Executivos cartoon aprovando venda de Bitcoin para buyback de ações, com gráfico disparando 15%, simbolizando estratégia de tesouraria corporativa

GD Culture Aprova Venda de R$ 2,6 Bi em Bitcoin para Buyback de Ações

A GD Culture Group, listada na Nasdaq como GDC, aprovou a venda de até 7.500 BTC de sua tesouraria, avaliados em cerca de US$ 510 milhões (R$ 2,6 bilhões pelo câmbio atual), para financiar um programa de recompra de suas próprias ações no valor de US$ 100 milhões. As ações da empresa dispararam quase 15% nesta quarta-feira (25/02), refletindo confiança dos investidores, apesar da tesouraria em BTC ter perdido valor com a queda do preço da criptomoeda de picos acima de US$ 126 mil.


O Plano de Venda e Recompra de Ações

A diretoria da GD Culture, uma empresa americana com operações em IA e e-commerce na China, autorizou a gestão a vender parte de sua reserva de 7.500 BTC. O valor atual da tesouraria em Bitcoin supera os US$ 497 milhões, mas representa um prejuízo não realizado de US$ 344 milhões, ou 41% do custo de aquisição de US$ 841,5 milhões, conforme detalhado pela cobertura da CoinDesk.

Os recursos vão bancar o buyback de ações anunciado em 18 de fevereiro, com execução prevista para os próximos seis meses. A empresa não tem obrigação de vender tudo de uma vez e pode pausar o plano conforme o mercado. Para o investidor comum, isso mostra como empresas usam Bitcoin como ‘caixa vivo’: líquido para emergências, mas volátil. Imagine ter R$ 2,6 bilhões em poupança que oscila 50% ao ano – é o dilema prático dessas tesourarias.

No Brasil, onde o Bitcoin está cotado a R$ 354.143 segundo o Cointrader Monitor (+6,87% em 24h), uma venda assim equivaleria a liquidar o equivalente a mais de 7 mil carros populares ou 26 mil anos de salário mínimo. Prático? Depende do timing.

Por Que as Ações Subiram 15%?

As ações da GDC, que negociam por volta de US$ 3,70, saltaram porque o mercado viu o movimento como positivo. A empresa tem market cap de apenas US$ 210 milhões, enquanto o BTC sozinho valeria o dobro – um desconto de mNAV (market cap to net asset value) de 0,5, um dos mais baixos entre holders corporativos de Bitcoin. Investidores interpretaram a venda como sinal de gestão ativa para destruição de capital (buyback reduz ações em circulação, valorizando as restantes).

Desde o pico de setembro de 2025, o papel perdeu 2/3 do valor, acompanhando o Bitcoin de US$ 126 mil para atuais US$ 69 mil. No pregão, subiu 15% inicialmente, recuando para +10%, mas ainda reflete otimismo. Para brasileiros acompanhando ações cripto-related, isso lembra: volatilidade do BTC afeta não só a cripto, mas papéis ligados. Se você tem exposição indireta via ETFs ou ações americanas, monitore tesourarias como essa.

Contexto da Empresa e Lições para Tesourarias

A GD Culture entrou no Bitcoin via aquisição da Pallas Capital em 2025, emitindo 39 milhões de ações e vendendo até US$ 300 milhões em stock para tesouraria cripto (incluindo memecoin TRUMP). Hoje, rankeia entre as 15 maiores corporações com BTC. Nos 9 meses até setembro/2025, reportou lucro de US$ 9,6 milhões, revertendo prejuízo anterior. Mas a queda do BTC pressionou.

Outras empresas seguem: Bitdeer vendeu tudo para AI, Riot reduziu holdings. Lição prática para quem sonha com tesouraria pessoal ou empresarial no Brasil: BTC é reserva de valor, mas não imune a ciclos. Pense em diversificação – stablecoins ou dólar para liquidez imediata. No nosso contexto, com dólar a R$ 5,12, converter BTC para reais via exchanges locais pode evitar perdas cambiais extras.

O Que Isso Significa para Você no Brasil?

Para o brasileiro médio usando cripto no dia a dia – remessas, proteção inflação ou reserva –, o caso GD Culture é alerta: tesourarias funcionam, mas exigem timing. Se o BTC subir de novo (hoje +7% para US$ 69 mil), quem reteve ganha; quem vendeu cedo perde upside. Monitore empresas como MicroStrategy (oposta, acumulando).

Ação prática: verifique sua alocação. Tem BTC além do necessário para 6 meses de despesas? Considere parcial para reais. Use ferramentas locais para cotações precisas e planeje impostos (IR sobre ganhos). Não é conselho, mas passo realista para navegar volatilidade.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Investidor cartoon enchendo carrinho com tesouros Bitcoin dourados de cesta de barganhas, simbolizando recompra agressiva de ações ProCap por Pompliano

Pompliano Recompra Ações Após Queda de 85% na ProCap

A ProCap Financial, empresa de Anthony Pompliano focada em tesouraria de Bitcoin, anunciou a recompra de 148 mil ações BRR por cerca de US$ 359 mil (R$ 1,85 milhão). As ações caíram 85% do pico, negociando abaixo do valor dos ativos da companhia, que detém 5.007 BTC avaliados em US$ 325 milhões (R$ 1,68 bilhão). Segundo o Cointrader Monitor, o BTC está a R$ 326.364 nesta terça (24/02), com queda de 4,8% em 24h. Pompliano planeja compras agressivas enquanto o preço estiver descontado.


O Que Aconteceu com a ProCap

A ProCap é uma companhia listada na bolsa americana que usa Bitcoin como principal ativo de tesouraria, similar à antiga MicroStrategy de Michael Saylor. Ela tem caixa e BTC, mas dívidas conversíveis reduzem o NAV (valor líquido dos ativos) para US$ 305 milhões (R$ 1,58 bilhão). O market cap atual é de apenas US$ 202 milhões (R$ 1,04 bilhão), ou seja, as ações valem 35% menos do que os bens reais da empresa.

Para o brasileiro comum, pense assim: é como se sua casa valesse R$ 500 mil no mercado imobiliário, mas alguém oferecesse R$ 325 mil por ela. A empresa está recomprando ações a R$ 12,50 cada (US$ 2,42 pelo dólar a R$ 5,17), usando dinheiro do caixa. Pompliano já investiu US$ 1 milhão pessoalmente e cobra salário de US$ 1, mostrando “pele no jogo”.

Por Que Recompra Agora, com Queda de 85%?

Buyback é quando a empresa usa lucro ou caixa para recomprar suas próprias ações baratas. Isso reduz o número de papéis em circulação, aumentando o valor por ação para quem fica. No caso da ProCap, com mNAV (market cap dividido por NAV) abaixo de 1, é matematicamente melhor comprar ações do que mais BTC agora.

Desde dezembro, já recompraram 2% das ações. Pompliano disse: “Todo grande investidor sabe comprar ativos abaixo do valor real”. Para nós no Brasil, onde o dólar subiu para R$ 5,17, isso custa caro em reais, mas ilustra uma estratégia prática: em baixa, fortaleça o balanço comprando barato. Compare com Saylor: a MicroStrategy faz isso há anos, transformando queda em oportunidade.

Impacto no Mercado Cripto e Lições Práticas

O Bitcoin caiu quase 50% do pico de US$ 126 mil, arrastando empresas como a ProCap. Outras tesourarias em Bitcoin também têm mNAV baixo, sinal de desconfiança temporária. Mas ações como BRR caem mais que o BTC por risco extra: volatilidade ampliada e dependência de um ativo só.

Para o investidor brasileiro, isso afeta remessas e portfólios. Se você tem BTC em reais, empresas assim viram um proxy: negociam na bolsa americana, mas expõem ao dólar. Risco? Alto. Uma lição prática: calcule seu próprio “NAV pessoal” – liste ativos menos dívidas. Em baixa, priorize caixa ou recompre posições baratas, sem alavancagem pesada.

O Que Fazer Agora?

Monitore o mNAV da ProCap: se subir acima de 1, pode ser sinal de recuperação. Pompliano só ganha equity acima de US$ 15 por ação – meta distante. Para brasileiros, avalie exchanges locais com taxas baixas para converter USD-BRL antes de investir em ações americanas. Evite pânico: quedas de 85% testam paciência, mas estratégias como essa mostram confiança no BTC longo prazo.

Volume 24h do BTC no Brasil: 433 BTC, segundo Cointrader Monitor. Fique de olho nas exchanges nacionais para entradas oportunas.


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Estrutura isométrica de Superchain com fluxos de energia cyan retornando 50% ao núcleo OP dourado, simbolizando proposta de buyback

Optimism Propõe Buyback de OP com 50% da Receita do Superchain

A Optimism Foundation propôs alocar 50% da receita do Superchain para recompras mensais do token OP a partir de fevereiro de 2026. OP buyback: uso real impulsiona o token? A iniciativa visa alinhar diretamente o valor do OP ao crescimento da rede, com a Superchain gerando cerca de 5.868 ETH (aproximadamente US$ 5,8 milhões) em receita nos últimos 12 meses de redes como Base e OP Mainnet. Votação de governança ocorre em 22 de janeiro de 2026.


Detalhes da Proposta de Alocação de Receita

A Superchain, ecossistema de blockchains Layer 2 construídas sobre o OP Stack, acumula receitas provenientes das taxas de sequencer — responsáveis por ordenar transações de forma eficiente. Redes participantes, incluindo Base, Unichain, Ink, World Chain, Soneium e OP Mainnet, contribuíram com 5.868 ETH no último ano.

Com a aprovação, metade dessa receita será direcionada para compras mensais de OP no mercado aberto. Os tokens adquiridos retornarão ao tesouro da fundação, podendo ser queimados para reduzir a oferta circulante ou distribuídos como recompensas de staking. Os outros 50% continuarão financiando programas existentes e operações do tesouro, mantendo o equilíbrio entre crescimento e sustentabilidade.

Essa estrutura cria um mecanismo automático: quanto maior o volume de transações na Superchain, maior a receita e, consequentemente, o poder de compra de OP. É uma forma técnica de capturar valor real da rede para os detentores do token.

Alinhamento entre Token e Crescimento da Rede

Historicamente, o token OP era usado principalmente para governança. Essa proposta expande sua utilidade econômica, ligando seu valor diretamente à adoção da infraestrutura. Em um mercado onde Layer 2s competem por escalabilidade, o OP Stack domina com 61,4% do market share de fees L2 e processa 13% de todas as transações cripto globalmente.

Exchanges, empresas e builders institucionais adotam o stack pela segurança herdada do Ethereum e baixos custos. O buyback reforça essa tendência positiva, incentivando mais desenvolvedores a migrarem para o ecossistema. Para holders, significa que o uso real da rede — não especulação — impulsiona a demanda pelo token.

Analistas veem isso como um passo rumo à maturidade, com potenciais expansões para segurança compartilhada e rotação de sequencers no futuro.

Contexto Técnico do Superchain e Métricas

O Superchain é uma rede interconectada de rollups otimistas, projetada para oferecer transações rápidas e baratas sem comprometer a descentralização. As taxas de sequencer, cobradas por bloco, são a principal fonte de receita, redistribuída para a governança coletiva.

Nos últimos 12 meses, o crescimento foi impulsionado por integrações como World Chain (de Worldcoin) e Soneium (da Sony), elevando o TVL e o volume diário. Com 61,4% de market share, o OP Stack supera concorrentes como Arbitrum em fees, refletindo eficiência técnica superior.

Essa dominância posiciona a Optimism como líder em escalabilidade Ethereum, beneficiando usuários com custos reduzidos em dApps DeFi, NFTs e gaming.

Próximos Passos e Implicações

A votação de governança inicia em 22 de janeiro de 2026, com duração de um ano inicial e ajustes possíveis. Se aprovada, o primeiro buyback ocorre em fevereiro, testando o mecanismo em escala real.

Para investidores brasileiros, vale monitorar o impacto no preço do OP, especialmente com a alta adoção L2. O modelo pode inspirar outras redes, fortalecendo o paradigma de tokens utilitários em blockchains modulares.


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