Prensa cartoon dourada esmagando traders shorts vermelhos com explosão cyan, ilustrando liquidações de US$ 189 mi no short squeeze do Bitcoin

Liquidações de US$ 189 Mi em 24h: Shorts Massacrados no BTC

Os dados mostram que nas últimas 24 horas, o mercado de criptomoedas registrou liquidações totais de US$ 189 milhões, com US$ 148 milhões em posições vendidas e US$ 40,85 milhões em compradas. Esse desequilíbrio, com predominância dos ursos massacrados, gerou um efeito cascata que impulsionou o Bitcoin para acima de US$ 70.000, transferindo capital dos alavancados para o mercado spot. O fenômeno ilustra como a alavancagem amplifica perdas em movimentos rápidos de preço.


Detalhamento das Liquidações por Posição

De acordo com a plataforma Coinglass, que compila dados em tempo real das principais exchanges, as posições vendidas responderam por cerca de 78% do volume total liquidado. Isso representa um short squeeze clássico, onde a liquidação forçada de vendas a descoberto força compras compulsórias, elevando o preço do ativo.

No período analisado até 15 de fevereiro de 2026, o total de US$ 189 milhões reflete alta volatilidade. Comparativamente, as posições compradas foram minoritárias, sugerindo que o mercado spot acumulou força compradora enquanto os traders alavancados em baixa sofreram perdas concentradas.

Os números exatos: US$ 148 milhões em vendidas liquidadas contra US$ 40,85 milhões em compradas, um ratio de aproximadamente 3,6:1. Essa assimetria reforça o momentum altista de curto prazo.

Mecanismo do Short Squeeze e Impacto no Preço

Quando posições vendidas altamente alavancadas são liquidadas, as exchanges executam ordens de compra para cobrir as margens deficitárias. Esse fluxo forçado de compras cria pressão ascendente no preço, atraindo mais liquidações em cascata. No caso do Bitcoin, o movimento levou a cotação de níveis inferiores para US$ 70.099 (bid atual).

Traders spot, sem alavancagem, beneficiam-se diretamente: o capital perdido pelos vendidos migra para holders de longo prazo via prêmio de preço. Os dados indicam que essa dinâmica ocorreu em um timeframe de 24 horas, com picos prováveis durante rompimentos de resistências técnicas.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 366.818 no mercado brasileiro, com variação de +1,74% em 24h e volume de 149,74 BTC. Em dólares, o par BTC-USD confirma US$ 70.099, alinhado ao squeeze.

Contexto Técnico e Níveis Relevantes

O Bitcoin rompeu resistências em torno de US$ 68.000-69.000 nas últimas horas, com médias móveis de 50 períodos atuando como suporte dinâmico. Volumes de liquidação concentrados sugerem exaustão de vendedores alavancados, potencializando consolidação acima de US$ 70.000.

Próximos níveis a observar: suporte em US$ 69.000 (próxima liquidação longa) e resistência em US$ 71.500 (histórico recente). Indicadores como RSI mostram sobrecompra moderada (acima de 70), mas volume spot sustenta o viés atual.

No agregado, o evento reforça que alavancagem excessiva amplifica riscos: posições vendidas perderam para o spot em um movimento de 1,75% no BTC-USD.

Implicações para Traders e Mercado Spot

Para investidores spot, o massacre dos ursos representa influxo de liquidez sem custo adicional. Traders alavancados enfrentam reset de posições, reduzindo pressão vendedora futura. Os dados da Coinglass evidenciam que, em ciclos de alta, vendidos financiam a valorização.

Recomenda-se monitorar open interest e funding rates para sinais de reversão. Eventos como esse validam a estratégia de acumulação sem alavancagem em ativos como Bitcoin.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Onda dourada e cyan rompendo barreira vermelha com 69K emergente, representando short squeeze bilionário impulsionado por CPI no Bitcoin

Short Squeeze de US$ 3,65 Bi: CPI Impulsiona BTC a US$ 69 Mil

Os dados de CPI dos EUA de janeiro, divulgados em 13 de fevereiro de 2026, mostraram desaceleração para 2,4% ao ano, abaixo das expectativas de 2,5%. Isso desencadeou um short squeeze com liquidações de US$ 3,65 bilhões em posições vendidas, impulsionando o Bitcoin de US$ 66 mil para US$ 69.190 em poucas horas. Os dados indicam clusters de liquidez que podem amplificar movimentos futuros.


Desaceleração do CPI e Reação Inicial

Os números do Bureau of Labor Statistics revelaram um CPI geral de +2,4% anual e +0,2% mensal, com o core CPI (excluindo alimentos e energia) em +2,5% anual, o menor desde março de 2021. A queda foi puxada por gasolina em -7,5% anual, apesar de pressões em alimentos e moradia. Segundo o relatório completo, o mercado precificou maior chance de corte de juros pelo Fed em março, elevando o apetite por risco.

Bitcoin reagiu com alta de cerca de 4,8% em horas, testando resistências técnicas. O volume de negociações aumentou, mas o movimento foi dominado por liquidações forçadas, não apenas compras à vista. Ethereum subiu 7% para US$ 2.054 e Solana 10% para US$ 85, mostrando rotação para altcoins em rebounds de risco.

Análise das Liquidações: Short Squeeze em Detalhe

Plataformas como Coinglass registraram US$ 3,65 bilhões em liquidações totais, sendo US$ 1,83 bilhão em shorts de BTC. O cluster de posições vendidas entre US$ 69 mil e US$ 74 mil criou um vácuo de liquidez, acelerando a alta. Esse fenômeno, conhecido como short squeeze, ocorre quando preços sobem forçando coberturas compulsórias, gerando compras automáticas.

Os dados mostram que tais eventos representam escala histórica, comparável a top 3-5 em perdas realizadas recentes. No entanto, CryptoQuant indica saídas prévias de investidores em baixa, sugerindo capitulação parcial antes do squeeze.

Próximos Níveis de Liquidez pela Coinglass

De acordo com a análise da Coinglass, um rompimento acima de US$ 71 mil em exchanges centrais (CEX) liberaria US$ 8,83 bilhões em liquidações de shorts. Inversamente, queda abaixo de US$ 68 mil ativaria US$ 6,64 bilhões em longs. Esses ‘paredões’ de liquidez atuam como ímãs para preços, com intensidade relativa indicando reações potenciais mais violentas.

Atualmente, segundo o Cointrader Monitor, Bitcoin cotado a R$ 367.421,35 (alta de 5,02% em 24h), equivalente a cerca de US$ 70.268 (USD-BRL R$ 5,22). Traders monitoram esses clusters para gerenciar exposição a volatilidade derivada.

Contexto de Sentimento e Riscos Estruturais

O Fear & Greed Index permaneceu em 9 (‘extreme fear’) por dois dias, apesar da alta, atuando como contrarian histórico: níveis baixos precederam rebounds de 300% em ciclos passados. ETF de BTC registraram saídas de US$ 690 milhões em fevereiro, com instituições em modo defensivo.

Riscos incluem outflows contínuos, hedges não liquidados e incertezas com tarifas de Trump. Os dados sugerem volatilidade movida por derivativos, recomendando cautela em alavancagem. Estrutura técnica aponta suporte em US$ 68k e resistência em US$ 71k.


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Correntes vermelhas rompendo com explosão dourada e cyan, simbolizando short squeeze bilionário do Bitcoin após CPI baixa

Short Squeeze: Bitcoin Rompe US$ 69 mil Após CPI de 2,4%

O Bitcoin rompeu os US$ 69.000, atingindo máxima de US$ 69.280, impulsionado por um rali de alívio após o CPI dos EUA cair para 2,4%, abaixo da expectativa de 2,5%. Em menos de 24 horas, o ativo valorizou 5%, adicionando US$ 70 bilhões à capitalização de mercado. Dados da Coinglass indicam liquidações de US$ 1,52 bilhão em posições vendidas em apenas 4 horas, caracterizando um short squeeze clássico que limpou os ursos do mercado.


Mecânica do Short Squeeze Observada

Os dados da Coinglass mostram que, nas últimas 24 horas, o mercado cripto registrou US$ 3,39 bilhões em liquidações totais, com US$ 2,11 bilhões em shorts e US$ 1,27 bilhão em longs. Nas 4 horas críticas, o foco recaiu sobre as posições vendidas, com US$ 1,52 bilhão evaporados. Esse fenômeno ocorre quando o preço sobe rapidamente, forçando a liquidação automática de posições alavancadas em viés de baixa, criando um ciclo de compras forçadas que amplifica a alta.

No Bitcoin, as liquidações de shorts atingiram US$ 92 milhões em 4 horas, enquanto o Ethereum contribuiu com US$ 48 milhões, segundo métricas agregadas. Esse desequilíbrio reflete o posicionamento excessivo de ursos, que subestimaram o impacto macroeconômico positivo.

Desaceleração da Inflação como Catalisador

O Índice de Preços ao Consumidor (CPI) americano de janeiro registrou 2,4%, inferior à projeção de 2,5%, sinalizando desinflação. Esse dado aliviou pressões sobre o Federal Reserve, reforçando expectativas de cortes de juros sob a administração Trump. O Bitcoin, sensível a políticas monetárias frouxas, reagiu com uma recuperação de US$ 65.670 para US$ 69.405 em poucas horas.

O mercado cripto total subiu para US$ 2,42 trilhões, com ganhos entre 2% e 5% na maioria dos ativos principais. Bitcoin Cash liderou com alta de 8%. Apesar disso, o Crypto Fear & Greed Index permanece em 8 (medo extremo), indicando ceticismo sobre a durabilidade do movimento.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 360.021,89 (+4,88% em 24h), alinhado à tendência global.

Análise Técnica: Suportes e Resistências

O rali rompeu suportes chave em torno de US$ 66.000, que atuavam como resistência recente, e consolidou acima da média móvel de 50 períodos (US$ 67.500). O próximo teste será a resistência imediata em US$ 70.000, nível psicológico e histórico de máxima local.

Indicadores como RSI (próximo de 65) sugerem momentum altista moderado, sem sobrecompra. Volumes de negociação elevaram-se 30% acima da média, confirmando convicção compradora. No entanto, um recuo para testar o suporte em US$ 68.000 (ex-resistência) seria saudável para consolidação.

Sustentação da Alta: Níveis a Monitorar

Os dados on-chain da Coinglass revelam redução de 15% no interesse aberto de shorts perpétuos, aliviando pressão vendedora. Para sustentação, o preço deve manter acima de US$ 68.500. Uma quebra abaixo invalidaria o rali, apontando para US$ 65.000.

Investidores devem observar o volume sustentado e o próximo dado macro, como payroll, para validar se este é um ajuste técnico ou o início de tendência de alta mais ampla. A neutralidade dos números sugere cautela: o mercado permanece volátil.


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