Burocrata cartoon carimbando aprovação em poucas moedas enquanto rigs de mineração são barrados, simbolizando restrições regulatórias no Cazaquistão

Cazaquistão Restringe Negociação: Só Criptos Aprovadas pelo BC

O presidente do Cazaquistão, Kassym-Jomart Tokayev, assinou novas leis que limitam a negociação de criptomoedas a ativos aprovados pelo Banco Central Nacional (NBK). Antes um paraíso para mineradores após o ban chinês, o país agora impõe licenças para exchanges e classificação rigorosa de ativos digitais, sinalizando um cerco regulatório para equilibrar inovação e proteção ao investidor. A medida impacta diretamente a liquidez local e reforça o controle estatal.


Detalhes da Nova Legislação

As leis alteram as normas bancárias e de mercado financeiro do Cazaquistão, introduzindo um marco regulatório para ativos digitais. Elas criam exchanges de criptomoedas licenciadas e definem três categorias de “ativos financeiros digitais” (DFAs): stablecoins, ativos lastreados em instrumentos financeiros ou propriedades, e instrumentos financeiros emitidos em forma digital eletrônica.

A Agência de Regulação e Desenvolvimento do Mercado Financeiro (ARDFM) estabelecerá requisitos para emissão, circulação e resgate desses DFAs, excluindo stablecoins. Plataformas digitais emissoras receberão licenças do NBK, sujeitas a regras semelhantes às de instrumentos financeiros tradicionais, como gestão de riscos, divulgação de informações e proteção ao investidor. Criptomoedas como Bitcoin e Ether são classificadas como “ativos digitais não garantidos”, com negociações restritas a plataformas autorizadas.

Papel Central do Banco Nacional do Cazaquistão

O NBK emerge como regulador chave, com autoridade para licenciar exchanges, aprovar listas de criptoativos permitidos e impor limites operacionais. Essa centralização visa mitigar riscos em um mercado volátil, protegendo investidores de fraudes e instabilidades. A criação de uma lista oficial de moedas negociáveis pode excluir altcoins menores, priorizando ativos com maior estabilidade ou lastro, similar a abordagens em outras jurisdições como a União Europeia com MiCA.

No contexto geopolítico, essa medida alinha o Cazaquistão com tendências globais de supervisão estatal sobre cripto, contrastando com sua fase inicial de atração de mineradores estrangeiros. O país, que chegou a representar 18% do hashrate global de Bitcoin em 2022, agora busca maturidade regulatória para atrair investimentos institucionais sustentáveis.

Impacto na Mineração e Liquidez Local

Historicamente, o Cazaquistão atraiu mineradores atraídos por energia barata após a proibição chinesa de 2021, tornando-se um hub de mineração. Contudo, instabilidades energéticas e corrupção levaram a uma contração do setor. As novas regras podem reduzir a liquidez local ao limitar negociações, forçando mineradores a exportar produção para exchanges internacionais ou converter em stablecoins aprovadas.

Isso afeta a economia local, onde criptomoedas eram usadas para pagamentos regulatórios em stablecoins USD. Com o lançamento de ETFs de Bitcoin em 2025 e ambições de hub regional na Ásia Central, o país equilibra crescimento com controle, potencialmente impactando o fluxo de capitais em uma região estratégica entre Rússia e China.

Implicações Geopolíticas e Próximos Passos

No tabuleiro geopolítico, o Cazaquistão posiciona-se como ponte entre Oriente e Ocidente, adotando regulação que pode inspirar vizinhos como Uzbequistão e Quirguistão. Investidores globais devem monitorar a lista de criptos aprovadas e regras de trading, pois restrições podem elevar custos operacionais para exchanges e mineradoras.

Enquanto o mundo observa avanços como ETFs nos EUA e MiCA na Europa, o Cazaquistão reforça sua soberania digital. Para traders brasileiros, isso destaca a importância de diversificar jurisdições, evitando dependência de hubs voláteis.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Agentes policiais cartoon algemando cofre bancário culpado com plataformas cripto alarmadas e mão regulatória acima, alertando riscos do escândalo Banco Master

Escândalo Banco Master: Alerta Regulatório para Cripto

O que a operação policial no Banco Master tem a ver com seus Bitcoins? A Polícia Federal investiga o banco por emissão irregular de títulos de alto rendimento, enquanto o Banco Central avança em regras mais rígidas para VASPs (Prestadoras de Serviços de Ativos Virtuais), como corretoras cripto. Isso eleva o alerta para o ecossistema brasileiro, com potencial impacto em custos e segurança para investidores.


Detalhes da Investigação no Banco Master

A PF realizou buscas ligadas ao empresário Daniel Vorcaro, no âmbito de apurações sobre emissão irregular de títulos de crédito com garantia do Fundo Garantidor de Créditos (FGC). Esses instrumentos de alto rendimento sustentaram o crescimento acelerado do banco, mas agora geram suspeitas de irregularidades. O Tribunal de Contas da União (TCU) avalia a liquidação do banco, com possível impacto de até R$ 41 bilhões em compensações a investidores.

Embora o Banco Master não opere diretamente com criptoativos, casos semelhantes já levaram à apreensão de criptomoedas em investigações financeiras. Isso reforça o risco sistêmico: falhas de compliance em instituições tradicionais podem contaminar o setor cripto, especialmente quando há interações entre bancos e exchanges.

BC Endurece Regras para VASPs e Exchanges

Paralelamente, o Banco Central avança na regulação de VASPs, exigindo licenças específicas, capital mínimo e padrões de compliance equivalentes aos bancários. As novas normas entram em vigor a partir de fevereiro de 2026, aumentando os custos operacionais para corretoras como Mercado Bitcoin e Binance Brasil.

Para o investidor, isso significa spreads potencialmente mais altos e menor oferta de produtos no curto prazo. No entanto, o ambiente mais regulado reduz riscos de contraparte, como os vistos em golpes e hacks. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 520.526,52 nesta quinta-feira (15/01), com alta de 2,22% em 24h, sem impacto direto do caso.

Como Escolher Corretoras Seguras no Brasil

Em meio a esse cenário de maior escrutínio regulatório, priorize plataformas autorizadas pelo BC ou em processo de licenciamento. Verifique se a corretora possui capital mínimo exigido, auditorias independentes e seguro contra hacks. Evite operações não reguladas ou promessas de rendimentos garantidos acima de 10% ao mês, comuns em esquemas fraudulentos.

Outras dicas práticas: ative autenticação de dois fatores (2FA), use wallets frias para holdings longos, diversifique entre 2-3 exchanges e monitore relatórios de compliance no site do BC. Plataformas como Foxbit e NovaDAX já demonstram aderência às normas emergentes, reduzindo o risco de bloqueios judiciais.

Impactos e Próximos Passos para Investidores

O episódio do Banco Master sinaliza que o Brasil caminha para um mercado cripto mais maduro, mas com maior barreira de entrada. No curto prazo, espere consolidação: players menores podem sair, enquanto gigantes se fortalecem. Monitore atualizações do BC sobre VASPs e evite pânico – o Bitcoin segue resiliente globalmente.

Gestão de risco é essencial: aloque no máximo 5-10% do portfólio em cripto, priorize ativos líquidos como BTC e ETH, e acompanhe notícias regulatórias. O prêmio de risco institucional no Brasil subiu, mas oportunidades persistem para quem escolhe com critério.


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Juiz cartoon batendo martelo sobre DJ hacker algemado a rede Pix rachada, simbolizando prisão mantida no hack de R$ 813 mi ao Banco Central

STJ Nega HC a Amigo de MC Kevin em Hack de R$ 813 Milhões ao BC via Pix

O Superior Tribunal de Justiça (Livecoins) negou habeas corpus a Luccas Dhuan Santa Rosa Pombal, DJ amigo próximo do falecido MC Kevin, acusado de integrar esquema que desviou R$ 813 milhões via Pix do Banco Central. Preso na Argentina e extraditado, ele permanece em custódia preventiva na Operação Magna Fraus da PF, expondo vulnerabilidades sistêmicas no sistema financeiro brasileiro e lições cruciais para proteção contra hacks massivos.


Detalhes do Esquema Criminoso

O caso investiga um ataque cibernético à C&M Software, prestadora de serviços para instituições do arranjo Pix, gerenciado pelo Banco Central. Criminosos invadiram o sistema, simulando mais de 400 transferências fraudulentas, desviando valores para contas de laranjas e convertendo-os em criptomoedas para lavagem de dinheiro.

A operação, batizada de Magna Fraus pela Polícia Federal, aponta furto qualificado, organização criminosa e lavagem. Luccas Dhuan foi detido em Buenos Aires em outubro de 2025, transferido ao Brasil em dezembro e recolhido no CDP Belém 1, em São Paulo. A decisão do ministro Herman Benjamin aplicou a Súmula 691 do STF, impedindo análise prematura do HC.

Essa sofisticação revela falhas em provedores terceirizados, onde hackers exploram brechas para movimentações instantâneas, afetando diretamente o ecossistema Pix usado por milhões de brasileiros diariamente.

Conexão com MC Kevin e Perfil do Acusado

Luccas Pombal, com mais de 350 mil seguidores, ganhou notoriedade por sua proximidade com MC Kevin, tendo relatado à polícia o momento em que informou a esposa do cantor, Deolane Bezerra, sobre a morte dele em 2021, conforme depoimento no Metrópoles. Apesar de ocupação lícita como DJ e empresário, a defesa falhou em reverter a prisão, alegando ausência de violência e condições pessoais favoráveis.

O Ministério Público sustenta risco de reiteração delitiva e necessidade de custódia para garantir a ordem econômica. Essa ligação com celebridades destaca como fraudes sofisticadas podem envolver perfis inesperados, ampliando o impacto social e midiático.

Vulnerabilidades Sistêmicas no Pix e Cripto

O hack expõe riscos inerentes ao Pix: velocidade das transações dificulta reversões, e dependência de terceiros como a C&M Software cria pontos únicos de falha. Hackers visaram o núcleo do sistema financeiro, desviando fundos públicos e privados, com lavagem via criptomoedas para ofuscar rastros on-chain.

Para usuários brasileiros, isso sinaliza perigos em exchanges e carteiras conectadas a Pix. Ataques sistêmicos podem gerar vítimas colaterais, como bloqueios de contas ou perdas indiretas em volatilidade pós-fraude. A PF bloqueou milhões em ativos digitais relacionados, reforçando rastreabilidade blockchain, mas alertando para mixer e privacy coins usadas em lavagem.

Lições de Segurança e Proteção Prática

Como lição investigativa, priorize custódia própria: use hardware wallets para cripto, evite depósitos Pix diretos em exchanges desconhecidas e ative 2FA multifator. Monitore transações anômalas via apps bancários e evite laranjas ou contas compartilhadas.

Para evitar ser vítima colateral, diversifique custódia, use VPN em transações sensíveis e acompanhe atualizações do BC sobre segurança Pix. Casos como Magna Fraus demandam vigilância eterna: investigações judiciais prosseguem, mas a prevenção individual é a melhor defesa contra o próximo grande golpe.


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Juiz cartoon batendo martelo sobre hacker algemado diante de fortaleza Pix rachada, simbolizando prisão mantida em hack de R$ 813 milhões no Banco Central

STJ Nega HC a Amigo de MC Kevin em Hack de R$ 813 Milhões no Pix do BC

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou habeas corpus a Luccas Dhuan Pombal, DJ conhecido como amigo próximo do falecido MC Kevin, acusado de integrar esquema que desviou R$ 813 milhões do Banco Central via falhas no sistema Pix. Preso na Argentina e transferido ao Brasil, ele responde por organização criminosa, furto qualificado e lavagem de dinheiro na Operação Magna Fraus, expondo vulnerabilidades críticas em infraestruturas financeiras nacionais.


Detalhes da Decisão Judicial e Prisão Internacional

O ministro Herman Benjamin, presidente do STJ, indeferiu liminarmente o pedido de liberdade da defesa, liderada pelo advogado Kakay, aplicando a Súmula 691 do STF. A prisão preventiva, decretada pelo TJSP em outubro de 2025, foi mantida por falta de análise de mérito no tribunal de origem. Luccas Dhuan, com mais de 350 mil seguidores, foi detido em Buenos Aires em 30 de outubro e chegou ao Brasil em 17 de dezembro, onde cumpre pena no CDP Belém 1, em São Paulo.

A defesa alegou ausência de violência ou grave ameaça, residência fixa e ocupação lícita como DJ e empresário, propondo monitoramento eletrônico. No entanto, o STJ não identificou ilegalidade flagrante, priorizando a instrução processual. Essa decisão reforça a gravidade do caso, considerado um dos maiores ataques cibernéticos à infraestrutura bancária brasileira.

O Esquema do Hack: Ataque à C&M Software e Lavagem via Cripto

O golpe envolveu invasão ao sistema da C&M Software, provedora de serviços para instituições do arranjo Pix do Banco Central. Criminosos se passaram por pessoas jurídicas, efetuando mais de 400 transferências fraudulentas e convertendo os valores em criptomoedas para dificultar rastreamento. Na Operação Magna Fraus, a PF, com apoio do MPSP e Tether, apreendeu R$ 5,5 milhões em cripto e bloqueou R$ 32 milhões em USDT.

Os investigados usaram contas de laranjas e técnicas avançadas de negociação para lavagem, movimentando milhões em Pix de liquidação. O prejuízo afetou múltiplas instituições financeiras, destacando falhas sistêmicas no Sistema de Pagamentos Instantâneos (SPI), mesmo com avanços em segurança pelo BC.

Perfil do Suspeito e Conexão com MC Kevin

Luccas Dhuan ganhou notoriedade em 2021 ao relatar à advogada Deolane Bezerra, esposa de MC Kevin, a morte do cantor após queda de hotel no Rio. Sua proximidade com o funkeiro contrasta com as acusações atuais, ilustrando como perfis públicos podem se envolver em crimes financeiros. A PF aponta participação em rede sofisticada de fraudes eletrônicas, com movimentações em Goiás e Pará.

Essa conexão celebrity amplifica o alerta: fraudes não discriminam status social, e vítimas colaterais, como recebedores de Pix roubados, podem responder criminalmente.

Lições de Segurança: Proteja-se de Vulnerabilidades Sistêmicas

Esse caso expõe riscos no Pix e exchanges: invasões centralizadas podem gerar ondas de fraudes. Para usuários brasileiros, priorize custódia própria em hardware wallets, evite contas de passagem e ative 2FA multifator. Monitore transações incomuns e rejeite Pix suspeitos – recebedores de valores ilícitos arriscam bloqueios judiciais. Exchanges devem reforçar KYC, mas a autoproteção é essencial contra colaterais de hacks massivos.

Vale monitorar atualizações da Operação Magna Fraus, que pode revelar mais ramificações e impulsionar reformas no Pix.


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Ex-diretor do BC cartoon apresentando stablecoin BRD com '15%' dourado luminoso, simbolizando yield de 15% via Selic em cripto

Ex-Diretor do BC Lança BRD: Stablecoin com 15% de Yield

O ex-diretor do Banco Central, Tony Volpon, anunciou o lançamento da BRD, primeira stablecoin em real com rendimento automático de cerca de 15% ao ano. Lastreada em títulos públicos atrelados à Selic, ela permite que investidores brasileiros e globais acessem juros altos de forma simples, 24 horas por dia, via blockchain. É uma alternativa prática aos CDBs de bancos, com credibilidade reforçada pela experiência de Volpon no BC e pela B3 planejando similar.


Como Funciona a BRD e Seu Lastro Seguro

A BRD é emitida 1:1 ao real brasileiro e lastreada em títulos do Tesouro Nacional ligados à taxa Selic, atualmente em torno de 15%. Diferente de stablecoins tradicionais como BRZ ou BBRL, que não repassam rendimentos, a BRD distribui os juros diretamente aos holders automaticamente. Isso elimina burocracias como abertura de conta em corretoras locais ou conversões cambiais complicadas.

Para o investidor prático, significa liquidez total: compre BRD em exchanges compatíveis, segure e receba yield sem vencimento fixo. Os ativos ficam custodiados de forma transparente em blockchain, acessível globalmente. Com a Selic elevada, esse modelo aproveita um dos maiores retornos soberanos do mundo, superando muitos CDBs que rendem pós-imposto abaixo de 12% líquido.

Vantagens Práticas Sobre CDBs e Bancos Tradicionais

Imagine ganhar 15% ao ano em stablecoin sem precisar visitar agência ou esperar resgate D+30. A BRD roda em redes blockchain de alta liquidez, permitindo negociações 24/7, inclusive fins de semana — algo impossível em renda fixa tradicional. Para brasileiros cansados de spreads altos em bancos, é uma porta para diversificar com segurança regulatória implícita pelo lastro em títulos públicos.

Investidores estrangeiros também ganham: acessam juros brasileiros sem remessas via SWIFT ou IOF. Comparado a CDBs de 100% do CDI (cerca de 13-14% bruto), a BRD oferece yield bruto superior e mobilidade cripto. Vale testar com valores pequenos para ver o rendimento acumular diariamente, integrando-se a wallets como MetaMask ou exchanges locais.

Contexto do Mercado Brasileiro de Stablecoins

O Brasil já tem seis stablecoins em real: BRZ (US$ 185 milhões), BRLA, cREAL, BBRL (US$ 51 milhões), BRL1 e agora BRD. A B3 planeja lançar a sua até junho de 2026, sinalizando maturidade. Crown captou US$ 13,5 milhões para BRLV, mostrando ecossistema aquecido. A BRD se destaca pelo yield explícito, atraindo quem busca renda passiva sem volatilidade cambial.

Com adoção cripto crescendo 63% na América Latina, segundo Chainalysis, ferramentas como BRD facilitam remessas e poupança diária. Monitore a capitalização inicial da BRD para avaliar tração.

Credibilidade de Tony Volpon e Próximos Passos

Tony Volpon, diretor do BC (2015-2016), traz 30 anos de experiência em UBS, Merrill Lynch e Safra. Via CF Inovação, ele tokeniza imóveis e registra contratos no Cofeci via blockchain, reduzindo fraudes. Essa bagagem dá confiança à BRD como produto sério.

Para começar: acesse plataformas parceiras, deposite reais, troque por BRD e segure. Acompanhe atualizações sobre listagens e auditorias. Em um cenário de Selic alta, é uma opção prática para otimizar rendimentos sem sair do ecossistema cripto.


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Executivo cartoon de terno apresentando stablecoin translúcida com yield 15% glow e títulos públicos internos, simbolizando inovação em renda fixa cripto brasileira

Stablecoin BRD, de ex-diretor do BC, promete 15% ao ano em títulos públicos

Tony Volpon, ex-diretor do Banco Central, lançou a stablecoin BRD, atrelada ao real e lastreada em títulos públicos do Tesouro Nacional. A promessa é compartilhar rendimentos de cerca de 15% ao ano com detentores, aproveitando os juros altos brasileiros. Apresentada no "Cripto na Real" da CNN, a iniciativa mira investidores globais, mas levanta dúvidas sobre segurança e regulação para o usuário comum no Brasil. Isso pode ser uma alternativa prática à poupança ou CDI?


Como funciona a BRD e quem está por trás

Tony Volpon, com mais de 30 anos no mercado financeiro em bancos como UBS e Merrill Lynch, e ex-diretor de Assuntos Internacionais do BC entre 2015 e 2016, lidera o projeto via CF Inovação. A BRD é negociável 24/7 em blockchains de alta liquidez, oferecendo acesso direto aos rendimentos de títulos públicos brasileiros, atualmente na casa dos 15% a.a.. Diferente de stablecoins tradicionais sem yield, parte das reservas em Tesouro Direto gera renda compartilhada com holders.

Para o brasileiro médio, isso significa potencialmente ganhar mais que a poupança (cerca de 6-7% a.a.) ou até CDI (11-12%), sem precisar lidar com corretoras tradicionais cheias de burocracia. Volpon destaca a simplicidade: transfira reais para BRD e receba yield automático, tudo transparente na blockchain. Mas o lastro em dívida soberana amarra o destino ao risco-país.

Impacto prático em tempos de juros altos no Brasil

No Brasil de 2026, com Selic elevada para conter inflação, títulos públicos pagam bem, mas exigem CPF, conta em banco e paciência com resgates. A BRD promete resolver isso: yield em tempo real, acessível via carteiras crypto, ideal para quem quer renda fixa digital sem papelada. Imagine R$ 10 mil rendendo R$ 1.500/ano, equivalente a 3 meses de conta de luz familiar ou 1/4 do salário mínimo anual.

Para remessas internacionais ou poupadores, é uma ponte: estrangeiros acessam nossos juros altos sem IOF ou câmbio demorado, enquanto brasileiros ganham estabilidade com rendimento. Volpon vê potencial para baratear a dívida pública, atraindo capital externo. Prático? Sim, se você já usa crypto para pagamentos ou hedge contra inflação.

Concorrência acirrada e os riscos reais

O mercado de stablecoins em real já tem players: BRZ lidera com US$ 185 milhões em market cap (Transfero), seguida de BBRL (US$ 51 milhões), BRL1, cREAL e BRLV da Crown (US$ 19 milhões, após captação de US$ 13,5 milhões com Paradigm). A B3 planeja entrar até junho. A BRD se destaca pelo yield explícito, mas não é pioneira em conceito.

Riscos? Regulação incerta pelo BC, que regula Drex; liquidez inicial baixa pode travar resgates; e se títulos públicos desvalorizarem com alta de juros? Default soberano é remoto, mas volatilidade crypto soma. Impostos: yield é renda fixa, tributado IR progressivo. Para o vizinho que quer R$ 5 mil seguros, stablecoin ainda soa arriscado vs. Tesouro Selic via app do governo.

O que fazer antes de entrar nessa

Se você busca renda acima da inflação sem volatilidade de Bitcoin, monitore o lançamento da BRD. Verifique audits independentes, reservas publicadas on-chain e exchanges listadas. Compare taxas: BRZ é zero yield, mas consolidada. Teste com pouco (R$ 100-500) se couber no orçamento. Lembre: crypto tem burocracia fiscal (DARF mensal >R$35k). DYOR e priorize liquidez para emergências.


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Balança regulatória com burocrata brasileiro aprovando Drex e coreano congelando contas cripto, investidor equilibrando no centro

BC prioriza Drex e tokenização; Coreia planeja congelamento de contas cripto

O Banco Central do Brasil definiu Drex e tokenização de ativos reais como pilares da estratégia para 2026-2029, formando a terceira grande infraestrutura digital pública ao lado de Pix e Open Finance. Em paralelo, autoridades sul-coreanas avaliam o congelamento prévio de contas cripto suspeitas de manipulação de mercado. Movimentações indicam aceleração global na integração regulatória de ativos digitais.


Estratégia Brasileira: Drex e Tokenização em Foco

Segundo Rogério Lucca, secretário executivo do BC, o Drex só alcançará pleno potencial com um ecossistema robusto de tokens lastreados em ativos reais, enquanto a tokenização depende de um ambiente institucional seguro. Essa convergência promete modernizar o mercado de capitais, estendendo a eficiência do Pix para transações de ativos financeiros.

A integração com Open Finance permitirá maior concorrência e acesso a dados, com o Drex atuando como camada de liquidação. O BC planeja também conectar títulos públicos brasileiros ao mercado internacional e atualizar regimes de resolução financeira, facilitando influxo de investidores globais. No entanto, o projeto Drex enfrenta desafios tecnológicos, com a blockchain inicial considerada inadequada, embora a autarquia insista em avançar.

Para combater fraudes crescentes em 2025, o BC intensificará supervisão sobre Prestadores de Serviços de Ativos Virtuais (PSAVs), elevando exigências de capital mínimo e monitorando provedores de infraestrutura bancária.

Coreia do Sul: Medidas Drásticas Contra Manipulação

A Financial Services Commission (FSC) sul-coreana discute um sistema de suspensão de pagamentos similar ao usado no mercado de ações, permitindo congelar contas cripto antes que suspeitos de manipulação — como front-running ou wash trading — lavem ganhos ilícitos. Atualmente, mandados judiciais atrasam ações, facilitando ocultação de fundos em wallets privadas.

Essa proposta integra a segunda fase da legislação cripto local, após foco inicial em proteção ao usuário. Emendas à Capital Markets Act, efetivas desde abril de 2025, já permitem freezes em ações por práticas abusivas. Autoridades argumentam que o dinamismo das cripto exige ferramentas preventivas mais ágeis.

Outras iniciativas incluem buscas em cold wallets pela National Tax Service e responsabilidade bancária para exchanges em casos de hacks.

Implicações para Investidores Locais e Globais

Para o investidor brasileiro, a agenda do BC sugere um sistema financeiro mais integrado e eficiente, mas com maior escrutínio regulatório, impactando exchanges e custodiantes de cripto. PSAVs precisarão de maior robustez, potencialmente elevando custos operacionais e barreiras de entrada.

Na perspectiva global, a Coreia exemplifica tendência asiática de alinhar criptoativos a padrões de securities markets, similar a movimentos na UE e EUA. Investidores devem monitorar como essas regras afetam liquidez e inovação: proteção contra manipulação fortalece confiança, mas freezes preemptivos podem gerar preocupações com privacidade e acesso rápido a fundos.

Enquanto o Brasil avança em CBDCs e tokenização, a Ásia reforça enforcement, moldando um ecossistema cripto mais maduro, mas regulado. Vale acompanhar atualizações do BC e FSC para ajustes em estratégias de portfólio.


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PIX pode ter ajudado exchanges brasileiras

O PIX, a nova modalidade de pagamento no Brasil, completou 3 meses de operação no dia 16 de fevereiro de 2021. Esta tecnologia concorre diretamente com TED e DOC, porém não é limitada pelo horário comercial – as transferências podem ocorrer nas madrugadas, fins de semana e feriados.

De acordo com matéria do G1, 286 milhões de operações foram realizadas por meio do PIX em 2021. No mesmo período, as transferências através do TED somaram 53,2 milhões. Porém, resta saber se o PIX influenciou o volume de transações nas exchanges brasileiras.


Coleta dos dados

Várias fatores podem influenciar para que haja aumento de negociações em dias não úteis em uma exchange. No entanto, a grande novidade no processo de transferência de valores nos últimos meses foi o PIX.

Para que fosse possível mensurar o impacto do PIX nas negociações nos dias não úteis, foi criada a Fração Dia não Útil (FDNU). Esta fração é o resultado da soma dos volumes dos dias não úteis de determinado período, dividida pela soma total dos volumes do mesmo período (dia útil + dia não útil). Foram utilizados dois períodos: Pré PIX, de 16 de agosto a 15 de novembro de 2020; e o Pós PIX, de 16 de novembro de 2020 a 15 de fevereiro de 2021.

Os dados de apoio desta matéria foram obtidos nas publicações Volumes das exchanges de Janeiro a Dezembro de 2020, Volumes das exchanges de Janeiro de 2021 e “Volumes das exchanges de Fevereiro de 2021”. Esta última será divulgada na primeira semana de março. A compilação dessas informações gerou o arquivo abaixo:


Resultados

As exchanges com volume médio diário maior que 10 BTC que apresentaram crescimento da FDNU, ou seja, que aumentaram a quantidade de operações de compra e venda de Bitcoin nos dias não úteis, foram:

  1. PagCripto OTC: +125,28%, de 3,68% para 8,3%.
  2. BrasilBitcoin: +81,06%, de 10,48% para 18,97%.
  3. PagCripto: +78,66%, de 6,9% para 12,32%.
  4. MercadoBitcoin: +69,86%, de 12,41% para 21,09%.
  5. Foxbit: +65,81%, de 11,30% para 18,73%.
  6. BitCambio: + 48,5%, de 11,71% para 17,39%.
  7. Biscoint: + 41,18%, de 12,61% para 17,80%.
  8. BitcoinTrade: +40,56%, de 14,45% para 20,31%.
  9. Coinext: +40,2%, de 14,86% para 20,83%.
  10. Braziliex: +39,05%, de 12,04% para 16,75%.
  11. BitPreço: +31,23%, de 15,3% para 20,08%.
  12. BitcoinToYou: +27,45%, de 16,54% para 21,07%.
  13. NovaDAX: +24,76%, de 18,83% para 23,49%.
  14. Makes Exchange: +23,05%, de 3,85% para 4,74%.
  15. FTX: +21,25%, de 18,8% para 22,8%.
  16. Binance: +6,61%, de 19,85% para 21,16%.
  17. UpCâmbio: +3,12%, de 14,82% para 15,28%.
  18. BitRecife: +3,12%, de 14,67% para 15,13%.

Os dados coletados sugerem que, após a adoção do PIX, a participação do volume de compra e venda de Bitcoin em Reais nos dias não úteis aumentou 51,80%. Outros fatores podem ter contribuído, porém, no geral, não se pode negar a potencial influência do PIX nas operações fora do horário comercial.

Comparação da Fração Dia Não Útil do volume antes e depois da adoção do PIX.
Exchanges que mais negociam nos dias não úteis no cenário pós PIX, em ordem decrescente.
*FDNU: Fração Dia Não Útil do volume.

Antes do PIX, as exchanges operavam por dia útil em média R$ 65.417.183,73. Quando chegava o fim de semana, havia uma redução de 65% do volume negociado, levando o valor médio operado para R$ 22.818.244,42. Após o PIX esse impacto do dia não útil diminuiu. No dia útil o valor médio operado pelas exchanges passou a ser de R$ 233.404.850,89, e, chegando o fim de semana, passou a haver uma redução de apenas 41%, levando o valor médio negociado em dia não útil para R$ 137.606.150,42.

Esta condição peculiar pode fazer com que o país se torne um ambiente mais próspero para as criptomoedas, superando outros mercados internacionais. Depois dessa inovação do Banco Central, o investidor que opera no Brasil tem as ferramentas apropriadas para negociar 24 horas por dia, 7 dias por semana.

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