A MicroStrategy alcançou um marco histórico ao controlar 3% do suprimento total de Bitcoin, com 709.715 BTC em sua tesouraria. Liderada por Michael Saylor, a empresa realizou 95 compras desde 2020, acumulando ganhos não realizados de US$ 13 bilhões. Esse domínio corporativo reforça a tese de escassez, com custo médio de US$ 71 mil por BTC e valor atual próximo a US$ 89 mil. Para brasileiros, segundo o Cointrader Monitor, o BTC está em R$ 459.427, destacando o potencial de longo prazo.
Mãos de Diamante da MicroStrategy
A estratégia agressiva da MicroStrategy exemplifica o compromisso de longo prazo com o Bitcoin. Com 709.715 BTC, a empresa representa um player dominante, controlando uma fatia significativa dos 21 milhões de unidades que existirão. Seu custo médio de aquisição, em torno de US$ 71.000 por BTC, gerou US$ 13 bilhões em ganhos não realizados ao preço atual de cerca de US$ 89.000.
Em janeiro de 2026, adicionaram 22.305 BTC, demonstrando apetite contínuo apesar da volatilidade. Michael Saylor, com sua visão de ‘mãos de diamante’, evita vendas, posicionando a companhia como benchmark para adoção corporativa. Essa acumulação persistente desde 2020 altera dinâmicas de mercado, tornando mais desafiador para novos entrantes obterem exposição relevante.
O otimismo é fundamentado: com suprimento fixo, cada BTC retido por corporações como essa reduz a oferta disponível, potencializando valorizações futuras para holders de longo prazo.
Acúmulo Corporativo Recorde em 2025
No ano passado, corporate treasuries compraram quase 500.000 BTC, elevando os holdings totais para 1,13 milhão de BTC — ou 5,1% da oferta em circulação. Apesar do Bitcoin encerrar 2025 com -6,4%, empresas ignoraram a correção de curto prazo, apostando no potencial secular.
A MicroStrategy liderou, mas outras como Metaplanet e Strive seguem o modelo, migrando de notas conversíveis para preferred stocks com juros variáveis, conhecidas como ‘Digital Credit’. Essa inovação financeira permite acumular BTC sem sobrecarregar balanços ou elevar riscos de insolvência.
Instituições de custódia nos EUA adicionaram 577.000 BTC no último ano, valendo US$ 53 bilhões, sinalizando demanda institucional além das corporações. Esse fluxo conjunto comprime a liquidez disponível, beneficiando quem acumula cedo.
Implicações para o Mercado de Bitcoin
A concentração de 3% nas mãos da MicroStrategy e 5,1% em treasuries intensifica a competição pelo suprimento restante. ETFs spot detêm 1,5 milhão de BTC (7,1%), mas saídas recentes mostram sensibilidade a fluxos. Corporações, com estratégia HODL, atuam como absorvedoras de oferta de longo prazo.
Para investidores brasileiros, isso reforça a atratividade do Bitcoin como reserva de valor. Com preço atual em R$ 459.427 (-3,01% em 24h), quedas são oportunidades de entrada. A tese de escassez ganha força: menos de 20% do suprimento é líquido, e players como Saylor retiram volumes significativos do mercado.
No longo prazo, essa dinâmica sugere valorização sustentada, à medida que demanda institucional cresce contra suprimento finito. Empresas que adotam BTC transformam tesourarias tradicionais em fortalezas digitais.
O Que Esperar no Horizonte
O marco da MicroStrategy sinaliza maturidade na adoção corporativa. Observadores monitoram compras adicionais, especialmente após posts de Saylor em redes sociais, que historicamente precedem anúncios. Para 2026, projeções indicam aceleração, com mais firmas seguindo o playbook de acumulação agressiva.
Investidores devem focar no quadro macro: suprimento halving reduzido e demanda crescente criam assimetria positiva. Manter posição de longo prazo é chave em meio a volatilidade de curto prazo.
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