Criador cartoon correndo para colar etiqueta 'SPONSORED' em post enquanto mão robótica da X ameaça ban, alertando sobre disclosure obrigatório

X Lança Regras Rígidas: Posts Patrocinados Sem Disclosure Podem Banir Contas

Cuidado no X: a nova regra de posts pagos pode banir sua conta na próxima semana. O chefe de produto do X, Nikita Bier, anunciou que a plataforma lançará uma ferramenta de disclosure — ou divulgação — para conteúdos patrocinados, como anúncios de plataformas como Kalshi e Polymarket. Sem marcar claramente que é promoção paga, contas serão suspensas. Isso é vital para criadores de conteúdo no nicho cripto, que frequentemente promovem projetos. Em outras palavras, transparência agora ou risco de perder tudo.


O Que É Essa Ferramenta de Disclosure?

Imagine que você é um professor explicando uma lição nova: primeiro, definimos os termos. Disclosure, em outras palavras, é a divulgação honesta de que um post é patrocinado. Isso significa que, se uma empresa paga para você promover algo — como um token ou uma plataforma de previsão de mercado —, você deve avisar seus seguidores. Pense assim: é como colocar uma etiqueta ‘patrocinado’ em uma propaganda na TV, para que ninguém ache que é opinião neutra.

O anúncio veio diretamente de Nikita Bier, responsável pelo produto no X e consultor da Solana. Ele postou que a funcionalidade será lançada na próxima semana, visando alertar sobre posts não divulgados e possivelmente exigindo marcação automática ou manual. Sem isso, o X suspenderá contas, começando por violações claras. Para nós no Brasil, onde o marketing de influência em cripto explode, isso evita multas ou bans inesperados. É uma proteção para todos: criadores, seguidores e plataformas.

Como a Ferramenta Vai Funcionar na Prática?

Pense em uma analogia brasileira: é como o fiscal da Receita Federal checando notas fiscais. O X identificará posts pagos que parecem orgânicos — sem #ad ou #patrocinado. A ferramenta, segundo Bier, avisará sobre esses conteúdos e forçará disclosure explícito. Já o vimos em ação: em uma promoção paga da Kalshi, ele cobrou a divulgação e ameaçou banimento imediato.

Isso significa que, em breve, ao postar sobre um airdrop (distribuição gratuita de tokens para atrair usuários) ou uma exchange parceira, você precisará marcar. Provavelmente, haverá um botão ou tag obrigatória no editor de posts. Se o algoritmo detectar padrões de promoção sem marcação — como links afiliados sem aviso —, bum: suspensão. Para iniciantes, teste agora: revise seus posts recentes. Se promoveu algo sem dizer ‘parceria paga’, delete ou edite enquanto dá tempo. O X quer um ambiente limpo, onde opiniões e ads sejam distintos.

Por Que Isso Afeta Tanto os Criadores Cripto?

No mundo das criptomoedas, promoções pagas são comuns. Plataformas como Polymarket (mercado de previsões) e Kalshi gastam fortunas com KOLs — key opinion leaders, ou líderes de opinião chave — para impulsionar adoção. Mas sem disclosure, parece recomendação genuína, confundindo iniciantes que investem achando ser dica imparcial. Isso cria riscos: manipulação de mercado, queixas regulatórias e perda de confiança.

Para você, criador brasileiro de conteúdo cripto, é hora de se adaptar. Muitos ganham com links da Binance ou tokens novos, mas um ban apaga anos de crescimento. Pense assim: sua conta é seu patrimônio. A regra protege o ecossistema, reduzindo scams disfarçados de dicas. Analistas veem isso como passo para maturidade da indústria, alinhando com leis como a FTC nos EUA ou Conar no Brasil. Fique de olho: transparência constrói audiência leal a longo prazo.

Passos Práticos Para Não Ser Banido

  1. Sempre use #publi, #ad ou ‘Post patrocinado por [empresa]’ no início.
  2. Leia as regras atualizadas do X assim que saírem.
  3. Para parcerias cripto, guarde comprovantes de pagamento.
  4. Teste a ferramenta beta se disponível.
  5. Eduque sua audiência: transparência gera confiança.

Você consegue! Essa mudança é uma oportunidade para profissionalizar seu conteúdo. Comece hoje, revise posts e celebre a clareza. Seu futuro seguidor agradecerá.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Criador cartoon empunhando carteira Rumble emitindo raios BTC e USDT, evitando nuvem de taxas do YouTube para monetização direta

Rumble lança carteira Bitcoin para dicas de criadores

O rival do YouTube, Rumble, lançou nesta quarta-feira (7) a Rumble Wallet, uma carteira non-custodial integrada ao app para receber dicas em Bitcoin (BTC), USDT e XAUT. Desenvolvida com o kit da Tether e infraestrutura da MoonPay, a ferramenta permite que fãs enviem pagamentos diretos a criadores, sem bancos ou cartões. Para quem vive de conteúdo no Brasil, isso significa monetização mais rápida e barata, evitando taxas altas de plataformas tradicionais.


Como funciona a integração com Tether e MoonPay

A carteira cripto do Rumble é o primeiro uso real do Wallet Development Kit (WDK) da Tether, emissora da USDT. Ela fica embutida no app da plataforma, facilitando tips instantâneos. Usuários compram cripto via MoonPay com cartão ou transferência e enviam direto ao criador, que controla as chaves privadas — nada de custódia centralizada.

Imagine gravar um vídeo sobre finanças pessoais e receber uma gorjeta em BTC equivalente a R$ 500, sem esperar dias por liberação. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está em R$ 493.887 hoje, com variação de -0,82% nas últimas 24h nas exchanges brasileiras. Para criadores, isso abre porta para renda global, já que fãs de qualquer lugar podem pagar sem conversão cambial complicada.

A facilidade é o ponto alto: sem KYC extra no app, basta ativar a wallet e compartilhar o endereço. Mas lembre-se das taxas de rede — em BTC, pode custar uns R$ 20-50 por transação, dependendo do congestionamento.

Vantagens práticas para criadores vs YouTube

Diferente do YouTube, onde criadores perdem até 45% em taxas de AdSense e pagamentos atrasados, o Rumble Wallet corta intermediários. Chris Pavlovski, CEO do Rumble, diz que une ‘livre expressão’ com liberdade financeira da cripto. Paolo Ardoino, da Tether, reforça: dá controle total aos usuários.

Para o brasileiro médio produzindo conteúdo — tipo tutoriais de economia ou games —, isso é ouro. Receba USDT estável (quase R$ 5,70) para evitar volatilidade, ou BTC para apostar na alta. Converta depois em exchanges locais sem IOF alto de cartões internacionais. É como ter uma maquininha de cartão digital, mas global e sem burocracia do BC.

A plataforma já tem 51 milhões de usuários, e Tether investiu mais de US$ 775 milhões nela. Isso garante estabilidade, mas ações RUM subiram 5% hoje, após queda de 50% no ano — sinal de que o mercado ainda testa a adesão.

O que muda no dia a dia dos criadores brasileiros

Praticidade é chave: ative a wallet no app Rumble, divulgue nos vídeos e receba tips em tempo real. Para famílias que dependem de renda extra, como um salário mínimo (R$ 1.412), uma dica de R$ 100 já faz diferença no supermercado. Mas planeje: declare no IRPF como ganho de capital se vender cripto, e fique de olho em taxas de saques para real.

Contra o YouTube, Rumble ganha em pagamentos diretos e foco em liberdade de conteúdo. Sem algoritmos censores, criadores de nichos polêmicos (política, cripto) migram fácil. Teste com vídeos curtos: um tip médio de US$ 10 (R$ 57) pode virar renda passiva mensal de R$ 1.000 com 100 fãs fiéis.

Ainda em fase inicial, monitore atualizações — mais moedas podem vir. Para começar, baixe o app e explore sem risco inicial.


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