Cristal ADA rachado com faíscas vermelhas sendo removido de estrutura hexagonal, enquanto forma dourada BNB emerge, sinalizando risco para altcoins em fundo Grayscale

Grayscale Remove Cardano de Fundo Gigante: ADA em Sobrevenda Histórica

A Grayscale removeu a Cardano (ADA) de seu Digital Large Cap Fund (GDLC), o segundo maior gestor de ativos digitais após a BlackRock. A decisão ocorre em meio a uma queda acentuada do preço da ADA, que atingiu seu menor nível desde o final de 2023 e os patamares mais sobrevendidos da história. Substituída pelo BNB, a exclusão sinaliza uma seleção rigorosa em tempos de baixa generalizada no mercado cripto.


Composição Ajustada do Fundo GDLC

A Grayscale, conhecida por sua influência no ecossistema cripto, ajustou novamente sua alocação no GDLC. A Cardano, incluída em janeiro de 2025 após a remoção do Avalanche, agora dá lugar ao Binance Coin (BNB), que assume 4,92% do fundo como terceiro maior ativo. Bitcoin domina com 74%, seguido por Ethereum em 13%, XRP com 4,26% e Solana com 2,62%.

Essa mudança reflete uma preferência por ativos com maior resiliência ou utilidade prática atual. A história mostra que fundos institucionais como o GDLC tendem a priorizar sobreviventes de ciclos de baixa, eliminando projetos que não entregam resultados tangíveis. O NAV por ação do fundo caiu abaixo de US$ 30 pela primeira vez desde outubro de 2024, espelhando o desempenho decepcionante do mercado como um todo.

Queda da ADA e Indicadores de Sobrevenda Extrema

A ADA negocia a US$ 0,27, com perda de 16% na última semana, marcando o preço mais baixo desde 2023. Indicadores técnicos apontam para o nível mais sobrevendido da história do token, com pressão vendedora intensa e open interest em mínima de 14 meses, conforme dados da Coinglass. Isso sugere exaustão de vendedores, mas o mercado está ignorando fundamentos como adoção limitada e atrasos em atualizações prometidas.

Mesmo com otimismo do fundador Charles Hoskinson, que prometeu vender ativos de luxo para comprar ADA, o preço não reagiu. Em ciclos passados, como o mercado de baixa de 2018 e 2022, altcoins em sobrevenda prolongada enfrentaram correções adicionais antes de qualquer recuperação, especialmente quando grandes players como Grayscale sinalizam saída.

Riscos de Obsolescência para Altcoins Legadas

A exclusão da Cardano pelo GDLC reforça o risco de obsolescência para certas altcoins. Projetos como Solana e BNB ganham tração por escalabilidade e ecossistemas ativos, enquanto a ADA luta contra narrativas desgastadas. O mercado cripto, em fase de consolidação macro, favorece inovação sobre promessas antigas — cuidado com a euforia de ‘rebote técnico’ em ativos enfraquecidos.

Com liquidez global apertada e correlação crescente com mercados tradicionais, fundos institucionais estão refinando portfólios. Investidores devem monitorar se novos entrantes, como protocolos de layer-1 emergentes, aceleram essa seleção natural. A história dos ciclos econômicos, das tulipas à bolha dot-com, ensina que exuberância irracional precede eliminações rigorosas.

Perspectiva para o Mercado

Enquanto alguns analistas veem potencial de recuperação pós-sobrevenda, o viés de baixa prevalece sem catalisadores claros para a ADA. A pressão continua até que demanda fresca emerja, mas com sentimento negativo generalizado, o curto prazo sugere cautela. Vale acompanhar ajustes em outros fundos e métricas on-chain para avaliar a força real dos projetos.


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Torre XRP roxa-cyan crescendo sobre BNB dourada com 37% luminoso e baleias impulsionando, marcando rali de 37% e liderança no top 4 cripto

XRP Dispara 37% e Supera BNB no Top 4 das Criptos

O gigante acordou: o XRP disparou 37% em apenas 18 horas, saindo de US$ 1,11 para cerca de US$ 1,50 e retomando o posto de quarta maior criptomoeda por capitalização de mercado, superando o BNB. Esse movimento ocorre em meio a uma recuperação ampla do mercado, com o Bitcoin ultrapassando US$ 70 mil e todos os ativos do CoinDesk 20 em alta. Os fundamentos da XRP Ledger (XRPL), como upgrades para DeFi institucional e atividade crescente de baleias, estão se fortalecendo, confirmando a tese de adoção de longo prazo. No Brasil, o XRP cotado a aproximadamente R$ 7,78 reflete o otimismo.


Recuperação Explosiva Após Queda Brusca

O XRP protagonizou a recuperação mais acentuada entre as majors, subindo 18% em 24 horas para US$ 1,49 após despencar para US$ 1,14 na quinta-feira. Essa volatilidade limpou posições alavancadas, com US$ 26 milhões em liquidações de shorts, pavimentando o caminho para o rebound. Em 18 horas, o salto de 37% o levou a testar US$ 1,54, consolidando ganhos acima de US$ 1,50. Comparado a outros, como HBAR (+13,1%) e SOL (+11,9%), o XRP liderou o CoinDesk 20, que subiu 6,7% para 1.944 pontos.

Esse padrão — queda acentuada seguida de recuperação abrupta — é clássico em ciclos cripto, mas aqui os dados sugerem mais do que mecânica de mercado: o ecossistema está construindo momentum real.

Fundamentos da XRPL Ganham Força

A alta de 20,1% no XRP coincide com avanços na XRP Ledger, como a visão de DeFi institucional promovida pela Ripple. Planos para mercados permissionados, lending e ferramentas de privacidade estão atraindo players maiores. Atividade na rede explodiu, com estabilidade operacional e transações de baleias em alta: quase 1.400 movimentações acima de US$ 100 mil nas últimas 24 horas, o maior volume em quatro meses. Isso indica acumulação estratégica por grandes investidores, alinhada à narrativa de adoção global.

No contexto de ciclos passados, esses upgrades posicionam a XRPL como hub para pagamentos cross-border e finanças tokenizadas, diferenciando o XRP de altcoins especulativas.

Contexto de Mercado e Posição Competitiva

O rali do XRP se beneficia do Bitcoin a US$ 71.360, com variação positiva de 11,47% em 24 horas. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC está cotado a R$ 374.087 (+10,53%), refletindo influxos institucionais. O BNB, com alta mais modesta de 7,76% (R$ 3.492), foi ultrapassado pelo XRP em market cap, marcando uma virada significativa no top 4.

Essa rotação para altcoins como XRP sinaliza maturidade do mercado: após dominância do BTC, fluxos migram para ecossistemas com utilidade comprovada, como a XRPL em remessas internacionais.

Perspectivas de Longo Prazo para Investidores

O movimento reforça que volatilidade de curto prazo não define tendências. Com baleias acumulando e upgrades na XRPL, o XRP está se posicionando para adoção em tesourarias corporativas e DeFi regulado. Investidores brasileiros notam o XRP a R$ 7,78 (+20,23%), acessível via plataformas locais. Vale monitorar o suporte em US$ 1,40 e resistência em US$ 1,60, mas os dados sugerem que os fundamentos se fortalecem. Em ciclos como este, paciência recompensa quem foca no crescimento do ecossistema.


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Pilares digitais de BNB dourado e Cardano ciano rachando em bases com linhas de suporte vermelhas, simbolizando queda e suportes críticos em altcoins

BNB e Cardano em Queda: Próximos Suportes Críticos

As grandes altcoins testam suportes vitais após quedas expressivas. O preço da BNB registrou correção de 22,5%, caindo de US$ 900 para US$ 698, mínima em sete meses. Já o Cardano perdeu 20%, negociando próximo a US$ 0,25, com investidores atentos ao lançamento de futuros ADA na CME em 9 de fevereiro. Os dados indicam pressão baixista generalizada no mercado.


Situação Técnica da BNB

Os dados mostram que a BNB enfrentou forte pressão vendedora nas últimas sessões, com queda de 22,5% em sete dias. O preço estabilizou em torno de US$ 698, próximo ao suporte identificado pela extensão de Fibonacci em US$ 682. Abaixo desse nível, o próximo patamar fica em US$ 650.

Apesar da fraqueza, a rede registra criação de quase 1,3 milhão de novos endereços diários, sinalizando entrada de capital fresco. No entanto, o mercado de futuros revela desbalanceamento: liquidações potenciais de posições compradas somam US$ 43 milhões contra US$ 6 milhões de posições vendidas, com maior concentração em US$ 682. Esse posicionamento reforça risco de volatilidade adicional em recuo.

Indicadores como volume em derivativos e mapas de liquidação sugerem que a estabilização depende da absorção da oferta por novos participantes. Acima de US$ 735, resistência em US$ 768 poderia invalidar o viés negativo.

Cardano e o Catalisador CME

O Cardano registrou perda de 20% na semana, com preço em US$ 0,2523 após sequência de candles vermelhos. O suporte imediato em US$ 0,25 é crucial; rompimento pode levar a US$ 0,23 ou inferior a US$ 0,20. O RSI em 28,10 indica condição de sobrevenda, enquanto MACD confirma momentum negativo.

O lançamento de futuros ADA na CME, em 9 de fevereiro, introduz contratos padrão (100.000 ADA) e micro (10.000 ADA), além de Stellar e Chainlink. Baseados no CME CF New York Variant Index, esses produtos visam atrair instituições, potencializando liquidez e hedging. O open interest caiu para US$ 90 milhões, e a razão comprados/vendidos em 0,90 reflete sentimento baixista.

Volume spot cresceu 123% para US$ 1,42 bilhão, mas predominância de vendas limita rebound imediato. Recuperação acima de US$ 0,30 seria sinal positivo pré-CME.

Contexto Geral do Mercado

A correção afeta o ecossistema amplo, com Bitcoin em queda. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC negocia a R$ 347.474,56, com variação de -7,61% em 24 horas e volume de 1.520 BTC. Essa dinâmica pressiona altcoins correlacionadas como BNB e ADA.

Capitalização total do mercado cripto encolheu 5,2% para US$ 2,28 trilhões, ampliando liquidações. Traders monitoram se influxo institucional via CME pode contrabalançar o pânico atual.

Níveis Chave a Monitorar

Para BNB, os dados apontam US$ 682 como pivô: defesa pode levar a teste de US$ 735; perda acelera para US$ 650. No Cardano, US$ 0,25 define estabilidade pré-CME; abaixo, risco de extensão bearish até US$ 0,20.

Análise técnica enfatiza observação de volume on-chain e derivativos. Novos endereços na BNB sugerem suporte orgânico, mas predominância baixista exige cautela. Investidores devem acompanhar timeframes de 4 horas para confirmações.


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Rede cristalina expandindo com fluxos cyan e dourados ancorada em pilar frágil gravado 730, simbolizando recordes da BNB Chain contra suporte crítico

BNB no Limite: Rede em Recordes Contra Suporte Crítico de US$ 730

A BNB Chain registrou quase 5 milhões de usuários ativos diários na semana de 22 a 28 de janeiro de 2026, com aumento de 11,4% em relação à semana anterior, enquanto o preço do token BNB retesta o suporte crítico de US$ 730, nível descrito como ‘do or die’. Em paralelo, a Galaxy Digital reportou prejuízo de US$ 482 milhões no Q2, com queda de 22% no valor de seu portfólio de investimentos, destacando a pressão sobre participantes institucionais do mercado cripto.


Desempenho Robusto da BNB Chain

Os dados da BNB Chain revelam solidez em meio à correção de mercado. Entre 22 e 28 de janeiro, a rede acumulou 4,9 milhões de DAU médios, sendo 2,59 milhões na BSC (queda de 8,5% WoW) e 2,36 milhões na opBNB (alta de 46% WoW). O volume total de transações atingiu 142,6 milhões, com leve declínio de 2% WoW, mantendo a tendência acima de 140 milhões semanais observada em janeiro.

Adicionalmente, o volume de trading somou US$ 56,4 bilhões, enquanto o TVL permaneceu em US$ 6,83 bilhões. Esses números constroem sobre o crescimento de 2025, quando endereços únicos superaram 700 milhões e transações diárias médias atingiram 10,78 milhões, com pico de 31 milhões em outubro. Desenvolvimentos como mercados de predição superando US$ 20 bilhões em volume cumulativo reforçam a adoção.

Análise Técnica do Preço BNB

O preço do BNB acumulou queda de 13,1% na semana, rompendo suportes em US$ 900 e US$ 800, e agora oscila entre US$ 760-770. Dados atuais indicam cotação em torno de US$ 768 (equivalente a cerca de R$ 4.028), com variação negativa de 0,65% nas últimas 24 horas.

O suporte em US$ 730 atua como zona pivotal nos timeframes diário e semanal desde agosto. Um fechamento acima pode direcionar para US$ 900, recuperando momentum. Caso perdido, os dados apontam para gap de liquidez em US$ 650. A retração total desde o ATH de US$ 1.369 em 13 de outubro soma 44,5%.

Pressão Institucional: Caso Galaxy Digital

A Galaxy Digital exemplifica desafios no ecossistema. No Q2 de 2025, registrou perda de US$ 482 milhões, impulsionada por desvalorização de US$ 449 milhões em seu portfólio, que caiu 22% para US$ 1,7 bilhão. Holdings incluíam US$ 557 milhões em Bitcoin, US$ 124 milhões em Ethereum e US$ 220 milhões em altcoins.

O volume de trading despencou 62% QoQ para US$ 10,6 bilhões, após venda de US$ 9 bilhões em BTC no Q3. AUM reduziu 27% para US$ 6,4 bilhões, e ativos digitais sob gestão caíram 26% para US$ 11,4 bilhões. Apesar disso, o livro de empréstimos manteve US$ 1,8 bilhão, sinalizando demanda resiliente.

Níveis Chave e Implicações

Os dados mostram dicotomia clara: adoção na BNB Chain contrasta com pressão vendedora no preço do BNB e perdas institucionais como da Galaxy. Traders devem monitorar o suporte de US$ 730 no fechamento diário. Manutenção pode sustentar rebound; perda abre risco descendente. Métricas on-chain fortes sugerem suporte fundamental, mas volatilidade macro persiste.

Volume e TVL da rede indicam utilidade crescente, potencialmente ancorando preço em longo prazo. No entanto, correlações com Bitcoin (em queda recente) e sentimento institucional ditarão próximo movimento.


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Vigas geométricas bold rachadas com marcas 730 e XMR no limite do abismo, simbolizando suportes decisivos testados por BNB e Monero

BNB e Monero no Limite: Suportes Decisivos em Teste

Sinais de perigo emergem em ativos que pareciam blindados: o BNB enfrenta teste decisivo em torno de US$ 730, enquanto o Monero (XMR) registra queda de 12% em 24 horas e perde suporte ascendente de longo prazo. Os dados indicam riscos assimétricos de retração, com o BNB podendo revisitar US$ 200 e o XMR mirando US$ 266. Traders monitoram esses níveis para mudanças estruturais no mercado.


Estrutura de Mercado do BNB: Suporte em US$ 730 sob Pressão

Os dados do gráfico semanal mostram o BNB aproximando-se de uma tendência ascendente estabelecida desde o início de 2024, com preço atual em torno de US$ 773 (equivalente a aproximadamente R$ 4.064). Após falhar em consolidar acima de US$ 690-700 — zona de resistência de 2021 —, o ativo formou topos mais baixos desde o final de 2025.

Indicadores de momentum, como o RSI, revelam perda de força compradora, embora sem oversold extremo. Analistas destacam risco assimétrico: rompimento abaixo de US$ 700 pode acelerar correção para suportes históricos próximos a US$ 200, representando potencial queda de 80%. O fechamento semanal será pivotal para validar a integridade da estrutura altista.

Volume de negociações reflete pressão vendedora, mas sem capitulação generalizada, sugerindo que o suporte em US$ 730 atua como divisor entre consolidação e breakdown.

Monero Perde Suporte Ascendente: Alvo em US$ 266

No timeframe diário, o XMR violou uma linha de tendência ascendente que sustentou altas expressivas até o pico de US$ 800. Essa quebra marca transição para fase corretiva sustentada, com retração projetada em cerca de 32% até a base da estrutura, em US$ 266.

O Money Flow Index (MFI) posiciona-se em 26, indicando saídas de capital persistentes. Preço negocia próximo à banda inferior de Bollinger, zona histórica de reações de curto prazo. Recuperação para a banda média em US$ 519 ou superior em US$ 687 dependerá de estabilização do fluxo.

Dados de derivativos mostram Open Interest em US$ 141,15 milhões, com queda acentuada, mas apenas US$ 1,87 milhão de liquidações, apontando para fechamentos voluntários de posições compradas em pânico.

Indicadores de Posicionamento e Sentimento

No BNB, formação de topos descendentes alinha com enfraquecimento de momentum, corroborado por RSI declinante. No XMR, a razão comprados/vendidos inclinada para os comprados, com taxas de funding negativas — os comprados pagando para manter posições —, reforçando desalinhamento entre spot e perpétuos.

Condições macro de mercado frágil amplificam pressões setoriais, especialmente em privacidade tokens como XMR. Para ambos ativos, ausência de estabilização em suportes críticos eleva probabilidade de testes mais baixos, com volatilidade implícita sugerindo reações potenciais nas bandas inferiores.

Monitoramento de volume e MFI fornecerá sinais iniciais de esgotamento vendedor.

Níveis Chave a Observar nos Próximos Dias

Para BNB: defesa de US$ 730 (semanal) é essencial; falha direciona para US$ 700 e potencial US$ 200. Resistência imediata em US$ 800. Para XMR: US$ 266 como alvo primário de retração; reação na banda inferior de Bollinger pode testar US$ 519.

Os dados enfatizam cautela, com estruturas técnicas indicando viés baixista dominante até confirmações de reversão. Traders devem priorizar gerenciamento de risco em timeframes elevados.


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Executivos cartoon abraçando pilha gigante de BNB em tempestade de mercado com portal IA ao fundo, simbolizando HODL de 94% e contrastes cripto

Executivos da Binance com 94% em BNB: Estratégia de HODL ou Alto Risco?

Em um mercado onde o Bitcoin despenca 5,57% nas últimas 24 horas, segundo o Cointrader Monitor, os executivos da Binance mantêm posições altamente concentradas. CZ respondeu críticas após defender o HODL, enquanto a co-CEO Yi He revela um portfólio com 94,13% em BNB — obtendo mais de 30% ao ano. No mesmo dia, Elon Musk lança a xAI com API para gerar vídeos por texto, ideal para simular cenários como quedas do BNB. HODL ou diversificar: eis o dilema dos grandes investidores.


CZ Esclarece Estratégia de HODL

O fundador da Binance, Zhao Changpeng (CZ), postou em 25 de janeiro elogiando a estratégia de buy and hold como fórmula eficaz. Traders criticaram, lembrando que muitos projetos cripto fracassam, e CZ admitiu: ‘óbvio que não vale para toda moeda’. Ele chamou as críticas de ‘FUD coordenado’, mas o timing foi ruim — vários tokens listados na exchange caíram enquanto investidores mantinham posições.

A nova funcionalidade do Binance Square, que exibe portfólios ao vivo, revelou a co-CEO Yi He: 94,13% em BNB, 4,15% em USDT, 1,08% em BTC e pequenas posições em outros. Resultado: mais de 30% de retorno anual. CZ já havia dito ter 98% em BNB. Confiança no próprio token ou falta de diversificação? Em uma queda acentuada, isso representa alto risco.

xAI de Musk Lança API para Geração de Vídeos

Enquanto executivos da Binance focam no BNB, Elon Musk lança a Grok Imagine API da xAI, toolkit para gerar e editar vídeos a partir de texto. A empresa afirma superar Google Veo e OpenAI Sora em benchmarks de qualidade, custo e latência. Testes independentes mostram win rate de 64,1% em edições contra Runway Aleph.

Recursos incluem áudio nativo, controles de câmera (zoom, pan), manipulação de objetos e estilos como cyberpunk. Parceiros como fal.ai e HeyGen já integram a ferramenta. Lançada em 28/01, após captação de US$ 20 bilhões. Imagine gerar ‘BNB em queda livre com Yi He sorrindo’? A IA de Musk pode criar isso — potencial para memes de mercado.

Contrastes no Mercado: Concentração vs. Inovação

Essas notícias destacam contrastes do criptomercado: executivos da maior exchange com posições concentradas em um token, defendendo HODL seletivo após esclarecimento. Do outro lado, Musk acelera na IA generativa, priorizando velocidade e custo. Para investidores retail, lição clara: observe os líderes, mas mantenha diversificação — ou use APIs de IA para simular cenários de portfólio.

Bitcoin cotado a US$ 88.190 (R$ 431 mil), com variação negativa, reforça riscos de concentração. Vale acompanhar se o BNB resiste ou se vira exemplo de necessidade de diversificação. A xAI avança, mostrando que simular futuros é mais simples que prever quedas.


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Executivos cartoon de cripto e bancos em handshake sobre ponte luminosa com símbolo BNB, representando ETF Grayscale e parceria Coinbase-JP Morgan

Grayscale Arquiva ETF de BNB e Coinbase Fecha com JP Morgan

A Grayscale arquivou pedido de ETF spot de BNB junto à SEC em 23 de janeiro, visando oferecer exposição direta ao token nativo da Binance para investidores americanos. No mesmo ritmo, o CEO da Coinbase, Brian Armstrong, revelou parcerias com JP Morgan e PNC Bank no Fórum de Davos para integrar infraestrutura cripto em produtos bancários. Esses movimentos sinalizam a segunda onda de adoção, com cripto se tornando o novo motor do sistema financeiro global.


Grayscale Aposta em BNB como Próxima Fronteira

A gestora de ativos pioneira no espaço cripto deu mais um passo ousado ao registrar um S-1 para o Grayscale BNB Trust, que negociará na Nasdaq sob o ticker GBNB. O fundo manterá BNB diretamente, rastreando seu valor de mercado e permitindo que investidores acessem a quarta maior criptomoeda por capitalização sem custódia direta. Isso segue o sucesso dos ETFs de Bitcoin e Ethereum, ampliando o portfólio institucional.

Não é a primeira iniciativa: a VanEck já havia solicitado aprovação em abril de 2025. O ex-CEO da Binance, CZ, celebrou o filing como “um pequeno passo para tornar os EUA a capital das criptos”, destacando o acesso à terceira maior cripto (por alguns rankings). Analistas como James Seyffart, da Bloomberg, indicam que uma aprovação pode classificar o BNB como commodity, abrindo portas regulatórias. Atualmente, o BNB oscila em torno de US$ 888 (R$ 4.706), com queda de 0,4% nas últimas 24 horas, mas potencial de alta com influxos institucionais.

Coinbase Integra Cripto aos Bancos Tradicionais

Em Davos, Armstrong detalhou colaborações estratégicas com JP Morgan e PNC Bank, gigantes do setor financeiro, para incorporar blockchain em ofertas bancárias existentes. Essa integração representa uma virada: bancos que outrora viam cripto como ameaça agora buscam sua infraestrutura para eficiência e inovação. BlackRock, maior gestora do mundo, manifestou interesse em tokenizar fundos, acelerando a migração para ativos on-chain.

O CEO enfatizou tendências como negociações de “tudo on-chain”, pagamentos B2B via stablecoins e mercados de previsão em expansão. Com 52 milhões de americanos já usando cripto, a relevância política é inegável, especialmente sob uma administração pró-clareza regulatória. A Genius Act, que exige reservas 100% em treasuries para stablecoins reguladas, pavimenta o caminho para adoção massiva.

Segunda Onda: Tese de Alta para 2026

Esses anúncios consolidam a tese de alta: após a primeira onda com BTC e ETH, altcoins como BNB ganham tração institucional. Grayscale e Coinbase não são isolados; refletem um ecossistema onde Wall Street injeta bilhões via ETFs e tokenização. Para brasileiros, o BNB em R$ 4.706 (cotação AwesomeAPI) oferece exposição acessível via exchanges como Binance.

Investidores devem monitorar a revisão da SEC, esperada em meses, e volumes de parcerias bancárias. Com Bitcoin a R$ 473.545 (Cointrader Monitor), o mercado exibe resiliência. Adeus ao mercado baixista: cripto ascende ao topo de Wall Street.

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Executivo cartoon da Grayscale correndo para linha de chegada BNB ETF com staking rewards e personagem BNB celebrando, simbolizando corrida institucional por ETF spot

Grayscale Entra na Corrida por ETF de BNB: Staking em Vista

A Grayscale protocolou na SEC um pedido de ETF spot de BNB, seguindo a iniciativa da VanEck e sinalizando a segunda onda de ETFs cripto nos EUA após o êxito de Bitcoin e Ethereum. Com capitalização de US$ 122 bilhões, o BNB — quarta maior cripto — ganha validação institucional. Destaque para o plano inovador de staking da Grayscale, que pode remunerar investidores com rendimentos extras, algo inédito em ETFs spot americanos.


Detalhes do Pedido da Grayscale

O Form S-1 da Grayscale, registrado na sexta-feira (23), propõe o Grayscale BNB Trust (ticker GBNB), para negociação na Nasdaq. O fundo deterá BNB diretamente, refletindo seu valor de mercado menos taxas. Segundo o documento à SEC, investidores terão exposição regulada ao token nativo da BNB Chain sem custódia direta.

A Grayscale, que gerencia US$ 18,9 bilhões em ETFs de Bitcoin e US$ 4,9 bilhões em Ethereum, expande portfólio para altcoins. O BNB, usado para taxas na Binance e governança na BNB Smart Chain, cotado a cerca de US$ 892 (R$ 4.729 via AwesomeAPI), reforça ecossistema da maior exchange global.

Avanço depende de filing 19b-4 da Nasdaq e aprovação da SEC, processo similar ao de BTC/ETH, que acumulam mais de US$ 100 bilhões em AUM.

Corrida com VanEck e Legado dos ETFs BTC/ETH

A Grayscale entra na disputa com a VanEck, que em abril pediu ETF BNB (ticker VBNB) e avançou com emenda S-1 em novembro, removendo staking por incertezas regulatórias. O movimento reflete estratégia agressiva pós-aprovação de spot ETFs de Bitcoin (janeiro 2024) e Ethereum (julho 2024).

Esses produtos capturaram demanda institucional, com ETFs BTC/ETH superando US$ 100 bilhões. Para Bruno Barros, isso indica amadurecimento: “Wall Street não ignora mais altcoins maduras como BNB, com utilidade comprovada em DeFi e pagamentos.”

BNB destaca-se por descontos em trades na Binance e suporte a dApps, posicionando-o como ponte entre CeFi e DeFi.

Inovação do Staking e Validação Institucional

O diferencial da Grayscale é o staking de BNB para gerar receita extra aos cotistas, similar a rendimentos em protocolos on-chain. Apesar de VanEck recuar, Grayscale aposta na viabilidade regulatória sob novo cenário pós-eleições.

Isso valida BNB como reserva de valor corporativa, atraindo family offices e fundos de pensão. Com US$ 122 bilhões em capitalização de mercado, o token impulsiona adoção, especialmente no Brasil, onde Binance lidera volumes.

Os dados sugerem viés de alta: ETFs expandem liquidez e reduzem volatilidade, beneficiando holders de longo prazo.

O Que Esperar da Aprovação

Aprovação pode ocorrer em 2026, catalisando inflows bilionários e alta no BNB. Monitore SEC e Nasdaq; staking pioneiro pode redefinir ETFs cripto, misturando preço spot com rendimento passivo.

Para investidores brasileiros, oportunidade de exposição via corretoras como Binance. Vale monitorar: se aprovado, BNB pode testar US$ 1.000, impulsionado por ecossistema Binance.


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Executivos cartoon estilizados conectando ponte luminosa com BNB central, simbolizando ETF Grayscale e adoção institucional em altcoins

Grayscale Arquiva ETF de BNB: Wall Street Mira Altcoins Blue Chip

A Grayscale arquivou na SEC um ETF spot de BNB para negociar na Nasdaq sob o ticker GBNB, seguindo o sucesso dos ETFs de Bitcoin e Ether que acumulam mais de US$ 100 bilhões em ativos. Em paralelo, o gigante suíço UBS, com US$ 6,6 trilhões sob gestão, planeja oferecer trading de Bitcoin e Ether a clientes privados selecionados na Suíça. Esses movimentos marcam a ‘segunda onda’ de adoção institucional, preparando o terreno para altcoins blue chips como BNB.


Detalhes do ETF de BNB da Grayscale

A gestora de ativos registrou o Form S-1 para converter seu BNB Trust em ETF spot, com custódia pela Coinbase e listagem na Nasdaq. O fundo deterá BNB diretamente, refletindo o valor de mercado menos taxas, e pode incluir staking para yields extras. BNB, quarta maior criptomoeda com capitalização de US$ 120,5 bilhões, é o token nativo da Binance, usado em taxas, governança e descontos na BNB Smart Chain.

Segundo a CoinGape, Grayscale é a segunda após VanEck a buscar aprovação para BNB ETF. Atualmente, BNB cotado a cerca de R$ 4.717 via AwesomeAPI, com viés de alta de 0,34% no dia. Esse passo expande as ofertas da Grayscale, que já tem ETFs de BTC, ETH, XRP, SOL e DOGE.

UBS Entra no Mercado Cripto para Grandes Fortunas

O UBS, maior banco da Suíça, avaliará parceiros para oferecer Bitcoin e Ether a clientes de alta renda, impulsionado por demanda crescente. Anteriormente cauteloso, o banco agora segue rivais como JPMorgan e Morgan Stanley, monitorando regulação e riscos. A CoinDesk destaca que isso reflete a estratégia de ativos digitais do UBS, incluindo experimentos com blockchain como tokenização de fundos.

Para brasileiros, isso sinaliza maturidade global: enquanto BTC está a R$ 473.576 segundo Cointrader Monitor (+0,21% em 24h), a entrada de gigantes como UBS reforça a tese de reserva de valor.

Implicações para o Mercado e Próximo Rali

Esses anúncios indicam que Wall Street está pronto para altcoins blue chips além de BTC e ETH. Com ETFs de BNB potencializando liquidez e adoção, espera-se influxo de capitais institucionais. Grayscale e VanEck competem, mas aprovação pode catalisar alta em BNB, similar ao boom pós-ETFs de BTC.

A expansão do UBS na Europa complementa o otimismo: cripto não é mais nicho, mas ativo mainstream. Investidores devem monitorar aprovações da SEC e demanda por BNB em ecossistemas DeFi. Plataformas como Binance oferecem acesso imediato ao token. O cenário é de alta: infraestrutura montada para o próximo ciclo de valorização.


⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Rede hexagonal de altcoins fragmentando com rachaduras em nós BNB e XRP sob ventos vermelhos, ilustrando quedas e saídas recordes em ETFs

Altcoins em Banho de Sangue: BNB Perde US$ 900 e XRP ETFs com Saída Recorde

As altcoins enfrentam um banho de sangue impulsionado por tensões geopolíticas, com a capitalização de mercado caindo para US$ 1,26 trilhão em 48 horas. O BNB perdeu o suporte crítico de US$ 900, negociado a US$ 875, enquanto os ETFs de XRP registraram a maior saída diária de US$ 53,32 milhões nesta quarta-feira (21). Investidores buscam suportes técnicos em meio a fluxos negativos de TVL e liquidações.


BNB Perde Suporte Vital e Testa Zona Crítica

O BNB registrou queda de 4,5% nas últimas 24 horas, rompendo o suporte de US$ 900 e chegando a US$ 875. Essa zona atual, entre US$ 860 e US$ 865, é pivotal: uma perda aqui pode levar a um reteste amplo de US$ 480 a US$ 708, coincidindo com a média móvel exponencial de 100 períodos (EMA 100).

Fatores on-chain agravam o cenário. O TVL na BNB Smart Chain (BSC) caiu 2,9%, ficando abaixo de US$ 7 bilhões, sinalizando redução na atividade DeFi. Liquidações somaram US$ 4,9 milhões, com US$ 4,73 milhões em posições compradas, e o interesse aberto (OI) recuou 3,4% para US$ 1,39 bilhão. Apesar disso, o volume spot dobrou para mais de US$ 2 bilhões, indicando demanda crescente em meio à volatilidade.

ETFs de XRP sofrem Maior Outflow Diário

Os ETFs de XRP registraram saída recorde de US$ 53,32 milhões na segunda-feira de negócios nos EUA, revertendo inflows acumulados de US$ 1,28 bilhão para US$ 1,22 bilhão. Lançados há dois meses, os fundos enfrentam pressão após o XRP perder o suporte de US$ 2,00, caindo para US$ 1,86 em algumas exchanges.

O ativo chegou a US$ 2,40 em 6 de janeiro, mas as tensões geopolíticas aceleraram a correção. Analistas destacam o fechamento de baixa contra o Bitcoin, com próximo suporte em torno de US$ 1,80. Essa dinâmica reflete aversão ao risco em altcoins sensíveis a fluxos institucionais.

Impacto das Tensões Geopolíticas no Mercado

As tensões geopolíticas entre EUA e UE, incluindo ameaças de tarifas de Trump sobre Groenlândia e Europa, desencadearam uma rota de 48 horas que apagou bilhões em capitalização de altcoins. Ethereum caiu abaixo de US$ 3.000, Monero despencou 31%, e o setor como um todo perdeu tração.

Wall Street também sofreu, ampliando a correção. Fluxos negativos de TVL em redes como BSC destacam a fragilidade das altcoins em cenários de risco global, com investidores migrando para ativos mais seguros como Bitcoin.

Próximos Suportes e Estratégia para Investidores

Para BNB, manter acima de US$ 860 é essencial; abaixo, US$ 708 (EMA 100) vira alvo. No XRP, US$ 1,80 representa suporte chave, com risco de testes mais baixos se outflows persistirem. Os dados sugerem cautela: monitore TVL, liquidações e volume para sinais de reversão.

Em um mercado volátil, diversificação e análise técnica são cruciais. Vale acompanhar decisões geopolíticas, que podem ditar o próximo movimento das altcoins.


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📌 Nota: Uma ou mais fontes citadas estavam temporariamente indisponíveis no momento da redação.

Funâmbulo cartoon equilibrando em corda bamba sob ventos regulatórios e nuvens geopolíticas, ilustrando tensões e cautela no mercado cripto

Tensões Geopolíticas e Impasses Regulatórios Elevam Cautela no Mercado

📊 BOLETIM CRIPTO | 21/01/2026 | NOITE

O cenário cripto global enfrenta uma onda de tensões regulatórias e geopolíticas que colocam ativos de estabilidade no centro do debate. A revelação de que o Banco Central do Irã utilizou centenas de milhões de dólares em stablecoins para contornar sanções internacionais elevou o estado de alerta em todo o ecossistema. Enquanto o mercado digere essa pressão, o Bitcoin apresenta leve recuo em reais, acompanhado por uma correção técnica significativa no BNB, que perdeu suportes históricos. O viés de baixa moderado predomina, intensificado por impasses legislativos nos Estados Unidos e uma crise bancária digital no Brasil, embora a listagem de novas soluções reguladas, como o RLUSD, ofereça um contraponto de resiliência institucional.


🔥 Destaque: Irã usa US$ 507 milhões em USDT para driblar sanções

Um relatório explosivo da Elliptic revelou que o Banco Central do Irã (CBI) acumulou pelo menos US$ 507 milhões na stablecoin USDT ao longo do último ano. O objetivo estratégico da entidade era utilizar a liquidez dos “dólares digitais” para realizar pagamentos de comércio internacional fora do sistema SWIFT e tentar estabilizar a cotação do rial, a moeda local em colapso. O uso sistemático envolveu redes complexas de carteiras e corretoras locais, como a Nobitex, expondo falhas nos controles globais de evasão de sanções.

Em resposta imediata às descobertas, a Tether procedeu com o congelamento de aproximadamente US$ 37 milhões em ativos vinculados a essas atividades ilícitas. No entanto, o montante recuperado representa apenas uma fração do volume total identificado, o que deve intensificar significativamente a pressão de reguladores ocidentais sobre emissores de stablecoins centralizadas. O caso demonstra que, embora a transparência do blockchain permita detecção forense, a velocidade do fluxo de capital ainda desafia as autoridades.

Para o investidor, as implicações são profundas. Este evento atua como um catalisador para medidas de compliance mais agressivas e pode acelerar a migração de liquidez de ativos percebidos como “arriscados” sob a ótica regulatória para opções que buscam total conformidade institucional. Além disso, o episódio fornece munição política para legisladores que defendem restrições severas ao anonimato em transações cripto de larga escala.


📈 Panorama do Mercado

O sentimento atual é de cautela, com o mercado apresentando um viés de baixa moderado. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 479.929,43, registrando uma variação negativa marginal de 0,32% nas últimas 24 horas. Esse movimento reflete a hesitação dos investidores diante de uma perda de capitalização global de mercado estimada em US$ 150 bilhões no período, afetando especialmente as altcoins de maior peso.

O setor de stablecoins vive um momento de reconfiguração de confiança. De um lado, o FUD (medo, incerteza e dúvida) gerado pelo uso ilícito de ativos por Estados sancionados pressiona a dominância da Tether. De outro, a visão articulada pelo “czar cripto” da Casa Branca, David Sacks, sugere uma convergência inevitável entre bancos tradicionais e o ecossistema digital. Essa integração, no entanto, esbarra no entrave político dos rendimentos (yields), com o setor bancário temendo uma fuga massiva de depósitos fiat para contas digitais mais rentáveis.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Escrutínio regulatório sobre a Tether: O uso documentado de USDT pelo Irã expõe a empresa a pressões por auditorias forçadas e multas, podendo gerar instabilidade na liquidez global caso novos congelamentos massivos ocorram.
  • Quebra de suportes no BNB: A queda do BNB abaixo de US$ 900 aciona ordens de venda automatizadas. A perda do patamar de US$ 860 pode levar a um recuo acentuado até a média móvel de 100 períodos em US$ 708.
  • Crise das fintechs no Brasil: A liquidação do Will Bank pelo Banco Central revela fragilidades em conglomerados digitais. O impacto de R$ 47,1 bilhões no Fundo Garantidor de Créditos (FGC) eleva a percepção de risco sistêmico em parceiros de pagamento cripto no país.
  • Impasse legislativo nos EUA: A falta de apoio democrata aos novos rascunhos de lei pode manter o mercado em um limbo regulatório, atrasando a adoção institucional plena e mantendo a volatilidade elevada.

💡 Oportunidades Identifiedas

  • Adoção de stablecoins reguladas: A listagem do RLUSD (Ripple USD) na Binance com taxa zero cria uma janela de oportunidade para migração de capital para ativos que operam sob marcos mais rígidos de conformidade.
  • Acumulação institucional de Bitcoin: Apesar do clima negativo nas altcoins, o BTC mantém suporte relativo em patamares elevados, reforçando sua tese como reserva de valor em momentos de instabilidade geopolítica.
  • Demandas por soluções de compliance: O sucesso forense da Elliptic no caso Irã impulsiona o valor de mercado de empresas de análise on-chain e protocolos que oferecem ferramentas de rastreio para exchanges e reguladores.

📰 Principais Notícias do Período

1. Banco Central do Irã acumula US$ 507 milhões em USDT
Investigação aponta uso sistemático da stablecoin para burlar sanções internacionais via corretoras locais. A Tether respondeu com o congelamento de US$ 37 milhões, mas o mercado teme novos desdobramentos sobre a segurança e neutralidade do ativo.

2. Binance anuncia listagem da RLUSD da Ripple
A maior exchange do mundo adicionará pares com a nova stablecoin regulada da Ripple em 22 de janeiro. O movimento inclui promoções de taxa zero e sinaliza uma aposta estratégica em ativos garantidos com transparência institucional, beneficiando também a utilidade do ecossistema XRP.

3. Comitê do Senado dos EUA libera nova proposta de Lei Cripto
Sob pressão da Casa Branca e oposição da Coinbase, o Comitê de Agricultura avança com rascunho legislativo que busca definir jurisdições entre SEC e CFTC. O objetivo é destravar o mercado, mas a disputa sobre rendimentos em stablecoins continua sendo o principal ponto de discórdia.

4. BNB cai 4,5% e perde suporte psicológico de US$ 900
O token nativo da Binance sofreu uma forte correção técnica acompanhada de uma queda no valor total bloqueado (TVL) na rede BSC. Com US$ 4,9 milhões em liquidações forçadas, o foco agora volta-se para o suporte crítico na região dos US$ 860.

5. David Sacks prevê fusão entre Bancos e Cripto
Em Davos, o czar cripto afirmou que as indústrias convergirão para um setor de ativos digitais único. Para Sacks, após a aprovação das leis de mercado, os bancos entrarão “com força total” no mercado de stablecoins, buscando capturar trilhões em depósitos.

6. Draft pró-cripto do Senado enfrenta resistência democrata
Apesar do otimismo de Donald Trump em sancionar regras claras, a falta de bipartidarismo no Senado gera receio de um novo impasse legislativo. Incertezas sobre proteções ao consumidor e ética retardam o avanço do texto no plenário.

7. BC decreta liquidação extrajudicial do Will Bank
O Banco Central encerrou as operações da financeira após calotes na Mastercard. O evento agrava o impacto no FGC e acende um alerta sobre a solvência de instituições de pagamento que conectam o sistema fiduciário às criptomoedas no Brasil.


🔍 O Que Monitorar

  • Resposta da Tether e Market Share: Observe se haverá fluxo de saída do USDT para USDC ou RLUSD após os dados do Irã.
  • Markup do Senado (27/01): O resultado desta votação definirá se haverá clareza regulatória nos EUA no curto prazo.
  • Manutenção do suporte em R$ 470 mil: No cenário local, este patamar é o suporte imediato para o Bitcoin evitar quedas mais profundas.
  • Liquidez pós-listagem RLUSD: O sucesso do par XRP/RLUSD na Binance poderá ditar o tom para o restante do mercado de stablecoins.

🔮 Perspectiva

A perspectiva para as próximas 24 a 48 horas permanece marcada por um viés de baixa moderado. O mercado ainda precisa absorver o impacto geopolítico das sanções envolvendo a Tether e o rascunho legislativo dos EUA, que deve trazer volatilidade adicional à medida que os detalhes forem analisados por grandes players. Embora correções técnicas como a do BNB gerem estresse, o volume de negociação spot elevado sugere que há absorção de oferta por compradores em níveis de suporte. O foco para o investidor brasileiro deve ser a gestão de risco frente ao cenário de incerteza legislativa externa e o endurecimento do enforcement regulatório local pelo Banco Central. A resiliência do ecossistema será testada pela capacidade de entregar soluções reguladas que preencham o vácuo deixado pelas crises em plataformas centralizadas.


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Personagens cartoon BNB e XRP em corrida de market cap, BNB ultrapassando para retomar 4º lugar no ranking global de altcoins

BNB Ultrapassa XRP e Retoma 4.º Lugar no Ranking Global

O BNB ultrapassou o XRP e retomou o quarto lugar no ranking global de capitalização de mercado. Com uma queda de 3% nas últimas 24 horas, o XRP negocia em torno de US$ 2,09, resultando em market cap de cerca de US$ 127 bilhões, inferior ao do token da Binance. Essa dança das cadeiras reflete a volatilidade das altcoins em meio ao domínio do Bitcoin acima de US$ 96 mil, testando a resiliência dos investidores em ambos os ativos. A troca destaca dinâmicas de supply e utilidade no ecossistema cripto.


Mudança no Ranking de Market Cap

A perda do quarto lugar pelo XRP ocorre após um rali recente, seguido de correção. O BNB, nativo da BNB Chain e ecossistema da Binance, reassumiu a posição com market cap superior, negociando em US$ 941,35. Esse movimento é impulsionado pelo mecanismo de burn periódico da Binance, que remove bilhões de tokens do suprimento circulante a cada trimestre, criando pressão deflacionária.

Em contraste, o XRP entra em fase de consolidação após testar resistências em US$ 2,20. A maior utilidade do BNB em DeFi, trading e NFTs na BNB Chain contribui para sua resiliência, enquanto o mercado geral de altcoins enfrenta consolidação. Dados atuais mostram o Bitcoin com variação negativa de -1,9% em 24 horas, cotado a R$ 513.028,96 segundo o Cointrader Monitor, reforçando a dominância e pressão sobre altcoins.

Fatores Atrás da Ascensão do BNB

O sucesso do BNB vai além do preço: seu ecossistema integrado oferece vantagens competitivas. O burn trimestral reduz oferta, potencializando valorizações em períodos de baixa liquidez geral. Combinado com alta adoção em dApps e volumes de trading na Binance, o token beneficia-se de fluxos orgânicos. Analistas destacam que essa deflação contrasta com a dinâmica de supply do XRP, mais dependente de catalisadores regulatórios e adoção em pagamentos cross-border.

Enquanto o BNB consolida ganhos, sua posição no top 4 sinaliza preferência por ativos com utility prática em ecossistemas maduros. Investidores observam que volumes na BNB Chain cresceram, sustentando o market cap acima do XRP mesmo em correções de mercado.

Análise Técnica do XRP e Caminho para Recuperação

No gráfico de 4 horas do XRP, o preço se mantém acima da 50-EMA, mas abaixo das 100-EMA e 200-EMA, indicando fragilidade no uptrend. O RSI declina levemente, sugerindo acúmulo de pressão vendedora, embora o MACD permaneça positivo, com momentum altista enfraquecido. Um fechamento diário acima da 100-EMA (próximo de US$ 2,20) poderia mirar a 200-EMA em US$ 2,30.

Caso contrário, reteste de US$ 2,00 é provável. Para recuperar o momentum e o 4º lugar, o XRP precisa de influxos sustentados em ETFs e aumento no open interest de derivativos, contrabalançando vendas de varejo. Indicadores mistos colocam touros em teste decisivo.

Implicações para Portfólios Brasileiros

Para investidores brasileiros atentos a rankings, essa batalha pelo 4º lugar enfatiza monitorar market cap, supply dynamics e níveis técnicos. O BNB exemplifica como deflação e utility impulsionam posições, enquanto o XRP depende de ETFs e adoção institucional. Com o Bitcoin em R$ 513 mil, altcoins como esses competem ferozmente.

Os dados sugerem consolidação temporária no XRP, com potencial rali se ETFs persistirem. Portfólios diversificados devem pesar riscos de volatilidade e observar volumes para reposicionamentos estratégicos.


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Buraco negro cósmico sugando partículas BNB douradas e '1.27B', simbolizando queima de US$ 1,27 bi pela BNB Chain

BNB Chain Queima US$ 1,27 Bi: Primeiro Burn de 2026

A BNB Chain deu início a 2026 com sua 34ª queima trimestral de tokens BNB, removendo permanentemente 1.371.803,77 BNB do suprimento circulante, equivalentes a cerca de US$ 1,27 bilhão no momento da operação. A oferta total agora está em 136,36 milhões de BNB, aproximando-se do objetivo final de 100 milhões. Este evento, independente da exchange Binance, reforça o compromisso deflacionário da rede.


Detalhes da 34ª Queima Trimestral

A queima foi dividida em dois componentes principais: o burn padrão de 1.371.703,67 BNB via mecanismo Auto-Burn e um Pioneer burn de 100,1 BNB. Os tokens foram enviados para o endereço “blackhole” (0x000…dEaD) na BNB Smart Chain (BSC), tornando-os irrecuperáveis. A transação pode ser verificada no BscScan.

De acordo com dados recentes, o BNB negociava a US$ 937,85 após o anúncio, com alta de 0,85% em 24 horas e capitalização de mercado de US$ 127,89 bilhões. Este é o primeiro grande burn do ano, marcando o ritmo para reduções futuras de suprimento.

Mecanismo Auto-Burn: Transparência e Previsibilidade

O Auto-Burn do BNB opera por uma fórmula objetiva e auditável, ajustada pelo preço médio do token e pelo número de blocos produzidos na BSC durante o trimestre. Isso garante que burns maiores ocorram em períodos de maior valor e atividade de rede, promovendo equilíbrio. Atualizações recentes como Lorentz e Maxwell aceleraram a produção de blocos, exigindo ajustes nos parâmetros para preservar o espírito original do mecanismo.

Diferente de pumps ou dumps impulsionados por especulação, o Auto-Burn é um processo estrutural, reportado trimestralmente e independente da Binance centralized exchange. Desde a migração da Ethereum em abril de 2019, o suprimento inicial de 200 milhões foi reduzido gradualmente rumo aos 100 milhões projetados.

Impacto na Escassez e Estratégia Deflacionária

A remoção de 1,37 milhão de BNB representa cerca de 1% da oferta circulante atual, intensificando a escassez em um ecossistema que usa o token para taxas de transação na BSC, opBNB (L2) e BNB Greenfield. Investidores monitoram esse mecanismo como fator de suporte de longo prazo ao preço, embora não garanta apreciação imediata.

Com 36,36 milhões de tokens ainda a serem queimados, estima-se mais 6-7 anos no ritmo atual. O evento diferencia-se de flutuações de mercado ao focar na redução supply-side, beneficiando holders que valorizam fundamentos deflacionários sobre hype temporário.

Queimas Complementares e Próximos Passos

Além do trimestral, opera um burn em tempo real baseado em taxas de gas, com validadores definindo a porção queimada por bloco. Desde a BEP-95, cerca de 281 mil BNB foram destruídos assim. Dados em tempo real estão disponíveis em bnbburn.info.

O próximo burn está previsto para abril de 2026, dependendo de preço e atividade no Q1. Analistas recomendam acompanhar métricas de suprimento para avaliar o progresso rumo à meta de 100 milhões, em um contexto de adoção crescente da BNB Chain.


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Personagens cartoon BNB e XRP disputando quarto degrau de pódio digital, BNB ultrapassando XRP no ranking de market cap de altcoins

XRP Perde 4.º Lugar no Ranking: BNB Reassume Liderança

O XRP registrou queda de 3% nas últimas 24 horas, perdendo o quarto lugar no ranking global de capitalização de mercado para o BNB. Apesar do recente rali, o ativo da Ripple agora negocia em torno de US$ 2,09, com market cap de aproximadamente US$ 127 bilhões, inferior ao do token da Binance. Essa mudança reflete a volatilidade das altcoins em um mercado onde o Bitcoin domina acima de US$ 96 mil, testando a resiliência dos touros do XRP em meio a resistências técnicas e dinâmicas de supply.


Mudança no Ranking de Capitalização

A perda do quarto lugar pelo XRP ocorre em um contexto de correção após um rali recente, conforme dados de mercado. O BNB, nativo da rede BNB Chain e ecossistema da Binance, reassumiu a posição graças a uma combinação de fatores, incluindo seu mecanismo de burn periódico de tokens, que reduz a oferta circulante e potencializa valorizações. Esse processo, executado trimestralmente pela Binance, remove bilhões em BNB do mercado, contrastando com a fase de consolidação do XRP em torno de US$ 2,20.

Enquanto o XRP enfrenta pressão vendedora, o BNB se beneficia de maior utilidade em DeFi, trading e NFTs na BNB Chain. Os dados indicam que o market cap do BNB superou o do XRP, com o token negociando a US$ 941,35. Essa inversão destaca como mecanismos deflacionários como o burn podem impulsionar rankings em períodos de consolidação geral das altcoins.

Análise Técnica do XRP

No gráfico de 4 horas, o XRP mantém suporte acima da 50-EMA, mas opera abaixo das 100-EMA e 200-EMA, sinalizando fragilidade no uptrend. O RSI mostra declínio leve, sugerindo acúmulo de pressão de venda, enquanto o MACD permanece positivo acima da linha de sinal, indicando momentum altista intacto, porém enfraquecido.

Um fechamento diário acima da 100-EMA poderia direcionar o preço rumo à 200-EMA, em torno de US$ 2,30. Caso contrário, um reteste de suportes em US$ 2,00 é provável. Esses indicadores mistos colocam os touros do XRP em um teste decisivo, especialmente após o pico de interesse aberto em 6 de janeiro.

Influxos em ETFs e Atividade de Derivativos

Apesar da queda, os ETFs spot de XRP nos EUA registram influxos consistentes desde o lançamento em novembro, com apenas um dia de outflow. Os ativos sob gestão continuam expandindo, refletindo demanda institucional resiliente. O open interest em derivativos subiu modestamente na semana, embora abaixo do pico recente, conforme dados da CoinGlass.

Essa dinâmica sugere que a correção atual pode ser temporária, com compradores institucionais contrabalançando a realização de lucros por traders de varejo. No entanto, a persistência abaixo das EMAs superiores pode atrair mais vendas, ampliando a dominância do BNB.

Implicações para Investidores Brasileiros

Para o mercado brasileiro, essa reviravolta reforça a importância de monitorar métricas como market cap e supply dynamics. O burn do BNB exemplifica como utility e deflação impactam rankings, enquanto o XRP depende de catalisadores regulatórios e adoção em pagamentos cross-border. Investidores devem observar volumes e níveis técnicos para posicionamentos, em um cenário onde altcoins competem ferozmente pelo quarto lugar.

Os dados sugerem que a consolidação do XRP pode evoluir para novo rali se os ETFs continuarem fortes, mas o avanço do BNB indica preferência por ecossistemas integrados como a Binance.


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Pico cristalino dourado com 1.3M gravado no topo sobre rede DeFi cyan, celebrando recorde de receita da Binance Smart Chain

BSC Bate Recorde: US$ 1,3 Milhão em Receita Diária

A Binance Smart Chain (BSC) registrou seu recorde histórico de receita diária, alcançando US$ 1,3 milhão em 8 de janeiro de 2026. Esse valor superou o pico anterior de US$ 1,27 milhão, de 30 de novembro, sinalizando um surto de atividade na rede. Métricas de fees refletem maior engajamento em protocolos DeFi, com volumes de transações elevados impulsionando o crescimento. Para traders brasileiros, isso destaca a atratividade da BSC por custos baixos em comparação a outras L1s.


Métricas de Receita Mostram Expansão da Rede

A receita de fees na blockchain é um indicador confiável de uso real da rede. Usuários pagam essas taxas para executar transações, negociar ativos e interagir com dApps. Na BSC, isso inclui exchanges descentralizadas (DEXs), plataformas de empréstimo e aplicações DeFi variadas. O pico de US$ 1,3 milhão em um único dia demonstra demanda crescente, com correlação direta entre volumes de trading e transfers on-chain.

Dados de analytics como CryptoQuant confirmam que, após semanas de estabilidade, a BSC experimentou um breakout. Essa métrica filtra ruído especulativo, focando em atividade orgânica. Comparada a outras L1s, a BSC se beneficia de fees modestos por transação, que se acumulam rapidamente em picos de volume, tornando-a competitiva em cenários de alta demanda.

Aumento de Atividade Revela Padrões de Acumulação

O surto coincide com elevação em trading e transfers em protocolos baseados na Binance. Comportamentos como esse surgem em fases de interesse concentrado, frequentemente ligados a acumulação por whales ou instituições. Quando grandes players posicionam, volumes disparam, pressionando fees e elevando receita total.

A análise on-chain aponta assinaturas típicas de acumulação: transações acima da média e retenção de usuários. Isso sugere adoção crescente de DeFi na BSC, possivelmente impulsionada por yields atrativos em pools de liquidez e farming, embora NFTs e jogos play-to-earn também contribuam para o ecossistema diversificado.

Implicações para BNB e Competição entre L1s

Como token nativo, o BNB é usado para pagar fees na BSC, com parte queimada para reduzir suprimento. Receitas recordes fortalecem a utilidade do BNB, potencializando valor a longo prazo via deflação. No contexto competitivo, BSC supera muitas L1s em custo-benefício: enquanto Ethereum cobra fees elevadas em picos, BSC mantém acessibilidade, atraindo volume de DeFi e migração de usuários.

Comparações recentes mostram BSC liderando em TVL relativa e atividade diária em certos nichos, desafiando Solana e Base. Para o ecossistema brasileiro, isso significa oportunidades em bridges e wrappers locais.

Sustentabilidade e Próximos Passos

A sustentabilidade depende de retenção além do hype. Crescimento sustentado validaria BSC como hub DeFi escalável. Investidores devem monitorar métricas como TVL, usuários ativos diários (DAU) e taxa de queima de BNB. Competição com L2s Ethereum e L1s emergentes exige inovação contínua em EVM-compatibilidade e segurança.

Vale observar se o momentum persiste pós-janeiro, com potenciais catalisadores como upgrades ou parcerias. Para traders, a BSC oferece entrada acessível ao ecossistema Binance.


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CZ cartoon triunfante com bandeira BNB quebrando barreira 900 rumo a 1000, banqueiros entrando via portal ETF, simbolizando super ciclo cripto

BNB Supera US$ 900: CZ Prevê Super Ciclo e Alvo US$ 1.000

A Binance Coin (BNB) quebrou a barreira psicológica de US$ 900, atingindo US$ 907 neste fim de semana, impulsionada pelo otimismo de Changpeng Zhao (CZ), fundador da Binance. Ele sinalizou um possível super cycle cripto após a SEC remover criptomoedas de sua lista de riscos prioritários para 2026. Instituições como Wells Fargo e Morgan Stanley intensificam compras em ETFs de Bitcoin, beneficiando altcoins como BNB. Alvo técnico: US$ 1.000. Isso pode ser o início de um novo ciclo de alta?


Otimismo de CZ e Mudança Regulatória

O fundador da Binance, CZ, reacendeu o entusiasmo ao postar no X: “I could be wrong, but Super Cycle incoming”. A declaração veio após a Securities and Exchange Commission (SEC) excluir criptoativos de prioridades de risco para 2026, interpretado como sinal de menor escrutínio regulatório. Essa notícia positiva elevou o sentimento de mercado, com o complexo cripto subindo 0,55% em 24 horas, enquanto Bitcoin se mantém acima de US$ 92.000 e Ethereum acima de US$ 3.100.

Para brasileiros interessados em cripto, essa evolução regulatória nos EUA pode abrir portas para maior adoção global, fortalecendo ecossistemas como o da Binance, onde BNB é nativo. Os dados sugerem que ventos favoráveis estão soprando para ativos de qualidade como BNB, com potencial para ganhos sustentados em um cenário de bull market.

Instituições Aceleram Compras em ETFs BTC

A entrada institucional é o combustível extra. Wells Fargo adquiriu US$ 383 milhões em ações de ETFs de Bitcoin, conforme filing revelado. Morgan Stanley seguiu o fluxo ao protocolar pedido para seu próprio ETF spot de BTC na semana passada. Esses movimentos de gigantes financeiros sinalizam confiança crescente em ativos digitais como reserva de valor.

Embora focados em Bitcoin, esses influxos beneficiam o ecossistema Binance via BNB, usado em taxas reduzidas na exchange líder global. CZ destacou que, enquanto varejo vendia em pânico, instituições acumulavam. Para traders brasileiros, isso reforça a tese bullish: maior liquidez institucional tende a elevar altcoins de alto volume como BNB, preparando terreno para novas máximas. Vale monitorar volumes em plataformas como a Binance.

Análise Técnica Aponta para US$ 1.000

No gráfico de 4 horas, BNB recuperou US$ 900 com MACD em crossover bullish, linha azul acima da sinal, e histograma positivo indicando pressão compradora. RSI em 56,10 mostra força moderada, longe de sobrecompra, sugerindo espaço para alta.

Resistências chave: US$ 950 e US$ 1.000 (barreira psicológica). Suporte em US$ 850; quebra abaixo pode testar US$ 820. Em ciclos passados, BNB performou bem em fases de adoção institucional. Com fundamentos alinhados, é provável que atinja US$ 1.000 em breve, representando ganho de 10% do atual.

Calendário Macro e Próximos Passos

Semana carregada: segunda-feira traz fala do presidente FOMC; terça e quarta, CPI e PPI dos EUA; quinta, pedidos de auxílio-desemprego; sexta, balanço do Fed. Dados benignos podem impulsionar risco, beneficiando BNB.

Investidores devem posicionar acima de US$ 900, monitorando volumes e atualizações regulatórias. Essa confluência de fatores — CZ otimista, SEC amena, instituições comprando — posiciona BNB para liderança em altseason. Fique atento para oportunidades na Binance.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Personagens cartoon YZi e CEA disputando cofre BNB com pílula poison pill vermelha, representando briga por tesouraria e governança cripto

CZ-backed YZi vs CEA: Briga pelo BNB Treasury

A YZi Labs, firma de investimento apoiada pelo ex-CEO da Binance CZ, intensificou sua cruzada contra a CEA Industries (Nasdaq: BNC). Acusam o board de adotar uma ‘poison pill’ – tática corporativa clássica para envenenar takeovers hostis – e alterar bylaws para entrenchment. Tudo isso enquanto supostamente flertam com um pivot da tesouraria em BNB para rivais como SOL. Arquivaram na SEC e o circo está armado: quem vence essa novela cripto?


O Que é Essa ‘Poison Pill’ e Por Que Importa?

Imagine o board da CEA como um clube exclusivo que, ao ver um investidor ativista batendo à porta com ações na mão, ativa um mecanismo para diluir o poder dele. É exatamente isso que é a ‘poison pill’: um plano de direitos dos acionistas que torna caro ou impossível um takeover hostil, emitindo ações novas para todos menos o agressor. A YZi alega que a CEA adotou isso junto com mudanças nos bylaws, limitando ações por consentimento escrito – supostamente além do exigido por lei de Nevada.

Resultado? Acionistas comuns ficam de mãos atadas, enquanto o board se protege. YZi avisa: isso pode violar deveres fiduciários e expor diretores a processos. Ironia das ironias: uma empresa com tesouraria em BNB, símbolo de descentralização, jogando centralizado como banco tradicional.

Acusações de Manipulação e o Fantasma do Pivot para SOL

A YZi não para por aí. Em filing na SEC e post no X, detonam o CEO David Namdar por comentários em conferência de novembro de 2025, onde ele admitiu considerar Solana (SOL) para a tesouraria digital (DAT). Apesar de CEA jurar lealdade ao BNB, YZi aponta promoções de outros projetos DAT por Namdar e diretor Hans Thomas como sinal de traição.

Acionistas estariam alarmados com um possível desvio da estratégia original que atraiu capital. E o annual meeting de 2025? Atrasado além do prazo de dezembro, visto como manobra para evitar votos sobre o board. Clássico teatro corporativo: ‘Vamos engajar acionistas’, diz CEA, enquanto arma barricadas.

SEC no Meio e Riscos para o Ecossistema BNB

A SEC entra em cena via filings públicos, forçando transparência. YZi busca consent solicitation para expandir o board e eleger novos diretores fiéis ao BNB. Isso expõe vulnerabilidades em empresas públicas cripto: tesourarias voláteis como BNB ou SOL demandam governança impecável, mas brigas internas corroem confiança.

Impacto no mercado? BNB oscila com notícias de adoção corporativa, mas pivôs para SOL – que recentemente flipou BNB em market cap – podem diluir valor. Investidores cripto ganham lição: em tesourarias corporativas, whales como CZ ditam regras, mas boards entrenchados resistem. Risco real: diluição ou perda de foco estratégico em meio a volatilidade.

Quem Vence Essa Luta CZ-backed?

No ringue cripto, YZi (com CZ nos bastidores) aposta em acionistas revoltados para derrubar o board na assembleia anual – se ela acontecer sem truques. CEA defende: medidas protegem valor longo prazo. Mas céticos riem: em cripto, onde blockchains prometem imutabilidade, governança humana ainda é um circo de egos.

Leitores atentos: monitorem filings SEC e o X da YZi. Essa briga pode redefinir como empresas públicas navegam tesourarias cripto, equilibrando inovação e accountability. Quem diria que BNB, rei da eficiência, viraria palco de poison pill? Fique de olho – o próximo round promete.


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