Escudo de energia cyan envolvendo símbolos BTC e ETH repelindo partículas quânticas, representando upgrades de segurança contra ameaças futuras

Segurança Total: Ethereum e Bitcoin se Preparam para o Futuro

O seu Bitcoin e Ethereum estão seguros contra supercomputadores do futuro? Sim, graças aos desenvolvedores que estão um passo à frente. A Ethereum Foundation formou um time dedicado à segurança pós-quântica, enquanto mais de 2% dos nós Bitcoin adotaram o BIP-110 para combater spam na rede. Essas medidas trazem tranquilidade aos investidores brasileiros.


O Que é a Ameaça Quântica?

Imagine computadores superpoderosos, chamados quânticos, capazes de resolver problemas impossíveis para máquinas comuns. Esses “supercomputadores” podem, no futuro, quebrar as chaves de segurança que protegem suas criptomoedas hoje, como as usadas no Bitcoin e Ethereum. É como uma fechadura forte que um ladrão comum não abre, mas um mestre em ferramentas avançadas consegue.

No entanto, não entre em pânico. A ameaça ainda está distante, mas os desenvolvedores sabem que é melhor prevenir. Desde 2019, a Ethereum estuda isso, e agora, com avanços como os chips quânticos do Google, é hora de agir. O foco é migrar para criptografias resistentes, chamadas “pós-quânticas”, que nem os quânticos conseguirão quebrar facilmente.

Para iniciantes, pense assim: é uma atualização de software no seu celular para proteger contra vírus novos. Ethereum quer um protocolo seguro por cem anos, como disse Vitalik Buterin recentemente.

Ethereum Acelera a Proteção Pós-Quântica

A Fundação Ethereum, responsável pelo desenvolvimento da rede, criou um time interno de elite para isso. Liderado por Thomas Coratger, inclui experts em LeanVM, uma base criptográfica chave para o plano. Pesquisador Justin Drake chamou isso de “ponto de inflexão”, anunciando chamadas quinzenais com desenvolvedores a partir de fevereiro.

Entre as ações, há prêmios de US$ 1 milhão para fortalecer funções como Poseidon, usada em apps Ethereum. Testes em redes de desenvolvimento (devnets) e um roadmap completo estão vindo. O objetivo? Zero perda de fundos ou paradas na rede, mesmo contra quânticos.

Isso mostra compromisso: Ethereum não espera o problema chegar. É inspirador ver a comunidade unida, com até a Coinbase formando conselhos quânticos.

Bitcoin Combate Spam com BIP-110

Enquanto Ethereum foca no quântico, Bitcoin lida com uma ameaça atual: spam. Transações com dados extras (como OP_RETURN) incham a rede, aumentando custos para rodar nós e ameaçando a descentralização. Qualquer um pode usar um PC comum para validar Bitcoin, mas spam exige hardware caro.

O BIP-110, um soft fork temporário de um ano, limita dados em transações para 34 bytes em outputs e 83 bytes em OP_RETURN. Agora, 2,38% dos nós (583 de 24.481) rodam isso, principalmente via Bitcoin Knots. É uma resposta à remoção unilateral de limites no Bitcoin Core v30, que gerou debate.

Críticos como Jimmy Song veem spam como “planta parasita” que enfraquece a rede. Outros discordam, mas o BIP-110 equilibra: mantém Bitcoin leve e acessível.

Por Que Isso Traz Tranquilidade?

Esses upgrades provam que Bitcoin e Ethereum evoluem proativamente. Ethereum prepara o futuro quântico; Bitcoin cuida da saúde diária contra spam. Para você, investidor brasileiro, significa que suas moedas estão em redes resilientes.

Vale monitorar: mais nós no BIP-110 podem ativar a mudança. Desenvolvedores estão à frente, garantindo que cripto seja seguro por gerações. Durma tranquilo!


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Escudo hexagonal duplo com face quântica prismática e filtro anti-spam, simbolizando upgrades de segurança no Ethereum e Bitcoin

Ethereum Cria Time Quântico e Bitcoin Avança com BIP-110

A Fundação Ethereum elevou a segurança pós-quântica a prioridade estratégica, formando uma equipe dedicada liderada por Thomas Coratger. Paralelamente, 2,38% dos nós Bitcoin adotaram o BIP-110, limitando dados arbitrários para combater spam. Esses upgrades silenciosos blindam as redes contra ameaças futuras, enquanto a dificuldade de mineração cai 3,28%, sinalizando saúde resiliente.


Segurança Pós-Quântica no Ethereum

A Fundação Ethereum anunciou a criação de um time específico para criptografia pós-quântica, saindo de pesquisas de fundo para engenharia ativa. Liderado por Thomas Coratger e com apoio de Emile, do projeto leanVM, o grupo foca em upgrades de carteiras, transações seguras e consenso multi-cliente. Justin Drake, pesquisador da EF, destacou a aceleração dos prazos quânticos, impulsionando sessões bi-semanais de desenvolvedores sobre transações pós-quânticas a partir de fevereiro.

Para fomentar inovação, a fundação lançou dois prêmios de US$ 1 milhão: o Poseidon Prize, para reforçar a função hash Poseidon, e o Proximity Prize. Testnets de consenso pós-quântico já operam com equipes coordenando interoperabilidade semanalmente. Eventos como um dia dedicado em março no EthCC e outro em outubro visam educar a comunidade. Segundo Drake, blockchains devem se preparar cedo, pois transições criptográficas demandam tempo para evitar interrupções em carteiras e uso diário. Hoje, o Ethereum vale cerca de R$ 15.662 por unidade.

BIP-110: Combate ao Spam no Bitcoin

O BIP-110, proposta de soft fork temporário via Bitcoin Knots, atingiu 2,38% de adoção (583 de 24.481 nós). Ele limita saídas de transação a 34 bytes e OP_RETURN a 83 bytes por um ano, visando reduzir spam de dados não monetários. OP_RETURN permite embutir dados arbitrários, mas seu uso excessivo eleva custos de armazenamento e centraliza nós.

O debate intensificou com o Bitcoin Core v30, que removeu unilateralmente o limite de 83 bytes em outubro de 2025, gerando críticas por incentivar spam e comprometer descentralização. Críticos como Matthew Kratter comparam spam a uma “planta parasita” que erode a rede. Defensores como Jameson Lopp argumentam que filtros são ineficazes. Nós comuns rodam em hardware acessível, mas dados extras demandam mais recursos, ameaçando a essência peer-to-peer do Bitcoin.

Saúde da Rede: Dificuldade e Hashrate

A dificuldade de mineração Bitcoin ajustou para baixo em 3,28%, de 146,47 trilhões para 141,67 trilhões de hashes. Isso reflete o hashrate médio de 7 dias em 978,8 EH/s, menor desde setembro, com mineradores reduzindo poder computacional. O ajuste mantém o ritmo de ~10 minutos por bloco, sinal de resiliência mesmo em baixa.

Declínio prolongado desde novembro mostra cinco reduções em seis ajustes, correlacionado à queda no hashrate. Apesar disso, a rede permanece robusta, com mineradores ajustando eficiência. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 473.572, com variação de -0,09% em 24h e volume de 81 BTC.

Implicações para o Futuro das Redes

Esses desenvolvimentos representam blindagem proativa: Ethereum contra computadores quânticos que quebram criptografia atual, e Bitcoin contra spam que erode descentralização. A queda na dificuldade evidencia adaptação saudável, mas monitorar centralização é essencial. Investidores devem acompanhar adoção do BIP-110 e progressos quânticos, pois fortalecem a longevidade das blockchains. Vale observar próximos ajustes e eventos comunitários para sinais de maturidade técnica.


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