Portal neon cyan e magenta se fechando em vazio digital com silhueta retirando ativos, marcando fim do Nifty Gateway

Fim de uma Era: Gemini Enterra Nifty Gateway

A Nifty Gateway, berço dos drops milionários de JPEGs na febre NFT de 2021, acaba de jogar a toalha. Donos da Gemini anunciam o fechamento para 23 de fevereiro de 2026, com modo withdrawal-only já ativo. Usuários têm um mês para resgatar NFTs e fundos, enquanto a exchange sonha com um ‘super app’ que, conhecendo o histórico, deve ser mais um WeChat wannabe sem graça.


O Auge dos JPEGs e a Queda Inevitável

Lançada em 2020 e comprada pela Gemini no fim de 2019, a Nifty foi o playground dos endinheirados que pagavam fortunas por pixels digitais. No pico de meados de 2021, facilitou mais de US$ 300 milhões em vendas, com artistas como Beeple e Grimes enchendo os bolsos via drops exclusivos. Aceitava até cartão de crédito – luxo em meio ao caos crypto.

Mas a euforia evaporou. Em abril de 2024, virou ‘Nifty Gateway Studio’, focando em projetos onchain criativos. Fundadores Duncan e Griffin Cock Foster pularam fora em 2023, no auge do bear market NFT. O mercado, que beirou US$ 17 bilhões em cap em 2022, agora patina em US$ 2,8 bilhões. Clássico: comprar no topo, pivotar no fundo.

Gemini e o Milagre do ‘Super App’

A desculpa oficial? Gemini quer ‘afiar o foco’ em um ‘one-stop super app’ para clientes. Ah, sim, porque nada grita inovação como copiar o WeChat chinês em pleno 2026. NFTs seguem vivos na Gemini Wallet, lançada em agosto de 2025 – tradução: ‘não se preocupem, guardamos seus JPEGs empoeirados aqui’.

É o enterro oficial de uma era onde qualquer macaco com Photoshop virava milionário. Plataformas como essa simplificaram a entrada, mas o castelo de cartas desabou com a realidade: NFTs são colecionáveis digitais, não o futuro da propriedade como juravam os gurus.

Como Retirar Seus Ativos (Não Deixe para Lá)

Modo prático: a plataforma entrou em withdrawal-only imediato. Usuários recebem emails com instruções para transferir USD, ETH ou NFTs. Opções incluem conta Gemini Exchange conectada ou saque bancário via Stripe. Prazo final: 23 de fevereiro de 2026. Não espere o último segundo – redes congestionam, e você não quer virar meme de ‘perdi meus Bored Apes no fechamento’.

Se sobrou algo lá, logue agora. Gemini promete suporte contínuo via wallet, mas quem garante que o ‘super app’ não vire outro Earn falido?

O Que Resta da Febre NFT?

Este é o réquiem para os dias de glória dos NFTs. O que sobra? Um mercado zombie, com volumes irrisórios e projetos onchain que ninguém pede. Gemini, pós-escândalos como o Earn, prefere o safe play. Lição? Euforia mata euforia. Para colecionadores: migrem para OpenSea ou Blur, mas saibam: o museu dos JPEGs milionários fechou as portas para sempre.

Vale monitorar se outros pioneiros seguem o mesmo caminho. O crypto avança, mas deixa corpos no rastro – e Nifty é o mais nostálgico deles.


💰 Negocie NFTs e cripto com segurança: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Banqueiro cartoon e investidor cripto apertando mãos sobre selo de certificacao, simbolizando regras do Banco Central para cripto em bancos brasileiros

Cripto no Seu Banco: BC Define Regras Finais de Certificação

O Banco Central do Brasil publicou a Instrução Normativa 701/2026, definindo regras claras para a certificação técnica de ativos virtuais. Isso abre caminho para bancos e instituições financeiras oferecerem serviços de intermediação e custódia de criptomoedas de forma regulada, trazendo mais segurança aos investidores brasileiros. A norma complementa a Resolução BCB nº 520/2025 e foca em comunicação oficial, qualificação de certificadoras e segregação de ativos, reduzindo riscos operacionais no dia a dia.


Como Funciona a Comunicação com o BC

A nova regra exige que instituições autorizadas pelo Banco Central, como bancos tradicionais, comuniquem sua intenção de atuar com ativos virtuais por meio de sistemas oficiais. Isso inclui o registro no Unicad, o cadastro único do BC, e o envio da certificação técnica via APS-Siscom, no módulo de Comunicação Relevante.

Na prática, isso significa que um banco que quer oferecer compra, venda ou custódia de Bitcoin ou Ethereum precisa obter um parecer técnico de uma certificadora independente. Esse documento deve cobrir governança interna, políticas de compliance, controles de risco e, principalmente, a segregação de ativos dos clientes — garantindo que seus criptoativos fiquem separados dos bens da instituição, protegindo contra falências ou problemas operacionais.

A exigência de segregação é fundamental para o investidor brasileiro: ela evita que seus fundos sejam misturados com os da corretora ou banco, uma prática comum em casos de insolvência no mercado cripto global.

Requisitos para Certificadoras e Instituições

As certificadoras, por sua vez, devem comprovar qualificação técnica e declarar independência total. O parecer precisa ser detalhado, analisando item por item os sistemas da instituição: desde tecnologia até auditorias internas. Elas também têm obrigação de manter toda a documentação por prazos regulados e responder rapidamente a qualquer pedido do Banco Central.

Para as instituições, o impacto é na estrutura interna. Elas precisam investir em documentação robusta, testes de conformidade e governança alinhada. Especialistas como Thiago Amaral, do Barcellos Tucunduva Advogados, destacam que isso facilita o trabalho das áreas de compliance e riscos, tornando os processos mais objetivos e menos sujeitos a interpretações variadas.

Embora não haja prazo rígido de implementação mencionado, a norma inicia uma fase de adaptação, com o BC podendo solicitar esclarecimentos até que práticas uniformes se consolidem no mercado.

Benefícios Práticos para Investidores Brasileiros

Para você, que opera com cripto no Brasil, isso significa acesso facilitado a serviços regulados em bancos conhecidos. Imagine transferir reais para Bitcoin diretamente pelo app do seu banco, com a garantia de supervisão do BC. A redução da assimetria interpretativa diminui riscos regulatórios, atraindo mais players institucionais e elevando a confiança no ecossistema.

Empresas menores enfrentarão desafios de custo, mas o foco em efetividade operacional — além de mera papelada — promete um mercado mais maduro. Isso alinha o Brasil a padrões globais, onde custódia regulada é essencial para adoção em massa.

Próximos Passos e o Que Monitorar

Instituições supervisionadas já têm bases alinhadas, mas devem priorizar auditorias e segregação nos próximos meses. Fique de olho em anúncios de bancos como Itaú ou Bradesco testando esses serviços — sinal de que a norma está pegando. Para investidores, o recado é claro: opte por plataformas reguladas para minimizar riscos.

A IN 701/2026 é um marco para trazer cripto para o cotidiano financeiro brasileiro, equilibrando inovação com proteção ao consumidor.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Personagens cartoon de reguladores SEC e CFTC apertando mãos sobre pergaminho blockchain, simbolizando harmonização regulatória para cripto

SEC e CFTC Anunciam Harmonização Regulatória para Cripto

Paz em Washington? A SEC e CFTC anunciaram um evento conjunto de harmonização regulatória para o setor cripto, marcado para 27 de janeiro na sede da CFTC. Os presidentes Paul Atkins e Michael Selig prometem cumprir a visão do presidente Trump de tornar os EUA a capital mundial das criptomoedas, acabando com os silos regulatórios que geram confusão. O encontro, aberto ao público e transmitido ao vivo, moderado pela jornalista Eleanor Terret, representa um marco na transição de ‘regulação por enforcement‘ para clareza legislativa.


Detalhes do Evento Conjunto

O anúncio destaca esforços para alinhar as jurisdições da SEC, responsável por valores mobiliários, e da CFTC, focada em commodities e derivativos. ‘Por muito tempo, participantes do mercado navegaram fronteiras regulatórias incertas’, afirmam os líderes em comunicado conjunto. Essa iniciativa constrói sobre discussões de 2025, incluindo um roundtable em setembro onde Atkins defendeu o fim da fragmentação regulatória.

A colaboração visa reduzir ambiguidades que afetam exchanges e usuários, permitindo listagens mais ágeis de ativos digitais. Em 2025, as agências já emitiram declarações conjuntas sobre produtos spot cripto em exchanges registradas, pavimentando o caminho para essa harmonização.

Jamie Selway, diretor da Divisão de Trading da SEC, reforçou em discurso recente a parceria ‘ombro a ombro’ com a CFTC para manter a liderança financeira dos EUA.

Contexto Político: Trump e Congresso

A administração Trump impulsiona essa mudança, priorizando inovação sob lei americana. No Congresso, projetos como o FIT21 e o CLARITY Act buscam definir competências claras, mas enfrentam atrasos. O comitê de Agricultura do Senado marcou markup do CLARITY para 27 de janeiro, alinhado ao evento regulatório.

Críticas de participantes do mercado, como o CEO da Coinbase, Brian Armstrong, destacam a preferência por ‘nenhum bill ruim’ em vez de legislação prejudicial. Apesar dos tropeços, o clima é de otimismo, com foco em habitação e prioridades trumpistas adiando debates bancários para fevereiro.

Implicações para Empresas Brasileiras

Para empresas brasileiras operando no exterior, essa harmonização diminui a incerteza jurídica. Exchanges e fundos locais com exposição aos EUA ganham previsibilidade, facilitando listagens e conformidade. O Brasil, em fase de regulação própria via CVM e BC, pode se inspirar nesse modelo dual para atrair inovação sem sacrificar proteção ao investidor.

No contexto geopolítico, os EUA reforçam liderança em finanças digitais, influenciando mercados emergentes. Investidores brasileiros devem monitorar o evento de 27/01 para sinais sobre stablecoins, ETFs e derivativos.

Próximos Passos e Perspectivas

Embora promissor, o caminho inclui riscos como lacunas regulatórias persistentes, alertadas por ex-líderes da CFTC. Usuários devem priorizar plataformas estabelecidas. Essa coordenação pode estabilizar preços a longo prazo, com Bitcoin negociando acima de US$ 89 mil em meio à notícia.

O mercado reage com cautela otimista, vendo estrutura para crescimento sustentável.


💰 Comece a negociar criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse ferramentas profissionais para o mercado global.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Cúpula digital cyan rachada vazando silhuetas de usuários e fluxo vermelho com 50K, representando hack de dados fiscais de 50 mil cripto-usuários

Shiny Hunters: grupo hacker expõe 50 mil usuários de cripto

Seus dados fiscais de criptomoedas estão em risco? O grupo hacker Shiny Hunters invadiu a plataforma Waltio, expondo e-mails e saldos de portfólios de cerca de 50 mil usuários franceses referentes a 2024. A extorsão já começou, com ameaças de venda de dados sensíveis. Na França, epicentro de sequestros por cripto, o pânico se instala entre investidores.


Detalhes do Ataque à Waltio

A Waltio, plataforma francesa de relatórios fiscais para cripto usada por 150 mil clientes na França, Bélgica e Espanha, confirmou um ataque “sofisticado” em 21 de janeiro de 2026. Hackers acessaram dados limitados de 2024, como e-mails, saldos agregados, ganhos e perdas – muitos relatórios incompletos. Crucialmente, senhas, chaves de API, endereços de carteiras, históricos de transações e dados bancários não foram comprometidos.

A empresa corrigiu a vulnerabilidade e denunciou a extorsão às autoridades parisienses, especializada em cibercrimes. O CEO Pierre Morizot alerta para phishing via email, SMS ou ligações falsas, comum em vazamentos assim.

Quem São os Shiny Hunters?

Os Shiny Hunters são um coletivo notório de hackers, autores de breaches massivos em empresas como AT&T e outras. No caso Waltio, enviaram amostras da base roubada – emails e saldos fiscais – para provar posse e exigir resgate. Pesquisas indicam que, sem pagamento, dados como esses costumam ir a leilão na dark web, onde criminosos compram para extorsão direcionada ou ataques físicos.

Embora não haja confirmação de venda imediata, o padrão do grupo sugere alto risco. Na França, isso agrava a onda de violência: 6 ataques físicos a holders em 2026, 19 em 2025, incluindo sequestros como o de David Balland, cofundador da Ledger.

Riscos Iminentes para Investidores

Expor saldos de cripto é um convite à extorsão: hackers sabem quem tem patrimônio alto, facilitando alvos para golpes ou invasões. Na França, investigações ligam breaches digitais a crimes reais, com invasões domiciliares a perfis “discretos”. Usuários da Waltio enfrentam spam malicioso e chantagem personalizada, transformando dados fiscais em ameaça vital.

O vazamento ecoa rumores negados pela Waltio em dezembro de 2025, questionando a segurança prévia. Rumores persistem de ligações com sequestros locais, como em La Rochelle.

Como se Proteger: Lições Urgentes

Não confie em terceiros para dados sensíveis. Adote auto-custódia com hardware wallets (chaves físicas offline) para blindar fundos. Serviços com criptografia end-to-end evitam vazamentos centralizados. Monitore emails por phishing, mude senhas e evite compartilhar saldos fiscais.

Para brasileiros: evite plataformas estrangeiras sem conformidade local. A França prova que declaração fiscal vira alvo – priorize privacidade sobre conveniência. Autoridades francesas investigam, mas a prevenção é individual.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Empresária cartoon em videochamada com impostores PF estilizados revelando sombras cibernéticas sugando energia cripto dourada, alertando sobre golpe

PF Fake: Golpe que Limpou R$ 170 Mil de Empresária em SP

Uma empresária de São Paulo caiu em um golpe sofisticado de falsos agentes da Polícia Federal, perdendo R$ 170 mil em criptomoedas. Os criminosos usaram engenharia social avançada, simulando reuniões virtuais profissionais para ganhar confiança. O caso, revelado em janeiro de 2026, expõe a ousadia dos golpistas e reforça o alerta oficial da PF: a polícia nunca solicita chaves privadas ou acesso a carteiras digitais. A vítima detalhou como os estelionatários pareciam autênticos, com uniformes e linguagem técnica, limpando sua conta em poucas horas.


Modus Operandi: A Simulação Perfeita

Os golpistas iniciaram o contato por telefone, se apresentando como investigadores da PF envolvidos em uma operação contra lavagem de dinheiro. Para legitimar a abordagem, marcaram reuniões virtuais via plataformas comuns, como Zoom ou Google Meet, onde exibiram crachás falsos, uniformes e até documentos forjados. A sofisticação impressiona: usaram fundos virtuais com logos oficiais, iluminação profissional e jargões policiais precisos, criando uma ilusão de autoridade incontestável.

Durante as chamadas, alegaram que a conta da vítima estava “comprometida” em uma rede de fraudes cripto. Pediram “colaboração urgente” para transferir os ativos para uma carteira “segura” controlada pela PF. A empresária, pressionada pelo tom oficial e prazos falsos, enviou as criptomoedas, que evaporaram imediatamente. Essa tática de engenharia social explora o medo e a confiança em instituições, um padrão recorrente em golpes no Brasil.

Detalhes do Prejuízo e Perfil da Vítima

A perda de R$ 170 mil envolveu diversas criptomoedas, transferidas para endereços irrestritos. A vítima, uma empresária do setor de tecnologia em São Paulo, relatou o golpe à polícia real após perceber a fraude. Investigadores confirmam que os criminosos operam em redes organizadas, possivelmente com suporte técnico para anonimato via VPNs e mixers de cripto.

O caso destaca a vulnerabilidade de perfis com exposição pública: empresários com portfólios cripto visíveis em redes sociais são alvos prioritários. A demora na reação da vítima, comum em cenários de pânico induzido, permitiu que os fundos fossem dispersos globalmente em minutos.

Alerta Oficial da PF e Medidas de Proteção

A Polícia Federal reitera: agentes reais nunca solicitam chaves privadas, senhas ou transferências de cripto. Contatos oficiais ocorrem via canais formais, com intimações judiciais. A PF recomenda verificar identidades por meio do site oficial ou delegacias físicas, evitando cliques em links suspeitos ou videochamadas não solicitadas.

Para se proteger, especialistas sugerem: ativar autenticação 2FA, usar hardware wallets, nunca compartilhar seeds e reportar contatos suspeitos imediatamente. Ferramentas como verificadores de endereços blockchain ajudam a rastrear fluxos iniciais, embora a recuperação seja rara em golpes cripto.

Lições para o Ecossistema Cripto Brasileiro

Este incidente reforça a necessidade de educação contínua no mercado cripto brasileiro, onde casos semelhantes crescem 30% ao ano. Plataformas como exchanges locais investem em alertas, mas a responsabilidade individual é crucial. Fique atento: a engenharia social evolui, mas o bom senso permanece a melhor defesa contra PF fake.


📌 Nota: Uma ou mais fontes citadas estavam temporariamente indisponíveis no momento da redação.

💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo. Lembre-se de priorizar a segurança.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Executivos bancário e cripto em handshake cartoon sob selo de aprovação e escudo protetor, simbolizando regras do BC para bancos em cripto

Banco Central Define Regras para Bancos no Mercado Cripto

O Banco Central do Brasil publicou a Instrução Normativa 701/2026, estabelecendo regras claras para instituições bancárias e corretoras entrarem no mercado de criptomoedas. A norma exige certificação independente e segregação de ativos dos clientes, evitando riscos como os vistos na falência da FTX. Com isso, o Brasil pavimenta um caminho seguro para a integração de bancos tradicionais ao ecossistema cripto, reforçando sua posição de vanguarda regulatória na América Latina. Bancos poderão operar após 90 dias de comunicação ao BC.


Detalhes da Instrução Normativa 701/2026

A nova regulação simplifica o processo para instituições financeiras atuarem com ativos digitais. Antes de iniciar operações, bancos e corretoras devem contratar uma empresa independente qualificada para atestar o cumprimento das normas para Prestadores de Serviços de Ativos Virtuais (VASPs). Essa certificação é essencial para garantir conformidade com padrões internacionais adaptados à realidade brasileira.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 474.970,96 nesta manhã de sábado (24/01), com alta de 0,89% nas últimas 24 horas. Essa cotação reflete o otimismo do mercado com avanços regulatórios locais.

A medida ocorre em um contexto global onde países como os EUA ainda debatem aprovações de ETFs de Bitcoin, enquanto o Brasil avança com regras específicas para soberania financeira nacional.

Segregação de Ativos: Lição da FTX

Um dos pilares da IN 701/2026 é a segregação de ativos, que impede a mistura de fundos de clientes com os recursos próprios da instituição. Essa exigência direta responde às lições da colapso da FTX em 2022, onde a falta de separação levou à perda bilionária de patrimônio de usuários.

Além disso, as entidades devem fornecer provas de reservas (Proof of Reserves) para todos os ativos digitais sob custódia, tanto de clientes quanto próprios. Essa transparência fortalece a confiança do investidor brasileiro, protegendo contra riscos sistêmicos e promovendo uma adoção responsável de criptoativos.

No cenário geopolítico, o Brasil se destaca ao priorizar mecanismos que mitigam vulnerabilidades observadas em jurisdições menos reguladas, posicionando-se como referência para economias emergentes.

Processo de Certificação e Prazos

Instituições autorizadas pelo BC podem iniciar serviços de cripto após 90 dias da comunicação formal, desde que acompanhada da certificação técnica independente. Especialistas como Isac Costa, do Instituto Brasileiro de Tecnologia e Inovação (IBIT), destacam que isso agiliza a entrada sem o processo completo de autorização para VASPs comuns.

A norma não especifica certificadores, mas espera-se que auditores globais com expertise em cripto, consultorias de segurança em blockchain e firmas regulatórias assumam o papel. O Banco Central deve emitir esclarecimentos adicionais para padronizar o ecossistema.

Essa abordagem equilibrada entre agilidade e rigor regulatório reflete a maturidade do arcabouço jurídico brasileiro, atraindo investimentos estrangeiros e fomentando inovação local.

Implicações para o Mercado Brasileiro

Com o dólar a cerca de R$ 5,29, a entrada de bancos no criptomercado pode democratizar o acesso a ativos digitais, oferecendo produtos como custódia e trading integrados a contas correntes. Isso reforça a soberania nacional ao regular um setor que movimenta bilhões globalmente.

O Brasil consolida-se como pioneiro na tributação clara de cripto desde 2019 e agora na integração bancária segura. Investidores devem monitorar anúncios de grandes bancos como Itaú e Bradesco, que podem lançar serviços cripto em breve, ampliando opções para o público brasileiro.

Essa regulação não só protege o patrimônio, mas impulsiona a economia digital, posicionando o país à frente em um mercado projetado para US$ 5 trilhões até 2030.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Fortaleza cyber rachada vazando dados cyan com sombra de chave inglesa, simbolizando hack na Waltio e riscos de phishing para holders crypto

Alerta: Hack na Waltio Expõe Dados de 50 Mil Usuários Crypto

Seus dados fiscais podem estar à venda no dark web: o grupo de hackers Shiny Hunters invadiu a plataforma francesa de impostos cripto Waltio, expondo e-mails e saldos de 50 mil usuários, principalmente franceses. Autoridades abriram investigação e alertam para phishing personalizado e até sequestros para roubar ativos digitais. O caso reforça os perigos de vazamentos em serviços fiscais.


Detalhes do Ataque dos Shiny Hunters

O ataque à Waltio foi reivindicado pelo notório grupo Shiny Hunters, conhecido por breaches em empresas como Peloton e Microsoft. Eles enviaram demanda de resgate à plataforma, comprovando acesso com amostras de dados roubados: endereços de e-mail e resumos de portfólios de 2024. Felizmente, senhas, acessos a exchanges e dados bancários não foram comprometidos.

A Waltio, sediada em Clermont-Ferrand e com 150 mil usuários, é usada para calcular ganhos de capital em criptoativos. O incidente afeta cerca de um terço da base, gerando denúncia por extorsão e acesso não autorizado ao Promotor de Paris. A empresa notificou a CNIL (autoridade de proteção de dados francesa) e recomenda verificar códigos de segurança em e-mails oficiais.

Riscos Elevados: De Phishing a Ameaças Físicas

Vazamentos em plataformas fiscais são minas de ouro para criminosos. Com e-mails e saldos conhecidos, hackers criam phishing hiperpersonalizado, fingindo ser suporte ou polícia para roubar chaves privadas. Pior: na França, crescem os wrench attacks – sequestros ou invasões domiciliares para forçar transferências de cripto.

Autoridades francesas registram 10 invasões recentes, incluindo o sequestro de um casal aposentado em Sallanches e tentativa frustrada em Paris. A Unidade Nacional de Cibersegurança alerta: polícia nunca pede dados por telefone ou visitas surpresa. O caso Ledger (breach anterior) agrava a ansiedade na comunidade crypto local.

Como Holders Brasileiros Devem se Proteger

Embora o breach seja francês, brasileiros usando plataformas fiscais semelhantes (ou globais) correm riscos idênticos. Criminosos internacionais vendem dados no dark web, mirando perfis ricos em BTC ou ETH. Aqui vão dicas práticas:

  1. Use 2FA físico (YubiKey ou similar) em exchanges e wallets, nunca SMS.
  2. Crie e-mail exclusivo para cripto, sem vincular a contas pessoais ou fiscais.
  3. Desconfie de mensagens urgentes sobre “segurança” ou “verificação” – sempre acesse contas diretamente.
  4. Monitore vazamentos em sites como Have I Been Pwned e use VPN para transações.
  5. Mantenha seed phrases offline e diversifique custódia (hardware wallets como Ledger ou Trezor).

Verifique declarações fiscais antigas e altere senhas se possível. Plataformas devem investir em criptografia pós-quântica e auditorias regulares.

Próximos Passos e Lições

Investigação segue em aberto, com foco na extensão do dano. Para o ecossistema cripto, o caso Waltio é alerta: dados fiscais + saldos = alvo prioritário. Holders devem priorizar opsec (segurança operacional) acima de conveniência. Monitore notícias oficiais da Waltio e autoridades francesas. No Brasil, CVM e Receita Federal podem emitir orientações semelhantes se breaches migrarem.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Personagens cartoon de político populista e banqueiro em confronto judicial com correntes quebradas, simbolizando processo por debanking e lições para criptomoedas

Trump vs. JPMorgan: Processo de US$ 5 Bilhões por Debanking

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, entrou com uma ação judicial de US$ 5 bilhões contra o JPMorgan na corte de Miami-Dade, na Flórida, alegando debanking indevido em 2021. A reclamação acusa o banco de difamação comercial, violação de boa-fé e práticas comerciais enganosas por parte do CEO Jamie Dimon. O caso surge após Trump ameaçar processar o gigante bancário, conectando-se diretamente às queixas históricas do setor cripto sobre exclusão financeira seletiva.


Detalhes da Ação Judicial

A queixa, protocolada na quinta-feira, 22 de janeiro de 2026, afirma que o JPMorgan encerrou contas ligadas a Trump e suas empresas sem aviso ou justificativa válida, logo após os eventos de 6 de janeiro de 2021 no Capitólio. Trump argumenta que a decisão foi motivada politicamente, violando leis da Flórida. O valor astronômico pretendido reflete danos presumidos à reputação e operações comerciais do presidente.

O processo foi anunciado dias após postagem de Trump em redes sociais, onde ele vinculou o debanking ao suposto “roubo” das eleições de 2020. Essa narrativa reforça o tom de contra-ataque contra o establishment financeiro de Wall Street.

Resposta do JPMorgan e Contexto Regulatório

O banco emitiu comunicado negando qualquer motivação política ou religiosa para fechamentos de contas. Segundo o JPMorgan, decisões são baseadas em riscos legais e regulatórios, e eles apoiam reformas para evitar a “armação” do setor bancário. CEO Jamie Dimon já havia refutado alegações semelhantes no passado, afirmando debancar tanto democratas quanto republicanos por conformidade.

Desde sua posse, Trump assinou ordem executiva contra debanking politizado, e reguladores como o Comptroller of the Currency alertaram bancos sobre práticas ilícitas. Donald Trump Jr. relatou experiências similares em evento de Bitcoin, destacando o impacto familiar.

Conexão com o Setor Cripto: Operation Chokepoint 2.0

O caso ressoa profundamente no ecossistema cripto, que acusa bancos de “Operation Chokepoint 2.0” — suposta campanha governamental para excluir empresas de ativos digitais do sistema financeiro tradicional. Executivos de mais de 30 firmas tech e cripto relataram restrições em 2024, impulsionando lobby republicano por leis de estrutura de mercado.

Republicanos no Congresso pressionam por investigações, vendo paralelos com o debanking de Trump. O precedente poderia validar reivindicações de vítimas cripto, questionando o poder discricionário de bancos globais em um contexto geopolítico de tensão entre finanças tradicionais e descentralizadas.

Implicações Geopolíticas e Lições para Cripto

Esse litígio eleva o debate global sobre soberania financeira. Para empresas cripto, representa oportunidade de argumentar contra exclusões seletivas, potencialmente forçando reformas regulatórias. No entanto, o sucesso depende de provas concretas de motivação política, em meio a volatilidade eleitoral e pressões de conformidade anti-lavagem.

Investidores devem monitorar desdobramentos, pois um veredicto favorável a Trump poderia redefinir limites entre regulação prudente e discriminação, beneficiando a adoção de soluções descentralizadas como Bitcoin em escala corporativa e governamental.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Fraudadores cartoon sendo algemados por autoridades em sala de esquema cripto falso, representando prisões por fraude bilionária na China

Fraude Bilionária: China Processa 30 no Esquema DDO Digital

A Promotoria de Shenzhen acusou formalmente 30 pessoas por crimes de fraude em criptomoedas no esquema bilionário ‘DDO Digital Options’. Liderado por Sui Guangyi, que se autodenominava “Beidou Seven Stars descendo ao mundo”, o golpe usou produtos falsos de investimento e uma suposta ‘moeda do ar’ para atrair vítimas em Shenzhen e Hong Kong. O caso, agora no Tribunal Médio de Shenzhen, expõe táticas clássicas de scam no mercado cripto chinês.


O Esquema Dingyifeng e Seu Líder Carismático

A fraude girou em torno da Shenzhen Dingyifeng Asset Management Co., Ltd. e da Hong Kong Dingyifeng International Holdings Group Ltd., empresas usadas para coleta ilegal de fundos em várias localidades de Shenzhen. O principal acusado, Sui Guangyi, adotou uma persona mística, promovendo o “Método de Investimento Zen Yi” com promessas de retornos estratosféricos. Essa narrativa esotérica serviu de isca para investidores desavisados, misturando jargão financeiro com elementos espirituais para criar ilusão de sofisticação e inevitabilidade de lucros.

A operação se expandiu via associações empresariais, criando uma rede que aparentava legitimidade. No entanto, o cerne era uma pirâmide financeira disfarçada, onde novos aportes sustentavam pagamentos iniciais, típico de esquemas Ponzi adaptados ao ecossistema cripto.

Táticas de Engano: DDO Digital e ‘Air Coin’

O produto estrela foi o DDO Digital Options, apresentado como uma inovadora opção digital lastreada em criptoativos. Na realidade, tratava-se de uma air coin – uma moeda sem valor real ou lastro, puramente especulativa e fraudulenta. Investidores eram atraídos por plataformas falsas que simulavam negociações e ganhos virtuais, incentivando aportes crescentes com garantias de multiplicação rápida do capital.

Outras táticas incluíam falsos testemunhos de sucesso, eventos presenciais em Shenzhen e uso de influenciadores locais para disseminar a euforia. Quando a cadeia de fundos se rompeu, o esquema explodiu, deixando vítimas sem acesso aos recursos prometidos. A promotoria destaca que esses métodos exploraram a euforia cripto na China, onde regulamentações rígidas coexistem com brechas para fraudes.

Crimes Acusados e Resposta das Autoridades

Os 30 indiciados, incluindo Sui Guangyi e Ma Xiaoqiu, enfrentam múltiplas acusações: fraude de captação de recursos, absorção ilegal de depósitos públicos, lavagem de dinheiro, invasão de deveres corporativos, fuga ilegal de fronteiras e emissão de documentos falsos. A Procuradoria Popular de Shenzhen, após investigação minuciosa, enviou o caso ao Tribunal Médio da província de Guangdong.

Autoridades policiais já confiscaram ativos significativos, incluindo propriedades e contas ligadas aos acusados. Esse desfecho reforça o combate chinês a fraudes cripto, especialmente após proibições gerais ao trading de criptomoedas, mas com persistência de esquemas subterrâneos.

Lições para Investidores Brasileiros

Esse caso serve de alerta global: promessas de retornos garantidos, líderes carismáticos e produtos opacos como air coins são bandeiras vermelhas. No Brasil, onde o mercado cripto cresce, verifique sempre regulamentação, lastro real e transparência. Plataformas licenciadas e due diligence são essenciais para evitar armadilhas semelhantes.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Carteira hardware cartoon subindo degraus da Wall Street com ajuda de banqueiro, escudo rachado simbolizando críticas de segurança no IPO da Ledger

Ledger Planeja IPO de US$ 4 Bi: Chega à Wall Street?

A Ledger, líder em carteiras hardware, está em negociações avançadas com Goldman Sachs, Jefferies e Barclays para um IPO nos Estados Unidos, com valuation superior a US$ 4 bilhões. O movimento ocorre em meio à crescente demanda por soluções de autocustódia, impulsionada por mais de US$ 3,4 bilhões roubados em hacks cripto em 2025. Apesar do otimismo institucional, críticas de ZachXBT questionam a segurança da empresa.


Detalhes do IPO e Desempenho Recorde

A francesa Ledger, fundada em 2014, registrou receita na casa dos centenas de milhões em 2025, seu melhor ano até agora. O CEO Pascal Gauthier já havia sinalizado planos de listagem em Nova York em novembro, destacando que o capital para cripto não está na Europa. A demanda por dispositivos como o Ledger Nano X explode com o aumento de fraudes online, posicionando a empresa como reserva confiável para chaves privadas offline.

BitGo, concorrente em custódia, estreou na NYSE ontem com alta de 24%, abrindo em US$ 22,40. Esse sucesso reforça o apetite de Wall Street por players de segurança cripto, sugerindo que a Ledger pode capturar valor significativo no IPO previsto para este ano.

Críticas de ZachXBT e Histórico de Segurança

O investigador on-chain ZachXBT ironizou o IPO, acusando a Ledger de priorizar lucros sobre segurança. Ele cita o vazamento de 2020, quando um erro em API expôs 1 milhão de emails e 272 mil dados completos (nomes, endereços, telefones), levando a roubos direcionados e perdas milionárias. Problemas recentes incluem falhas na bateria do Nano X e taxas para clear signing.

Embora a Ledger não compense vítimas e defenda suas medidas, esses incidentes erodem confiança. ZachXBT vê o IPO como mera extração máxima de lucros, mas a empresa argumenta que hacks crescem globalmente, validando sua relevância.

Por Que Investidores Podem Apostar na Ledger?

Apesar das críticas, o tom otimista prevalece: autocustódia é essencial em um mercado maduro. Com Bitcoin a R$ 470.755 (Cointrader Monitor, variação -1,8% em 24h) e dólar a R$ 5,29, o valuation de US$ 4 bi (cerca de R$ 21 bi) parece atrativo para uma líder com crescimento explosivo.

Goldman Sachs e Barclays validam a tese institucional. Riscos existem, mas melhorias contínuas e demanda por hardware offline podem impulsionar ações pós-IPO, como visto com BitGo. Vale monitorar atualizações regulatórias nos EUA.

Implicações para o Mercado Brasileiro

Para brasileiros, o IPO reforça a adoção global de carteiras hardware em exchanges locais como Binance. Com hacks em alta, migrar para Ledger pode proteger portfólios. No entanto, pesquise histórico e evite decisões precipitadas.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Personagens cartoon de banqueiro, trader cripto e auditor BC segregando ativos em cofres transparentes, simbolizando regras do Banco Central para cripto em bancos

BC Define Regras para Cripto em Bancos: O Que Muda Para Você

Cripto no seu banco: o que mudou com as novas regras do Banco Central brasileiro? Nesta quinta-feira (22 de janeiro de 2026), o Banco Central publicou a Instrução Normativa 701/2026, definindo exigências para bancos como a Caixa, comerciais e múltiplos oferecerem serviços de compra, venda e custódia de criptomoedas. O foco é na segurança, com auditoria externa obrigatória para comprovar segregação de ativos e prova de reservas. Isso traz mais confiança para o pequeno investidor.


O Que Diz a Instrução Normativa 701/2026

A norma se aplica a instituições financeiras tradicionais que querem entrar no mundo das criptomoedas, como bancos de varejo que você usa no dia a dia. Para oferecer serviços como intermediação (compra e venda de cripto por reais) ou custódia (guardar seus ativos digitais), elas precisam seguir regras rígidas.

O principal requisito é contratar uma auditoria externa independente. Essa empresa qualificada emite um relatório técnico que verifica se o banco separa corretamente os criptoativos dos clientes dos seus próprios ativos. Em palavras simples: seus bitcoins ou ETHs ficam protegidos, mesmo se o banco tiver problemas financeiros.

Além disso, a auditoria comprova a prova de reservas, garantindo que o banco realmente possui os ativos que declara custodiar em seu nome. Isso evita fraudes ou insolvência, como visto em casos internacionais de exchanges que falharam.

Segurança e Governança: Medidas Essenciais

Não para por aí. O relatório deve avaliar a estrutura de governança e compliance do banco, incluindo gerenciamento de riscos, políticas de capital e segurança cibernética. Isso significa que os bancos precisam ter planos robustos para proteger contra hacks, falhas técnicas ou lavagem de dinheiro.

Outros pontos incluem a avaliação de serviços terceirizados, como nuvens de computação, e planos de recuperação em caso de incidentes. Controles internos e monitoramento contínuo de riscos também são obrigatórios. O Banco Central pode pedir mais detalhes, e o relatório fica disponível por pelo menos cinco anos para supervisão.

Para o pequeno investidor, isso é uma vitória: traz o padrão de segurança dos bancos tradicionais para o universo cripto, reduzindo riscos de perdas por má gestão.

Impacto Prático Para Você e Vigência

Se você sonha em comprar Bitcoin pelo app do seu banco, como na Caixa ou em um banco privado, agora há um caminho claro e regulado. Isso facilita a adoção em massa, mas com proteções. Bancos que não cumprirem não poderão oferecer esses serviços.

A norma entra em vigor em 2 de fevereiro de 2026. Até lá, as instituições podem se preparar. Fique de olho nos comunicados do seu banco para saber quando cripto estará disponível no correntista comum.

Essas regras nivelam o jogo, tornando os bancos participantes confiáveis no mercado cripto. Monitore atualizações oficiais para entender como isso afeta sua estratégia de investimento.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Agentes policiais cartoon algemando criminosos com elementos cripto, ilustrando operação da PF contra lavagem de R$ 39 milhões

PF Deflagra Operação Contra Lavagem de R$ 39 Milhões em Criptomoedas

A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira (21) a Operação Narco Azimut, autorizada pela Justiça Federal de Santos, contra um esquema de lavagem de dinheiro envolvendo criptomoedas. A ação, desdobramento da Operação Narco Bet, investigou movimentações superiores a R$ 39 milhões em três estados: São Paulo, Goiás e Rio de Janeiro. Criminosos usaram ativos digitais, transferências com laranjas e transporte de dinheiro em espécie para ocultar recursos ilícitos.


Detalhes da Operação Narco Azimut

A investigação revelou uma associação criminosa estruturada que operava tanto no Brasil quanto no exterior. Os envolvidos recorriam a um sistema orquestrado: movimentação de criptoativos, transporte interestadual de dinheiro em espécie, operações bancárias de alto valor e repasses via contas de laranjas. Essa rede permitiu a lavagem de capitais provenientes de atividades criminosas não especificadas.

Mandados foram cumpridos simultaneamente em Santos/SP, Ferraz de Vasconcelos/SP, São Bernardo do Campo/SP, São José dos Campos/SP, Goiânia/GO e Armação de Búzios/RJ. A PF destacou que o esquema movimentou valores expressivos, ultrapassando R$ 39 milhões, sujando a imagem do ecossistema cripto com práticas ilícitas.

Medidas Judiciais e Apreensões

A Justiça determinou o sequestro de bens dos investigados, além de restrições societárias rigorosas. Foram impostas proibições de movimentação empresarial e vedações à transferência de imóveis e veículos adquiridos com recursos criminosos. Todos os mandados de prisão temporária foram cumpridos com sucesso.

Durante as buscas, a PF apreendeu veículos de luxo, quantias em dinheiro vivo, documentos comprobatórios e equipamentos eletrônicos. A autoridade policial não divulgou nomes dos alvos nem valores exatos confiscados, mantendo sigilo para preservar as apurações em curso.

Crimes Investigados e Implicações

Os suspeitos podem responder por associação criminosa, lavagem de dinheiro e evasão de divisas. Essa operação reforça a vulnerabilidade das criptomoedas a abusos por organizações criminosas, que exploram a pseudonimidade do blockchain para dissimular rastros. Como desdobramento de inquéritos anteriores, Narco Azimut expõe a necessidade urgente de regulação mais rígida no Brasil.

Casos como esse mancham a credibilidade do setor, associando inovação tecnológica a ilícitos. Investidores legítimos sofrem com maior escrutínio regulatório, enquanto plataformas sem compliance atraem esses esquemas. A menção a postagens anteriores sobre regulação (como o 4029) ilustra que medidas preventivas são inevitáveis para proteger o mercado.

Alerta para o Mercado Cripto Brasileiro

Para usuários e exchanges, essa ação é um lembrete firme: o crime não descansa, e o blockchain não é infalível contra autoridades. Plataformas devem investir em KYC robusto e monitoramento de transações suspeitas. Investidores precisam priorizar corretoras reguladas e evitar deals obscuros prometendo retornos irreais.

A PF continua as investigações, podendo revelar ramificações maiores. Fique atento a atualizações oficiais e evite especulações. A transparência e o compliance são as melhores defesas contra a contaminação do setor por atividades ilícitas.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Cristal oráculo digital hexagonal rachado por fluxo vermelho caótico, simbolizando exploit de flash loans e manipulação em DeFi

Hack na Makina Finance: Entenda o Exploit de US$ 4,13 Milhões

A Makina Finance, um protocolo de finanças descentralizadas (DeFi), foi alvo de um exploit que resultou na perda de aproximadamente US$ 4,13 milhões em 20 de janeiro. O ataque explorou uma vulnerabilidade de oráculo em um pool de liquidez da Curve, onde um fraudador manipulou os preços de ativos utilizando um flash loan. Este incidente serve como um alerta para a segurança em protocolos DeFi, questionando a resiliência de sistemas que dependem de oráculos para fixar preços.


Detalhes do Ataque: Manipulação de Oráculos e Flash Loans

No cerne do ataque à Makina Finance esteve a manipulação de preços via oráculo e o uso de um flash loan massivo. O atacante utilizou um empréstimo instantâneo de 280 milhões de USDC e, com US$ 170 milhões desse montante, manipulou o MachineShareOracle – o mecanismo que o pool DUSD/USDC da Curve usava para determinar o preço dos ativos. Em seguida, trocou 110 milhões de USDC através do pool, conseguindo extrair cerca de US$ 5 milhões em valor, conforme relatado pela CryptoPotato.

A complexidade do ataque se intensificou com a execução de bots MEV (Maximal Extractable Value), que, de acordo com informações da Crypto.news, anteciparam a transação do atacante. Esses bots realizaram uma série de negociações rápidas que esvaziaram 1.299 ETH do pool, equivalente a aproximadamente US$ 4,13 milhões. Os fundos roubados foram então direcionados para duas carteiras distintas, com US$ 3,3 milhões para 0xbed2 e US$ 880 mil para 0x573d.

As Consequências e Medidas de Segurança

A Makina Finance se manifestou em suas redes sociais, confirmando que o incidente afetou apenas suas posições de provedor de liquidez DUSD na Curve, assegurando que outros ativos e implementações não foram comprometidos. A equipe afirmou que os ativos subjacentes armazenados nas máquinas permanecem seguros e, como medida de precaução, ativou o modo de segurança em todos os seus sistemas. Provedores de liquidez do pool DUSD Curve foram aconselhados a retirar seus fundos.

Este recente exploit se soma a outros incidentes notáveis no espaço DeFi, como o ataque ao Truebit Protocol, que resultou na perda de aproximadamente US$ 26,5 milhões em ETH. Empresas de segurança on-chain, como SlowMist e Certik, alertam que versões desatualizadas do Solidity representam um risco sistêmico, recomendando o uso da biblioteca SafeMath para prevenir vulnerabilidades lógicas.

Impacto para o Usuário e Lições Aprendidas

A série de ataques ressalta a importância da diligência e pesquisa aprofundada ao interagir com protocolos DeFi. Investidores e usuários devem se manter vigilantes quanto aos oráculos e às vulnerabilidades de flash loan, que continuam sendo vetores de ataque. Embora a Makina Finance tenha agido para mitigar o problema, a ocorrência serve como um lembrete de que o ecossistema DeFi, apesar de seu potencial, carrega riscos inerentes que exigem constante monitoramento e aprimoramento de segurança.

Acompanhar as notícias e os relatórios de segurança de empresas especializadas é fundamental para entender os riscos e tomar decisões informadas. Investir em DeFi, embora promissor, exige uma compreensão aprofundada dos mecanismos de segurança dos protocolos e uma análise crítica das fontes de liquidez e precificação.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Cascata vermelha de fragmentos de liquidações caindo sobre monolito Bitcoin rachado, simbolizando US$ 1 bilhão em perdas e queda para 89K

Bitcoin Entra em Queda: Liquidações de US$ 1 bilhão e o Cenário Macroeconômico

A Captulação dos Otimistas e a Queda Repentina

A retração do preço do Bitcoin para US$ 89.000 marcou um momento crítico, com as liquidações atingindo a expressiva cifra de US$ 1 bilhão. Notavelmente, cerca de 92% dessas liquidações foram de posições compradas, indicando que a grande maioria dos traders estava excessivamente otimista em relação a uma valorização contínua. Segundo o CoinDesk, a maior liquidação individual foi uma ordem de BTCUSDT de US$ 13,52 milhões na Bitget, ilustrando a magnitude do impacto. Esse cenário de “sangue nas ruas” frequentemente precede um teste de novos fundos de mercado, onde a capitulação do varejo e de investidores alavancados ajuda a redefinir os níveis de suporte.

Cenário Macroeconômico Agrava a Queda

A derrocada do Bitcoin não pode ser desassociada de um contexto macroeconômico global mais amplo. A repentina cautela nos mercados financeiros, impulsionada por ameaças renovadas de tarifas do Presidente Donald Trump a nações europeias e uma liquidação de títulos do governo japonês, contribuiu para a aversão ao risco. O CryptoPotato destaca que esses elementos empurraram os rendimentos globais para cima e pressionaram ativos de risco, incluindo o Bitcoin. No Brasil, o Bitcoin, segundo o Cointrader Monitor, opera em R$ 479.884,02, com variação de -2,47% nas últimas 24 horas. Essa correlação com eventos geopolíticos ressalta como o mercado cripto, apesar de sua natureza descentralizada, é cada vez mais influenciado por fatores externos.

Implicações e Próximos Passos Para Investidores

A volatilidade do Bitcoin, com uma queda de 10% em apenas sete dias, conforme apontado pela CoinDesk, mostra que o otimismo desenfreado sem fundamentação técnica ou macroeconômica é perigoso. O aumento da volatilidade implícita de 30 dias atingiu seu nível mais alto desde 10 de janeiro, indicando um período de instabilidade acentuada. Para os investidores, este momento exige cautela e uma análise aprofundada dos dados on-chain para identificar potenciais níveis de acumulação por parte de grandes participantes (baleias). A busca por um novo suporte pode revelar oportunidades para quem mantém uma estratégia de longo prazo, mas o curto prazo permanece marcado pela incerteza e pelo risco de novas quedas.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Cofre digital brutalista vazio com partículas douradas sugadas para portal neon vermelho e '95%' rachado, simbolizando rug pull e desvio de fundos em ICO

Trove Markets: Token desaba 95% em Rug Pull e fundos desviados

O recente lançamento do token da Trove Markets resultou em um colapso de 95% no seu valor, gerando revolta entre investidores e levantando fortes suspeitas de um rug pull. Essa queda abrupta, que transformou milhões em migalhas em questão de horas, foi impulsionada por alegações do analista on-chain ZachXBT, que aponta o desvio de fundos da ICO para cassinos, questionando a integridade da equipe por trás do projeto.


Milhões Arrecadados, Milhões Desviados: O Início do Fim

Trove Markets havia levantado aproximadamente US$ 11,5 milhões em sua venda pública de tokens. Contudo, pouco tempo após o início das negociações, o token despencou de um valor inicial que sugeria uma capitalização de mercado próxima de US$ 20 milhões para menos de US$ 2 milhões. A equipe da Trove afirmou que reteria cerca de US$ 9,4 milhões para financiar o desenvolvimento futuro do projeto e uma migração de blockchain, enquanto US$ 2,44 milhões foram destinados a reembolsos parciais para alguns investidores.

Esses números, no entanto, deixaram muitos investidores insatisfeitos e questionando o destino da maior parte dos fundos. A discrepância entre o valor arrecadado e o montante reembolsado, somada à queda meteórica do token, acendeu o alerta para a comunidade cripto, que imediatamente começou a investigar a movimentação desses valores.

As Alegações de ZachXBT e a Teia de Suspeitas

As preocupações foram amplificadas pelas análises de ZachXBT, conhecido investigador on-chain. Ele destacou transferências incomuns de uma porção significativa do suprimento de tokens para um aglomerado de carteiras recém-criadas. Além disso, algumas dessas transferências teriam sido roteadas através de serviços como ChangeHero, levantando sérias questões sobre a transparência das alocações de tokens e se os fundos estavam sendo utilizados para o propósito declarado.

Embora a Trove tenha anunciado uma mudança estratégica para a blockchain Solana, alegando que um parceiro importante havia se retirado, a comunidade vê essa justificativa com ceticismo. A equipe prometeu continuar construindo e ser mais transparente, mas as ações prévias geraram um clima de desconfiança generalizada, com investidores exigindo auditorias públicas e reembolsos integrais.

Ameaças Legais e o Futuro Incerto da Trove Markets

A revolta dos investidores não ficou restrita às redes sociais. Alguns ameaçaram com ações legais e intensificaram as demandas por auditorias externas. Este incidente serve como um alerta severo sobre os riscos associados aos eventos de geração de tokens (Token Generation Events – TGEs). Casos como o da Trove Markets podem acelerar o escrutínio regulatório sobre projetos que alteram termos após a captação de recursos e que mostram pouca transparência na gestão dos fundos.

O futuro da Trove Markets agora depende da sua capacidade de restaurar a confiança, entregar uma plataforma funcional e, acima de tudo, demonstrar uma transparência inequívoca na gestão dos ativos e na prestação de contas aos seus investidores. Caso contrário, o episódio poderá marcar o fim prematuro do projeto e a consolidação de um dos mais recentes casos de rug pull no mercado.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Investidores cartoon migrando de plataforma Bitcoin rachada para pilhas de ouro e prata, simbolizando Grande Rotação para segurança

Grande Rotação: Investidores migram de Bitcoin para ouro e prata em busca de segurança

A Desconstrução do “Ouro Digital” e o Domínio da Alavancagem

A narrativa do “ouro digital” para o Bitcoin enfrenta um teste de fogo em 2026. A BloFin Research destaca que, embora o BTC tenha apresentado um rali significativo no ano anterior, impulsionado por derivativos liquidados em dólar, sua volatilidade e correlação com o sistema financeiro tradicional o afastam da ideia de reserva de valor independente. A análise revela que, em momentos de incerteza, a alavancagem em dólar no mercado cripto transforma o Bitcoin em um ativo de risco, negativamente impactado pela redução da liquidez do dólar e pelas taxas de juros americanas. Essa dinâmica contrasta fortemente com o comportamento do ouro, cujo preço é determinado majoritariamente pela oferta e demanda à vista, preservando seu status como ativo desvinculado das decisões de política fiscal e monetária.

Ouro e Prata em Ascensão: A Fuga para a Segurança

Enquanto o Bitcoin e o Ethereum demonstram fragilidade, o ouro e a prata atingem máximas históricas, refletindo a busca dos investidores por segurança. O relatório da BloFin Research salienta que o ouro é reconhecido como moeda forte fora do sistema e garantia amplamente aceita, o que lhe confere um “prêmio de independência” em períodos de instabilidade. A prata, por sua vez, também acompanha essa tendência de valorização. Essa fuga para a segurança é impulsionada pela incerteza macroeconômica e regulatória, fazendo com que ativos como o ouro se tornem preferenciais em relação às criptomoedas, que, por sua vez, continuam a ser vistas como investimentos de alto risco.

Bitcoin: Maturidade Institucional ou Precificação Incorreta?

A despeito da performance do ouro, o CEO da XBTO, Philippe Bekhazi, argumenta que a divergência não significa uma perda de convicção no Bitcoin, mas sim a entrada do ativo em uma “era institucional” pós-IPO. Segundo a análise da CoinDesk, o aprofundamento da propriedade institucional do Bitcoin, o crescimento dos ETFs e as estratégias de hedge com derivativos estariam comprimindo sua volatilidade. Essa maturidade, combinada com a demanda de longo prazo de ETFs e balanços corporativos, ancoraria sua avaliação. No entanto, o mercado está testando se o subdesempenho do Bitcoin em relação ao ouro é um sinal de amadurecimento ou uma precificação inadequada frente aos metais preciosos. A tese de “ouro digital” pode falhar se o Bitcoin negociar como um ativo de alta beta em períodos de inflação ou crise, ou se houver saídas significativas de ETFs durante correções.

Perspectivas e Desafios para o Cenário Cripto

Apesar do cenário adverso, a BloFin Research indica que a cripto pode reagir se as condições financeiras se tornarem mais flexíveis, a incerteza política diminuir ou o mercado voltar a priorizar crescimento e liquidez. No entanto, para o investidor macroeconômico atual, predomina o entendimento de que a cripto se comporta como ativo de risco em meio à incerteza institucional, enquanto metais preciosos assumem um papel de “ativos de excepcionalismo”. Esta “grande rotação” de capital coloca em evidência a necessidade de os investidores reavaliarem suas estratégias e a própria classificação do Bitcoin como um porto seguro, especialmente diante de um mercado que cada vez mais o precifica como um ativo de alta volatilidade ligado ao dólar.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Personagem trader cartoon examinando formulário 1099-DA gigante com carteira cripto, representando novas regras fiscais do PayPal ao IRS em 2025

PayPal: Novas Regras Fiscais para Cripto Vigoram em 2025

O PayPal confirmou novas obrigações fiscais para usuários de criptomoedas nos Estados Unidos. A partir do ano fiscal de 2025, a plataforma emitirá o Formulário 1099-DA para reportar vendas ou trocas de ativos digitais ao IRS. Usuários receberão o documento até 15 de fevereiro e terão que declarar ganhos ou perdas. A medida padroniza o controle tributário sobre cripto, sinalizando tendências globais de maior transparência nas fintechs.


O Que Muda com o Form 1099-DA

O Form 1099-DA é uma inovação do IRS para rastrear transações com ativos digitais. Ele obriga corretoras como o PayPal a informar proventos de disposições de criptomoedas, incluindo vendas diretas, trocas por outras moedas ou pelo stablecoin PYUSD da própria PayPal. Qualquer usuário que realize essas operações na wallet integrada receberá o formulário automaticamente no ano seguinte.

Essa exigência começa para o ano fiscal de 2025, com envio ao IRS e aos contribuintes até meados de fevereiro. O objetivo é simplificar a declaração de impostos, mas exige que os usuários mantenham registros precisos de custos de aquisição para calcular ganhos de capital. Sem isso, há risco de autuações por subdeclaração.

Para o dia a dia, anote todas as transações: data, valor em dólares na compra e venda, taxas envolvidas. Ferramentas como Koinly ou CoinTracker integram com PayPal e geram relatórios compatíveis com o IRS.

Quais Transações São Reportadas

Nem toda movimentação gera o 1099-DA. O foco está em vendas ou trocas que geram proventos. Por exemplo:

  1. Venda de Bitcoin por dólares na PayPal.
  2. Troca de Ethereum por PYUSD.
  3. Qualquer disposição de cripto que resulte em fiat ou outro ativo.

Transferências entre wallets próprias não são reportadas, mas vendas sim. O PayPal rastreia tudo internamente e repassa ao fisco americano, eliminando a opção de omitir operações.

Prática recomendada: Ative notificações de transações no app PayPal e exporte histórico mensal. Isso facilita a reconciliação no fim do ano e evita surpresas na declaração anual (Form 1040).

Outros Formulários e Limites Importantes

Além do 1099-DA, o PayPal emite outros documentos fiscais. O Form 1099-MISC cobre bônus, prêmios ou recompensas em cripto acima de US$ 600 em 2025 – limite que sobe para US$ 2.000 em 2026, com ajustes por inflação dali em diante.

Já o Form 1099-K é para quem recebe pagamentos em cripto por bens ou serviços acima de thresholds anuais (definidos pelo IRS, geralmente US$ 600). Esse chega até 31 de janeiro.

Passo a passo para 2025:

  1. Verifique e-mail e app PayPal em janeiro/fevereiro;
  2. Baixe os formulários;
  3. Use software fiscal para calcular impostos;
  4. Inclua na declaração até 15 de abril.

Implicações Globais e Lições para Brasileiros

Embora focado nos EUA, o modelo do PayPal indica o futuro da custódia cripto em grandes plataformas. No Brasil, a Receita Federal já exige declaração de cripto no IRPF via GCAP, com carnê-leão para vendas acima de R$ 35 mil/mês. Exchanges como Binance reportam movimentações suspeitas ao Coaf.

Fintechs globais como PayPal podem adotar padrões semelhantes aqui, especialmente com a Lei 14.478/2022 regulando ativos virtuais. Monitore sua conta PayPal: mesmo para brasileiros, transações em dólar podem gerar obrigações no IR.

Ação prática: Atualize cadastros fiscais, use wallets não custodiais para privacidade e consulte contador especializado em cripto. A era da transparência fiscal chegou às criptomoedas.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Balança regulatória cartoon inclinada por rede IA vermelha ameaçadora sobre pilares financeiros e cripto, deputados alertando risco sistêmico

Parlamento Britânico Alerta: IA no Financeiro Pode Causar Crise Sistêmica

Alerta vermelho em Londres: o Parlamento britânico, por meio do Treasury Committee, divulgou relatório alertando que o uso massivo de inteligência artificial no setor financeiro representa risco sistêmico. Com 75% das empresas financeiras do Reino Unido já adotando IA, os parlamentares cobram do Banco da Inglaterra (BoE) e da Financial Conduct Authority (FCA) uma postura proativa para evitar crises. O setor cripto, dependente de algoritmos semelhantes, deve se preparar para escrutínio regulatório global mais rigoroso.


Detalhes do Relatório Parlamentar

O documento, intitulado “Artificial intelligence in financial services”, destaca a rápida penetração da IA nas firmas financeiras britânicas. De automação administrativa a processamento de sinistros de seguros e avaliações de crédito, a tecnologia é onipresente. No entanto, os riscos vão além do operacional: falta de transparência e confiança excessiva em modelos de IA podem prejudicar clientes vulneráveis e desestabilizar mercados inteiros.

Dame Meg Hillier, presidente do comitê, expressou preocupação: “Não me sinto confiante de que nosso sistema financeiro está preparado para um grande incidente relacionado à IA, e isso é preocupante”. O relatório aponta que uma falha coordenada em algoritmos poderia propagar choques rapidamente, similar a eventos passados como o Flash Crash de 2010.

Essa análise geopolítica reforça o papel do Reino Unido como hub financeiro global, onde decisões regulatórias influenciam jurisdições como Brasil e União Europeia.

Abordagem Reativa do Governo Britânico

Os parlamentares criticam a postura “esperar para ver” adotada pelo governo, BoE e FCA diante da adoção acelerada da IA. Com 75% das firmas já integradas, a inação regulatória expõe o sistema a vulnerabilidades. O relatório recomenda stress tests específicos para IA, guidelines práticas da FCA e maior accountability das instituições por danos causados por algoritmos.

Além disso, urge a designação de provedores de IA e nuvem como críticos para supervisão. Essas medidas visam equilibrar inovação com proteção ao consumidor, exigindo publicações de orientações até o fim do ano.

No contexto global, essa pressão reflete temores compartilhados por G7 e G20 sobre dependência tecnológica em finanças.

Implicações para o Mercado Cripto

O alerta britânico ressoa diretamente no ecossistema cripto, que compartilha infraestrutura técnica similar: trading algorítmico, bots de alta frequência e machine learning para predições de preço dominam exchanges e DeFi. Plataformas como Binance e protocolos em Ethereum usam IA para liquidez e detecção de fraudes, mas falhas – como bugs em smart contracts amplificados por IA – poderiam causar cascades de liquidações.

Reguladores globais, inspirados no UK, podem impor testes de resiliência e transparência em modelos de IA para criptoativos. No Brasil, isso sinaliza maior escrutínio da CVM e BC sobre stablecoins e fundos tokenizados. Investidores em cripto devem monitorar evoluções regulatórias, diversificando riscos e priorizando plataformas auditadas.

Próximos Passos e Preparação

Para mitigar riscos, firmas financeiras e cripto devem investir em auditorias de IA e cenários de estresse. O Parlamento UK espera colaboração entre FCA e setor privado para aproveitar benefícios sem comprometer estabilidade. Globalmente, isso pode acelerar frameworks como MiCA na Europa e propostas nos EUA.

Investidores brasileiros atentos a cripto: a crise financeira de amanhã pode nascer de um algoritmo descontrolado. Monitore relatórios oficiais e adapte estratégias para um ambiente de supervisão mais rígida.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Executivos cartoon de bancos, NYSE e crypto ativando relógio 24/7 blockchain, simbolizando lançamento de trading tokenizado

NYSE Revoluciona com Trading 24/7 via Blockchain e Grandes Bancos

A New York Stock Exchange (NYSE), maior bolsa do mundo, anunciou nesta segunda-feira (19/01/2026) o desenvolvimento de uma plataforma blockchain para trading 24/7 de ações tokenizadas. Com liquidação instantânea e financiamento via stablecoins, a iniciativa conta com apoio de gigantes como BNY Mellon e Citi, marcando o fim dos horários comerciais tradicionais e o tiro de partida para a tokenização global de ativos reais (RWAs). CZ, ex-CEO da Binance, celebrou o movimento como de alta para cripto.


Plataforma Inovadora: 24/7 e Blockchain Nativo

A nova venue da NYSE integrará seu motor de matching avançado Pillar com sistemas pós-trade baseados em blockchain, suportando múltiplas blockchains para liquidação e custódia. Os tokens serão fungíveis com títulos tradicionais, preservando direitos de acionistas como dividendos e governança. Operando 24 horas por dia, 7 dias por semana, a plataforma permitirá ordens em dólares e financiamento com stablecoins, eliminando atrasos de T+1.

De acordo com o anúncio oficial, a iniciativa busca aprovação regulatória da SEC e representa uma evolução estratégica do Intercontinental Exchange (ICE), controladora da NYSE. Lynn Martin, presidente do NYSE Group, destacou: “Estamos liderando a indústria para soluções totalmente on-chain com proteções regulatórias elevadas.”

Parcerias com Gigantes Financeiros

A colaboração com BNY Mellon e Citigroup é crucial para depósitos tokenizados em clearinghouses globais, permitindo gerenciamento de fundos e margens fora do horário bancário tradicional. Michael Blaugrund, VP de Iniciativas Estratégicas do ICE, enfatizou: “Isso impulsiona mercados de analógico para digital, criando infraestrutura on-chain para trading, liquidação e capital formation.”

O mercado de ações tokenizadas explodiu, com capitalização saltando de US$ 5 milhões para US$ 397 milhões em um ano — crescimento de 7.840%. Plataformas como NYSE competem com Nasdaq, que planeja trading 24h em dias úteis.

Otimismo de CZ e Implicações para Cripto

Changpeng Zhao (CZ) reagiu no X: “Bullish para crypto e crypto exchanges.” A estratégia de ‘duas bolsas’ — uma tradicional e outra digital — valida blockchain como infraestrutura financeira definitiva. Analista Simon Taylor nota que NYSE emite nativamente ativos digitais com custódia em wallets, desafiando participantes cripto-nativos.

Para investidores brasileiros, isso sinaliza aceleração na adoção institucional de RWAs, potencializando fluxos para Bitcoin e stablecoins. Vale monitorar aprovações regulatórias, previstas para o segundo semestre de 2026.

Próximos Passos e Oportunidades

Com lançamento previsto para 2026, a plataforma NYSE redefine mercados, unindo confiança regulada à eficiência blockchain. Investidores retail ganham acesso 24/7, enquanto instituições testam collateral tokenizado. Os dados sugerem que a tokenização de RWAs pode capturar trilhões em valor, impulsionando um ciclo virtuoso para o ecossistema cripto.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Personagens cartoon de jogador de futebol e trader erguendo troféu dourado com 800K, celebrando parceria La Liga-Toobit em campeonato de trading cripto

La Liga e Toobit Lançam Elite Championship de US$ 800 Mil

A parceria entre a exchange Toobit e a La Liga, principal liga de futebol da Espanha, acaba de lançar o Elite Championship, um campeonato de trading com prêmio total de US$ 800 mil em USDT. Iniciado em 15 de janeiro e válido até o fim de fevereiro, o evento une a paixão pelo esporte à emoção das negociações cripto, oferecendo ingressos para jogos, camisas assinadas e recompensas exclusivas. Essa iniciativa marca um passo ousado na adoção mainstream das criptomoedas pelo futebol europeu, atraindo milhões de fãs para o universo trading.


Três Atividades para Conquistar Prêmios

O Elite Championship é dividido em três atividades empolgantes, projetadas para recompensar traders de todos os níveis. Na primeira, participantes completam tarefas simples como realizar o primeiro depósito, trades spot ou desafios diários de negociação. Em troca, abrem mystery boxes com prêmios premium: ingressos para partidas da La Liga, camisas autografadas por estrelas do futebol, mercadorias limitadas da Toobit, airdrops de tokens e até fundos de trial para negociações sem risco.

A segunda atividade é uma competição acirrada por P&L percentual, onde os top 200 traders dividem um prêmio dinâmico que pode chegar a US$ 500 mil em USDT. Quanto mais participantes, maior o pote, incentivando uma disputa saudável e estratégica, perfeita para quem adora a emoção das negociações.

Por fim, a terceira foca em engajamento social: tarefas no X (antigo Twitter) e Telegram via plataforma Gleam rendem até US$ 200 por pessoa, além de memorabilia exclusiva da La Liga. Mike Williams, CCO da Toobit, destacou: “É uma celebração de estratégia, velocidade e espírito competitivo compartilhado por traders e atletas.” Essa estrutura garante que novatos e experts tenham chances reais de vitória.

Como Participar e Benefícios Exclusivos

Para entrar no jogo, basta se registrar na página oficial da campanha. A Toobit, parceira regional oficial da La Liga, compartilha o lema “Play on a bigger stage”, conectando esportes de elite à economia digital. Participantes acessam recursos educacionais localizados e experiências únicas para a temporada 2025/26, como viagens VIP para jogos na Espanha – oportunidades que vão além do dinheiro.

Essa fusão não é aleatória: o futebol lidera os patrocínios cripto, representando 43% de todos os deals globais. Na UEFA Champions League 2025/26, há um recorde de 48 parcerias cripto, com alta de 30% em relação ao ano anterior. Para traders brasileiros, é a chance de unir paixão por futebol e cripto, ampliando portfólios com prêmios tangíveis e visibilidade global.

Impacto na Adoção Cripto pelo Futebol

Essa parceria sinaliza a maturidade do ecossistema cripto, seguindo passos como a aceitação de Bitcoin em redes fast-food como Steak ‘n Shake. Ao levar trading para estádios virtuais da La Liga, a Toobit democratiza o acesso, expondo milhões de fãs ao mercado de criptomoedas. É um golaço para a adoção: enquanto traders competem como craques em campo, o esporte impulsiona a educação financeira via cripto.

Os dados mostram o momentum: o futebol é o rei das integrações cripto, e eventos como esse aceleram a entrada de massas no trading. Monitore o desempenho dos líderes no P&L e prepare-se para inspirações reais de estratégias vencedoras. Para brasileiros, é hora de escalar o jogo para um palco maior, misturando gols e ganhos em USDT.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.