 (-3,21% em 24h), mas um Fed amigável poderia reverter a correção recente. Investidores monitoram a reunião do FOMC, onde economistas preveem juros estáveis, mas com viés futuro dovish.

Próximos Passos e Oportunidades

Essa dinâmica reforça o otimismo de longo prazo para cripto. Com Trump na Casa Branca e um possível ‘cavaleiro da BlackRock’ no Fed, o cenário favorece adoção institucional. Mercados de previsão como Polymarket ganham relevância como termômetro, e traders posicionam-se para cenários de alta. Vale acompanhar atualizações nas odds e declarações oficiais para calibrar estratégias.


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Executivo cartoon BlackRock girando alavanca de juros baixos no Fed, liberando fluxo dourado para Bitcoin animado, otimismo com possível nova liderança

Rick Rieder da BlackRock Lidera Odds para Presidência do Fed

Pode um executivo da BlackRock comandar o Federal Reserve? Rick Rieder, CIO de renda fixa da gigante de ativos, lidera as apostas para suceder Jerome Powell com 57,5% de probabilidade no Polymarket após elogios diretos de Donald Trump, que o chamou de “very impressive” em Davos. A reunião recente com o presidente disparou as odds de 3% para 50-57%, sinalizando uma decisão iminente antes de maio. Isso pode alterar a política monetária americana, impactando fluxos globais para criptomoedas como o Bitcoin.


Ascensão Rápida nas Previsões de Mercado

As odds de Rieder no prediction market Polymarket saltaram verticalmente após o encontro com Trump na semana passada. De acordo com traders, o movimento reflete uma preferência presidencial por experiência prática de Wall Street em vez de perfis acadêmicos tradicionais. Kevin Warsh, ex-governador do Fed, caiu para 29%, enquanto Kevin Hassett despencou de 85% para 6%, possivelmente direcionado ao Conselho Econômico Nacional.

Trump indicou em entrevista à CNBC que a lista de candidatos encolheu para “talvez um”, com anúncio possível na próxima semana, alinhado à reunião do FOMC em 27-28 de janeiro. Essa dinâmica geopolítica acelera a transição, com Powell sob escrutínio de investigação do DOJ.

Background de Rieder e BlackRock no Fed

Rick Rieder gerencia cerca de US$ 2,4-3 trilhões em ativos na BlackRock, com expertise em curvas de juros, spreads de crédito e liquidez — essenciais para política monetária. Diferente de Powell, ele participou de comitês consultivos do Tesouro e Fed, mas carece de experiência política direta em Washington ou Capitol Hill.

A nomeação representaria um takeover da BlackRock, gestora pioneira em ETFs de Bitcoin, alinhando o Fed a visões mais pragmáticas de mercado. Rieder já descreveu o Bitcoin como “interessante e durável” em 2021, sinalizando abertura a ativos digitais em portfólios institucionais.

Política de Juros: Viés de Alta para Ativos de Risco

A proximidade de Rieder com Trump pode pavimentar juros mais dovish. Enquanto Powell adota higher-for-longer com taxa federal em 3,5-3,75%, Rieder defende uma taxa neutra próxima de 3%, acelerando cortes e injetando liquidez. Essa mudança beneficiaria ativos de risco globalmente, incluindo criptomoedas.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 468.684 (-1,31% em 24h), sensível a expectativas de Fed. Juros menores impulsionam fluxos de capital para Bitcoin, especialmente com Trump pró-cripto e BlackRock expandindo em RWAs e tokenização.

Implicações Globais para Criptomoedas

Uma presidência de Rieder no Fed seria positivo para Bitcoin a longo prazo: política expansionista atrai investidores institucionais, enquanto a influência BlackRock acelera adoção. Países emergentes, como o Brasil, sentem o impacto via dólar (R$ 5,29) e carry trade reverso. Mercados precificam um cenário de maior liquidez, com BTC/USD em torno de US$ 88.400.

Investidores devem monitorar o FOMC e anúncio de Trump, pois a interseção de geopolítica americana e cripto redefine fluxos globais de capital.


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Executivo cartoon BlackRock cruzando linha de chegada para cadeira FED, com Powell atrás e Trump aprovando, simbolizando odds para suceder Powell

Rick Rieder da BlackRock Lidera Odds para Presidente do Fed

Rick Rieder, CIO de Renda Fixa Global da BlackRock, assumiu a liderança nas odds para presidente do Federal Reserve com 57,5% de probabilidade no Polymarket, conforme reportagem recente. O apoio público de Donald Trump, que o descreveu como \”muito impressionante\” após reunião, acelera a especulação em meio à saída de Jerome Powell em maio. Investidores monitoram o potencial mudança na política monetária, com implicações diretas para ativos de risco como o Bitcoin.


Odds no Polymarket e Declarações de Trump

As probabilidades no prediction market Polymarket refletem o momentum: Rieder à frente com 57,5%, seguido por Kevin Warsh (29%), Christopher Waller (6,8%) e Kevin Hassett (6%). Trump, em entrevista à CNBC no Fórum Econômico Mundial em Davos, indicou que a lista de candidatos foi reduzida de 11 para \”talvez um\”, sinalizando anúncio iminente. O secretário do Tesouro, Scott Bessent, sugeriu que a nomeação pode vir já na próxima semana, alinhada à reunião do FOMC nos dias 27 e 28 de janeiro.

Essa dinâmica política ganha urgência com a investigação do Departamento de Justiça contra Powell por depoimento no Senado, considerada politicamente motivada pelo atual chair. Os dados do Polymarket capturam a percepção do mercado sobre a transição, com volumes de apostas indicando confiança crescente em Rieder.

Perfil de Rieder e Visão sobre Política Monetária

Rieder gerencia cerca de US$ 2,4 trilhões em ativos na BlackRock, com expertise em curvas de juros, spreads de crédito e liquidez. Diferente da abordagem \”higher-for-longer\” de Powell — que mantém a taxa de fundos federais entre 3,5% e 3,75% após três cortes em 2025 —, Rieder defende uma taxa neutra próxima de 3%. Essa visão dovish alinha-se às críticas de Trump aos cortes atuais, potencialmente acelerando um ciclo de afrouxamento monetário.

Pro-cripto, Rieder chamou o Bitcoin de \”interessante\” e durável em 2021. Sua trajetória na maior gestora de ativos do mundo, pioneira em ETFs de Bitcoin, reforça o apelo para um Fed mais aberto a ativos digitais.

Impacto no Mercado Cripto e Bitcoin

Uma nomeação de Rieder pode sinalizar taxas mais baixas, beneficiando o Bitcoin, atualmente cotado a R$ 473.423 (Cointrader Monitor), com variação de -0,27% em 24 horas (US$ 89.323, USD/BRL R$ 5,29). Mercados de risco reagem a expectativas de liquidez: o Fed injetou US$ 55 bilhões recentemente, impulsionando otimismo cripto. Analistas veem potencial para rali se o neutral rate cair, contrastando com a cautela atual do FOMC para janeiro.

Os dados sugerem correlação: nomeações dovish historicamente elevam preços de BTC em até 20% nos meses seguintes. Investidores devem monitorar o FOMC e anúncios de Trump para sinais de volatilidade.

Próximos Passos e Monitoramento

Com Powell saindo em 15 de maio, o calendário acelera: FOMC em janeiro, possível anúncio presidencial e confirmação do Senado. Traders posicionam-se para cenários de política mais acomodativa, com Rieder como catalisador. Vale acompanhar as odds no Polymarket e os yields dos Treasuries para medir as expectativas. Para brasileiros, o impacto em BRL amplifica via câmbio, demandando estratégia em exchanges locais.


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Touro cartoon escalando montanha dourada do Bitcoin, desafiado por nuvens de inflação vermelhas e seta descendente -32%, alertando riscos para bulls

Inflação Alta e Queda de Interesse Desafiam Bulls do Bitcoin

A verdade dói: sem interesse global e com inflação alta nos EUA, o Bitcoin tem fôlego para o rali? Uma pesquisa recente projeta o CPI americano acima de 4% em 2026, desafiando as apostas dos bulls em desinflação e cortes agressivos de juros pelo Fed. Ao mesmo tempo, o preço do BTC caiu para US$ 87 mil em janeiro, coincidindo com queda de 32% no interesse no X e Google Trends, segundo dados analisados.


Inflação Persistente nos EUA Acorda os Bulls

Adam Posen, do Peterson Institute, e Peter R. Orszag, da Lazard, publicaram análise prevendo que a inflação nos EUA pode ultrapassar 4% em 2026. Fatores como tarifas da era Trump, mercado de trabalho mais apertado, deportações de migrantes e déficits fiscais acima de 7% do PIB superariam os efeitos positivos de ganhos de produtividade via IA e queda na inflação de moradia.

Esses elementos criam um cenário de pressões inflacionárias que chegam com atraso aos consumidores. Tarifas, por exemplo, elevam custos de importados, passados adiante com defasagem, podendo adicionar 50 pontos-base à inflação até meados do ano. Deportações gerariam escassez de mão de obra em setores dependentes de imigrantes, impulsionando salários e demanda.

O CPI oficial caiu para 2,7% em 2025, mas analistas de bancos esperam cortes de 50-75 bps no Fed. Os bulls cripto sonham com mais, mas uma inflação teimosa pode frustrar isso, tornando ativos de risco como o Bitcoin menos atrativos.

Interesse Mundial no Bitcoin Desaba 32%

A queda do Bitcoin para US$ 87 mil em janeiro de 2026 não é isolada: coincide com perda de relevância global. No X (ex-Twitter), menções ao BTC caíram 32% em 2025 ante 2024, segundo Jameson Lopp. O Google Trends confirma: volume de buscas foi menor no ano passado, apesar de picos em 2024.

Quedas no último trimestre de 2025 aceleraram o desinteresse. Janeiro repetiu o padrão: alta inicial no mês, seguida de correção. Desde outubro, o BTC sobe no começo e despenca depois, como em liquidações violentas no dia 10. Isso sugere que a euforia popular minguou, questionando a narrativa de adoção em massa.

Sem euforia das redes sociais e buscas, o momentum de varejo enfraquece. O “Crypto Twitter” perde força, e o público geral parece cansado da volatilidade recorrente.

Bitcoin Falha como Hedge Perfeito Contra Inflação

Os bulls vendem o BTC como proteção imbatível contra inflação, mas os dados contradizem. Com inflação projetada acima de 4% e yields dos Treasuries em alta (4,31% no 10 anos), o Bitcoin caiu quase 4% na semana, para perto de US$ 90 mil. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC está a R$ 473.486,51 (-1,49% em 24h).

Condições financeiras mais frouxas e expectativas inflacionárias desancoradas agravam o quadro. O Fed pode pausar cortes, elevando custos de oportunidade para holders de risco. Historicamente, BTC correlaciona com ações em momentos de estresse macro, não se provando o “ouro digital” infalível.

Para brasileiros, com dólar volátil, isso reforça: diversifique além do hype cripto.

Próximos Passos: Ceticismo é a Melhor Estratégia

Investidores devem questionar o otimismo cego. Monitore yields globais, decisões do Fed e tendências de busca – sinais de que o rali pode perder vapor. Com interesse minguando e inflação teimosa, o viés de baixa prevalece no curto prazo. Vale aguardar confirmações de desinflação real antes de apostar pesado.

A lição: Bitcoin não é hedge perfeito sem apoio popular e macro favorável. Faça sua pesquisa e evite FOMO em narrativas desgastadas.


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Fluxo de liquidez dourada do Fed nutrindo estrutura cristalina de RWAs com 21B e Bitcoin emergente no topo, sinalizando nova alta

Fed Injeta US$ 8,3 Bi: Liquidez Nova e RWAs em US$ 21 Bi

Cadê a crise? Enquanto tensões geopolíticas geram pessimismo, o Federal Reserve injeta US$ 8,3 bilhões em liquidez nesta terça-feira (20/01/2026), com liquidações amanhã. Ao mesmo tempo, o setor de ativos tokenizados (RWAs) bate US$ 21,35 bilhões, recorde histórico impulsionado por Treasuries americanos. Esse influxo de capital sugere rotação para ativos de risco como Bitcoin.


Injeção de Liquidez do Fed em Detalhes

A operação do New York Fed foca em títulos do Tesouro com vencimentos entre fevereiro e maio, totalizando US$ 8,306 bilhões nesta rodada. Esse movimento faz parte de injeções mensais que já somam US$ 55,4 bilhões, garantindo reservas amplas nos bancos sem reabrir debates sobre QE. É uma manutenção cara, mas essencial para evitar estresse de funding.

Esse dinheiro fresco reduz custos de empréstimo e estimula apetite por risco. Fundos conservadores começam a realocar quando o caixa abunda. Historicamente, liquidez do Fed força capital para ativos como Bitcoin, especialmente após o ouro bater ATH em US$ 4.717 por onça.

Ouro em Alta e Bitcoin se Posicionando

O ouro renovou máxima histórica em meio a compras de bancos centrais (previsão de 755 toneladas em 2026 pelo J.P. Morgan), tarifas e geopolítica. Mas Bitcoin, testando suporte em US$ 95 mil, mostra resiliência com dominância em 60% e TVL em DeFi crescendo.

Dados on-chain indicam pressão acumulada: liquidações baixas e dólar enfraquecido criam condições para rompimento. ETFs facilitam entrada institucional, acelerando ciclos passados. Com liquidez chegando, BTC deve capturar a segunda onda após o ouro.

Recorde dos Ativos Tokenizados em 2026

Os RWAs saltaram de US$ 20,33 bilhões para US$ 21,35 bilhões em semanas, com dívida pública dos EUA liderando em US$ 9,05 bilhões. Ethereum domina infraestrutura com US$ 12,8 bilhões em TVL, seguido por BNB Chain, Solana e Stellar acima de US$ 1 bilhão cada.

Commodities como ouro (XAUT da Tether e PAXG da Paxos) brilham, e holders cresceram 9% para 636.898. BlackRock’s BUIDL exemplifica convergência TradFi-blockchain. 2026 promete escala massiva na tokenização.

O Que Esperar para Cripto Agora

Segundo o Cointrader Monitor, Bitcoin negocia a R$ 520.000 com variação positiva. Essa liquidez do Fed, aliada ao boom de RWAs, contraria narrativas de baixa. Monitore dominância BTC e TVL DeFi para sinais de rotação. O viés de alta ganha força com capital novo no sistema.

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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Engrenagem colossal projetando sombra vermelha sobre monolito Bitcoin rachado, simbolizando pressao do Fed com juros altos e queda do mercado cripto

Fed Pode Manter Juros e Pressionar Bitcoin em 2026

As odds de o Federal Reserve manter as taxas de juros em janeiro subiram para 95%, freando o otimismo em torno da recuperação do Bitcoin em 2026. O mercado cripto reage com força: capitalização total despenca US$ 98 bilhões em 24 horas, BTC abaixo de US$ 93 mil e altcoins como Celestia caindo 13%. Sem cortes de juros, a liquidez escassa pressiona ativos de risco como o Bitcoin.


Queda Abrupta no Mercado Cripto

A capitalização total do mercado de criptomoedas registrou perda de quase US$ 98 bilhões nas últimas 24 horas, chegando a US$ 3,09 trilhões. O Bitcoin, principal termômetro do setor, rompeu o suporte de US$ 95 mil e agora negocia próximo a US$ 93 mil, com indicadores como o Money Flow Index abaixo de 50 confirmando viés de baixa.

Altcoins sofrem ainda mais: Celestia (TIA) despencou 13% para US$ 0,50, testando suportes críticos em US$ 0,49. No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está a R$ 499.561, com variação de -2,87% em 24h e volume de 254 BTC. Essa pressão vendedora reflete aversão ao risco global.

Odds do Fed: Manutenção de Juros Ganha Força

O CME FedWatch Tool mostra apenas 5% de chance de corte de juros em janeiro, com as taxas em 3,50%-3,75%. Para março, probabilidade de manutenção é de 75%. Jerome Powell reforça cautela: “Estamos bem posicionados para esperar e ver como a economia evolui”.

Trump pressiona por cortes, mas o Fed prioriza controle inflacionário. Ethereum cai 3,56% para US$ 3.193 e XRP perde 4,81% para US$ 1,95. Sem liquidez barata, o apetite por risco diminui, ampliando volatilidade no criptomercado.

Por Que o Otimismo de 2026 Pode Ser Prematuro

Analistas com viés de alta apostam em US$ 100 mil para BTC, mas sem cortes agressivos do Fed, a alta expressiva fica distante. Histórico mostra que juros altos freiam ativos especulativos: em 2022, BTC caiu 65% com elevações de juros. Hoje, suporte em US$ 90 mil é testado; rompimento leva a US$ 91.298.

A capitalização total pode cair para US$ 3,05 trilhões se pressão persistir. Investidores institucionais como MicroStrategy compram, mas varejo hesita. O ceticismo é justificado: recuperação depende de dados econômicos favoráveis e sinalizações dovish do Fed.

O Que Monitorar Agora

Vale acompanhar a próxima reunião do Fed e indicadores como PCE inflacionário. Se BTC estabilizar acima de US$ 93.471, pode haver recuo técnico. Mas com probabilidades de baixa dominantes, é prudente cautela: considerar redução de exposição a altcoins voláteis e priorizar preservação de capital em cenários de liquidez restrita.


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Executivos cartoon estilizados blindando núcleo Bitcoin com pilhas MSTR e inflows de ETFs, simbolizando proteção institucional recorde

Institucionais Blindam Bitcoin: Inflows de US$ 2 bi e Acúmulo da MSTR

📊 BOLETIM CRIPTO | 18/01/2026 | MANHÃ

O capital institucional reafirma seu domínio no mercado cripto, estabelecendo uma base sólida de sustentação mesmo diante de ruídos regulatórios e incidentes de segurança. A entrada recorde de US$ 2 bilhões em ETFs spot e a agressiva acumulação da MicroStrategy, que desembolsou US$ 1,2 bilhão em uma única semana, sugerem uma confiança inabalável dos grandes players. Embora um hack de US$ 282 milhões tenha gerado um FUD momentâneo e impulsionado moedas de privacidade, a resiliência institucional atua como a principal âncora do setor. O viés bullish moderado prevalece, alimentado pela percepção do Bitcoin como um hedge estratégico em meio às tensões crescentes entre a administração Trump e o Federal Reserve. Este boletim detalha como o apetite das baleias está filtrando as incertezas macroeconômicas e moldando o próximo movimento de preços.


🔥 Destaque: Institucionais injetam US$ 2 bilhões em ETFs

A semana encerra com um sinal inequívoco de maturidade: os ETFs spot de Bitcoin, Ethereum e XRP registraram entradas massivas, totalizando US$ 1,95 bilhão. O Bitcoin liderou a demanda com US$ 1,42 bilhão, confirmando sua posição como ativo de reserva preferencial em Wall Street. Contudo, o destaque inesperado foi o XRP, que capturou US$ 57 milhões em fluxos, sinalizando que o apetite institucional está se diversificando rapidamente para além das duas maiores criptomoedas.

Este movimento ocorre em paralelo à maior compra da MicroStrategy nos últimos cinco meses. A empresa liderada por Michael Saylor adquiriu 13.600 BTC, elevando seu tesouro para impressionantes 687.400 unidades. No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 512.751,00, refletindo a estabilidade em patamares elevados.

A implicação para o investidor é clara: a liquidez institucional está criando um suporte técnico robusto. Enquanto o varejo muitas vezes reage a notícias de curto prazo, o smart money aproveita períodos de volatilidade para consolidar posições de longo prazo. O foco agora se volta para a barreira psicológica dos US$ 100 mil, que parece cada vez mais ao alcance dada a velocidade dessa acumulação.

O que monitorar a partir daqui são os fluxos diários desses fundos. Qualquer sinal de desaceleração nos inflows poderia indicar uma exaustão temporária, mas, por ora, a trajetória aponta para a continuidade do momentum positivo, especialmente se as incertezas fiscais nos EUA continuarem a favorecer ativos escassos.


📈 Panorama do Mercado

O cenário atual é definido por uma dicotomia geográfica e regulatória. Enquanto o mercado global apresenta um viés otimista, o cenário interno nos Estados Unidos mostra sinais de cautela institucional. O premium negativo na Coinbase por três dias consecutivos sugere que instituições americanas podem estar realizando lucros ou hesitando diante das tensões entre o Tesouro e o Federal Reserve.

A investigação criminal contra Jerome Powell e a pressão por um overhaul no Fed introduzem um elemento de instabilidade macro que, paradoxalmente, beneficia a narrativa do Bitcoin como ouro digital. Paralelamente, o setor de privacy coins ressurgiu com força. O Monero (XMR) disparou 70% após fundos de um grande hack serem convertidos, evidenciando que, apesar do cerco regulatório, a demanda por anonimato permanece como um nicho resiliente e volátil.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Instabilidade Federal: A investigação do DOJ contra Jerome Powell ameaça a independência da política monetária, podendo gerar volatilidade errática em ativos de risco.
  • Vulnerabilidade em Wallets: O hack de US$ 282 milhões via engenharia social prova que falhas humanas ainda são o elo mais fraco, mesmo em soluções de hardware.
  • Pressão de Venda nos EUA: O premium negativo na Coinbase indica que grandes players americanos estão menos agressivos que seus pares globais no curto prazo.
  • Escrutínio de Privacidade: O rally súbito de Monero e Dash atrai atenção regulatória indesejada, elevando o risco de delistagens em exchanges centralizadas.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Hedge Anti-Fiat: A erosão da confiança no dólar e no Fed posiciona o Bitcoin como o principal beneficiário de uma possível crise de governança institucional.
  • Arbitragem Regional: O deságio na Coinbase oferece janelas de arbitragem para investidores que operam entre mercados americanos e globais.
  • Aproveitamento da Altseason: A entrada de capital em ETFs de XRP sugere que o mercado está pronto para uma rotação de capital rumo a altcoins de alta capitalização.

📰 Principais Notícias do Período

1. ETFs somam US$ 2bi e sinalizam força institucional
Investidores institucionais injetaram US$ 1,95 bilhão em ETFs spot na última semana. O apetite por XRP surpreendeu o mercado, acumulando US$ 57 milhões e indicando uma diversificação de portfólio para além de BTC e ETH.

2. MicroStrategy realiza compra bilionária de Bitcoin
A empresa de Michael Saylor adquiriu US$ 1,2 bilhão em BTC, sua maior compra em cinco meses. No mesmo período, um hack de US$ 282 milhões explorou social engineering em carteiras de hardware, convertendo o roubo em Monero.

3. Coinbase busca acordo com bancos para destravar regulamentação
Sob pressão da Casa Branca, a Coinbase está negociando um compromisso com bancos comunitários. O objetivo é remover entraves no Senado para o projeto de lei de estrutura de mercado cripto nos EUA.

4. Investigação contra Powell amplia incerteza no Fed
O DOJ iniciou uma investigação criminal contra Jerome Powell por suposto falso testemunho. O Secretário do Tesouro, Scott Bessent, aproveitou o caso para clamar por uma reforma estrutural e maior accountability na instituição.

5. Binance Alpha anuncia listagem de Acurast (ACU)
A plataforma Binance Alpha listará o token ACU no dia 20 de janeiro. O evento incluirá um airdrop exclusivo para usuários qualificados através do sistema de pontos Alpha, gerando forte expectativa e volume pré-listagem.


🔍 O Que Monitorar

  • Inflows dos ETFs: A continuidade das entradas acima de US$ 200 milhões diários é vital para sustentar a tese de alta.
  • Premium da Coinbase: Uma volta ao território positivo indicaria o fim da realização de lucros institucional nos Estados Unidos.
  • Nomeação do Sucessor do Fed: Donald Trump deve anunciar o novo chair em breve; um perfil dovish seria explosivo para o Bitcoin.
  • Segurança de Auto-custódia: Novas atualizações de firmware e alertas de segurança após o hack milionário de 10 de janeiro.

🔮 Perspectiva

O mercado mantém um viés bullish moderado para as próximas 48 horas. A força compradora proveniente dos ETFs e as compras corporativas da MicroStrategy atuam como um “piso” de preço, protegendo o Bitcoin contra quedas profundas motivadas pelo FUD político. Se o anúncio do sucessor de Powell for interpretado como favorável a juros baixos, poderemos ver um teste agressivo da máxima histórica. Contudo, investidores devem ter cautela com a volatilidade nas moedas de privacidade e com o impacto de novas notícias sobre o impasse regulatório nos EUA. A escaneabilidade dos dados sugere que, embora os riscos de segurança e macro sejam reais, o fluxo de capital institucional é, atualmente, o driver dominante que deve prevalecer sobre o sentimento negativo pontual.


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Cena cartoon: Powell sob investigação DOJ com Trump acusando, Bitcoin rompendo barreira 94K, ilustrando prêmio de risco em tensão Fed-Trump

Investigação contra Powell Cria ‘Prêmio de Risco’ no Bitcoin

O Departamento de Justiça dos EUA (DOJ) abriu uma investigação criminal contra Jerome Powell, chair do Federal Reserve, por supostas irregularidades em renovações de prédios custando mais de US$ 2,5 bilhões. Powell classificou a ação como politicamente motivada, em meio a pressões do presidente Trump por cortes agressivos de juros. O Bitcoin reagiu com vigor, rompendo US$ 94.000 em alta de 3% nas últimas 24 horas, enquanto ações despencam e ouro atinge recordes — sinalizando um ‘prêmio de risco’ para o ativo não-soberano.


O Choque da Subpoena do DOJ

A investigação ganhou tração após Powell revelar, em post nas redes sociais, que o DOJ emitiu subpoenas a um grande júri contra o Fed, ligadas a seu testemunho congressional de junho de 2025 sobre as renovações. O chair argumentou que a probe reflete a frustração da administração Trump com a relutância do banco central em afrouxar a política monetária de forma mais agressiva, priorizando dados econômicos sobre demandas políticas.

Trump tem criticado publicamente Powell, chamando por sua remoção e maior alinhamento com metas de crescimento. Mercados tradicionais sentiram o impacto: futuros de ações deslizaram, enquanto investidores rotacionaram para ativos de refúgio como ouro e prata, que bateram máximas históricas. O Bitcoin, nesse contexto, emerge como hedge alternativo contra incertezas institucionais.

Independência do Fed: Um Mito Desmascarado

Analistas como Rob Arnott, da Bloomberg, e Erik Voorhees, da ShapeShift, questionam a narrativa de independência do Fed. Arnott afirma que os governadores são nomeados pelo presidente em rodízio, garantindo ‘tomada lenta’ alinhada ao Executivo. Voorhees vai além: o Fed seria ‘tentáculo’ do establishment bancário, criado em 1913 como criatura do Congresso em conluio com o Money Trust de Wall Street.

Estudos corroboram: um paper de 2020 posiciona os EUA no quartil inferior global de independência bancária central. Historicamente, o Fed monetizou dívidas em guerras e crises, operando como extensão do Tesouro. A atual disputa expõe fissuras no status quo fiduciário, beneficiando narrativas descentralizadas.

Bitcoin e o Prêmio de Risco Macroeconômico

Com capitalização em US$ 1,88 trilhão e suprimento circulante de 19,97 milhões de BTC, o preço saltou para US$ 94.435, volume de US$ 52 bilhões em 24h. No Brasil, Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 510.132, com alta de 3,11% e volume de 320 BTC.

Essa dinâmica cria um ‘prêmio de risco’ para o BTC: em cenários de instabilidade soberana, investidores buscam ativos imunes a manipulações políticas. A rotação de risco fiat para blockchain reforça o BTC como reserva de valor global, especialmente com resistências técnicas em US$ 94k agora testadas como suporte.

Implicações Geopolíticas Globais

O embate Trump-Fed sinaliza erosão da credibilidade institucional americana, ecoando em emergentes como o Brasil, onde inflação e câmbio amplificam apelo do BTC. Investidores devem monitorar volatilidade macro, expectativas de juros e rotações setoriais. Uma falha em sustentar US$ 94k pode revisitar a faixa US$ 84k-94k, mas o momentum bullish sugere upside para US$ 98k-103k se o drama persistir.

Em um mundo de moedas fiduciárias sob pressão, o Bitcoin consolida-se como antídoto soberano, impulsionado por falhas sistêmicas nos EUA.


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Trump cartoon pressionando Powell com CPI 2.7%, impulsionando Bitcoin rompendo barreira 94K, simbolizando alta por dados macro positivos

Bitcoin Rompe US$ 94 Mil com CPI em 2,7% e Pressão Trump no Fed

A inflação nos EUA de dezembro veio em linha com as expectativas, com CPI em 2,7% ao ano e núcleo em 2,6%, abaixo do projetado. Isso impulsionou o Bitcoin a romper os US$ 94 mil, recuperando a resistência chave após disputa entre Trump e Powell no DOJ. O mercado precifica 95% de chance de taxas estáveis em janeiro, mas dados reforçam cortes futuros, elevando o BTC como hedge macro. Até onde vai esse rally?


Dados do CPI Reforçam Soft Landing

Os números do Bureau of Labor Statistics (BLS) mostraram CPI geral em 2,7% YoY, igual a novembro e em linha com forecasts. Já o core CPI, excluindo alimentos e energia, subiu 2,6% YoY, contra 2,7% esperado e estável ante o mês anterior. Mensalmente, headline foi 0,3% e core 0,2%.

Esses indicadores dissipam temores de recaída inflacionária, fortalecendo a narrativa de soft landing. O CME FedWatch Tool indica 95% de probabilidade de manutenção das taxas em janeiro, mas chances de cortes em 2026 crescem com inflação controlada. Yields do Tesouro 10 anos caíram para 4,175%, sinalizando alívio monetário.

Analistas como Matt Mena da 21Shares destacam que dados alinhados ao mandato dual do Fed (inflação e emprego) elevam otimismo para BTC, visto como reserva neutra em meio a tensões geopolíticas.

Reação do Mercado: BTC Reclama Resistência

O Bitcoin testava US$ 92 mil pré-dados, mas saltou para US$ 92.800 logo após o release, consolidando acima de US$ 94 mil à tarde. Volume 24h atingiu US$ 52 bilhões, com market cap em US$ 1,88 trilhão (+3%).

De range US$ 88k-94k em janeiro, o rompimento da resistência em US$ 94k abre caminho para US$ 98k-103k. Indicadores on-chain mostram acumulação por whales, com supply circulante em 19,97 milhões BTC. Ações como MSTR subiram 8%, refletindo apetite por risco.

No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 513.252 (+4,47% 24h, volume 282 BTC).

Pressão Política: Trump vs. Powell e DOJ

Paralelamente, Trump cobrou cortes agressivos via Truth Social, chamando Powell de “Too Late”. A investigação DOJ em Powell, ligada a testimony sobre renovação de US$ 2,5 bi em prédios do Fed, intensifica tensões. Powell vê motivação política para forçar easing.

Gold e prata bateram máximas, mas BTC se destaca como hedge soberano, indiferente a borders. Goldman Sachs adia cortes para junho/setembro 2026, mas CPI suave pode acelerar expectativas. Traders monitoram se US$ 94k vira suporte.

Implicações e Próximos Passos

O cenário macro favorece BTC: inflação em trégua reduz risco de hikes, enquanto pressão Trump erode independência do Fed, atraindo capital para ativos hard money. On-chain, métricas como mNAV e ETF inflows sugerem upside se hold acima US$ 94k.

Investidores devem vigiar FOMC janeiro e dados jobs. Vale monitorar resistência US$ 95k; break abre ATH path. Dados sugerem rally sustentável, mas volatilidade persiste em eleições e policy shifts.


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Banqueiro central cartoon sob subpoena gigante em sala caótica do Fed, com Bitcoin dourado brilhando pela janela como refúgio, simbolizando prêmio de risco

Investigação contra Powell cria prêmio de risco para Bitcoin

O Departamento de Justiça dos EUA emitiu subpoena contra Jerome Powell, chair do Federal Reserve, intensificando tensões com a administração Trump. Powell alega ameaça à independência do banco central devido a divergências em política monetária. Apesar de o Bitcoin não atuar como refúgio imediato, o mercado precifica uma saída antecipada do chair, criando um ‘prêmio de risco’ que reforça sua tese como ativo não-soberano.


Detalhes da Investigação do DOJ

A investigação do DOJ foca em testemunho de Powell sobre reformas de US$ 2,5 bilhões em edifícios históricos do Fed. Aprovada pela procuradora Jeanine Pirro em novembro, a probe examina os gastos e resultou em subpoenas e ameaças de acusações criminais. Powell respondeu em declaração oficial, afirmando que ninguém está acima da lei, mas contextualizando a ação como retaliação política por resistir a pressões para cortes de juros mais agressivos.

Ele enfatizou: ‘Isso é sobre se o Fed continuará definindo taxas baseadas em evidências econômicas ou sob intimidação política’. O senador Thom Tillis apoia, opondo-se a nomeações até resolução. Os dados sugerem erosão da independência do Fed, pilar do sistema fiduciário desde 1913.

Apostas do Mercado em Substitutos

No mercado cripto, plataformas como Kalshi e Polymarket registram alta nas apostas pela saída de Powell antes de maio. A probabilidade dobrou, com foco em Kevin Hassett, diretor do Conselho Econômico Nacional e aliado de Trump, como favorito. Hassett é visto como dovish, favorável a juros baixos para estimular crescimento.

Outros nomes como Kevin Warsh circulam, mas Hassett lidera. Essa especulação reflete o apetite por liquidez: políticas expansionistas historicamente impulsionam ativos de risco, com BTC correlacionado a M2 money supply em 0,85 nos últimos 12 meses.

Benefícios para o Bitcoin como Ativo Não-Soberano

A instabilidade no Fed cria um prêmio de risco para o dólar e títulos do Tesouro, beneficiando o Bitcoin como reserva descentralizada. Dados on-chain mostram inflows de 15.000 BTC em ETFs na semana, sinalizando acumulação. Embora não tenha havido rally imediato — BTC oscila em US$ 91.000 —, analistas projetam upside com nomeação dovish.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 490.952 (+0,38% em 24h) às 21h de 12/01/2026. Vale monitorar volumes em exchanges brasileiras, que somaram 273 BTC negociados.

Implicações e Próximos Passos

Investidores devem acompanhar confirmações de nomeações e reuniões do FOMC. Uma transição para Hassett poderia elevar M2 em 5-7% anual, correlacionado a +25% no BTC historicamente. No entanto, volatilidade persiste: risco de escalada constitucional pode pressionar risk assets temporariamente. Oportunidade reside na neutralidade do BTC frente a disputas soberanas.


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Powell cartoon sob interrogatório DOJ com Bitcoin estagnado em 90K entre nuvens de incerteza, ilustrando tensão Trump-Fed no mercado cripto

Bitcoin Sob Pressão: DOJ Intima Powell e Gera Incerteza

O Departamento de Justiça dos EUA (DOJ) abriu investigação criminal contra Jerome Powell, presidente do Federal Reserve, por alegações de ter enganado o Congresso sobre um projeto de reforma da sede do banco central. O Bitcoin, cotado a US$ 90.500, falha como refúgio seguro enquanto ouro e prata disparam, evidenciando vulnerabilidade a riscos macroeconômicos e tensões políticas entre Trump e o Fed. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC está em R$ 490.588, com alta de 0,34% em 24h.


Detalhes da Investigação contra Powell

A intimação do DOJ, supervisionada pela procuradora Jeanine Pirro – indicada por Trump –, foca em depoimentos de Powell sobre os US$ 2,5 bilhões gastos na renovação da sede do Fed. Powell qualificou a ação como “pretexto” para atacar a independência do banco central, afirmando que visa forçar cortes de juros sob pressão política. O senador republicano Thom Tillis criticou a medida como tentativa de minar a autonomia do Fed, prometendo bloquear nomeações.

Essa escalada reacende debates sobre interferência executiva na política monetária. Analistas veem risco de precedente perigoso, com o presidente usando o Judiciário para punir divergências do Fed, o que poderia desestabilizar expectativas de taxas e corroer confiança no dólar.

Reação do Mercado: BTC Não Atua como Porto Seguro

Em vez de rally, o Bitcoin travou nos US$ 90 mil, recuando de US$ 92 mil após notícia inicial. Ativos tradicionais como ouro (+2%) e prata (+5%) performaram melhor, questionando a narrativa de BTC como hedge contra caos macro. Ethereum fica estável em US$ 3.108, XRP cai 2,5%, mas Solana sobe 2% e Monero dispara 17%.

Fluxos de ETFs reforçam cautela: saídas de US$ 681 mi em BTC spot na semana, apesar de volumes altos. Volatilidade implícita em 30 dias está baixa, sinalizando falta de momentum de curto prazo.

Implicações para Cripto e Tensões Trump-Fed

Para o mercado cripto, o episódio destaca riscos de correlação com macro: yields do Tesouro sobem (10 anos a 4,2%), sugerindo Fed resistente a pressões. Analistas como Jimmy Xue veem BTC como ativo “neutro”, atraindo capital institucional fugindo de disputas políticas, mas Tim Sun alerta para volatilidade inicial antes de possível reprecificação como proteção.

Como bearish, vejo fragilidade: BTC ainda atrelado ao dólar, e perda de credibilidade do Fed pode gerar turbulência em ativos de risco. Investidores devem monitorar FOMC de janeiro e dividendos corporativos, priorizando liquidez em cenários de queda prolongada.


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Executivo cartoon estilizado empilhando blocos Bitcoin dourados com '92K' no topo, superando nuvens de crise Fed, simbolizando acumulação bilionária da Strategy

Strategy Acumula US$ 1,25 bi em BTC e Crise no Fed Eleva Preço a US$ 92 mil

📊 BOLETIM CRIPTO | 12/01/2026 | NOITE

O avanço do capital institucional define o tom bullish moderado do período. A Strategy, de Michael Saylor, consolidou a maior compra de Bitcoin desde julho, injetando US$ 1,25 bilhão no mercado, enquanto o preço do ativo rompeu os US$ 92 mil em resposta a uma crise institucional sem precedentes no Federal Reserve (Fed). Embora a movimentação de uma baleia da Satoshi Era e alertas regulatórios do Banco da Itália sobre o Ethereum tragam cautela, a narrativa do Bitcoin como refúgio geopolítico prevalece. A convergência entre IA e Web3 também ganha fôlego com a Alphabet atingindo valor recorde após parceria com a Apple. Este Boletim detalha como a institucionalização plena e a instabilidade do sistema fiduciário estão moldando o novo patamar de preços das criptomoedas.


🔥 Destaque: Strategy acumula 13,6 mil BTC

A Strategy (antiga MicroStrategy) reafirmou sua posição como o maior holder corporativo de Bitcoin do mundo ao anunciar a aquisição de 13.627 BTC por aproximadamente US$ 1,25 bilhão. A operação, realizada a um preço médio de US$ 91.519, representa a maior compra individual da empresa desde julho de 2024 e eleva seu patrimônio total para massivos 687.410 BTC.

O financiamento da compra foi estruturado através da emissão de ações comuns e preferenciais STRC (Stretch), demonstrando a habilidade de Michael Saylor em utilizar o mercado de capitais para alavancar a exposição ao ativo digital. Com essa movimentação, a empresa agora detém cerca de 3,3% de todo o suprimento de Bitcoin que existirá no mundo, uma concentração que gera tanto otimismo quanto debates sobre riscos sistêmicos.

A compra bilionária ocorre em um momento de estagnação de preços pós-eleição, servindo como um floor price psicológico para o mercado. Para o investidor brasileiro, o impacto é direto na valorização das carteiras locais. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 490.596,34, refletindo a força da demanda global.

É muito provável que este movimento inspire outras tesourarias corporativas a acelerarem sua alocação, especialmente diante da clareza contábil e regulatória em evolução nos EUA. Contudo, a magnitude da posição da Strategy cria um status quo onde a saúde financeira da empresa passa a ser um indicador crítico para a estabilidade do próprio Bitcoin.


📈 Panorama do Mercado

O sentimento do mercado é de otimismo cauteloso, impulsionado pelo descolamento do Bitcoin em relação ao mercado de ações tradicional. Enquanto os índices em Wall Street reagiram negativamente às tensões em Washington, o Bitcoin reafirmou sua tese de safe-haven, operando em correlação com ouro e metais preciosos.

A Alphabet, controladora da Google, ultrapassou a marca histórica de US$ 4 trilhões em valor de mercado, um evento que transborda para o setor cripto através da demanda por infraestrutura de IA descentralizada. A parceria com a Apple para integrar o modelo Gemini na Siri sinaliza que a infraestrutura de computação será o grande gargalo da década, favorecendo protocolos de compute em nuvem distribuída.

Por outro lado, o Ethereum enfrenta um período de escrutínio rigoroso. O contraste entre a visão técnica de Vitalik Buterin, que busca a total autonomia da rede, e os alertas de risco sistêmico do Banco da Itália, aponta para uma fase de amadurecimento institucional forçado para a segunda maior blockchain do mundo.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Pressão Vendedora de Supply Antigo: A transferência de 2.000 BTC de um minerador de 2010 para a Coinbase pode gerar volatilidade imediata se confirmada a intenção de liquidação.
  • Instabilidade Política no Fed: A investigação criminal contra Jerome Powell gera incerteza sobre a política monetária dos EUA, o que pode causar oscilações bruscas em ativos de risco.
  • Centralização em Stablecoins: O bloqueio de US$ 182 milhões em USDT pela Tether reforça o risco de censura em ativos lastreados em dólar sob jurisdições centrais.
  • Risco Sistêmico em Holders: A concentração de Bitcoin em poucas mãos corporativas torna o mercado sensível a qualquer necessidade de liquidação forçada por parte da Strategy.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Hedge Contra Risco Fiat: O Bitcoin se consolida como a principal alternativa de proteção contra a degradação institucional das autoridades monetárias centrais.
  • Ações MSTR como Proxy: Ações da Strategy oferecem uma exposição alavancada ao Bitcoin para investidores que possuem acesso ao mercado de capitais norte-americano.
  • Infraestrutura de IA Web3: O recorde da Alphabet impulsiona tokens de computação descentralizada (como RNDR e AKT), atendendo à demanda global por poder de GPU.
  • Ethereum como Reserva Trustless: A proposta de walkaway test de Buterin pode elevar o ETH ao status de infraestrutura imutável para o sistema financeiro global.

📰 Principais Notícias do Período

1. Strategy compra US$ 1,25 bi em Bitcoin
A maior holding corporativa do mundo adquiriu mais 13.627 BTC, aproveitando o momento para reforçar sua reserva em níveis próximos a US$ 91.500. A compra foi financiada via emissão de novas ações.

2. Crise no Fed impulsiona BTC para US$ 92 mil
Uma investigação criminal contra Jerome Powell abalou a confiança no Banco Central dos EUA. O mercado reagiu buscando segurança no Bitcoin, que testou as máximas históricas.

3. Baleia de 2010 movimenta US$ 180 milhões
Após 15 anos de dormência, uma carteira da Satoshi Era transferiu 2.000 BTC para a exchange Binance e outras CEXs, gerando especulação de venda imediata.

4. Alphabet atinge US$ 4 trilhões com IA na Apple
A parceria Apple-Gemini solidifica o Google como líder em modelos de linguagem. No ecossistema cripto, o movimento impulsiona a narrativa de convergência tecnológica.

5. Banco da Itália modela colapso do Ether
Um estudo do banco central italiano alertou que uma queda drástica no preço do ETH poderia comprometer a segurança da rede, afetando a liquidação de ativos tokenizados.

6. Buterin propõe “teste de saída” para o Ethereum
Vitalik defende que o protocolo deve ser capaz de operar de forma autônoma e imutável, independentemente de desenvolvedores centrais, visando a máxima resiliência.


🔍 O Que Monitorar

  • Reserva na Coinbase: Acompanhar se os BTCs da baleia antiga serão liquidados ou se servirão como garantia para novas posições.
  • Fluxo da Strategy: Novas emissões de dívida ou ações (STRC) podem indicar a continuidade da agressiva acumulação corporativa.
  • Sentimento em Washington: Declarações do DOJ ou do Fed são gatilhos críticos para a volatilidade política do Bitcoin.
  • Churn de Validadores ETH: Monitorar a taxa de saída de nós da rede Ethereum para validar os receios regulatórios do Banco da Itália.

🔮 Perspectiva

Nas próximas 12-48 horas, o viés bullish moderado deve prevalecer, sustentado pelo momentum da compra institucional da Strategy e pelo papel do Bitcoin como porto seguro em meio à crise institucional do Fed. A resistência nos US$ 92 mil é o ponto chave para uma nova descoberta de preço. Investidores devem ficar atentos à movimentação da baleia histórica, que pode gerar flicks de volatilidade acentuada, mas a absorção institucional via balcão (OTC) tende a mitigar quedas prolongadas. Para quem busca entrar no mercado, exchanges como a Binance oferecem alta liquidez nesses momentos de estresse. O cenário macro projeta uma transição onde o Bitcoin deixa de ser apenas um ativo especulativo para se tornar uma peça central de tesouraria e proteção geopolítica global.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Personagem cartoon de Powell sob lupa investigativa e cofre USDT congelado rachando, ilustrando crise no Fed e instabilidade Tether no cripto

Crise no Fed e Congelamento da Tether: Instabilidade Abala Mercados

📊 BOLETIM CRIPTO | 12/01/2026 | MANHÃ

O mercado cripto enfrenta uma manhã de instabilidade sistêmica após o Departamento de Justiça dos EUA (DOJ) abrir uma investigação criminal sem precedentes contra Jerome Powell, presidente do Federal Reserve. A acusação de falsas declarações ao Congresso sobre reformas prediais é interpretada pelo próprio Powell como uma retaliação política por sua postura independente nas taxas de juros. Somando-se ao caos institucional, a Tether executou um congelamento massivo de US$ 182 milhões em USDT na rede Tron, evidenciando o poder de censura das stablecoins centralizadas. O viés bearish forte domina o cenário global, com investidores buscando refúgio no Bitcoin em meio à erosão da confiança nas instituições tradicionais e no dólar.


🔥 Destaque: Investigação Criminal contra Jerome Powell

O Departamento de Justiça (DOJ) dos Estados Unidos abriu oficialmente um inquérito criminal contra o presidente do Federal Reserve, Jerome Powell. O foco central da investigação reside em supostas declarações enganosas feitas por Powell ao Senado sobre os custos de reforma da sede do Fed, orçada em US$ 2,5 bilhões. Em comunicado divulgado na noite de domingo, Powell confirmou ter recebido intimações de um grande júri e classificou o movimento como um pretexto descarado para punir o banco central.

Segundo o presidente do Fed, a investigação é uma retaliação política direta do governo, que tem pressionado publicamente por cortes agressivos nas taxas de juros para acelerar o crescimento econômico. Este evento marca uma quebra histórica na independência da política monetária americana, sugerindo que ferramentas de enforcement criminal estão sendo utilizadas como alavancagem política contra autoridades técnicas.

Para o investidor cripto, as implicações são profundas. A percepção de que o Fed pode perder sua autonomia sugere um dólar menos estável e uma política monetária potencialmente subjugada aos ciclos eleitorais. Se Powell for forçado a renunciar, a indicação de um sucessor alinhado politicamente poderia desencadear um cenário de inflação estrutural elevada, reforçando a tese do Bitcoin como ouro digital e reserva de valor neutra.

É provável que vejamos volatilidade extrema nos próximos dias, à medida que o mercado reprecifica o risco-país dos Estados Unidos. A credibilidade do dólar como reserva global está sob escrutínio, o que pode acelerar fluxos de capital para ativos descentralizados que não dependem de canetas governamentais.


📈 Panorama do Mercado

O sentimento é de incerteza macroeconômica aguda. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 486.306,62, apresentando uma leve queda de 0,38% nas últimas 24 horas, mas demonstrando resiliência interna diante da tempestade institucional em Washington. O volume negociado nas últimas 24 horas reflete uma postura cautelosa dos players brasileiros.

Enquanto o cenário institucional treme, a Tether reacendeu o debate sobre centralização ao bloquear cinco carteiras na rede Tron, removendo US$ 182 milhões de liquidez circulante de forma súbita. A coordenação da Tether com autoridades americanas reforça a narrativa de que o USDT funciona sob um modelo de kill switch, o que pode impulsionar uma migração defensiva para stablecoins descentralizadas ou auto-custódia de Bitcoin.

A correlação entre os dois grandes eventos da manhã — a pressão sobre o Fed e a ação da Tether — revela um padrão de weaponization institucional. Investidores estão cada vez mais atentos aos riscos de confisco e interferência política em qualquer sistema financeiro que possua chaves administrativas centralizadas.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Perda de Independência do Fed: A coerção judicial contra Powell pode transformar a política monetária em variável fiscal, gerando inflação e perda de confiança no USD.
  • Censura em Stablecoins: O bloqueio massivo efetuado pela Tether destaca o risco de contraparte em ativos centralizados, onde fundos podem ser congelados sem recurso disponível.
  • Volatilidade Sistêmica: A incerteza política nos EUA pode levar ao aumento dos spreads em exchanges e saídas de liquidez institucional de ativos de risco.
  • Retaliação Regulatória: Existe o risco de que a crise no Fed transborde para medidas mais agressivas contra o ecossistema DeFi em um esforço de controle total.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Bitcoin como Refúgio: A validação da tese de soberania digital atrai capital institucional buscando hedge contra o risco institucional do dólar e do Tesouro americano.
  • Stablecoins Descentralizadas: Protocolos como DAI ou LUSD podem ver aumento significativo de demanda por não possuírem mecanismos de congelamento centralizados.
  • Privacidade e Auto-custódia: O fortalecimento de ferramentas de privacidade e carteiras não-custodiadas torna-se essencial para investidores que priorizam a resistência à censura.

📰 Principais Notícias do Período

1. Investigação criminal de Powell ameaça independência do Fed
Procuradores dos EUA abriram investigação criminal contra Jerome Powell por supostas declarações falsas ao Congresso sobre reformas do edifício sede. Powell alega retaliação política pela sua resistência em cortar juros, o que gera incerteza sobre a autonomia monetária americana.

2. Powell acusa DOJ de ataque histórico à política monetária
O presidente do Federal Reserve confirmou o recebimento de subpoenas e alertou que a ação mina a estabilidade financeira mundial ao politizar decisões técnicas. O conflito direto com o governo eleva o prêmio de risco exigido por investidores globais.

3. Tether congela US$ 182M em USDT na rede Tron
Em uma das maiores ações de enforcement em um único dia, a Tether bloqueou tokens em cinco carteiras na Tron. A ação, coordenada com o DOJ e o FBI, reacende as críticas sobre o poder centralizado dos emissores de stablecoins dolarizadas.


🔍 O Que Monitorar

  • Curva de Juros dos EUA (2y/10y): Fundamental para medir a confiança do mercado na capacidade do Fed de manter a estabilidade de preços sem interferência política.
  • Fluxos de Stablecoins: Acompanhar saídas de USDT para carteiras privadas ou conversões para Bitcoin sinalizará a magnitude do FUD (medo, incerteza e dúvida) atual.
  • Taxa Funding de Futuros: Mudanças bruscas na taxa de financiamento de BTC indicarão se o mercado está alavancando em posições defensivas ou se há capitulação.
  • Reação Institucional da Binance: Como a maior exchange do mundo, o volume de negociação na Binance servirá como termômetro da liquidez global em pares de stablecoins.

🔮 Perspectiva

Nas próximas 24 a 48 horas, o mercado deve permanecer em um estado de alta tensão. O viés bearish forte é alimentado pela incerteza institucional em Washington, o que tradicionalmente afasta o capital de risco. Contudo, o Bitcoin pode apresentar um desempenho descorrelacionado, servindo como a principal saída para investidores que buscam proteção contra a instabilidade fiduciária. Espera-se que o momentum negativo nas stablecoins centralizadas beneficie ativos verdadeiramente descentralizados. É essencial monitorar qualquer pronunciamento adicional do DOJ ou novas movimentações on-chain de baleias, que podem ditar o próximo movimento brusco de preços. A cautela deve ser a diretriz principal até que a poeira política comece a baixar.


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Pilar cristalino do dólar erodindo por ondas de liquidez verde-cyan, com núcleo dourado do Bitcoin emergindo em setup bullish macro

Dólar Fraco e Fed: Setup Bullish para Bitcoin

Fed imprime: hora de BTC? O Dollar Index (DXY) enfraqueceu nas últimas seis semanas, criando um tailwind de liquidez para Bitcoin e ativos de risco. Ao mesmo tempo, o Federal Reserve inicia a expansão de seu balanço patrimonial com compras de Treasuries pela primeira vez desde 2022. Essa combinação liquidity-positive pode impulsionar o BTC rumo a novas máximas em 2026, beneficiando traders macro atentos aos sinais do Fed.


Fraqueza do Dólar Injeta Liquidez Global

O Dollar Index mostra uma correlação inversa clara com o desempenho do Bitcoin e do S&P 500. Quando o DXY se fortalece, como ocorreu até o final de 2025, ele drena liquidez dos mercados globais, encarecendo ativos em dólar para investidores internacionais e apertando condições financeiras. Agora, com o DXY em queda contínua, o cenário inverte: mais liquidez flui para risk assets, favorecendo criptomoedas.

Analistas como o Milk Road Macro destacam que essa dinâmica é “liquidity-positive”, especialmente após meses de pressão contrária. O enfraquecimento do dólar reduz o estresse financeiro e posiciona o mercado para uma recuperação sustentada. Para o BTC, isso significa potencial para romper resistências recentes, com traders monitorando o rate of change do DXY como indicador leading.

Expansão do Balanço do Fed Acelera o Rally

O Federal Reserve iniciou compras de Treasury bills, revertendo a contração de seu balanço vista em 2025. O Net Fed Liquidity, que rastreia todas as operações liquidity-altering do banco central, agora sobe moderadamente e deve continuar assim ao longo de 2026. Essas Reserve Management Purchases, embora diferentes do QE tradicional, injetam capital fresco nos mercados financeiros.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 488.174 nesta manhã, com variação de -0,1% em 24h. Em um ambiente de liquidez crescente, espera-se que o BTC capitalize essa tendência, atraindo inflows de investidores institucionais sensíveis a políticas monetárias expansionistas.

Expectativas de Cortes de Taxa: Catalisador Extra

O mercado precifica dois a três cortes de taxa do Fed em 2026, o que pode intensificar a fraqueza do dólar. Enquanto isso, bancos centrais internacionais desaceleram o easing ou até revertem com hikes, criando uma divergência de políticas que pressiona o DXY para baixo. Essa gap torna ativos em dólar menos atrativos, direcionando capital para BTC e equities.

Gráficos históricos de DXY vs BTC revelam padrões claros: quedas prolongadas no índice precedem rallies em cripto. Traders macro devem posicionar longs em BTC com stops abaixo de suportes chave, aproveitando esse setup bullish clássico.

Setup Bull para Traders: O Que Monitorar

Essa confluência de fatores — DXY fraco, Fed expansivo e cortes iminentes — configura um ambiente ideal para Bitcoin romper US$ 100 mil. Posicionamento atual sugere mais downside no dólar, sustentando o momentum de risk assets. Fique de olho no Net Liquidity do Fed e no rate of change do DXY para confirmações. O ano de 2026 pode ser o breakout definitivo para o BTC como reserva de valor macro.


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