Criminosos cartoon cercando casa segura com carteira cripto enquanto polícia os algema, ilustrando riscos de sequestro por resgate em França

França Prende 6 em Sequestro com Resgate em Cripto

Investigações revelam que a polícia francesa prendeu seis suspeitos, incluindo um menor, pelo sequestro de uma magistrada de 35 anos e sua mãe de 67 anos. O alvo era a parceira da vítima, uma empreendedora de criptomoedas, que recebeu foto das reféns e ameaça de mutilação caso não pagasse resgate em ativos digitais. As mulheres foram mantidas por cerca de 30 horas em uma garagem na região de Drôme antes de escaparem sem pagamento.


Detalhes do Sequestro e Prisões

A operação policial mobilizou 160 agentes após o parceiro da magistrada receber a mensagem ameaçadora na madrugada de quarta para quinta-feira. As vítimas foram encontradas feridas na garagem, mas conseguiram alertar um vizinho que as libertou. Segundo promotores, como Thierry Dran, a companheira da magistrada está ligada a uma startup de criptomoedas, o que atraiu os criminosos.

Os suspeitos, cujas identidades não foram divulgadas por sigilo investigativo, enfrentam acusações de sequestro e extorsão. Evidências apontam para um crime organizado, com até cinco sequestradores envolvidos — padrão raro, mas crescente nos wrench attacks. Nenhuma criptomoeda foi transferida, graças à rápida intervenção das autoridades.

Este caso expõe a sofisticação dos bandidos: ameaças de mutilação visam coagir transferências rápidas de chaves privadas, explorando o pseudonimato das transações on-chain.

Aumento Alarmante de Ataques Físicos na França

A França se tornou epicentro de wrench attacks, ataques físicos para roubar cripto. Em 2025, autoridades processaram 25 suspeitos por sequestros semelhantes, muitos envolvendo menores. Jameson Lopp registrou 8 de 10 ataques globais este ano no país. Desenvolvedor Kevin Loaec alerta: sequestros ocorrem a cada dois dias, atingindo não só figuras públicas, mas qualquer um com histórico de Bitcoin, meetups ou declarações fiscais.

Casos precedentes incluem a tentativa contra a filha do CEO da Paymium, assalto a usuário Ledger e o brutal sequestro do cofundador David Balland, que perdeu parte de um dedo. Perdas superaram US$ 41 milhões em 2025, alta de 75%. Especialistas como CertiK e TRM Labs notam que criminosos mapeiam alvos via redes sociais, focando em sinais de riqueza cripto.

A impunidade é o calcanhar de Aquiles: “sequestradores basicamente não são punidos”, diz Loaec, apontando falhas na dissuasão.

Sinais de alerta e Medidas de Proteção Essenciais

Evidências apontam fragilidades: exposição pública de holdings atrai predadores. A audácia de atingir uma magistrada sinaliza profissionalização do crime. Para holders brasileiros, o risco é global — EUA lidera histórico cumulativo.

Como se proteger? Adote perfil baixo: evite ostentar ganhos online, use panic wallets, vaults com delay e decoy wallets. Segurança física é crucial — câmeras, alarmes e vizinhança atenta salvam vidas. Monitore on-chain leaks e redes sociais. A lição é clara: cripto exige defesa em múltiplas frentes, digital e física.

Investidores devem priorizar anonimato e preparedness. Este caso reforça: auto-custódia tem preço alto se a exposição física for negligenciada.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Rede blockchain cyan infiltrada por veias vermelhas pulsantes e silhuetas sombrias, simbolizando crimes on-chain como mineração ilegal e lavagem para o Irã

Crimes On-Chain: Mineração Ilegal em AL e Lavagem para o Irã

A Polícia Civil de Alagoas desarticulou uma operação ilegal de mineração de Bitcoin em quatro fazendas que furtavam energia elétrica e água do Rio São Francisco. Em paralelo, um relatório da TRM Labs expôs como duas empresas registradas no Reino Unido movimentaram US$ 619 milhões em stablecoins para carteiras ligadas à Guarda Revolucionária Islâmica do Irã em 2024, evidenciando o uso crescente da blockchain por redes criminosas e a eficiência das autoridades em rastreá-las.


Mineração Ilegal em Alagoas: Furto de Recursos Naturais

No município de Porto Real do Colégio, agentes encontraram instalações de mineração de Bitcoin equipadas com máquinas de alta potência resfriadas por água bombeada irregularmente do Rio São Francisco. Os criminosos também desviavam energia da rede oficial, consumindo cerca de 200 mil kWh por mês – equivalente ao uso de mil residências.

O esquema gerou prejuízo de R$ 155 mil mensais em energia furtada, totalizando R$ 750 mil em cinco meses. As ligações clandestinas, conhecidas como ‘gatos’, causavam instabilidades na rede local, queimando eletrodomésticos de moradores inocentes. Apesar da desarticulação na sexta-feira (9), não houve prisões imediatas, e a investigação prossegue para identificar os responsáveis.

Esse caso ilustra o impacto ambiental e social da mineração predatória, onde o crime explora recursos públicos para lucrar com a proof-of-work do Bitcoin, sobrecarregando infraestruturas locais.

Empresas Britânicas e a Rede de Sanções Iranianas

Duas companhias registradas no Reino Unido, Zedcex e Zedxion, atuaram como fachadas para transferir mais de US$ 1 bilhão em stablecoins à Guarda Revolucionária do Irã (IRGC), segundo a TRM Labs. Em 2024, US$ 619,1 milhões – 87% das transações delas – foram direcionados a carteiras iranianas, um aumento de 2.500% em relação a 2023.

Fundadas em 2021 e 2022, as empresas compartilham endereço e relatórios financeiros similares, operando como uma única entidade. O diretor da Zedxion, Babak Morteza, tem ligações com figuras sancionadas pelos EUA. Os fundos fluíam para exchanges iranianas como Nobitex e Wallex, e até para redes de contrabando houthi no Iêmen.

Essa operação destaca como stablecoins como USDT servem de ‘trilhos paralelos’ para evasão de sanções, obscurecendo origens e destinos em uma rede global.

O Rastreamento On-Chain e a Resposta das Autoridades

A transparência da blockchain, embora explorada por criminosos, permite análises forenses avançadas. Ferramentas da TRM Labs e similares mapeiam fluxos ilícitos, conectando endereços wallets a entidades reais via registros corporativos e padrões de transação. No caso iraniano, on-chain analytics revelaram 60% das atividades ligadas ao IRGC em 2023.

Polícias como a de Alagoas demonstram capacidade crescente em desmantelar operações físicas, enquanto reguladores internacionais pressionam por supervisão de plataformas offshore. No Brasil, casos semelhantes de furto de energia para mineração já foram flagrados no DF e Ceará, sinalizando um padrão regional.

Essas investigações reforçam que a rede Bitcoin, apesar de pseudônima, não é anônima: cada transação é permanente e rastreável com as ferramentas certas.

Implicações para o Mercado Cripto

Esses episódios expõem vulnerabilidades: mineração ilegal distorce custos energéticos globais, enquanto lavagem via stablecoins ameaça a reputação do setor. Investidores devem monitorar relatórios de inteligência como os da TRM Labs e avanços regulatórios, que visam coibir abusos sem sufocar inovação.

Para brasileiros, o caso alagoano alerta sobre impactos locais, enquanto o internacional reforça a necessidade de compliance em exchanges. Autoridades estão se adaptando, tornando o crime on-chain cada vez mais arriscado.


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