Personagens cartoon estilizados americano e brasileiro negociando reserva de 1M BTC e ETFs Trump, simbolizando nova era soberana de Bitcoin

ETFs de Trump e Reserva de 1M de BTC no Brasil: A Nova Era Soberana

📊 BOLETIM CRIPTO | 13/02/2026 | NOITE

O avanço do capital institucional e as movimentações políticas nos Estados Unidos definem o tom do cenário cripto nesta sexta-feira. O arquétipo de avanço institucional ganha tração com os novos pedidos de ETFs vinculados à marca Truth Social, de Donald Trump, sinalizando um ambiente regulatório favorável em Washington. Embora o mercado enfrente pressões vendedoras pontuais decorrentes de saídas em ETFs e liquidações de governos, a queda da inflação americana (CPI) para 2,4% injeta otimismo sobre cortes de juros pelo Fed, sustentando um viés de alta moderado. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 360.894,18, refletindo a resiliência do ativo frente à volatilidade institucional.


🔥 Destaque: Truth Social de Trump pede ETFs à SEC

A Yorkville America Equities protocolou dois novos pedidos de ETFs à vista na Securities and Exchange Commission (SEC) sob a marca Truth Social. O primeiro produto visa oferecer exposição direta ao Bitcoin e ao Ether, enquanto o segundo, denominado Truth Social Cronos Yield Maximizer ETF, foca no token Cronos (CRO) com o diferencial do staking via Crypto.com para geração de renda passiva aos investidores.

A iniciativa, reportada pela CoinDesk, expande as ambições cripto da plataforma ligada ao Presidente Trump. A parceria estratégica com a Crypto.com para custódia e liquidez adiciona uma camada de maturidade institucional ao projeto, sinalizando que a administração busca integrar ativos digitais à economia americana de forma agressiva.

Apesar do entusiasmo, investidores devem monitorar possíveis conflitos de interesse e o andamento das aprovações no Senado. A proposta do ETF de Cronos é inovadora por incluir recompensas de staking, o que pode atrair investidores em busca de yield em um ambiente de taxas de juros em queda. Se aprovados, esses fundos podem atuar como um catalisador de liquidez para BTC e altcoins selecionadas.


📈 Panorama do Mercado

O mercado atravessa um período de transição para uma estrutura federal definida nos EUA. O Secretário do Tesouro, Scott Bessent, reforçou a urgência da aprovação do Clarity Act até a primavera, visando reduzir a volatilidade e fornecer segurança jurídica para grandes gestoras de capital. Esse movimento é complementado pela proposta inédita vinda do Brasil para a criação de uma reserva soberana de 1 milhão de BTC.

No front macroeconômico, a desaceleração da inflação para o menor nível em quatro anos fortalece a tese dos ativos de risco. Os dados do Bureau of Labor Statistics incentivaram participantes do mercado a aumentar as apostas em três cortes de juros em 2026, o que tradicionalmente direciona capital para o ecossistema cripto. Contudo, incidentes de compliance e segurança regulatória, como as demissões na Binance, ainda exigem cautela.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Instabilidade na Binance: A demissão de investigadores que relataram fluxos de US$ 1 bilhão ligados ao Irã via rede Tron levanta novos alertas de sanções e multas regulatórias sobre a exchange.
  • Pressão de Venda em ETH: O movimento de 59.854 ETH roubados do protocolo Mixin, após dois anos de dormância, gera preocupação sobre liquidações via Tornado Cash.
  • Realização de Lucros Soberanos: O governo do Butão liquidou cerca de US$ 30 milhões em Bitcoin este mês, somando-se aos saques institucionais em ETFs spot.
  • Barreiras Legislativas: A resistência política ao Clarity Act e ao projeto de reserva brasileiro (RESBit) pode atrasar o fluxo de capital esperado para o médio prazo.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Adoção via ETFs e Staking: O acesso facilitado a ativos como ETH e CRO através de veículos regulados com geração de renda cria um forte atrativo para investidores conservadores.
  • Compra de Recuos em BTC: As vendas do Butão e as saídas de ETFs lideradas pela BlackRock criam oportunidades de acumulação em suportes próximos a US$ 66.000.
  • Migração para DeFi: O escrutínio sobre exchanges centralizadas destaca a superioridade de protocolos permissionless e DEXs para usuários avessos a riscos de conformidade.

📰 Principais Notícias do Período

1. Truth Social de Trump pede ETFs BTC/ETH e CRO à SEC
Yorkville protocolou ETFs Truth Social para exposição à vista e staking. O movimento reforça a narrativa otimista da marca Trump e pode atrair grande liquidez institucional via Crypto.com.

2. Tesouro EUA pressiona por Clarity Act na primavera
O Secretário Scott Bessent exige regras federais claras para ativos digitais. A legislação visa combater a volatilidade e unificar a supervisão, trazendo conforto ao mercado financeiro tradicional.

3. Brasil propõe reserva soberana de 1M BTC em 5 anos
O projeto RESBit propõe que o Brasil acumule 1 milhão de BTC, transformando o país em um dos maiores detentores soberanos do mundo e incentivando a mineração nacional.

4. CPI EUA em 2,4% impulsiona BTC acima de US$ 67k
A inflação abaixo do esperado nos Estados Unidos aumentou as chances de cortes de juros pelo Fed, favorecendo o Bitcoin como proteção contra a moeda fiduciária.

5. Binance demite investigadores por relatórios de sanções
Demissão de funcionários de conformidade após identificação de fluxos iranianos de US$ 1 bilhão gera FUD sobre a exchange e as stablecoins operantes na rede Tron.

6. Butão vende US$ 30M em BTC em meio a saques em ETFs
Vendas governamentais e retiradas de fundos como BlackRock e Fidelity pressionam o preço no curto prazo, testando a resiliência do suporte psicológico do Bitcoin.


🔍 O Que Monitorar

  • Status EDGAR da SEC: Acompanhar os pareceres sobre os ETFs vinculados à Truth Social.
  • Tramitação do PL 2601/08: Evolução do projeto de reserva de Bitcoin no Congresso Nacional do Brasil.
  • Fluxos Institucionais: Verificar se o saldo líquido de saídas em ETFs começa a ser revertido após os dados do CPI.
  • Transações on-chain: Monitorar as carteiras dos hackers do Mixin e as reservas do governo do Butão via Arkham Intelligence.

🔮 Perspectiva

Nas próximas 24 a 48 horas, esperamos que o viés de alta moderado continue predominando, impulsionado pela absorção do otimismo macroeconômico e pela nova onda de solicitações de ETFs. O Bitcoin deve testar novamente a zona de US$ 67.500, sustentado pelas expectativas de um Fed menos agressivo. No entanto, o mercado pode apresentar volatilidade pontual à medida que movimentações de fundos roubados e realização de lucros institucionais ocorram. Investidores devem focar na maturidade regulatória representada pelos avanços em Washington, que tendem a oferecer o suporte necessário para a próxima etapa de valorização do ciclo.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Orbes luminosos de ouro dourado, prata prateada e Bitcoin cyan conectados em cosmos turbulento, simbolizando fuga para ativos reais amid fraqueza do dólar

Ouro e Prata em Recordes Históricos: Fuga para Ativos Reais?

Recorde atrás de recorde: o novo máximo histórico do ouro em US$ 4.640 nesta quarta-feira (14/01) reflete o desespero do mercado por ativos reais em meio à instabilidade macroeconômica. A prata também avança rumo a US$ 88, enquanto o Bitcoin oscila próximo dos US$ 94 mil após tentar romper US$ 92 mil com dados de CPI abaixo do esperado nos EUA. Esses movimentos questionam se o BTC é mesmo o ‘ouro digital’ ou apenas uma carona na desvalorização do dólar, conforme análise de traders. O que isso diz sobre o futuro do sistema financeiro global?


Recordes do Ouro e Prata: Sede por Segurança Máxima

O ouro (XAUUSD) registrou um novo patamar inédito em US$ 4.640 durante a sessão asiática, com Londres testando repetidamente essa máxima. Traders observam que, apesar da força altista geral, falhas na consolidação acima desse nível podem levar a recuos para suportes em US$ 4.620, US$ 4.612 ou até US$ 4.600. A prata acompanha o movimento, aproximando-se de US$ 88, reforçando a narrativa de fuga para safe havens tradicionais.

Esse ímpeto ocorre em um contexto de desconfiança institucional, onde o índice Dólar (DXY) mostra fraqueza correlacionada inversamente aos metais preciosos. Investidores buscam proteção contra a erosão do poder de compra fiat, ecoando padrões históricos de crises. No entanto, o ceticismo persiste: esses recordes nominais são sustentáveis ou apenas um pico especulativo antes de correções mais profundas?

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 509.164 (alta de 2,94% em 24h) tenta acompanhar, mas sua volatilidade contrasta com a resiliência dos metais físicos.

Contexto Macro: CPI Baixa e Pressões sobre o Fed

Os dados de inflação americana divulgados ontem impulsionaram o otimismo inicial: o CPI geral ficou em 2,7% nos 12 meses até dezembro de 2025, alinhado às expectativas, mas o núcleo veio em 2,6%, 0,1pp abaixo do previsto pelo BLS. Isso levou o S&P 500 a novas máximas acima de 6.990, apesar das tensões entre Trump e Powell.

O presidente eleito reiterou pedidos por cortes de juros, citando tarifas comerciais como freio à inflação. No entanto, o Fed sinaliza manutenção das taxas na reunião de 28 de janeiro, com probabilidades baixas de redução imediata. Essa spat pública eleva incertezas, beneficiando ouro e prata como hedges contra políticas monetárias expansionistas.

Mercados reagem com euforia de curto prazo, mas o histórico sugere cautela: inflação ‘plana’ em dezembro pode mascarar pressões subjacentes, como déficits fiscais crescentes.

Bitcoin: Ouro Digital ou Bolha Especulativa?

O Bitcoin tenta romper a resistência em US$ 92.600-94.000, aproximando-se de médias móveis ponderadas por volume (VWAP) em US$ 94 mil e US$ 96 mil. Traders alertam para liquidez acumulada em ambos os lados, com liquidações cruzadas de cripto próximas a US$ 170 milhões em 24h.

Enquanto alguns veem o BTC como reserva de valor alternativa, sua correlação com ações de risco questiona o rótulo de ‘ouro digital’. Em cenários de debasement monetário, metais físicos prevalecem pela tangibilidade e liquidez eterna. O BTC pode surfar a fraqueza do dólar agora, mas pullbacks profundos — para US$ 88.700 — não são descartados se o momentum falhar.

Investidores devem monitorar o DXY e decisões do Supremo sobre tarifas, que podem redefinir fluxos de capital.

Implicações para Investidores Brasileiros

No Brasil, onde o real enfrenta pressões semelhantes, esses recordes globais reforçam a diversificação em ativos reais. O ouro e prata oferecem proteção contra inflação importada, enquanto o Bitcoin — apesar do preço atual acima de R$ 500 mil — carrega riscos de volatilidade extrema. Uma estratégia precavida prioriza alocações modestas em cripto, com foco em hedges tradicionais durante essa fuga para segurança.

Vale questionar: o ‘ouro digital’ resiste à próxima crise de confiança ou revela-se apenas especulação passageira?


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Monolito dourado com 92K sólido contrastando com rede hexagonal DeFi rachada em vermelho, simbolizando BlackRock vs hacks no mercado cripto

BlackRock acumula Bitcoin a US$ 92k enquanto hacks desafiam o setor DeFi

📊 BOLETIM CRIPTO | 13/01/2026 | NOITE

A movimentação institucional da BlackRock define o avanço do capital corporativo como o arquétipo central deste início de 2026. Mesmo diante de crises de segurança agudas em protocolos legados e do recorde sombrio de hacks em 2025, o momentum positivo do Bitcoin sustenta um viés bullish moderado. A combinação de dados de inflação americanos em linha com o esperado e o rascunho de uma lei regulatória histórica no Senado dos EUA oferece o suporte necessário para o BTC testar patamares acima de US$ 92.400. Este boletim analisa como a resiliência institucional e a clareza jurídica emergente estão neutralizando as vulnerabilidades técnicas que ainda assombram o ecossistema DeFi.


🔥 Destaque: BlackRock injeta US$ 300M em BTC e ETH

A BlackRock, maior gestora de ativos do mundo, realizou uma transferência massiva de US$ 300 milhões em Bitcoin e Ether para a Coinbase Prime. O movimento ocorre em um momento técnico crucial, com o Bitcoin consolidando sua posição acima de US$ 92.000. Esta ação não é apenas uma transferência rotineira; é um sinal inequívoco de que a demanda institucional permanece robusta mesmo em níveis de preço historicamente elevados, reforçando a tese do Bitcoin como reserva de valor corporativa.

O contexto desta movimentação é estratégico. Ao alocar capital diretamente via custody institucional, a BlackRock sinaliza para o mercado que não vê o valuation atual como um teto, mas possivelmente como um novo suporte. Para o investidor brasileiro, observar essa dinâmica é fundamental: segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 515.182,61, refletindo essa pressão compradora global que agora conta com o aval das maiores mesas de negociação do planeta.

As implicações desta acumulação são profundas. É muito provável que vejamos uma redução contínua na oferta disponível em exchanges, à medida que esses ativos migram para cold wallets de longo prazo. O choque de oferta pode se intensificar se outras gestoras seguirem o exemplo da BlackRock, especialmente após os dados favoráveis de inflação nos EUA, que aumentam o apetite por ativos de risco.

Para quem busca exposição a esses ativos, plataformas regulamentadas como a Binance permitem negociação com alta liquidez e segurança, sendo um canal natural para o fluxo que acompanha esses grandes players institucionais.


📈 Panorama do Mercado

O cenário macroeconômico global ofereceu o combustível necessário para a valorização recente. O Índice de Preços ao Consumidor (CPI) dos EUA registrou 2,7% em dezembro, exatamente conforme o esperado, enquanto o núcleo da inflação caiu para 2,6%. Este dado é lido pelo mercado como uma confirmação de que a inflação está sob controle, permitindo que o Federal Reserve considere cortes de juros no segundo semestre, o que beneficia ativos escassos como o Bitcoin.

Ao mesmo tempo, no campo regulatório, o Senado americano liberou o rascunho do CLARITY Act. Este projeto de lei visa resolver a histórica disputa de jurisdição entre SEC e CFTC, criando a categoria de ativos auxiliares. Se aprovada, esta legislação removerá as algemas regulatórias que impedem muitos fundos de pensão de se exporem diretamente ao Ethereum e outros protocolos de rede.

Contudo, este otimismo institucional contrasta fortemente com as notícias do setor DeFi. O ano de 2025 encerrou com um recorde histórico de US$ 2,7 bilhões roubados em hacks, com grupos norte-coreanos liderando o cenário criminal. Essa dualidade entre a força do Bitcoin e a fragilidade de protocolos descentralizados sugere uma rotação de capital: investidores estão preferindo a segurança da infraestrutura institucional em detrimento de experimentos DeFi sem auditorias atualizadas.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Vulnerabilidades em contratos legados: O recente exploit de US$ 26 milhões no Truebit revela que contratos escritos em versões antigas do Solidity (anteriores à 0.8) possuem falhas de overflow que podem ser drenadas a qualquer momento.
  • Risco operacional e slippage: A perda de US$ 3,7 milhões do Yield Protocol por erro de execução mostra que DeFi ainda sofre com riscos de parametrização, onde negociações em pools de baixa liquidez podem destruir capital.
  • Dependência de fluxos institucionalizados: O preço do Bitcoin está altamente sensível aos dados de ETFs. Uma desaceleração nessas entradas pode causar uma correção técnica brusca, dado que grande parte da alta foi movida por este fôlego.
  • Escrutínio regulatório pós-hacks: O recorde de roubos em 2025 deve acelerar exigências de compliance rigorosas para exchanges, o que pode elevar custos operacionais e forçar a saída de empresas menores do mercado.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Acumulação pré-ciclo de cortes: Com o CPI controlado, a janela atual de preços de US$ 92.000 pode ser a última antes de um ciclo de afrouxamento monetário global, beneficiando quem se posiciona em BTC e ETH agora.
  • Demanda por infraestrutura de segurança: O aumento de hacks cria um mercado promissor para serviços de auditoria e soluções de custody. Projetos focados em segurança institucional devem ganhar um prêmio de confiança.
  • Tokens auxiliares sob a nova lei: A clareza regulatória iminente pode desencadear um rally em ativos de Layer 2, como Arbitrum e Optimism, à medida que o risco de serem classificados como valores mobiliários diminui.

📰 Principais Notícias do Período

1. BlackRock movimenta US$ 300M em ETF para Coinbase Prime
A maior gestora do mundo transferiu montantes massivos de BTC e ETH para sua custódia institucional. A movimentação sustentou o Bitcoin acima de US$ 92.000 e sinaliza convicção máxima de compra por parte de grandes instituições financeiras.

2. Lei cripto do Senado EUA: Jurisdição definida entre SEC e CFTC
O rascunho do CLARITY Act propõe regras claras para exchanges e isenta tokens de rede de requisitos de IPO. Este marco jurídico é visto como fundamental para a entrada definitiva de bilhões de dólares institucionais no mercado americano.

3. CPI dos EUA em 2,7% reforça expectativa de cortes de juros
A inflação em dezembro veio alinhada às estimativas, reduzindo temores de novas altas de juros. O Bitcoin reagiu positivamente, atingindo o patamar de US$ 92.400 em resposta à perspectiva de maior liquidez no sistema financeiro global.

4. Truebit: exploit de US$ 26M expõe falha em contrato inteligente
O protocolo sofreu um ataque de overflow, resultando em uma queda catastrófica de 99% no token TRU. O incidente serve como um alerta crítico para investidores de projetos DeFi com códigos legados e sem auditorias recentes.

5. 2025: Recorde histórico de US$ 2,7 bi em hacks cripto
O balanço anual de segurança revelou o maior volume de perdas da história. O ataque à Bybit sozinho somou US$ 1,4 bilhão, destacando que a sofisticação dos hackers continua a superar as defesas atuais dos protocolos.

6. Yield Protocol: Perda de US$ 3,7M por slippage extremo
Uma falha operacional em um swap automático converteu US$ 3,8 milhões em apenas US$ 122 mil. O caso demonstra que o risco operacional em DeFi pode ser tão letal quanto ataques de hackers externos.


🔍 O Que Monitorar

  • Fluxos dos ETFs de Bitcoin: Acompanhe as entradas diárias da BlackRock e Fidelity para confirmar se o suporte de US$ 90 mil é sustentável.
  • Timeline do CLARITY Act: Qualquer avanço legislativo no Senado dos EUA terá impacto direto e imediato no preço do Ethereum e das Layer 2.
  • Movimentação de fundos do hack Truebit: O rastreio on-chain indicará se os atacantes estão tentando liquidar os ativos ou se há chance de negociação.
  • Saldos em exchanges brasileiras: Use o radar da Cointrader Monitor para verificar se a liquidez local está acompanhando os spreads internacionais.

🔮 Perspectiva

Nas próximas 24 a 48 horas, o viés bullish moderado deve prevalecer, com o Bitcoin testando resistências próximas aos US$ 95.000. O mercado está ignorando ruídos de segurança do setor DeFi para focar no cenário macro favorável e na adoção institucional liderada pela BlackRock. Entretanto, investidores devem exercer cautela com altcoins de menor capitalização, que podem sofrer com o FUD (medo, incerteza e dúvida) gerado pelos hacks recentes. A clareza regulatória vinda do Senado dos EUA é o catalisador mais importante para o médio prazo, podendo transformar o Ethereum em protagonista se o projeto de lei avançar. Mantenha o foco na gestão de risco e na qualidade técnica dos ativos.


📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Balança judicial cartoon com Bitcoin contra pesos CPI, SCOTUS e CLARITY, ilustrando semana decisiva de eventos macro para cripto

CPI dos EUA, SCOTUS e CLARITY: Semana Decisiva para Bitcoin

CPI, SCOTUS e CLARITY Act: a semana que pode definir o rumo do Bitcoin. O BTC se mantém acima de US$ 90.000 em padrão bullish, aguardando o relatório de inflação dos EUA na terça-feira (13/01), a decisão do Supremo Tribunal sobre tarifas de Trump e o markup do projeto regulatório no Senado em 15/01. Economistas esperam CPI de 2,7% a 3,1%, com riscos de extremos que alteram expectativas do Fed.


Calendário Macroeconômico: Datas e Expectativas

O Bureau of Labor Statistics divulga o CPI de dezembro na terça-feira, 13/01, às 10h30 ET (11h30 BRT), com consenso em alta de 2,7% no headline e 3,0% no core, após rebound estatístico pós-shutdown governamental. Analistas preveem rebote reparador para 3,1% no geral, mas alertam para leituras extremas: acima do esperado reforça hawkish Fed, mantendo rates altas; abaixo impulsiona cortes antecipados.

Quarta-feira traz PPI de outubro/novembro. Quinta-feira (15/01), o Senado realiza o markup do CLARITY Act, separando jurisdições SEC/CFTC para clareza regulatória. SCOTUS decide sobre legalidade das tarifas de Trump, impactando comércio e risco global. Segundo o Cointrader Monitor, BTC cotado a R$ 486.482 (-0,48% em 24 h, volume de 185 BTC).

Níveis Técnicos do Bitcoin em Foco

O gráfico diário mostra triângulo ascendente bullish, com suporte em US$ 90.000 e resistência em US$ 94.468 (ATH YTD). BTC acima da EMA 50-dias reforça viés altista, mirando US$ 100.000 (pivot Murrey Math). Suporte chave: US$ 85.000-88.000. Volumes moderados indicam consolidação pré-eventos.

Dados on-chain sugerem acumulação por whales, mas volatilidade histórica pós-CPI (até 5-10%) exige cautela. ETH acima de US$ 3.100 e ADA de US$ 0,39 acompanham, mas BTC lidera correlação macro.

Cenários e Estratégias para Traders

Cenário 1 (Conforme expectativa): Impacto neutro; BTC testa US$ 94.000. Estratégia: Manter longs com stop abaixo de US$ 89.000, monitorar CLARITY para rally regulatório.

Cenário 2 (CPI alto): Pressão vendedora, recuo a US$ 85.000. Reduzir risco, alocar em stablecoins; vigiar Fed funds futures (prob. corte 3m/4m/6m ~40%).

Cenário 3 (CPI baixo): Bull run a US$ 100.000, reforçado por SCOTUS/CLARITY positivos. Escalar posições long, target 1:2 RR.

Dados objetivos: Histórico mostra CPI > exp. derruba BTC 3-7%; < exp. sobe 5-12%. Vale monitorar super-core CPI e rents para pistas Fed.

Implicações Regulatórias e Globais

O CLARITY Act pode catalisar adoção, definindo commodities vs. securities. SCOTUS sobre tarifas afeta USD e risco; ilegalidade abre opções Trump. No Brasil, BTC a R$ 486.482 reflete estabilidade local, mas macro EUA dita fluxo.

Os dados sugerem semana de alta volatilidade; traders devem priorizar gerenciamento de risco e dados primários.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.