Regulador Fed cartoon em balança desequilibrada com blockchain florescendo e Bitcoin pressionado, ilustrando paradoxo de Warsh

Fed com Warsh: Paradoxo Apoia Blockchain, Mas Restringe Cripto

A nomeação de Kevin Warsh como presidente do Federal Reserve cria um paradoxo para o mercado de criptomoedas: apoio entusiástico à tecnologia blockchain e ao Bitcoin como “novo ouro” para jovens investidores, mas compromisso com uma política monetária restritiva, sem expansão quantitativa (QE). Em paralelo, dados alternativos da Truflation indicam resfriamento acentuado da inflação nos EUA, com CPI em 0,86% ao ano, pressionando por cortes de juros que podem beneficiar ativos de risco como o Bitcoin.


Warsh: Entusiasta da Tecnologia Blockchain

O futuro chair do Fed, Kevin Warsh, posiciona-se como defensor raro da inovação em cripto entre líderes financeiros tradicionais. Ele descreve o Bitcoin como “seu novo ouro” para investidores abaixo de 40 anos, reconhecendo-o como reserva de valor legítima. Warsh vê a blockchain como “o software mais novo e legal” para economias globais, enfatizando a necessidade de liderança americana nessa área para competir com rivais internacionais.

Essa visão marca uma ruptura com antecessores mais cautelosos. No entanto, o suporte tecnológico não se traduz em estímulos monetários ilimitados, gerando tensão no mercado cripto que depende de liquidez abundante para altas expressivas.

Política Monetária Restritiva Sem QE

Apesar de prever cortes agressivos na taxa de juros, Warsh planeja reduzir o balanço patrimonial do Fed, eliminando as injeções de liquidez via QE que impulsionaram o Bitcoin a recordes históricos. Essa abordagem de “cortes sem expansão” cria um ambiente inédito: empréstimos mais baratos, mas sem o “muro de dinheiro” que alimentava compras institucionais.

O fortalecimento do dólar sob essa estratégia reduz o apelo de ativos alternativos como o BTC. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 406.555 (-1,31% em 24h), refletindo ajuste a esse novo regime.

Inflação em Queda Pressiona por Mudanças no Fed

Dados da Truflation mostram resfriamento drástico: CPI dos EUA em 0,86% YoY (de 1,24% anterior) e core PCE em 1,38%, abaixo da meta de 2%. Isso contrasta com números oficiais (CPI 2,7% em dezembro), sugerindo que o Fed pode estar descompassado.

O dólar enfraquece, com o US Dollar Index rompendo suportes de longo prazo. Investidores como Raoul Pal argumentam que um dólar mais fraco alivia dívidas globais e apoia liquidez, beneficiando cripto. No contexto geopolítico, isso equilibra o paradoxo de Warsh, favorecendo infraestrutura blockchain mesmo com restrições monetárias.

Implicações para Cripto e Bitcoin em 2026

O cenário macro sob Warsh testa a maturidade das criptomoedas: suporte regulatório e tecnológico pode impulsionar desenvolvimento (ex: bancos servindo clientes cripto), mas preços de tokens enfrentam ventos contrários sem QE. Para brasileiros, com dólar a R$ 5,25, o BTC em queda exige monitoramento do Fed.

Investidores devem posicionar-se para um Fed focado em produtividade (IA e semicondutores com viés de alta; metais e cripto com viés de baixa no curto prazo). O paradoxo moldará 2026: blockchain avança, mas Bitcoin depende de inflação baixa forçando cortes efetivos.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Balança cartoon com barras de ouro e prata em recordes superando prédio Federal Reserve rachado, Bitcoin resistindo, em crise econômica

Ouro e Prata Batem Recordes em Meio a Crise no Fed

A fuga para ativos tangíveis ganha força: ouro ultrapassa US$ 4.624 por onça e prata bate US$ 88 em máximas históricas. Tensões entre Trump e Powell, com subpoena ao Fed, sinalizam um voto de desconfiança no sistema tradicional americano. Inflação via CPI abaixo do esperado impulsiona metais, mas o dólar fraqueja. Bitcoin oscila em torno de US$ 92 mil – porto seguro genuíno ou mera carona na liquidez global? Isso expõe fragilidades na economia dos EUA em 13 de janeiro de 2026.


Recordes Históricos de Ouro e Prata

O preço da prata superou US$ 88 após o CPI dos EUA registrar 2,7% anual e núcleo em 2,6%, abaixo das expectativas. O metal acumula alta de 21% no ano e se aproxima de US$ 100, beneficiado por inflação branda que reduz temores de juros altos. Ouro, por sua vez, avança 71% desde janeiro de 2025, atingindo US$ 4.624, impulsionado por demanda retail em meio a volatilidade geopolítica.

A prata já subiu 145% em 2025 e mais 20% no início de 2026, com volumes recordes em contratos Micro Silver da CME. Esses ganhos refletem fuga de investidores para ativos físicos, contrastando com a narrativa otimista de Wall Street sobre recuperação econômica.

Tensões Políticas Ameaçam Independência do Fed

O conflito Trump vs. Powell escalou com subpoena do Departamento de Justiça ao Fed, alegando irregularidades em reformas. Powell rebateu em vídeo, defendendo autonomia monetária contra pressões políticas. Senadores republicanos condenam a interferência, mas o episódio erode confiança no dólar como reserva global.

Geopolítica agrava: desafios à Venezuela, tensões no Irã e ambições na Groenlândia alimentam incerteza. FedWatch indica 95% de chance de juros estáveis em 3,50%-3,75%, mas qualquer sinal de politização pode disparar rendimentos e pressionar o status quo financeiro americano.

Bitcoin: Refúgio Real ou Bolha Inflacionária?

Bitcoin resiste próximo de US$ 92 mil, com ETFs registrando inflows iniciais de US$ 1,5 bi em 2026, mas outflows posteriores deixam saldo quase neutro. No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o BTC está a R$ 513.035, com alta de 4,53% em 24h e volume de 281 BTC.

Ceticismo prevalece: enquanto metais tangíveis brilham, BTC parece surfar liquidez frouxa do Fed, não substituindo ouro como hedge soberano. Volatilidade implícita cai, mas Dimon do JPM alerta subestimação de riscos macro. É provável que BTC sofra se o dólar colapsar de vez.

Implicações para o Mercado Global

A disparada de ouro e prata questiona saúde da economia americana: inflação “controlada” mascara fragilidades fiscais e políticas. Investidores devem monitorar reunião do Fed em 28 de janeiro. Para brasileiros, exposição a metais via ETF ou BTC local faz sentido, mas diversificação é chave em tempos de bearish no fiat.

Vale observar CME lançando futuros de 100 onças de prata em fevereiro, sinal de institucionalização. No entanto, narrativas de “refúgio seguro” para cripto merecem escrutínio – história mostra bolhas estourando primeiro em ativos especulativos.


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