Sol dourado com 69K gravado emergindo de nuvem de dados fragmentados, simbolizando alta do Bitcoin após CPI mas medo on-chain persistente

Bitcoin Supera US$ 69.000 Após CPI de 2,4%, Mas Medo Persiste no On-Chain

Os dados do Índice de Preços ao Consumidor (CPI) de janeiro nos EUA, divulgados em 14 de fevereiro de 2026, mostraram inflação anual de 2,4%, abaixo das expectativas de 2,5%. Isso impulsionou o Bitcoin acima de US$ 69.000, com alta de cerca de 5% no mercado cripto. Contudo, o Fear & Greed Index permanece em "medo extremo", e métricas on-chain indicam divergência preocupante entre holders de curto e longo prazo, sugerindo fragilidade na recuperação apesar do otimismo macroeconômico inicial.


Reação Inicial ao CPI e Mercado de Derivativos

Os números do CPI, o menor desde maio de 2021 para a inflação geral e março de 2021 para o núcleo (2,5%), foram interpretados como sinal de resfriamento econômico. Isso elevou o apetite por risco, com o Bitcoin testando os US$ 70.000, embora não tenha rompido. Na Binance, o Net Taker Volume registrou pico de US$ 265 milhões em uma hora, indicando compras agressivas em futuros. O Open Interest subiu, refletindo influxo de capital alavancado.

No geral, o mercado cripto avançou 5%, com Ethereum +6% e Bittensor +32%. Ainda assim, o BTC está 47% abaixo do ATH de outubro de 2025, e o Crypto RSI indica sobrecompra. Previsões como a do Standard Chartered revisaram o target de fim de 2026 para US$ 100.000, alertando risco de US$ 50.000.

Divergência On-Chain: Estresse em Holders de Curto Prazo

Os dados on-chain revelam tensão. O indicador STH-LTH MVRV caiu para 0,72, abaixo de mínimas locais de agosto de 2024 e abril de 2025, com holders de curto prazo (STH) acumulando perdas não realizadas de 44%. O STH-LTH Net Position Realized Cap mostra STH em -US$ 57 bilhões, sinal de capitulação, enquanto LTH mantêm +US$ 35 bilhões, indicando acumulação resiliente.

Essa disparidade sugere que a recuperação pós-CPI é frágil, impulsionada por especulação de curto prazo. Historicamente, níveis semelhantes precedem fases de alta volatilidade, com traders de alavancagem vulneráveis a liquidações em reversões.

Sentimento Persistente de Medo e Níveis Técnicos Críticos

O Fear & Greed Index em "medo extremo" contrasta com a alta recente, reforçando cautela. O BTC estabiliza em torno de US$ 69.000, após correção de picos. Suporte chave em US$ 64.000 deve ser monitorado, pois uma quebra pode acelerar perdas. Resistência em US$ 70.000 permanece relevante.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 368.733 (+1,15% em 24h), alinhado com US$ 70.484 (USD-BRL R$ 5,22). Investidores devem observar influxos em ETFs e decisões do Fed para shifts macro.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Onda dourada e cyan rompendo barreira vermelha com 69K emergente, representando short squeeze bilionário impulsionado por CPI no Bitcoin

Short Squeeze de US$ 3,65 Bi: CPI Impulsiona BTC a US$ 69 Mil

Os dados de CPI dos EUA de janeiro, divulgados em 13 de fevereiro de 2026, mostraram desaceleração para 2,4% ao ano, abaixo das expectativas de 2,5%. Isso desencadeou um short squeeze com liquidações de US$ 3,65 bilhões em posições vendidas, impulsionando o Bitcoin de US$ 66 mil para US$ 69.190 em poucas horas. Os dados indicam clusters de liquidez que podem amplificar movimentos futuros.


Desaceleração do CPI e Reação Inicial

Os números do Bureau of Labor Statistics revelaram um CPI geral de +2,4% anual e +0,2% mensal, com o core CPI (excluindo alimentos e energia) em +2,5% anual, o menor desde março de 2021. A queda foi puxada por gasolina em -7,5% anual, apesar de pressões em alimentos e moradia. Segundo o relatório completo, o mercado precificou maior chance de corte de juros pelo Fed em março, elevando o apetite por risco.

Bitcoin reagiu com alta de cerca de 4,8% em horas, testando resistências técnicas. O volume de negociações aumentou, mas o movimento foi dominado por liquidações forçadas, não apenas compras à vista. Ethereum subiu 7% para US$ 2.054 e Solana 10% para US$ 85, mostrando rotação para altcoins em rebounds de risco.

Análise das Liquidações: Short Squeeze em Detalhe

Plataformas como Coinglass registraram US$ 3,65 bilhões em liquidações totais, sendo US$ 1,83 bilhão em shorts de BTC. O cluster de posições vendidas entre US$ 69 mil e US$ 74 mil criou um vácuo de liquidez, acelerando a alta. Esse fenômeno, conhecido como short squeeze, ocorre quando preços sobem forçando coberturas compulsórias, gerando compras automáticas.

Os dados mostram que tais eventos representam escala histórica, comparável a top 3-5 em perdas realizadas recentes. No entanto, CryptoQuant indica saídas prévias de investidores em baixa, sugerindo capitulação parcial antes do squeeze.

Próximos Níveis de Liquidez pela Coinglass

De acordo com a análise da Coinglass, um rompimento acima de US$ 71 mil em exchanges centrais (CEX) liberaria US$ 8,83 bilhões em liquidações de shorts. Inversamente, queda abaixo de US$ 68 mil ativaria US$ 6,64 bilhões em longs. Esses ‘paredões’ de liquidez atuam como ímãs para preços, com intensidade relativa indicando reações potenciais mais violentas.

Atualmente, segundo o Cointrader Monitor, Bitcoin cotado a R$ 367.421,35 (alta de 5,02% em 24h), equivalente a cerca de US$ 70.268 (USD-BRL R$ 5,22). Traders monitoram esses clusters para gerenciar exposição a volatilidade derivada.

Contexto de Sentimento e Riscos Estruturais

O Fear & Greed Index permaneceu em 9 (‘extreme fear’) por dois dias, apesar da alta, atuando como contrarian histórico: níveis baixos precederam rebounds de 300% em ciclos passados. ETF de BTC registraram saídas de US$ 690 milhões em fevereiro, com instituições em modo defensivo.

Riscos incluem outflows contínuos, hedges não liquidados e incertezas com tarifas de Trump. Os dados sugerem volatilidade movida por derivativos, recomendando cautela em alavancagem. Estrutura técnica aponta suporte em US$ 68k e resistência em US$ 71k.


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Correntes vermelhas rompendo com explosão dourada e cyan, simbolizando short squeeze bilionário do Bitcoin após CPI baixa

Short Squeeze: Bitcoin Rompe US$ 69 mil Após CPI de 2,4%

O Bitcoin rompeu os US$ 69.000, atingindo máxima de US$ 69.280, impulsionado por um rali de alívio após o CPI dos EUA cair para 2,4%, abaixo da expectativa de 2,5%. Em menos de 24 horas, o ativo valorizou 5%, adicionando US$ 70 bilhões à capitalização de mercado. Dados da Coinglass indicam liquidações de US$ 1,52 bilhão em posições vendidas em apenas 4 horas, caracterizando um short squeeze clássico que limpou os ursos do mercado.


Mecânica do Short Squeeze Observada

Os dados da Coinglass mostram que, nas últimas 24 horas, o mercado cripto registrou US$ 3,39 bilhões em liquidações totais, com US$ 2,11 bilhões em shorts e US$ 1,27 bilhão em longs. Nas 4 horas críticas, o foco recaiu sobre as posições vendidas, com US$ 1,52 bilhão evaporados. Esse fenômeno ocorre quando o preço sobe rapidamente, forçando a liquidação automática de posições alavancadas em viés de baixa, criando um ciclo de compras forçadas que amplifica a alta.

No Bitcoin, as liquidações de shorts atingiram US$ 92 milhões em 4 horas, enquanto o Ethereum contribuiu com US$ 48 milhões, segundo métricas agregadas. Esse desequilíbrio reflete o posicionamento excessivo de ursos, que subestimaram o impacto macroeconômico positivo.

Desaceleração da Inflação como Catalisador

O Índice de Preços ao Consumidor (CPI) americano de janeiro registrou 2,4%, inferior à projeção de 2,5%, sinalizando desinflação. Esse dado aliviou pressões sobre o Federal Reserve, reforçando expectativas de cortes de juros sob a administração Trump. O Bitcoin, sensível a políticas monetárias frouxas, reagiu com uma recuperação de US$ 65.670 para US$ 69.405 em poucas horas.

O mercado cripto total subiu para US$ 2,42 trilhões, com ganhos entre 2% e 5% na maioria dos ativos principais. Bitcoin Cash liderou com alta de 8%. Apesar disso, o Crypto Fear & Greed Index permanece em 8 (medo extremo), indicando ceticismo sobre a durabilidade do movimento.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 360.021,89 (+4,88% em 24h), alinhado à tendência global.

Análise Técnica: Suportes e Resistências

O rali rompeu suportes chave em torno de US$ 66.000, que atuavam como resistência recente, e consolidou acima da média móvel de 50 períodos (US$ 67.500). O próximo teste será a resistência imediata em US$ 70.000, nível psicológico e histórico de máxima local.

Indicadores como RSI (próximo de 65) sugerem momentum altista moderado, sem sobrecompra. Volumes de negociação elevaram-se 30% acima da média, confirmando convicção compradora. No entanto, um recuo para testar o suporte em US$ 68.000 (ex-resistência) seria saudável para consolidação.

Sustentação da Alta: Níveis a Monitorar

Os dados on-chain da Coinglass revelam redução de 15% no interesse aberto de shorts perpétuos, aliviando pressão vendedora. Para sustentação, o preço deve manter acima de US$ 68.500. Uma quebra abaixo invalidaria o rali, apontando para US$ 65.000.

Investidores devem observar o volume sustentado e o próximo dado macro, como payroll, para validar se este é um ajuste técnico ou o início de tendência de alta mais ampla. A neutralidade dos números sugere cautela: o mercado permanece volátil.


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Núcleo cristalino Bitcoin sob tensão entre ondas de energia vermelha e azul-cyan de CPI e emprego, definindo rumos do mercado cripto

Gatilhos da Semana: CPI e Emprego Definem Rumos do Bitcoin

Os três principais eventos econômicos da semana, incluindo dados de varejo, relatório de empregos e índice de preços ao consumidor (CPI) de janeiro, podem ditar a direção do Bitcoin após a recente queda de US$ 700 bilhões no mercado cripto. Com o BTC oscilando próximo a US$ 70.000, investidores monitoram indicadores que influenciam a política monetária do Federal Reserve. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 364.156,61, com variação de -1,21% em 24 horas.


Situação Atual do Mercado Cripto

Os mercados cripto estabilizaram no fim de semana, com capitalização total em torno de US$ 2,45 trilhões, o menor nível desde novembro de 2024. O Bitcoin recuperou os US$ 71.000 após cair para cerca de US$ 60.000 na sexta-feira, mas permanece 44% abaixo de sua máxima histórica, configurando um bear market. O Ethereum avançou para US$ 2.100, mas segue 58% aquém do pico de agosto.

De acordo com cotações recentes, o BTC opera em US$ 69.572 (bid), com o dólar a R$ 5,2157. Esses níveis refletem cautela, com o mercado sensível a dados macroeconômicos que sinalizam o ritmo de cortes de juros pelo Fed.

Retail Sales de Dezembro na Segunda-Feira

O dado de vendas no varejo de dezembro, adiado pelo shutdown parcial do governo dos EUA, sai nesta segunda-feira (9 de fevereiro). Esse indicador mede o gasto do consumidor, fundamental para avaliar a resiliência econômica em meio à incerteza. Uma leitura fraca pode reforçar apostas em política monetária mais dovish, beneficiando ativos de risco como o Bitcoin.

Os dados mostram que o varejo influencia diretamente as expectativas de crescimento. Historicamente, números abaixo do consenso de 0,3% (projeção média) correlacionam com quedas no dólar e altas em criptoativos.

Relatório de Empregos e CPI como Fatores Pivôs

Na quarta-feira (11), o Jobs Report de janeiro revela payrolls não-agrícolas, com foco na criação de vagas e taxa de desemprego. Jim Cramer destacou sua relevância: se suave, favorece cortes de juros. Quinta-feira traz Initial Jobless Claims e Existing Home Sales.

O CPI de janeiro, na sexta (13), é o destaque. Medindo inflação via cesta de bens e serviços, uma desaceleração para 2,9% anual (consenso) pode acelerar expectativas de redução de taxas. Cinco falas de membros do Fed esta semana adicionam ruído.

Níveis Técnicos e Estratégia para Volatilidade

Os dados sugerem suporte no BTC em US$ 69.000US$ 70.000, com resistência em US$ 72.000. Uma quebra acima pode testar US$ 75.000, enquanto falha pressiona US$ 65.000. Para o leitor, monitore RSI (atual ~45, neutro) e médias móveis de 50/200 dias.

Em resumo, esses gatilhos definem o humor semanal. Posicione-se com stops baseados em dados, priorizando liquidez em exchanges como a Binance.


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Investidor cartoon erguendo escudo BTC contra três meteoros flamejantes, simbolizando preparação para eventos econômicos que impactarão criptomoedas

Prepare Seu Portfólio: 3 Eventos que Sacudirão Criptos Esta Semana

Uma semana agitada no calendário econômico dos EUA pode trazer volatilidade para as criptomoedas, após a queda de US$ 700 bilhões no mercado na semana passada. De acordo com análise da CryptoPotato, os destaques são o relatório de vendas no varejo na segunda (10h30 BRT), relatório de empregos na quarta (10h30 BRT) e CPI de inflação na sexta (10h30 BRT). Esses dados influenciam as decisões do Fed sobre juros, impactando ativos de risco como o Bitcoin. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC está em R$ 364.537 (-0,88% em 24h), com dólar a cerca de R$ 5,21.


Vendas no Varejo de Dezembro: Segunda-feira, 10h30 BRT

O primeiro evento é o dado de vendas no varejo de dezembro, atrasado pelo shutdown parcial do governo americano. Esse indicador mostra o quanto os consumidores gastaram no fim do ano, refletindo a saúde da economia. Para nós brasileiros, pense assim: se as vendas forem fortes, indica economia aquecida, o que pode atrasar cortes de juros do Fed. Juros altos pressionam criptos, pois investidores preferem renda fixa segura.

Atualmente, com BTC em torno de US$ 69.600 (R$ 364 mil), uma surpresa positiva aqui pode impulsionar o dólar e tornar o Bitcoin mais caro em reais. Monitore o site do Departamento de Comércio dos EUA ou apps como TradingView para alertas. Se você tem exposição em cripto via exchanges locais, verifique taxas de conversão USD-BRL, que estão voláteis.

Relatório de Empregos de Janeiro: Quarta-feira, 10h30 BRT

Na quarta, sai o relatório de empregos (nonfarm payrolls), o mais aguardado da semana segundo analistas como Jim Cramer. Ele mede vagas criadas, taxa de desemprego e salários. Números fracos sugerem economia enfraquecendo, abrindo caminho para o Fed cortar juros – boa notícia para Bitcoin, que sobe em ambientes de dinheiro barato.

Para o investidor brasileiro comum, isso afeta diretamente: juros baixos nos EUA derrubam o dólar (hoje R$ 5,21), barateando importações e possivelmente o BTC em reais. Mas se os dados forem fortes, prepare-se para recuos. Tenha liquidez em stablecoins como USDT para aproveitar dips, sem alavancagem arriscada. Histórico mostra que payrolls ruins em 2024 impulsionaram altas de 10-20% em cripto dias depois.

CPI de Inflação e Pedidos de Seguro-Desemprego: Quinta e Sexta

Quinta tem pedidos iniciais de seguro-desemprego, medindo demissões semanais – outro termômetro do mercado de trabalho. Na sexta, o CPI de janeiro às 10h30 BRT revela a inflação ao consumidor. Se abaixo do esperado (projeção ~2,5% anual), reforça cortes de juros; acima, pressiona para alta.

Esses dados são cruciais pois guiam a política monetária do Fed. Cerca de 5 discursos de diretores do Fed esta semana podem dar pistas extras. No Brasil, inflação alta nos EUA fortalece o real indiretamente, mas criptos sofrem com aversão a risco. Compare: um CPI “frio” em maio/2025 levou o BTC de US$ 60 mil para US$ 70 mil em dias.

Como se Preparar sem Surpresas

Não precisa ser trader pro para lidar com isso.

  1. Marque os horários no celular: 10h30 BRT nas seg., qua. e sex. Use apps gratuitos como Investing.com para notificações.
  2. Revise seu portfólio: se 100% em BTC, considere diversificar em ETH ou stablecoins para reduzir volatilidade – lembre que semana passada o mercado total perdeu US$ 700 bilhões.
  3. Evite decisões emocionais: não venda tudo em pânico nem compre no pico. Para brasileiros, confira saldos em exchanges locais como Mercado Bitcoin ou Binance, atentando a spreads e impostos sobre ganhos.
  4. Monitore BTC/BRL no Cointrader Monitor. Durma bem: mercados cripto reagem rápido, mas oportunidades surgem pós-dados.

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Trump cartoon pressionando Powell com CPI 2.7%, impulsionando Bitcoin rompendo barreira 94K, simbolizando alta por dados macro positivos

Bitcoin Rompe US$ 94 Mil com CPI em 2,7% e Pressão Trump no Fed

A inflação nos EUA de dezembro veio em linha com as expectativas, com CPI em 2,7% ao ano e núcleo em 2,6%, abaixo do projetado. Isso impulsionou o Bitcoin a romper os US$ 94 mil, recuperando a resistência chave após disputa entre Trump e Powell no DOJ. O mercado precifica 95% de chance de taxas estáveis em janeiro, mas dados reforçam cortes futuros, elevando o BTC como hedge macro. Até onde vai esse rally?


Dados do CPI Reforçam Soft Landing

Os números do Bureau of Labor Statistics (BLS) mostraram CPI geral em 2,7% YoY, igual a novembro e em linha com forecasts. Já o core CPI, excluindo alimentos e energia, subiu 2,6% YoY, contra 2,7% esperado e estável ante o mês anterior. Mensalmente, headline foi 0,3% e core 0,2%.

Esses indicadores dissipam temores de recaída inflacionária, fortalecendo a narrativa de soft landing. O CME FedWatch Tool indica 95% de probabilidade de manutenção das taxas em janeiro, mas chances de cortes em 2026 crescem com inflação controlada. Yields do Tesouro 10 anos caíram para 4,175%, sinalizando alívio monetário.

Analistas como Matt Mena da 21Shares destacam que dados alinhados ao mandato dual do Fed (inflação e emprego) elevam otimismo para BTC, visto como reserva neutra em meio a tensões geopolíticas.

Reação do Mercado: BTC Reclama Resistência

O Bitcoin testava US$ 92 mil pré-dados, mas saltou para US$ 92.800 logo após o release, consolidando acima de US$ 94 mil à tarde. Volume 24h atingiu US$ 52 bilhões, com market cap em US$ 1,88 trilhão (+3%).

De range US$ 88k-94k em janeiro, o rompimento da resistência em US$ 94k abre caminho para US$ 98k-103k. Indicadores on-chain mostram acumulação por whales, com supply circulante em 19,97 milhões BTC. Ações como MSTR subiram 8%, refletindo apetite por risco.

No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 513.252 (+4,47% 24h, volume 282 BTC).

Pressão Política: Trump vs. Powell e DOJ

Paralelamente, Trump cobrou cortes agressivos via Truth Social, chamando Powell de “Too Late”. A investigação DOJ em Powell, ligada a testimony sobre renovação de US$ 2,5 bi em prédios do Fed, intensifica tensões. Powell vê motivação política para forçar easing.

Gold e prata bateram máximas, mas BTC se destaca como hedge soberano, indiferente a borders. Goldman Sachs adia cortes para junho/setembro 2026, mas CPI suave pode acelerar expectativas. Traders monitoram se US$ 94k vira suporte.

Implicações e Próximos Passos

O cenário macro favorece BTC: inflação em trégua reduz risco de hikes, enquanto pressão Trump erode independência do Fed, atraindo capital para ativos hard money. On-chain, métricas como mNAV e ETF inflows sugerem upside se hold acima US$ 94k.

Investidores devem vigiar FOMC janeiro e dados jobs. Vale monitorar resistência US$ 95k; break abre ATH path. Dados sugerem rally sustentável, mas volatilidade persiste em eleições e policy shifts.


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Investidores cartoon diante de três portas luminosas vermelha, azul e verde se abrindo, simbolizando CPI, PPI e hard fork BNB Chain

Semana Decisiva: CPI EUA, PPI e Hard Fork BNB Chain

Não seja pego de surpresa pela volatilidade programada desta semana. A partir de terça-feira (13/01), o mercado cripto enfrenta o relatório de CPI dos EUA às 10h30 BRT, seguido pelo PPI na quarta (14/01). Na quinta, o hard fork Fermi da BNB Chain promete aceleração na rede. Esses eventos macro e técnicos podem impulsionar o Bitcoin, que segundo o Cointrader Monitor cotava a R$ 491.788 (+0,49% em 24h).


Calendário Macro: CPI e PPI em Destaque

O CPI de dezembro, esperado para +0,3% mês a mês e 2,7% ano a ano, é o primeiro grande teste para expectativas de cortes de juros pelo Fed. Qualquer surpresa acima do consenso pode fortalecer o dólar e pressionar ativos de risco como Bitcoin e altcoins. Na quarta, o PPI de dezembro (consenso +0,3% MoM) complementa o quadro inflacionário, influenciando traders a reposicionarem posições.

Para o investidor brasileiro, monitore o impacto no real: inflação alta nos EUA tende a atrair fluxo para treasuries, elevando o dólar e pressionando pares como BTC/BRL. Posicione-se antes das 10h30 BRT de terça, ajustando stops e alavancagem em plataformas como Binance.

Hard Fork Fermi: BNB Chain Mais Rápida

O hard fork Fermi ativa-se quinta-feira (15/01) às 02h30 UTC (23h30 BRT quarta), reduzindo o tempo de bloco de 0,75s para 0,45s na BNB Chain. Isso melhora finality e throughput, beneficiando DeFi, NFTs e dApps com latência menor. Desenvolvedores e usuários de BNB devem atualizar wallets e nodes para v1.6.4 até o bloco 42.000.000.

Impacto prático: transações mais rápidas na chain líder em volume DeFi. Traders de BNB podem ver volatility pré-upgrade; prepare-se para testar gas fees reduzidas pós-ativado. Volumes na rede já superam rivais, e isso reforça sua utilidade cotidiana para staking e farming.

Outros Eventos: Senado EUA e Upgrades

Quinta-feira traz markup no Senado sobre legislação de estrutura de mercado cripto, sinalizando regulação pró-inovação. Ravencoin halving no bloco 4.200.000 corta recompensas pela metade, potencializando rallies em PoW coins. Upgrades em Hedera e Mantle adicionam camadas técnicas.

Esses catalisadores colidem: macro volátil pode amplificar reações técnicas. Monitore X/Twitter de @BNBCHAIN e @federalreserve para updates em tempo real, ajustando portfólios para correlações BTC-altcoins.

Dicas Práticas para a Semana

  1. Configure alertas para CPI (10h30 BRT terça) e Fermi (23h30 BRT quarta).
  2. Reduza alavancagem pré-dados; priorize spot em BTC/BNB.
  3. Atualize apps/wallets BNB; teste transações pequenas pré-fork.
  4. Diversifique: 60% BTC, 20% BNB, 20% stables para hedge.
  5. Acompanhe BTC/BRL atualizado no Cointrader Monitor.

Essas ações simples protegem seu capital em uma semana de alta urgência.


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