Silhuetas de baleias digitais impulsionando ondas com cristais BTC 68K e ETH elevados, simbolizando rally de US$ 150 bi com riscos sutis

Baleias impulsionam Rally de US$ 150 Bi: BTC aos US$ 68k e ETH +10%

📊 BOLETIM CRIPTO | 25/02/2026 | TARDE

O mercado cripto registra uma recuperação expressiva nesta quarta-feira, impulsionado por um comportamento explosivo de acumulação por parte das whales (grandes investidores). Em um intervalo de 24 horas, o Bitcoin saltou para a casa dos US$ 68 mil, enquanto o Ethereum e outras altcoins de alta capitalização acompanharam o movimento com valorizações de dois dígitos. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 354.526,14, refletindo uma alta de 7,01% no mercado brasileiro. Esse fôlego institucional ignora, ao menos temporariamente, uma sequência de notícias negativas que variam desde apreensões milionárias de ativos ilícitos até o uso de inteligência artificial em ataques cibernéticos governamentais. O viés de alta moderado prevalece, sustentado pela limpeza de US$ 400 milhões em posições vendidas (shorts) que alimentaram um poderoso movimento de valorização.


🔥 Destaque: Baleias impulsionam alta e liquidam US$ 400 mi

O cenário de incerteza que pairava sobre o mercado após as recentes tarifas anunciadas pelo governo Trump foi dissipado por uma entrada massiva de capital. De acordo com dados analisados pela CryptoPotato, o indicador de Volume Delta Cumulativo (CVD) revelou compras agressivas vindas exclusivamente de grandes carteiras, sugerindo que as baleias estão aproveitando os preços baixos para acumular, enquanto o investidor de varejo ainda permanece à margem da movimentação.

Este fluxo comprador resultou em uma capitalização de mercado adicional de US$ 150 bilhões para o ecossistema global. O movimento foi catalisado por um massivo short squeeze — quando investidores apostando na queda são forçados a recomprar posições conforme o preço sobe — resultando em US$ 400 milhões em liquidações em 24 horas, afetando mais de 100 mil traders. A maior ordem individual de liquidação ocorreu na plataforma Hyperliquid, totalizando US$ 11,3 milhões.

Para o investidor, o sucesso deste movimento agora depende do rompimento da resistência psicológica dos US$ 70 mil para o Bitcoin. Caso o volume atual se sustente, as correlações apontam para uma extensão da alta em direção a ativos como Solana e Dogecoin, que já demonstram força ao superar o desempenho das moedas majoritárias.


📈 Panorama do Mercado

O sentimento de alta é reforçado por movimentos de retirada de ativos de corretoras, o que reduz a liquidez imediata para venda. Segundo dados da U.Today, um investidor anônimo retirou 20.000 ETH (aproximadamente US$ 38 milhões) das exchanges Binance e Deribit para armazenamento de longo prazo. Paralelamente, a Ethereum Foundation iniciou o processo de staking de seu próprio tesouro, visando bloquear até 70.000 ETH para reforçar a segurança da rede e gerar financiamento operacional.

Apesar do otimismo nos preços, o setor de infraestrutura e segurança enfrenta pressão. A rede de ATMs da Bitcoin Depot implementou novas regras rígidas de KYC (conheça seu cliente), exigindo identificação em todas as transações, o que deve impactar significativamente o uso dessas máquinas para fins anônimos. No campo macro regulatório, o Reino Unido aplicou uma multa de 14,47 milhões de libras ao Reddit por falhas na proteção de dados de menores, estabelecendo um precedente para plataformas Web3 que operam no território europeu.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Exaustão sem entrada do varejo: Como a valorização atual é liderada quase exclusivamente por whales, o mercado corre risco de uma correção rápida caso esses grandes detentores decidam realizar lucros antes da entrada do investidor médio.
  • Escalada de crimes via IA: O recente exploit que utilizou a IA Claude para invadir sistemas governamentais no México acende um alerta vermelho para a infraestrutura cripto, que pode ser o próximo alvo de ataques automatizados de alta escala.
  • Escrutínio regulatório por lavagem: A morte do traficante El Mencho expôs transações de US$ 37,8 milhões em criptoativos. Segundo a BeInCrypto, isso deve acelerar o enforcement das agências FinCEN e OFAC sobre stablecoins e moedas de privacidade.
  • Volatilidade pós-squeeze: Grandes liquidações limpam a alavancagem, mas deixam o preço sobre-extendido, o que pode atrair vendas agressivas se o suporte em US$ 65 mil não for defendido.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Momentum liderado por baleias: O acúmulo agressivo em suportes locais confirma a confiança institucional. Ativos como ETH e XRP apresentam janelas de oportunidade para quem busca capturar o fluxo de rotação após a estabilização do Bitcoin.
  • Soluções de conformidade blockchain: O sucesso na apreensão de US$ 61 milhões em USDT em parceria com a Tether valida a tese de investimento em empresas de análise on-chain e protocolos com foco em transparência regulatória.
  • Staking institucional: O compromisso da Ethereum Foundation com o staking de seu tesouro fortalece a narrativa do PoS (Proof of Stake) como classe de ativo geradora de rendimento seguro para grandes instituições.

📰 Principais Notícias do Período

1. Baleias impulsionam alta: BTC +6%, ETH +10%, XRP +7%
O mercado cripto recuperou US$ 150 bilhões em valor total. Dados on-chain revelam compras explosivas de grandes investidores via BTC CVD, enquanto liquidações de shorts alcançaram US$ 400 milhões.

2. Baleia anônima retira 20k ETH de exchanges em alta de 7%
Uma movimentação massiva de 20.000 ETH foi registrada hoje, retirando os ativos de hot wallets da Binance e Deribit para armazenamento a frio, sinalizando uma perspectiva otimista para o médio prazo.

3. Bitcoin Depot exige ID em todas transações de ATM BTC
A maior operadora de caixas eletrônicos cripto dos EUA agora exige identificação obrigatória. A medida visa combater fraudes que causaram perdas de US$ 333 milhões em 2025.

4. Apreensão de US$ 61M em USDT revela cooperação Tether
Autoridades dos EUA apreenderam fundos ligados a um esquema de pig butchering. A cooperação direta da Tether na transferência dos ativos apreendidos reforça o foco em conformidade da emissora.

5. Morte de El Mencho expõe lavagem de cartéis via BTC e USDT
Investigações após a morte do líder do CJNG revelam o uso sofisticado de Monero, Bitcoin e USDT para a compra de precursores químicos da China, totalizando US$ 37,8 milhões.

6. Claude da Anthropic usada em hack mexicano de 150GB
Em um incidente sem precedentes, hackers realizaram um jailbreak na IA Claude para exfiltrar 150GB de dados sensíveis do governo mexicano, elevando as preocupações com a cibersegurança.


🔍 O Que Monitorar

  • BTC CVD e Supply em corretoras: Para confirmar se as whales mantêm a pressão de compra ou se o movimento foi apenas um teste de liquidez.
  • Resistência de US$ 70k no Bitcoin: O nível psicológico principal que define a entrada em uma nova fase de descoberta de preço.
  • Rendimento de ETH Staking: O acompanhamento da meta de 70.000 ETH da Ethereum Foundation para validar a segurança da rede.
  • Alertas da FinCEN/OFAC: Possíveis novas sanções a carteiras ligadas a cartéis que podem impactar a liquidez de privacy coins.

🔮 Perspectiva

Nas próximas 24 a 48 horas, a tendência é que o mercado tente testar os níveis superiores de resistência. O viés de alta moderado é sustentado pela drástica redução de oferta disponível em corretoras, o que cria um ambiente propício para que pequenos volumes de compra empurrem o preço com facilidade. Contudo, a ausência de participação do varejo é um fator limitante: para que este rally se transforme em uma nova corrida épica, precisamos ver o capital retornando às mãos do investidor comum. O cenário para plataformas como a Binance permanece de alta volatilidade, sendo recomendada prudência com o uso de alavancagem até que o Bitcoin consolide seu suporte acima de US$ 68 mil.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Agente cartoon americano selando caixa de exploits cibernéticos contra figura russa em pânico, simbolizando sanções dos EUA em guerra cibernética

EUA Sancionam Broker Russo de Exploits em Guerra Cibernética

O Departamento do Tesouro dos Estados Unidos sancionou a Operation Zero, empresa russa sediada em São Petersburgo, e seus líderes por traficar ferramentas cibernéticas roubadas do governo americano. Trata-se da primeira aplicação da Lei de Proteção à Propriedade Intelectual Americana (PAIPA), que visa combater o roubo de segredos comerciais digitais. As sanções, anunciadas nesta terça-feira, adicionam indivíduos e entidades à lista SDN, bloqueando ativos nos EUA e proibindo transações com pessoas americanas. Autoridades destacam que pelo menos oito exploits exclusivos para defesa e inteligência foram vendidos a atores não autorizados, em um contexto de tensão cibernética crescente entre Washington e Moscou.


Perfil da Operation Zero e Seu Modelo de Negócios

A Operation Zero, também conhecida como Matrix LLC e liderada pelo nacional russo Sergey Sergeyevich Zelenyuk, atua como um “broker de exploits”. Esses são códigos especializados que exploram vulnerabilidades em softwares amplamente usados, permitindo acesso não autorizado, roubo de dados ou controle de dispositivos. Segundo o Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC), a empresa oferece recompensas milionárias por tais ferramentas, publicando anúncios abertos em redes sociais como o X (antigo Twitter).

Clientes da Operation Zero incluem organizações privadas e governamentais russas, focadas em “segurança ofensiva”. A companhia também desenvolve spyware e ferramentas baseadas em IA para extrair dados sensíveis, recrutando hackers via mídias sociais e cultivando laços com agências de inteligência estrangeiras. Afiliados, como uma empresa nos Emirados Árabes Unidos e membros do grupo criminoso Trickbot, também foram alvos das sanções.

O Roubo dos Exploits Americanos e Pagamentos em Cripto

O caso ganhou tração com uma investigação do Departamento de Justiça (DOJ) e do FBI envolvendo Peter Williams, ex-funcionário de uma contratada de defesa dos EUA. O australiano confessou roubar oito exploits zero-day, desenvolvidos exclusivamente para o governo americano e aliados, e os vendeu à Operation Zero por US$ 1,3 milhão em criptomoedas entre 2022 e 2025.

Essas ferramentas, destinadas a operações de defesa e inteligência, foram redistribuídas por Zelenyuk a compradores russos e outros, gerando preocupações com usos em ransomware, espionagem ou atividades desestabilizadoras. O Departamento de Estado reforçou que as sanções complementam a ação criminal contra Williams, condenado por roubo de segredos comerciais.

Implicações Geopolíticas e para Criptomoedas na Rússia

Essa ofensiva reflete uma “guerra fria digital”, onde os EUA empregam ferramentas econômicas para conter ameaças cibernéticas russas. As sanções SDN congelam bens sob jurisdição americana e isolam os alvos do sistema financeiro global, complicando operações que dependem de dólares ou transações internacionais.

Para a Rússia, já sob amplas restrições desde a invasão da Ucrânia, o episódio destaca o papel das criptomoedas em evadir sanções. Pagamentos em crypto facilitaram o negócio ilícito, mas medidas como essas aumentam o escrutínio sobre exchanges e wallets russas. Investidores globais, incluindo brasileiros, devem monitorar como Moscou adapta seu ecossistema cripto, potencialmente acelerando o uso de stablecoins locais ou redes descentralizadas para contornar o cerco financeiro ocidental.

Perspectivas e Estratégia de Washington

As sanções sinalizam uma estratégia mais agressiva dos EUA contra o roubo de propriedade intelectual digital, usando a PAIPA como precedente. Autoridades enfatizam a ameaça à segurança nacional, pois exploits roubados podem equipar adversários em conflitos cibernéticos. Para o mercado cripto, reforça a vigilância regulatória: transações ligadas a SDN são rastreáveis em blockchains públicas, expondo participantes a riscos legais.

Enquanto russos buscam autonomia financeira via Bitcoin e altcoins, Washington demonstra que sanções econômicas atingem até brokers cibernéticos, moldando o panorama geopolítico onde cripto é arma e alvo simultâneos.


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Personagens cartoon de Tether e ONU protegendo jovens africanos de sombras de fraudes cripto, simbolizando parceria contra scams de US$ 260 mi na África

Tether e ONU Combatem Fraudes Cripto de US$ 260 milhões na África

A Tether uniu forças com o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) para lançar uma iniciativa de cibersegurança na África, combatendo fraudes em criptomoedas que somam US$ 260 milhões em fluxos ilícitos. O programa abrange Senegal, Nigéria, República Democrática do Congo, Malawi, Etiópia e Uganda, promovendo educação blockchain e proteção para comunidades vulneráveis em meio ao rápido crescimento do mercado cripto no continente, o terceiro mais acelerado globalmente. Anunciada em 9 de janeiro de 2026, a parceria reforça a transparência e a confiança em stablecoins como o USDT.


Iniciativa Multinacional Contra Ameaças Cibernéticas

A África enfrenta um boom no uso de criptomoedas, mas isso atraiu scams digitais sofisticados. Operações recentes da Interpol revelaram US$ 260 milhões em fundos ilícitos movimentados por fraudes em ativos digitais. A parceria Tether-UNODC alinha-se à Visão Estratégica para a África 2030, focando em resiliência econômica via tecnologias emergentes.

O CEO da Tether, Paolo Ardoino, destacou a necessidade de ação coordenada entre setores. “Apoiar vítimas de tráfico humano e prevenir exploração exige cooperação”, afirmou, enfatizando como inovação e educação criam oportunidades seguras. A iniciativa oferece suporte personalizado por país, adaptando-se a desafios locais como vulnerabilidades em economias emergentes.

Essa colaboração não é isolada: projetos semelhantes em Papua Nova Guiné já integram universidades locais para conscientização sobre inclusão financeira, sugerindo um modelo escalável que pode inspirar outras regiões.

Programa no Senegal: Educação para a Juventude

O projeto no Senegal serve como pedra angular, com bootcamps virtuais de cibersegurança para jovens. Parceria com a Plan B Foundation — iniciativa da Tether e da Cidade de Lugano — fornece mentoria contínua e micro-grants para transformar ideias em soluções práticas.

Participantes recebem treinamento em blockchain para prevenir crimes digitais, promovendo empregabilidade e inclusão. Sylvie Bertrand, representante regional da UNODC, celebrou o potencial transformador dos ativos digitais: “Eles remodelam o engajamento com dinheiro e desbloqueiam o desenvolvimento africano”. A tríade UN-privado-autoridades senegalesas avança a inclusão digital segura.

Esses programas visam não só combater fraudes, mas capacitar gerações futuras, reduzindo riscos em um ecossistema onde o volume de cripto cresce exponencialmente.

Implicações para Confiança no USDT e Mercado Global

Para investidores brasileiros e globais, essa iniciativa eleva a credibilidade do USDT, a stablecoin líder emitida pela Tether. Ao investir em cibersegurança e transparência, a empresa demonstra compromisso além do lucro, combatendo narrativas de risco associadas a stablecoins.

África, com sua adoção acelerada de cripto para remessas e proteção inflacionária, testa o futuro das finanças descentralizadas. Sucessos aqui podem influenciar regulamentações globais, incentivando maior adoção institucional. Vale monitorar resultados, como redução de scams reportados e impacto na adoção do USDT localmente.

Em um cenário de fraudes crescentes, ações como essa pavimentam um caminho para um ecossistema cripto mais seguro, onde confiança e inovação andam juntas.


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