Executivos cartoon de crypto entregando baú dourado a político com selos CFTC e OCC, simbolizando doação e vitórias regulatórias da Crypto.com

Crypto.com Doa US$ 35 Milhões a PAC de Trump e Conquista Vitórias Regulatórias

A Crypto.com destinou US$ 35 milhões nos últimos 12 meses ao super PAC MAGA Inc., que apoia o presidente Donald Trump, incluindo uma doação de US$ 5 milhões em janeiro, conforme arquivos da FEC. Poucas semanas depois, a exchange obteve vitórias regulatórias significativas: apoio da CFTC em uma disputa judicial e aprovação condicional do OCC para um charter de banco nacional. A coincidência levanta questões sobre influência política em Washington.


Detalhes das Doações Políticas

A Crypto.com, por meio de sua controladora Foris Dax, intensificou suas contribuições ao MAGA Inc., totalizando US$ 35 milhões em um ano. A última injeção de US$ 5 milhões ocorreu em janeiro, conforme revelado por documentos da Comissão Federal de Eleições (FEC). Essa estratégia contrasta com abordagens de rivais como Coinbase e Ripple, que preferem super PACs próprios focados em políticas cripto não partidárias.

Segundo cobertura internacional, como a do site chinês Odaily, essas doações posicionam a exchange como uma das maiores doadoras pró-Trump no setor, em um momento de transição regulatória nos EUA.

Apoio da CFTC em Disputa Judicial

Semanas após a doação, a Comissão de Negociação de Futuros de Commodities (CFTC) interveio em uma ação movida pelo estado de Nevada contra a Crypto.com. O caso envolve mercados de previsão relacionados a esportes, área controversa. O novo chair da CFTC, Mike Selig, pró-cripto, arquivou uma moção defendendo a exchange, revertendo uma postura anterior de deferir para os tribunais.

Essa intervenção marca um apoio oficial de uma agência federal, potencialmente moldando jurisprudência sobre mercados de previsão, que ganham tração globalmente como ferramentas de apostas descentralizadas.

Aprovação para Charter Bancário Nacional

Na segunda-feira, o Escritório do Controlador da Moeda (OCC), sob o Departamento do Tesouro, concedeu aprovação condicional para um national trust bank charter à Crypto.com. Isso permite serviços de custódia de ativos digitais, staking e liquidação de transações sob supervisão federal, transformando a exchange em um “one-stop-shop” para instituições financeiras.

O CEO da empresa celebrou o marco, que eleva sua credibilidade nos EUA e pode atrair grandes players tradicionais para o ecossistema cripto.

Parcerias e Contexto Geopolítico

Os laços com o círculo de Trump vão além: meses após a primeira doação milionária, a Crypto.com firmou parceria estratégica com a Trump Media & Technology Group. Resultados incluem ETFs cripto com marca Trump e um mercado de previsão integrado ao Truth Social.

Em perspectiva global, essa dinâmica reflete o lobby agressivo do setor cripto em Washington, influenciando não só os EUA, mas jurisdições como UE e Brasil. Investidores internacionais monitoram se aprovações americanas aceleram adoção mundial, embora riscos regulatórios persistam em cenários voláteis.

Para brasileiros, decisões em Washington impactam fluxos de capital e conformidade em exchanges locais, reforçando a necessidade de diversificação regulatória.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Personagens cartoon de stablecoin e cofre digital entrando em portas douradas da NYSE, simbolizando IPO da RedotPay e adoção institucional

RedotPay Planeja IPO de US$ 1 bilhão em NY: Adoção Institucional Acelera

A RedotPay, empresa de Hong Kong especializada em pagamentos com stablecoins, planeja um IPO blockbuster de mais de US$ 1 bilhão em Nova York, possivelmente ainda este ano, com apoio de gigantes como JP Morgan, Goldman Sachs e Jefferies. Em paralelo, a Crypto.com obteve aprovação condicional para um charter de banco trust nacional nos EUA. Esses movimentos sinalizam que o mercado institucional está construindo infraestrutura sólida, ignorando o pânico de curto prazo nos preços.


RedotPay: Da Ásia para a Bolsa de Nova York

A RedotPay, que alcançou status de unicórnio em 2024 com mais de 6 milhões de usuários registrados, contratou bancos de investimento de peso para explorar uma listagem na NYSE. O IPO poderia valorizar a empresa em mais de US$ 4 bilhões, tornando-se um dos maiores a emergir do setor de stablecoins na Ásia.

Fundada em Hong Kong, a companhia levantou US$ 194 milhões em 2025, incluindo uma rodada Series B de mais de US$ 100 milhões em dezembro. Investidores como Accel, Pantera Capital e Blockchain Capital apostam no crescimento dos pagamentos globais com stablecoins, tokens atrelados a moedas fiduciárias como o dólar.

Esse passo reflete a maturidade do ecossistema: stablecoins são amplamente usadas para trading de cripto e transferências transfronteiriças, com Hong Kong prestes a emitir suas primeiras licenças para emissores no próximo mês. O mercado está se preparando para adoção em massa.

Crypto.com Fortalece Presença Regulatória nos EUA

A Crypto.com, fundada em 2016 e com mais de 400 tokens listados, recebeu aprovação condicional do Office of the Comptroller of the Currency (OCC) para operar como banco trust nacional. Isso permite custódia federalmente regulada de ativos de clientes e liquidação de trades, sem depósitos ou empréstimos.

O avanço ocorre em um ambiente regulatório mais amigável sob a administração Trump, que alivia restrições anteriores. Analistas destacam que charters como esse são essenciais para atrair clientes institucionais e integrar cripto ao sistema financeiro tradicional.

Com essa estrutura, a exchange pode oferecer serviços de custódia segura, alinhando-se à demanda crescente por infraestrutura confiável em um setor que prioriza compliance.

Infraestrutura: O Verdadeiro Motor da Adoção

Enquanto preços de Bitcoin e altcoins oscilam, esses anúncios reforçam a tese de longo prazo: o ecossistema cripto está se fortalecendo com pilares institucionais. IPOs bilionários e licenças bancárias indicam fluxos de capital massivos, semelhantes aos ciclos passados pós-halving.

Investidores atentos veem nesses movimentos a ‘estrada de ouro’ para exchanges e fintechs cripto. A RedotPay conecta Ásia a Wall Street, e a Crypto.com consolida os EUA — narrativas que transcendem volatilidade de curto prazo. Vale monitorar como isso impulsiona stablecoins e pagamentos globais.

Os fundamentos se fortalecem: adoção não é sobre picos de preço, mas sobre ecossistemas escaláveis que atraem trilhões em capital tradicional.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Executivos cartoon estilizados apertando mãos sobre cofre digital luminoso, simbolizando aprovação OCC para Crypto.com e legitimação cripto nos EUA

Crypto.com Ganha Aprovação OCC e Avança na Legitimidade Cripto nos EUA

A Crypto.com recebeu aprovação condicional do Office of the Comptroller of the Currency (OCC), regulador federal dos EUA, para estabelecer um banco nacional de trust. Essa decisão, anunciada em 23 de fevereiro de 2026, permite que a exchange ofereça serviços de custódia, staking e liquidação de negociações de ativos digitais sob supervisão federal direta. O marco ocorre em meio à mudança de postura regulatória sob a administração Trump, sinalizando maior legitimidade para o setor cripto no coração do sistema financeiro americano. Para investidores brasileiros, isso reforça a confiança em plataformas globais integradas ao ecossistema regulado.


Detalhes da Aprovação Condicional

O novo ente, Foris Dax National Trust Bank — que operará como Crypto.com National Trust Bank após aprovação final —, atuará como banco de trust de propósito limitado. Ele não aceitará depósitos nem emitirá empréstimos, concentrando-se exclusivamente em serviços para ativos digitais. A aprovação condicional autoriza a plataforma a avançar nos preparativos, incluindo requisitos de capital, governança, controles de risco e políticas internas.

Segundo o CEO Kris Marszalek, essa conquista reflete o compromisso da empresa com a conformidade regulatória. A Crypto.com já opera a Crypto.com Custody Trust Company, regulada pelo departamento bancário de New Hampshire. Com o charter federal, instituições ganham um custodiante qualificado one-stop-shop sob o padrão ouro de supervisão do OCC, simplificando compliance e elevando a confiança no mercado.

De acordo com dados recentes do Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 326.788,49, com variação de -5,17% em 24 horas, destacando a relevância de custodiantes seguros em momentos de volatilidade.

Conexão com a Nova Postura Regulatória Trump

O timing da aprovação coincide com a transição para a administração Trump, que adota viés mais favorável às criptomoedas. Marszalek foi um dos primeiros executivos do setor a se reunir com Trump em Mar-a-Lago após a vitória eleitoral de 2024. A Crypto.com contribuiu com US$ 1 milhão para o comitê de posse e doações de oito dígitos para o MAGA Inc., além de mais US$ 5 milhões em janeiro de 2026.

Essa aproximação reflete uma tendência global: governos reconhecem cripto como ferramenta de poder financeiro. Nos EUA, empresas como Circle, Paxos, BitGo e Fidelity Digital Assets também buscam charters nacionais de trust, formando uma onda de integração regulada. Autoridades americanas, ao concederem esses avais, posicionam o país como líder em inovação financeira, contrastando com restrições em jurisdições como a União Europeia.

Para o cenário geopolítico, isso fortalece o dólar digital via stablecoins e custódia, impactando fluxos de capital internacionais, incluindo do Brasil.

Impacto no Mercado Cripto e Perspectivas Globais

Enquanto a Crypto.com avança na legitimidade institucional, o mercado cripto enfrenta correções. Analistas observam que o Ethereum está posicionado em uma zona de demanda de 5 anos, entre US$ 1.500 e níveis de acumulação histórica de 2022-2023. Especialistas como Merlijn The Trader destacam que essa faixa tem sido de acumulação, não distribuição, sugerindo potencial reversão com momentum crescente.

O ETH negocia a cerca de R$ 9.434,66, com queda de 5,34% em 24 horas, reforçando a necessidade de custodiantes regulados como o da Crypto.com. Investidores de longo prazo veem ETH como ativo para horizontes plurianuais, não especulação de curto prazo. Essa dinâmica global influencia portfólios brasileiros, onde exchanges como a Crypto.com facilitam acesso a serviços avançados.

O aval do OCC sinaliza maturidade: cripto não é mais periferia, mas parte do sistema financeiro federal. Países como o Brasil, com CVM e Banco Central evoluindo, podem se inspirar nessa integração para atrair investimentos estrangeiros.

Próximos Passos e Implicações para Investidores

A Crypto.com deve cumprir exigências pré-abertura para obter aprovação final, potencializando serviços para instituições globais. Para brasileiros, isso significa maior segurança em custódia de BTC e altcoins, especialmente em ciclos voláteis. Monitorar decisões do OCC e políticas Trump será essencial, pois moldam o futuro da adoção cripto mundial.

Essa vitória reforça a narrativa de legitimidade, conectando Washington a ecossistemas como o brasileiro, onde o volume de BTC em 24h soma 436 unidades nas exchanges locais.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Personagens cartoon de trader crypto e banqueiro tradicional abrindo cofre bancário para rede blockchain luminosa, simbolizando aprovações para exchanges virarem bancos nos EUA

Exchanges Viram Bancos: Crypto.com e Binance.US Avançam nos EUA

A Crypto.com recebeu aprovação condicional do Escritório do Controlador da Moeda (OCC) para operar como banco nacional de trust nos Estados Unidos, permitindo custódia regulada de ativos digitais, staking e liquidação de trades. Em paralelo, a Binance.US avalia parcerias bancárias mais profundas e possível obtenção de charter financeiro, após a SEC retirar ação judicial de 2023. Esses movimentos, anunciados em 23 de fevereiro de 2026, marcam uma virada regulatória sob a administração Trump, elevando a legitimidade do setor cripto em Wall Street.


Aprovação da Crypto.com: Entrada no Sistema Bancário Federal

A Foris Dax National Trust Bank, subsidiária da Crypto.com, agora pode oferecer serviços sob supervisão federal do OCC. Isso inclui custódia de criptoativos, staking de ativos custodiados e liquidação de negociações, atendendo instituições que demandam padrões elevados de compliance. Segundo o CEO Kris Marszalek, essa etapa reforça o compromisso com segurança e atende à necessidade de custodians qualificados.

O marco segue decisões do OCC em maio de 2025, autorizando bancos tradicionais a custodiar cripto, e a assinatura do GENIUS Act em julho, que regula emissão e trading de stablecoins. A Crypto.com se junta a Circle, Ripple e Paxos nessa onda, enquanto Coinbase e World Liberty Financial tramitam aplicações semelhantes. Bancos tradicionais, no entanto, pressionam por mais transparência nos processos.

Binance.US: Expansão Pós-Recuo da SEC

Changpeng Zhao (CZ), maior acionista da Binance.US, confirmou em entrevista à Bloomberg os planos de expansão. Livre de envolvimento diário, CZ destaca um ambiente regulatório mais amigável com Paul Atkins à frente da SEC e a criação de uma Crypto Task Force. A ação de 2023 da SEC, retirada em maio de 2025, havia paralisado depósitos e saques em dólares por 18 meses, reduzindo volumes.

Agora, a plataforma avalia laços bancários ampliados ou charter nacional, focando em facilitar acesso a produtos premium para usuários americanos. CZ enfatiza separação da Binance global e nega laços com a família Trump, apesar de perdão presidencial em 2025.

Contexto Regulatório e Tensões Setoriais

Esses avanços refletem uma mudança geopolítica nos EUA: de enforcement agressivo para framework equilibrado entre proteção ao investidor e inovação. O mercado de stablecoins atingiu US$ 309 bilhões, integrando cripto à infraestrutura financeira mainstream. Grupos como American Bankers Association cobram cautela, temendo riscos sistêmicos.

Globalmente, regulações americanas influenciam jurisdições como UE e Ásia. Para brasileiros, isso sinaliza maior estabilidade, facilitando remessas via stablecoins e custódia segura em exchanges globais.

Implicações para Investidores Globais

A transformação de exchanges em entidades bancárias federais legitima o ecossistema, atraindo capital institucional. Investidores devem monitorar aprovações finais e impactos em concorrência. Plataformas como Binance oferecem ecossistemas robustos para navegar essa era.

Segundo fontes internacionais como BlockTempo, CZ reforça otimismo com parcerias bancárias, alinhando-se à tendência de maturidade regulatória.


📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Executivos cartoon construindo ponte entre banco e crypto com fluxo 17B e investidor comprando BTC em 67K, simbolizando nova era institucional

ETF de US$ 17 Bilhões e Crypto.com como Banco: A Nova Era Institucional

📊 BOLETIM CRIPTO | 23/02/2026 | NOITE

O mercado cripto atinge um novo patamar de maturidade institucional neste início de 2026, com o lançamento histórico do ETF GENIUS da ProShares registrando um volume sem precedentes de US$ 17 bilhões. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 334.048,83, mantendo o suporte crucial após o autor Robert Kiyosaki reforçar sua tese de escassez contra a dívida americana. Embora o período tenha sido marcado por investidas regulatórias na Europa e incidentes de segurança em protocolos DeFi de baixa liquidez, o viés de alta moderado prevalece, sustentado por marcos de conformidade como a aprovação do primeiro banco trust nacional da Crypto.com pela OCC.


🔥 Destaque: ETF GENIUS da ProShares Atrai US$ 17 Bilhões

O lançamento do ProShares Genius Money Market ETF marcou o cenário financeiro global ao registrar um volume de negociações de US$ 17 bilhões em seu primeiro dia. Este desempenho superou as estreias de qualquer ETF de criptomoedas ou fundos ESG anteriores, sinalizando uma demanda avassaladora por ativos do mundo real (RWA) tokenizados que seguem padrões rigorosos de conformidade.

De acordo com a Blockonomi, embora uma parcela significativa desse volume tenha sido impulsionada por alocações internas da própria ProShares para sua gestão de tesouraria, o evento valida a eficácia do GENIUS Act. O fundo utiliza títulos governamentais de curto prazo como lastro, oferecendo uma alternativa regulamentada e com rendimento (yield) às stablecoins tradicionais.

Para o investidor institucional, a utilidade reside na integração com blockchain para liquidação imediata sem a perda de juros. No entanto, é necessário monitorar a sustentabilidade desse volume orgânico nas próximas semanas. A estratégia demonstra a convergência definitiva entre as finanças tradicionais (TradFi) e a infraestrutura descentralizada, posicionando fundos tokenizados como o novo padrão para gestão de caixa corporativa.

O sucesso do GENIUS ETF abre caminho para uma onda de produtos similares, elevando a liquidez em ativos RWA e fortalecendo a narrativa de que a tokenização é o caminho inevitável para a eficiência operacional dos grandes bancos.


📈 Panorama do Mercado

O sentimento predominante é de um otimismo cauteloso. O mercado está operando sob a narrativa de “Institucionalização Total”, onde marcos regulatórios positivos, como a Crypto.com recebendo sinal verde da OCC para operar como banco nacional, oferecem um contraponto sólido às notícias pessimistas de segurança.

Apesar da volatilidade pontual causada por ataques de FUD contra a stablecoin USD1 da família Trump e exploits em oráculos no Stellar, a resiliência demonstrada pelo sistema é notável. O fluxo de capital para exchanges reguladas, como a Binance, continua sendo o driver principal de liquidez, especialmente em momentos de incerteza em plataformas menores ou não conformes na Europa.

Setorialmente, o segmento de RWA (Real World Assets) vive seu momento de maior aquecimento técnico. A integração entre banking e cripto nos EUA está acelerando, o que deve mitigar os riscos de contágio de hacks isolados em protocolos DeFi menos líquidos.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Ataques Coordenados em Stablecoins: O incidente com a USD1 da WLFI, relatado pela BlockTempo, mostra que ativos vinculados a figuras políticas podem sofrer pressão artificial via redes sociais e apostas vendidas massivas.
  • Exploits em Mercados Ilíquidos: O hack de US$ 10 milhões no YieldBlox via manipulação de oráculo Reflector reforça a periculosidade de depositar fundos em protocolos com baixo volume de negociação nas redes Stellar ou similares.
  • Equipe de Conformidade: A proibição da KuCoin na UE, conforme a CoinDesk, destaca que a falta de pessoal especializado em AML (prevenção à lavagem de dinheiro) pode paralisar operações sob o regime MiCA.
  • Automação sem Salvaguardas: O erro do agente de IA “Lobstar Wilde”, que transferiu acidentalmente 5% da oferta de um token, serve de alerta sobre a ausência de supervisão humana em bots de negociação experimental.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Custódia Federal nos EUA: A aprovação da Crypto.com pela OCC cria uma janela para investidores institucionais buscarem custódia qualificada sob o “padrão ouro” de supervisão bancária.
  • Acumulação em Suporte: A compra estratégica de 1 BTC por Robert Kiyosaki a US$ 67.000 valida este nível como um suporte técnico e psicológico importante para o médio prazo.
  • Migração de Volume na UE: A interrupção de novos negócios da KuCoin na Áustria abre espaço para que exchanges totalmente conformes com o MiCA capturem participação de mercado imediata no mercado europeu.

📰 Principais Notícias do Período

1. ProShares GENIUS ETF explode com US$ 17 bi no 1º dia
O fundo alcançou volume recorde, impulsionado por transferências internas da ProShares. O lançamento valida o uso de fundos de mercado monetário tokenizados em conformidade com o GENIUS Act, superando estreias históricas de ETFs.

2. Crypto.com recebe aprovação condicional OCC para banco trust nacional
A exchange obteve autorização para operar o Crypto.com National Trust Bank nos EUA. O marco permitirá oferecer serviços de custódia e staking sob supervisão direta do regulador federal, integrando-se ao sistema bancário tradicional.

3. USD1 da WLFI sofre ataque FUD e perda de paridade de 2%, mas recupera
A stablecoin ligada à família Trump sofreu uma tentativa de manipulação coordenada via redes sociais. O ativo chegou a US$ 0,98 na Binance, mas recuperou a paridade em minutos graças às reservas em títulos do Tesouro dos EUA.

4. KuCoin proibida de novos negócios na UE por falhas em AML
O regulador austríaco suspendeu novos cadastros da exchange por falta de oficiais de conformidade. O caso sinaliza o rigor do MiCA em exigir que empresas mantenham infraestrutura operacional humana adequada para prevenção a crimes financeiros.

5. Hack YieldBlox: US$ 10M perdidos em exploit de oráculo no Stellar
Um invasor explorou a baixa liquidez do mercado USTRY/USDC para manipular o preço em oráculos e drenar ativos do protocolo. A Stellar reagiu congelando 48 milhões de XLM, mitigando parte do prejuízo total.

6. Kiyosaki compra BTC a US$ 67k citando dívida EUA e escassez
O autor de “Pai Rico, Pai Pobre” aproveitou o recuo recente para acumular. Segundo Robert Kiyosaki, a escassez fixa de 21 milhões do Bitcoin o torna superior ao ouro diante da desvalorização do dólar americano.

7. Erro de IA em negociação algorítmica: lições do caso Lobstar Wilde
Um agente autônomo enviado por um engenheiro da OpenAI transferiu acidentalmente US$ 450 mil em tokens devido a uma má interpretação de comandos. O erro reforça a necessidade urgente de camadas de segurança humana em IA DeFi.


🔍 O Que Monitorar

  • Volume do GENIUS ETF: Observar se a atividade se mantém orgânica após o impacto inicial das alocações internas da ProShares.
  • Paridade da USD1: Acompanhar a estabilidade da stablecoin frente a novos ataques coordenados por motivações políticas.
  • Aprovação Final OCC: O status da licença plena para a Crypto.com ditará o ritmo da entrada institucional em custódia.
  • Liquidez no Stellar: Monitorar se o hack no YieldBlox causará uma saída de TVL (valor total bloqueado) na rede.

🔮 Perspectiva

Para as próximas 24 a 48 horas, a perspectiva permanece com viés de alta moderado. O peso dos US$ 17 bilhões movimentados no novo ETF da ProShares e o avanço bancário da Crypto.com superam os riscos operacionais trazidos pelos recentes hacks. É provável que o suporte do Bitcoin em US$ 67.000 atraia mais compradores institucionais caso a narrativa de escassez continue em evidência. Investidores devem estar atentos à divulgação de novos dados de reservas da WLFI e à reação dos volumes na Europa após a sanção contra a KuCoin. Se você busca diversificar seus ativos em uma plataforma com alta liquidez, a Binance continua sendo a referência para acompanhar essas movimentações de mercado em tempo real.


📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Personagens cartoon de regulador federal e estados em cabo de guerra sobre portal Web3, simbolizando disputa CFTC contra proibições em prediction markets

CFTC Entra em Guerra com Estados por Mercados de Predição

A Comissão de Negociação de Futuros de Commodities (CFTC), sob comando de Mike Selig, entrou com um breve amicus curiae no tribunal para defender sua autoridade exclusiva sobre mercados de predição nos EUA. Estados como Nevada, Massachusetts e Nova York barram plataformas como Polymarket, Kalshi e Crypto.com, tratando-as como apostas esportivas. Selig alerta: ‘Veremos vocês na corte’. Essa guerra federal versus estadual marca um ponto de virada para a Web3, redefinindo mercados de predição como finanças reguladas, não jogos de azar. O embate ocorre em 17 de fevereiro de 2026, com implicações globais para previsões on-chain.


Autoridade Federal sobre Event Contracts

O presidente da CFTC, Mike Selig, argumenta que a agência regula esses mercados há mais de duas décadas, conforme a Commodity Exchange Act. Prediction markets são vistos como derivativos baseados em commodities, permitindo hedge contra riscos como variações climáticas ou preços de energia. Segundo autoridades da CFTC, eles funcionam como verificadores de informação, mais precisos que pesquisas tradicionais em eventos como eleições de 2024, onde Polymarket registrou bilhões em volume.

A agência reverteu posturas anteriores da era Biden, abandonando apelações contra Kalshi e abraçando inovação sob Trump. Selig enfatiza que contratos de eventos são swaps sem exposição direta ao ativo subjacente, excluindo cebolas e bilheterias de cinema da definição ampla de commodities. Essa posição federal busca unificar regulação, evitando fragmentação estadual que inibe crescimento.

Desafios Estaduais e Litígios em Massa

Estados contestam a jurisdição da CFTC, alegando violação de leis locais de apostas. Nevada decidiu em novembro que contratos esportivos não cabem à agência federal. Há mais de 50 ações judiciais contra exchanges registradas como Kalshi (19 processos), Polymarket (sob escrutínio em Tennessee, Nevada e Nova York) e Crypto.com, que recebe suporte direto da CFTC em apelação no Nono Circuito.

Coinbase também processa Connecticut, Illinois e Michigan por tentativas semelhantes. Governador de Utah, Spencer Cox, rebateu Selig no X, chamando-os de ‘jogo puro’ que destrói famílias. Senadora Elizabeth Warren critica a CFTC por enfraquecer poderes estaduais contra ‘golpes’ em gambling.

Mercados de Predição: Finanças ou Apostas?

A distinção é crucial: CFTC classifica como ferramentas financeiras para prever eleições, economia, esportes ou moda, gerando previsões mais ágeis que pesquisas. Diferente de apostas, oferecem hedge comercial e checagem de notícias. Plataformas on-chain como Polymarket revolucionam Web3 ao tokenizar probabilidades em blockchain, atraindo volumes massivos.

No contexto global, essa batalha reflete tensões regulatórias vistas na UE e Ásia, onde prediction markets testam fronteiras entre DeFi e gaming. Para investidores brasileiros, decisões nos EUA influenciam fluxos globais, podendo validar modelos híbridos em jurisdições emergentes.

Implicações para o Setor Web3

Uma vitória da CFTC solidificaria liderança americana em inovação financeira, protegendo plataformas de proibições locais e fomentando regras novas para event contracts. Perdas poderiam fragmentar o mercado, impulsionando migração para offshores. Investidores devem monitorar o Nono Circuito, pois o precedente moldará adoção de previsões on-chain mundialmente, conectando regulação doméstica a dinâmicas geopolíticas maiores.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Personagem cartoon Trump Media empurrando porta da SEC com touro BTC, prisma ETH e estrela CRO emergindo, simbolizando pressão por ETFs com staking

Trump Media Pressiona SEC com ETFs de BTC, ETH e CRO com Staking

A Trump Media, conglomerado ligado ao presidente dos EUA Donald Trump, intensificou sua ofensiva no mercado cripto ao registrar junto à SEC dois novos ETFs: o Truth Social Bitcoin and Ether ETF e o Truth Social Cronos Yield Maximizer ETF. Em parceria estratégica com a Crypto.com, os produtos incorporam rendimentos de staking, pressionando o regulador em um ano de transição política em Washington. Analistas veem nisso um teste para a aprovação de mecanismos de yield em veículos regulados.


Detalhes dos Novos ETFs Propostos

O Truth Social Bitcoin and Ether ETF busca replicar o desempenho dos dois maiores criptoativos por capitalização, com alocação aproximada de 60% em Bitcoin e 40% em Ethereum, incluindo recompensas de staking do ETH. Já o Cronos Yield Maximizer ETF foca no token CRO da blockchain Cronos, desenvolvida pela Crypto.com, maximizando retornos via staking. Ambos cobram taxa de administração de 0,95%, com custódia e liquidez providas pela exchange.

Segundo o Portal do Bitcoin, os fundos serão executados via Foris Capital US LLC, braço da Crypto.com, sinalizando confiança na infraestrutura da plataforma para investidores institucionais americanos. O CEO Kris Marszalek destacou a ‘proposta de valor sólida’ dos produtos, ampliando acesso a ativos digitais com rendimento passivo.

Parcerias Estratégicas e Estrutura Operacional

A iniciativa conta com a consultoria da Yorkville America Equities, gestora focada em investimentos alinhados aos interesses dos EUA. Steve Neamtz, presidente da Yorkville, enfatizou a combinação de apreciação de capital e geração de renda, diferenciando esses ETFs dos spot tradicionais. A Crypto.com, com histórico de relações comerciais com o grupo Trump, assume papéis centrais em custódia, liquidez e execução de staking.

Esse ecossistema reflete uma tendência global onde exchanges estabelecidas buscam integração regulada. No contexto europeu, aprovações semelhantes pela FCA no Reino Unido ilustram como jurisdições variam em maturidade regulatória, influenciando fluxos de capital transfronteiriços.

Contexto Regulatório e Geopolítico nos EUA

A SEC acelerou aprovações de ETFs spot de Bitcoin e Ethereum, mas adia propostas com staking ou altcoins, citando preocupações com custódia e volatilidade. Esses depósitos da Trump Media chegam em meio a saídas massivas dos ETFs BTC spot — US$ 360 milhões na última semana, per Cointelegraph —, testando o apetite por inovação em fase de baixa.

Analista Eric Balchunas, da Bloomberg, prevê operação em meses, mas o timing coincide com agenda política trumpista pró-cripto. Decisões em Washington reverberam globalmente: para brasileiros, isso pode acelerar debates sobre regulação local via CVM, alinhando o país a padrões internacionais.

Implicações para Investidores Globais

Se aprovados, esses ETFs posicionam a marca Trump como player financeiro, potencializando influxos institucionais. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 365.809 (+1,55% em 24h), refletindo otimismo macro. Investidores devem monitorar o exame da SEC, pois yields de staking em ETFs poderiam normalizar retornos passivos regulados, alterando dinâmicas de portfólio em mercados emergentes como o Brasil.

Globalmente, isso sinaliza maturidade: da Ásia à Europa, regulações evoluem, moldando onde o capital cripto fluirá. O ‘efeito Trump’ pode catalisar aprovações semelhantes, beneficiando ecossistemas como o da Crypto.com.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Executivos cartoon de política e cripto apertando mãos sobre rede de staking com BTC ETH CRO, simbolizando convergência Trump Media e ETFs à SEC

Trump Media pede ETFs com Staking de BTC, ETH e CRO à SEC

A Truth Social Funds da Trump Media protocolou pedidos formais junto à SEC para lançar dois ETFs inovadores: um focado em Bitcoin e Ethereum com divisão 60-40 e staking de ETH, e outro maximizador de rendimento no Cronos (CRO) com staking nativo. Parceria com a Crypto.com como custodiante reforça a credibilidade. O movimento, datado de 13 de fevereiro de 2026, sinaliza a convergência definitiva entre política americana e criptomoedas, potencializando a adoção institucional.


Detalhes dos ETFs Propostos

Os novos produtos da Truth Social Funds representam um passo ousado na financialização de criptoativos. O Truth Social Bitcoin and Ether ETF alocará cerca de 60% em BTC e 40% em ETH, oferecendo aos investidores exposição combinada aos líderes de mercado. Diferencial chave: os detentores receberão recompensas de staking da posição em Ethereum, transformando o ETF em um veículo de rendimento passivo.

Já o Truth Social Cronos Yield Maximizer ETF rastreia o token nativo da blockchain Cronos, ligada à Crypto.com, com ênfase em staking nativo e liquid staking. Essa estrutura visa maximizar yields para investidores, conectando o ecossistema Cronos ao varejo institucional via ETFs acessíveis. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 367.503 nesta manhã de sábado, com alta de 5,09% em 24 horas, reforçando o momentum de alta.

Parceria Estratégica com Crypto.com

A escolha da Crypto.com como provedora de custódia, liquidez e serviços de staking não é aleatória. "Estamos felizes em fornecer esses serviços para os novos ETFs da Truth Social Funds", declarou Kris Marszalek, CEO da exchange. Essa aliança valida o Cronos perante reguladores, ao posicioná-lo em um produto regulado pela SEC. Para Bruno Barros, o mercado está construindo bases sólidas: a integração de staking em ETFs legitima mecanismos DeFi para o público tradicional.

Trump Media já havia feito filing para um ETF solo de Bitcoin em junho e um blue-chip com BTC, ETH, SOL, XRP e CRO. Analistas como Eric Balchunas preveem lançamentos nos próximos meses, acelerando fluxos institucionais.

Contexto Trump Media e Adoção Institucional

A Trump Media, por trás do Truth Social, adota uma estratégia "America first". Seus ETFs atuais incluem imóveis vermelhos, defesa e ícones americanos como Walmart. Os cripto-ETFs expandem essa visão patriótica para ativos digitais, atraindo investidores conservadores. Ações DJT subiram 0,9% na sexta, cotadas a US$ 10,98, apesar de queda de 39% em seis meses.

Esse "Efeito Trump" impulsiona a narrativa de adoção. Após aprovações de ETFs de BTC e ETH em 2024-2025, staking emerge como próxima fronteira, especialmente para ETH pós-Merge. Para Cronos, o filing eleva sua legitimidade, provando maturidade além de exchange token.

Implicações para o Mercado Cripto

Esses pedidos sinalizam maturidade regulatória. A SEC, sob pressão política, pode acelerar aprovações, abrindo portas para staking em produtos listados. Para investidores brasileiros, isso democratiza acesso a yields sem complexidade de wallets. Os fundamentos se fortalecem: fluxos de ETF como métrica de adoção superam volatilidade de curto prazo.

Vale monitorar reações da SEC e influxos iniciais. Em um ciclo pós-halving, movimentos institucionais como esse constroem o bull market sustentável. O investidor comum ganha com narrativas conectadas à política global.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Executivo cartoon erguendo domínio 'ai.com' cristalino com energias cripto dourada e IA cyan fundindo, simbolizando compra recorde pela Crypto.com

Fundador da Crypto.com Compra ai.com por Recorde de US$ 70 Milhões

Kris Marszalek, cofundador e CEO da Crypto.com, acaba de entrar para a história ao comprar o domínio ai.com por US$ 70 milhões — equivalente a cerca de R$ 364 milhões — pagos integralmente em criptomoedas. A transação, realizada em abril de 2025, mais que dobrou o recorde anterior de US$ 30 milhões e sinaliza o poder financeiro das exchanges cripto, agora investindo pesado na fusão com inteligência artificial.


O Recordista dos Domínios

A aquisição do ai.com representa o maior valor já pago publicamente por um domínio web. Intermediada por Larry Fischer, da GetYourDomain.com, a operação superou o negócio de 2019 da Block.one com o voice.com. Marszalek já havia demonstrado visão estratégica ao investir US$ 12 milhões no Crypto.com em 2018, transformando-o na identidade global da exchange.

Esse movimento reflete a maturidade do ecossistema cripto. Grandes participantes como a Crypto.com não só sobrevivem a ciclos de volatilidade, mas usam lucros para posicionar-se em tendências exponenciais como a IA. O mercado cripto está construindo, e investimentos como esse reforçam os fundamentos de adoção em massa.

Plataforma de Agentes AI Autônomos

O ai.com não é apenas um domínio premium: é a porta de entrada para uma plataforma revolucionária de agentes de IA autônomos. Diferente de chatbots tradicionais, esses agentes executam tarefas reais em nome do usuário, como negociações de ações, gerenciamento de agendas e automação de fluxos de trabalho. Marszalek descreve o projeto como o “front door to AGI” — a inteligência artificial geral — por meio de uma rede descentralizada.

O lançamento foi épico: um comercial no Super Bowl LX gerou tráfego insano, derrubando o site por horas. “Níveis de tráfego inéditos”, comentou o CEO no X. Isso demonstra demanda real e valida a tese de que cripto e IA se complementam: blockchains para descentralização, IA para execução inteligente.

Fusão Cripto-IA: Sinal de Força do Mercado

O timing é perfeito. O setor de IA gastou quase US$ 1,5 trilhão globalmente em 2025, segundo a Gartner, com Alphabet, Amazon, Meta e Microsoft planejando injetar US$ 650 bilhões só em infraestrutura este ano. Marszalek, com seu background em cripto, posiciona a Crypto.com na interseção dessas megatendências.

Para investidores em CRO ou entusiastas de tecnologia, isso é de viés de alta: exchanges com caixa sobrando para apostas recordes fora do core business. Reflete fluxos de capital institucional e tesourarias robustas, semelhantes às adoções corporativas de Bitcoin. O mercado cripto não está apenas sobrevivendo — está expandindo territórios.

Implicações para o Ecossistema Cripto

Essa jogada estratégica de Marszalek reforça a narrativa de longo prazo: cripto como infraestrutura para inovações como IA descentralizada. Baleias e fundadores estão apostando em narrativas híbridas, o que atrai mais liquidez e adoção. Vale monitorar como o ai.com evoluirá, potencialmente integrando pagamentos em cripto ou staking para agentes de IA.

Em um ciclo de alta, movimentos como esse aceleram o momentum. Os fundamentos se fortalecem: de patrocínios agressivos a investimentos visionários, o ecossistema prova sua resiliência e ambição global.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Personagens cartoon de Crypto.com e irmãs disputando saco de dinheiro '10M' em tribunal, simbolizando erro de transferência e processo judicial

Erro de US$ 10 milhões da Crypto.com: Fase Final do Processo

A Crypto.com tenta recuperar US$ 10,5 milhões enviados por erro a duas irmãs australianas em 2021. O processo judicial na Austrália entra agora em sua fase final, com a exchange pressionando para ressarcimento. Apesar da curiosidade sobre um possível desfecho criminal este fim de semana, não há confirmações de condenação penal até o momento. O caso serve de alerta: dinheiro recebido por engano não é ‘achado não é roubado’ e pode gerar graves consequências legais.


O Erro que Virou Pesadelo Financeiro

Em maio de 2021, a Crypto.com cometeu um erro operacional e depositou cerca de 8,6 milhões de dólares australianos (equivalente a US$ 10,5 milhões na época) na conta bancária de Jenny e Tamira Thevamanogami, irmãs de Melbourne. O valor era destinado a outra conta, mas um lapso na identificação levou ao envio equivocado.

As irmãs, inicialmente atônitas, decidiram gastar parte significativa da quantia em luxos: viagens internacionais, joias, carros de luxo e uma casa. Elas retiraram mais de 4 milhões de dólares australianos em poucas semanas, ignorando tentativas iniciais da exchange de contato. Esse comportamento transformou um erro técnico em um caso de enriquecimento ilícito aos olhos da lei australiana.

A Crypto.com moveu ação civil imediatamente, congelando ativos e buscando restituição. Até hoje, as irmãs devolveram cerca de metade do valor, mas o litígio persiste devido a gastos irreversíveis.

Status Atual: Fase Final sem Condenação Criminal

O processo entra em fase final, com audiências recentes na Suprema Corte de Victoria. A justiça civil prioriza a devolução do montante, com juros e custos processuais. Pesquisas recentes não revelam condenação criminal nova este fim de semana, como especulado. As irmãs enfrentam risco de falência e restrições financeiras, mas sem prisão confirmada até 24 de janeiro de 2026.

Autoridades australianas investigam se houve fraude intencional, mas o foco permanece no âmbito civil. Isso reforça que erros de terceiros não legitimam apropriação indevida.

Lições Práticas para Usuários de Cripto

Se você receber um depósito inesperado em sua conta de exchange ou banco, siga estes passos imediatos:

  1. Notifique a instituição: Contate a exchange ou banco em até 24 horas, documentando tudo por e-mail.
  2. Não movimente o valor: Qualquer uso pode ser visto como enriquecimento sem causa, punível por lei.
  3. Consulte um advogado: No Brasil, o Código Civil (art. 884) obriga restituição de valores recebidos por erro.
  4. Monitore sua conta: Exchanges como Crypto.com ou Binance têm políticas rígidas para reversão.

Para brasileiros, lembre-se: transferências em reais via PIX ou TED seguem regras semelhantes do Banco Central. ‘Achado não é roubado’ aplica-se a objetos perdidos, não a erros digitais rastreáveis.

O Que Esperar e Como se Proteger

O desfecho pode definir precedentes para disputas em cripto na Austrália, influenciando globalmente. Usuários devem priorizar plataformas com suporte 24/7 e verificação dupla em transações acima de R$ 10 mil.

Invista em educação financeira: entenda termos de serviço das exchanges. No Brasil, CVM e BC monitoram crescentes casos de erros em fintechs.


📌 Nota: Uma ou mais fontes citadas estavam temporariamente indisponíveis no momento da redação.

💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Irmãs cartoon gastando dinheiro por erro de exchange Crypto.com, uma em compras e outra enfrentando processo judicial por devolução

Erro de US$ 10,5 Milhões na Crypto.com: Irmãs Gastam e Viram Réus

O erro milionário da Crypto.com transformou um simples reembolso de US$ 100 em uma transferência de US$ 10,5 milhões para duas irmãs australianas. Um lapso operacional permitiu que elas desfrutassem de uma vida luxuosa por sete meses, incluindo a compra de uma mansão, antes que a exchange descobrisse a falha. Agora, elas enfrentam as consequências jurídicas inevitáveis. O que acontece quando você recebe uma fortuna por engano?


O Lapso Operacional que Mudou Vidas

Em um procedimento rotineiro de reembolso, um funcionário da Crypto.com cometeu um erro grave: digitou o número da conta das irmãs no campo destinado ao valor da transação. Em vez de US$ 100, o sistema processou US$ 10,5 milhões instantaneamente. A falha passou despercebida inicialmente, permitindo que as beneficiárias recebessem a quantia sem alertas automáticos.

Essa brecha expõe vulnerabilidades nos controles internos das exchanges. Como uma plataforma que lida com bilhões diariamente pode confundir dados tão críticos? A ausência de validações duplas ou limites em transferências de reembolso levanta questionamentos sobre os protocolos de segurança da Crypto.com, especialmente em um setor propenso a exploits e erros humanos.

Gastos Extravagantes e Sete Meses de Luxo

As irmãs, identificadas apenas como beneficiárias do erro, não hesitaram em utilizar os fundos. Elas adquiriram uma mansão de luxo e financiaram um estilo de vida opulento por mais de meio ano. Compras extravagantes incluíram viagens, veículos de alta gama e despesas pessoais que evaporaram milhões rapidamente.

A decisão de não reportar o erro levanta sérias dúvidas éticas. Saber que o dinheiro não lhes pertencia, elas optaram pelo silêncio, testando os limites da moralidade humana diante de uma fortuna inesperada. Esse comportamento não é isolado no mundo cripto, onde histórias de fortunas “achadas” frequentemente terminam em tribunais.

Ação Judicial e Recuperação dos Fundos

Uma auditoria interna revelou a discrepância meses depois. A Crypto.com agiu rapidamente, congelando contas relacionadas e iniciando processo judicial. O tribunal australiano determinou que as irmãs tinham obrigação legal de devolver o valor integral, independentemente da demora na detecção do erro pela exchange.

Como resultado, elas foram forçadas a liquidar a mansão comprada com os fundos e repassar o saldo remanescente. O caso serve como precedente: erros operacionais não conferem direitos de propriedade, e o Judiciário prioriza a restituição total.

Lições para Exchanges e Usuários

Esse incidente destaca a necessidade de robustos sistemas de verificação em plataformas cripto. Exchanges devem implementar camadas múltiplas de aprovação para transações acima de certos limites, além de auditorias em tempo real. Para usuários, a lição é clara: fundos não solicitados devem ser reportados imediatamente para evitar complicações legais.

No ecossistema cripto, onde a confiança é tudo, falhas como essa erodem a credibilidade. Investidores brasileiros, atentos a plataformas globais, devem priorizar exchanges com histórico sólido de segurança operacional.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Rede neural digital com nó BTC central corrompido e vazamentos vermelhos, representando crise de segurança e prejuízos on-chain no Bitcoin

Crise de Segurança Cripto: BTC Registra Prejuízos On-Chain

📊 BOLETIM CRIPTO | 23/01/2026 | MANHÃ

Cautela define o início da manhã de 23 de janeiro de 2026. Falhas críticas de segurança na custódia estatal na Coreia do Sul e erro operacional na Crypto.com, combinadas com o primeiro sinal on-chain negativo de lucros no Bitcoin desde 2023, pesam mais que avanços regulatórios isolados como o draft do Senado americano. Esses eventos expõem fragilidades sistêmicas na gestão de ativos digitais, erodindo a confiança de investidores. O viés de baixa moderado prevalece, com perdas realizadas de 69 mil BTC sinalizando possível capitulação inicial, enquanto tensões regulatórias globais — de fraudes na China a vácuos legais nos EUA — amplificam a percepção de risco. Este boletim detalha o que aconteceu, implicações e indicadores chave para navegar o cenário.


🔥 Destaque: Bitcoin: Métrica de Lucro On-Chain Negativa Pela 1ª Vez Desde 2023

Pela primeira vez desde outubro de 2023, a métrica de Lucro/Prejuízo Realizado Líquido do Bitcoin entrou em território negativo, segundo a CryptoQuant. Isso indica que movimentações na blockchain resultaram em prejuízos agregados de cerca de 69 mil BTC, equivalentes a US$ 6,18 bilhões ao preço atual próximo de US$ 89 mil.

O sinal contrasta com picos anteriores de realização de lucros, como 1,2 milhão de BTC em março de 2024. Analistas comparam o padrão ao de março de 2022, que precedeu o mercado de baixa prolongado. Investidores de curto prazo — os “turistas”, como chamados — estão capitulando, vendendo com perda em meio à queda recente abaixo de US$ 90 mil.

Embora o evento sugira enfraquecimento da tendência de alta, vozes como Sean Dawson, da Derive, argumentam que o mercado amadureceu, com preço mais sensível a fatores macroeconômicos como previsões do Fed e crises de dívida soberana. A crise de títulos japoneses e reversões tarifárias de Trump contribuíram para liquidações de US$ 1 bilhão recentemente.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 471.524 apresenta variação de -1,63% em 24 horas, refletindo a pressão local. Monitorar se a métrica permanece negativa pode confirmar uma correção mais profunda ou redefinição de base para acumulação.


📈 Panorama do Mercado

O período reflete um viés de baixa moderado, impulsionado por uma tendência clara de erosão na confiança em custódia e segurança operacional. Incidentes como o roubo de US$ 48 milhões em BTC na Coreia do Sul via phishing e o erro de US$ 10,5 milhões na Crypto.com destacam vulnerabilidades humanas em entidades estatais e exchanges.

Tensões regulatórias globais fragmentadas agravam o quadro: repressão na China contra fraudes Ponzi com “air coins” contrasta com vácuos legais nos EUA, como a desistência do DOJ no caso OpenSea. Apesar disso, o draft do Comitê de Agricultura do Senado americano, com markup em 27/01, favorece a CFTC para BTC/ETH e protege yields de stablecoins, oferecendo um contraponto positivo.

Setores como segurança/custódia estão sob pressão intensa, enquanto Bitcoin e spot enfrentam capitulação on-chain. Stablecoins e DeFi, por outro lado, aquecem com defesas contra lobby bancário da Circle no WEF.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Erosão da confiança em gestão de ativos cripto: Falhas estatais na Coreia e operacionais na Crypto.com minam credibilidade de governos e CEX. É muito provável que isso acelere saques e migração para custodiantes pro, mas gere pânico de curto prazo com impacto em liquidez.
  • Vácuo regulatório incentivando insider e fraudes: Desistência DOJ no OpenSea cria brecha legal para insider trading em NFTs; fraudes chinesas como Ding Yifeng reforçam repressão asiática. Risco alto de práticas abusivas até novas leis específicas.
  • Restrições a yields de stablecoins: Lobby bancário alerta para fuga de US$ 6 tri em depósitos contesta Circle CEO. É provável que resulte em proibições, limitando DeFi e inovação nos EUA.
  • Início de bear market via capitulação on-chain: Prejuízos de 69k BTC sinalizam perda de força, similar a 2022. Possível cascata de vendas testando suportes abaixo de US$ 89k, agravado por macro como Fed.
  • Fragmentação legislativa nos EUA: Draft Ag Committee vs. Banking cria impasse. Provável atraso em clareza reg, elevando custos de compliance para exchanges e DeFi.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Demanda por custódia institucional: Incidentes Coreia/Crypto.com impulsionam adoção de multi-sig, MPC e seguros. Janela curta para provedores profissionais capturarem governos e grandes players.
  • Clareza reg via CFTC e proteção DeFi: Draft Senado fortalece CFTC para BTC/ETH, exclui yields stablecoins. Médio prazo para influxo institucional e crescimento DeFi nos EUA.
  • Catalisador para legislação anti-insider: Falha OpenSea acelera leis específicas para NFTs/DeFi. Médio potencial para autorregulação em plataformas como OpenSea.
  • Flight to quality em BTC/ETH: Fraudes China e capitulação varejo canalizam capital para ativos estabelecidos. Curto prazo para acumulação em recuo.

📰 Principais Notícias do Período

1. Bitcoin: Métrica de Lucro On-Chain Negativa Pela 1ª Vez Desde 2023
Métrica CryptoQuant mostra lucros realizados líquidos negativos pela 1ª vez desde 2023, com 69k BTC ($6B) em prejuízos. Sinaliza enfraquecimento bull, similar a 2022, mas macro Fed pode dominar. Investidores de curto prazo capitulando.

2. Falha de custódia na Coreia do Sul expõe riscos da gestão estatal de cripto
Promotores sul-coreanos perdem US$48M em BTC apreendido via phishing em carteira oficial. Expõe falhas OpSec estatal, catalisando demanda por custódia pro. Risco de ataques a governos.

3. Projeto do Senado dos EUA Impulsiona CFTC e Favorece Setor Cripto
Comitê Agricultura Senado EUA lança draft fortalecendo CFTC para BTC/ETH, sem restrições yields stablecoins; markup 27/01. Vitória vs versão Banking, protege DeFi.

4. Caso OpenSea: Desistência do DOJ Expõe Vácuo Regulatório no Mercado NFT
DOJ desiste caso insider OpenSea após anulação; info confidencial não é ‘propriedade’. Cria vácuo legal, risco insider mas catalisador para leis específicas.

5. China: Ação judicial contra fraude cripto de Ding Yifeng sinaliza tolerância zero
Procuradoria Shenzhen acusa 30 em esquema Ponzi com ‘DDO air coin’; reforça repressão China. Flight to quality BTC/ETH esperado.

6. Crypto.com: Erro de US$ 10,5 milhões Expõe Falhas de Controle Interno
Erro funcionário transfere US$ 10,5 milhões em vez de US$ 100; detectado após 7 meses. Justiça ordena devolução, mas dano reputacional para CEX.


🔍 O Que Monitorar

  • Net Realized Profit/Loss BTC: Confirma profundidade da capitulação; acompanhe em CryptoQuant/Glassnode para sinal de força ou fraqueza.
  • Markup Senado Ag Committee (27/01): Resultado determina avanço CFTC/DeFi; siga C-SPAN e Senado EUA.
  • Movimentação fundos Coreia: Rastreie BTC roubado via Arkham para impacto liquidez.
  • Declarações DOJ/SEC insider: Pós-OpenSea, indica direção reg; sites oficiais.
  • Progresso GENIUS Act: Decide yields stablecoins; Congress.gov.

🔮 Perspectiva

Nas próximas 12-48 horas, o viés de baixa moderado persiste, com o sinal on-chain negativo do Bitcoin e investigações na Coreia/Crypto.com pressionando preços abaixo de US$ 89 mil — ou R$ 471 mil localmente. Fraudes chinesas reforçam aversão ao risco, enquanto o draft do Senado pode gerar volatilidade positiva se bipartidário. É provável capitulação adicional de varejo, mas fluxos de ETFs e forecasts do Fed oferecem contrapeso macro. Fatores como movimentação dos fundos sul-coreanos ou reações ao WEF podem alterar o cenário. Mantenha foco em flight to quality e gestão de risco; acompanhe indicadores para navegar a correção potencial.


⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Acionistas cartoon capturando chuva de tokens de plataforma social gigante sobre rede blockchain, simbolizando airdrop Trump Media via Cronos

Airdrop de Trump: Acionistas Recebem Tokens via Cronos em Fevereiro

A Trump Media, operadora da Truth Social, anunciou um airdrop de tokens digitais para acionistas, com data de corte em 2 de fevereiro. Em parceria com a Crypto.com na blockchain Cronos, a iniciativa marca um passo ousado na integração de criptoativos com plataformas sociais tradicionais, atraindo milhões de usuários varejistas ao ecossistema blockchain. Esse movimento reforça o viés de alta para a adoção mainstream, especialmente com o nome Trump envolvido.


Detalhes da Distribuição de Tokens

A Trump Media & Technology Group estabeleceu 2 de fevereiro como record date para determinar os acionistas elegíveis ao airdrop de novos tokens digitais. Para participar, investidores precisam possuir pelo menos uma ação completa da DJT e não serem classificados como “objecting beneficial owners” pelas corretoras. A empresa recomenda contatar o brokerage para evitar atrasos.

Os tokens serão “mintados” exclusivamente via infraestrutura da Crypto.com, utilizando a blockchain Cronos. Importante destacar: esses ativos não representam equity na Truth Social ou em qualquer empresa, nem são transferíveis ou resgatáveis em dinheiro inicialmente. No entanto, prometem “várias recompensas” futuras, como descontos em produtos da plataforma, fomentando utilidade real no dia a dia dos usuários.

Essa estratégia alinha-se aos esforços da companhia em fintech, como Truth.Fi e o mercado de previsões Truth Predict, posicionando a Trump Media como pioneira na fusão de redes sociais com Web3.

Parceria Estratégica com Crypto.com e Cronos

A colaboração com a Crypto.com é o coração da iniciativa. Desde agosto, a exchange integra suas carteiras digitais ao Truth Social, permitindo uso do token Cronos (CRO) para assinaturas e serviços. O CRO atua como utility token, com o preço recente em torno de US$ 0,09 apesar de volatilidade de mercado.

Devin Nunes, CEO da Trump Media, enfatizou conformidade com regulamentações da SEC, beneficiada pelo fechamento de investigação contra a Crypto.com sob o governo Trump. A Foris DAX, controladora da exchange, investiu US$ 2,8 milhões em lobby, sinalizando compromisso sério com o ecossistema político-crypto.

As ações DJT negociadas a US$ 14,19 (+2,2%) refletem otimismo do mercado, contrastando com quedas gerais em cripto, o que sugere confiança na narrativa de crescimento sustentável.

Potencial para Adoção em Massa no Varejo

O nome Trump traz um potencial viral imenso para cripto. Com milhões de usuários da Truth Social — muitos novatos em blockchain —, esse airdrop democratiza o acesso a tokens, educando o varejo sobre airdrops e wallets. É um catalisador para adoção em massa, similar a como memecoins explodem via euforia social.

No contexto de viés de alta, isso acelera a integração de redes tradicionais com DeFi. Plataformas como Truth Social, com apelo político e cultural, podem onboardar usuários que evitam exchanges puras, usando recompensas para fidelizar. Analistas veem isso como precursor de tokenizações em social media, elevando o CRO e o setor.

Enquanto Wall Street prepara tokenized stocks 24/7, Trump Media lidera no varejo, provando que cripto transcende finanças para entretenimento e engajamento.

Próximos Passos e Oportunidades

Acionistas devem agir antes de 2 de fevereiro para garantir elegibilidade. Monitore anúncios sobre recompensas e utilidades. Para brasileiros interessados em airdrops semelhantes, plataformas globais oferecem entry points acessíveis. Esse movimento valida o otimismo: cripto ganha tração mainstream, impulsionado por nomes globais como Trump.

Os dados sugerem um cenário promissor, com parcerias como essa pavimentando o caminho para bilhões em adoção.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Xerife cartoon do Tennessee confrontando representantes estilizados de plataformas crypto com ordem judicial, ilustrando paralisação regulatória

Tennessee Ordena Paralisação de Polymarket, Kalshi e Crypto.com

Você usa Polymarket? O Tennessee pode ser o primeiro de muitos estados a agir. O Tennessee Sports Wagering Council (SWC) enviou cartas de cease-and-desist na sexta-feira, 9 de janeiro de 2026, ordenando que Polymarket, Kalshi e Crypto.com Derivatives Exchange parem de oferecer contratos de eventos esportivos a residentes do estado. Acusadas de violar leis de jogos sem licença, as plataformas devem anular contratos e reembolsar depósitos até 31 de janeiro.


Detalhes das Ações Regulatórias

O SWC argumenta que os contratos de eventos esportivos oferecidos nessas plataformas equivalem a apostas esportivas ilegais, reservadas exclusivamente a sportsbooks licenciados pela lei Tennessee Sports Gaming Act. Apesar de registradas como Designated Contract Markets pela CFTC, as empresas não cumprem requisitos estaduais como restrições de idade, ferramentas de jogo responsável e controles anti-lavagem de dinheiro.

A executiva do SWC, Mary Beth Thomas, destacou em carta à Polymarket que esses contratos representam uma “ameaça imediata e significativa ao interesse público”. As plataformas têm até 31 de janeiro para anular apostas de tennesseanos e devolver fundos, sob pena de multas progressivas: US$ 10.000 na primeira infração, US$ 15.000 na segunda e US$ 25.000 em subsequentes, além de injunções judiciais e referrals para forças policiais.

Conflito entre CFTC Federal e Reguladores Estaduais

Plataformas como Polymarket e Kalshi operam sob jurisdição federal da Commodity Futures Trading Commission, que aprova contratos de eventos em todo os EUA. No entanto, estados como Tennessee afirmam soberania sobre apostas esportivas locais, criando um embate geopolítico regulatório. Em dezembro de 2025, Connecticut emitiu ordens similares a Kalshi, Robinhood e Crypto.com, mas um juiz federal bloqueou temporariamente a execução contra Kalshi, enquanto processos avançam em Nova York, Massachusetts e outros.

Esse padrão revela tensões no federalismo americano: a CFTC regula derivativos de commodities, mas estados protegem consumidores de gambling. Kalshi já processa múltiplos estados, argumentando preeminência federal. O caso Tennessee pode escalar, testando limites da regulação descentralizada nos EUA.

Implicações para Usuários e Mercados Globais

Para usuários em Tennessee, o risco é imediato: perda de acesso, anulação de posições e necessidade de reembolso manual. Plataformas globais como Polymarket, popular na eleição de 2024, enfrentam escrutínio crescente, com propostas como a de Rep. Ritchie Torres para banir insider trading governamental. Crypto.com, com foco em derivativos, vê sua expansão norte-americana ameaçada.

No contexto geopolítico, isso sinaliza fragmentação regulatória nos EUA, impactando adoção de prediction markets. Investidores internacionais monitoram se ações estaduais inspirarão outros, enquanto a CFTC pode intervir para uniformizar regras. Usuários devem verificar compliance local antes de negociar.

Próximos Passos e Proteção ao Usuário

Plataformas ainda não responderam publicamente, mas Kalshi tem histórico de litígio agressivo. Tennesseanos devem agir rápido para sacar fundos e evitar multas indiretas. Globalmente, isso reforça a necessidade de due diligence regulatória: plataformas CFTC-compliant nem sempre escapam leis estaduais de jogos.

Monitore atualizações judiciais, pois precedentes definirão o futuro de mercados de previsão nos EUA. A proteção ao consumidor prevalece, priorizando licenças locais sobre inovações federais.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Xerife cartoon com ordem 'STOP' ameaçando plataformas de prediction markets, contrastando com torre institucional segura, ilustrando regulação em Tennessee

Tennessee Ordena Parar Polymarket e Kalshi: Sua Plataforma Está Segura?

Prediction markets no alvo: sua plataforma é segura? O Tennessee Sports Wagering Council emitiu, em 9 de janeiro, ordens de cessar e desistir contra Polymarket, Kalshi e Crypto.com, acusando-as de oferecer contratos de eventos esportivos sem licença estadual. As empresas devem parar imediatamente as operações para residentes locais, anular contratos pendentes e reembolsar até 31 de janeiro. Esse movimento reflete riscos geográficos crescentes nos EUA para plataformas cripto.


Detalhes das Ordens em Tennessee

O regulador estadual alega que as plataformas operam sports wagering ilegal sob o disfarce de contratos de eventos. A Tennessee Sports Wagering Council exige o fim das ofertas a clientes no estado, com ameaça de ações judiciais e encaminhamento para forças policiais em caso de descumprimento. Revelado por especialistas como Daniel Wallach, o caso destaca como prediction markets, populares para apostas em eleições e esportes, enfrentam escrutínio por sobreposição com jogos de azar regulados.

Polymarket e Kalshi, conhecidas por volumes bilionários em previsões políticas, agora lidam com barreiras locais. Crypto.com, exchange tradicional, também foi incluída por produtos similares. Usuários em Tennessee têm prazo apertado para saques, expondo vulnerabilidades geográficas em serviços globais baseados em blockchain.

Contexto Nacional e Precedentes

Não é isolado: Kalshi e Crypto.com receberam ordens semelhantes em Connecticut recentemente, onde Kalshi busca liminar judicial. O escrutínio aumenta após controvérsias como a aposta de US$ 400 mil na saída de Maduro, levantando suspeitas de insider trading. Congressistas como Ritchie Torres e Dina Titus pressionam por regras federais, incluindo o ‘Public Integrity in Financial Prediction Markets Act’.

Nos EUA, regulação fragmentada por estados cria um mosaico de riscos. Plataformas globais enfrentam desafios para geobloquear usuários, especialmente com VPNs comuns. Isso sinaliza endurecimento contra inovações cripto vistas como apostas não licenciadas, impactando adoção em mercados emergentes como prediction markets.

Contraste com Adoção Institucional: BNY Mellon

Enquanto regulação aperta prediction markets, o BNY Mellon, custodiante de US$ 58 trilhões, lança plataforma tokenizada para liquidação de depósitos bancários em blockchain. Essa iniciativa contrasta adoção tradicional com repressão a plataformas descentralizadas, mostrando divisão no ecossistema: bancos avançam em rails cripto regulados, enquanto startups inovadoras tropeçam em leis estaduais.

O movimento do BNY reflete maturidade institucional, com foco em eficiência e conformidade. Para investidores brasileiros, isso ilustra tensões geopolíticas: EUA como líder regulatório podem influenciar padrões globais, afetando acessibilidade de plataformas internacionais.

Implicações para Usuários e Mercado Global

Geobloqueios forçados elevam riscos para traders: perda de acesso, reembolsos demorados e potenciais perdas em posições abertas. Plataformas devem investir em compliance estadual, mas fragmentação complica operações. No contexto geopolítico, isso reforça cautela: reguladores dos EUA, centrais para o cripto, priorizam proteção ao consumidor sobre inovação rápida.

Monitore evoluções judiciais em TN e CT. Para brasileiros, avalie VPNs e alternativas offshore, mas com riscos legais. O contraste BNY vs. prediction markets sugere futuro híbrido: tokenização institucional avança, enquanto apostas especulativas enfrentam barreiras.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Xerife cartoon batendo martelo sobre plataformas prediction markets cartoon, com moedas reembolsando usuários, simbolizando repressão regulatória em Tennessee

Tennessee Ordena Paralisação de Polymarket, Kalshi e Crypto.com

O Tennessee Sports Wagering Council emitiu ordens de cessar e desistir contra Polymarket, Kalshi e Crypto.com em 9 de janeiro de 2026. As plataformas de prediction markets devem parar de oferecer contratos sobre eventos esportivos a residentes do estado, anular posições abertas e reembolsar depósitos até 31 de janeiro. Reguladores estaduais veem as operações como apostas ilegais, apesar da supervisão federal da CFTC. Suas apostas estão em risco?


Detalhes das Ordens de Cessação

As cartas enviadas pelo conselho exigem que as empresas interrompam imediatamente todas as atividades relacionadas a contratos de eventos esportivos para usuários no Tennessee. Isso inclui anular contratos pendentes e devolver saldos aos clientes afetados. A justificativa é que tais produtos configuram “wagers” sob a Sports Gaming Act local, exigindo licença estadual e pagamento de impostos sobre apostas — requisitos não atendidos pelas plataformas.

Polymarket e Kalshi operam como mercados de previsão regulados pela CFTC, permitindo negociações sobre resultados reais, incluindo esportes. Crypto.com, exchange cripto com funcionalidades semelhantes, também foi alvo. O advogado Daniel Wallach divulgou as cartas via X, alertando para possíveis ações judiciais iminentes.

Essa medida reflete tensões crescentes entre regulação estadual de gambling e federal de derivativos, com o estado priorizando proteção ao consumidor e receitas fiscais.

Conflito entre Jurisdições Federal e Estadual

As plataformas argumentam que suas ofertas diferem de sportsbooks tradicionais, sendo supervisionadas pela CFTC como designated contract markets. No entanto, Tennessee contesta, afirmando que contratos sobre outcomes esportivos violam leis locais independentemente da estrutura federal.

Não é isolado: Connecticut emitiu ordens similares em dezembro contra Kalshi, Crypto.com e Robinhood. Kalshi já recorreu judicialmente, mas enfrenta oposição estadual. Globalmente, isso sinaliza desafios para plataformas descentralizadas ou DeFi-adjacentes operando cross-border, especialmente em jurisdições com leis rígidas de apostas.

O caso destaca fragmentação regulatória nos EUA: enquanto a CFTC aprova event contracts, estados mantêm autoridade sobre gambling, criando zona cinzenta para prediction markets.

Implicações para Usuários e Mercado DeFi

Para traders no Tennessee, o risco é imediato: posições podem ser anuladas sem lucros, e não conformidade expõe a multas de US$ 25.000 por violação ou acusações criminais. Plataformas globais como Polymarket, populares em eleições e eventos geopolíticos, enfrentam pressão para geobloquear usuários americanos seletivamente.

No DeFi, prediction markets representam inovação em oráculos e liquidez descentralizada. Esse crackdown pode frear adoção, elevando custos de compliance e questionando viabilidade em mercados regulados. Investidores devem monitorar respostas das empresas e possíveis apelações, avaliando exposição geográfica.

À medida que o escrutínio aumenta — como nas apostas sobre Maduro —, reguladores buscam equilibrar inovação com prevenção de insider trading e proteção ao apostador.

Próximos Passos e Riscos

Prazo de 31 de janeiro é crítico; descumprimento pode levar a processos e bloqueios. Plataformas como Kalshi defendem legalidade federal, mas estados como Tennessee lideram enforcement. Para o ecossistema cripto, isso reforça necessidade de clareza regulatória, potencialmente influenciando debates no Congresso sobre prediction markets.

Usuários devem verificar elegibilidade geográfica e diversificar plataformas, priorizando compliance.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.