Personagens cartoon da Lemon entregando cartão de crédito respaldado por pilha de Bitcoin intacta, simbolizando nova liquidez na Argentina

Lemon Lança Cartão de Crédito Respaldado em Bitcoin na Argentina

A exchange argentina Lemon anunciou o lançamento do primeiro cartão de crédito Visa respaldado em Bitcoin no país. Usuários depositam apenas 0,01 BTC para acessar um limite de 1 milhão de pesos argentinos (cerca de US$ 700 ou R$ 3.800). Sem necessidade de vender o BTC, a solução oferece liquidez imediata para gastos cotidianos, evitando impostos sobre ganhos de capital e preservando o potencial de valorização do ativo. Ideal para quem acumula satoshis como reserva.


Como Funciona o Cartão Bitcoin-Backed

A mecânica é simples e prática: você transfere 0,01 BTC da sua carteira para a Lemon como colateral. Em troca, ganha um cartão Visa com limite inicial de 1 milhão de ARS. Os gastos são debitados em pesos, mas o BTC fica bloqueado como garantia, rendendo em uma sidechain como a Rootstock.

Nos primeiros três meses, não há taxa de manutenção – subsidiada pela Rootstock. Depois, cobra-se uma taxa fixa de US$ 5 mensais. Na fase 2, prevista para breve, será possível ajustar o colateral e o limite de gastos conforme sua necessidade, tornando o produto mais flexível para o dia a dia.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 513.063 hoje, o que significa que 0,01 BTC vale cerca de R$ 5.130 – um colateral conservador que cobre o limite em dólares.

Vantagens Práticas para o Usuário Cotidiano

O maior ganho é a liquidez sem venda. Em vez de liquidar BTC e pagar impostos sobre lucros (no Brasil, até 22,5% IR), você usa o ativo como garantia e gasta em reais ou pesos. Isso preserva sua posição longa no Bitcoin, beneficiando-se de eventuais altas de preço enquanto usa o dinheiro para contas, compras ou investimentos.

Na Argentina, onde o peso desvaloriza rapidamente, o BTC é o ativo mais usado para poupança, superando stablecoins. A Lemon, com 5 milhões de usuários, resolve um problema real: acessar crédito sem histórico bancário tradicional. Para brasileiros, é uma lição – imagine pagar supermercado ou combustível com cartão garantido em sats, sem vender nada.

Marcelo Cavazzoli, CEO da Lemon, destaca: “Bitcoin é a melhor reserva de valor da história”. Essa abordagem transforma cripto em ferramenta financeira prática, não especulativa.

Funcionaria no Brasil? Desafios e Oportunidades

No Brasil, com economia instável similar à argentina, um produto assim faria sentido. Plataformas como Mercado Bitcoin ou Binance já oferecem empréstimos colateralizados em cripto, mas um cartão Visa físico seria inovador. Questões regulatórias surgem: o Banco Central autorizaria emissores de cartão a aceitarem BTC como colateral? A CVM veria como security?

Concorrentes como Nubank e Iti dominam cartões de crédito, mas nenhum integra cripto nativamente. Com a Lei das Criptos em vigor, há espaço para inovação. Se uma exchange brasileira lançasse isso, poderia atrair holders de BTC que querem HODL mas precisam de liquidez para o cotidiano, como reformar a casa ou viajar.

Vale monitorar: se der certo na Argentina, exchanges daqui podem copiar o modelo, democratizando o uso de Bitcoin além do trading.

Próximos Passos para Testar no Brasil

Enquanto isso não chega, opções semelhantes existem: empréstimos P2P em DeFi (como Aave) ou plataformas CeFi com colateral em BTC. Para gastos reais, cartões como o da Binance ou Crypto.com convertem cripto em fiat na hora da compra, mas exigem venda parcial.

A lição da Lemon é clara: cripto pode financiar a vida real sem sacrificar o futuro. Fique de olho em novidades locais – o Brasil, com alta adoção de stablecoins, está pronto para isso.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Personagem cartoon passando cartão Visa conectado por corrente dourada a pilha de BTC intacta, simbolizando crédito com colateral cripto na Argentina

Lemon Lança Cartão Visa com BTC na Argentina: Lição para Brasil?

A exchange argentina Lemon lançou o primeiro cartão de crédito Visa lastreado em Bitcoin do país, permitindo que usuários bloqueiem 0,01 BTC (cerca de US$ 960 ou R$ 5.140) como garantia para um limite inicial de 1 milhão de pesos argentinos. Sem precisar vender seus satoshis, é possível acessar crédito em moeda local para gastos cotidianos. Essa inovação prática pode inspirar o mercado brasileiro, onde holders buscam formas de usar cripto no dia a dia sem liquidar posições.


Como Funciona o Cartão da Lemon

O produto da Lemon transforma Bitcoin em ferramenta de crédito rotativo. Ao bloquear 0,01 BTC na plataforma, o usuário ganha limite de 1 milhão de pesos para compras com o cartão Visa. O BTC fica imobilizado como garantia, mas não é vendido ou convertido em fiat imediatamente. Isso evita tributação sobre ganhos de capital e mantém o ativo como reserva de valor.

A exchange planeja expandir: usuários poderão ajustar o colateral e limite ao longo do tempo. Futuramente, será possível liquidar compras em dólares diretamente com stablecoins como USDC ou USDT. Ideal para quem quer gastar sem comprometer holdings de longo prazo, especialmente em economias voláteis como a Argentina.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 514.370 no Brasil, com variação de -1,69% nas últimas 24 horas. Isso torna o colateral acessível para quem acumulou sats ao longo dos anos.

Contexto Argentino: Dólares no Colchão e Crises Bancárias

Argentina tem histórico de desconfiança no sistema financeiro. O “corralito” de 2001 congelou depósitos e destruiu poupanças, empurrando famílias para guardar US$ 271 bilhões em dólares “no colchão” ou contas offshore, segundo dados do FMI. Mesmo com a anistia fiscal de Javier Milei, que trouxe US$ 20 bilhões declarados, o hábito persiste.

Com inflação ainda na casa dos 30% anuais, apesar de Milei ter reduzido de níveis de três dígitos, o cartão da Lemon atende quem prefere BTC a pesos. É uma ponte entre cripto e gastos diários, sem expor ao risco bancário tradicional ou desvalorização fiat.

Lições Práticas para o Brasil

No Brasil, exchanges como Mercado Bitcoin e Binance já oferecem empréstimos colateralizados em cripto, mas um cartão Visa lastreado em BTC seria um passo adiante para adoção cotidiana. Imagine bloquear sats para limite em reais, pagando no supermercado ou por combustível sem vender Bitcoin em momento ruim.

Para o leitor prático: monitore seu portfólio. Se você tem BTC acumulado, produtos assim evitam FOMO em picos de preço. No longo prazo, com regulação avançando via CVM e BC, algo similar pode chegar. Fluxos cripto na Latam cresceram 9x em três anos, atingindo US$ 27 bilhões em 2024 – o Brasil representa fatia crescente.

Crypto como Colateral: Tendência Global

Mundialmente, crédito colateralizado em cripto é comum nos EUA e Europa, com plataformas como Nexo emitindo cartões. A diferença da Lemon é o foco em peso argentino e ambiente dollarizado. Para brasileiros, é sinal de maturidade: use BTC para alavancar vida real, mantendo upside do ativo.

Vale acompanhar atualizações da Lemon e concorrentes regionais. Quem sabe o próximo lançamento não é por aqui, facilitando o uso prático de cripto sem abrir mão dos ganhos potenciais.


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