Figuras cartoon Ivy League e Strive canalizando raios dourados e cyan para cofre BTC, ultrapassando Tesla, simbolizando acumulação institucional bullish

Ivy League e Strive: Smart Money Acelera em Bitcoin

O prestigiado Dartmouth College da Ivy League revelou aportes de US$ 15 milhões em ETFs de Bitcoin e Ethereum via Form 13F, enquanto a Strive Inc. superou a Tesla ao alcançar 12.798 BTC em sua tesouraria corporativa após aprovação de aquisição. Esses movimentos sinalizam uma aceleração impressionante do smart money institucional no ecossistema cripto, validando o Bitcoin como reserva de valor de elite e impulsionando otimismo para novas máximas históricas. Revelações de 15 de janeiro de 2026 reforçam a maturidade do mercado.


Entrada Histórica da Ivy League em ETFs Cripto

O endowment da Dartmouth, gerido com rigor acadêmico, divulgou posições novas em 201.531 ações do iShares Bitcoin Trust (IBIT) da BlackRock, avaliadas em US$ 10 milhões, e 178.148 ações do Grayscale Ethereum Mini Trust, totalizando US$ 5 milhões. Ao final de dezembro de 2025, essas alocações representam cerca de 3,8% do portfólio total de US$ 393 milhões, atuando como hedge contra inflação e diversificador frente a ativos tradicionais como o SPDR S&P 500 ETF.

Essa é uma posição inédita para Dartmouth, confirmando aquisições recentes em meio à valorização do Bitcoin para US$ 96.284. A escolha por ETFs spot regulados minimiza riscos operacionais, facilitando a adoção por instituições conservadoras. Outras Ivies como Harvard (US$ 442,9 milhões em IBIT), Brown e Emory já pavimentaram o caminho, formando uma tendência bullish entre endowments que gerenciam bilhões com foco em preservação de longo prazo.

Strive Supera Gigantes: 12.798 BTC em Tesouraria

Liderada por Vivek Ramaswamy, a Strive obteve aprovação dos acionistas da Semler Scientific para uma aquisição all-stock, integrando 5.048 BTC à sua tesouraria. Somados aos 7.750 BTC existentes, o total agora é de 12.798 BTC, posicionando-a como a 11ª maior detentora corporativa global.

A transação, anunciada em 13 de janeiro, eleva o yield de Bitcoin da Strive para mais de 15% no Q1 2026. Apesar de volatilidade nas ações (queda de 11,82% para US$ 0,97), o movimento reforça a estratégia de tesouraria pura em BTC, com planos de monetizar ativos da Semler para quitar dívidas e potencializar dividendos. Eric Semler ingressará no conselho, fortalecendo a governança.

Rebalanceamento no Ranking Corporativo

A Strive agora ultrapassa a Tesla, pioneira com US$ 1,5 bilhão em 2021 mas que reduziu posições, ilustrando o shift para empresas dedicadas como DATCOs. Dados on-chain mostram corporações acumulando três vezes mais BTC que a mineração mensal (~13.500 moedas), acelerando a escassez e sustentando rallies de preço.

Essa dinâmica cria um ciclo virtuoso: maior adoção eleva liquidez e estabilidade, atraindo mais capital. Para brasileiros, equivale a cerca de R$ 6,58 bilhões na tesouraria Strive, destacando o BTC como reserva superior em cenários inflacionários.

Cotação Atual e Perspectivas Bullish

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 512.870 (-1,95% em 24h, volume 209 BTC) confirma maturidade mesmo em correções. Com endowments Ivy e tesourarias corporativas alinhadas, o momentum sugere rompimento da retração Fibonacci 0,618 semanal rumo a ATHs.

Investidores devem monitorar próximos 13Fs e fechamentos de deals. Plataformas como a Binance facilitam exposição via spot ou ETFs brasileiros. Essa onda institucional é o catalisador definitivo para o próximo ciclo de valorização sustentada.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Professor Ivy League cartoon abrindo cofre revelando tesouros Bitcoin e Ethereum ETFs luminosos, sinalizando adoção bullish por endowments

Dartmouth Ivy League Revela US$ 15 milhões em ETFs Bitcoin e Ethereum

O Dartmouth College, prestigiada universidade da Ivy League, revelou via Form 13F aportes em ETFs de Bitcoin e Ethereum. São 201.531 ações do iShares Bitcoin Trust (IBIT) da BlackRock, avaliadas em US$ 10 milhões, e 178.148 ações do Grayscale Ethereum Mini Trust, no valor de US$ 5 milhões, ambos ao final de dezembro de 2025. Esse movimento sinaliza a confiança crescente de gestores conservadores no potencial de longo prazo dos ativos digitais como reserva de valor.


Detalhes das Posições em ETFs Cripto

A divulgação, registrada em 14 de janeiro de 2026, destaca posições novas no endowment da Dartmouth. O IBIT, um dos ETFs de Bitcoin spot mais populares, representa uma exposição direta ao BTC sem a necessidade de custódia privada. Com valor de US$ 10.006.014 em 201.531 ações, essa alocação reflete uma aposta estratégica em um ativo que tem se consolidado como digital gold.

Já o Grayscale Ethereum Mini Trust, com US$ 4.998.833 em 178.148 ações, adiciona diversificação ao portfólio com exposição ao ETH, a principal plataforma para finanças descentralizadas (DeFi) e contratos inteligentes. Ao todo, os aportes somam cerca de US$ 15 milhões, uma fatia modesta mas significativa para um endowment acadêmico conhecido por sua abordagem cautelosa.

Contexto no Portfolio do Endowment

O Form 13F totaliza US$ 393 milhões em nove posições principais, onde o IBIT ocupa cerca de 2,5% e o ETH Mini 1,3%. Comparado a holdings tradicionais como o SPDR S&P 500 ETF (US$ 227 milhões), mercados emergentes e ETFs de qualidade, a cripto surge como uma hedge contra inflação e diversificador de risco. Essas posições não existiam no 13F anterior de setembro de 2025, confirmando aquisições recentes em meio à valorização do Bitcoin para US$ 96.284 no momento da divulgação.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 514.568 no Brasil, com variação de -1,28% em 24h, reforçando sua maturidade como ativo global.

Tendência de Adoção nas Universidades Ivy League

Dartmouth não está sozinho. Brown University reportou IBIT no 13F de março de 2025 (US$ 4,9 milhões), Emory alocou US$ 15,8 milhões em Bitcoin Mini Trust em outubro de 2024, e Harvard detém a maior posição conhecida, com US$ 442,9 milhões em IBIT. Esses endowments, geridos por profissionais de elite, validam a tese institucional: cripto não é especulação passageira, mas alocação estratégica para preservação de patrimônio de longo prazo.

Analistas como MacroScope destacam o filing como "sinal importante do complexo de endowments", apontando para uma onda de adoção que fortalece a narrativa bullish.

Implicações bullish para o Mercado Cripto

Para investidores brasileiros, esse endosso Ivy League é um catalisador poderoso. Endowments gerenciam bilhões com foco em sustentabilidade, e sua entrada via ETFs regulados reduz barreiras regulatórias e operacionais. Com o Bitcoin acima da retração de 0,618 Fibonacci semanal, os dados sugerem momentum para novas máximas históricas.

É provável que mais instituições sigam, ampliando liquidez e estabilidade. Vale monitorar próximos 13Fs para medir a aceleração dessa tendência transformadora.


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