Rede isométrica cristalina Ethereum com fluxos densos de transações cyan e cristal '45%' central, simbolizando salto no uso e preço estável

Ethereum: Uso de Rede Salta 45% com Preço Estável Acima de US$ 3.200

O uso da rede Ethereum registrou salto de quase 45%, com a média móvel de 7 dias de transações totais alcançando 870 mil, ante 600 mil registradas antes de 29 de dezembro. Enquanto isso, o preço do ETH se consolida acima de US$ 3.200, com touros defendendo esse nível como base para recuperação em meio à volatilidade recente do mercado cripto. Dados on-chain indicam fundamentos mais robustos.


Surto de Atividade na Rede Ethereum

A análise da CryptoOnchain, baseada em dados da CryptoQuant, aponta que o número total de transferências diárias atingiu pico de 1,06 milhão em 29 de dezembro. Desde então, o volume se estabilizou em torno de 900 mil transações por dia, formando uma nova base elevada de uso da rede.

Esse aumento reflete maior engajamento no ecossistema Ethereum, abrangendo dApps, protocolos DeFi, marketplaces de NFT e transferências simples de valor. Diferente de métricas puramente especulativas, o volume de transações captura demanda orgânica por espaço em bloco e ETH como ativo de utilidade para pagamento de gas fees.

Historicamente, expansões sustentadas nessa métrica precedem fases de confiança elevada no mercado, pois sinalizam maior necessidade de ETH para interações na rede. Os dados sugerem que o surto não foi pontual, mas parte de uma tendência estrutural positiva.

Consolidação de Preço e Suporte Técnico

No gráfico semanal, o Ethereum apresenta estabilização após correção volátil, mantendo-se logo acima da zona de US$ 3.200, que atua como pivô de curto prazo. Touros buscam continuação da tendência, enquanto vendedores testam oferta em níveis mais altos.

O ativo permanece sobre suas médias móveis de longo prazo, com a MA de 200 semanas em ascensão e fornecendo suporte macro abaixo do preço atual. As MAs de 50 e 100 semanas convergem entre US$ 3.300 e US$ 3.500, reforçando resistência crítica.

Atividade de trading normalizou, indicando digestão de ganhos prévios sem distribuição agressiva. Manter acima de US$ 3.200 pode abrir caminho para US$ 3.500; perda expõe retração até US$ 2.800-3.000, onde compradores historicamente reaparecem.

Implicações para Fundamentos e Próximos Passos

O crescimento no uso da rede fortalece os fundamentos do Ethereum, especialmente como camada base para finanças descentralizadas e aplicações Web3. Com atividade elevada durante consolidação de preço, o cenário aponta para potencial upside se a demanda persistir.

Investidores devem monitorar a durabilidade dessa métrica on-chain, volume de transações diárias e interações em protocolos chave. Indicadores como TVL em DeFi e fluxos de stablecoins complementam o quadro, sugerindo saúde robusta da rede.

No contexto macro, com Bitcoin testando suportes e expectativas de alívio regulatório, Ethereum pode se beneficiar de rotação para altcoins. Os dados atuais validam tese de adoção crescente, recomendando atenção a níveis técnicos para entradas acionáveis.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Baleia surreal digital sugando cristais XRP de plataforma exchange flutuante, representando pico de atividade de whales e queda de reservas

XRP: Whales Ativas e Reservas em Exchanges Caem

A atividade de whales em XRP registrou um aumento significativo, com transações acima de US$ 100 mil alcançando 2.802 em 8 de janeiro, o maior volume diário em três meses, segundo a Santiment. Paralelamente, as reservas de XRP na Binance caíram para 2,6 bilhões de tokens, menor nível desde janeiro de 2024, indicando possível acumulação por grandes detentores em meio à correção de preço.


Aumento na Atividade de Grandes Transações

Os dados on-chain revelam que o número de transferências de XRP com valor superior a US$ 100 mil saltou de 2.170 na segunda-feira para 2.802 em 8 de janeiro. Esse pico, o mais alto desde outubro de 2025, sugere maior envolvimento de whales, os grandes holders que movimentam volumes expressivos. De acordo com analistas da Santiment, essa movimentação pode preceder volatilidade ampliada no preço, pois ações de grandes players tendem a influenciar o mercado de forma mais pronunciada.

Historicamente, surtos semelhantes em atividade de whales precederam rallies ou correções acentuadas no XRP. No contexto atual, com o token testando suportes em torno de US$ 2,27, esses dados reforçam um cenário de posicionamento estratégico, não necessariamente de distribuição em massa.

Queda nas Reservas de Exchanges Sinaliza Acumulação

Enquanto a atividade de grandes transações cresce, as reservas de XRP em exchanges centralizadas diminuem. Na Binance, o saldo caiu de cerca de 3,25 bilhões para 2,6 bilhões de XRP desde o final de 2025, marcando o menor patamar em dois anos. Essa redução é comumente interpretada como holders transferindo ativos para carteiras frias, priorizando custódia própria em vez de vendas imediatas.

Dados adicionais da CryptoQuant indicam que os fluxos de whales para a Binance diminuíram desde meados de dezembro de 2025, passando de mais de 70% dos inflows totais para cerca de 60%. Isso aponta para menor pressão vendedora de grandes investidores, com participação retail estável, fortalecendo a tese de acumulação discreta.

Contexto de Preço e Momentum Semanal

O XRP negocia em torno de US$ 2,13 nesta quinta-feira, após queda de 6% nas últimas 24 horas, alinhada a uma sessão mais fraca no mercado cripto amplo. No entanto, o panorama semanal permanece positivo: alta de 16% nos sete dias e 14% nas duas semanas, com ganhos mensais acima de 3%. Recentemente rejeitado em US$ 2,40, o token busca consolidação acima do suporte chave de US$ 2,27.

O interesse institucional impulsiona o otimismo, com a CNBC destacando o XRP como o “hottest crypto trade” de 2026, superando BTC e ETH em potencial de upside após inflows recordes em ETFs. Analistas observam padrões bullish no par XRP/BTC, semelhantes a 2018, sugerindo ganho de força relativa.

Implicações e Sinais Técnicos para Investidores

Essa combinação de maior atividade de whales, queda em reservas de exchanges e redução em fluxos de venda configura um sinal técnico de acumulação, contrariando a pressão vendedora de curto prazo. Para traders brasileiros, isso sugere monitoramento próximo do suporte em US$ 2,27; uma manutenção acima desse nível pode validar continuidade do momentum altista.

Os dados on-chain são particularmente acionáveis: volumes de transações grandes indicam confiança de players institucionais, enquanto self-custody crescente mitiga riscos de dump. Vale acompanhar atualizações da Santiment e CryptoQuant para confirmação de tendências. No longo prazo, o XRP continua posicionado para ganhos, impulsionado por desenvolvimentos regulatórios e adoção.


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Plataforma hexagonal dourada testando suporte 90K sob ondas vermelhas de saídas ETFs, sinalizando possível bear trap no Bitcoin

Bitcoin Cai Abaixo de US$ 90k com Saídas de US$ 486 Mi em ETFs

BTC testa US$ 90.000: compra a dip ou bear trap? O Bitcoin caiu abaixo de US$ 90.000 nesta quinta-feira (8/1), corrigindo o rally inicial de 2026 que levou o preço a US$ 94.000. ETFs spot BTC registraram saídas de US$ 486 milhões, o segundo dia consecutivo de outflows em 2026, sinalizando cautela institucional. No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o BTC cotava a R$ 484.192, com variação de -2,26% em 24h.


Correção Após Rally Inicial de Janeiro

O Bitcoin iniciou 2026 com força, superando US$ 94.000 no começo da semana, impulsionado por otimismo pós-eleições nos EUA e expectativas de políticas pró-cripto. No entanto, a correção abaixo de US$ 90.000 reflete profit-taking após o rebound de fim de 2025. Apesar da queda de 2% em 24h, o BTC acumula +3% na semana, enquanto Ether perde 3%. Esse movimento ocorre em um mercado sensível a liquidez pós-férias, com traders fechando posições de fim de ano.

Riscos aumentam: volumes finos podem amplificar volatilidade, e uma quebra abaixo de suportes técnicos pode acelerar vendas. Investidores devem monitorar on-chain para sinais de distribuição por *whales*, como apontado por analistas que veem manipulação para liquidar posições alavancadas.

Outflows Recordes em ETFs BTC

Os ETFs spot de Bitcoin nos EUA viram US$ 486 milhões em outflows na quarta-feira, marcando o primeiro dia duplo negativo do ano. BlackRock’s IBIT foi o único com inflows, enquanto Fidelity e Grayscale registraram resgates expressivos. Isso contrasta com inflows de US$ 697 milhões há uma semana, sugerindo realização de lucros institucionais após o rally.

Esses fluxos negativos pressionam o preço spot, especialmente em um contexto de dominância BTC elevada. Para traders brasileiros, isso reforça a necessidade de hedges, como *staking* em stablecoins ou diversificação fora de alavancagem excessiva.

Análise Técnica: Suportes e Resistências Críticos

No gráfico diário, US$ 88.000 atua como suporte imediato, seguido de US$ 85.000 (média móvel 50 dias). Uma perda desses níveis pode mirar US$ 80.000, configurando *bear trap* para compradores da dip. Resistência em US$ 94.000, com alvo esticado em US$ 100.000 se Fed confirmar cortes.

Indicadores como RSI em 55 sugerem neutro, mas divergência *bearish* no MACD alerta para fraqueza. Posicione *stops* abaixo de suportes para proteção; evite FOMO em rebounds sem volume.

Impactos Macro: Fed, JOLTS e Tarifas Trump

Dados JOLTS de novembro ficaram abaixo do esperado (41 mil vs. 50 mil vagas), reforçando apostas em cortes de taxa do Fed, com yields do Tesouro a 4,14%. Bonds globais sobem, mas risco de tarifas Trump sobre importações pode elevar inflação e pressionar ativos de risco como BTC.

On-chain mostra whales distribuindo, com manipulação citada para liquidar longs retail. Estratégias corporativas persistem (MicroStrategy +1.286 BTC), mas volatilidade macro exige cautela. Monitore FOMC e CPI para trades acionáveis.


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Nuvem Ichimoku geométrica abstrata com eco de 2018, prisma XRP testando suporte e cristal BTC oscilante, sinalizando análise rara no par XRP/BTC

XRP/BTC: Sinal Ichimoku Raro de 2018 Reaparece

Os dados mostram um sinal técnico raro no par XRP/BTC, com o preço aproximando-se de um rompimento acima da nuvem de Ichimoku no gráfico mensal, configuração ausente desde 2018. Identificado pelo analista The Great Mattsby, esse padrão histórico sugere força relativa do XRP em períodos de rotação de risco. Enquanto isso, o XRP recua 5% para US$ 2,27, com volume elevado de US$ 256 milhões, e o Bitcoin registra cotação atual de R$ 493.928 (Cointrader Monitor), com variação de -0,85% em 24h. Traders monitoram se o suporte aguenta para confirmação.


Situação Atual do Preço do XRP

O XRP opera em US$ 2,28 nesta quarta-feira (7), após queda de cerca de 3-5% nas últimas 24 horas, rompendo o suporte em US$ 2,32 e testando US$ 2,21 como mínima. O volume negociado atingiu US$ 256,3 milhões, 142% acima da média de 24 horas, caracterizando um evento de capitulação com vendas agressivas seguidas de absorção. No gráfico de 60 minutos, compradores defendem US$ 2,25-2,26, formando mínimas mais altas, enquanto recuos mostram volume fraco — padrão construtivo, mas insuficiente para reverter enquanto abaixo de US$ 2,31-2,32.

No semanal, o ativo testa a EMA ribbon em torno de US$ 2,37, zona que manteve o preço sob pressão por meses. O RSI em 64 indica momentum desacelerando de níveis sobrecomprados. Suporte crítico em US$ 2,27 alinha com retração Fibonacci 0.236, com médias móveis ascendentes adicionando suporte.

Análise Técnica do Par XRP/BTC

No gráfico mensal XRP/BTC, o par se aproxima de rompimento acima da nuvem de Ichimoku, último ocorrido em 2018. Esse indicador, composto por Senkou Span A/B, Kijun-sen, Tenkan-sen e Chikou Span, sinaliza mudança de tendência quando o preço cruza a nuvem para cima. Historicamente, tal configuração precede outperform do XRP versus BTC em rotações de altcoins, limpando posições alavancadas e criando bases saudáveis.

A recente queda à vista veio com flush de volume, típico de shakeout, preservando demanda em US$ 2,21. Confirmação do rompimento elevaria probabilidade de correções no XRP serem compradas mais agressivamente que no BTC, especialmente em apetite por risco inicial de ano. On-chain mostra atividade crescente de grandes holders e liquidez, suportada por inflows em ETFs spot de Ripple há dois meses.

Histórico de 2018 e Níveis a Observar

Em 2018, o rompimento similar no XRP/BTC coincidiu com alta relativa do XRP durante bull market de altcoins, superando BTC temporariamente. Os dados replicam esse setup agora, com preço semanal testando EMA ribbon e mensal na Ichimoku. Alvos potenciais incluem US$ 2,49-2,66 (extensões Fibonacci), se romper US$ 2,32. Inverso: perda de US$ 2,27 mira US$ 2,18 (0.382 Fib) e US$ 2,11.

Bitcoin em R$ 493.928 (var. -0,85%, volume 240 BTC) contextualiza: XRP/BTC força relativa independe de USD, focando performance cruzada. Traders observam fechamento semanal acima EMA ribbon e confirmação Ichimoku para direção longa prazo. Estrutura mantém neutralidade até níveis testados.


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Shiba Inu Dogecoin cartoon saltando barreira 0.15 impulsionado por influxos ETF com +26%, representando rally especulativo e riscos

Dogecoin sobe 26%: ETFs impulsionam ou armadilha de hype?

O Dogecoin disparou 26% no início de 2026, impulsionado por influxos em ETFs e otimismo no mercado de derivativos. Fundos como Bitwise e Grayscale registraram entradas líquidas de US$ 2,3 milhões e US$ 1,6 milhão nos dias 2 e 5 de janeiro, o primeiro fluxo consecutivo desde dezembro. Agora, o DOGE testa a resistência em US$ 0,15, enquanto traders se perguntam: é o retorno do hype meme ou uma armadilha para os incautos?


Influxos nos ETFs: Institucionais Apostam no Meme?

Curioso como o Dogecoin, eternamente zoado como ‘moeda de meme’, atrai de repente o interesse de grandes players. Dados da SoSoValue revelam que os ETFs de Dogecoin tiveram inflows positivos em dois dos três primeiros dias úteis do ano. Bitwise e Grayscale lideraram com US$ 2,3 milhões em 2 de janeiro e US$ 1,6 milhão em 5 de janeiro — primeira sequência positiva desde 3 de dezembro.

Eric Balchunas, da Bloomberg, destacou que um ETF 2x alavancado de DOGE teve o melhor início de ano entre todos os ETFs, subindo quase 40%. Isso sinaliza renovado apetite institucional pelo rei dos memes. Mas, ironicamente, enquanto o Bitcoin luta por recordes sérios, o DOGE surfa na onda do entretenimento. Se os inflows continuarem, o preço pode ganhar fôlego sustentado. Caso contrário, é só mais um pico de FOMO passageiro.

Sentimento nos Derivativos: Longs Dominam

No mercado de futuros, o otimismo é palpável — ou pelo menos os ratios sugerem isso. Plataformas como Binance e OKX mostram long/short ratio de 2,06 na Binance, bem acima de 1, indicando mais apostas de alta. Entre os top traders, o número sobe para 2,5, um sinal clássico de confiança dos grandes.

O volume de derivativos explodiu 2% para US$ 5,6 bilhões, apesar de o open interest cair 7% para US$ 1,78 bilhão, graças à volatilidade que limpou algumas posições long. É o tipo de dado que faz o retail salivar, mas o veterano sabe: quando os ratios ficam assim desbalanceados, o mercado adora uma correção surpresa. DOGE no short squeeze? Possível, mas não aposte a casa nisso.

Análise Técnica: US$ 0,15 como Muro de Arrimo

Analistas como ZiP apontam o gráfico diário: DOGE reage à resistência local em US$ 0,15. Se romper, o próximo alvo é US$ 0,24, alinhado ao primeiro nível Fibonacci do movimento bearish anterior. O pivot diário em US$ 0,1288 serve de equilíbrio de curto prazo.

Trader Tarigrade celebra o breakout de um falling wedge, prevendo um major surge, mas avisa de possível retrace breve. Atualmente, DOGE negocia a US$ 0,148, caindo 2% nas últimas 24 horas. Interessante como padrões técnicos dão esperança eterna aos memes — mas o histórico do DOGE lembra que rallies assim evaporam mais rápido que promessa de Elon Musk. Monitore o volume para confirmar força real.

Lições do Hype: Lucro Rápido ou Ilusão Coletiva?

Esse rally do Dogecoin encapsula o melhor (e pior) do cripto: especulação pura disfarçada de inovação. ETFs trazem legitimidade, mas o cerne ainda é meme-driven. Para o leitor brasileiro, vale lembrar: com o real instável, DOGE parece diversão barata, mas volatilidade come lucros rápidos. É provável que o hype teste US$ 0,15; se falhar, volta ao sono. Os dados sugerem momentum, mas o comportamento humano por trás grita ‘cuidado com o FOMO’. Ria do absurdo, mas invista com olhos abertos — ou fique assistindo o show de graça.


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Monolito Bitcoin dourado com gaps negros sugando energia cyan, simbolizando selloff cripto e gaps no CME futures

Bitcoin cai para US$ 91 mil: análise técnica da queda

O Bitcoin recuou 3% nas últimas 24 horas, atingindo US$ 91.100 em um selloff generalizado no mercado cripto nesta quarta-feira (7). O CoinDesk 20 Index caiu quase 4%, com o XRP liderando as perdas em 8%. Os dados mostram os CME gaps próximos a US$ 90.600 e US$ 88.000 entrando em foco, enquanto a recuperação recente é considerada estruturalmente saudável por demanda spot. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC cotava a R$ 493.893 (-1,31% em 24h).


Análise da Queda Recente

Os dados indicam que o Bitcoin testou níveis abaixo de US$ 91.000 após fechar o fim de semana com um gap no CME futures. O preço, que oscilava acima de US$ 94.000 recentemente, rompeu suportes intermediários em um movimento de realização de lucros. O volume de negociação aumentou, com o CoinDesk 20 Index refletindo pressão ampla no setor.

No contexto mais amplo, ações de tesouraria em ativos digitais (DATs) como MicroStrategy mostraram desempenho misto, com ganhos de 1% apesar da decisão da MSCI de não excluí-las de índices. Isso sugere que o selloff é mais técnico do que fundamental, impulsionado por realização de lucros após a alta inicial de 2026. O Nasdaq subiu 0,5%, destacando a seletividade do movimento cripto.

Indicadores de volume confirmam aceleração da venda, mas sem pânico generalizado. O RSI diário aproximou-se de 50, zona neutra, após sobrecompra anterior.

Gaps de Preço no CME e ETF

Dois gaps de preço não preenchidos no CME emergem como referências chave: um em torno de US$ 90.600 (formado no fim de semana) e outro em US$ 88.000 (Ano Novo). Historicamente, o BTC tende a retrair para preencher esses gaps em futuros cash-settled, que não operam 24/7.

No iShares Bitcoin Trust (IBIT), gaps em US$ 48-50 reforçam o padrão. Esses níveis atuam como ímãs técnicos, com probabilidade elevada de teste em cenários de fraqueza. Uma queda de 1,6% do atual preencheria o gap superior; 4% adicional, o inferior. Traders monitoram esses pontos como suportes potenciais.

A dinâmica de gaps é auto-reforçante, similar à teoria de max pain em opções, influenciando posicionamento institucional.

Estrutura Saudável da Recuperação

Apesar da volatilidade, a recuperação recente do Bitcoin é vista como estruturalmente saudável. O índice de pressão de derivativos mostra expansão moderada, com demanda spot liderando sobre alavancagem. Open interest (OI) cresce mais devagar que o preço, gerando divergência negativa – sinal de sustentabilidade.

Métricas on-chain reforçam: supply em exchanges em mínimas de 2018 (13,7%), com outflows persistentes. Apenas 3,2% do BTC circulante na Binance. Isso indica acumulação por holders de longo prazo, reduzindo risco de cascatas de liquidação.

O composite derivatives pressure index está positivo, mas abaixo de +1,5, evitando euforia. Essa configuração sugere resiliência, com spot buyers ditando o ritmo.

Níveis Técnicos a Observar

Os dados apontam US$ 91.000 como suporte imediato, com US$ 94.500 como resistência. Preenchimento de gaps pode ocorrer nos próximos dias/semanas. Médias móveis de 50 e 200 dias (próximas a US$ 92.000-93.000) servem de referência.

Volume 24h em exchanges brasileiras reflete variação de -1,31%, alinhada ao global. Traders devem monitorar OI e fluxos para confirmação de tendência. A estrutura atual preserva upside de médio prazo, apesar da correção.


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Cristal XRP pulsando em verde neon com rachaduras vermelhas geladas, capturando euforia da CNBC e alerta de sobrecompra técnica

XRP ‘Negociação Mais Quente’ pela CNBC, Mas Risco de Correção Assombra

A CNBC coroou o XRP como a ‘negociação mais quente de cripto em 2026’, superando até Bitcoin e Ethereum, graças a uma alta de mais de 20% no ano e influxos em ETFs. Mas, curioso como o mercado adora um bom contraste, analistas técnicos apontam RSI em território de sobrecompra extrema, reacendendo o debate: para US$ 12 ou correção para US$ 1,80? O leitor eufórico deve pausar o champagne.


O Hype da CNBC e os Influxos em ETFs

Interessante que, no Power Lunch de 6 de janeiro, o apresentador Brian Sullivan declare abertamente: ‘A negociação mais quente do ano não é Bitcoin, nem Ether, é XRP’. A repórter Mackenzie Sigalos explicou o fenômeno: enquanto BTC e ETH esperam o preço subir para atrair inflows, os ETFs de XRP encheram no Q4 de 2025, quando o token patinava abaixo de US$ 1,85. Resultado? Uma explosão para acima de US$ 2,40 em dias, agora em torno de US$ 2,25 após um pullback de 5%.

Isso reflete o apetite por retornos maiores em altcoins. XRP, com seu foco em pagamentos cross-border, atraiu ‘big money’ que vê nele um trem menos lotado que BTC (estável em US$ 92 mil) ou ETH (US$ 3,2 mil). Solana também citada no mesmo barco, graças a custos baixos para stablecoins pós-GENIUS Act. Mas, como sempre, o hype midiático ignora os detalhes técnicos – ou finge que não existem.

Sinais Técnicos de Esgotamento: RSI Gritando ‘Cuidado’

Do outro lado da moeda, o analista Will Taylor, do Cryptoinsightuk, observa que essa alta de 25% reabriu a zona de US$ 8-12, mas com ressalvas. No hourly, RSI repetidamente overbought e cruzou bearish. No 4h, ‘o mais alto que já vi’. Daily? Fechamento acima da resistência recente, mas histórico mostra que XRP ama acelerar após overbought – ou pausar com +36% ou +129% depois.

O dilema é clássico: em mercados normais, overbought grita venda. Em XRP, pode ser combustível para rips. Taylor está ‘no ar’ sobre o próximo passo, long mas 90% spot, reduzindo leverage. Liquidity upside foi sugada, mas pools downside em US$ 1,70-1,66 piscam como isca para correção. Nada como um rally impulsivo com volume para confundir todo mundo.

Alvos Otimistas vs. Riscos de Pullback

Otimistas sonham alto: 39% leva a US$ 3,13; ATH em US$ 3,66; ou a tese de ondas de Elliott para US$ 8-12. Taylor cita análogos históricos onde daily overbought gerou +414%. Mas realistas veem necessidade de ‘candles agressivos’ nos próximos dias para confirmar. Sem isso, consolidação ou retracement para digerir o esgotamento.

O gancho perfeito para traders: euforia da CNBC vs. realidade técnica. XRP subiu 7% no mês, mas 38% abaixo do ATH. Pode ser o início de uma perna maior ou squeeze curto-prazo. Como diria o mercado, ‘interessante que o hype chegue primeiro, e a conta depois’.

O Que Monitorar Agora

Traders espertos vigiam RSI daily, candles diários e pares relativos. Se XRP printar força sustentada, US$ 8-12 fica vivo. Caso contrário, US$ 1,80 não é fantasia – especialmente com BTC flat. Plataformas como a Binance oferecem ferramentas para rastrear isso em tempo real. Lembre: no cripto, o amigo irônico avisa antes da ressaca.


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Baleia trader cartoon despejando fluxo vermelho de ETH sobre prisma rompendo wedge descendente com luz cyan, simbolizando vendas de US$971M mas rali persistente

Baleias Vendem US$ 971 Milhões em ETH: Rali Continua?

Baleias de Ethereum com saldos entre 100 mil e 1 milhão de ETH venderam cerca de 300 mil unidades nos últimos três dias, totalizando US$ 971 milhões aos preços recentes. O ETH negocia em torno de US$ 3.161, após romper um wedge descendente de dois meses. Os dados da Santiment mostram aumento na oferta, enquanto o Glassnode indica investidores de longo prazo inativos, criando um conflito entre pressão vendedora e padrão de alta técnica. Isso importa para traders avaliando se o rali prossegue ou corrige.


Vendas de Baleias Aumentam Pressão de Oferta

Os dados on-chain da Santiment revelam que carteiras detentoras de 100 mil a 1 milhão de ETH distribuíram aproximadamente 300 mil ETH desde o rompimento do padrão gráfico. Essa movimentação, equivalente a US$ 971 milhões, reflete ceticismo entre grandes investidores quanto à sustentabilidade do rali atual. Baleias frequentemente realizam lucros durante impulsos de alta, elevando a oferta disponível e testando a liquidez do mercado.

Esse comportamento não garante reversão imediata, mas os números indicam risco elevado no curto prazo. Transações de grande volume impactam dinâmicas de preço, especialmente se a demanda não absorver o influxo. O ETH, que subiu de forma consolidada nas últimas semanas, agora enfrenta esse teste de distribuição durante o movimento de força.

Investidores de Longo Prazo Estabilizam o ETH

Contrabalançando as vendas, o índice Liveliness do Ethereum, conforme Glassnode, caiu desde o fim de dezembro de 2025. Essa queda sinaliza que moedas detidas por longo período permanecem imóveis, com holders optando por retenção em vez de venda. Investidores de longo prazo representam uma base estável, reduzindo volatilidade e oferta circulante disponível para pressão descendente.

Essa retenção pode mitigar impactos das baleias, reforçando a estrutura de suporte. Quando holders antigos mantêm posições, o preço ganha resiliência, permitindo que padrões técnicos como o rompimento do wedge descendente se desenvolvam sem interrupções abruptas. Os dados sugerem confiança de longo prazo apesar da distribuição curta.

Análise Técnica: Alvos e Suportes Críticos

O gráfico diário mostra o ETH confirmando rompimento de um wedge descendente acumulado por dois meses, projetando potencial de alta de 29,5% até US$ 4.061. Objetivo intermediário em US$ 3.447, com suporte chave em US$ 3.287. Manter esse nível valida a tese altista, abrindo caminho para US$ 3.607.

No downside, perda de US$ 3.131 abre para US$ 3.000 ou US$ 2.902, invalidando o rompimento. Variação 24h de -3,48% reforça cautela, com volume monitorado para confirmar direção.

Contexto em Altcoins: Pressão Similar no XRP

Um padrão semelhante aparece no XRP, onde 83% da oferta está em lucro, incentivando vendas de curto prazo. Carteiras recentes reduziram de 5,7% para 4,9% da oferta em sete dias, per Glassnode e Santiment. XRP em US$ 2.15 (-6,99% 24h) testa resistência em US$ 2.36, com risco de correção para US$ 1.80 se MFI sobrecomprado persistir.

Essa dinâmica em altcoins destaca como lucratividade elevada gera distribuição, um risco compartilhado pelo ETH. Traders devem observar inflows em exchanges e ondas HODL para ETH e pares similares.


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Núcleo dourado Bitcoin ascendendo de cânion digital de 80K para pico 150K, simbolizando fundo on-chain e projeções altistas para traders

Indicadores On-Chain Sugerem Fundo do Bitcoin: Alvos Até US$ 150k

Os dados on-chain da Glassnode mostram que a queda do Bitcoin para cerca de US$ 80.000 em novembro de 2025 marcou um fundo de mercado, alinhado historicamente com ciclos de baixa. Analistas da Bernstein confirmam essa mínima e projetam US$ 150.000 até o fim de 2026, enquanto John Bollinger identifica um rompimento de Bollinger Bands squeeze mirando US$ 107.000. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC negocia a R$ 495.516,03 (-2,37% em 24h).


Métrica Glassnode: Razão Profit/Loss de Holders de Curto Prazo

A razão entre suprimento de holders de curto prazo (menos de 155 dias) em lucro e prejuízo atingiu 0,013 em 24 de novembro, quando o Bitcoin tocou US$ 80.000. Esse nível extremo coincide com fundos maiores em 2011, 2015, 2018 e 2022, conforme dados da Glassnode. Na mínima, o suprimento em prejuízo saltou para 2,45 milhões de BTC, o maior desde o colapso da FTX, enquanto em lucro caiu para 30.000 BTC.

Desde então, a métrica recuperou para cerca de 0,5, com suprimento em prejuízo em 1,9 milhão de BTC e em lucro em 850.000 BTC. Historicamente, quando se aproxima de 1,0, tende a expandir, sinalizando fase de alta sustentada. Tops ocorrem perto de 100. Os dados sugerem espaço para expansão adicional, com preço subindo 7% para US$ 94.000 no início de 2026.

Bernstein Confirma Fundo e Atualiza Projeções

A Bernstein, liderada por Gautam Chhugani, expressa confiança razoável de que o fundo foi em US$ 80.000, refutando temores de ciclo de quatro anos encerrado no pico de outubro (US$ 126.000). A firma destaca a revolução de ativos digitais impulsionada por demanda institucional, prolongando o bull market atual.

As projeções foram revisadas: Bitcoin a US$ 150.000 em 2026 e US$ 200.000 em 2027. Essa visão considera influxos contínuos em ETFs e adoção corporativa, com o mercado superando preocupações cíclicas tradicionais. No contexto macro, fim do quantitative tightening (QT) do Fed em dezembro de 2025 reforça liquidez favorável.

Análise Técnica de Bollinger: Squeeze e Rompimento

John Bollinger destaca uma base perfeita no gráfico diário do BTC, seguida de Bollinger Bands squeeze e rompimento altista. O bandwidth atingiu mínima, comprimindo volatilidade, antes de expandir com %B cruzando 1,0 (preço acima da banda superior). Alvos iniciais: US$ 100.000 e US$ 107.000.

A análise de Bollinger mostra BTC consolidando acima de US$ 93.500, com risco de recuo à base se falhar. Para ETH e XRP, padrões semelhantes, mas BTC lidera (BTC > ETH > XRP). Níveis de suporte em US$ 90.600 e US$ 88.000 (gaps CME) são chave para sustentação.

Níveis Críticos e Cotação Atual no Brasil

Os dados convergem para confirmação de fundo em US$ 80.000, com métricas on-chain e técnicas apontando upside. Traders devem observar resistência em US$ 100.000, suporte em US$ 93.500 e gaps CME. No Brasil, o Bitcoin registra R$ 495.516,03 (volume 24h: 257,89 BTC; var: -2,37%), per Cointrader Monitor.

Expansão da razão Glassnode acima de 1,0 e manutenção do rompimento Bollinger sinalizam potencial para novos máximos. Volumes institucionais e política monetária do Fed são catalisadores a monitorar nos próximos timeframes semanais.


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Balança brutalista em equilíbrio com blocos 100K dourado e 69K vermelho, simbolizando batalha decisiva do Bitcoin em US$100 mil

Bitcoin em Batalha: US$ 100 mil Decide Alta ou Queda a US$ 69 mil

O nível de US$ 100 mil tornou-se o ponto pivotal para o destino do Bitcoin, segundo analistas on-chain. Acima dele, pode sinalizar reversão de alta após o pico de US$ 126 mil em outubro; abaixo, reforça tendência bearish com risco de queda para abaixo de US$ 69 mil. Com o BTC negociado a cerca de US$ 94 mil nesta quarta (7), investidores enfrentam narrativas opostas em um mercado volátil.


O Nível Crítico de US$ 100 Mil para Holders de Médio Prazo

A análise de Crypto Dan destaca que o preço médio de aquisição de moedas imóveis há 6-12 meses está próximo de US$ 100 mil. Historicamente, quando o BTC fica abaixo desse patamar, a tendência geral permanece negativa, com maior probabilidade de novas perdas. O ativo acumulou cinco dias consecutivos de ganhos, subindo 7,6% na semana e tocando US$ 94 mil, mas ainda não rompeu essa barreira.

Um rompimento claro acima de US$ 100 mil seria um sinal de mudança para bullish, semelhante a transições passadas. No entanto, a história mostra que a história se repete: em ciclos anteriores, como 2018 e 2022, rallies semelhantes foram seguidos de correções profundas. O mercado parece ignorar esses precedentes, focando na euforia recente.

Advertências Bearish: SuperGuppy e Dead Cat Bounce

Do outro lado, o analista Alex Clay, via Bitcoinist, alerta que o BTC permanece bearish abaixo do indicador SuperGuppy, que agora atua como resistência. Apesar do rebound inicial de 2026, a estrutura lembra o início de 2022, com um dead cat bounce dentro de um downtrend maior.

Ele projeta possível alta a US$ 100 mil ou ligeiramente acima, mas seguida de reversão, com market cap caindo a US$ 1,35 trilhão — equivalente a cerca de US$ 69 mil por BTC. O Sharpe ratio em queda reforça que o movimento atual é mais por mecânicas internas do que demanda externa forte. Cuidado com a exuberância irracional.

Lições Históricas e Como Navegar a Incerteza

Como economista que viu bolhas de tulipas a dot-com, vejo padrões claros: todo bull market é seguido de bear. O BTC caiu de US$ 126 mil para atuais níveis, e ciclos como 2022 mostraram que recuperações frágeis precedem quedas. Hoje, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está a R$ 495.440, com variação de -2,4% em 24h.

Na incerteza, priorize proteção de capital: monitore o US$ 100 mil de perto, diversifique riscos e evite alavancagem excessiva. Sobreviver ao bear é mais valioso que maximizar o bull. O mercado está testando paciência — a história sugere cautela.


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Onda dourada de energia colidindo contra barreira cyan com 95K gravado, simbolizando rejeição técnica do Bitcoin em US$95 mil

Bitcoin Rejeita US$ 95k: Correção ou Fim do Rally?

O Bitcoin encontrou forte resistência em US$ 95 mil, com uma ‘parede de vendedores’ freando o avanço e levando o preço de volta a US$ 92 mil, enquanto ouro e prata disparam. Altcoins como SUI, que subiram 37% na semana, agora enfrentam risco de realização de lucros. No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o BTC está em R$ 495.198,90, com queda de 2,43% em 24h. É refluxo saudável ou sinal de esgotamento? Atenção para os riscos.


Resistência Técnica Pressiona o Bitcoin

O Bitcoin testou US$ 94.800, mas o momentum se esgotou diante de uma parede de venda em US$ 95 mil, identificada em order books de exchanges. Traders como Skew e Exitpump destacam vendedores passivos em US$ 94k, criando ação choppy e rejeição clara. Comparado ao ouro, que atingiu US$ 4.491/onça, o BTC perde força em um cenário de risk-off seletivo.

É importante considerar que, em timeframes semanais, o suporte em US$ 93.500 — nível da abertura de 2025 — é crucial. Um fechamento acima dele confirmaria rompimento de alta, mas a perda pode ativar downtrend de outubro. Historicamente, rejeições em barreiras psicológicas como US$ 95k levam a correções de 5-10%, como visto em rallies passados.

Altcoins Perdem Força: SUI e SOL em Alerta

SUI disparou 37% na semana e 17% em 24h, formando triple bottom em US$ 1,30 e cruzando EMA 100. No entanto, divergência bearish no RSI — topo mais alto no indicador versus preço mais baixo — sinaliza enfraquecimento. Influxos em exchanges subiram US$ 10 milhões, indicando pressão de venda.

SOL, após otimismo com ETF da Morgan Stanley, recuou 1-2% no trading US, alinhando-se ao padrão de quedas diurnas. O risco aqui é o ‘cruzamento da morte’ em médias móveis curtas, comum em altcoins após pumps rápidos. Para SUI, o suporte em US$ 2 é o divisor de águas: perda dele abre caminho para US$ 1,70.

Sinais Técnicos e Contexto Macroeconômico

RSI em SUI perto de sobrecompra e BTC com order flow negativo reforçam esgotamento de momentum. Ouro e prata em alta — prata acima US$ 80 — sugiram rotação para ativos safe-haven, enquanto stocks sobem modestamente. ETFs de BTC viram inflows de US$ 697 milhões, mas não sustentam preço.

Você já parou para pensar: em 2022, padrões semelhantes precederam quedas de 20%? O ‘cruzamento da morte’ (EMA 50 abaixo 200) não ocorreu ainda, mas divergências como na SUI são precursoras. Atenção para volume: queda em BTC sinaliza falta de convicção compradora.

O Que Observar e Gerenciar Riscos

Monitore o close semanal do BTC acima US$ 93.500 para bias altista mid-term. Para SUI, sustentação acima US$ 2 evita correção a US$ 1,30. Proteja ganhos com stops em suportes chave: BTC US$ 92k, SUI US$ 1,95. É hora de perguntar: proteger lucros ou comprar dip? O risco de refluxo virar bear market é real se resistências persistirem.

Em resumo, o mercado mostra vulnerabilidades. Não ignore sinais de exaustão — eles protegem contra perdas evitáveis.


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Cristal XRP emergindo de fluxo de ouro líquido ascendente, simbolizando influxo recorde de US$ 46 milhões em ETFs e rally bullish

XRP Avança 30% com Influxo de US$ 46 Milhões em ETFs

O XRP registrou alta de 12% nesta terça-feira (6), alcançando US$ 2,41, maior nível desde novembro, com acumulado de quase 30% no início de 2026. O movimento coincide com entradas recordes de US$ 46 milhões em ETFs de XRP à vista nos EUA, maior fluxo diário desde dezembro, segundo dados da SoSoValue. Indicadores técnicos e on-chain reforçam o momentum, mas resistências persistem.


Fluxo Institucional Acelera em ETFs

Os ETFs de XRP à vista nos Estados Unidos captaram US$ 46,1 milhões em um único dia em 5 de janeiro, estendendo uma sequência positiva de quase dois meses desde o lançamento do primeiro fundo em 13 de novembro. No total, os cinco produtos acumulam mais de US$ 1,23 bilhão em entradas líquidas, sem saídas registradas, conforme dados compilados por fontes como SoSoValue e Glassnode.

Esse influxo contrasta com saídas em ETFs de Bitcoin e Ethereum no mesmo período, destacando demanda institucional específica pelo XRP. Analistas atribuem o interesse à clareza regulatória pós-disputa Ripple-SEC e ao posicionamento do token em pagamentos internacionais. Volumes diários de negociação nos ETFs atingem picos desde o lançamento, sinalizando liquidez crescente.

A redução de reservas em exchanges centralizadas, que caiu quase 60% desde o pico de outubro de 2025 para cerca de 1,8 bilhão de tokens, diminui pressão vendedora imediata, amplificando o impacto da demanda.

Breakout Técnico e Momentum de Volume

No gráfico, o XRP rompeu um canal descendente de longo prazo e se posicionou acima da média móvel de 50 dias, padrão clássico de reversão altista. O avanço gerou liquidações de shorts superiores a US$ 250 milhões em uma hora, elevando volatilidade e confirmando força compradora.

Indicadores como RSI mostram configuração bullish na vela de janeiro, com o par XRP/USD e XRP/BTC em rally alinhado. O token foi o de melhor performance entre as top 10 criptomoedas em 2025, estabelecendo base para extensão em 2026, conforme dados de mercado.

No entanto, o preço permanece abaixo da linha de tendência descendente macro e da EMA de 100 semanas, sugerindo que uma consolidação acima desses níveis é essencial para validar tendência de alta sustentada.

Padrão Fractal Similar ao Ouro

Os dados revelam paralelismos entre o XRP e o ouro no período 2020-2022. O metal precioso consolidou por dois anos entre US$ 1.620 – US$ 2.055, formando ondas 3-4 de Elliott em canal descendente, antes de breakout em novembro de 2022 e rally de 180% para US$ 4.550 em dezembro de 2025.

O XRP replica essa estrutura, com consolidação similar e recente rompimento de 30% na primeira semana de 2026. Ativos de alto beta como XRP tendem a seguir hard assets como ouro, que já executou seu movimento.

Níveis de suporte em US$ 1,97-US$ 2,28 e resistência em US$ 2,32-US$ 3,00 (próximo 1.618 Fibonacci) são críticos. Falha na EMA 100-semanas pode revisitar US$ 1,61-1,97.

Níveis Críticos e Contexto de Mercado

Em 2025, o XRP liderou ganhos entre top 10, impulsionado por ETFs e narrativas como possível ETF BlackRock e escalada do stablecoin RLUSD. Esperativas de cortes no Fed reduzem custo de oportunidade para risco, beneficiando ativos como XRP.

Whales estabilizaram vendas após dump de bilhões em outubro-dezembro, com holdings firmes na última semana. O Bitcoin, com ganhos semanais acima de 6%, cria ambiente favorável para altcoins. Traders devem observar consolidação acima US$ 2,32 para confirmação de extensão.

Os números indicam pernas para o rally, mas volatilidade exige monitoramento de volume e suporte técnico.


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Executivo cartoon derramando moedas BTC de ponte rachada em 90K, com personagem de suporte estendendo corda, ilustrando pressão da Galaxy Digital

Recuo Estratégico ou Correção Profunda? Galaxy Digital Agita o Mercado

📊 BOLETIM CRIPTO | 30/12/2025 | MANHÃ

O mercado de criptomoedas encerra o penúltimo dia do ano sob intensa pressão bearish e volatilidade técnica, exacerbada pelo baixo volume típico do período festivo. O sentimento geral deteriorou após a Galaxy Digital, gigante liderada por Mike Novogratz, realizar transferências massivas para exchanges, sinalizando uma possível liquidação institucional exatamento quando o Bitcoin falha em sustentar o patamar psicológico dos US$ 90.000. Enquanto o suporte técnico de US$ 86.500 está sendo severamente testado, o cenário de segurança também exige cautela, com o despertar de carteiras de hackers antigos e novas exposições de golpes de engenharia social. Em contrapartida, a Ásia emerge como um contraponto otimista, com a Metaplanet consolidando-se como a “MicroStrategy japonesa”, oferecendo um suporte institucional via acumulação de tesouraria que pode ser decisivo para evitar uma correção mais profunda nas próximas horas.


🔥 Destaque: Galaxy Digital e a Pressão Institucional

A Galaxy Digital realizou a movimentação de aproximadamente 447 BTC (cerca de US$ 39 milhões) para as exchanges Bybit e Bitstamp, seguida por um aporte adicional de 200 BTC horas depois. Este movimento, detectado por dados on-chain, é o primeiro desta magnitude realizado pela empresa em quase um mês e ocorre em um momento crítico de consolidação do mercado.

Embora transferências para exchanges nem sempre signifiquem venda imediata, elas frequentemente servem como prelúdio para a realização de lucros ou provisão de liquidez para trading ativo. O contraste entre esta movimentação e o otimismo anteriormente demonstrado pela firma gera um clima de incerteza (FUD) entre os investidores institucionais e de varejo, sugerindo que grandes players podem estar se preparando para um cenário de maior volatilidade de fim de ano.

O impacto imediato é o aumento da pressão vendedora em uma faixa de preço onde a liquidez já era escassa. Caso a venda se confirme, o Bitcoin pode enfrentar dificuldades para manter seus suportes atuais, invalidando teses de curto prazo que previam um rali de Ano Novo para além da máxima histórica.

É recomendável que investidores monitorem de perto os saldos de BTC na Bybit e Bitstamp através de ferramentas como CryptoQuant. Uma estabilização nestes saldos sem um dump subsequente indicaria movimentos puramente operacionais, enquanto um aumento súbito no volume de ordens de venda confirmaria o viés de baixa.


📈 Panorama do Mercado

O panorama atual revela uma clara divergência regional no apetite institucional. Enquanto no Ocidente vemos sinais de distribuição e incerteza regulatória — potencializada pelas demandas da representante Maxine Waters por audiências de supervisão na SEC —, no Oriente, a tese do Bitcoin como reserva de tesouraria ganha força inédita. A Metaplanet lidera este movimento asiático, acumulando agressivamente para equilibrar a balança de poder contra as liquidações americanas.

Tecnicamente, o Bitcoin aponta para um enfraquecimento do momentum de alta ao negociar abaixo da média móvel de 100 horas. A formação de um canal descendente no curto prazo sugere que a força compradora está exausta, aguardando catalisadores externos ou uma limpeza nas posições alavancadas (liquidation hunt) antes de qualquer tentativa séria de retomar os US$ 90.000.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Breakdown do Suporte Técnico: A perda definitiva do patamar de US$ 86.500 pode acelerar quedas em direção aos US$ 83.500, ativando cascatas de liquidação em contratos futuros e perpétuos.
  • Hacks e Segurança On-chain: O despertar de carteiras ligadas a hacks antigos, como a da KyberSwap, injeta supply inesperado em tokens de DeFi (UNI, LINK, CRV), aumentando a volatilidade setorial.
  • Risco Regulatório e Político: O escrutínio sobre empresas ligadas a Donald Trump, como a Alt5 Sigma, e o debate na SEC sob Paul Atkins geram ruído que pode atrasar a clareza institucional esperada para 2026.
  • Engenharia Social em CEXs: A exposição de scams de suporte falso na Coinbase destaca que o erro humano continua sendo a maior vulnerabilidade do investidor de varejo.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Acumulação em Suportes Estruturais: Dips entre US$ 85.500 e US$ 86.000 oferecem pontos de entrada para investidores de longo prazo que apostam na continuidade da adoção institucional asiática.
  • Exposição via Proxies Asiáticos: As ações da Metaplanet (TSE: 3350) funcionam como um veículo de exposição alavancada ao BTC em um ambiente de iene fraco, operando com mNAV atrativo.
  • Migração para Auto-custódia: O aumento de hacks e golpes de suporte falso impulsiona a demanda por hardware wallets, criando uma janela de fortalecimento para a segurança individual do portfólio.

📰 Principais Notícias do Período

1. Galaxy Digital transfere US$ 39 mi em BTC para exchanges
A movimentação de 447 BTC para Bybit e Bitstamp após um mês de inatividade sinaliza que a firma de Mike Novogratz pode estar realizando lucros no topo do ciclo. Para investidores brasileiros, plataformas como a Binance oferecem ferramentas de volume on-chain para monitorar esses fluxos institucionais em tempo real.

2. Bitcoin apaga ganhos recentes e ameaça suportes em US$ 86,5k
Após falhar na tentativa de romper os US$ 90.000, o BTC recuou para a faixa de US$ 87.000, consolidando-se em um canal descendente. O momentum agora favorece os vendedores, a menos que o suporte de US$ 86.500 segure a pressão.

3. Metaplanet atinge 35k BTC: marco asiático em tesouraria
A “MicroStrategy japonesa” adquiriu mais 4.279 BTC, tornando-se a quarta maior detentora corporativa pública do mundo. A empresa gera renda via derivativos, provando que a estratégia de tesouraria Bitcoin está se globalizando.

4. Carteira hacker de KyberSwap vende US$ 2M após dormência
O endereço vinculado a exploits históricos despertou após 12 meses vendendo UNI, LINK e CRV. O dump localizado pressiona tokens DeFi blue chip, lembrando investidores dos riscos persistentes em protocolos de liquidez.

5. ZachXBT expõe scam de suporte falso Coinbase
O detetive on-chain identificou um fraudador que roubou US$ 2 milhões via engenharia social. O caso reforça a regra de ouro: suportes oficiais nunca pedem frases de recuperação ou acesso direto a fundos.

6. Flow cancela rollback: descentralização prevalece
Após forte pressão da comunidade, a Flow desistiu de reverter transações pós-exploit, mantendo a imutabilidade da rede. Embora o token FLOW tenha sofrido no preço, a integridade técnica da blockchain foi preservada.


🔍 O Que Monitorar

  • Suporte de US$ 86.500 no BTC: O fechamento horário abaixo deste nível é o principal gatilho para novas quedas.
  • Saldos em Exchanges: Influxos contínuos da Galaxy ou outras baleias indicarão o fim do período de consolidação para um viés bearish.
  • MACD e RSI Horário: Busque por divergências de alta que possam indicar exaustão vendedora próximo aos suportes.
  • Audiências na SEC: Qualquer confirmação de data para as demandas de Maxine Waters pode aumentar o FUD regulatório.

🔮 Perspectiva

As próximas 24 horas serão decisivas para definir se o mercado cripto terá um encerramento de ano em recuperação ou em correção profunda. É provável que o Bitcoin continue testando a paciência dos compradores na zona dos US$ 86.500, buscando atrair liquidez antes de qualquer movimento direcional forte. O cenário macro e a força compradora vinda da Ásia, exemplificada pela Metaplanet, são os principais contrapesos à pressão vendedora das tesourarias ocidentais. A recomendação técnica é de cautela extrema com alavancagem, priorizando a gestão de risco em uma fase de baixa convicção e baixo volume de fim de ano. Se os suportes forem mantidos, poderemos ver um short squeeze rápido de volta aos US$ 88.500.


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Escudo wallet hexagonal corroído por névoa venenosa vermelha com pilares de suporte Bitcoin rachados, alertando hacks e riscos de queda

Alerta Vermelho: Hacks em Wallets e Risco no Bitcoin Marcam o Natal

📊 BOLETIM CRIPTO | 25/12/2025 | NOITE

O mercado de criptomoedas encerra o dia de Natal sob um manto de cautela e preocupação técnica. Enquanto muitos esperavam um rali de fim de ano, a realidade se impôs com uma série de incidentes de segurança graves que abalaram a confiança dos investidores de varejo na autocustódia. O sentimento predominante virou para o bearish moderado, impulsionado não apenas pela fragilidade técnica do Bitcoin, que perdeu suportes cruciais, mas principalmente por uma onda de ataques a carteiras digitais — desde um exploit na Trust Wallet até golpes sofisticados de address poisoning que custaram milhões. O cenário exige atenção redobrada: a euforia deu lugar à necessidade urgente de proteção patrimonial e gestão de risco, enquanto o mercado avalia se os suportes de preço atuais serão suficientes para estancar a sangria antes do Ano Novo.


🔥 Destaque: Crise de Segurança e o Alerta de CZ

O período foi marcado por uma tempestade perfeita no quesito segurança digital, ofuscando a movimentação de preços. O evento mais alarmante envolveu a Trust Wallet, uma das carteiras de autocustódia mais populares do ecossistema. Relatos multiplicaram-se sobre um exploit na extensão do navegador Chrome (versão 2.68.0), resultando na drenagem de aproximadamente US$ 4,3 milhões em Bitcoin, Ethereum e BNB. O ataque, que parece ocorrer logo após a importação de seed phrases (sementes de recuperação), expõe a fragilidade contínua das interfaces de conexão com a Web3.

Paralelamente, o ecossistema testemunhou uma perda devastadora de US$ 50 milhões em USDT por um único investidor, vítima de um golpe de address poisoning (envenenamento de endereço). Esta técnica consiste em criar endereços que visualmente se assemelham aos da vítima (geralmente os primeiros e últimos caracteres) e enviar transações de valor zero ou irrisório, esperando que o usuário, por descuido, copie o endereço do histórico para uma transferência futura.

A gravidade da situação trouxe Changpeng Zhao (CZ), fundador da Binance, a público com uma proposta técnica contundente. CZ sugeriu que as carteiras implementem verificações automáticas de “endereços venenosos” via query na blockchain, além de blacklists compartilhadas. A Binance já desenvolveu um algoritmo que identificou cerca de 15 milhões desses endereços maliciosos. A intervenção de uma figura tão central destaca que, sem melhorias drásticas na experiência do usuário (UX) e na segurança preventiva, a adoção em massa continuará enfrentando barreiras intransponíveis de confiança.

Investidores devem tratar este momento como um chamado para revisão de segurança. A dependência de “copiar e colar” endereços do histórico provou-se fatal. A validação caractere por caractere e o uso de whitelists (agendas de contatos) nas carteiras deixaram de ser recomendações opcionais para se tornarem mandatórias.


📈 Panorama do Mercado

O mercado cripto atravessa um momento de fragilidade técnica e psicológica. A perda da Média Móvel Simples (SMA) de 50 semanas pelo Bitcoin é um sinal técnico que, historicamente, precedeu correções profundas. O sentimento geral é de aversão ao risco, exacerbado pelo medo de falhas de segurança em protocolos e carteiras. Não se trata apenas de preço, mas de infraestrutura.

Ainda assim, existem ilhas de resiliência e atividade intensa. O setor de derivativos descentralizados (DeFi Perps) continua aquecido, demonstrando que, mesmo em meio ao medo, há apetite especulativo. Contudo, eventos de baixa liquidez, como o flash crash observado em pares específicos na Binance, servem de alerta sobre a profundidade do mercado em dias de feriado, onde a ausência de market makers institucionais pode gerar volatilidade extrema e inexplicável.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Vulnerabilidade em Extensões de Browser: O hack da Trust Wallet (extensão Chrome) reforça que hot wallets em navegadores são vetores de ataque primários. Usuários devem evitar manter grandes quantias nessas interfaces.
  • Sofisticação do Address Poisoning: Com perdas individuais superando US$ 50 milhões, os atacantes estão refinando a geração de endereços “espelho”. A chance de erro humano em transações manuais nunca foi tão explorada.
  • Perda de Suporte Crítico no BTC: A violação da SMA de 50 semanas coloca o Bitcoin em uma zona de “terra de ninguém” técnica. Se o suporte imediato falhar, modelos apontam para riscos de revisitar a zona dos US$ 40.000, o que arrastaria todo o mercado de altcoins.
  • Liquidez Reduzida em Feriados: O flash crash pontual na Binance (BTC/USD1) demonstra que ordens de mercado em momentos de baixa liquidez podem sofrer slippage brutal ou disparar liquidações em cascata.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Migração para Hardware Wallets: O FUD (medo, incerteza e dúvida) sobre wallets de navegador cria um momento oportuno para investir em segurança fria (Ledger, Trezor), protegendo ativos de longo prazo contra exploits de software.
  • Protocolos de Derivativos Descentralizados: A performance excepcional da Hyperliquid (volume de US$ 2,7T) sugere que a tese de migração do volume de trading de CeFi para DeFi continua válida e acelerada, oferecendo oportunidades em tokens de governança desse nicho.
  • Acumulação em Pânico Injustificado: Caso o Bitcoin sofra quedas agudas baseadas puramente em pânico de hacks (que não afetam os fundamentos da rede Bitcoin em si), investidores de longo prazo podem encontrar janelas de entrada descontadas.

📰 Principais Notícias do Período

1. Hack na Trust Wallet Drena US$ 4,3 Milhões
Usuários da extensão para navegador relataram perdas massivas de fundos após atualizações recentes. O analista on-chain ZachXBT identificou padrões suspeitos, mas a falta de um comunicado oficial imediato agrava a incerteza. É um duro golpe para a reputação de uma das carteiras mais utilizadas do mercado.

2. CZ Propõe Solução Radical Contra Address Poisoning
Após um investidor perder US$ 50 milhões em USDT, o fundador da Binance sugeriu a implementação universal de filtros e blacklists em carteiras. A proposta visa “erradicar” a prática de phishing via envenenamento de endereço, transformando a segurança passiva em detecção ativa de ameaças.

3. Bitcoin Perde Suporte Chave: Risco de Queda a US$ 40k
Análise técnica aponta que o BTC perdeu a Média Móvel de 50 semanas. Historicamente, tal movimento precedeu correções médias de 54%. Dados da CryptoQuant indicam uma fase de “medo extremo” e demanda institucional enfraquecida neste final de ano.

4. Flash Crash na Binance Derruba BTC a US$ 24k em Par Específico
Um evento de liquidez no par BTC/USD1 causou uma queda momentânea de 72% no preço. Embora isolado e rapidamente revertido, o incidente serve de alerta sobre a negociação em pares exóticos ou de baixa liquidez em exchanges centralizadas.

5. Hyperliquid Atinge Volume Recorde de US$ 2,7 Trilhões
Na contramão do pessimismo, a plataforma de perpétuos descentralizada Hyperliquid consolida-se como gigante do setor. Sem investimento de VCs tradicionais, o protocolo demonstra a força da demanda orgânica por alavancagem on-chain.

6. Índia Desmantela Esquema Ponzi de uma Década
Autoridades indianas realizaram operações em 21 locais para derrubar um esquema de pirâmide cripto ativo desde 2015. O caso reforça o escrutínio regulatório global sobre fraudes que utilizam a imagem das criptomoedas para enganar investidores.

7. Detalhes do Roubo de US$ 50M: Lavagem via Tornado Cash
Aprofundando o caso do address poisoning, descobriu-se que os fundos roubados estão sendo lavados via mixers. Foi oferecida uma recompensa (bounty) de US$ 1 milhão pela recuperação, destacando o desespero e a dificuldade de reaver fundos on-chain.


🔍 O Que Monitorar

  • Pronunciamento da Trust Wallet: O mercado aguarda uma resposta oficial e técnica sobre o vetor do ataque. A transparência na resposta ditará o nível de confiança na ferramenta no futuro.
  • Zona de Preço do Bitcoin: É crucial observar se o BTC consegue retomar a zona acima de US$ 87.000 nas próximas horas. O fechamento semanal abaixo desse nível confirmaria a tendência de baixa.
  • Movimentação dos Fundos Roubados: O rastreamento on-chain dos US$ 4,3M da Trust Wallet e dos US$ 50M do phishing pode indicar se parte dos fundos será recuperada ou despejada no mercado.
  • Volumes em Exchanges: Acompanhar a liquidez em plataformas como a Binance é essencial para evitar armadilhas de slippage durante o período de festas.

🔮 Perspectiva

Para as próximas 24 a 48 horas, a perspectiva é de cautela extrema. É provável que o FUD (medo) gerado pelos incidentes de segurança mantenha os preços das principais criptomoedas pressionados, limitando qualquer tentativa de recuperação imediata. O investidor deve se preparar para volatilidade contínua, especialmente se o Bitcoin testar suportes psicológicos inferiores, como US$ 80.000.

No entanto, este cenário de “limpeza” muitas vezes precede recuperações saudáveis. O foco agora deve ser defensivo: rever protocolos de segurança pessoal, evitar movimentações desnecessárias em momentos de baixa liquidez e observar a resiliência de projetos fundamentados, como demonstrado pelo crescimento do setor DeFi. A poeira dos hacks eventualmente baixará, mas as lições de segurança devem permanecer.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.