Reservatório dourado se enchendo no fundo de cânion digital com marcas 60K-70K, simbolizando acumulação de BTC por holders durante correção

Holders Acumulam 429 Mil BTC na Faixa US$ 60-70 mil na Queda

Bitcoin abaixo de US$ 63 mil: os dados mostram que mais de 429 mil BTC foram acumulados na faixa de US$ 60 mil a US$ 70 mil durante a recente correção, conforme análise da Glassnode. Enquanto o preço desabava cerca de 50% desde a máxima de outubro em US$ 126 mil, o supply nessa faixa cresceu 43%, de 997 mil para 1,43 milhão de BTC. Isso sugere que mãos fracas saíram e mãos fortes entraram, formando um cluster denso de custo base.


Detalhes da Métrica URPD da Glassnode

Os dados da Glassnode, baseados na métrica Unspent Transaction Output Realized Price Distribution (URPD) ajustada por entidade, revelam um aumento preciso de aproximadamente 429 mil BTC na faixa de US$ 60 mil a US$ 70 mil. Em 1º de janeiro, o supply era de 997 mil BTC; hoje, alcança 1,43 milhão, representando mais de 8% do supply circulante não em exchanges.

Essa métrica agrupa o supply existente pelo preço de última movimentação on-chain, excluindo transferências internas e saldos de exchanges para focar no custo base real dos investidores. A acumulação durante preços baixos indica compras agressivas no dip, com o supply crescendo enquanto o preço caía de US$ 88 mil no início do ano para os atuais US$ 63 mil.

Contexto da Correção de Preço

O Bitcoin registra queda de cerca de 50% desde o ATH de outubro em US$ 126 mil, acelerando nos últimos dias. De US$ 80 mil para US$ 70 mil em apenas cinco dias (31 de janeiro a 5 de fevereiro), o preço atravessou uma zona descrita como “air pocket” entre US$ 70 mil e US$ 80 mil, onde historicamente houve pouca transação.

Essa região de baixa liquidez permitiu movimentos rápidos para baixo, encontrando maior concentração de supply abaixo de US$ 70 mil. Os dados sugerem que holders de longo prazo aproveitaram a volatilidade para acumular, contrastando com vendas de posições mais curtas.

Implicações Técnicas e Níveis a Observar

A formação desse cluster denso na faixa US$ 60-70 mil pode atuar como suporte relevante em análises técnicas. Mais de 8% do supply não em exchanges tem custo base ali, o que historicamente influencia dinâmicas de preço em recuos.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 330.493,77 (variação -1,21% em 24h, volume 384 BTC). Vale monitorar se essa acumulação sustenta o preço acima dessa faixa ou se pressões macroeconômicas testam níveis inferiores.

O Que os Dados Sugerem para o Mercado

A transição de mãos fracas para fortes, evidenciada pelo crescimento do supply em preços baixos, é um padrão observado em ciclos passados de correção. Traders devem observar o URPD para clusters emergentes e volume on-chain, sem implicar direção futura. A neutralidade dos dados reforça a necessidade de análise contínua em um mercado volátil.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Monolito BTC dourado pressionando barreira cyan rachada com luz vermelha, simbolizando quebra da média móvel de 50 semanas e risco de correção no Bitcoin

Bitcoin Abaixo da Média de 50 Semanas: Risco de Correção Profunda?

O Bitcoin permanece abaixo da média móvel simples de 50 semanas (50W SMA) pela primeira vez desde novembro de 2025, completando nove semanas nessa posição, conforme análise do trader Ali Martinez. Esse indicador histórico, que atuou como suporte em bull markets e resistência em bears, sugere enfraquecimento do momentum altista. Historicamente, desvios prolongados precederam correções de 50% a 70%, com preços caindo para US$ 50 mil. No contexto macro de tensões entre Trump e Powell, o BTC oscila em torno de US$ 90 mil, levantando alertas para traders brasileiros.


Significado Histórico da 50W SMA

A média móvel de 50 semanas é um indicador de longo prazo que média os preços de fechamento semanais, servindo como referência para tendências estruturais. Em mercados altistas, o BTC tipicamente negocia acima dela, encontrando suporte dinâmico. Já em fases corretivas, atua como resistência, sinalizando fraqueza.

Dados históricos mostram que períodos prolongados abaixo da 50W SMA, como os observados em ciclos passados, precederam pullbacks significativos de 50% a 70%. Por exemplo, desvios semelhantes em 2018 e 2022 culminaram em quedas acentuadas, limpando alavancagem excessiva antes de novas expansões. Atualmente, com o BTC em US$ 90.352, o desvio persiste, ecoando esses padrões e elevando a cautela entre investidores institucionais e varejistas.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 486.594,60 (-0,52% em 24h) reflete essa pressão, com volume de 186 BTC negociados nas exchanges brasileiras.

Padrões Bearish e Projeções de Queda

O analista Doctor Profit identificou três sinais bearish simultâneos: divergência bearish em gráficos semanais e mensais, padrão de bandeira bearish apontando para US$ 70 mil e um head-and-shoulders em formação. Esses elementos sugerem que uma correção para US$ 70 mil é questão de tempo, mesmo com rallies curtos para US$ 97-107 mil atraídos por liquidez.

Adicionalmente, vendas massivas de insiders desde agosto de 2025 agravam o cenário, alinhadas a estresses macro como liquidações bancárias e movimentos no mercado de prata. Eventos iminentes, como dados de CPI dos EUA e votação do CLARITY Act em 15 de janeiro, podem catalisar a queda, independentemente de tensões geopolíticas ou Trump-Powell.

Esses dados objetivos reforçam a probabilidade de uma correção profunda, similar a ciclos anteriores, onde o BTC resetou antes de retomar uptrends de longo prazo.

Cenário de Recuperação e Fatores Macro

Apesar dos alertas, há caminhos para reversão. Para invalidar o bear case, o BTC precisa reclamar a 50W SMA e sustentá-la como suporte, restaurando momentum altista. Previsões otimistas, como a da VanEck para US$ 2,9 milhões até 2050, assumem adoção como reserva global, com CAGR de 15% pós-2026.

O ambiente macro atual, com atritos entre Trump e Powell elevando incertezas monetárias, pressiona ativos de risco. No entanto, fluxos positivos em ETFs e acumulação por whales podem contrabalançar. Para o público brasileiro, monitorar a cotação em reais é essencial, dado o volume concentrado em exchanges locais.

Os dados sugerem equilíbrio delicado: correção parece mais provável no curto prazo, mas uptrends históricos prevalecem no longo.

O Que Monitorar Agora

Traders devem observar níveis chave: suporte em US$ 90 mil, resistência na 50W SMA (~US$ 92-94 mil) e downside em US$ 70-50 mil. Indicadores como SOPR de holders de longo prazo acima de 1 sinalizam possível reversão, mas divergências persistem.

Vale acompanhar volumes on-chain, fluxos de ETF e decisões do Fed. Estratégias defensivas, como stops abaixo de suportes dinâmicos, são recomendadas em cenários incertos.


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