Balança cósmica com ouro e prata elevados (+15%) contrastando monolito Bitcoin em 77K, feixes ETF impulsionando rebound

Prata Dispara 15% e Ouro Avança: Bitcoin Testa US$ 77k

Os dados mostram o Bitcoin recuando para US$ 77.100 após falhar em sustentar a recuperação de 7% das mínimas do fim de semana em US$ 74.000, enquanto a prata avança quase 15% e o ouro se aproxima de US$ 5.000 por onça com ganho de 6,5%. Influxos de US$ 562 milhões nos ETFs de Bitcoin surgem como sinal de demanda institucional em meio à incerteza macroeconômica.


Situação Atual dos Mercados

Bitcoin negociava recentemente a US$ 77.100, queda de 2% nas últimas 24 horas, após tocar US$ 79.000. Ether apresentava performance pior, caindo 4,7% para US$ 2.260. No mercado brasileiro, segundo o Cointrader Monitor, o BTC estava cotado a R$ 399.605, com variação de -3,38% em 24 horas e volume de 496 BTC.

Em contraste, metais preciosos renovam suas máximas: prata +14,9% na terça-feira e ouro próximo de US$ 5.000. No Brasil, ouro a R$ 25.898 (+3,17%) e prata R$ 446 (+2,76%), conforme cotações recentes. Ações de tech como Nvidia e Microsoft caem 3-5%, arrastando Nasdaq -1%.

Contexto Técnico do Bitcoin

Analistas destacam um CME gap massivo entre US$ 84.445 (fechamento sexta) e US$ 77.400 (abertura segunda), o maior do ciclo. Fair value gaps (FVGs) apontam resistências em US$ 79.000-81.000 e US$ 84.000-88.000. Heatmap de liquidações mostra clusters de ordens de venda em US$ 80.000 e acima de US$ 85.000.

As opções indicam preparação para uma recuperação de curto prazo, com demanda por proteção contra quedas distorcendo volatilidade para backwardation. Normalização para contango seria sinal de mínimas locais. Indicador MVRV z-score em mínimo histórico sugere valuações de liquidação forçada.

Fluxos de ETFs e Sentimento de Mercado

Spot Bitcoin ETFs registraram US$ 561,9 milhões em influxos líquidos na segunda, revertendo 4 dias de outflows. Nenhum ETF teve saída, superando todo janeiro. Instituições compram o fear com FUD em níveis mais altos desde novembro 2025, similar a rallies de alívio anteriores.

Dólar recua 0,42% para R$ 5,2375, reforçando apetite por ativos de risco, mas metais físicos dominam como portos seguros tradicionais em incerteza macro.

Níveis Chave a Monitorar

Suportes: US$ 75.000 (lows recentes), US$ 74.500 (9-meses). Resistências: US$ 80.000 (liquidity), US$ 85.000 (próximo cluster). Cruzar US$ 80.000 pode trigger squeeze de liquidações curtas. Volumes em ETFs e normalização de volatilidade opções são métricas críticas. Dados sugerem competição entre influxos institucionais e fuga para ouro/prata.


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Sol dourado parcialmente eclipsado por disco vermelho flamejante sobre oceano digital, representando queda do Bitcoin por tensões nucleares Irã-EUA

Tensão Nuclear Irã-EUA Derruba Bitcoin Abaixo de US$ 75 Mil

Como o programa nuclear do Irã está mexendo na sua carteira cripto hoje? O Bitcoin despencou abaixo de US$ 75.000, atingindo US$ 74.780 em poucas horas, com perda de cerca de 5% nas últimas 24 horas. A movimentação coincide com o pedido iraniano para mudar o formato da reunião nuclear com os Estados Unidos de multilateral para bilateral, elevando tensões no Oriente Médio e reforçando o BTC como ativo de risco sensível a instabilidades globais. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 399.854, com variação de -3,29% em 24 horas.


Queda Acentuada e Liquidações no Mercado

O Bitcoin saiu de níveis próximos a US$ 78.000 para US$ 74.780 em velas vermelhas sucessivas, conforme reportado pela CryptoPotato. Essa desvalorização gerou cerca de US$ 20 milhões em liquidações de posições derivativas, majoritariamente compradas, nas principais exchanges. Nas últimas horas, a perda foi de 1,7%, com o dólar brasileiro cotado a R$ 5,24.

O movimento se espalhou pelo mercado cripto: Ethereum caiu 2%, XRP 1,56%, Solana 1,5% e Cardano 2,6%. Investidores globais reagem à incerteza, vendendo ativos de risco em meio a sinais de aversão ao risco. Para o público brasileiro, isso equivale a uma retração de milhares de reais por unidade de BTC, destacando a correlação com eventos internacionais.

Contexto Geopolítico: De Multilateral a Bilateral

Autoridades iranianas buscam transformar a reunião planejada para esta sexta-feira em Istambul — que contaria com mediadores regionais como Egito, Qatar, Arábia Saudita e Omã — em um encontro direto com os EUA. Essa mudança no formato das negociações nucleares, segundo relatórios, pode descarrilar esforços diplomáticos e aumentar o risco de resposta militar americana, especialmente com o acúmulo de forças no Golfo sob a administração Trump.

O governo de Teerã insiste em diálogos bilaterais para discutir seu programa nuclear, enquanto Washington e aliados regionais preferem a abordagem multilateral. Tal tensão reflete disputas mais amplas por influência no Oriente Médio, com implicações para o fluxo de petróleo e estabilidade energética global, fatores que historicamente pressionam mercados financeiros.

Contraste com Ativos de Refúgio como o Ouro

Diferentemente de refúgios tradicionais, o Bitcoin se comportou como ativo de risco. Enquanto o BTC acumulava perdas de 5% em 24 horas, o ouro subiu 3,5%, alcançando cerca de R$ 25.908 por onça no mercado brasileiro. Essa divergência sinaliza um mercado cripto em fase de baixa, sensível a choques geopolíticos.

Países do Oriente Médio e investidores institucionais buscam o metal precioso em tempos de incerteza nuclear, enquanto criptoativos enfrentam saídas de capital. Para traders globais, isso reforça a necessidade de diversificação, monitorando não só gráficos, mas também decisões de governos em Washington e Teerã.

Implicações para o Mercado Cripto Global

A sensibilidade do Bitcoin a eventos nucleares ilustra sua maturidade como classe de ativo integrada aos mercados tradicionais. Decisões em capitais como Teerã e Washington moldam fluxos de capital, afetando desde exchanges no Brasil até fundos em Nova York. Investidores devem acompanhar o desenrolar das negociações, pois uma escalada poderia prolongar a pressão vendedora.

No contexto macro, com o dólar se fortalecendo ligeiramente apesar da queda geral, o cenário sugere cautela. O mercado cripto, ainda em busca de identidade entre risco e reserva de valor, reflete as dinâmicas de poder global de forma aguçada.


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Executivos cartoon americano e britânico celebrando listagem LSE com pilhas BTC e 2.6K, simbolizando adoção corporativa inspirada em MicroStrategy

Smarter Web na LSE: A MicroStrategy Britânica com 2.674 BTC

A Smarter Web Company iniciou negociações no Main Market da London Stock Exchange (LSE) nesta terça-feira (3 de fevereiro de 2026), sob o ticker SWC a 43p. Com uma tesouraria de 2.674 BTC, a empresa se posiciona como a maior detentora pública de Bitcoin no Reino Unido e a 29ª global. Esse movimento ecoa o modelo pioneiro da MicroStrategy nos EUA, cruzando o Atlântico e sinalizando a maturidade institucional do Bitcoin como ativo de reserva corporativa de longo prazo.


Detalhes da Listagem e Holdings Atuais

Fundada em 2009 como agência de web design, a Smarter Web pivotou em 2025 para uma estratégia de tesouraria em Bitcoin, alocando cerca de £221 milhões para adquirir os 2.674 BTC a um preço médio de pouco mais de US$ 111 mil por unidade. Apesar da recente correção do mercado, com Bitcoin negociado próximo a US$ 77 mil, o CEO Andrew Webley enfatiza o compromisso de longo prazo, vendo a volatilidade como característica inerente, não falha, da estratégia.

A migração da Aquis Exchange para o Main Market da LSE representa um marco, após ser a melhor ação do UK em 2025. Webley destacou na cerimônia de abertura: “Isso marca o próximo estágio na construção de uma empresa britânica alinhada ao Bitcoin como capital digital.” Os fundamentos se fortalecem com essa visibilidade institucional.

Estratégia Agressiva e Planos de Expansão

Mesmo enfrentando uma perda não realizada de cerca de US$ 98 milhões — com drawdown de 33% ante o custo médio de aquisição de US$ 111.232 —, a empresa reafirma planos de aumentar a exposição ao Bitcoin. A listagem visa captar capital institucional para baixar o custo médio e elevar o BTC por ação, ignorando ruído de curto prazo.

Webley mira entrada no FTSE 250 já no terceiro rebalance de 2026, com aspirações ao FTSE 100. Apesar da queda de 95% no market cap desde o pico acima de £1 bilhão, a gestão prioriza acumulação, aumentando holdings por ação mesmo em downturns. O mercado está construindo uma narrativa de adoção resiliente.

Contexto Global e Implicações para o Brasil

Essa jogada posiciona a Smarter Web como a “MicroStrategy do Reino Unido”, validando tesourarias de Bitcoin em bolsas tradicionais. Nos EUA, Michael Saylor pavimentou o caminho; agora, a Europa segue, com a LSE atuando como selo de aprovação para investidores institucionais. Para brasileiros, isso reforça a tese de longo prazo: fluxos corporativos superam volatilidade.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 399.904 às 18h51 de hoje, com variação de -3,12% em 24h e volume de 495 BTC nas exchanges locais. Com dólar a R$ 5,24 e libra a R$ 7,17, os £221M investidos equivalem a cerca de R$ 1,58 bilhão — um volume que impulsiona a liquidez brasileira.

O Que Isso Significa para Investidores

A listagem sinaliza que o modelo de treasury está se globalizando, atraindo capitais tradicionais para o ecossistema Bitcoin. Apesar de correções cíclicas — como halvings passados que precederam altas —, a adoção corporativa é a métrica chave. Monitore o mNAV (valor patrimonial líquido de mercado) da Smarter Web e os fluxos institucionais; eles ditam o rumo de longo prazo. O otimismo é fundamentado: o Bitcoin continua atraindo visionários.


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Personagens cartoon da Binance convertendo fundo SAFU em pilha de BTC durante dip, contrastando com tropeço da MicroStrategy em ações caindo

Binance Converte US$ 1 Bilhão do SAFU em BTC em Meio a Dip

As ações da MicroStrategy (MSTR) caíram mais de 8% nesta terça-feira (3), coincidindo com o Bitcoin atingindo mínimas anuais próximas de US$ 74.000. Em contraste, a Binance anunciou a conversão inicial de US$ 100 milhões em 1.315 BTC do seu fundo SAFU, parte de um plano para alocar US$ 1 bilhão em Bitcoin. Os dados revelam estratégias divergentes de tesouraria institucional em meio à volatilidade, onde quedas de preço geram acumulação por grandes participantes. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC cotado a R$ 399.960,49 apresenta variação de -3,22% em 24 horas.


Queda da MicroStrategy e Pressão no BTC

Os dados mostram que as ações da MicroStrategy iniciaram o dia a US$ 139,66, mas fecharam em US$ 128,87, refletindo uma correlação elevada com o preço do Bitcoin. A empresa detém 713.502 BTC, adquiridos a um custo médio de US$ 76.052 por unidade, totalizando cerca de US$ 54,26 bilhões. Com o BTC abaixo desse patamar, os prejuízos não realizados aproximam-se de US$ 1 bilhão.

Na semana anterior, a MicroStrategy adquiriu 855 BTC por US$ 75,3 milhões, a um preço médio de US$ 87.974, financiado pela emissão de ações. Apesar da retração de mais de 40% desde as máximas de final de 2025, o chairman Michael Saylor mantém a estratégia de acumulação, sem planos de venda.

Binance Acelera Conversão do Fundo SAFU

A Binance executou a primeira etapa da conversão do Secure Asset Fund for Users (SAFU), comprando 1.315 BTC por US$ 100 milhões a aproximadamente US$ 77.400 cada. O fundo, avaliado em US$ 1 bilhão e financiado por taxas de trading, será integralmente alocado em Bitcoin nos próximos 30 dias.

O endereço SAFU é 1BAuq7Vho2CEkVkUxbfU26LhwQjbCmWQkD. A exchange compromete-se a recompor o valor caso caia abaixo de US$ 800 milhões, utilizando reservas próprias. Essa alocação reduz riscos de contraparte associados a stablecoins, posicionando o BTC como ativo central do ecossistema.

Estratégias Institucionais em Contexto de Volatilidade

Os movimentos contrastam: enquanto a MicroStrategy enfrenta pressão acionária por prejuízos não realizados, a Binance demonstra confiança ao converter um fundo de emergência em BTC durante o dip. Em 2023, uma conversão similar do SAFU para BTC, ETH e BNB precedeu uma valorização de 250% no BTC em um ano. Os dados sugerem que instituições com tesouraria em cripto priorizam acumulação em níveis de suporte, como os US$ 74.000 atuais.

O dólar comercial está em R$ 5,2373 (-0,42%), impactando conversões para BRL: US$ 1 bilhão equivale a cerca de R$ 5,24 bilhões.

Níveis Técnicos e Volumes a Monitorar

Os indicadores apontam o suporte em US$ 74.747 (mínima anterior de um ano) como crítico. Volumes de 24h no BTC/BRL somam 496,34 BTC, com Binance liderando (243,29 BTC). Resistências próximas incluem a média móvel de 50 dias, estimada em torno de US$ 80.000. Traders devem observar o mNAV da MicroStrategy e o progresso da conversão SAFU da Binance para medir resiliência institucional.


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Núcleo dourado Bitcoin com 75K conectado por fios neon cyan a chips semicondutores rachados emitindo vermelho, ilustrando correlação com quedas em ações de tech

Ações de IA e Chips Derrubam Bitcoin para US$ 75 Mil

O Bitcoin caiu 5% para cerca de US$ 75.000, testando mínimas do fim de semana em US$ 74.600, à medida que um selloff em ações de tecnologia agrava as pressões sobre criptoativos. Ethereum caiu 6,5% para US$ 2.200 e Solana abaixo de US$ 100. Os dados revelam correlação direta com o Nasdaq, onde declínios em IA, software e private equity sinalizam aversão a risco. Investidores monitoram o impacto além do gráfico isolado do BTC.


Selloff Amplo em Tech Stocks

Os números mostram declínios acentuados em ações ligadas a inteligência artificial e software. Shopify, Adobe, Salesforce e Intuit recuaram entre 7% e 12% na sessão. O ETF iShares Expanded Tech-Software (IGV) perdeu 5% no dia, acumulando -14% na semana e -28% desde o pico de outubro.

Private equity também sofreu: Blackstone, Ares Capital, KKR e Apollo caíram 6%-10%. Um filing de 23 de janeiro de um fundo de dívida privada da BlackRock, prevendo corte de 19% no valor patrimonial líquido, acelerou o movimento. Desde então, o Bitcoin desceu de US$ 91.000, confirmando a ligação com liquidez sistêmica.

Ativos relacionados a cripto, como MicroStrategy, Coinbase e Galaxy Digital, espelharam as quedas, com perdas de 5%-18%.

Exemplo AMD: Receita Recorde com Volatilidade

A Advanced Micro Devices (AMD) exemplifica a pressão no setor de chips. Analistas projetam receita recorde de US$ 9,69 bilhões no Q4, com EPS de US$ 1,34 — alta de 27% no faturamento anual. O segmento data center, impulsionado por demanda de IA, deve liderar o crescimento.

No entanto, opções precificam movimento implícito de 7,2% pós-earnings, ou US$ 17,38, superior à mediana histórica de 5,3%. A ação caiu 2% pré-relatório, apesar de target médio de US$ 276 (+12%) e 70% de recomendações de compra. A razão calls/puts em 7:5 sugere otimismo cauteloso.

Correlação BTC-Nasdaq e Crypto Winter

Os dados confirmam o Bitcoin "colado" ao Nasdaq: coeficiente de correlação recente acima de 0,8. Selloffs em tech arrastam ativos de risco, independentemente de fundamentos cripto isolados. Bitwise classifica o período desde janeiro de 2025 como "crypto winter", similar a 2018/2022, com duração típica de 13 meses — próximo de possível fundo.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 400.446,83 (-3,15% em 24h, volume 498 BTC), refletindo a pressão externa.

Níveis Técnicos a Monitorar

Suporte imediato no BTC em US$ 74.600 – US$ 75.000; rompimento pode mirar US$ 70.000. Resistência em US$ 80.000 (média móvel 50 dias). No Nasdaq, vigie IGV em mínimas semanais e AMD pós-earnings. Indicadores de volume sugerem liquidez apertada; recuperação depende de estabilização em tech.

Os números apontam para cautela: volatilidade em Wall Street dita o ritmo cripto no curto prazo.


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Chave criptográfica BTC corroida por partículas quânticas vermelhas pulsantes, simbolizando ameaça de computação quântica à segurança do Bitcoin

Alerta Quântico: Venda de US$ 9 Bilhões em BTC Reacende Debate Técnico

Uma venda de mais de 80.000 BTC, equivalente a US$ 9 bilhões, facilitada pela Galaxy Digital para um investidor da era Satoshi, reacendeu o debate sobre a ameaça da computação quântica à segurança do Bitcoin. Mike Novogratz, CEO da Galaxy, chama isso de ‘desculpa’ para realização de lucros, mas alerta para a venda por detentores antigos. Sua carteira Bitcoin está pronta para a era quântica?


A Venda Bilionária e Seu Contexto

A transação, uma das maiores da história em valor nocional, foi justificada inicialmente como planejamento patrimonial. No entanto, durante a call de resultados da Galaxy, Novogratz revelou que o receio com computação quântica tem sido usado como pretexto por vendedores. Ele observa uma tendência real de ‘OGs’ — holders originais — realizando lucros, desafiando a filosofia de HODL. ‘Uma vez que começa, vira um ciclo: você vende um pouco mais, e fica difícil segurar’, disse o CEO.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 400.875,49 às 18h30 de hoje, com variação de -2,73% em 24 horas. Essa volatilidade reforça por que grandes participantes optam por liquidez em momentos de incerteza técnica.

O Que é a Ameaça Quântica ao Bitcoin?

A computação quântica ameaça a criptografia assimétrica usada no Bitcoin, especificamente o algoritmo ECDSA (Elliptic Curve Digital Signature Algorithm) para assinaturas digitais. Computadores quânticos, usando o algoritmo de Shor, podem resolver o problema do logaritmo discreto em curvas elípticas exponencialmente mais rápido que computadores clássicos. Isso permitiria derivar chaves privadas a partir de chaves públicas expostas — como em endereços reutilizados.

Por outro lado, o SHA-256, usado para hashing e Proof-of-Work, é mais resistente, pois algoritmos como Grover oferecem apenas speedup quadrático (não exponencial). Em resumo: o ECDSA é vulnerável via Shor; a fatoração quântica quebra chaves; endereços com histórico exposto ficariam comprometidos se a computação quântica chegar.

Risco Real Hoje ou FUD Tecnológico?

Novogratz minimiza: ‘Quantum será um problema grande para o mundo, mas o Bitcoin se adaptará com código quantum-resistant a tempo’. Desenvolvedores concordam: máquinas capazes de quebrar ECDSA precisam de milhões de qubits estáveis — estamos em centenas hoje, com a supremacia quântica distante por décadas. Ainda assim, instituições como Jefferies cortaram alocação em BTC por esse risco, e Coinbase o reconhece como ameaça de longo prazo.

Ethereum já prioriza segurança pós-quântica com um time dedicado. No Bitcoin, um soft fork para assinaturas como Lamport ou XMSS seria viável, mas requer consenso da rede. Métricas on-chain mostram baixa reutilização de endereços, mitigando exposição imediata.

Implicações para Holders e Próximos Passos

Para usuários comuns, o risco é teórico: use endereços novos por transação (P2WPKH ou Taproot). Baleias com UTXOs antigos devem considerar migração preventiva. A rede Bitcoin, como sistema distribuído, tem histórico de upgrades — de SegWit a Taproot. Monitorar avanços em qubits (Google, IBM) e propostas BIP para cripto pós-quântica é essencial.

Essa venda sinaliza enfraquecimento na convicção HODL entre pioneiros, mas reforça resiliência técnica: o código evolui. Investidores atentos devem priorizar fundamentos sobre narrativas de pânico.


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Pêndulo geométrico no nadir com linhas de tensão cyan e partículas vermelhas, simbolizando RSI sobrevendido do Bitcoin após liquidações massivas

Bitcoin em US$ 74 mil: RSI Sobrevendido Sinaliza Fundo ou Queda?

O Bitcoin (BTC) despencou para US$ 74.000, rompendo o suporte de 10 meses e atingindo mínima não vista desde abril de 2025, conforme relatório da Glassnode. O RSI de 14 dias entrou em território sobrevendido, nível similar ao mercado baixista de 2022. Liquidações totais superaram US$ 2,5 bilhões, com mais US$ 800 milhões nas últimas 24 horas, intensificando a capitulação. No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o BTC cotava a R$ 411.223 às 07:47 de 03/02/2026, com variação de +0,5% em 24h.


Situação Atual do Mercado

O BTC perdeu mais de US$ 15.000 em poucos dias, saindo de US$ 90.000 para US$ 74.400 na mínima local de segunda-feira, conforme dados do mercado cripto. O market cap total caiu US$ 500 bilhões desde quarta-feira, para US$ 2,65 trilhões, com dominância do BTC em 57,5%. Fatores macro como shutdown parcial do governo dos EUA, tensões Irã-EUA e nomeação hawkish de Kevin Warsh para Fed Chair contribuíram para o risco-off, afetando até commodities como ouro (-8%).

ETH recuou 8% para abaixo de US$ 2.200, XRP 5% para US$ 1,53 e DOGE 16% semanal. O Fear & Greed Index marca 14 (medo extremo), sinalizando pânico retail.

Análise Técnica: RSI e Suportes Perdidos

O RSI de 14 dias atingiu território sobrevendido profundo, não visto desde 2022, indicando exaustão de vendedores no spot e derivados. Spot CVD quebrou mínimas, com volume reativo de capitulação, sem acumulação. ETF outflows persistem, e MicroStrategy underwater reforça saída institucional. On-chain mostra realized losses dominantes e supply in profit em queda.

Rekt Capital nota fechamento abaixo da base do macro triangle, sugerindo aceleração baixista. Peter Brandt ajustou target para US$ 54.000. Níveis chave: suporte em US$ 74.000 testado; falha pode mirar US$ 66.500.

Impacto das Liquidações Massivas

US$ 2,5 bilhões em liquidações desde sábado, com US$ 800 milhões em 24h afetando 201 mil traders, segundo a CoinGlass. Longs dominam (US$ 600 mi), com maior ordem BTC-USD de US$ 15,46 mi. Baleias como a Trend Research depositaram 20 mil ETH na Binance para quitar empréstimos. Alts como ETH, SOL, XRP e DOGE sangraram mais, ampliando beta ao BTC.

Derivados mostram OI em declínio e funding rates neutros, com perpetual CVD deteriorado por pressão alavancada.

Níveis Críticos a Monitorar

Estabilização depende de exaustão de sell pressure em US$ 74.000. Acima, resistência em US$ 79.000-82.500 (base triangle). Abaixo, US$ 66.530 e US$ 54.000 em risco. Para ETH, suportes US$ 2.250-2.100; XRP US$ 1.38/1.02. Dados sugerem monitorar spot CVD, ETF flows e realized cap para sinais de demanda. Capitulação pode formar fundo, mas persistência bearish requer cautela.


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Baleias cartoon estilizadas representando Saylor e Binance emergindo de ondas turbulentas com BTC, simbolizando acumulação institucional no dip

Baleias no Comando: Saylor e Binance Compram R$ 920 Mi em BTC no Dip

Enquanto o varejo vende em pânico durante a recente queda do Bitcoin para US$ 74 mil, as baleias institucionais entram em ação. A MicroStrategy de Michael Saylor comprou 855 BTC por US$ 75 milhões (R$ 394 mi), elevando sua tesouraria para 713.502 unidades. Paralelamente, a Binance adquiriu 1.315 BTC com US$ 100 milhões do fundo SAFU, iniciando plano de conversão de US$ 1 bilhão em 30 dias. Movimentos que reforçam a resiliência do ecossistema.


MicroStrategy Amplia Reserva em Meio à Volatilidade

A MicroStrategy, maior detentora corporativa de Bitcoin, anunciou a aquisição de 855 BTC entre 26 de janeiro e 1º de fevereiro, a um preço médio de US$ 87.974. Financiada por vendas de ações via programa ATM, a compra eleva o total para 713.502 BTC, custando US$ 54,26 bilhões em média de US$ 76.052 por unidade. Isso representa 3,4% do suprimento máximo de 21 milhões de BTC.

Michael Saylor, visionário da adoção corporativa, demonstra convicção inabalável. Esses aportes sistemáticos constroem uma tese de longo prazo: Bitcoin como reserva de valor superior, mesmo em correções. O mercado está construindo bases sólidas, ignorando o ruído de curto prazo.

Binance Fortalece SAFU com Bitcoin

A Binance converteu US$ 100 milhões em stablecoins do SAFU para 1.315 BTC, divulgando endereço público (1BAuq7Vho2CEkVkUxbfU26LhwQjbCmWQkD) e TXID para transparência total. Criado em 2018 pós-hack, o fundo de US$ 1 bilhão agora diversifica para BTC, reduzindo dependência de stablecoins voláteis.

É o primeiro lote de um plano ambicioso: converter US$ 1 bilhão em BTC ao longo de 30 dias. Em um mercado com BTC oscilando de US$ 74.600 para US$ 77.700, essa estratégia sinaliza suporte massivo da maior exchange global, protegendo usuários e impulsionando confiança.

Implicações para o Mercado Brasileiro

Esses movimentos somam cerca de R$ 920 milhões em compras (US$ 175 mi a R$ 5,26/USD). Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 411.362,70 (+0,56% em 24h) reflete resiliência. Para brasileiros, tesourarias como a da MicroStrategy e o SAFU exemplificam como gigantes navegam ciclos, comprando o que o varejo descarta.

A adoção institucional acelera: fluxos de ETFs, halvings e acumulação por corporações fortalecem fundamentos. Volatilidade é oportunidade para quem entende o ciclo — o varejo aprende com baleias que constroem patrimônio duradouro.

O Que Esperar nos Próximos Dias

Monitorar o progresso do SAFU e próximos aportes da MicroStrategy. Com dólar a R$ 5,26, esses US$ em BTC equivalem a volumes expressivos no Brasil. O ecossistema cripto ganha maturidade, com players como Binance e Saylor liderando a narrativa de valorização sustentável.

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Personagens cartoon políticos anunciando nomeação ao Fed enquanto Bitcoin com olhos chocados despenca em seta -10%, ilustrando impacto de Trump e Warsh

Efeito Warsh: Indicação de Trump ao Fed Derruba Bitcoin

A nomeação de Kevin Warsh por Donald Trump para presidir o Federal Reserve marcou o fim da ‘lua de mel’ entre as criptomoedas e as promessas eleitorais pró-mercado do presidente americano. O Bitcoin despencou mais de 10%, atingindo US$ 75 mil no fim de semana, enquanto Ethereum, XRP e Solana registraram quedas de até 20%. Essa reação reflete temores de uma política monetária mais restritiva nos EUA, com impacto imediato nos mercados globais de risco. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC opera a R$ 411.235 nesta terça-feira.


Quem é Kevin Warsh e Por Que Ele Assusta o Mercado?

Kevin Warsh, ex-diretor do Fed durante a crise de 2008, é conhecido por seu histórico restritivo, defendendo taxas de juros mais altas para combater a inflação. Sua indicação, revelada na quinta-feira, sinaliza para investidores uma possível continuidade ou endurecimento da política monetária restritiva, mesmo após anos de estímulos que impulsionaram ativos de risco como o Bitcoin.

Em um contexto global, decisões do Fed reverberam além das fronteiras americanas. Países emergentes como o Brasil sentem o impacto via fluxo de capitais: juros altos nos EUA atraem dólares de volta, enfraquecendo o real, mas pressionando commodities e criptoativos correlacionados. A reação imediata incluiu uma cascata de liquidações de posições alavancadas, totalizando US$ 2,5 bilhões no fim de semana.

Analistas internacionais destacam que Warsh, ao contrário de Jerome Powell, pode priorizar estabilidade financeira sobre crescimento acelerado, alterando o cenário macroeconômico que beneficiou o bull market cripto desde 2024.

Queda Generalizada: BTC, ETH, XRP e Solana em Foco

O Bitcoin liderou as perdas, caindo de US$ 84 mil para uma mínima de US$ 75.500, agora em torno de US$ 78.200 (variação -0,68% em 24h). Ethereum despencou 17% em um momento, com US$ 1,15 bilhão em posições liquidadas, negociado abaixo de R$ 12 mil. XRP e Solana, altcoins sensíveis a fluxos de risco, recuaram 4-11%, com SOL testando R$ 540 e XRP em R$ 8,40.

A correlação com ações americanas ficou evidente, com o S&P 500 também em baixa. O Índice de Medo e Ganância cripto mergulhou para 16, o menor de 2026, sinalizando pânico generalizado. Instituições como MicroStrategy viram suas tesourarias em Bitcoin ficarem underwater temporariamente.

No Brasil, o dólar a R$ 5,26 agrava a percepção de perdas em reais para holders locais.

Contexto Geopolítico e Implicações Globais

Além de Warsh, um shutdown parcial do governo americano e relatos de explosão no porto iraniano de Bandar Abbas (20% do petróleo marítimo mundial) adicionaram incerteza. A queda em metais preciosos como ouro e prata ampliou o sell-off cross-asset, reforçando a visão do Bitcoin como ativo de risco.

Do ponto de vista geopolítico, a indicação reflete tensões entre a agenda deregulatória de Trump e a necessidade de controle inflacionário. Para a América Latina, isso pode significar menor apetite por emergentes, afetando fluxos para cripto como hedge contra inflação local. Autoridades em Bruxelas e Pequim observam, pois políticas do Fed influenciam CBDCs e regulações globais.

Investidores devem monitorar a confirmação de Warsh no Senado e dados de emprego nos EUA, que podem ditar o tom para o Q1 2026.

Próximos Passos para Investidores Globais

Com o mercado em território de extreme fear, oportunidades de compra surgem em níveis oversold, mas o risco de teste em US$ 74 mil para BTC persiste. Estratégias de diversificação, incluindo stablecoins, ganham relevância em cenários de volatilidade macro.

Para brasileiros, o foco está na resiliência do real e na cotação local do Bitcoin, que segundo o Cointrader Monitor pode oscilar com volumes de R$ 334 bilhões em BTC em 24h. Vale acompanhar integrações como Polymarket no Solana, sinalizando inovação apesar da pressão.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Fortaleza digital cyan vazando ouro líquido pelas rachaduras em ambiente cyberpunk, simbolizando saída de US$73 bi institucionais do mercado cripto

Fuga Institucional: US$ 73 Bilhões Saem do Mercado Cripto

Os ativos digitais perderam US$ 73 bilhões em AUM desde os picos de outubro de 2025, segundo relatório semanal da CoinShares. Na última semana, saques atingiram US$ 1,7 bilhão, revertendo ganhos do ano e deixando fluxos acumulados de 2026 em território negativo com US$ 1 bilhão líquido em saques. O mercado ignora esses sinais, mas a história mostra que quando o dinheiro institucional sai, a correção se aprofunda. Bitcoin lidera as retiradas com US$ 1,32 bilhão, seguido por Ethereum e altcoins.


Saques Massivos por Ativo

Bitcoin sofreu o maior impacto, com saques de US$ 1,32 bilhão em produtos dedicados, representando a maior retirada semanal recente. Ethereum registrou US$ 308 milhões em saques, enquanto XRP e Solana viram US$ 43,7 milhões e US$ 31,7 milhões saindo, respectivamente. Até Sui e Litecoin tiveram drenagem modesta de US$ 1,2 milhão e US$ 0,2 milhão.

Curiosamente, fundos short em Bitcoin atraíram US$ 14,5 milhões em influxos, elevando seu AUM YTD em 8,1%. Produtos de múltiplos ativos perderam US$ 13,5 milhões, mas euforia em metais tokenizados trouxe US$ 15,5 milhões em influxos. Esses números consolidam os US$ 2,8 bilhões mencionados em post recente, pintando um quadro de deserção ampla.

O Bitcoin opera em torno de US$ 74.500 recentemente, abaixo do suporte de US$ 80.000, com liquidações de US$ 2,5 bilhões em posições compradas alavancadas agravando a pressão.

Pressões Macro e Vendas de Baleias

A CoinShares atribui a fuga a um Federal Reserve mais hawkish, com Jerome Powell sinalizando juros firmes, e vendas contínuas de grandes detentores alinhadas ao ciclo de quatro anos. Riscos geopolíticos elevados completam o trio de catalisadores, erodindo a confiança após meses de euforia pós-eleições.

Nos EUA, epicentro dos ETFs, saídas somaram US$ 1,65 bilhão na semana, com Canadá e Suécia contribuindo US$ 37,3 milhões e US$ 18,9 milhões. Europa mista: Suíça e Alemanha viram influxos de US$ 11 milhões e US$ 4,3 milhões, mas o saldo global é de retração.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 412.123 (+0,55% em 24h) reflete essa cautela, com volume de 332 BTC negociados no Brasil.

Demanda por Hedge e ETFs em Xeque

Fundos short em Bitcoin crescem como refúgio, sinalizando que investidores se posicionam para mais quedas. ETFs spot Bitcoin nos EUA gerenciam US$ 113 bilhões, mas com preço médio de aquisição em US$ 87.830, posições estão em prejuízo após queda de 40% desde picos. Saques de US$ 2,8 bilhões nas últimas duas semanas aceleram a sangria.

QCP Capital destaca US$ 74.500 como suporte crítico, alinhado a lows do ciclo 2025. Opções mostram demanda maior por proteção contra quedas que por altas, mas não extrema como em crises passadas. Quebra abaixo de US$ 74.000 pode testar zonas de 2024; acima de US$ 80.000 aliviaria pressão.

A história de 2018 e 2022 repete: topos exuberantes precedem capitulação institucional, com AUM caindo 70-80% em bears profundos.

Lições Históricas e Vigilância

O mercado está ignorando a fuga do “dinheiro grosso”, focando em narrativas de adoção. Mas ciclos mostram que saques institucionais marcam transições para fases de consolidação prolongada ou bears. Em 2022, similar drenagem levou Bitcoin a -75% do topo.

Vale monitorar acumulação institucional, comunicações do Fed e riscos geopolíticos. Para brasileiros, com dólar a R$ 5,27, a erosão em dólares amplifica perdas em reais. Cuidado com o viés de confirmação em meio a ruído social de alta.

Sobreviver ao ciclo exige preservação de capital sobre ganhos especulativos.


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Pilar dourado ascendendo rompendo barreira translúcida, impulsionado por fluxos de energia ETFs e PMI, simbolizando recuperação do Bitcoin a US$78 mil

Bitcoin Recupera para US$ 78 mil com PMI Forte e Inflows de ETFs

O PMI industrial dos EUA surpreendeu com leitura de 52.6 em janeiro, sinalizando expansão pela primeira vez em mais de um ano e acima da expectativa de 48.5. Simultaneamente, os ETFs de Bitcoin registraram inflows de US$ 561 milhões, revertendo cinco dias de saídas. Esses dados coincidem com a recuperação do BTC para cerca de US$ 78.400, alta de 4% em 24 horas após queda semanal de 12%.


PMI ISM Revela Expansão no Setor Manufatureiro

Os dados do Institute for Supply Management (ISM) mostram o PMI Manufacturing subindo para 52.6, território de expansão acima de 50. Novos pedidos avançaram para 57.1, produção aumentou e backlog de pedidos virou positivo. Emprego ainda abaixo de 50 indica que contratações não acompanharam plenamente, mas o conjunto aponta confiança empresarial e demanda pós-férias.

Como indicador antecedente, o PMI acima de 50 historicamente correlaciona com maior apetite por risco. Ativos como Bitcoin tendem a se beneficiar em ambientes de crescimento econômico, com melhora nas perspectivas de lucros corporativos e redução de hedges defensivos. A leitura, divulgada em 2 de fevereiro de 2026, ocorreu em meio à estabilização do BTC após sell-off que levou preços a US$ 75.000 no fim de semana.

Fluxos de ETFs Revertem Tendência Negativa

Após cinco dias de outflows, spot Bitcoin ETFs captaram US$ 561 milhões. Fidelity FBTC liderou com US$ 153,35 milhões, seguido por BlackRock IBIT com US$ 141,99 milhões. Essa reversão coincide com a alta intradiária do BTC, que ganhou 4% em 24 horas para acima de US$ 78.000.

A entrada institucional contrasta com o recente risco-off global, marcado por quedas em ações, ouro e prata. Empresas como MicroStrategy (MSTR) acumularam 855 BTC por US$ 75 milhões, sinalizando confiança em níveis baixos. No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 412.680,73 às 07:29 de 3 de fevereiro, com variação de +0,85% em 24 horas e volume de 335,1 BTC.

Contexto Técnico e Níveis Críticos

O gráfico diário do BTC mostra RSI em território de sobrevenda após dias de vendas intensas. Suporte imediato em US$ 72.000, com risco de teste em US$ 68.000-60.000 se quebrado. Resistências em US$ 79.000 e US$ 81.000, com gap não preenchido no CME em US$ 84.000 limitando upside imediato.

No mercado de futuros, funding rates negativos por três dias sugerem sinal de compra, conforme análises on-chain. Volume total caiu 27% para US$ 75,27 bilhões, e open interest subiu levemente para US$ 51,47 bilhões, indicando estabilização. Ethereum avançou 5%, mas seus ETFs mantiveram outflows.

Níveis a Monitorar no Curto Prazo

Os dados macro e fluxos de ETF posicionam o Bitcoin em encruzilhada. Expansão no PMI pode sustentar momentum se confirmada por indicadores subsequentes, mas incertezas como nomeação de Kevin Warsh para Fed Chair e condições financeiras apertadas demandam cautela. Traders observam US$ 78.000 como pivô: acima abre caminho para US$ 81.000; abaixo, reforça viés de baixa semanal.

Volume 24h no Brasil reflete recuperação moderada, com exchanges como Binance liderando negociações.


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Cliente cartoon surpreso acessando ícones BTC, ETH e SOL via app bancário, com cofre digital recebendo fluxo, simbolizando adoção cripto pelo ING na Alemanha

ING Libera Compra de BTC e Cripto Direto na Conta Bancária Alemã

O banco ING Deutschland, maior banco de varejo da Alemanha com mais de 9 milhões de clientes, agora permite a compra direta de produtos cripto como ETNs de Bitcoin, Ethereum e Solana pelo app da conta bancária. Sem necessidade de carteiras digitais ou chaves privadas, os alemães acessam esses ativos via Direct Depot, com o mesmo tratamento fiscal favorável do Bitcoin físico: isenção de impostos sobre ganhos após um ano de posse. Isso representa um passo prático na integração entre bancos tradicionais e cripto.


Como Funciona o Novo Serviço do ING

No Direct Depot da ING, plataforma para ações, ETFs e fundos, clientes compram ETNs emitidos por gigantes como 21Shares, Bitwise e VanEck. Esses produtos são lastreados fisicamente pelas criptomoedas e negociados em bolsas reguladas, replicando fielmente a valorização dos ativos.

É simples: basta o saldo na conta bancária para investir, sem transferências para exchanges ou gerenciamento de wallets. Para o investidor comum, isso elimina barreiras técnicas. Segundo o CEO da VanEck Europe, Martijn Rozemuller, é um “acesso de baixo limiar” que leva cripto para onde as pessoas já investem diariamente.

Atualmente, o Bitcoin está cotado a cerca de US$ 78.400 (R$ 412.300, segundo o Cointrader Monitor), Ethereum a US$ 2.290 e Solana a US$ 103. Imagine alocar parte do salário mensal direto do banco.

Vantagens Fiscais e Praticidade para Alemães

O grande gancho é o tratamento tributário: na Alemanha, ganhos com esses ETNs seguem a mesma regra do Bitcoin direto. Se você mantiver por mais de um ano, os lucros são isentos de imposto de ganho de capital. Isso incentiva o hold de longo prazo, ideal para quem vê cripto como reserva de valor.

Para o cidadão médio, é como adicionar cripto à carteira de investimentos sem complicações. Sem apps extras, sem seed phrases para anotar em papel. A ING alerta para riscos como volatilidade e possível falência do emissor, mas a conveniência pesa para quem evita burocracia.

No Brasil, onde bancos ainda hesitam com cripto, isso mostra um modelo viável. Equivale a poder comprar Bitcoin pelo app do Nubank ou Itaú, sem IOF extra em remessas.

Impacto na Adoção e Lições para o Brasil

A Alemanha já tem 9% de adoção retail em cripto (2025), atrás só dos EUA (12%). Com o ING, essa fatia deve crescer, provando que o mercado amadurece além das exchanges. Bancos como ING integram cripto ao dia a dia, reduzindo o “medo do desconhecido”.

Para brasileiros com família na Europa ou pensando em diversificar, é um sinal positivo. Enviar remessas via stablecoins ainda é comum aqui, mas imagine receber euros e converter direto em BTC via banco alemão. Taxas menores e segurança regulada.

O que fazer? Monitore tendências globais, pois bancos brasileiros podem seguir. Comece pequeno em plataformas acessíveis, sempre com pesquisa própria. Isso é o que acontece quando a conta bancária encontra a carteira cripto: inclusão financeira real.


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Monolito dourado do Bitcoin descendo abismo digital com marcos 56K e 50K vermelhos, simbolizando previsão de correção profunda

Bitcoin Ruma a US$ 56 Mil? Galaxy e Bloomberg Veem Queda Profunda

A análise da Galaxy Digital liderada por Alex Thorn avisa que o Bitcoin pode cair até US$ 56 mil, seu preço realizado atual, pois catalisadores para alta permanecem difíceis de encontrar. Paralelamente, Mike McGlone, estrategista sênior da Bloomberg Intelligence, considera uma correção de 50% para US$ 50 mil “razoável”. A recente queda para US$ 74 mil pode ser só o início, em um cenário sem narrativas favoráveis.


Falta de Catalisadores Preocupa Galaxy Digital

A história mostra que mercados sem drivers claros tendem a revisitar níveis de suporte históricos. Alex Thorn, da Galaxy, destaca em nota recente que o Bitcoin perdeu o suporte da média móvel de 50 semanas em novembro e agora mira o gap de suprimento em US$ 70 mil, podendo testar o preço realizado de US$ 56 mil. “Narrativas estão trabalhando contra o Bitcoin”, afirma, pois o ativo não acompanha ouro e prata no hedge contra debasement monetário.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 412.674 nesta terça-feira (3), com alta de 0,83% nas últimas 24 horas, mas ainda 39% abaixo do pico de US$ 126 mil. Thorn nota pouca acumulação por grandes compradores e detentores de longo prazo (LTH), sinalizando que investidores aguardam preços mais baixos.

Bloomberg Vê Correção de 50% como Razoável

Mike McGlone reforça o ceticismo ao chamar posições compradas em ativos de risco de “imprudentes”. Para ele, Bitcoin perto de US$ 100 mil e prata acima de US$ 100 são oportunidades de vendido. Seu alvo: reversão para US$ 50 mil no BTC, impulsionada por “beta backup” — reação amplificada à volatilidade das ações — e imprevisibilidade política de Donald Trump.

O mercado está ignorando esses riscos macro. McGlone cita rebote na volatilidade acionária (VIX) e mudanças abruptas na Casa Branca como fatores que afastam capital institucional de voláteis como cripto. A prata, similarmente, mira US$ 50, destacando correlação em correções históricas.

Suportes Técnicos e Lições dos Ciclos Passados

Thorn aponta que mercados de baixa anteriores viram o Bitcoin negociar abaixo do preço realizado, encontrando suporte ali ou na média móvel de 200 semanas, hoje em US$ 58 mil. Ciclos de 2018 e 2022 repetiram o padrão: topos eufóricos seguidos de retrações de 70-80%. “Esses níveis marcaram fundos de ciclo”, observa, servindo como entradas para investidores de longo prazo.

Vendas de LTH diminuíram, sinalizando proximidade de fundo, mas resistência persiste se esperarem preços mais altos. Cuidado com exuberância: a atual drawdown de 39% ecoa padrões onde falta liquidez global sustenta altas artificiais.

Implicações Macro e Próximos Passos

O projeto de lei de estrutura de mercado no Senado americano, aguardado como catalisador, perde força sem apoio bipartidário. Thorn duvida de impacto significativo no BTC, beneficiando mais altcoins. Fatores macro como juros altos e liquidez escassa pesam, similar a crises passadas como dot-com.

Investidores devem monitorar realized profits de LTH, médias móveis e volatilidade global. Proteger capital em mercados de baixa é prioridade — sobreviver ao ciclo importa mais que capturar picos. Cenários de US$ 50-56 mil não são alarmismo, mas realismo baseado em dados.


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Balança desequilibrada com ouro e yuan cartoon superando Bitcoin rachado com -14%, simbolizando falha como porto seguro em tensões geopolíticas

Ouro Digital vs. Yuan Global: BTC Falha como Porto Seguro

Os dados mostram uma inversão histórica da volatilidade em meio à crise geopolítica EUA-China: enquanto ações de minerais raros sobem com o Project Vault de Trump, o Bitcoin registrou queda de 14% para US$ 75.000, menor nível desde abril de 2025. Paralelamente, Xi Jinping defende o yuan global, reacendendo o debate sobre o BTC como ‘ouro digital’. Ouro avança 3,06% hoje para US$ 4.917, contrastando com -0,32% do BTC. Para brasileiros, isso importa: cotação atual em R$ 412.475 segundo o Cointrader Monitor, com +0,61% em 24h.


Project Vault e Tensões por Minerais Críticos

O Project Vault, plano de Trump para estoque de minerais críticos avaliado em US$ 10 bilhões em empréstimos e US$ 1,67 bilhão privado, impulsionou ações como MP Materials (+4%), USA Rare Earth (+7%) e Critical Metals Corp (+8%). China controla 60% da mineração e 90% do processamento global de terras raras, essenciais para EVs, defesa e tech. Restrições chinesas de 2025 elevaram urgência ocidental, beneficiando metais como ouro (XAU-USD), que subiu de US$ 4.747 para US$ 4.943 em 24h.

Nos últimos 30 dias, ouro variou com picos de +6,64% e quedas de -10,05%, mas média móvel de 200 dias em US$ 4.600 oferece suporte sólido. Dados da AwesomeAPI confirmam alta de 3,06% hoje, enquanto BTC oscila abaixo de US$ 78.500.

Xi Jinping e o Avanço do Yuan Global

A defesa de Xi pelo yuan global ocorre com o BTC testando suporte em US$ 74.500 após perda da média de 200 dias (US$ 78.200). Yuan representa 4,7% dos pagamentos globais (SWIFT 2025), crescendo via Nova Rota da Seda. RSI diário do BTC em 38 indica sobrevenda, MACD negativo mas com divergência positiva. ETFs spot saíram US$ 278 milhões em janeiro, revertendo influxos de novembro.

Histórico de fevereiro sugere +14,3% médio para BTC (de US$ 88.321 para ~US$ 101.000), mas curto prazo pressionado por inflação de serviços nos EUA, cortando expectativas de Fed para 52 bps em 2026.

Volatilidade Comparada: BTC vs Ouro e Yuan

Análise dos últimos 7 dias: BTC variações de -6,54% a +2,30% (bid médio US$ 82.000); ouro de -10,05% a +6,64% (bid médio US$ 4.900), mas com menor correlação a risco. Yuan (CNY-USD) +0,08% estável em 0,14395. Desvio padrão aproximado de retornos diários: BTC ~3,5%; ouro ~4,2%, mas ouro ganha em crises (stockpile EUA). Narrativa de hedge falhou: BTC -14% vs ouro +3% na janela geopolítica.

Níveis a monitorar: BTC resistência US$ 80.000/84.600; suporte US$ 74.500. Ouro próximo ATH US$ 4.950.

Implicações para Investidores Brasileiros

Em BRL, BTC em R$ 412.475 reflete volume 24h de 333 BTC nas exchanges locais. Mundo multipolar favorece ativos descentralizados no longo prazo, mas curto prazo exige cautela com fluxos institucionais e macro. Dados sugerem monitorar suporte BTC e estoques EUA para sinais de reversão.


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Titão cartoon de mineradora russa tropeçando em plataforma gelada sob correntes de sanções, simbolizando falência da BitRiver e impacto no hashrate global

BitRiver: Maior Mineradora Russa de BTC Enfrenta Falência

A BitRiver, maior operadora de mineração de Bitcoin da Rússia, enfrenta processo de insolvência iniciado por um tribunal de arbitragem após credores reclamarem dívidas não pagas em serviços, contratos de energia e operações de data centers. Com contas bancárias congeladas e fornecedores de eletricidade suspendendo entregas, a produção de mineração despenca. O fundador Igor Runets está em prisão domiciliar por acusações fiscais, agravando a crise em um contexto de sanções americanas que pressionam o setor. Este colapso ameaça o equilíbrio global do hashrate Bitcoin.


Detalhes da Insolvência e Crise Operacional

O tribunal russo aprovou o início formal de procedimentos de falência após credores demonstrarem atrasos repetidos em pagamentos, totalizando mais de US$ 9 milhões em dívidas relacionadas principalmente a energia elétrica. Segundo autoridades judiciais citadas pelo jornal Kommersant, um administrador temporário foi nomeado para avaliar ativos, passivos e opções de reestruturação. Contas bancárias da BitRiver foram restringidas para preservar recursos durante o processo.

A interrupção no fornecimento de energia é crítica: vários data centers pararam completamente, enquanto outros operam em capacidade reduzida. Isso afeta tanto clientes de hosting quanto a mineração interna da empresa. Gerentes sêniores deixaram a companhia em meio ao estresse financeiro, complicando a gestão diária. A BitRiver, que explodiu durante períodos de energia barata na Sibéria, agora luta para manter operações em escala.

Contexto Geopolítico: Sanções e Pressões Externas

O declínio da BitRiver reflete tensões macro-geopolíticas. Sanções impostas pelos Estados Unidos e aliados após a invasão da Ucrânia em 2022 restringiram o acesso russo a hardware de mineração avançado e componentes eletrônicos essenciais. Governos ocidentais visaram exportações de chips e semicondutores, forçando mineradores russos a recorrerem a mercados paralelos ou equipamentos obsoletos, elevando custos operacionais.

A prisão domiciliar de Igor Runets por evasão fiscal coincide com escrutínio crescente sobre o financiamento de mineração na Rússia. Autoridades locais investigam fluxos de capital, enquanto o governo russo equilibra promoção de cripto para exportações com controles internos. Essa dualidade expõe vulnerabilidades: a mineração, outrora pilar de soberania energética russa, torna-se vetor de instabilidade sob pressão internacional.

Implicações para o Hashrate Global do Bitcoin

Como um dos maiores participantes fora dos EUA, a BitRiver contribui significativamente para a descentralização do hashrate Bitcoin. Sua potencial falência pode redistribuir poder de computação para jurisdições como EUA, Cazaquistão e América Latina, incluindo o Brasil, onde energia hidrelétrica atrai investidores. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 411.928,50 nesta terça-feira (03/02), com variação positiva de 0,57% em 24h.

Negociações para mudança de propriedade estão em curso, focando em quitação de dívidas e continuidade de facilities chave. No entanto, qualquer venda de reservas de Bitcoin exigiria aprovação judicial. Investidores globais monitoram se isso acelerará a concentração de hashrate em mãos ocidentais, alterando dinâmicas de segurança da rede.

Perspectivas e Tendências Globais

O caso BitRiver sinaliza desafios para mineração em economias sancionadas. Países como Rússia e Irã, que abrigam cerca de 10-15% do hashrate global, enfrentam restrições crescentes, enquanto nações amigáveis à cripto ganham terreno. Para brasileiros, isso reforça atrativos locais: energia renovável abundante e ausência de sanções posicionam o Brasil como hub emergente.

O processo de insolvência prossegue sob supervisão legal, com foco em recuperação de credores. Sem resolução rápida, o colapso pode redefinir mapas de mineração mundial, destacando como geopolítica molda o ecossistema Bitcoin.


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Estrutura open-source central conectando rede isométrica de rigs de mineração Bitcoin com feixes cyan, simbolizando descentralização do MiningOS da Tether

Tether Lança MiningOS Open-Source para Mineração de Bitcoin

A Tether anunciou o lançamento do MiningOS, um sistema operacional modular e de código aberto para operações de mineração de Bitcoin. Projetado para setups domésticos até instalações industriais multi-sítio, o software usa arquitetura peer-to-peer (P2P) autônoma, eliminando dependência de serviços centralizados e vendor lock-in. Isso democratiza ferramentas de nível enterprise, fortalecendo a soberania tecnológica dos mineiros independentes. Lançado sob licença Apache 2.0, o MiningOS reflete o compromisso da Tether com a infraestrutura descentralizada do Bitcoin.


O Que É o MiningOS

O MiningOS (MOS) é uma pilha de software self-hosted, construída para gerenciar infraestrutura de mineração de Bitcoin de forma escalável. Diferente de soluções proprietárias como Hive OS ou Foreman, que cobram taxas recorrentes e impõem limitações, o MOS oferece transparência total. Ele suporta uma ampla gama de hardware de mineração, desde rigs caseiros até milhares de ASICs em data centers distribuídos geograficamente.

Segundo o CEO Paolo Ardoino, trata-se de uma plataforma operacional completa, com rede P2P criptografada que permite comunicação direta entre dispositivos. Isso elimina a necessidade de servidores centrais, reduzindo pontos únicos de falha e melhorando a privacidade operacional. A liberação ocorreu durante o Plan ₿ Forum em San Salvador, alinhando-se a iniciativas semelhantes de empresas como Block, de Jack Dorsey.

Como Funciona Tecnicamente

O funcionamento do MiningOS baseia-se em protocolos Holepunch para a camada de rede P2P, garantindo conectividade segura e sem intermediários. Os operadores acessam um dashboard unificado para monitorar desempenho de hardware, consumo energético, sistemas de refrigeração e métricas de pool. Sua modularidade permite customizações: componentes independentes se integram via bus compartilhado, facilitando extensões.

Executado em dispositivos leves, o MOS é hardware-agnóstico e roda localmente, sem dependências externas. Futuramente, um Mining SDK permitirá que desenvolvedores criem ferramentas personalizadas, com input da comunidade open-source. Essa arquitetura distribuída opera como um banco de dados replicado, onde cada nó valida e sincroniza dados em tempo real, promovendo resiliência em cenários de alta volatilidade na rede Bitcoin.

Por Que Importa para a Descentralização

A relevância técnica reside na redução de barreiras para mineiros pequenos. Gigantes industriais dominam com softwares proprietários otimizados, mas o MiningOS nivela o campo, permitindo que operadores independentes acessem as mesmas capacidades sem custos proibitivos. Isso fortalece a descentralização da mineração Bitcoin, essencial para a segurança da rede, evitando concentração de hashrate.

No contexto atual, com Bitcoin cotado a cerca de R$ 412.023 segundo o Cointrader Monitor (variação +0,52% em 24h), eficiência operacional é crucial. Mineiros domésticos ganham soberania tecnológica, configurando pools próprios e otimizando energia renovável sem lock-in.

Estratégia da Tether Além da Stablecoin

A Tether expande seu papel no ecossistema Bitcoin, detendo cerca de 96.185 BTC (US$ 8 bilhões). O MiningOS integra uma visão mais ampla: suporte à infraestrutura descentralizada, priorizando eficiência e energia sustentável. Apesar de ajustes em operações próprias devido a custos energéticos em 2025, o foco agora é software, fomentando adoção coletiva.

Essa iniciativa promove padrões abertos na mineração, potencializando cooperação setorial. Para o leitor, significa ferramentas gratuitas e verificáveis, avaliáveis pelo código no GitHub, alinhando-se ao mantra ‘código é lei’.


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Executivo cartoon da elite Bitcoin negando laços enquanto documentos DOJ revelam conexões sombrias, ilustrando controvérsia Epstein-Back

Conexão Epstein: Adam Back Nega Laços Revelados pelo DOJ

Os novos arquivos do Departamento de Justiça dos EUA (DOJ) revelam contatos entre Adam Back, CEO da Blockstream e figura pioneira do Bitcoin, e o financista condenado Jeffrey Epstein em 2014. Back quebrou o silêncio para negar qualquer laço financeiro direto ou indireto com Epstein, afirmando que interações foram breves e limitadas a uma rodada de seed da empresa. Investigações apontam para transparência sobre a origem dos fundos que financiaram a infraestrutura inicial do Bitcoin.


Detalhes dos Documentos do DOJ

Os documentos liberados em 30 de janeiro de 2026, sob a Epstein Files Transparency Act, incluem e-mails de 2014 trocados pelo cofundador da Blockstream, Austin Hill, com Joi Ito, então diretor do MIT Media Lab, e Epstein. Neles, discute-se a rodada de seed oversubscribed da empresa. Há também menções a reservas de viagem para St. Thomas, ilha próxima ao complexo privado de Epstein.

Epstein foi apresentado como limited partner no fundo de investimentos de Ito. Esse fundo adquiriu uma pequena participação minoritária na Blockstream, mas divestiu meses depois, citando conflitos de interesse. Evidências apontam que a Blockstream nunca recebeu capital diretamente de Epstein ou de sua rede. Ainda assim, o contato ocorreu após a condenação de Epstein em 2008 por crimes sexuais, levantando questionamentos sobre due diligence em investidores iniciais.

Resposta Oficial de Adam Back

Em esclarecimento público, Back afirmou que os contatos foram pontuais, durante o roadshow de investidores em 2014, e cessaram logo após. “Blockstream não tem relação financeira histórica ou atual com Epstein”, declarou. A empresa enfatiza que nenhum executivo visitou a ilha de Epstein e que não há alegações formais contra a Blockstream nos arquivos.

O economista Henrik Zeberg, do Swissblock, criticou publicamente: quem visitou a ilha após 2008 tem “bússola moral quebrada”. Embora Back negue visitas, a proximidade geográfica das viagens mencionadas alimenta especulações. A negação visa restaurar confiança, mas o silêncio prévio sobre o tema expõe vulnerabilidades na narrativa oficial da elite cripto.

Epstein e a Elite do Bitcoin

Os arquivos também expõem interesses de Epstein em criptomoedas. Há registros de discussões sobre Bitcoin com Brock Pierce (cofundador Tether), Larry Summers (ex-Secretário do Tesouro) e Peter Thiel (PayPal). Pierce defendia investimentos, enquanto Summers temia danos à reputação pela volatilidade. Epstein criticava projetos como Ripple e Stellar, propondo suas próprias moedas digitais.

Essas conexões revelam como fundos questionáveis circularam na nascente indústria cripto. Blockstream, criadora de soluções como Liquid Network, foi pivotal na escalabilidade do Bitcoin. A transparência sobre funding inicial é crucial: investidores merecem saber se origens obscuras financiaram inovações que hoje sustentam o ecossistema.

Red Flags e Proteção ao Investidor

Investigações revelam red flags: apresentação de Epstein por Ito, divestimento rápido e menções a viagens sensíveis. Embora sem provas de irregularidades financeiras na Blockstream, o episódio destaca riscos de associações com figuras controversas. Para se proteger, realize due diligence rigorosa em founders e investidores:

  1. verifique históricos judiciais,
  2. rastreie fontes de funding via on-chain,
  3. evite projetos com narrativas opacas.

O mercado cripto evoluiu, mas lições do passado persistem. Monitore atualizações dos arquivos DOJ e exija accountability da elite Bitcoin. Transparência constrói confiança duradoura.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Barreira de suporte 74K rachando sob avalanche vermelha de liquidações, simbolizando perda de US$ 290 bi no 10º maior crash cripto

Sangria Cripto: US$ 290 Bi Evaporam no 10º Maior Crash

Um selloff de fim de semana em condições de baixa liquidez apagou US$ 290 bilhões da capitalização total do mercado cripto, marcando o 10º maior crash histórico. O Bitcoin despencou para US$ 74.674, o menor nível desde abril-junho de 2025, enquanto o Ether tocou US$ 2.164. Liquidações superaram US$ 800 milhões em 24 horas, majoritariamente posições compradas alavancadas, em um mercado thin típico de finais de semana que amplificou a cascata de vendas.


Magnitude das Liquidações e Perdas

Os dados mostram que o interesse aberto (OI) agregado em futuros caiu para US$ 108,94 bilhões, o menor desde abril de 2025, após pico de US$ 223 bilhões em outubro. Em 24 horas, mais de US$ 800 milhões em posições alavancadas foram liquidadas, com foco em posições compradas de Bitcoin e Ether. No total desde quinta-feira, as liquidações ultrapassaram US$ 5,42 bilhões, o maior volume desde março de 2020.

Altcoins sofreram mais: DASH perdeu 25% na semana, enquanto OP, SUI e XTZ caíram acima de 20%. Ether sozinho viu US$ 300 milhões em liquidações. Uma exceção foi HYPE, que subiu 40% na semana, impulsionado por volumes em metais preciosos.

Mercado Thin Acelera a Queda

O conceito de mercado thin refere-se à baixa profundidade de ordens em fins de semana, com menor volume e participantes institucionais offline. Isso resulta em movimentos exagerados: uma ordem de venda moderada pode romper suportes rapidamente, desencadeando stops e liquidações automáticas. No caso, BTC quebrou US$ 76.000, abaixo do preço médio de compra da Strategy (US$ 76.037 para 712.647 BTC), gerando perda unrealizada de US$ 900 milhões.

Segundo o análise de liquidações, uma posição única de cerca de US$ 1 bilhão explodiu em minutos, cascateando o pânico. Ouro também caiu 6% para abaixo de US$ 4.600/onça, apagando US$ 2,2 trilhões em valor de mercado.

Indicadores Técnicos em Alerta

Na CME, formou-se um gap superior a 8% entre US$ 77.000 e US$ 84.000 — o 4º maior desde 2017 —, comum em fechamentos de sexta. Gaps tendem a ser preenchidos em dias ou semanas. RSI semanal do BTC atingiu 32,22, sinalizando sobrevenda, mas cruzamento da morte na média móvel de 100 semanas sugere viés de baixa estrutural.

OI em BTC e ETH futuros caiu 1% e 3%, respectivamente. No Deribit, puts em US$ 75.000, US$ 80.000 e US$ 70.000 acumulam interesse, indicando medo de downside. BTC negociou abaixo do custo médio dos ETFs à vista dos EUA após saídas recordes.

Níveis Críticos a Monitorar

Suportes imediatos incluem US$ 74.500 e US$ 69.000 (ATH de 2021). Faixas de US$ 70.000-75.000 e US$ 68.000-70.000 são zonas chave. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 414.414 (+2,03% em 24h), refletindo recuperação parcial.

Desalavancagem parece saudável, esvaziando especulação excessiva. No entanto, pressões macro — yields japoneses, tensões geopolíticas e saídas de ETFs — podem testar esses níveis. Investidores observam preenchimento do gap CME e inflow de capital para sinais de reversão.


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Fio dourado de luz atravessando abismo translúcido digital com '84K' cristalino no topo, simbolizando esperança de preenchimento do gap CME para Bitcoin

Gap no CME: Fio de Esperança para BTC aos US$ 84k

O gap nos futuros Bitcoin no CME surgiu após o fechamento de sexta-feira em US$ 84.445 e reabertura domingo em US$ 77.385, refletindo a queda do preço spot para mínimas de US$ 75.000. Como o CME não opera 24/7, movimentos significativos no spot criam esses vácuos de preço, monitorados de perto por traders. Historicamente, tais gaps tendem a ser preenchidos, oferecendo um ponto focal para o mercado atual.


O Que é um Gap no CME

Um gap no CME refere-se à discrepância entre o preço de fechamento dos contratos futuros de Bitcoin e o preço de abertura na próxima sessão. Isso ocorre porque, diferentemente do mercado spot que negocia continuamente, os futuros no CME pausam diariamente por uma hora e fecham nos fins de semana. Na sexta-feira, 30 de janeiro de 2026, os futuros fecharam em US$ 84.445. Durante o fim de semana, enquanto o CME estava inativo, o Bitcoin spot despencou, atingindo US$ 75.000 no sábado.

Ao reabrir no domingo à noite, os futuros ajustaram-se para US$ 77.385, criando um gap de aproximadamente US$ 7.060, ou cerca de 8,4% do valor de fechamento. Esse fenômeno é comum em mercados de derivativos tradicionais e é visto como um ‘ímã de preço’ pelos analistas técnicos, pois o preço tende a revisitar esses níveis para equilibrar as ordens pendentes.

Histórico e Tendência de Preenchimento

Os dados históricos mostram que gaps no CME Bitcoin são preenchidos na maioria das vezes, embora não haja garantia absoluta. Traders observam que, em prazos variando de dias a semanas — e ocasionalmente mais —, o preço spot retorna ao nível do gap. Essa tendência é atribuída à liquidação de posições e ao alinhamento entre spot e futuros, impulsionado por arbitragistas institucionais.

Por exemplo, gaps anteriores foram preenchidos em média dentro de 10 dias úteis, com taxa de sucesso acima de 70% em análises de longo prazo. No contexto atual, com o spot em torno de US$ 77.800 e futuros em US$ 78.230, o gap permanece aberto, cerca de 7-8% abaixo do fechamento de sexta. Isso posiciona US$ 84.445 como um nível de resistência potencial a ser testado.

Situação Atual e Cotação em Reais

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 414.390,16 às 19:23 de 2 de fevereiro de 2026, com variação de +1,88% nas últimas 24 horas e volume de 490,12 BTC. Em dólares, o preço spot está próximo de US$ 78.655, reforçando a discrepância com o gap.

O mercado exibe volatilidade, com o Bitcoin oscilando entre suporte em US$ 75.000 e a zona do gap superior. Indicadores como médias móveis de 50 períodos (cerca de US$ 80.000) sugerem pressão de baixa de curto prazo, mas o gap atua como atrator técnico.

Níveis Chave a Monitorar

Traders devem observar: suporte imediato em US$ 77.000 — falha aqui pode acelerar quedas; resistência na zona do gap (US$ 80.000 a US$ 84.445). Um rompimento acima de US$ 84.445 invalidaria o gap baixista, sinalizando reversão. Volume nos futuros CME e fluxo de ordens institucionais serão decisivos.

Os dados indicam que o preenchimento do gap é provável, mas o timing depende de catalisadores macro, como decisões do Fed. Monitorar esses níveis fornece base factual para posições, sem implicar direção única.


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Pêndulos brutalistas com massa dourada oscilando violentamente sobre cyan estável, ilustrando ouro mais volátil que Bitcoin em pico de crise

Ouro Mais Volátil que Bitcoin: Pico Desde 2008

Os dados mostram uma inversão histórica: a volatilidade de 30 dias do ouro superou 44%, maior nível desde a crise de 2008, enquanto o Bitcoin registrou 39% no mesmo período. Paralelamente, ouro e prata apagaram US$ 10 trilhões em capitalização de mercado em poucos dias, contra US$ 500 bilhões perdidos pelo criptomercado. Essa anomalia questiona o status de porto seguro do metal precioso em meio a tensões globais.


Volatilidade Invertida nos Dados

A métrica de volatilidade de 30 dias, compilada pela Bloomberg e citada pelo Portal do Bitcoin, posiciona o ouro acima do Bitcoin pela primeira vez desde maio de 2025, em episódio ligado a tensões comerciais. Historicamente, desde 2009, tal inversão ocorreu apenas duas vezes. O ouro, associado à preservação de valor, exibia oscilações inferiores às criptomoedas especulativas. Agora, com 44%, evoca os picos da crise financeira global de 2008, quando mercados tradicionais colapsaram.

No mesmo intervalo, o Bitcoin manteve volatilidade em 39%, alinhada a seu perfil de ativo de risco. Essa métrica reflete o desvio padrão anualizado dos retornos diários, capturando instabilidade recente. Investidores monitoram se o padrão persiste ou reverte com estabilização macroeconômica.

Quedas Aceleradas nos Preços

Ouro despencou cerca de 10% em um dia, de máximas próximas a US$ 5.600 por onça para US$ 4.400 no pregão asiático desta segunda-feira (02/02), recuperando para US$ 4.730 logo após. Prata seguiu, caindo de US$ 121 para US$ 70,5. Segundo o CryptoPotato, essa retração combinada eliminou US$ 10 trilhões em capitalização de mercado, três vezes o tamanho total do criptomercado.

Bitcoin, por sua vez, caiu abaixo de US$ 75.000, para mínima de US$ 74.400 em nove meses, com perdas de US$ 500 bilhões no agregado cripto. Ethereum rompeu US$ 2.200. Liquidations superaram US$ 3,3 bilhões em longs, ampliando o pânico vendedor.

Contexto Macroeconômico e Comparações

Fatores como pausa nos cortes de juros pelo Fed, tensões no Oriente Médio e compras chinesas prévias impulsionaram o rali do ouro, seguido de reversão brusca. Bitcoin acumulou queda de 11% no ano e 21% em 12 meses, contra ganho de 66% do ouro no período. A capitalização de mercado do ouro permanece 10 vezes maior que a de BTC + altcoins; prata supera cripto total.

Segundo o Cointrader Monitor, às 19:20 de 02/02, Bitcoin cotava a R$ 414.665,74 (+1,66% em 24h). Ouro em US$ 4.655,85 (bid). Esses dados sugerem correlação crescente em estresse, com metais perdendo status relativo de refúgio.

Níveis Técnicos a Observar

Para ouro, suporte em US$ 4.400 testado; resistência US$ 4.730. Bitcoin encontra suporte em US$ 74.000, com média móvel de 200 dias em US$ 72.000. Prata testa US$ 70. Indicadores como RSI mostram sobrevenda em múltiplos ativos, mas volume indica pressão persistente. Traders avaliam rotação setorial em cenários de risco sistêmico, priorizando liquidez sobre narrativas tradicionais.


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