Analista cartoon no topo de pico Bitcoin rachado com avalanche vermelha e '50%' gravado, alertando fim de ciclo de alta e correção

Fim do Ciclo de Alta? Analista Alerta Risco de Correção no Bitcoin

O analista Tony Severino alerta que o ciclo de alta do Bitcoin pode já ter terminado, com base em indicadores macro como o PMI dos EUA em 47,9. Ele aponta máximas e mínimas descendentes, sugerindo pico e reversão. Paralelamente, Peter Schiff critica a estratégia de Bitcoin da MicroStrategy, que acumula prejuízos bilionários. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC negocia a R$ 438.317 (+2,14% em 24h), mas o mercado ignora sinais de fraqueza.


Indicadores Macro Sinalizam Enfraquecimento

A história mostra que ciclos econômicos ditam o humor dos ativos de risco, e o Bitcoin não é exceção. Tony Severino, em análise recente, usa o Índice de Gerentes de Compras (PMI) dos EUA como bússola confiável. O indicador marca máximas e mínimas descendentes, configurando um padrão de enfraquecimento na manufatura. Atualmente em 47,9, uma queda sustentada abaixo de 46 confirmaria tendência de baixa intermediária, e sob 41,6 evocaria crises como 2008 ou stagflação dos anos 1970.

O mercado está ignorando esses alertas, focado em narrativas de euforia. Severino critica modelos de valuation desconectados da realidade macro, como comparações com ouro. De fato, BTC patina enquanto ouro e prata atraem inflows consistentes. Ciclos reais medem-se de trough a trough, não projeções especulativas. Essa visão contrarian lembra topos de 2018 e 2022, quando exuberância precedeu correções brutais.

Críticas à Tesouraria Bitcoin da MicroStrategy

Michael Saylor transformou a MicroStrategy em proxy de Bitcoin, com mais de 700 mil BTC a custo médio acima de US$ 76 mil. Mas isso trouxe prejuízo não realizado de US$ 17,44 bilhões no Q4 2025, ação caindo 66% do pico. Peter Schiff, economista goldbug, questiona o modelo: comprando ouro, ganhos seriam maiores que os 11% em cinco anos.

Analistas como Aksel Kibar veem formação de topo no gráfico semanal, projetando MSTR para US$ 120. Outros apontam perda de tendência mensal e suporte chave. Ted Pillows e Benjamin Cowen sugerem fundo só em 2026. Bancos centrais acumulam ouro, não BTC, reforçando que tecnologia e hype não substituem valor intrínseco em crises. Cuidado com estratégias all-in em ativos voláteis.

Lições Históricas de Ciclos Passados

Eu entrei no cripto em 2018, no coração do mercado de baixa, e aprendi que todo ciclo de alta é seguido de mercado de baixa. Severino destaca quebra de média móvel mensal no BTC, precedida por quedas médias de 50% em ciclos anteriores — de 40% a 66%. Padrões semelhantes em dot-com e crises asiáticas: exuberância irracional leva a uma purga.

O Bitcoin fica atrás de metais preciosos, sinal de rotação de capital. Liquidez global e juros altos pesam em risco. A história repete: topos coincidem com picos macro, e correções limpam excesso. Não é FUD, mas honestidade: proteção de capital supera maximizar bull. Investidores devem pesar esses precedentes.

O Que Monitorar no Horizonte

Vale monitorar PMI, ISM e Fed para confirmação. Se BTC romper suportes técnicos, correções históricas sugerem downside significativo, como US$ 45 mil citado por Severino — não previsão, mas possibilidade real. Para MSTR, mNAV e dividendos testarão resiliência.

Em mercado dominado por vozes otimistas, ceticismo equilibra. Prepare-se para volatilidade: ciclos existem, e exuberância tem preço. Diversifique opiniões para evitar vieses.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.