Relógio monumental de bolsa destacando 12 horas com fluxos BTC, ETH e SOL para traders cartoon, simbolizando expansão de negociação na B3

B3 Amplia Horário de Futuros BTC, ETH e SOL para 12h Diárias

12h de trading cripto na B3: sua estratégia muda agora. A Bolsa brasileira anunciou a extensão do horário de negociação para contratos futuros de Bitcoin (BIT), Ethereum (ETR), Solana (SOL) e ouro (GLD), passando de poucas horas para um período de 12 horas diárias a partir de março e abril de 2026. Isso beneficia traders locais com acesso regulado ampliado, reduzindo gaps overnight e melhorando a liquidez em ambiente supervisionado.


Etapas da Implementação

A ampliação ocorre em duas fases. Na primeira, a partir de 9 de março de 2026, as negociações iniciam às 8h e vão até 18h30, duas horas a mais no início do pregão. Já em 20 de abril de 2026, o encerramento se estende para 20h, totalizando 12 horas de operação de segunda a sexta-feira, incluindo rolagens de contratos.

Essa mudança foi comunicada oficialmente pela B3, que ajustará também a janela de alocação de derivativos para 20h30 na segunda fase. Luiz Masagão, vice-presidente de Produtos e Clientes, destacou que a medida atende à demanda por flexibilidade fora do horário tradicional, mantendo a robustez da infraestrutura regulada.

Os dados de adesão e liquidez serão monitorados para possíveis expansões futuras a outros ativos, demonstrando uma abordagem data-driven da bolsa.

Impacto para Traders Brasileiros

Para investidores locais, o principal ganho é a redução de gaps overnight, comuns em mercados globais 24/7. Com 12 horas de negociação, traders podem ajustar posições durante o dia útil brasileiro, alinhando-se melhor às oscilações internacionais sem exposição excessiva a riscos noturnos em plataformas offshore.

A liquidez local deve aumentar, pois o horário estendido atrai mais participantes institucionais e varejistas. Em um ambiente regulado pela CVM, com contraparte central e transparência de preços, os contratos oferecem segurança superior às exchanges internacionais, minimizando riscos de contraparte e manipulação.

Exemplo prático: um trader pode abrir posição em Bitcoin às 8h, reagindo a notícias asiáticas, e fechar às 20h, capturando movimentos europeus e americanos iniciais, tudo com liquidação financeira garantida.

Características dos Contratos e Ajustes

Os futuros da B3 são mini-contratos, representando frações dos ativos subjacentes: exposição a variações de preço sem custódia física (ouro) ou chaves privadas (criptos). Liquidação é financeira, baseada em índices globais, facilitando hedge e alavancagem para portfólios diversificados.

Para suportar o novo horário, a B3 criará boletins complementares (BVBG.086 e BVBG.187) pós-20h, com estatísticas específicas para esses ativos. O preço de ajuste permanece na sessão regular, garantindo previsibilidade nas margens e liquidações diárias.

Essa estrutura acessível – lotes reduzidos e valor inicial baixo – democratiza o acesso, atraindo desde investidores de varejo até fundos, e fortalece o ecossistema cripto brasileiro regulado.

Próximos Passos para Traders

Monitore o volume inicial em março para avaliar adesão. Teste estratégias de day trading e swing nos novos horários, priorizando gerenciamento de risco via stops e posições dimensionadas. A B3 planeja stablecoin no 1º semestre de 2026, o que pode complementar esses futuros.

Com maior liquidez esperada, spreads devem apertar, beneficiando execuções. Traders devem se cadastrar via corretoras habilitadas na B3 para operar esses códigos: BIT, ETR, SOL e GLD.


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Personagem fintech cartoon saltando de plataforma B3 rachada para torre Nasdaq dourada com '500M', expondo crise na bolsa brasileira

PicPay Protocola IPO de US$ 500 Milhões na Nasdaq e Expõe Crise na B3

O banco digital PicPay protocolou pedido de IPO na Nasdaq para captar até US$ 500 milhões, nesta segunda-feira (6). Controlada pela J&F (do JBS), a fintech registra lucros recordes e 66 milhões de clientes, mas opta pelos EUA em meio à crise da B3, sem novos IPOs há quatro anos devido à Selic a 15% e incertezas fiscais. Isso afeta diretamente o acesso a capitais para empresas brasileiras.


Números Sólidos Justificam a Jogada

A fintech apresentou resultados impressionantes nos documentos à SEC. Nos nove primeiros meses de 2025, o lucro líquido atingiu R$ 313,8 milhões, alta de 82% ante R$ 172 milhões em 2024. A receita total saltou para R$ 7,26 bilhões, quase o dobro dos R$ 3,78 bilhões do ano anterior, com clientes ativos crescendo de 37,5 para 42,1 milhões.

Hoje, o PicPay tem 66 milhões de clientes cadastrados e uma carteira de crédito de R$ 18,7 bilhões, com inadimplência acima de 90 dias em 6,2%. Há compromisso firme de US$ 75 milhões da gestora Bicycle, de Marcelo Claure (ex-SoftBank). Os papéis terão ticker PICS, com Citigroup, Bank of America e RBC como coordenadores.

Segunda Tentativa Após Fracasso em 2021

Não é a primeira vez: em 2021, o PicPay tentou IPO nos EUA, mas cancelou em 2022 por condições adversas de mercado, quando ainda dava prejuízo. Agora, com balanços positivos e recuperação gradual de IPOs em Wall Street, a empresa mira janeiro para a oferta, com roadshow a partir do dia 20.

Os recursos vão para capital de giro, crescimento orgânico, tecnologia e novos produtos como seguros e investimentos. Para o investidor brasileiro, isso sinaliza confiança no modelo de negócios, mas também a necessidade de mercados mais líquidos fora do Brasil.

Crise na B3: Empresas Fogem para Wall Street

A B3 vive seca de IPOs desde agosto de 2021, com Selic a 15% — maior nível desde 2006 — favorecendo renda fixa e afastando risco. Incertezas fiscais pioram o cenário. O número de listadas caiu de 385 (2022) para 335 hoje, com OPAs de EDP, Cielo e JBS.

Fintechs como Nubank, Stone, XP, Pátria e Inter já escolheram os EUA por maior liquidez e múltiplos atrativos. O PicPay reforça a tendência: Brasil perde valor para mercados globais. Investidores locais podem acessar via Nasdaq, mas perdem proximidade e sofrem com câmbio.

Impacto Prático para Brasileiros

Para quem investe em ações BR, isso pressiona a B3 a melhorar condições — juros menores e estabilidade fiscal. PicPay, que explora cripto via parcerias como com Binance, pode atrair mais capital tech. Monitore o IPO: sucesso abre portas para outras fintechs, mas risco cambial pesa para retail.


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Executivos fintech cartoon migrando de estátua B3 rachada para horizonte Nasdaq dourado, representando IPO do PicPay na bolsa americana

PicPay mira Nasdaq com IPO de US$ 500 milhões: Fuga da B3?

O banco digital PicPay protocolou pedido de IPO na Nasdaq, visando captar até US$ 500 milhões. Controlada pela J&F, a fintech registra lucros crescentes e 66 milhões de clientes, mas opta pela bolsa americana em meio à crise da B3, que acumula quatro anos sem novos IPOs. A decisão reflete juros altos no Brasil e atrativos de Wall Street para empresas emergentes.


Desempenho Financeiro Robusto

A segunda tentativa do PicPay no mercado americano vem respaldada por números sólidos. Nos nove primeiros meses de 2025, a empresa reportou lucro líquido de R$ 313,8 milhões, alta de 82% ante os R$ 172 milhões de 2024. A receita totalizou R$ 7,26 bilhões, quase o dobro dos R$ 3,78 bilhões do período anterior, impulsionada pelo crescimento de clientes ativos de 37,5 milhões para 42,1 milhões.

Com uma carteira de crédito de R$ 18,7 bilhões e inadimplência acima de 90 dias em 6,2%, o PicPay demonstra maturidade operacional. A gestora Bicycle, de Marcelo Claure, comprometeu US$ 75 milhões, sinalizando confiança de investidores globais. Os recursos do IPO financiarão expansão, tecnologia e novos produtos como seguros e investimentos.

Crise no Mercado de Capitais Brasileiro

A B3 enfrenta seu pior momento em décadas, sem registrar IPOs desde agosto de 2021. A taxa Selic em 15% ao ano — maior desde 2006 — direciona capitais para renda fixa segura, enquanto incertezas fiscais agravam o cenário. O número de empresas listadas caiu de 385 em 2022 para 335 atualmente, com OPAs de gigantes como JBS e EDP Brasil fechando capital.

Esse vácuo contrasta com a vitalidade de mercados emergentes como Índia e México, onde reformas atraem listagens. No Brasil, políticas monetárias restritivas limitam o apetite por risco, forçando fintechs a buscar alternativas internacionais para maximizar valuation e liquidez.

Vantagens da Nasdaq e Precedentes

Wall Street oferece múltiplos mais elevados e acesso a investidores institucionais globais, essenciais para escala. Fintechs brasileiras como Nubank, Stone, XP Inc., Pátria e Inter já trilharam esse caminho com sucesso, negociando sob tickers como NU e XP. O PicPay adotará PICS, com bancos como Citigroup e Bank of America coordenando a oferta prevista para janeiro.

Globalmente, regulações mais amigáveis nos EUA — apesar de escrutínio da SEC — facilitam captações em comparação a burocracias locais. Essa tendência reflete uma migração de valor de economias emergentes para centros financeiros consolidados, similar a movimentos asiáticos pós-2020.

Debate sobre o Futuro das Fintechs Brasileiras

A escolha do PicPay reacende o debate: é fuga de talentos ou estratégia pragmática? Para investidores brasileiros, significa perda de oportunidades locais, mas exposição indireta via ADR. Autoridades da B3 e CVM precisam abordar juros altos e incentivos fiscais para reter empresas. Enquanto isso, o sucesso do IPO pode incentivar mais saídas, consolidando os EUA como hub para inovação latina.

Monitorar o calendário da SEC e roadshows a partir de 20 de janeiro será crucial para avaliar o apetite do mercado.


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Bitcoin ETFs Atraem US$ 457 Mi e B3 Avança em Tokenização

📊 BOLETIM CRIPTO | 18/12/2025 | MANHÃ

O mercado de criptomoedas amanhece nesta quinta-feira, 18 de dezembro de 2025, com um sinal claro de força institucional: os ETFs de Bitcoin à vista nos Estados Unidos registraram sua maior entrada diária em mais de um mês, totalizando US$ 457 milhões. Este movimento, liderado por gigantes como Fidelity e BlackRock, sugere um posicionamento antecipado de grandes gestores frente à expectativa de cortes de juros pelo Federal Reserve no próximo ano. Enquanto o cenário global aponta para uma redução da volatilidade do Bitcoin — que pode se tornar mais estável que ações de tecnologia como a Nvidia —, o cenário local brasileiro ganha tração com a B3 confirmando planos robustos para sua própria plataforma de tokenização e stablecoin. Contudo, investidores devem equilibrar esse otimismo com cautela: previsões contrárias alertam para riscos de correções profundas e a sofisticação de golpes digitais exige atenção redobrada.


🔥 Destaque: A Retomada do Apetite Institucional via ETFs

O destaque absoluto das últimas 24 horas é o fluxo maciço de capital retornando aos ETFs de Bitcoin spot (à vista). Após semanas de volatilidade e fluxos mistos, os fundos negociados em bolsa nos EUA captaram US$ 457 milhões em um único dia. Analisando profundamente os dados, observa-se que não se trata de uma compra de varejo dispersa, mas de alocações concentradas: o fundo da Fidelity (FBTC) sozinho foi responsável por US$ 391 milhões desse montante, seguido pelo iShares da BlackRock (IBIT).

Este movimento é crucial por dois motivos fundamentais. Primeiro, ele eleva o total de ativos sob gestão (AUM) desses produtos para mais de US$ 112 bilhões, o que significa que os ETFs agora detêm aproximadamente 6,5% de toda a capitalização de mercado do Bitcoin. Isso cria um “choque de oferta” silencioso, onde uma quantidade significativa de moedas é retirada de circulação e bloqueada em custódia institucional de longo prazo, reduzindo a liquidez disponível para venda imediata.

Em segundo lugar, analistas interpretam esse fluxo como um front_running (antecipação) de política monetária. Com a expectativa de que o Federal Reserve inicie ou intensifique cortes de juros em 2026 — possivelmente influenciado por pressões políticas da nova administração nos EUA —, o capital institucional busca refúgio em ativos de risco que se beneficiam da liquidez global. O Bitcoin, neste contexto, deixa de ser apenas uma aposta especulativa para se tornar um componente estratégico de portfólios diversificados, atuando como um hedge contra a desvalorização fiduciária esperada.

Entretanto, é vital notar que essa demanda ainda pode ser episódica. O mercado precisa demonstrar consistência nesses inflows ao longo da próxima semana para confirmar que estamos saindo de uma fase de consolidação lateral para uma nova tendência de alta estrutural.


📈 Panorama do Mercado

O sentimento geral do mercado evoluiu para um otimismo cauteloso, fundamentado na tese de maturação do ativo. Um relatório da Bitwise, divulgado recentemente, projeta um cenário onde o Bitcoin se tornará menos volátil do que ações de grandes empresas de tecnologia, como a Nvidia, até 2026. Essa redução na volatilidade é uma consequência direta da diversificação da base de investidores: à medida que fundos de pensão, family offices e consultores financeiros entram no mercado via ETFs, o perfil do detentor médio de BTC muda de especuladores de curto prazo para detentores de longo prazo.

No Brasil, o ecossistema de criptoativos continua a se integrar profundamente com o mercado financeiro tradicional. A confirmação de que a B3 (Bolsa do Brasil) planeja lançar uma plataforma de tokenização e uma stablecoin pareada ao Real em 2026 coloca o país na vanguarda da economia tokenizada. Isso reforça a narrativa de Real World Assets (RWA), onde ativos físicos e financeiros são trazidos para a blockchain para ganhar liquidez e fracionamento.

Apesar desses vetores positivos, o mercado ainda enfrenta resistência técnica. O preço do Bitcoin navega em uma zona onde muitos investidores que compraram no topo anterior estão “no prejuízo” (holding at a loss), criando uma barreira de venda natural sempre que o preço tenta subir. Para quem busca operar neste mercado com segurança e liquidez, plataformas globais como a Binance oferecem ferramentas para acompanhar esse volume e posicionar-se tanto em Bitcoin quanto nos novos tokens de RWA que surgem com força.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Correção Cíclica Profunda: Analistas contrarians, como Mike McGlone, alertam para a possibilidade de uma reversão severa, com alvos extremos de baixa (até US$ 10.000) caso o suporte macroeconômico falhe, o que afetaria drasticamente altcoins como ETH e ADA.
  • Venda de Holders em Prejuízo: Existe uma concentração densa de oferta (supply overhang) de investidores que compraram acima de US$ 90.000. Se o preço subir, esses investidores podem vender para “sair no zero a zero”, freando o rally.
  • Fragilidade dos Fluxos: A dependência de expectativas de corte de juros é uma faca de dois gumes. Se a inflação persistir e o Fed não cortar juros conforme o mercado precifica, os ETFs podem ver saídas rápidas de capital.
  • Sofisticação de Golpes (Phishing): O caso recente de um empreendedor em Singapura que perdeu todo seu portfólio via um jogo falso no celular destaca o risco contínuo de phishing direcionado a detentores de cripto.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Antecipação Institucional: Seguir o “dinheiro inteligente” dos ETFs sugere que acumular Bitcoin nos níveis atuais pode ser vantajoso antes que a liquidez global aumente com os cortes de juros previstos.
  • Tokenização (RWA) Brasileira: Com a B3 entrando no jogo, projetos e tokens relacionados à infraestrutura de tokenização e ativos reais no Brasil ganham uma validação institucional maciça e potencial de valorização a médio prazo.
  • Arbitragem de Volatilidade: Se a tese da Bitwise se confirmar e a volatilidade do BTC cair, estratégias de yield e opções que beneficiam de mercados mais estáveis podem se tornar mais lucrativas que o simples holding.

📰 Principais Notícias do Período

1. ETFs de Bitcoin registram US$ 457 mi em inflows: Reposicionamento Institucional
Os fundos à vista tiveram o maior dia de entradas em mais de um mês. O movimento é liderado pela Fidelity e sinaliza uma preparação dos grandes fundos para um cenário macroeconômico de juros mais baixos em 2026.

2. B3 planeja plataforma de tokenização e stablecoin BRL para 2026
A Bolsa do Brasil confirmou planos ambiciosos para integrar o mercado tradicional com a blockchain. A iniciativa visa criar uma ponte de liquidez para ativos reais tokenizados e pode transformar o mercado local.

3. Bitwise: Bitcoin será menos volátil que Nvidia em 2026
A gestora argumenta que a entrada de investidores institucionais “mãos de ferro” está mudando a natureza do ativo, tornando-o mais estável do que muitas ações de tecnologia do mercado tradicional.

4. Analista alerta para risco de Bitcoin a US$ 10.000
Em uma visão contrária ao consenso, análise técnica aponta para riscos estruturais que poderiam levar a uma correção massiva, impactando severamente altcoins como Ethereum, Cardano e XRP.

5. Tokenização imobiliária revoluciona acesso e liquidez
O fracionamento de imóveis via blockchain está democratizando o investimento no setor, permitindo que pequenos investidores acessem mercados antes restritos, com maior liquidez e transparência.

6. Alerta de Segurança: Jogo falso drena portfólio em Singapura
Um caso alarmante onde um app malicioso, disfarçado de jogo mobile, conseguiu acesso a carteiras de criptomoedas, reforçando a necessidade de nunca interagir com softwares não verificados em dispositivos de trade.


🔍 O Que Monitorar

  • Fluxo Contínuo dos ETFs: Acompanhar se os inflows de ontem foram pontuais ou se marcam o início de uma tendência semanal constante acima de US$ 200-300 milhões/dia.
  • Declarações do Banco Central/CVM: Ficar atento a novidades regulatórias no Brasil que possam acelerar ou frear os planos da B3 e de outros players de tokenização.
  • Dados de Inflação (EUA): Qualquer sinal de que a inflação americana está resiliente pode derrubar a tese de corte de juros, impactando negativamente os ativos de risco.
  • Relação Put/Call: Monitorar o mercado de opções para ver se o medo de uma queda (proteção via Puts) está aumentando desproporcionalmente, o que sinalizaria descrença na alta atual.

🔮 Perspectiva

Para as próximas 24 a 48 horas, a perspectiva permanece moderadamente positiva (bullish). O volume expressivo de compras institucionais fornece um suporte psicológico e financeiro importante para o Bitcoin acima da região de US$ 80.000 a US$ 85.000. É provável que vejamos tentativas de testar resistências superiores se o fluxo de notícias macroeconômicas se mantiver neutro ou positivo. No entanto, a presença de previsões extremamente baixistas e a quantidade de investidores presos em preços mais altos sugerem que o caminho para novas máximas não será linear. A volatilidade deve se manter presente, exigindo gestão de risco rigorosa.


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