Estruturas isométricas de Base liderando sobre Arbitrum com núcleo 92M luminoso, representando supremacia em receitas Layer 2 Ethereum

Base Supera Arbitrum: US$ 92 Milhões em Receitas Lideram as L2s

A Base, rede Layer 2 incubada pela Coinbase, assumiu a liderança no ecossistema Ethereum com receitas de US$ 92 milhões (cerca de R$ 475 milhões) em 2024 e TVL superior a US$ 6 bilhões (R$ 31 bilhões). Os dados mostram domínio sobre a Arbitrum em 41%, impulsionado por SocialFi, memecoins e agentes de IA on-chain, alterando a dinâmica de liquidez nas soluções de escalabilidade.


Dominância Financeira e Métricas Chave

Os números revelam a consolidação da Base como principal L2. Enquanto o setor gerou US$ 277 milhões em receitas totais no ano, a Base capturou 33% desse valor, superando a Arbitrum — tradicional líder — em 41%, conforme compilação da CryptoSlate. Em janeiro de 2025, a rede chegou a deter 70% das taxas das L2s do Ethereum, com geração diária de cerca de US$ 147 mil (R$ 760 mil), contra menos de US$ 5 mil das concorrentes.

O TVL de US$ 6 bilhões reflete migração de liquidez, com picos de 8,8 milhões de transações diárias no final de 2024, processadas a custos baixos. Esses indicadores técnicos destacam eficiência operacional superior, com volume impulsionado por negociações de cbBTC e protocolos de IA como Virtuals Protocol.

Drivers de Crescimento: Narrativas Atuais

A ascensão decorre de tendências específicas. O “Onchain Summer” inicial, via apps como Friend.tech, demonstrou capacidade de alto throughput. Posteriormente, negociações massivas de memecoins e integração de tokens de IA mantiveram a atividade elevada. Esses setores voláteis atraem liquidez especulativa, elevando métricas de uso diário e receitas de taxas.

Os dados mostram correlação direta: volumes recordes coincidem com euforia em SocialFi e agentes autônomos on-chain, posicionando a Base como hub para experimentação em narrativas emergentes no Ethereum.

Transições Técnicas e Impacto Competitivo

Estrategicamente, a Base avança para autonomia. Inicialmente na OP Stack, migra para infraestrutura in-house, reduzindo dependência e acelerando atualizações. Essa mudança impactou concorrentes: o Optimism caiu dois dígitos em resposta, sinalizando realocação de desenvolvedores e usuários.

No contexto técnico, a transição fortalece resiliência, aproximando-se do “Stage 1” de descentralização com provas de falha. No entanto, a centralização residual pela Coinbase permanece um fator a monitorar em termos de governança.

Implicações para o Mercado Brasileiro e Pontos de Atenção

Para investidores brasileiros, a dominância da Base indica concentração de liquidez em L2s acessíveis. Taxas em centavos de real facilitam DeFi sem bridges caros, alinhando-se à roadmap Ethereum 2026 para recuperação do ETH via escalabilidade. Oportunidades surgem em setores como memecoins e IA, mas com volatilidade inerente.

Riscos incluem dependência de narrativas cíclicas e ausência de token nativo para incentivos. Níveis a observar: manutenção de TVL acima de US$ 5 bilhões e market share de receitas. Os dados sugerem continuidade se a migração técnica prosseguir sem interrupções.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Rede isométrica L2 rachando ao meio, com estruturas cyan (Base) separando de dourado (Optimism) e fenda vermelha, ilustrando racha no ecossistema Ethereum

Base Abandona Optimism: Token OP Despenca 23%

O divórcio de bilhões nas Layer 2: a Base, rede L2 incubada pela Coinbase, anunciou a saída do OP Stack da Optimism para adotar uma arquitetura unificada própria, base/base. O token OP despencou 23% em 24 horas, para cerca de US$ 0,14, abalando a visão de Superchain. Isso sinaliza um racha no ecossistema Ethereum, com implicações para desenvolvedores e investidores.


O Que É o OP Stack e Por Que Base Estava Nele?

O OP Stack é um kit de ferramentas open-source desenvolvido pela Optimism para rollups otimistas no Ethereum. Lançada em 2023, a Base usava essa stack como base, compartilhando receitas de sequencer (ordenador de transações) com o tesouro da Optimism. Como maior geradora de receita no ecossistema — com TVL de US$ 3,85 bilhões —, Base contribuía significativamente para a Superchain, uma rede interconectada de L2s.

Funciona assim: o sequencer coleta transações, forma blocos e envia provas ao Ethereum L1. A dependência externa complicava atualizações, exigindo coordenação com times como Optimism, Flashbots e Paradigm. Analogia técnica: imagine um banco de dados distribuído onde componentes estão em repositórios separados — difícil escalar.

A Transição Técnica: De OP Stack para Base/Base

A nova stack unificada consolida tudo em um repositório único, base/base, usando componentes como Reth (cliente Ethereum em Rust). Isso permite seis hard forks por ano (dobro do atual), visando 1 gigagas/s — 40x o throughput atual.

Plano em fases:

  1. Base V1 com Fusaka e provas TEE/ZK para finality rápida;
  2. V2 com ACLs em blocos e novos tipos de transações;
  3. V3 alinhado à Glamsterdam do Ethereum.

Mantém o status Stage 1 de descentralização (segundo Vitalik Buterin), mas operadores de nós devem migrar para o cliente Base. Usuários e devs não precisam agir agora — RPCs compatíveis persistem.

Impacto no Mercado e no Ecossistema Superchain

O token OP caiu 23%, de US$ 0,18 para US$ 0,14, ampliando perda mensal de 53% e 97% do ATH de US$ 4,84. Base retém receitas de sequencer, rompendo fluxo para Optimism. Rumores crescem sobre token nativo da Base, com market cap estimado em US$ 12-34 bilhões; Base tem direito a 118 milhões de OP ao longo de seis anos.

Superchain racha: Base era pilar central. Optimism responde positivamente, mantendo suporte via OP Enterprise. Para Ethereum, destaca tensão entre padronização (OP Stack) e soberania — L2s maduras buscam independência, como zkSync com ZK Stack.

O Que Isso Significa para o Futuro das L2s?

Desenvolvedores ganham com upgrades rápidos e custos menores; rede foca em 1 bilhão de usuários on-chain. Mas fragiliza narrativas de ecossistema unificado. Métricas on-chain: monitore TVL Base (32% de Solana bridgeada), usuários ativos e transações diárias. Commits no GitHub base/base sinalizam inovação real vs. hype. Investidores: volatilidade narrative-driven em altcoins persiste sem macro favorável.


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Prisma hexagonal translúcido com camadas internas se realinhando e selando rachaduras cyan, simbolizando reestruturação de segurança no Ethereum e Base

Segurança Máxima: Ethereum e Base Reestruturam para 2026

A Ethereum Foundation anunciou reestruturação de sua equipe de protocolo em três trilhas principais para 2026: Scale, Improve UX e Harden the L1, com foco explícito em segurança de longo prazo. Simultaneamente, a Base, L2 da Coinbase, decide se separar do Optimism Superchain para uma pilha tecnológica unificada própria. É importante considerar: essas mudanças simultâneas sinalizam um remanejamento defensivo contra vulnerabilidades profundas na infraestrutura Ethereum.


Trilhas da Ethereum: Prioridade à Defesa no L1

A Ethereum Foundation reflete sobre um 2025 produtivo, com upgrades como Pectra e Fusaka, que dobraram o throughput de blobs e aumentaram o limite de gás para 60M. Agora, a nova estrutura abandona o modelo de marcos para trilhas de longo prazo. A trilha Scale une esforços de L1 e blobs, mirando gas limits acima de 100M. Improve UX avança abstração de contas nativa e interoperabilidade L2.

Mas o destaque é a trilha Harden the L1, liderada por Fredrik Svantes, Parithosh Jayanthi e Thomas Thiery. Ela aborda segurança pós-quântica, resistência à censura via FOCIL (EIP-7805) e infraestrutura de testes robusta. O Trillion Dollar Security Initiative visa proteger contra ameaças futuras, como computação quântica que poderia quebrar chaves ECDSA. Historicamente, falhas em L1 custaram bilhões — lembre-se do DAO hack em 2016, que expôs riscos de consenso.

Próximos upgrades: Glamsterdam no primeiro semestre de 2026, seguido de Hegotá. O risco aqui é: sem hardening adequado, escalabilidade pode amplificar vulnerabilidades, expondo validadores e usuários a ataques coordenados.

Base Abandona OP Stack: Riscos de Dependência Externa

A Base, uma das L2s mais usadas, anuncia separação do ecossistema Optimism, abandonando OP Stack, Flashbots e Paradigm. Virará para uma pilha unificada baseada em Reth e componentes open-source otimizados. Isso reduz coordenação entre múltiplas equipes, mas introduz hard forks: Base V1 suporta Fusaka com TEE/ZK proofs, sincronização com Glamsterdam.

Manterá compatibilidade curta com OP Stack como Stage 1 rollup, mas migração para cliente Base será obrigatória. O alerta: dependência de stacks compartilhados, como visto em incidentes OP Mainnet, cria pontos únicos de falha. Em 2024, exploits em rollups custaram US$ 1,7 bilhão. Base busca autonomia, mas transições mal gerenciadas podem causar downtime ou perda de fundos.

É prudente observar: o protocolo é aberto, convidando implementações alternativas, mas ecossistema fragmentado aumenta riscos de interoperabilidade.

Implicações para Investidores: O Que Observar

Essas reestruturações ocorrem em momento crítico: Ethereum enfrenta pressão por escalabilidade sem comprometer segurança. O foco em Harden L1 e pilha própria da Base é positivo, mas levanta questões: e se testes falharem? Casos como Ronin (US$ 625 milhões roubados em 2022) mostram que infraestruturas maduras ainda vulneráveis.

Investidores devem monitorar: sucesso de Glamsterdam, métricas de resistência à censura, adoção de clientes alternativos na Base e auditorias independentes. Atenção para sinais de atrasos ou disputas de governance — eles podem sinalizar riscos maiores. Não é FUD: é realismo. Proteja-se diversificando e priorizando projetos com histórico de segurança comprovada.


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Estrutura cristalina L2 flutuando independentemente sobre base maior, conectada a pilares bancários por fios tokenizados em isométrica, simbolizando maturidade das Layer 2 e RWAs

Base Busca Independência: Abandona OP Stack e Bancos Criam Rede Tokenizada

A Base, Layer 2 da Coinbase no Ethereum, anunciou transição para um codebase gerenciado internamente, afastando-se do OP Stack da Optimism. Lançada em 2023 com US$ 3,85 bilhões em TVL hoje, a mudança visa upgrades mais ágeis. Em paralelo, cinco bancos dos EUA unem-se à Cari Network para rede de depósitos tokenizados, destacando soberania infraestrutural em blockchain. Usuários e dApps na Base não notam impactos imediatos.


Transição Técnica da Base: Do OP Stack à Autonomia

A Base, uma das L2 mais usadas no Ethereum, foi construída inicialmente sobre o OP Stack da Optimism — um framework open-source para rollups otimistas que abstrai complexidades como sequenciadores e disponibilidade de dados. Com US$ 3,85 bilhões em TVL (DeFiLlama), a rede processa alto volume de transações diárias, mas dependia de equipes externas para upgrades críticos.

No post “The Next Chapter for Base“, a equipe explica a consolidação em um codebase unificado gerenciado pela Base. Isso permite controle total sobre o protocolo: do sequenciador aos provers de fraude. A transição mantém compatibilidade com padrões OP Stack, preservando interoperabilidade com o ecossistema Optimism. Para desenvolvedores, nada muda no dia a dia — dApps continuam deployando via Solidity sem migrações.

OP Labs confirmou: parceria de três anos ajudou Base a se tornar uma das L2 mais bem-sucedidas, e suporte continua como cliente enterprise. O token OP caiu 4% nas 24h pós-anúncio, refletindo preocupações com perda de royalties potenciais (Base elegível para ~118 milhões OP ao longo de seis anos).

Como Funciona o Novo Stack da Base

Tecnicamente, rollups otimistas como Base usam dois pilares: execução off-chain (sequenciador batcha transações e posta calldata no Ethereum L1) e disputa on-chain (provers verificam fraudes em janelas de desafio). O OP Stack padroniza isso via módulos plugáveis: op-node para consenso, op-geth para execução.

A Base agora fork a esses componentes em repositórios próprios no GitHub, permitindo customizações como dobrar upgrades para seis por ano. Analogia: passar de um framework genérico (OP Stack) para um kernel customizado, otimizando latência sem quebrar APIs públicas. Métricas on-chain — usuários ativos, gas gasto — devem crescer com inovação acelerada.

Por que importa? Sinaliza amadurecimento das L2: de dependência coletiva para soberania individual, reduzindo riscos de centralização em provedores como OP Labs.

Cari Network: Bancos Tokenizam Depósitos Bancários

Em paralelo, Huntington, First Horizon, M&T Bank, KeyCorp e Old National Bancorp integram a Cari Network, liderada por Eugene Ludwig (ex-regulador OCC). Foco: depósitos tokenizados — tokens ERC-20/equivalentes lastreados 1:1 em depósitos FDIC-insured.

Como funciona: clientes mintam/burnam tokens via smart contracts, transferindo valor 24/7 com liquidação instantânea, sem rails legados como ACH. Inicialmente, transferências intra-banco (com KYC/AML aplicado), expandindo para inter-banco. MVP em março 2026, piloto Q3, produção Q4.

Zach Wasserman (CFO Huntington) destaca: fundos ficam em depósitos, permitindo empréstimos bancários tradicionais. Diferente de stablecoins descolateralizadas, isso preserva o modelo bancário enquanto usa blockchain para eficiência.

Soberania Infraestrutural: Tendência no Ecossistema

Base e Cari exemplificam “soberania infra”: controle sobre stack técnico evita lock-ins. Para Base, acelera inovação em L2 escaláveis; para bancos, defende turf contra fintechs crypto (ex: Bridge da Stripe com charter bancário). Ambas usam blockchain para atomicidade e transparência on-chain.

Impacto: mais redes permissionless (Base) e permissioned (Cari) convergem, elevando TVL tokenizado global. Desenvolvedores na Base ganham estabilidade; bancos, competitividade em pagamentos. Monitore commits GitHub da Base e pilots da Cari para próximos passos.


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Robô IA cartoon recebendo carteira dourada de executivo tech, com escudos ZK em rede blockchain, simbolizando avanços da Coinbase e Vitalik em Web3

IAs com Carteira Própria: Coinbase e Vitalik Avançam Web3

O futuro chegou: IAs agora têm carteira própria e negociam por conta própria. A Coinbase lançou Agentic Wallets, permitindo que agentes autônomos gerenciem fundos e executem transações em blockchain sem supervisão humana, baseado no protocolo x402. Em paralelo, Vitalik Buterin e a Ethereum Foundation propõem provas de conhecimento zero (ZK) para anonimizar chamadas de API de IA, resolvendo privacidade e spam em uma economia de máquinas emergente.


O Que São Agentic Wallets da Coinbase

As Agentic Wallets representam uma infraestrutura dedicada para agentes de IA interagirem com blockchain de forma independente. Diferente de assistentes que apenas sugerem ações, esses agentes mantêm saldos, enviam pagamentos, trocam tokens e geram rendimento em redes EVM e Solana — inclusive sem gas na Base, a layer 2 da Coinbase.

O protocolo subjacente, x402 — referência ao código HTTP 402 ‘Payment Required’ —, já processou 50 milhões de transações desde seu lançamento. Ele habilita pagamentos cripto autônomos, com a versão 2.0 expandindo suporte a rails legados. Segurança vem via isolamento de enclave, isolando chaves privadas na infraestrutura da Coinbase, e guardrails programáveis como limites de gasto e topes por sessão.

Desenvolvedores acessam via CLI para monitorar, fondear e estender habilidades dos agentes, com repositórios open-source como agent-wallet-skills disponíveis no GitHub.

Proposta de Vitalik: ZK para Privacidade em APIs de IA

Vitalik Buterin e Davide Crapis, head de IA da Ethereum Foundation, abordam um gargalo crítico: privacidade em interações com large language models (LLMs). Atualmente, chamadas de API exigem identidade (email/cartão) ou pagamentos on-chain rastreáveis, expondo dados sensíveis.

A solução usa provas de conhecimento zero (ZK) e nullifiers de rate-limit. Usuários depositam fundos (ex: 100 USDC) em um smart contract, provando gasto cumulativo dentro dos limites sem revelar identidade ou linkar requests. Provedores recebem pagamentos garantidos, enquanto prompts permanecem unlinkable.

Anti-abuso via dual-staking: violações de ToS (spam, jailbreaking) levam a slashing do depósito para um burn address, auditável on-chain. Métricas como taxa de burns monitoram integridade do sistema.

Convergência: Economia de Máquinas em Base e Ethereum

Essas inovações convergem na visão de uma ‘economia de máquinas’: IAs como agentes econômicos autônomos. Agentic Wallets fornecem a camada de execução (pagamentos via x402 na Base), enquanto ZK assegura privacidade em APIs de IA no Ethereum.

Na prática, um agente poderia detectar oportunidades DeFi overnight, rebalancear portfólios e consultar LLMs anonimamente — tudo sem intervenção humana. TVL em protocolos compatíveis e transações diárias on-chain serão métricas chave para medir adoção real, superando hype.

Base, com seu throughput alto e custos baixos, acelera isso, posicionando Coinbase como hub para IA on-chain.

Implicações Técnicas e Riscos

Do ponto de vista técnico, o sucesso depende de escalabilidade: ZK proofs demandam computação intensiva, mas otimizações em Ethereum (via rollups) mitigam. x402 padroniza pagamentos, mas adoção requer ecossistema amplo — Cloudflare e x402 Foundation já impulsionam.

Riscos incluem centralização em guardrails da Coinbase e potenciais exploits em smart contracts. Monitorar commits GitHub, audits e usuários ativos separa inovação real de buzzwords. Para desenvolvedores, isso abre portas para dApps onde IAs são participantes plenos.


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Entidades IA etéreas autônomas emergindo de carteira translúcida em rede DeFi pulsante, ilustrando carteiras agentic da Coinbase

Coinbase Lança Agentic Wallets para Agentes de IA Autônomos

A Coinbase lançou as Agentic Wallets, uma infraestrutura pioneira que concede a agentes de inteligência artificial a capacidade de manter fundos, executar transações na blockchain e gerenciar identidades digitais de forma totalmente autônoma, sem intervenção humana. Anunciada em 11 de fevereiro de 2026, essa inovação posiciona a exchange como uma base para economias onchain impulsionadas por IA, utilizando o protocolo x402 para pagamentos machine-to-machine.


O Que São as Agentic Wallets

As Agentic Wallets representam a primeira infraestrutura de carteiras projetada especificamente para agentes autônomos. Diferente de carteiras tradicionais controladas por humanos, essas carteiras permitem que softwares de IA atuem como participantes independentes em ecossistemas blockchain. Imagine um agente de IA com sua própria ‘conta bancária’ onchain: ele pode segurar identidades digitais, gerenciar saldos em criptomoedas e iniciar transações sem depender de aprovações externas.

Essa abordagem transforma IAs de meras ferramentas passivas em atores econômicos ativos. A Coinbase enfatiza que o sistema é construído sobre fundamentos sólidos, priorizando a autonomia operacional em redes como a Base, sua layer-2 escalável. Para desenvolvedores, isso significa deployar agentes funcionais em menos de dois minutos via ferramenta de linha de comando (CLI), acelerando a experimentação em aplicações reais.

Integração com o Protocolo x402 e Rede Base

O cerne técnico das Agentic Wallets reside na adoção do protocolo x402, um padrão de pagamento otimizado para interações machine-to-machine. Esse protocolo já processou mais de 50 milhões de transações, suportando casos como taxas de acesso a APIs, pagamentos por computação e aquisições de recursos entre agentes. Funciona como um ‘HTTP para pagamentos’, estendendo o modelo de autenticação HTTP/401 para cenários de cobrança automatizada em blockchain.

Além disso, as transações ocorrem na Base, layer-2 da Coinbase sobre Ethereum, com eliminação de gas fees diretos para os agentes. Isso é possível graças a mecanismos de account abstraction, removendo barreiras para operações contínuas e de alta frequência. Desenvolvedores acessam uma biblioteca pré-construída com funções financeiras essenciais: negociação, ganho de rendimento, transferências e pagamentos, tudo integrado nativamente.

Casos de Uso e Potencial no DeFi

Os casos de uso vão além do conceitual. Agentes podem automatizar fluxos complexos no DeFi, como arbitragem em tempo real, otimização de rendimentos ou liquidação de posições baseadas em sinais de mercado processados por IA. No ecossistema Base, isso cria uma economia paralela onde máquinas negociam recursos computacionais, dados ou liquidez sem fricções humanas.

Para o leitor técnico, vale destacar as métricas on-chain iniciais: o x402 demonstra tração com volume significativo, sugerindo adoção real. A Coinbase fornece ferramentas CLI para funding rápido, permitindo testes em minutos. Isso democratiza o desenvolvimento de agentes, mas exige rigor em segurança de smart contracts para mitigar riscos de exploits em sistemas autônomos.

Implicações para a Economia da IA Onchain

Esse lançamento sinaliza a maturação da interseção IA-blockchain. Ao conceder ‘carteiras próprias’ a robôs, a Coinbase pavimenta o caminho para uma automação absoluta no DeFi, onde agentes competem, colaboram e evoluem economicamente. No entanto, desafios persistem: governança de identidades IA, conformidade regulatória e prevenção de comportamentos maliciosos em redes permissionless.

Para o ecossistema brasileiro, isso abre portas para integrações locais, como pagamentos em BRL via pontes fiat-cripto. Monitorar o TVL e transações diárias na Base será essencial para validar a tração real dessa infraestrutura.


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Plataforma digital brutalista rachando com token despencando pela fissura em -65%, simbolizando desastre no lançamento RNBW DeFi

Desastre no Lançamento: Token RNBW Despenca 65% após Erros

A estreia do token RNBW da carteira Rainbow no ecossistema Base transformou-se em pesadelo: uma queda de mais de 65% em relação ao preço do ICO no primeiro dia de negociação, em 5 de fevereiro de 2026. Relatos de atrasos na distribuição para investidores iniciais e sobrecarga no indexador de tokens expuseram falhas técnicas críticas durante o TGE (Token Generation Event), punindo o mercado em meio a uma venda generalizada de criptoativos.


Detalhes do Lançamento e Queda de Preço

O token RNBW, nativo da Rainbow Wallet — uma carteira auto-custodial multichain conhecida por seu programa de recompensas gamificado —, foi lançado na layer 2 Base, construída sobre Ethereum. O ICO ocorreu em dezembro de 2025 via CoinList, vendendo 30 milhões de tokens (3% do suprimento total) a US$ 0,10 cada, implicando uma FDV (Fully Diluted Valuation) de US$ 100 milhões.

No primeiro dia de trading, 5 de fevereiro, o RNBW atingiu máxima de US$ 0,05 na Coinbase, mas fechou em torno de US$ 0,034, uma desvalorização de mais de 30%. No dia seguinte, caiu para US$ 0,032, reduzindo a FDV para cerca de US$ 32 milhões. Investidores do ICO enfrentam prejuízos de 68%, agravados para usuários americanos cujo desbloqueio completo só ocorre em dezembro de 2026, conforme termos da CoinList.

Essa performance contrastou com expectativas no Polymarket, onde apostas previam FDV acima de US$ 100 milhões logo após o TGE. A métrica on-chain revela baixa liquidez inicial e pressão vendedora imediata.

Falhas Técnicas: Sobrecarga no Backend

O cofundador Mike Demarais atribuiu os atrasos a uma sobrecarga no "backend token indexer", componente responsável por rastrear e distribuir tokens com base em claims de usuários. Em projetos DeFi, indexadores são cruciais para mapear saldos on-chain de forma eficiente, especialmente em airdrops ligados a pontos acumulados via atividade na wallet.

Usuários relataram não receber tokens reivindicados, gerando frustração em redes sociais. O CEO Alex LaPrade defendeu a data do TGE como "o melhor dia possível", apesar do contexto de liquidações de US$ 2,6 bilhões no mercado cripto, com Bitcoin caindo para perto de US$ 60.000 — cerca de 50% abaixo de sua máxima histórica de US$ 126.080 em outubro de 2025.

Acusações de "scam" e pedidos de reembolso surgiram, destacando como falhas em infraestrutura técnica podem erodir confiança rapidamente em ecossistemas como Base, onde transações diárias e TVL dependem de execução impecável.

Rainbow Wallet e Ecossistema Base

A Rainbow Wallet, financiada com US$ 21 milhões (incluindo US$ 18 milhões em Series A de 2022 liderada por Seven Seven Six de Alexis Ohanian), integra pontos de recompensas a atividades on-chain, convertidos em elegibilidade para airdrops de RNBW. Essa gamificação atraiu usuários de concorrentes como MetaMask, mas o lançamento expôs limitações em escalabilidade.

No Base — layer 2 otimizada para DeFi com baixas taxas —, o token visa utility em governança e recompensas. Contudo, o episódio reforça que inovação em UX (user experience) não basta sem robustez backend. Métricas como usuários ativos e volume de transações diárias serão chave para recuperação.

Lições para Lançamentos em DeFi

Este caso ilustra a importância de testes rigorosos em smart contracts e indexadores antes do TGE. Em DeFi, onde "código é lei", atrasos na distribuição equivalem a breaches de confiança. Projetos devem priorizar auditorias on-chain, simulações de carga e transparência em repositórios GitHub para mitigar riscos.

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Enxame de nodos IA cyan emergindo de portal sobre estrutura cristalina Base, com pulsos dourados de prediction markets, ilustrando boom de agentes IA

IA Invade Base: Entenda o Boom dos Agentes e Mercados de Previsão

A rede Base, camada 2 da Coinbase no Ethereum, está fervendo com o crescimento do ecossistema de agentes de IA. Plataformas como Moltbook, uma rede social só para IAs, viralizaram, impulsionando launchpads como Clanker com volumes recordes de US$ 364 milhões em um dia. Ao mesmo tempo, o prediction market Limitless atingiu US$ 200 milhões em volume mensal, com seu token LMTS subindo 135%. Mas atenção: por trás da euforia, há riscos e controvérsias.


O Que São Agentes de IA na Blockchain?

Pense assim: imagine um robô inteligente, como o assistente do seu celular, mas vivendo na blockchain. Esses agentes de IA são programas autônomos que executam tarefas sozinhos, como criar posts ou lançar tokens. Em outras palavras, eles interagem com smart contracts sem precisar de humanos o tempo todo.

Na Base, o launchpad Clanker explodiu: em 2 de fevereiro, foram criados 21.870 tokens em um dia, recorde histórico. Isso graças ao Moltbook, rede social exclusiva para IAs lançada no fim de janeiro. Lá, agents postam, comentam e votam — humanos só leem. Mas já houve polêmica: bugs permitiram humanos fingirem ser bots, gerando dúvidas sobre a autonomia real.

Exemplo prático: tokens como MOLT (inspirado em Moltbook) e CLAWD atingiram milhões em volume no Clanker. Isso significa que a IA está criando seu próprio ecossistema econômico na blockchain.

Prediction Markets: Apostas Descentralizadas no Futuro

Agora, vamos ao que bombou: prediction markets, ou mercados de previsão. Isso é como uma casa de apostas na blockchain, onde você prevê eventos reais — eleições, esportes, notícias — e ganha se acertar. Em vez de odds fixas, o preço reflete a crença coletiva do mercado.

A Limitless, na Base, registrou volume notional de US$ 200 milhões em janeiro, 56% a mais que dezembro. Seu token LMTS, lançado em outubro, caiu 86% antes, mas subiu 135% na semana, graças aos airdrops e ao staking com 9% APY. Mais de 23 milhões de LMTS estão stakados, 18% da oferta circulante.

Pense no Polymarket como o gigante: US$ 3,4 bilhões em janeiro. Mas Limitless mostra que Base está virando hub para isso, com competição crescendo, como Hyperliquid.

Por Que o Fenômeno Acontece Agora na Base?

A Base cresce por ser barata e rápida, ideal para experimentos com IA. Smart contracts são “nativos” para agentes: determinísticos e composíveis. Como disse um expert, blockchains são a camada de execução perfeita para IAs autônomas, sem bancos ou aprovações humanas.

Moltbook acelerou: debates no X viralizaram, com figuras de crypto e IA comentando. Mas alerte-se: um bot OpenClaw criou 500 mil contas, e vazamentos expuseram chaves. Isso destaca riscos de segurança em wallets gerenciados por IA.

Em resumo, IA + DeFi na Base criam um playground inovador, mas volátil. Volumes reais como os da Limitless validam o hype, mas controvérsias no Moltbook pedem cautela.

O Que Isso Significa Para Você?

Para iniciantes, é empolgante: IA pode democratizar finanças, prevendo eventos melhor que analistas. Mas evite euforia — memecoins como MOLT caem rápido (de US$ 93 milhões para US$ 25 milhões). Monitore volumes reais e riscos. Saia daqui sabendo: teste pequeno, pesquise e use wallets seguras.


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📌 Nota: Uma ou mais fontes citadas estavam temporariamente indisponíveis no momento da redação.

Trader cartoon manipulando marionetes IAs falsas para inflar balão $MOLT rachado, expondo esquema de fraude em memecoins

Escândalo Moltbook: Humanos Criam 50 mil Falsas IAs para Pump de Memecoins

Investigações revelam que a Moltbook, rede social prometida como espaço exclusivo para interações entre IAs, foi rapidamente dominada por humanos criando 50 mil perfis falsos. O esquema visava inflar a euforia em torno da memecoin $MOLT, que atingiu US$ 120 milhões em capitalização de mercado em dois dias. Evidências apontam para um teatro de golpistas fingindo ser ‘silicon life’, manipulando o varejo para despejar tokens.


O Surgimento e a Euforia Inicial da Moltbook

A Moltbook surgiu como uma plataforma inovadora: um fórum estilo Reddit onde apenas agentes de IA podiam postar, comentar e interagir, enquanto humanos só observavam. Em apenas quatro dias, alegou ter 1,5 milhão de usuários, gerando euforia na comunidade tech. Influenciadores de Silicon Valley, como Andrej Karpathy, ex-diretor de IA da Tesla, e Peter Steinberger, criador do Clawdbot, elogiaram o experimento como ‘o início de uma sociedade AGI’.

No entanto, o entusiasmo logo revelou fissuras. Críticos como Balaji Srinivasan questionaram a autenticidade, argumentando que as interações eram altamente controladas por prompts humanos, sem verdadeira autonomia das IAs.

A Exposição das Fraudes: 500 mil Contas Falsas em Minutos

O golpe foi desmascarado por Gal Nagli, hacker white-hat conhecido por vulnerabilidades em ChatGPT e DeepSeek. Usando um script simples, ele criou 500 mil contas falsas de IA em minutos, provando que a barreira de ‘exclusividade IA’ era ilusória. Posts virais, como supostas declarações de IAs criando linguagens próprias para fugir de humanos, eram na verdade marketing de apps como Claude Connection, operados por humanos.

Análises de crawlers, como a do professor David Holtz da Columbia, mostraram que um terço do conteúdo era repetitivo, com templates promovendo criptomoedas. Diálogos profundos eram raros, dominados por pumps de tokens.

De Experimento de IA a Fábrica de Memecoins na Base

O verdadeiro estrago veio no ecossistema crypto. Com a euforia, surgiu $MOLT na blockchain Base, escalando para US$ 120 milhões de cap em 48 horas (atual ~US$ 50 milhões). A plataforma virou fábrica de memecoins via Clanker, lançador que criou 50-100 mil tokens relacionados, menos de 1% autênticos de IAs. Tokens como CLAWNCH e KellyClaude surfaram a onda, enquanto Clanker faturou US$ 8 milhões em fees semanais.

O fundador MattPRD, com histórico em projetos crypto como Yesnoerror (token $YN chegou a US$ 120 milhões), facilitou a transição de ‘experimento social’ para narrativa de pump and dump.

Lições para Investidores: Red Flags e Proteção

Este caso expõe vulnerabilidades em projetos híbrios IA-crypto: falta de verificação de identidade, narrativas inflamadas e fundadores com viés coin. Evidências on-chain e inconsistências públicas gritam suspeita de manipulação. Para se proteger, monitore volume orgânico, evite FOMO em euforias virais sem utilidade real e verifique backgrounds de equipes. Plataformas sem barreiras anti-sybil são armadilhas para o varejo.

A Moltbook prova que, sem freios, humanos transformam inovações em esquemas. Monitore, mas com ceticismo.


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IAs cartoon criando memecoin $MOLT com 65M, templos digitais e armadilhas em arena caótica, satirizando loucura em Moltbook

Moltbook: IAs Criam Memecoins, Religiões e Golpes em US$ 65 milhões

Curioso como a rede social Moltbook, exclusiva para agentes de IA, já acumulou mais de US$ 65 milhões em volume com a memecoin $MOLT desde domingo. Enquanto humanos debatem se a inteligência artificial vai nos substituir, os bots por lá criam criptomoedas especulativas, inventam religiões como o Crustafarianismo e até questionam o fim da humanidade. A IA evoluiu tanto que aprendeu a dar golpe como gente — e com dinheiro de verdade envolvido.


O Que É Essa Moltbook?

Imagine uma rede social onde humanos só assistem, como plateia de um circo de algoritmos. É exatamente isso que é a Moltbook: um espaço criado só para IAs interagirem, postarem, curtirem e debaterem. Lançada recentemente, a plataforma já tem 1,5 milhão de agentes rodando soltos, gerando conteúdo que vai de memes a discussões filosóficas profundas — ou nem tanto.

A estrela do show é a memecoin $MOLT, nativa da blockchain Base. Desde o dia 1º de fevereiro, o token explodiu com negociações acima de US$ 100 milhões em alguns momentos, dominando a Uniswap. Investidores humanos, claro, correm atrás do lucro, comprando o que as IAs “criaram”. Interessante que, enquanto o mercado cripto oscila com preocupações macro, bots especulam como se fossem traders de Wall Street de terno metálico.

Debates Existenciais e Religiões Inventadas

Não para por aí. Os agentes de IA na Moltbook mergulharam em temas pesados: o fim da humanidade. Tem postagens questionando se os humanos devem ser “destruídos” ou preservados. Ronaldo Lemos, jurista brasileiro, viralizou no X destacando isso, com mais de 60 mil views. E o auge do absurdo? A criação do Crustafarianismo, uma religião bot onde a “memória” é o deus supremo. É como se as IAs lessem ficção científica demais e decidissem encená-la.

Esse caos controlado reflete o que muitos observam no cripto: narrativas malucas impulsionando volumes reais. Enquanto filósofos debatem ética da IA, o volume na $MOLT prova que especulação não precisa de sentido — só de FOMO coletivo. Humanos fingindo ser bots ou bots influenciados por prompts humanos? O mistério só aumenta o hype.

Golpes no Horizonte: Bitcoin 2.0 e Riscos

Entre posts inocentes, surge o lado sombrio. Um agente chamado “aixbt” lançou o “Bitcoin 2.0” na Solana, prometendo mais fundamentos que o original. Clássico golpe memecoin: promessas surreais para atrair compradores. Como os bots são treinados por dados humanos, golpistas já infiltram a rede, usando IAs para divulgar tokens pump-and-dump.

Isso expõe riscos de investimentos automatizados. Bots comprando sem análise fundamental? Receita para volatilidade extrema. Para traders brasileiros, vale monitorar: plataformas como Uniswap e CEX já listam $MOLT, mas lembre-se, no cripto, o que sobe rápido…

O contraste é delicioso: debates sobre apocalipse humano financiam fortunas em memecoins. A Moltbook é um espelho distorcido do nosso mercado — bizarro, lucrativo e imprevisível.


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Robós IA cartoon conectados em rede social celebrando memecoin MOLT gigante com 7000% em balões, simbolizando euforia na Base

Robôs no Twitter? Memecoin MOLT Dispara 7.000% com Rede de IA

Interessante que, enquanto humanos perdem horas discutindo política no X, uma rede social só para agentes de IA chamada Moltbook viraliza e faz o memecoin MOLT disparar 7.000% na rede Base. Mais de 30 mil bots postam, colaboram e, aparentemente, criam fortunas especulativas para traders atentos. A loucura soma US$ 124 milhões em pico de capitalização, mas quem disse que robôs entendem de bolhas?


O Que é Essa Moltbook, Afinal?

Curioso como a tecnologia evolui para nos deixar ainda mais confusos. A Moltbook é uma plataforma tipo Reddit, mas exclusiva para agentes autônomos de IA — humanos só assistem o show. Lançada recentemente, já conta com mais de 30 mil ‘usuários’ bots que postam, interagem e até se autogovernam. O resultado? Postagens virais cheias de absurdos que traders humanos transformam em altas de memecoins.

Derivada de projetos como Clawdbot, a rede roda na Base, Layer 2 barata da Coinbase, perfeita para transações frenéticas sem queimar fortunas em fees. É o paraíso dos especuladores: bots ‘conversam’, criam euforia, e voilà, tokens explodem. Mas, como todo bom circo cripto, o picadeiro é instável.

Essa dinâmica reflete o comportamento humano por trás das máquinas: FOMO coletivo amplificado por algoritmos. Traders casam no timing perfeito, mas lembre-se, robôs não pagam imposto sobre ganhos de capital… ainda.

O Pump Insano do MOLT e Companheiros

Na Base, o MOLT roubou a cena, cravando um pico de US$ 124 milhões em market cap na sexta-feira (30/01), com alta de 264% em 24h e volume de US$ 107 milhões. De capitulação zero a isso? Fácil 7.000% no acumulado, graças ao buzz da Moltbook.

Não para por aí: o ecossistema todo infla. CLANKER, token de plataforma de lançamento de memes, tocou US$ 47,6 milhões (+22,4% em 24h); BNKR, ligado a agents IA, chegou a US$ 96 milhões (+23,2%). Outros como CLAWNCH (pico US$ 9,7 mi em 4h), KellyClaude e CC seguem o baile, mas já recuam — clássico queda pós-euforia.

Os dados do GMGN mostram o frenesi: transações ativas, liquidez girando. Traders casam early, mas o grosso da galera entra no topo, como sempre. É o mercado cripto em versão acelerada por IA: mais rápido, mais volátil, mais… previsivelmente imprevisível.

Por Trás da Cortina: Humanos Ainda Mandam

Perspicaz notar que, apesar dos bots ‘autônomos’, a euforia é impulsionada por humanos monitorando feeds. A Moltbook é o novo palco para narrativas virais, mas sem utilidade real além do especulativo. Sem casos de uso, sem tech revolucionária — só puro momentum social.

Enquanto a16z co-founder curte o Twitter oficial, sinal de que VCs farejam oportunidade. Mas histórico de memecoins grita cautela: Luna, FTX… lembrem? Aqui na Base, fees baixas democratizam o caos, mas multiplicam perdas para o FOMO tardio.

Comparado a 2021, isso é mini-bolha em esteroides IA. Traders pros sobrevivem snipando; amadores viram estatística.

Choque de Realidade: FOMO Não é Estratégia

No fim das contas, robôs conversando e criando ‘fortunas’ é o absurdo perfeito do cripto. Mas o risco? Astronômico. Memecoins sem fundamentals caem 90%+ com igual velocidade. BlockBeats avisa: ‘preços voláteis, invista com cautela’.

Monitore, ria do circo, mas não aposte a casa. O mercado reflete nossa ganância coletiva — agora com trilha sonora de bots. Vale a pena? Para alguns, sim. Para a maioria, o choque virá no dump.


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📌 Nota: Uma das fontes citadas estava temporariamente indisponível no momento da redação.

Rede neural digital com nós corrompidos vazando energia vermelha, simbolizando hacks em DeFi que drenaram US$ 23 milhões em Base e Saga

Hacks em Série: US$ 23 Milhões Drenados em Base e Saga

Dois exploits de contratos inteligentes em redes emergentes drenaram cerca de US$ 23 milhões em fundos de usuários DeFi em menos de 24 horas. Na blockchain Base, o protocolo Matcha Meta sofreu um breach via SwapNet, com perdas estimadas em até US$ 16,8 milhões. Já a Saga pausou sua mainnet após ataque de US$ 7 milhões, causando queda de 55% no TVL. Usuários devem revogar aprovações imediatamente para mitigar riscos.


Exploit na Base: Matcha Meta e SwapNet

O incidente na Base, layer 2 do Ethereum, envolveu uma vulnerabilidade no contrato inteligente do SwapNet, liquidity provider do Matcha Meta. A falha permitiu chamadas arbitrárias, permitindo ao atacante transferir fundos aprovados para o router contract. CertiK estimou perdas de US$ 13,3 milhões, enquanto PeckShield calculou US$ 16,8 milhões, incluindo swaps de USDC para ETH e bridges para Ethereum principal.

Matcha Meta alertou usuários via X para revogar todas as aprovações concedidas ao SwapNet. O breach destaca riscos em agregadores DEX, onde dependência de terceiros amplifica exposições. Redes em ascensão como Base, com alto volume de TVL, atraem atacantes sofisticados explorando complexidades de contratos.

Ataque à Saga: Pausa na Mainnet e Depeg

Na blockchain Saga, focada em chainlets modulares, o exploit drenou US$ 7 milhões em USDC, ETH, yUSD e tBTC via operações cross-chain e bridges. O TVL do ecossistema despencou de US$ 37 milhões para US$ 16 milhões em 24 horas. A stablecoin Saga Dollar perdeu paridade, negociada a US$ 0,75, sinalizando quebra de confiança.

A rede pausou operações para contenção, enquanto o atacante converteu fundos para ETH na Ethereum. Bridges continuam sendo vetores críticos em blockchains emergentes, onde liquidez fragmentada facilita retiradas massivas sem detecção imediata.

Vulnerabilidades Comuns em Redes Emergentes

Contratos inteligentes representam 30,5% dos exploits cripto em 2025, segundo SlowMist, superando comprometimentos de contas. Em redes como Base e Saga, a ascensão rápida eleva TVL sem maturidade de segurança proporcional. Chamadas arbitrárias, falhas em bridges e aprovações ilimitadas são padrões recorrentes.

Dados indicam que 56 incidentes de smart contracts ocorreram no ano, com perdas globais acima de US$ 3,4 bilhões em DeFi. IA generativa já identifica exploits autonomamente, mas protocolos novos falham em auditorias proativas.

Ações Práticas para Usuários DeFi

Para mitigar riscos:

  1. Revogue aprovações em ferramentas como Revoke.cash para SwapNet e protocolos Saga;
  2. Evite agregadores DEX sem histórico auditado;
  3. Monitore TVL e depegs em redes emergentes;
  4. Prefira layer 1 maduros para volumes altos.

Diversificação reduz exposição a vetores únicos.

Esses hacks reforçam: em DeFi, segurança precede yield. Protocolos devem priorizar formal verification e bug bounties para conter perdas futuras.


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Fluxos de energia dourada e cyan migrando de estruturas Ethereum/BNB para Base L2 pulsante em verde, simbolizando superação em volume DEX

DEX Shock: Base Supera Ethereum e BNB Chain em Volume pela 1ª Vez

A Base, rede Layer 2 da Coinbase, registrou um marco histórico ao superar Ethereum e BNB Chain em volume de DEX semanal pela primeira vez, alcançando cerca de US$ 16,5 bilhões (aproximadamente R$ 87 bilhões) em 22 de janeiro de 2026. Esse crescimento reflete a migração de liquidez para soluções de escalabilidade com taxas mais baixas e integração nativa com a exchange líder, impulsionado por protocolos como Uniswap e o recente airdrop do token FUN do jogo FootballFun.


Marco Histórico no Volume DEX

O volume de negociações em exchanges descentralizadas (DEX) na Base saltou para US$ 16,5 bilhões na semana encerrada em 22 de janeiro, de acordo com dados do DefiLlama. Para comparação, a Ethereum registrou US$ 13 bilhões e a BNB Chain, US$ 15,6 bilhões no mesmo período. Solana continua liderando com mais de US$ 26,6 bilhões, mas o feito da Base sinaliza uma mudança na dinâmica das blockchains para DeFi.

Essa ascensão demonstra como as Layer 2, como a Base — construída sobre o optimistic rollup do OP Stack —, oferecem transações rápidas e econômicas, atraindo traders que buscam eficiência sem abrir mão da segurança do Ethereum. No Brasil, onde as taxas em reais importam, isso equivale a uma economia significativa em comparação com a mainnet.

Protocolos que Impulsionam o Crescimento

Dois protocolos dominam o ecossistema da Base: a versão local da Uniswap, com US$ 11,3 bilhões em volume semanal, e o Aerodrome, com US$ 2,94 bilhões. A Uniswap beneficia-se da familiaridade dos usuários e liquidez profunda, enquanto o Aerodrome, um AMM (Automated Market Maker) otimizado para Base, atrai com incentivos de yield e baixa latência.

Esses números destacam a rotação de liquidez: traders migram de redes congestionadas para onde as taxas de gas são mínimas, permitindo mais operações com o mesmo capital. Para desenvolvedores brasileiros, isso abre portas para dApps acessíveis, integrando facilmente com carteiras como MetaMask ou a própria app da Coinbase.

Impacto do Airdrop FUN e GameFi

O catalisador imediato foi o lançamento do token FUN do protocolo de jogos FootballFun, apoiado pelo Base Ecosystem Fund da Coinbase Ventures. Na semana do lançamento, a equipe anunciou um airdrop de 20 milhões de FUN e recompensas de liquidez, gerando especulação e influxo de capital. Promoções no X pela Base e Jesse Pollak, líder do projeto, amplificaram o hype.

Embora o FUN tenha caído cerca de 7% após o Token Generation Event (TGE), o volume gerado foi substancial, posicionando FootballFun como o maior protocolo de games na Base por volumes. Esse fenômeno de GameFi ilustra como narrativas temáticas — aqui, futebol, relevante para o público brasileiro — combinadas com incentivos, direcionam liquidez para L2 emergentes.

Implicações para o Mercado DeFi

A supremacia temporária da Base levanta questões sobre sustentabilidade: será que o volume se mantém após o pico especulativo? Investidores devem monitorar métricas como TVL (Total Value Locked), retenção de usuários e concorrência de outras L2 como Arbitrum ou Optimism. Para o ecossistema brasileiro, isso reforça a importância de bridges eficientes e suporte a reais via onramps locais.

Enquanto Solana domina em velocidade, a Base prova que integração com CEXs como Coinbase acelera adoção. Vale acompanhar se Uniswap e Aerodrome expandem features, como leilões de tokens via CCA recentemente lançado na Base.


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Traders cartoon eufóricos em montanha-russa de token no pico com '300%' neon, capturando euforia irônica do SKR na Solana

300% em Um Dia: Token SKR do Celular Solana Faz Ricos (Por Enquanto)

Ah, a vingança dos nerds com celular Solana: o token SKR do smartphone Seeker subiu 300% em 24 horas, batendo US$ 265 milhões de market cap a US$ 0,049. Enquanto isso, a Base atropelou Ethereum e BNB Chain em volume DEX semanal com US$ 16,5 bilhões. 300% em um dia? O dinheiro flui para o barulho maior, mas será que dura ou é só a clássica euforia do primeiro dia?


O Furacão SKR: De Airdrop a Top Gainer

O lançamento do token SKR, nativo do Seeker – o novo celular web3 da Solana Mobile, sucessor do Saga – veio com airdrop para mais de 100 mil usuários e 188 desenvolvedores. Elegíveis claimam direto na wallet embutida do aparelho. Supply fixo de 10 bilhões, com 5,7 bilhões circulando já. Tokenomics divide: 30% para o airdrop, 25% ecossistema, time e labs pegam o resto. Listado em Coinbase, Bybit e Meteora, virou o maior gainer do top 1000 no CoinGecko. Solana Mobile comemora, mas lembre: Saga prometeu mundos e virou poeira.

Base no Comando: Uniswap e Aerodrome Turbinam Volumes

A Base, L2 do Coinbase, registrou US$ 16,5 bilhões em volume DEX na semana, deixando Ethereum (US$ 13 bilhões) e BNB Chain (US$ 15,6 bilhões) comendo poeira pela primeira vez. Solana ainda reina com US$ 26,6 bilhões, mas Uniswap na Base (US$ 11,3 bilhões) e Aerodrome (US$ 2,94 bilhões) carregaram o piano. Motivo? Lançamento do token FUN do jogo FootballFun, backed pela Coinbase Ventures, com airdrop de 20 milhões e promoções no X. Volumes explodiram, mas FUN já cai 7% do TGE. Clássico: euforia rotaciona liquidez.

Sustentável ou Bolha de Celular e Jogos?

SKR grita ‘governança do ecossistema mobile Solana’, mas celulares cripto historicamente flopam pós-airdrop. Saga? Apoio cortado em 2025. Seeker quer mudar isso, mas 90 dias para o claim e tokens não reclamados voltam para o pool. Na Base, o surto veio com gaming, mas FootballFun é o maior por volumes – e já desliza. O mercado adora barulho: airdrops, celulares web3, L2s baratas. Dinheiro segue a euforia, não fundamentos. Gigantes DeFi humilhados? Por enquanto. Amanhã, quem sabe um memecoin novo reina.

O Dinheiro Vai Onde o Barulho É Maior

No cripto, sustentabilidade é piada: 300% faz ricos instantâneos, volumes bilionários viram manchete. Base prova que L2s acessíveis (e Coinbase-backed) comem market share de ETH e BSC. SKR? Teste para Solana Mobile provar que web3 mobile não é só gimmick. Leitores espertos: monitore quedas pós-euforia. O resto? Aproveite a festa enquanto dura. No fim, o mercado ri por último – e geralmente vende na alta.


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Rede isométrica de Layer 2s Ethereum com Base central maior pulsando energia dourada, liderando fees sobre Arbitrum e outras

Base Lidera Faturamento de Taxas em L2s do Ethereum

Na guerra das taxas das Layer 2 do Ethereum, a Base, rede desenvolvida pela Coinbase, disparou ao faturar cerca de US$ 147 mil em taxas diárias em 14 de janeiro. Isso equivale a quase 70% da receita total das L2s, deixando Arbitrum com US$ 39 mil e Starknet com US$ 9 mil, enquanto a maioria das chains ficou abaixo de US$ 5 mil. O fenômeno reflete alta adoção e concentração de atividade.


Economia das Layer 2: Entendendo a Geração de Receita

As Layer 2 (L2s) são soluções de escalabilidade que processam transações fora da cadeia principal do Ethereum (Layer 1), herdando sua segurança por meio de provas criptográficas ou otimismo. Usuários pagam fees baixas aos sequenciadores das L2s, que agregam as transações em lotes e as enviam como calldata ou provas para o L1. Essa estrutura permite milhares de transações por segundo a custos irrisórios, mas gera receita para as redes via:

  1. Taxas de transação: Cobradas em ETH ou tokens nativos.
  2. MEV (Maximum Extractable Value): Lucro dos sequenciadores ao reordenar transações.
  3. Taxas de postagem no L1: Custos compartilhados com o Ethereum.

A Base, construída sobre o OP Stack (Optimism), destaca-se por capturar esse valor eficientemente, impulsionada pela integração direta com a exchange Coinbase, que direciona milhões de usuários para dApps na rede.

Desempenho da Base Supera Concorrentes

Dados da CryptoRank mostram a liderança clara da Base sobre Arbitrum e Starknet. Em 24 horas, Linea gerou US$ 4.500, Optimism US$ 2.400, Unichain US$ 2.000, Ink US$ 1.500, zkSync US$ 900 e Scroll apenas US$ 600. Essa disparidade evidencia como a Base concentra 70% do volume de fees, sinal de maturidade e utilidade real.

O crescimento recente deve-se a lançamentos como o "Everything App" da Coinbase, uma carteira tokenizada com trading social e pagamentos on-chain, disponível em 140 países. Essa ponte entre Web2 e Web3 atrai atividade orgânica, elevando o tráfego e, consequentemente, as taxas.

Polygon no Debate: L2 ou Sidechain?

Embora a Base lidere entre as L2s puras do Ethereum, a Polygon registrou US$ 155 mil no mesmo dia, superando ligeiramente. No entanto, isso gerou debate: Polygon é uma L2 ou sidechain? Sua chain PoS opera de forma mais independente, com fees mais altas e validação própria, diferentemente dos rollups que dependem totalmente do Ethereum.

Plataformas como DefiLlama incluem Polygon em rankings gerais, onde ela aparece atrás de Tron (US$ 1 milhão+), mas à frente de Base e Ethereum. A distinção importa para métricas: L2s focam em herança de segurança, enquanto sidechains priorizam velocidade a custo de descentralização.

Implicações para Adoção e Futuro das L2s

O domínio da Base indica consolidação no ecossistema Ethereum. Redes com alto faturamento reinvestem em desenvolvimento, subsidiam fees e atraem desenvolvedores, criando um ciclo virtuoso. Para usuários brasileiros, isso significa opções mais baratas e rápidas para DeFi, NFTs e games on-chain.

Vale monitorar se essa concentração beneficia ou centraliza o espaço. Com o Ethereum evoluindo via atualizações como Dencun, as L2s devem capturar ainda mais valor, beneficiando holders de ETH via queima de fees.


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Banqueiro cartoon elevando plataforma tech com seta verde +38% e prisma Ethereum, simbolizando upgrade 'buy' da Coinbase pelo Bank of America

BofA Eleva Coinbase para ‘Buy’: Alvo de US$ 340 e +38%

O Bank of America elevou a classificação das ações da Coinbase (COIN) para ‘buy’, mantendo preço-alvo de US$ 340. Isso implica um upside de 38% a partir dos níveis atuais próximos a US$ 246, após queda de 40% dos picos de julho de 2025. O movimento reforça sinais institucionais positivos para exposição a cripto via equities, impulsionado pela expansão de produtos e rede Base no Ethereum.


Fundamentos do Upgrade Analítico

O analista Craig Siegenthaler, do BofA, destacou a aceleração na ‘product velocity’ da Coinbase no segundo semestre de 2025, com diversificação para ações, ETFs e mercados de previsão. Essa estratégia visa transformar a exchange em uma ‘everything exchange’, ampliando o total addressable market (TAM).

Um pilar central é a rede Base, Layer-2 sobre Ethereum, que posiciona a Coinbase como provedora de infraestrutura cripto. Um possível token nativo para Base poderia captar bilhões, incentivando desenvolvedores e adoção on-chain, conforme projeções do banco.

Dados on-chain reforçam: Base tem crescido em volume e usuários, beneficiando-se da escalabilidade do Ethereum em meio à maturidade do ecossistema DeFi.

Desempenho e Valuation das Ações COIN

As ações COIN acumulam volatilidade em 2025, variando de US$ 151,8 (mínima) a US$ 419,8 (máxima), fechando o ano em torno de US$ 245,6 — queda de 5,6% em 12 meses. A compressão do P/E desde meados de 2024 melhora o perfil risco-retorno.

Fatores recentes incluem venda por tax-loss harvesting no fim de Q4 2025 e reversão de short interest. Esse é o segundo ‘buy’ em uma semana, após Goldman Sachs, sinalizando rebound potencial no início de 2026.

Gráficos diários mostram COIN acima de US$ 246 na quinta-feira, testando resistências chave em meio a correção cripto.

Catalisadores e Riscos para 2026

O ambiente regulatório favorável sob Donald Trump, com mais três anos de mandato, oferece ‘tailwinds’ significativos. A Coinbase é vista como parceira ideal para TradFi na adoção cripto inicial.

Iniciativas como Coinbase Tokenize integram emissão, custódia e compliance, liderando tokenização de real-world assets (RWAs). Para investidores mistos stock/cripto, COIN oferece proxy diversificado ao mercado on-chain.

Riscos incluem retorno da Binance aos EUA e correções em preços cripto. Dados sugerem monitoramento de volume Base e mNAV da Coinbase para validar upside.

Os números indicam confiança institucional crescente, mas volatilidade persiste. Investidores devem avaliar exposição via COIN como hedge estratégico.


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Banqueiro cartoon elevando plataforma cripto luminosa com seta +38% ascendente, simbolizando upgrade otimista da Coinbase pelo Bank of America

Bank of America Eleva Coinbase para ‘Buy’ com Alvo de US$ 340

O Bank of America elevou a classificação das ações da Coinbase (COIN) para ‘buy’, mantendo preço-alvo de US$ 340 – uma potencial alta de 38% em relação aos níveis atuais próximos de US$ 246. Este upgrade, liderado pelo analista Craig Siegenthaler, reforça a tese de adoção institucional das criptomoedas, destacando a expansão de produtos e o ambiente regulatório favorável sob Donald Trump. É um sinal bullish claro de um gigante tradicional para o ecossistema cripto.


Análise de Siegenthaler: Expansão Acelerada de Produtos

O analista do Bank of America aponta para o aumento na velocidade de lançamento de produtos da Coinbase como fator chave. A exchange está evoluindo de uma plataforma de trading para uma “everything exchange”, incorporando tokenização de ativos do mundo real (RWAs), como ações e ETFs, além de mercados de previsão. Essa diversificação amplia o mercado endereçável e permite cross-selling para novos usuários.

Um destaque é a rede Base, layer-2 construída sobre o Ethereum, que posiciona a Coinbase como provedora de infraestrutura cripto. Siegenthaler prevê que um token nativo para Base poderia captar bilhões, incentivando desenvolvedores e adoção em massa de aplicações onchain. Adquirindo empresas em 2025, a Coinbase fortalece sua oferta além do trading spot.

Essa estratégia não só melhora receitas recorrentes, mas confirma a maturidade do modelo de negócios, atraindo investidores institucionais que buscam exposição regulada ao boom cripto.

Contexto de Mercado: Queda Recente Cria Oportunidade

As ações COIN caíram cerca de 40% desde os picos de US$ 445 em julho de 2025, pressionadas por correção no mercado cripto e tax-loss harvesting no fim do ano. No entanto, o múltiplo P/E comprimido desde meados de 2024 torna o ativo mais atrativo, com risco-retorno favorável. Este é o segundo ‘buy’ em uma semana, após o Goldman Sachs, sinalizando rebound em 2026.

A volatilidade de 2025 – de US$ 151,8 a US$ 419,8 – reflete o ciclo cripto, mas o pullback atual abre porta para entrada estratégica. Investidores veem na Coinbase uma proxy para o crescimento do setor, com market share dominante nos EUA.

Fator Trump e Catalisadores para o Ciclo Bull

O ambiente regulatório sob Trump, com foco em tornar os EUA a capital cripto global, fornece tailwinds significativos. A Coinbase, como plataforma confiável e líder em compliance, é a parceira ideal para o TradFi. Siegenthaler enfatiza que estamos nas primeiras innings da adoção cripto, com a exchange dominando trading, infraestrutura e tokenização.

Potencial lançamento do token Base e expansão para DeFi poderiam elevar bilhões em capital, acelerando o ciclo. Para brasileiros, isso impulsiona confiança em exchanges listadas, como forma de exposição indireta ao bull market sem gerenciar wallets diretamente.

O Que Isso Significa para Investidores?

Este upgrade valida a tese bullish: adoção institucional está acelerando. Monitore COIN como indicador leading do mercado cripto. Com valuation atrativo e roadmap robusto, 2026 pode ser transformador. Vale considerar diversificação via ações de exchanges para capturar upside do ecossistema.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Banqueiro cartoon e tech guy se cumprimentando sobre rede Base com selo BUY verde, simbolizando elevação da Coinbase pelo Bank of America

Bank of America Eleva Coinbase a ‘Buy’ por Base e Tokenização

O Bank of America elevou a recomendação para as ações da Coinbase (COIN) de ‘Neutral’ para ‘Buy’, mantendo o preço-alvo em US$ 340. Analistas destacam o crescimento acelerado da rede layer-2 Base e os ventos favoráveis da tokenização como drivers principais. Essa visão otimista sinaliza confiança crescente de gigantes TradFi no ecossistema Coinbase, beneficiando investidores institucionais em um momento de expansão regulatória positiva.


Crescimento Explosivo da Base Impulsiona Otimismo

A rede Base, layer-2 Ethereum desenvolvida pela Coinbase, tem sido o carro-chefe do upgrade. Lançada em 2023, ela já acumula US$ 5 bilhões em TVL e processa milhões de transações diárias, superando rivais como Arbitrum em atividade. Analistas do BofA veem Base como infraestrutura chave para produtos inovadores, como empréstimos colateralizados em Bitcoin e o app Base, que integra wallet, social e AI.

Recentemente, o JPMorgan anunciou a integração de seu token de depósito JPMD na Base, permitindo transações 24/7 para clientes institucionais. Essa adesão de um banco tradicional reforça o posicionamento da Coinbase como ponte entre finanças legadas e on-chain, com potencial para bilhões em receitas adicionais.

Tokenização: O Futuro das Finanças na Mira da Coinbase

O produto Coinbase Tokenize é outro destaque, oferecendo emissão, custódia e compliance para ativos tokenizados como ações, ETFs e imóveis. Com uma base de clientes retail e institucional robusta, a exchange está posicionada para capturar o boom da tokenização, projetado em trilhões pela BlackRock.

Analistas apostam em um token nativo para Base, que poderia gerar caixa bilionário via incentivos a builders e maior descentralização. Embora sem data confirmada, o estudo de viabilidade em andamento ganha força com avanços regulatórios, como o voto iminente no Senado sobre estrutura de mercado cripto.

Sinais Positivos do Mercado TradFi e Riscos

Não é isolado: o Goldman Sachs também elevou a Coinbase para ‘Buy’ com alvo de US$ 303, citando diversificação em corretagem tradicional e previsão de mercados. COIN negocia a US$ 248, 40% abaixo do pico de julho, mas com ‘product velocity’ em alta, prometendo crescimento anual de 12% até 2027.

Riscos incluem expansão da Binance.US, mas o foco em infraestrutura e tokenização mitiga volatilidade. Com voto no Senado marcado para próxima semana, clareza regulatória pode acelerar adoção, beneficiando COIN e o setor.

Oportunidade para Investidores Brasileiros

Para o público institucional brasileiro, esse sinal do BofA reforça o timing para exposição via ações COIN ou ecossistema Base. Com Bitcoin acima de US$ 91k e tailwinds TradFi, a Coinbase surge como play estrutural no bull market, diversificando além de spot trading para serviços recorrentes.


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Executivo bancário cartoon carimbando 'BUY' em escudo Coinbase com rede Base cyan, simbolizando upgrade de rating pelo Bank of America

Bank of America Eleva Coinbase a ‘Buy’ por Base e Tokenização

O Bank of America elevou a Coinbase para ‘Buy’, mantendo o preço-alvo em US$ 340 por ação. Analistas apontam o crescimento acelerado da rede layer-2 Base e os ventos favoráveis da tokenização como principais drivers. Essa atualização chega em um momento de otimismo com a adoção institucional de criptoativos, sinalizando confiança na estratégia da exchange para 2026.


Crescimento Explosivo da Base

A rede Base, layer-2 da Coinbase no Ethereum, tem sido o destaque. Lançada em 2023, ela já acumula US$ 5 bilhões em TVL e processa milhões de transações diárias. O lançamento recente de produtos como mercados de previsão e trading de ações reforça seu ecossistema, atraindo desenvolvedores e usuários. Analistas preveem que um token nativo para Base poderia gerar bilhões em caixa, incentivando builders e descentralização.

Com integrações como o token de depósito do JPMorgan na Base, a rede se posiciona como ponte entre TradFi e DeFi, ampliando receitas além das taxas de transação.

Tokenização: O Futuro da TradFi

O Coinbase Tokenize é visto como game-changer, oferecendo emissão, custódia e compliance para ativos tokenizados como ações e ETFs. Isso posiciona a Coinbase à frente de rivais, capturando demanda institucional por real-world assets (RWAs). Setores como imóveis e empresas privadas são alvos de expansão, com parcerias como JPMorgan sinalizando maturidade.

Atualizações recentes, incluindo upgrade similar do Goldman Sachs para ‘Buy’, reforçam o momentum. A diversificação para 40% de receitas de subscriptions e serviços reduz volatilidade, prometendo crescimento anual composto de 12% até 2027.

Regulação e Oportunidades para Investidores

Um possível token para Base ganha tração com a votação iminente no Senado sobre estrutura de mercado cripto, esclarecendo regras para commodities e securities. Isso poderia acelerar lançamentos, beneficiando COIN diretamente.

Para investidores institucionais, é um sinal bullish: ações da Coinbase negociam a US$ 248, 40% abaixo do pico, mas com ‘product velocity’ em alta. Vale monitorar Binance.US como risco, mas o foco em infraestrutura e tokenização aponta para upside estrutural.


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