Personagens cartoon estilizados de ARK Invest e JPMorgan erguendo símbolo Bitcoin dourado contra onda de correção, simbolizando apostas institucionais para 2026

Cathie Wood e JPMorgan Apostam Alto no Bitcoin em 2026

Resista ao FUD: em meio à correção recente do Bitcoin para cerca de US$ 66.800, Cathie Wood da ARK Invest afirma que o ativo prosperará no ‘caos deflacionário’ gerado por IA e inovações exponenciais. Paralelamente, o JPMorgan mantém seu viés de alta para 2026, citando subvalorização em relação aos custos de produção. Essas visões institucionais reforçam a tese de adoção de longo prazo.


Caos Deflacionário: A Tese de Cathie Wood

No Bitcoin Investor Week em Nova York, Cathie Wood explicou que tecnologias como IA, robótica e blockchain causarão uma deflação impulsionada por produtividade. Custos de treinamento de IA caem 75% ao ano, e de inferência até 98%, derrubando preços e estressando modelos de negócios legados baseados em dívida e inflação de 2-3%.

O Federal Reserve, dependente de dados atrasados, pode errar na resposta, gerando turbulência no sistema financeiro tradicional. Aqui, o Bitcoin brilha: com suprimento fixo de 21 milhões e arquitetura descentralizada, oferece hedge não só contra inflação, mas também deflação. “Bitcoin não tem os problemas de contraparte dos sistemas tradicionais”, destacou Wood, cujas carteiras da ARK incluem grandes posições em exchanges como Coinbase.

Os fundamentos se fortalecem: diferente da bolha tech dos anos 2000, as tecnologias agora são reais, posicionando o mercado para uma virada narrativa de inflação para deflação produtiva.

JPMorgan: Bitcoin Subvalorizado e Pronto para Influxo

A JPMorgan, liderada pelo estrategista Nikolaos Panigirtzoglou, vê o Bitcoin negociado a US$ 66.300 como subvalorizado frente aos US$ 77.000-US$ 80.000 de custos de produção. Historicamente, esse piso atrai compras altistas, com miners ineficientes saindo e hash rate se ajustando.

O momentum vira com o retorno de investidores institucionais, não varejo. Bitcoin ganha atratividade sobre ouro, com volatilidade estabilizando e divergência recente favorecendo o BTC. Avanços regulatórios nos EUA, como o Clarity Act, removerão barreiras, liberando capital à espera.

No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está a R$ 348.728 (-0,28% em 24h), refletindo o cenário global mas com potencial local via adoção crescente.

Implicações para o Ciclo de 2026

Essas perspectivas conectam à narrativa maior: o mercado está construindo bases sólidas pós-halving. Instituições como ARK e JPMorgan ignoram ruído curto prazo, focando em adoção. Fluxos de ETF, tesourarias corporativas e clareza regulatória aceleram o ecossistema.

Volatilidade persiste — correções como a atual testam resiliência —, mas ciclos passados mostram que pânicos cedem a altas sustentadas. Para o investidor comum, isso significa paciência estratégica: monitore custos de produção, fluxos institucionais e convergência tech-financeira.

O otimismo é fundamentado: Bitcoin não é especulação, mas reserva de valor em um mundo de disrupção exponencial.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Gestora cartoon capturando ações douradas caindo com rede enquanto Bitcoin despenca, simbolizando compra oportunista de Cathie Wood

Cathie Wood Compra US$ 34 Milhões em Robinhood na Queda do Bitcoin

A ARK Invest, liderada por Cathie Wood, adquiriu 433.806 ações da Robinhood (HOOD) por aproximadamente US$ 33,8 milhões na quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026, enquanto o Bitcoin caía abaixo de US$ 66 mil. A operação ocorre em um momento de fraqueza no mercado cripto, com ETFs de BTC registrando saídas de US$ 276 milhões. Os dados indicam uma aposta institucional em ativos ligados a criptomoedas apesar da volatilidade recente.


Detalhes da Operação de Compra

Os números mostram que a ARK Invest comprou as ações da Robinhood quando elas negociavam em queda de quase 9% no dia, conforme dados do TradingView. Além da HOOD, a gestora aumentou posições em Bullish (BLSH), com 364.134 ações a US$ 11,6 milhões, e Circle (CRCL), emissora do USDC, com 75.559 ações por US$ 4,4 milhões. No total, as aquisições somam cerca de US$ 50 milhões em papéis ligados ao ecossistema cripto.

Equivalente em reais, considerando o dólar a R$ 5,21, a compra da Robinhood representa aproximadamente R$ 176 milhões. Essa movimentação contrasta com a recente venda de US$ 17 milhões em ações da Coinbase pela ARK, sinalizando uma realocação estratégica dentro do setor.

Robinhood como Principal Ativo Cripto no ARKK

Após a compra, a Robinhood tornou-se a maior posição ligada a cripto no ARK Innovation ETF (ARKK), representando 4,1% do portfólio, ou cerca de US$ 248 milhões. Isso reflete a tese de investimento da ARK em plataformas de trading acessíveis, especialmente após o lançamento do testnet da Robinhood Chain, uma blockchain layer 2 para serviços financeiros e ativos tokenizados do mundo real (RWAs).

No quarto trimestre de 2025, a Robinhood reportou receita recorde de US$ 1,28 bilhão, alta de 27% ante o ano anterior, embora abaixo das expectativas de Wall Street (US$ 1,34 bilhão). A ação caiu 8% pós-resultados, mas os volumes em cripto permanecem relevantes no modelo de negócios.

Contexto de Mercado: Pressão no Bitcoin e ETFs

Os dados de mercado confirmam a fraqueza: o Bitcoin negociou abaixo de US$ 66 mil, com ETFs spot registrando saídas líquidas de US$ 276,3 milhões na quarta-feira, reduzindo o AUM total para US$ 85,7 bilhões, o menor desde novembro de 2024. As entradas semanais agora são mínimas, em US$ 35,3 milhões. ETFs de Ether tiveram saídas de US$ 129,2 milhões.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 343.658,91 (-2,48% em 24 horas), com volume de 348 BTC. Níveis de suporte próximos incluem a média móvel de 50 dias em torno de US$ 65.000, enquanto resistência fica em US$ 70.000.

Implicações e Níveis a Monitorar

A estratégia da ARK sugere que a Robinhood é vista como proxy para recuperação do ecossistema cripto, dada sua exposição a volumes de trading em BTC e altcoins. Os dados indicam confiança em narrativas como RWAs e layer 2s, mesmo com outflows em ETFs. Investidores devem observar o volume de negociação da HOOD e inflows em ETFs para confirmar momentum.

Níveis técnicos chave para BTC: suporte em US$ 64.000-65.000 (200-day MA) e resistência em US$ 68.000. Uma estabilização acima de US$ 67.000 pode sinalizar reversão de curto prazo, conforme padrões recentes.


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Fênix Solana cyan emergindo de vale sombrio rumo a pico dourado com 2000, guiada por analistas cartoon otimistas como Cathie Wood

Solana a US$ 2.000 em 2030? Standard Chartered Eleva Meta

A Solana (SOL) negociada a US$ 99,31 (R$ 520,30), caiu abaixo do suporte psicológico de US$ 100 pela primeira vez desde 2024, com queda de 17% na semana e 48% no ano. No entanto, o Standard Chartered elevou suas projeções de longo prazo para US$ 2.000 até 2030, apesar de reduzir a meta de 2026 para US$ 250. Os dados mostram transição para casos de uso em stablecoins e micropagamentos.


Situação Atual: Queda Acentuada

Os dados indicam que a Solana registrou US$ 191 milhões em liquidações de posições compradas, o maior volume desde outubro de 2025. Taxas de funding viraram negativas, sinalizando aumento de posições vendidas. Produtos de investimento em SOL acumularam US$ 31 milhões em saídas, com ETFs spot registrando US$ 11,24 milhões apenas na sexta-feira passada.

Essa correção acompanha o mercado amplo, com Bitcoin abaixo de US$ 75.000 e Ethereum sob US$ 2.300. O suporte de US$ 100 atua como nível psicológico chave, testado pela primeira vez em anos, conforme volume de transferências e RSI indicam possível exaustão vendedora.

Projeções do Standard Chartered

O banco revisou sua análise, reduzindo a previsão para fim de 2026 de US$ 310 para US$ 250, mas elevando metas subsequentes: US$ 400 em 2027 (ante US$ 350), US$ 700 em 2028 (ante US$ 475), US$ 1.200 em 2029 e US$ 2.000 em 2030. A justificativa baseia-se no modelo de baixíssimo custo de transação — taxa média de US$ 0,0007 —, posicionando a rede para dominar micropagamentos via IA e stablecoins.

Volume de stablecoins na Solana processa duas a três vezes mais rápido que no Ethereum. Métricas a monitorar incluem volume de transferências de stablecoins e velocidade, com 47% do ‘PIB’ on-chain em 2025 vindo de DEXs de memecoins, participação em declínio.

Visão Otimista de Cathie Wood

Apesar da retração, Cathie Wood, CEO da Ark Invest, mantém visão positiva, posicionando SOL como diversificador de portfólio ao lado de Bitcoin, Ethereum e HyperLiquid. Ela destaca correlação baixa entre Bitcoin e ouro (0,14 desde 2020), sugerindo que ouro liderou bull runs anteriores, podendo indicar recuperação se padrões históricos se repetirem.

Wood enfatiza que criptoativos de alta qualidade como SOL resistem em cenários de diversificação, com dados de outflows não alterando fundamentos de infraestrutura.

Níveis Técnicos e Próximos Passos

Níveis de suporte imediatos incluem US$ 96,70 (mínima diária) e US$ 90 (média móvel de 200 dias). Resistências em US$ 105 (máxima recente) e US$ 120. Investidores devem observar volume de stablecoins e RSI para sinais de reversão.

A transição de memecoins para DeFi e micropagamentos pode elevar o preço SOL se métricas confirmarem adoção, embora volatilidade persista no curto prazo. Manter monitoramento de outflows de ETFs e funding rates.


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Executivos cartoon debatendo sobre mesa rachada com '$19B' liquidações, simbolizando polêmica do flash crash na Binance

Crash de US$ 19 Bi: Binance Culpa Macro, Mas Críticas Explodem

A Binance publicou um relatório detalhado sobre o flash crash de 10 de outubro de 2025, que gerou liquidações de US$ 19 bilhões no mercado cripto. A exchange atribui o evento a choques macroeconômicos, como manchetes de guerra comercial e alta nos yields de bonds, negando falha primária em sua plataforma. No entanto, críticas de Cathie Wood (Ark Invest) e Star Xu (OKX) sugerem manipulação ou falhas técnicas, reacendendo tensões sobre a segurança das exchanges.


Relatório da Binance: Macrochoques como Gatilho Principal

A narrativa oficial da Binance enfatiza que 75% das liquidações ocorreram antes de problemas técnicos localizados em sua plataforma, por volta das 21h36 UTC. O evento, apelidado de “10/10 incident”, coincidiu com perdas de US$ 1,5 trilhão em ações globais e retração de liquidez por market makers. Dados da CoinGlass mostram picos de US$ 19,25 bilhões em liquidações, com a Binance registrando cerca de US$ 2,3 bilhões.

Dois incidentes foram admitidos: degradação no subsistema de transferências entre Spot, Earn e Futures (21h18-21h51 UTC), causando exibições de saldo zero; e desvios em índices de preços para USDe, WBETH e BNSOL (21h36-22h15 UTC), levando a chamadas de margem errôneas em mercados com baixa liquidez. A exchange compensou usuários com mais de US$ 328 milhões e lançou o “Together Initiative” de US$ 300 milhões para apoio comunitário, além de melhorias em circuit breakers e monitoramento.

A história mostra que eventos semelhantes, como o crash de maio de 2021 ou o colapso da LUNA em 2022, amplificam riscos em mercados alavancados. A exuberância recente ignorou esses precedentes.

Críticas Ressurgem: Acusações de Falhas e Manipulação

Cathie Wood atribuiu o crash a uma ‘falha de software na Binance’, alegando desalavancagem de US$ 28 bilhões com impactos duradouros. Star Xu, da OKX, criticou exchanges que priorizam lucros curtos via esquemas Ponzi e manipulação de preços, sugerindo danos ao ecossistema. No X, usuários chamam CZ de “golpista”, relatando contas congeladas, stop-loss falhando e timestamps manipulados em liquidações.

Relatos incluem flashes de preços próximos a zero em ENJ e ATOM, e desvios em ativos como BNSOL. Apesar de compensações de US$ 283 milhões iniciais e fundo de US$ 400 milhões, a desconfiança persiste. A congestão na rede Ethereum, com gas fees acima de 100 gwei, agravou spreads e atrasou arbitragem, mas críticos questionam se a Binance beneficiou-se da volatilidade.

O mercado está ignorando lições de crises passadas, como a asiática de 1997, onde alavancagem excessiva levou a contágios sistêmicos.

Riscos Sistêmicos e Lições dos Ciclos Passados

Como economista que viu a baixa de 2018 e 2022, vejo padrões claros: toda alta é seguida de correção quando a alavancagem explode. O crash de outubro expôs vulnerabilidades em derivativos cripto, com open interest acima de US$ 100 bilhões em BTC. Market makers retirando liquidez criou vácuos, similar ao dot-com em 2000.

Cuidado com narrativas que culpam só o macro: falhas técnicas, mesmo localizadas, podem catalisar cascades em ecossistemas interconectados. A correlação com mercados tradicionais cresce, com yields globais e liquidez do Fed influenciando ativos de risco. Proteção de capital exige diversificação além de alavancagem.

O Que Isso Significa para Investidores

Monitore liquidez em order books, desvios em índices e congestionamentos on-chain. Tensões entre exchanges como Binance e OKX destacam necessidade de plataformas resilientes. Em um ciclo onde exuberância ignora riscos, equilibrar visões contrarian é essencial. Sobreviver à próxima baixa vale mais que ganhos efêmeros no alta.


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Personagens cartoon de Saylor frustrado com gráfico BTC vermelho em 75K e Cathie Wood estourando bolha de ouro, ironizando crash cripto

Saylor no Vermelho e Cathie Wood Contra Bolha do Ouro

Interessante que justo quando o Bitcoin despenca abaixo dos US$ 75 mil, a posição da MicroStrategy de Michael Saylor vire vermelha pela primeira vez. Enquanto isso, Cathie Wood, da Ark Invest, declara guerra ao ouro, chamando-o de verdadeira bolha — não a IA. Num crash que liquida US$ 1,87 bilhão em derivativos, os evangelistas cripto enfrentam a realidade gráfica. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC está a R$ 411.223, com queda de 7,49% em 24h.


MicroStrategy Entra no Prejuízo

Curioso como o mercado decide testar a fé de Saylor bem agora. O preço médio de aquisição da MicroStrategy é de US$ 76.037 por BTC, e com a queda para abaixo de 75k — nível visto pela última vez em abril de 2025, com as tarifas de Trump —, a posição icônica virou negativa. Saylor, fiel ao script, tuitou: “Built for the Long Run”. Mas os fatos são teimosos: desde as 15h, BTC perdeu quase 6%, e o Open Interest caiu 8,3%.

Nos derivativos, o caos: US$ 1,87 bilhão liquidados em 4h, US$ 1,79 bilhão de posições compradas em ETH (US$ 850 milhões). Hyperliquid concentrou metade. Baleias fechando posições de 8 dígitos. Tensão no Oriente Médio, com Irã em alerta e EUA mobilizando navios, pesa no risco-off. Rumores de vendas coordenadas no X, mas sem provas concretas.

Cathie Wood Mira o Ouro

Enquanto Saylor segura o tranco, Cathie Wood ataca outro flanco. Quinta-feira, ouro em ATH acima de US$ 5.600, recorde na M2 dos EUA. Ela avisa: “Odds are high que o ouro vai cair”, comparando a picos parabólicos de fim de ciclo, como 1980. E voilà: sexta, ouro -9% para US$ 4.861, prata -27% para US$ 83. Previsão certeira.

Para Wood, bolha não é IA — que ela defende como diferente da tech bubble dos 2000s —, mas ouro. Mineradores inflacionam suprimento; BTC, não: +0,82% ao ano até 2028. Ark projeta BTC a US$ 1,2 mi até 2030, cortado de 1,5 mi por stablecoins. Holdings em Coinbase, Circle e ARKB reforçam o bias pró-cripto.

Evangelistas vs. Realidade Gráfica

Absurdo observar: Saylor, o sumo sacerdote do BTC, vê unrealized loss; Wood, profeta tech, acerta no ouro enquanto cripto sangra. Mercado reflete humanos: euforia vira pânico, HODLers testados. Brasileiros sentem em R$ 411k — volume 24h de 502 BTC nas exchanges locais.

Insight: volatilidade é o preço da asimetria. Longo prazo pode validar narrativas, mas gráficos não perdoam timing. Monitorar Fed, geopolítica e liquidações. Para quem riu dos absurdos em 2021, isso é só mais um capítulo da loucura cripto.


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Executivos cartoon abrindo cofre dourado para ecossistema AVAX e altcoins, simbolizando ETF da VanEck e aposta da ARK em diversificação cripto

VanEck Lança ETF de Avalanche: ARK Invest Aposta em Índice Altcoin

A gestora VanEck lançou o primeiro ETF spot de Avalanche (AVAX) listado nos EUA, sob o ticker VAVX, abrindo portas para exposição direta ao token em bolsas tradicionais. Em paralelo, a ARK Invest de Cathie Wood protocolizou dois ETFs atrelados ao índice CoinDesk 20, um incluindo Bitcoin e outro sem ele. Essa movimentação sinaliza a diversificação institucional além do duo BTC/ETH, beneficiando investidores brasileiros com opções mais amplas.


VanEck Inova com ETF Spot de AVAX

O novo fundo VAVX rastreia o preço do AVAX e pode gerar retornos via staking, isentando taxas de patrocínio nos primeiros US$ 500 milhões em ativos até 28 de fevereiro. Após isso, a taxa será de 0,20%. Kyle DaCruz, diretor de ativos digitais da VanEck, destacou que o produto facilita o acesso para RIAs, gestores de patrimônio e instituições, sem a complexidade de gerenciar infraestrutura blockchain.

Avalanche, rede lançada em 2020 pela Ava Labs, tem capitalização de US$ 5,1 bilhões e AVAX cotado a US$ 11,76, apesar de queda de 92% desde o ATH de 2021. Esse lançamento segue tentativas regulatórias desde março de 2025, pavimentando caminho para ETFs semelhantes da Grayscale e Bitwise.

ARK Invest e o Índice CoinDesk 20

A ARK protocolizou S-1 para dois ETFs no NYSE Arca: um espelhando o CoinDesk 20 — benchmark de ativos líquidos como BTC, ETH, SOL, XRP e ADA — e outro excluindo Bitcoin via futuros longos no índice e curtos em BTC. Usando contratos futuros regulados, evitam custódia direta, simplificando para investidores tradicionais.

Cathie Wood reforça sua visão de alta no ecossistema cripto diversificado. Esses produtos seguem propostas semelhantes da WisdomTree e ProShares, indicando maturidade no mercado de índices cripto.

Diversificação Institucional em Alta

Esses lançamentos e arquivamentos marcam a quebra do monopólio BTC/ETH nos ETFs. BlackRock arquivou um ETF de renda premium em Bitcoin com opções, enquanto Amplify lançou ETFs em stablecoins e tokenização. Bitwise planeja 11 ETFs de estratégia em altcoins como NEAR, SUI e UNI. Para brasileiros, isso significa maior liquidez e opções via corretoras globais.

O mercado reage com otimismo: AVAX subiu 3% recentemente, refletindo confiança na adoção. Instituições buscam yield e diversificação, reduzindo riscos concentrados.

Próximos Passos para o Mercado Cripto

Aprovações pendentes da SEC definirão o ritmo. Grayscale e Bitwise aguardam para AVAX, enquanto ARK aguarda 19b-4 do NYSE. Investidores devem monitorar fluxos: ETFs BTC tiveram saídas recentes, mas altcoins ganham tração. Essa expansão valida cripto como classe de ativo madura, atraindo trilhões em capital institucional.

Com volume 24h de AVAX em alta e CoinDesk 20 como referência confiável, o cenário é promissor para diversificação estratégica.


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📌 Nota: Uma ou mais fontes citadas estavam temporariamente indisponíveis no momento da redação.

Personagem cartoon de Cathie Wood apontando para balança onde Bitcoin supera ouro pesado, simbolizando superior diversificação em portfólio

Cathie Wood: Bitcoin é Superior ao Ouro na Diversificação

A CEO da Ark Invest, Cathie Wood, posicionou o Bitcoin como a melhor fonte de diversificação para investidores institucionais em busca de retornos mais altos por unidade de risco. Em sua visão para 2026, ela destaca a baixa correlação do BTC com ações, títulos e ouro. Esqueça o ouro? Cathie explica por que o Bitcoin é essencial no portfólio hoje, com dados mostrando correlação de apenas 0.28 com o S&P 500.


Dados da Ark: Baixa Correlação do Bitcoin

Segundo os dados analisados pela Ark Invest, desde 2020 o Bitcoin exibe correlações de preço mais fracas com os principais ativos tradicionais do que estes entre si. Por exemplo, a correlação do BTC com o S&P 500 é de 0.28, enquanto o índice de ações apresenta 0.79 com fundos de investimento imobiliário (REITs). Essa desconexão torna o Bitcoin atraente para gestores de portfólios ajustados ao risco.

Cathie Wood enfatiza que essa característica permite aos alocadores de ativos elevar retornos sem aumentar proporcionalmente a volatilidade. “O Bitcoin deve ser uma boa fonte de diversificação para quem busca higher returns per unit of risk”, escreveu ela em sua nota de outlook para 2026. Para instituições gerenciando grandes volumes, isso posiciona o BTC além de um ativo especulativo, como uma reserva estratégica de valor.

A gestora mantém sua projeção bullish, prevendo o Bitcoin alcançando US$ 1,5 milhão até 2030, reforçando a visão de longo prazo.

Contraste com o Ouro e Endossos Institucionais

Enquanto alguns analistas, como o estrategista da Jefferies, Christopher Wood, optam por ouro devido a preocupações com computação quântica, a tese de Cathie prevalece entre grandes players. Morgan Stanley recomenda alocações oportunistas de até 4% em cripto, e o Bank of America autoriza consultores a sugerir o mesmo para clientes de alta renda.

No Brasil, a Itaú Asset Management, maior gestora do país, sugere até 3% em Bitcoin como hedge contra choques cambiais e de mercado. A CF Benchmarks também vê o BTC como “staple” em portfólios, projetando eficiência via melhores retornos e diversificação. Esses endossos constroem confiança institucional, validando a baixa correlação destacada pela Ark.

O ouro, tradicionalmente visto como diversificador, perde terreno ante o BTC em cenários de alta inflação e instabilidade fiat, graças à escassez programada de 21 milhões de unidades.

Cotação Atual e Implicações para Brasileiros

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 511.396 (média das exchanges brasileiras), com variação de -0,4% nas últimas 24 horas e volume de 93,66 BTC. Em dólares, ronda US$ 95.000, alinhado ao momento otimista.

Para investidores brasileiros, essa tese reforça a estratégia de longo prazo: alocações modestas em BTC protegem contra desvalorização do real e volatilidade global. Com adoção crescente por corporações e fundos, o ativo ganha maturidade, reduzindo riscos percebidos.

Próximos Passos para seu Portfólio

A recomendação é clara: monitore a evolução das correlações e adote alocações graduais, como sugerem as instituições. O Bitcoin não substitui ativos tradicionais, mas complementa com seu perfil único. Em um mundo de políticas monetárias expansionistas, sua resiliência como “ouro digital” é um diferencial competitivo. Invista com visão de 5-10 anos para capturar o upside projetado pela Ark.


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Personagens cartoon de Trump e Cathie Wood abrindo cofre nacional transbordando Bitcoin, simbolizando reserva estratégica dos EUA em 2026

Cathie Wood: Trump Pode Comprar BTC para Reserva EUA em 2026

A CEO da ARK Invest, Cathie Wood, prevê que o presidente Donald Trump pode finalmente iniciar compras diretas de Bitcoin para a reserva estratégica dos EUA em 2026, antes das eleições de meio de mandato. Essa ação, conectada ao plano da senadora Cynthia Lummis de acumular 1 milhão de BTC, poderia destravar um super ciclo de alta, reafirmando a escassez do ativo com apenas 1 milhão de moedas restantes para mineração.


Previsão de Cathie Wood para Ação de Trump

Cathie Wood destacou no podcast Bitcoin Brainstorm da ARK que Trump tem múltiplos incentivos para avançar nas compras de Bitcoin. Além do apoio maciço da comunidade cripto que ajudou na sua vitória eleitoral, a família Trump está profundamente envolvida em ativos digitais. Wood acredita que o presidente não quer ser visto como um “pato manco” e usará o crypto para mostrar resultados concretos antes das midterms de 2026.

Atualmente, a reserva dos EUA só acumula BTC confiscados em ações judiciais, totalizando cerca de 328 mil BTC (US$ 30 bilhões). No entanto, esses ativos estão em disputa, com vítimas como a Bitfinex buscando recuperação. Compras de mercado aberto mudariam o jogo, sinalizando adoção institucional soberana.

Conexão com o BITCOIN Act de Cynthia Lummis

O plano original, proposto pela senadora Cynthia Lummis via BITCOIN Act em 2025, visa que os EUA comprem até 1 milhão de BTC para combater a dívida nacional. Apesar da ordem executiva de Trump limitar aquisições a opções “budget-neutral”, Wood sugere caminhos como investimento em empresas como a MicroStrategy, que já detém mais de 600 mil BTC.

David Sacks, czar de crypto e IA de Trump, deve auxiliar na clareza regulatória, facilitando essa transição. Essa reserva posicionaria os EUA como hodler supremo de Bitcoin, inspirando outras nações e elevando o status do BTC como reserva de valor global.

Impacto em Novo Ciclo de Alta do Bitcoin

Segundo Wood, compras governamentais dos EUA destravariam o valor da escassez do Bitcoin, com 19,97 milhões de moedas em circulação e apenas 1 milhão restantes. Isso catalisaria adesão institucional ainda incipiente, impulsionando um super ciclo. Políticas pró-negócios de Trump, como depreciação acelerada, atrairiam mineração e fábricas de BTC para os EUA, fomentando crescimento econômico forte em 2026.

Analistas bullish veem isso como o gatilho para BTC romper novas máximas, beneficiando holders de longo prazo. Para brasileiros, com exposição via exchanges locais, esse cenário reforça a tese de acumulação em dips.

Cotação Atual e Posicionamento Estratégico

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 488.714,39 na manhã deste sábado, com variação de -0,03% nas últimas 24h e volume de 201 BTC. Em um contexto de possível reserva US, esse nível representa oportunidade para posicionamento ante o esperado rally.

Investidores devem monitorar avanços legislativos e declarações de Trump, preparando carteiras para volatilidade positiva. O super ciclo pode estar mais próximo do que nunca.


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