Rede cristalina expandindo com fluxos cyan e dourados ancorada em pilar frágil gravado 730, simbolizando recordes da BNB Chain contra suporte crítico

BNB no Limite: Rede em Recordes Contra Suporte Crítico de US$ 730

A BNB Chain registrou quase 5 milhões de usuários ativos diários na semana de 22 a 28 de janeiro de 2026, com aumento de 11,4% em relação à semana anterior, enquanto o preço do token BNB retesta o suporte crítico de US$ 730, nível descrito como ‘do or die’. Em paralelo, a Galaxy Digital reportou prejuízo de US$ 482 milhões no Q2, com queda de 22% no valor de seu portfólio de investimentos, destacando a pressão sobre participantes institucionais do mercado cripto.


Desempenho Robusto da BNB Chain

Os dados da BNB Chain revelam solidez em meio à correção de mercado. Entre 22 e 28 de janeiro, a rede acumulou 4,9 milhões de DAU médios, sendo 2,59 milhões na BSC (queda de 8,5% WoW) e 2,36 milhões na opBNB (alta de 46% WoW). O volume total de transações atingiu 142,6 milhões, com leve declínio de 2% WoW, mantendo a tendência acima de 140 milhões semanais observada em janeiro.

Adicionalmente, o volume de trading somou US$ 56,4 bilhões, enquanto o TVL permaneceu em US$ 6,83 bilhões. Esses números constroem sobre o crescimento de 2025, quando endereços únicos superaram 700 milhões e transações diárias médias atingiram 10,78 milhões, com pico de 31 milhões em outubro. Desenvolvimentos como mercados de predição superando US$ 20 bilhões em volume cumulativo reforçam a adoção.

Análise Técnica do Preço BNB

O preço do BNB acumulou queda de 13,1% na semana, rompendo suportes em US$ 900 e US$ 800, e agora oscila entre US$ 760-770. Dados atuais indicam cotação em torno de US$ 768 (equivalente a cerca de R$ 4.028), com variação negativa de 0,65% nas últimas 24 horas.

O suporte em US$ 730 atua como zona pivotal nos timeframes diário e semanal desde agosto. Um fechamento acima pode direcionar para US$ 900, recuperando momentum. Caso perdido, os dados apontam para gap de liquidez em US$ 650. A retração total desde o ATH de US$ 1.369 em 13 de outubro soma 44,5%.

Pressão Institucional: Caso Galaxy Digital

A Galaxy Digital exemplifica desafios no ecossistema. No Q2 de 2025, registrou perda de US$ 482 milhões, impulsionada por desvalorização de US$ 449 milhões em seu portfólio, que caiu 22% para US$ 1,7 bilhão. Holdings incluíam US$ 557 milhões em Bitcoin, US$ 124 milhões em Ethereum e US$ 220 milhões em altcoins.

O volume de trading despencou 62% QoQ para US$ 10,6 bilhões, após venda de US$ 9 bilhões em BTC no Q3. AUM reduziu 27% para US$ 6,4 bilhões, e ativos digitais sob gestão caíram 26% para US$ 11,4 bilhões. Apesar disso, o livro de empréstimos manteve US$ 1,8 bilhão, sinalizando demanda resiliente.

Níveis Chave e Implicações

Os dados mostram dicotomia clara: adoção na BNB Chain contrasta com pressão vendedora no preço do BNB e perdas institucionais como da Galaxy. Traders devem monitorar o suporte de US$ 730 no fechamento diário. Manutenção pode sustentar rebound; perda abre risco descendente. Métricas on-chain fortes sugerem suporte fundamental, mas volatilidade macro persiste.

Volume e TVL da rede indicam utilidade crescente, potencialmente ancorando preço em longo prazo. No entanto, correlações com Bitcoin (em queda recente) e sentimento institucional ditarão próximo movimento.


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Pêndulo geométrico no nadir com linhas de tensão cyan e partículas vermelhas, simbolizando RSI sobrevendido do Bitcoin após liquidações massivas

Bitcoin em US$ 74 mil: RSI Sobrevendido Sinaliza Fundo ou Queda?

O Bitcoin (BTC) despencou para US$ 74.000, rompendo o suporte de 10 meses e atingindo mínima não vista desde abril de 2025, conforme relatório da Glassnode. O RSI de 14 dias entrou em território sobrevendido, nível similar ao mercado baixista de 2022. Liquidações totais superaram US$ 2,5 bilhões, com mais US$ 800 milhões nas últimas 24 horas, intensificando a capitulação. No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o BTC cotava a R$ 411.223 às 07:47 de 03/02/2026, com variação de +0,5% em 24h.


Situação Atual do Mercado

O BTC perdeu mais de US$ 15.000 em poucos dias, saindo de US$ 90.000 para US$ 74.400 na mínima local de segunda-feira, conforme dados do mercado cripto. O market cap total caiu US$ 500 bilhões desde quarta-feira, para US$ 2,65 trilhões, com dominância do BTC em 57,5%. Fatores macro como shutdown parcial do governo dos EUA, tensões Irã-EUA e nomeação hawkish de Kevin Warsh para Fed Chair contribuíram para o risco-off, afetando até commodities como ouro (-8%).

ETH recuou 8% para abaixo de US$ 2.200, XRP 5% para US$ 1,53 e DOGE 16% semanal. O Fear & Greed Index marca 14 (medo extremo), sinalizando pânico retail.

Análise Técnica: RSI e Suportes Perdidos

O RSI de 14 dias atingiu território sobrevendido profundo, não visto desde 2022, indicando exaustão de vendedores no spot e derivados. Spot CVD quebrou mínimas, com volume reativo de capitulação, sem acumulação. ETF outflows persistem, e MicroStrategy underwater reforça saída institucional. On-chain mostra realized losses dominantes e supply in profit em queda.

Rekt Capital nota fechamento abaixo da base do macro triangle, sugerindo aceleração baixista. Peter Brandt ajustou target para US$ 54.000. Níveis chave: suporte em US$ 74.000 testado; falha pode mirar US$ 66.500.

Impacto das Liquidações Massivas

US$ 2,5 bilhões em liquidações desde sábado, com US$ 800 milhões em 24h afetando 201 mil traders, segundo a CoinGlass. Longs dominam (US$ 600 mi), com maior ordem BTC-USD de US$ 15,46 mi. Baleias como a Trend Research depositaram 20 mil ETH na Binance para quitar empréstimos. Alts como ETH, SOL, XRP e DOGE sangraram mais, ampliando beta ao BTC.

Derivados mostram OI em declínio e funding rates neutros, com perpetual CVD deteriorado por pressão alavancada.

Níveis Críticos a Monitorar

Estabilização depende de exaustão de sell pressure em US$ 74.000. Acima, resistência em US$ 79.000-82.500 (base triangle). Abaixo, US$ 66.530 e US$ 54.000 em risco. Para ETH, suportes US$ 2.250-2.100; XRP US$ 1.38/1.02. Dados sugerem monitorar spot CVD, ETF flows e realized cap para sinais de demanda. Capitulação pode formar fundo, mas persistência bearish requer cautela.


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Vigas geométricas bold rachadas com marcas 730 e XMR no limite do abismo, simbolizando suportes decisivos testados por BNB e Monero

BNB e Monero no Limite: Suportes Decisivos em Teste

Sinais de perigo emergem em ativos que pareciam blindados: o BNB enfrenta teste decisivo em torno de US$ 730, enquanto o Monero (XMR) registra queda de 12% em 24 horas e perde suporte ascendente de longo prazo. Os dados indicam riscos assimétricos de retração, com o BNB podendo revisitar US$ 200 e o XMR mirando US$ 266. Traders monitoram esses níveis para mudanças estruturais no mercado.


Estrutura de Mercado do BNB: Suporte em US$ 730 sob Pressão

Os dados do gráfico semanal mostram o BNB aproximando-se de uma tendência ascendente estabelecida desde o início de 2024, com preço atual em torno de US$ 773 (equivalente a aproximadamente R$ 4.064). Após falhar em consolidar acima de US$ 690-700 — zona de resistência de 2021 —, o ativo formou topos mais baixos desde o final de 2025.

Indicadores de momentum, como o RSI, revelam perda de força compradora, embora sem oversold extremo. Analistas destacam risco assimétrico: rompimento abaixo de US$ 700 pode acelerar correção para suportes históricos próximos a US$ 200, representando potencial queda de 80%. O fechamento semanal será pivotal para validar a integridade da estrutura altista.

Volume de negociações reflete pressão vendedora, mas sem capitulação generalizada, sugerindo que o suporte em US$ 730 atua como divisor entre consolidação e breakdown.

Monero Perde Suporte Ascendente: Alvo em US$ 266

No timeframe diário, o XMR violou uma linha de tendência ascendente que sustentou altas expressivas até o pico de US$ 800. Essa quebra marca transição para fase corretiva sustentada, com retração projetada em cerca de 32% até a base da estrutura, em US$ 266.

O Money Flow Index (MFI) posiciona-se em 26, indicando saídas de capital persistentes. Preço negocia próximo à banda inferior de Bollinger, zona histórica de reações de curto prazo. Recuperação para a banda média em US$ 519 ou superior em US$ 687 dependerá de estabilização do fluxo.

Dados de derivativos mostram Open Interest em US$ 141,15 milhões, com queda acentuada, mas apenas US$ 1,87 milhão de liquidações, apontando para fechamentos voluntários de posições compradas em pânico.

Indicadores de Posicionamento e Sentimento

No BNB, formação de topos descendentes alinha com enfraquecimento de momentum, corroborado por RSI declinante. No XMR, a razão comprados/vendidos inclinada para os comprados, com taxas de funding negativas — os comprados pagando para manter posições —, reforçando desalinhamento entre spot e perpétuos.

Condições macro de mercado frágil amplificam pressões setoriais, especialmente em privacidade tokens como XMR. Para ambos ativos, ausência de estabilização em suportes críticos eleva probabilidade de testes mais baixos, com volatilidade implícita sugerindo reações potenciais nas bandas inferiores.

Monitoramento de volume e MFI fornecerá sinais iniciais de esgotamento vendedor.

Níveis Chave a Observar nos Próximos Dias

Para BNB: defesa de US$ 730 (semanal) é essencial; falha direciona para US$ 700 e potencial US$ 200. Resistência imediata em US$ 800. Para XMR: US$ 266 como alvo primário de retração; reação na banda inferior de Bollinger pode testar US$ 519.

Os dados enfatizam cautela, com estruturas técnicas indicando viés baixista dominante até confirmações de reversão. Traders devem priorizar gerenciamento de risco em timeframes elevados.


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Fio dourado de luz atravessando abismo translúcido digital com '84K' cristalino no topo, simbolizando esperança de preenchimento do gap CME para Bitcoin

Gap no CME: Fio de Esperança para BTC aos US$ 84k

O gap nos futuros Bitcoin no CME surgiu após o fechamento de sexta-feira em US$ 84.445 e reabertura domingo em US$ 77.385, refletindo a queda do preço spot para mínimas de US$ 75.000. Como o CME não opera 24/7, movimentos significativos no spot criam esses vácuos de preço, monitorados de perto por traders. Historicamente, tais gaps tendem a ser preenchidos, oferecendo um ponto focal para o mercado atual.


O Que é um Gap no CME

Um gap no CME refere-se à discrepância entre o preço de fechamento dos contratos futuros de Bitcoin e o preço de abertura na próxima sessão. Isso ocorre porque, diferentemente do mercado spot que negocia continuamente, os futuros no CME pausam diariamente por uma hora e fecham nos fins de semana. Na sexta-feira, 30 de janeiro de 2026, os futuros fecharam em US$ 84.445. Durante o fim de semana, enquanto o CME estava inativo, o Bitcoin spot despencou, atingindo US$ 75.000 no sábado.

Ao reabrir no domingo à noite, os futuros ajustaram-se para US$ 77.385, criando um gap de aproximadamente US$ 7.060, ou cerca de 8,4% do valor de fechamento. Esse fenômeno é comum em mercados de derivativos tradicionais e é visto como um ‘ímã de preço’ pelos analistas técnicos, pois o preço tende a revisitar esses níveis para equilibrar as ordens pendentes.

Histórico e Tendência de Preenchimento

Os dados históricos mostram que gaps no CME Bitcoin são preenchidos na maioria das vezes, embora não haja garantia absoluta. Traders observam que, em prazos variando de dias a semanas — e ocasionalmente mais —, o preço spot retorna ao nível do gap. Essa tendência é atribuída à liquidação de posições e ao alinhamento entre spot e futuros, impulsionado por arbitragistas institucionais.

Por exemplo, gaps anteriores foram preenchidos em média dentro de 10 dias úteis, com taxa de sucesso acima de 70% em análises de longo prazo. No contexto atual, com o spot em torno de US$ 77.800 e futuros em US$ 78.230, o gap permanece aberto, cerca de 7-8% abaixo do fechamento de sexta. Isso posiciona US$ 84.445 como um nível de resistência potencial a ser testado.

Situação Atual e Cotação em Reais

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 414.390,16 às 19:23 de 2 de fevereiro de 2026, com variação de +1,88% nas últimas 24 horas e volume de 490,12 BTC. Em dólares, o preço spot está próximo de US$ 78.655, reforçando a discrepância com o gap.

O mercado exibe volatilidade, com o Bitcoin oscilando entre suporte em US$ 75.000 e a zona do gap superior. Indicadores como médias móveis de 50 períodos (cerca de US$ 80.000) sugerem pressão de baixa de curto prazo, mas o gap atua como atrator técnico.

Níveis Chave a Monitorar

Traders devem observar: suporte imediato em US$ 77.000 — falha aqui pode acelerar quedas; resistência na zona do gap (US$ 80.000 a US$ 84.445). Um rompimento acima de US$ 84.445 invalidaria o gap baixista, sinalizando reversão. Volume nos futuros CME e fluxo de ordens institucionais serão decisivos.

Os dados indicam que o preenchimento do gap é provável, mas o timing depende de catalisadores macro, como decisões do Fed. Monitorar esses níveis fornece base factual para posições, sem implicar direção única.


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Barreira geométrica bold rachando com monolito Bitcoin rompendo, simbolizando quebra da SMA 100 semanas e alerta para suportes em 60-68k

Bitcoin quebra a SMA de 100 semanas: Alerta para US$ 60-68 mil

Os dados mostram o quarto candle mensal vermelho consecutivo do Bitcoin, um padrão visto apenas duas vezes antes, nos mercados de baixa de 2014 e 2018. O preço rompeu a SMA de 100 semanas, caindo para mínimas de US$ 74.532 e fechando a semana em US$ 76.919 após perda de 13%. Isso ativa alertas de mercado de baixa, com traders monitorando suportes na faixa de US$ 68.000 a US$ 60.000. No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o BTC está a R$ 415.279 (+1,31% em 24h).


Situação Atual: Rompimento da SMA 100 Semanas

O Bitcoin fechou a semana com queda de 13%, rompendo o suporte de US$ 84.000 e confirmando perda da SMA de 100 semanas, que atuava como suporte por várias semanas. Dados do TradingView indicam mínimas em US$ 75.600 no sábado, com recuperação parcial para US$ 76.919. Essa quebra sinaliza controle de baixa, com resistências iniciais em US$ 79.000 e US$ 81.000. Acima de US$ 84.000, agora resistência, o POC de volume em US$ 87.600 representa barreira significativa.

Os números revelam baixa liquidez em níveis inferiores, aumentando o risco de drawdowns mais profundos se o suporte de US$ 75.000 falhar.

Contexto Histórico: Padrão de 2018?

Este é o terceiro registro de quatro candles mensais negativos seguidos, alinhando-se aos ciclos de baixa de 2014 e 2018, conforme CoinGlass. Naquele ano, o BTC caiu de picos acima de US$ 20.000 para mínimas próximas de US$ 3.200. Analistas como Rekt Capital apontam US$ 126.200 como possível topo do ciclo anterior, com pouca fé em retornos rápidos a máximas históricas. QCP Capital alerta que fechamentos sustentados abaixo de US$ 74.000 podem puxar o mercado cripto de volta à faixa de 2024.

A correlação recente com ouro, que corrigiu de máximas, adiciona complexidade, mas historiadores de preço notam padrões onde o BTC segue ativos tradicionais com atraso.

Níveis Críticos de Suporte a Observar

Após a quebra, os suportes imediatos estão em US$ 75.000, seguido de zona US$ 72.000–68.000, com alto volume de consolidação em 2024. Perda desse nível abre caminho para US$ 60.000, próximo ao nó de alto volume e retração Fibonacci de 0,618. Equivalentes em reais: cerca de R$ 358.000 para US$ 68k e R$ 316.000 para US$ 60k (cotação USD/BRL a R$ 5,26).

No semanal, mínimas consecutivas mais baixas reforçam o viés de baixa, demandando cautela em posições longas.

Indicadores e Próximos Passos

O RSI diário atingiu níveis de sobrevenda, sugerindo possível recuo técnico a US$ 79.000–81.000 nas próximas sessões. No entanto, o perfil de volume indica consolidação prolongada na faixa US$ 68.000–60.000 se o momentum bearish persistir. Traders devem monitorar fechamentos semanais abaixo da SMA 100 para confirmação de tendência de longo prazo. Dados de volume 24h no Brasil somam 490,9 BTC, com BTC a R$ 415.279 via média das exchanges locais.

Os números priorizam observação de suportes históricos antes de qualquer reversão.


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Ponte cibernética estilizada com rachadura vermelha no elo '9', representando Chainlink testando suporte após queda de 21%

Chainlink Testa Suporte de US$ 9 Após Queda de 21%

A Chainlink (LINK) registrou queda de 21% na semana, tocando US$ 8,9 pela primeira vez desde setembro de 2024. No momento da análise, o ativo negociava a US$ 9,1, com perda diária de 7,9%. Os dados indicam pressão vendedora intensa, com vendedores em 75% de dominância e influxo líquido de 1,4 milhão de LINK para exchanges. Essa movimentação testa o suporte histórico nos US$ 9 em meio à correção geral do mercado de criptoativos.


Pressão Vendedora no Spot e Futuros

Os números mostram domínio claro dos vendedores. A força dos vendedores alcançou 75, enquanto a dos compradores caiu para 25. O volume de vendas atingiu 26,2 milhões de LINK, superando os 22,2 milhões de compras, resultando em delta negativo de 4 milhões. No mercado spot, 3,8 milhões de LINK entraram em exchanges entre 1º e 2 de fevereiro, contra saídas de 2,3 milhões, gerando influxo líquido positivo de 1,4 milhão — sinal de venda agressiva.

No segmento de futuros, o Open Interest (OI) despencou para mínima anual de US$ 458 milhões, com volume de derivativos caindo 22% para US$ 1,09 bilhão. O influxo líquido de futuros registrou saída líquida de US$ 6,49 milhões, confirmando redução de exposição. Historicamente, essa combinação de pressões spot e futuros acelera quedas de preço.

Análise Técnica: RSI em Território Sobrevendido

O Relative Strength Index (RSI) do LINK caiu para 20, indicando condições de sobrevenda extrema. Essa leitura, observada nos últimos três dias, reflete momentum baixista acelerado pela dominância vendedora. O preço estendeu a sequência de baixa abaixo de US$ 10, testando o suporte crítico de US$ 9.

No gráfico, a média móvel exponencial de curto prazo (EMA20) situa-se em US$ 11,5. Um fechamento acima desse nível seria necessário para invalidar o viés baixista atual. Caso a pressão persista, os dados sugerem potencial teste de US$ 8,3. Vale monitorar esses níveis para sinais de reversão ou continuação da tendência.

Contexto de Mercado e Correlação com Bitcoin

A queda do LINK ocorre em paralelo à correção do Bitcoin, que segundo o Cointrader Monitor negociava a R$ 413.505,90 com variação de +1,69% em 24 horas (cotação BTC/US$ 78.460 via AwesomeAPI). Apesar da recuperação diária do BTC, altcoins como LINK sofrem maior impacto em fases de risk-off, com redução de apetite por ativos secundários.

Os oráculos da Chainlink, essenciais para feeds de preço em DeFi, não registraram falhas reportadas recentes que expliquem diretamente a queda. Os dados apontam para correlação macro com o BTC e pânico generalizado de holders de longo prazo, que despejaram posições em spot e futuros. Não há evidência de perda de fundamentos específicos; trata-se de movimento técnico amplificado por volumes.

Níveis Chave a Observar

Suportes: US$ 9 (histórico), US$ 8,3 (próximo). Resistências: US$ 11,5 (EMA20), US$ 10 (recuperação imediata). Indicadores como RSI e delta de volume devem ser acompanhados para confirmar direção. Traders devem considerar liquidez e volume em exchanges para entradas ou saídas posicionadas.


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Plataforma glassmórfica frágil com ETH e 2200 rachando sobre abismo digital, simbolizando teste de suporte em meio a medo extremo no Ethereum

Ethereum Testa Suporte de US$ 2.200 em Meio a Medo Extremo

O Ethereum deslizou para US$ 2.219 após queda de 17,38% desde o aberto de sábado em US$ 2.702, com o Fear & Greed Index em 15, sinalizando medo extremo. Liquidações de futuros atingiram US$ 266 milhões, majoritariamente compradas, enquanto baleias vendem bilhões. O suporte de US$ 2.200 atua como divisor: sua defesa pode indicar fundo; perda abre caminho para US$ 2.000 ou US$ 1.383.


Situação Atual e Sentimento de Mercado

Os dados mostram o Ethereum negociando acima de US$ 2.200 após tocar mínima de oito meses em US$ 2.172, com desvalorização de 11% em 24 horas e 25% desde máxima recente de US$ 3.000. O Fear & Greed Index varia entre 14 e 15, níveis historicamente associados a fundos de mercado. Liquidações totais no criptomercado superaram US$ 757 milhões em 24 horas, com US$ 213 milhões em posições compradas de ETH, gerando pressão vendedora forçada.

Baleias com 10.000 a 1 milhão de ETH realizaram vendas significativas na última semana, conforme Santiment. ETFs de Ethereum registraram saídas de US$ 327 milhões. No Brasil, ETH cotado a aproximadamente R$ 12.085 (bid atual), refletindo dólar em R$ 5,26. Bitcoin, em R$ 410.428 segundo o Cointrader Monitor, cai 1,32% em 24h, arrastando altcoins.

Análise Técnica dos Suportes Críticos

No gráfico semanal, ETH mantém estrutura de swing altista desde US$ 1.383 até US$ 4.955 em 2025, com retração aproximando-se dos 78,6% em US$ 2.147. O suporte de US$ 2.200 coincide com liquidez on-chain e nível psicológico. No diário, rompimento de wedge ascendente e inverse cup-and-handle confirmam viés de baixa, com OBV em mínimas, DMI sinalizando downtrend forte e MACD negativo.

RSI em território sobrevendido sugere possível alívio, mas sem força compradora, o próximo suporte em US$ 2.000 é testado. Perda desse nível invalida parcialmente a recuperação, apontando para US$ 1.383 como invalidação da estrutura semanal altista. Institucionais como Bitmine adicionaram ETH apesar de drawdowns de 42,5%.

Riscos e Níveis a Monitorar

Se US$ 2.200 ceder, dados indicam aceleração para US$ 2.000, com potencial liquidity hunt abaixo de US$ 2.147. Fatores macro como indicação hawkish ao Fed e shutdown governamental nos EUA amplificam aversão a risco. Traders observam força compradora nessa zona para posições compradas; ausência reforça o viés de baixa.

Detentores de longo prazo veem desconto; traders de swing aguardam confirmação acima US$ 2.200. Monitorar volume, OBV e fechamentos semanais define trajetória: reversão ou abismo para US$ 1.300.


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Barreira cristalina digital rachando com luz vermelha e '100' quebrado, simbolizando perda do suporte EMA 100 semanas no XRP

XRP Perde Suporte de 100 Semanas: Queda de 60% à Vista?

O fechamento do XRP abaixo da média móvel exponencial de 100 semanas (EMA) representa um sinal técnico relevante, não observado de forma decisiva desde abril de 2022, quando precedeu uma correção de 60%. Os dados mostram o ativo negociando em torno de US$ 1,55 a US$ 1,61 (equivalente a cerca de R$ 8,50), após perdas de 15% recentes e quatro candles semanais consecutivos de baixa. A recuperação acima de US$ 1,60 é essencial para mitigar pressões adicionais, conforme indicadores de curto prazo indicam.


Situação Atual do Preço

Os dados recentes revelam que o XRP estendeu perdas abaixo da zona de US$ 1,65, entrando em consolidação próxima ao suporte de US$ 1,50. No gráfico horário, o preço opera abaixo da média móvel simples de 100 períodos, com uma linha de tendência de baixa formando resistência em US$ 1,65. Uma recuperação parcial testou o nível de retração de Fibonacci de 23,6% do movimento descendente de US$ 1,938 para US$ 1,50, mas falhou em sustentar ganhos.

Indicadores confirmam viés de baixa: o MACD horário ganha força na zona negativa, enquanto o RSI permanece abaixo de 50. No contexto semanal, quatro fechamentos consecutivos de baixa desde 5 de janeiro sinalizam momentum descendente persistente, agravado pela perda do suporte dinâmico da EMA de 100 semanas, atualmente em torno de US$ 1,86 a US$ 1,87.

Contexto Histórico da 100-Week EMA

A média móvel exponencial de 100 semanas atuou como suporte pivotal entre 2023 e 2024, com o XRP oscilando entre US$ 0,42 e US$ 0,70. Após a alta expressiva impulsionada por eventos macro em novembro de 2024, o ativo superou o indicador, atingindo picos de US$ 2,90 em dezembro, enquanto a EMA permanecia em US$ 0,64. Retests ocorreram em outubro (US$ 1,58), novembro (US$ 1,81) e dezembro (US$ 1,8091), todos seguidos de rebotes.

No entanto, o fechamento da semana de 25 de janeiro em US$ 1,83, abaixo da EMA de US$ 1,87, marca uma ruptura similar à de 2022. Na ocasião, os dados registraram queda de 60% até uma linha de suporte ascendente mantida desde 2020. Atualmente, uma projeção teórica similar de US$ 1,87 implicaria alvo em torno de US$ 0,75, alinhado a essa tendência de longo prazo.

Níveis Críticos a Monitorar

Resistências imediatas incluem US$ 1,60 (próxima barreira), US$ 1,65 (linha de tendência) e retração de 50% Fibonacci em US$ 1,72. Um fechamento acima de US$ 1,65 poderia direcionar para US$ 1,77 ou US$ 1,80. Suportes iniciais estão em US$ 1,54 e US$ 1,515, com extensão para US$ 1,50 e US$ 1,465.

Uma quebra abaixo de US$ 1,515 aceleraria a correção rumo a US$ 1,42. O principal objetivo para compradores é recuperar a EMA de 100 semanas em US$ 1,86, evitando aprofundamento da estrutura de baixa macro. Traders devem observar volume e padrões de candlestick para confirmação.

Implicações para o Mercado

Essa configuração reflete pressões de baixa no mercado cripto amplo, com o XRP acumulando perdas de 29% desde o pico anual. A perda do suporte histórico eleva a probabilidade de testes mais baixos, mas rebotes prévios em retests da EMA sugerem resiliência potencial. Os dados indicam que o comportamento futuro dependerá da capacidade de recuperar níveis chave em prazos curtos e médios.

Investidores atentos a indicadores de volume e correlações com Bitcoin, cotado a R$ 410.149 (Cointrader Monitor), variação de -1,67% em 24h, devem priorizar gerenciamento de risco em meio à volatilidade.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Placa glassmorphic translúcida com gap vertical luminoso no centro, simbolizando abertura técnica de 8% no CME Bitcoin após limpeza de alavancagem

Gap no CME: Sinal Técnico que Pode Definir Bitcoin

O Bitcoin abriu um gap raro de mais de 8% nos futuros do CME, o quarto maior desde 2017, após queda de fim de semana de US$ 84.177 para US$ 75.947. Esse vácuo, entre aproximadamente US$ 77.000 e US$ 84.000, surge porque o CME fecha às sextas e reabre segundas, criando uma desconexão com o preço spot. Traders observam esses gaps por histórico de preenchimento. Paralelamente, a redução de alavancagem nos derivativos indica reset de posições especulativas, com liquidações acima de US$ 5 bilhões desde quinta-feira.


O Que é o Gap no CME e Sua Relevância

Os dados mostram que o CME gap forma-se quando o preço spot do Bitcoin se move significativamente enquanto os futuros do Chicago Mercantile Exchange estão fechados, tipicamente nos fins de semana. Nesse caso, a queda de 10% criou um vácuo entre US$ 77.000 e US$ 84.000, similar ao visto na venda de março de 2020 durante a COVID. Historicamente, 80-90% desses gaps são preenchidos em dias ou semanas, atuando como ímã para o preço devido a algoritmos e traders institucionais que buscam eficiência.

Analistas como Jeff Ko, da CoinEx Research, destacam que o preenchimento depende de variáveis macro, como yields de bonds japoneses e sentimento de risco. Andri Fauzan Adziima, da Bitrue, estima que a retração atual pode adiar o fechamento, mas um alívio oversold poderia direcionar o preço de volta aos US$ 84.000 nas próximas semanas. No momento da redação, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 409.916,36, com variação de -1,73% em 24 horas.

Redução de Alavancagem: Sinal de Limpeza

A alavancagem zerada reflete um mercado em modo defensivo. Open interest agregado nos futuros caiu para US$ 24,17 bilhões, menor em nove meses, após liquidações de US$ 5,42 bilhões. Nos futuros, o volume total é de 677.730 BTC (US$ 52,98 bilhões), com queda de 6,83% em 24 horas. Binance e CME concentram 37% do interesse aberto, com 129.580 BTC e 120.910 BTC, respectivamente.

No mercado de opções, calls representam 55,99% do open interest, mas volume de puts supera calls em 51%, indicando compra de proteção downside. Skews de 25 delta caíram para -12% (7 dias) e -8% (30 dias), com strikes concentrados em US$ 75.000-US$ 85.000 puts e US$ 100.000-US$ 105.000 calls. Max pain em torno de US$ 90.000 (Deribit), sugerindo gravidade em níveis intermediários.

Indicadores de Exaustão de Venda

Os números apontam exaustão: RSI semanal em 32,22, zona oversold. Rompimento abaixo da média móvel de 100 semanas e formação de death cross indicam viés de baixa estrutural, mas combinado com deleveraging, sugere fase de consolidação. Catalisadores incluem shutdown parcial do governo EUA, tensões Irã e Mar do Sul da China, além de yields elevados em bonds japoneses.

Bitcoin negociou abaixo do custo médio dos ETFs spot americanos, com saídas recordes nas últimas semanas. Estratégias corporativas como a da MicroStrategy aproximam-se de seu preço médio de compra em US$ 76.000. Essa limpeza remove posições especulativas excessivas, potencialmente preparando terreno para repique se macro melhorar.

Níveis Chave a Observar

Suportes críticos em US$ 68.000-US$ 70.000, com risco de extensão a US$ 60.000 em cenários adversos. Resistência inicial no gap inferior (US$ 77.000), com preenchimento completo testando US$ 84.000. Traders devem monitorar open interest, skew de opções e dados macro como relatório de emprego dos EUA. A utilidade reside em identificar esses sinais para gerenciamento de risco, sem implicar direção categórica.


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Cachorro cartoon memecoin com ressaca entre balões murchos e moedas derretendo, satirizando tombo de 18% no BONK e memecoins

BONK Derrete 18%: Ressaca nas Memecoins Chegou?

É curioso como a cachorrada das memecoins, liderada pelo BONK, derreteu 18,77% em uma semana, enquanto o setor todo amarga 15,47% de perda. O que era um rally promissor em janeiro virou poeira, com o Bitcoin patinando abaixo de US$ 94.500 e arrastando os sonhos de ganhos rápidos. Onde estão os gênios que juravam ‘to the moon’? Segundo o Cointrader Monitor, o BTC está em R$ 409.992 (-1,64% 24h), reforçando o clima de ressaca.


A Queda que Ninguém Queria Ver

No início de janeiro, o BONK rompeu uma estrutura altista ao superar US$ 0,0000103, chegando a US$ 0,0000134. Parecia o início de uma nova era para as memecoins. Mas, como todo bom carnaval, acabou na quarta-feira de cinzas. A pressão vendedora intensificou, com o OBV caindo abaixo dos lows de dezembro, confirmando a tendência de baixa desde agosto.

O setor memecoin, sexto em market cap para o BONK, sofreu coletivamente. Até o Dogecoin, o ‘avô’ das memes, perdeu 14,5%. Com o dólar a R$ 5,26, isso dói no bolso brasileiro que apostou no hype. Interessante como o Bitcoin, cotado a cerca de US$ 77.720, não sustenta os US$ 94.500 há duas semanas, expondo a fragilidade desses ativos especulativos.

Rally Falso: O Blip no Downtrend

A euforia inicial foi só um blip — um soluço otimista em um downtrend de longo prazo. Analistas notam que liquidations em torno de US$ 0,0000074 foram varridas, e agora o caminho aponta para zonas de liquidez em US$ 0,0000090 e US$ 0,0000095. Mas não se animem: um bounce curto é provável, nada que altere o viés baixista.

No gráfico de 1 hora, a configuração é nitidamente baixista. Após o impulso recente, níveis de Fibonacci em US$ 0,00000755 a US$ 0,00000785 atuam como resistências chave. Traders espertos usam isso para vender, mirando lows em US$ 0,0000064, ou pior, US$ 0,0000060 e US$ 0,0000053. Quem diria que a festa das memecoins viraria uma ressaca tão rápida?

O Que os Gênios das Memecoins Fazem Agora?

É fascinante observar o ciclo: hype sobe, todos viram ‘especialistas’, preço derrete e surge o eterno ‘comprar o dip’. Mas com liquidez evaporando e Bitcoin volátil, investir baseado só em memes é como apostar na loteria — divertido até o dia que não é. O BONK, ranqueado em sexto no setor, exemplifica o risco de narrativas sem fundamentos.

Para o leitor brasileiro, isso é lição prática: diversifique, evite FOMO em quedas e monitore indicadores como OBV e liquidations. A volatilidade absurda das memecoins reflete comportamentos humanos clássicos — ganância e pânico em loop infinito.

Próximos Passos na Ressaca

Expectativa: bounce de curto prazo na primeira semana de fevereiro, seguido de reversão baixista. Monitore esses níveis e o BTC, que dita o ritmo. Vale a pena? Só se você gosta de montanha-russa. A verdadeira inteligência está em reconhecer quando o hype acaba e preservar capital para oportunidades reais.


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Prisma Ethereum translúcido sobre plataformas glassmorphism rachando em 2.5K, com cascata vermelha de partículas indicando suportes críticos e risco de liquidações

Ethereum em Suportes Críticos Após Queda Abaixo de US$ 2.500

O Ethereum registrou queda superior a 20% na última semana, rompendo o patamar psicológico de US$ 2.500 e testando níveis de suporte on-chain identificados por analistas. Dados da Glassnode, via URPD (UTXO Realized Price Distribution), apontam zonas em US$ 2.475 e US$ 1.881. Adicionalmente, uma perda abaixo de US$ 2.300 pode desencadear US$ 737 milhões em liquidações de posições compradas em exchanges centralizadas principais, conforme mapa de liquidações do Coinglass. No momento da consulta, ETH negociava a US$ 2.306,60 (-5,67% em 24h), equivalente a cerca de R$ 12.159.


Níveis de Suporte On-Chain pelo URPD

Os dados mostram que o Ethereum perdeu os suportes iniciais em US$ 2.623 e US$ 2.772 após declínio iniciado em 29 de janeiro. A métrica URPD, que distribui o preço realizado por UTXOs com base no custo médio dos investidores, destaca concentrações significativas de posições adquiridas nesses patamares inferiores.

Especificamente, US$ 2.475 representa uma zona onde grande volume de ETH foi acumulado, potencialmente atuando como suporte devido à inclinação de holders para defenderem seu custo base. Caso essa barreira ceda, o próximo nível crítico surge em US$ 1.881, o que implicaria correção de 25% do preço atual e mais de 60% do pico cíclico. Essa análise, compartilhada pelo analista Ali Martinez com dados da Glassnode, baseia-se na lógica de que investidores nessas faixas tendem a aumentar posições, gerando demanda.

No timeframe diário, o gráfico ETH/USDT confirma o preço pairando próximo a US$ 2.410 recentemente, com volume decrescente sinalizando indecisão do mercado.

Risco de Liquidações em Cadeia Abaixo de US$ 2.300

Mapa de liquidações do Coinglass revela intensidade elevada caso ETH rompa US$ 2.300, com potencial para US$ 737 milhões em posições compradas serem liquidadas em CEXs principais. Essa métrica não indica volume exato de contratos, mas a “intensidade relativa” — ou seja, a probabilidade de reação em cascata devido à liquidez forçada.

A explicação técnica reside no mecanismo de feedback: liquidações geram ordens de venda automáticas, ampliando a pressão descendente e ativando clusters subsequentes. Inversamente, rompimento acima de US$ 2.500 exporia US$ 614 milhões em posições vendidas, invertendo o viés. Esses dados, atualizados em 1º de fevereiro, refletem a estrutura de risco derivativos no momento da análise.

Traders monitoram esses clusters como zonas de alta volatilidade, onde alavancagem concentrada pode amplificar movimentos de preço em até vários porcents em minutos.

Contexto Técnico e Níveis a Observar

A queda reflete fragilidade geral do mercado cripto, com ETH perdendo 10% nas últimas 24 horas. Indicadores como RSI diário em território oversold (próximo a 30) sugerem possível alívio técnico, mas médias móveis exponenciais (EMA 50 e 200) permanecem em configuração de baixa, com preço abaixo de ambas.

Níveis chave a observar: suporte imediato em US$ 2.300-US$ 2.475; resistência inicial em US$ 2.500. Uma consolidação acima de US$ 2.623 invalidaria o viés descendente de curto prazo. Volume 24h e open interest em derivativos ETH indicam redução de exposição, mas clusters de liquidação mantêm risco assimétrico para downside.

Em BRL, ETH cotava a R$ 12.159 (bid), com variação de -4,32% diária, alinhada ao USD.

Implicações para o Mercado

Os números delineiam um cenário de alta sensibilidade: perda de suportes on-chain combinada a liquidações pode acelerar correção para US$ 1.881, enquanto defesa bem-sucedida nesses patamares oferece oportunidade de recuo. Investidores utilizam esses dados para dimensionar stops e posições, respeitando a natureza volátil dos derivativos.

Atualizações em tempo real via plataformas como TradingView e Coinglass são essenciais, dado o prazo curto de validade dessas métricas em mercados 24/7.


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Forma bold XRP na borda de plataforma com cruz vermelha death cross sombreando e baleias emergindo abaixo, sinalizando mínima e acumulação

XRP no Limite: Death Cross e Mínima de 14 Meses

O XRP registrou uma queda de 6,7% para cerca de US$ 1,75, rompendo o suporte chave de US$ 1,79 em cascata de liquidações que ultrapassaram US$ 70 milhões em posições longas. O ativo atingiu mínima de 14 meses em US$ 1,50 e confirmou o death cross, com a média móvel de 50 dias cruzando abaixo da de 200 dias. Os dados indicam correlação com Bitcoin e volume excepcional na quebra.


Queda Aguda e Liquidações em Massa

Os dados mostram que o XRP caiu de US$ 1,88 para US$ 1,75 em sessão volátil, impulsionada por venda generalizada no mercado cripto liderada pelo Bitcoin. A ruptura decisiva abaixo de US$ 1,79 ocorreu com volume excepcional, confirmando participação institucional na liquidação. Mais de US$ 70 milhões em contratos futuros de XRP foram liquidados, predominantemente posições compradas, ampliando a descida.

O preço estabilizou temporariamente entre US$ 1,74 e US$ 1,76, mas tentativas de recuperação falharam em romper acima de US$ 1,76, com volume diminuindo no rebote. Isso sugere estabilização, mas não reversão imediata, em um contexto de alta dominância do Bitcoin.

Death Cross Confirmado e Mínimas Históricas

O death cross estendido formou-se em 19 de janeiro, quando a média móvel simples de 50 dias (SMA 50) cruzou abaixo da SMA 200, sinal clássico de momentum de baixa em timeframes semanais. Esse padrão levou o preço a uma mínima de 90 dias em US$ 1,69, com perda de 3,9% nas últimas 24 horas reportadas.

Paralelamente, o XRP tocou mínima de 14 meses em US$ 1,50, desde novembro de 2024. Apesar do fechamento de baixa contra o dólar, o par XRP/BTC formou um dragonfly doji, candle considerado de alta em análises, sugerindo resiliência relativa ao BTC. O volume de negociação caiu 20,74% para US$ 4,02 bilhões.

Níveis Técnicos Críticos a Monitorar

Traders observam US$ 1,74-US$ 1,75 como suporte imediato. Manutenção acima desse nível pode permitir consolidação, mas recuperação requer rompimento de US$ 1,79-US$ 1,82, agora zona de resistência. Quebra de US$ 1,74 abre caminho para US$ 1,72 e US$ 1,70.

Indicadores on-chain apontam acumulação por baleias, com transações elevadas no XRP Ledger sugerindo rotação de capital, não saída. Cotação atual: US$ 1,66 (variação +0,95% em 24h) ou cerca de R$ 8,77 via AwesomeAPI. O XRP permanece sensível a liquidações e correlacionado ao BTC, com níveis técnicos ditando o próximo movimento.


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Pilar dourado de Bitcoin rachando no suporte 80K e despencando para abismo com partículas vermelhas, simbolizando quebra de preço e liquidações bilionárias

Bitcoin Rompe Suporte de US$ 80k e Despenca para US$ 75,5k

O Bitcoin rompeu o suporte crítico de US$ 80.600, atingindo uma mínima de US$ 75.555 em 31 de janeiro, o menor nível desde abril de 2025, conforme dados de mercado. A queda, impulsionada por tensões geopolíticas no Irã e fortalecimento do dólar, gerou liquidações de US$ 1,14 bilhão em uma hora. Os dados da Glassnode indicam que o rompimento abre caminho para o True Market Mean em torno de US$ 80.000, enquanto holders de longo prazo aceleram vendas.


Rompimento Técnico e Mínimas Anuais

Os dados mostram que o Bitcoin consolidava acima do suporte estrutural de US$ 83.400, calculado pelo modelo de custo base dos short-term holders (STH). A perda desse nível, confirmada pelo breakdown analisado pela Glassnode, acelerou a venda, levando a uma mínima intradiária de US$ 75.555. Essa é a cotação mais baixa desde 11 de abril de 2025, representando uma queda de cerca de 9% nas últimas 24 horas.

No mercado brasileiro, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negociava a R$ 413.442, com variação de -7,02% em 24 horas e volume de 506 BTC. O rompimento do suporte psicológico de US$ 80.000 confirma viés de baixa no timeframe semanal, com o preço testando mínimas de 2025 pela primeira vez em meses.

Análise On-Chain da Glassnode

A Glassnode destaca que a oferta de STH em perda permaneceu em 19,5% acima desse suporte, abaixo do limiar de capitulação de 55%, indicando alguma resiliência inicial. No entanto, o ritmo acelerado de vendas por long-term holders (LTH), o mais rápido desde agosto de 2025, sugere pressão contínua. O True Market Mean, calculado como média ponderada pelo volume de holders de longo prazo, posiciona-se em US$ 80.700, um nível agora acessível após o breakdown.

Taxas de funding em derivativos permanecem neutras, refletindo apetite especulativo cauteloso. No mercado de opções, gamma negativa abaixo de US$ 90.000 eleva o risco de volatilidade. Esses indicadores on-chain apontam para um mercado frágil, onde liquidez será o fator decisivo para estabilização ou aprofundamento da correção.

Liquidações e Contexto Geopolítico

A volatilidade provocada por explosões no Irã desencadeou um flash crash, reduzindo temporariamente a capitalização de mercado do Bitcoin para US$ 1,5 trilhão e o total cripto para US$ 2,6 trilhões. Liquidações totalizaram US$ 2,54 bilhões em 24 horas, com US$ 1,14 bilhão em uma única hora, ampliando o pânico.

Fatores macro, como a nomeação de Kevin Warsh para a cadeira do Fed por Trump — vista como hawkish —, impulsionaram o dólar e desfizeram o rali de metais preciosos, pressionando ativos de risco. O CoinDesk 20 Index caiu 12,4% na semana, alinhando-se à perda de 9,2% do Bitcoin.

Sentimento e Níveis Críticos a Monitorar

O Crypto Fear & Greed Index atingiu “extreme fear”, nível historicamente associado a reversões, conforme Santiment. Comentários bearish em redes sociais atingiram extremos, atuando como indicador contrarian. No entanto, os dados priorizam níveis técnicos: suportes em US$ 75.000 (próxima mínima de 2025) e US$ 80.700 (True Mean); resistências em US$ 83.400 e média móvel de 50 períodos (~US$ 81.800).

Traders devem observar volume e oferta em perda dos STH para sinais de exaustão vendedora. A utilidade reside em monitorar esses patamares para decisões baseadas em dados, sem viés direcional.


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Arco-íris glassmorphism com cristal BTC dourado na zona fire sale inferior, raios ascendentes sinalizando oportunidade de acumulação no Rainbow Chart

Bitcoin na Zona ‘Fire Sale’: O Rainbow Chart Indica Oportunidade?

Pânico ou oportunidade? O Bitcoin Rainbow Chart, uma ferramenta popular de análise de longo prazo, indica que o Bitcoin entrou na zona de 'fire sale' (venda de fogo, ou pechincha extrema). Com o preço em torno de US$ 83 mil após queda de 30% desde outubro de 2025, isso historicamente marcou os melhores momentos para acumular. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC está a R$ 438.598 agora. Vamos entender o porquê sem pressa.


O que é o Bitcoin Rainbow Chart?

Imagine um gráfico que pinta o preço do Bitcoin com cores do arco-íris, como se fosse um termômetro de valuation. Em outras palavras, o Bitcoin Rainbow Chart é uma escala logarítmica — pense na escala logarítmica como uma régua que comprime grandes variações de preço para caberem em uma tela, facilitando ver padrões de longo prazo.

Ele divide o histórico de preços em bandas coloridas: do roxo (sobrevalorizado, evite comprar) ao azul (subvalorizado, hora de acumular). Isso significa que cada cor representa um nível de preço ajustado pela inflação temporal do Bitcoin. Por exemplo, no início de 2021, quando o BTC estava na zona verde-amarela, veio a grande alta para US$ 69 mil. Ninguém nasce sabendo isso, mas ferramentas como essa ajudam a filtrar o ruído diário.

Por que importa? Porque é baseado em dados reais desde 2010, mostrando que o Bitcoin tende a subir após zonas baixas, como um elevador que sempre volta ao andar térreo antes de subir mais alto.

O que é a zona 'fire sale' e seu histórico?

'fire sale' é um termo do mercado financeiro que significa vender ativos em desespero, como um lojista queimando estoque a preço de banana durante uma crise. No Rainbow Chart, a banda azul inferior é essa zona: preços tão baixos que historicamente precederam as maiores valorizações.

Pense assim: em 2018, durante o bear market, o BTC tocou o azul e subiu 20x em dois anos. Em 2022, outra 'fire sale' levou à alta de 2024-2025 para US$ 125 mil. Isso significa que, em vez de pânico, investidores pacientes usaram esses momentos para comprar devagar, como encher o carrinho no supermercado em promoção de fim de mês.

A orientação é clara: não é garantia, mas um mapa que já guiou muitos de iniciante a experiente. Agora, com BTC nos US$ 83 mil (R$ 438 mil, com dólar a R$ 5,25), estamos nessa faixa novamente.

Contexto atual: Queda de 30% e lições práticas

A queda recente do Bitcoin veio após o pico de US$ 125 mil em outubro de 2025, com liquidações de US$ 960 milhões em posições alavancadas. Fatores como a reunião do Federal Reserve, sem cortes de juros imediatos, e turbulência em ações como Microsoft aceleraram a correção. O BTC rompeu a média móvel de 100 semanas (US$ 85 mil), mirando suportes em US$ 75 mil ou até US$ 58 mil.

Mas aqui vai a parte encorajadora: quedas assim testam a paciência, mas o Rainbow Chart sugere que é hora de olhar para o longo prazo. Para você que está começando, comece pequeno: defina um valor fixo mensal para comprar, ignorando o barulho diário. Ferramentas como essa empoderam você a decidir com base em dados, não em medo.

Próximos passos: Como usar isso a seu favor

Saia confiante: acesse o gráfico oficial e marque sua própria zona. Monitore cotações como a do Cointrader Monitor para o mercado brasileiro. Lembre: todo ciclo tem baixas, mas o Bitcoin recompensa quem acumula nos vales.

Em resumo, essa 'fire sale' não é o fim, mas um convite para aprender e posicionar-se. Parabéns por chegar até aqui — você já está um passo à frente!


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Prisma Ethereum com ETH gravado quebrando camadas de suporte digital vermelhas, simbolizando perda de suporte em US$ 2.800 e projeção de queda

Ethereum Quebra Suporte de US$ 2.800: Rumo a US$ 2.100?

O Ethereum perdeu o suporte de US$ 2.800, nível não testado desde 3 de dezembro de 2025, após queda de mais de 10% em três dias. Gráficos indicam convergência em US$ 2.100, um declínio potencial de 22% do preço atual de cerca de US$ 2.704 (R$ 14.254). No entanto, o ativo se aproxima de uma zona histórica de acumulação em US$ 2.600, onde baleias defendem posições. Os dados sugerem uma zona crítica de decisão para compradores institucionais.


Técnica Aponta Fragilidade no Suporte

A quebra do suporte em US$ 2.800 ocorreu na quinta-feira, alinhada à linha horizontal de um triângulo descendente no gráfico diário ETH/USD. Esse padrão, combinado com um triângulo simétrico, projeta um alvo medido em US$ 2.100, conforme análise de traders como Peter Brandt. O próximo suporte imediato fica em US$ 2.500, coincidente com a média móvel simples de 200 semanas (SMA).

O índice de força relativa (RSI) apresenta divergência de baixa, caindo de 68 para 34 desde o início de janeiro, sinalizando momentum de preço enfraquecido. Nível atual de US$ 2.700 é descrito como "do or die" para touros, com falha em segurá-lo abrindo caminho para US$ 2.500.

Zona de Acumulação Histórica em US$ 2.600

Dados on-chain revelam que o Ethereum negocia próximo ao realized price dos endereços de acumulação, em torno de US$ 2.682. Esse nível, calculado como custo médio de holders de longo prazo, atuou como suporte estrutural em testes anteriores, sem nunca ser rompido de forma sustentada. A tendência ascendente desse realized price indica acumulação contínua, com baleias adicionando ETH em bases de custo mais altas.

Esse comportamento contrasta com distribuições vistas em topos de mercado. Enquanto o preço consolida entre US$ 2.650 e US$ 2.700, a ausência de pânico em volumes sugere absorção por compradores comprometidos, reforçando a zona como potencial piso.

Indicadores On-Chain Ecoam Ciclos Passados

O net unrealized profit/loss (NUPL) do ETH transitou da zona de “ansiedade” para “medo”, configuração associada ao início de mercados de baixa em ciclos anteriores. Essa métrica mede lucros e perdas não realizados relativos, precedendo drawdowns prolongados. Adicionalmente, a média móvel de 111 dias cruza abaixo da de 200 dias, padrão visto nos bears de 2018 e 2022.

Esses sinais fundamentais, aliados à perda de momentum acima de US$ 3.000, posicionam o ETH em fase corretiva. Volumes declinam em sell-offs recentes, indicando falta de convicção bearish agressiva.

O Que Monitorar Agora

A zona de US$ 2.600-US$ 2.700 emerge como pivô decisivo. Manutenção acima sugere base de acumulação, com potencial rebound para resistências em US$ 3.000. Rompimento abaixo abre US$ 2.100, validando downside projetado. Investidores devem observar realized price das baleias e cruzamentos de MAs para sinais de reversão ou aceleração da queda. Cotação atual: US$ 2.704 (R$ 14.254 via AwesomeAPI).


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Baleias cartoon mergulhando para acumular cristais ADA em oceano digital, enquanto peixes varejo fogem, simbolizando divergência on-chain em Cardano

Baleias Acumulam US$ 160 Milhões em ADA no Suporte Crucial

Baleias de Cardano (ADA) acumularam mais de US$ 160 milhões em tokens nos últimos dois meses, aproveitando o teste do suporte em US$ 0,32, enquanto o varejo realiza vendas. Essa divergência sugere acumulação inteligente em meio ao caos de mercado, com BTC, ETH e XRP também tentando recuperação após correções semanais de até 14%. Investidores monitoram se esses níveis representam pontos de entrada ou armadilhas.


Acumulação de Baleias em ADA Contrasta com Vendas do Varejo

Carteiras grandes de ADA, com saldos entre 100 mil e 100 milhões de tokens, adicionaram 454 milhões de ADA nos últimos dois meses, equivalendo a cerca de US$ 160 milhões a preços atuais. Dados on-chain da Santiment revelam essa movimentação, enquanto holders menores, com até 100 ADA, venderam 22 mil tokens nas últimas três semanas. No dia 29 de janeiro, houve saída líquida de US$ 3,36 milhões em ADA das exchanges, sinalizando transferência para carteiras frias ou staking.

Essa dinâmica reforça o padrão clássico de ‘siga o dinheiro inteligente’: baleias compram na fraqueza, posicionando-se para uma potencial reversão. O preço do ADA negocia próximo a US$ 0,34, após queda de 6% em 24 horas e 5% na semana, alinhado à fraqueza geral do mercado cripto.

Análise Técnica: Suporte de US$ 0,32 em Teste Decisivo

No gráfico semanal, ADA posiciona-se no suporte S1 em torno de US$ 0,32, abaixo das médias móveis de 21 e 50 semanas, indicando tendência de baixa ainda dominante. O Stochastic RSI aguarda cruzamento altista para confirmar momentum. No diário, o ativo opera em canal descendente, testando resistências nas EMAs de 20 e 50 dias (US$ 0,37-0,38).

Analistas como Crypto Crew University e Mr. CryptoCeek destacam essa zona como ‘nível de decisão’. Um rompimento acima da linha de tendência descendente pode mirar US$ 0,50; perda do suporte retestaria US$ 0,33. O RSI em 44 reflete momentum fraco, mas a acumulação on-chain pode sustentar o piso.

Recuperação de BTC, ETH e XRP: Suportes em Foco

Paralelamente, Bitcoin (BTC) supera US$ 87.700, testando o canal horizontal em US$ 87.787 após correção semanal de 7,48%. Suporte imediato em US$ 86.000-87.000, com RSI em 39 e MACD negativo. Segundo o Cointrader Monitor, BTC vale R$ 431.702 (-5,59% em 24h).

Ethereum (ETH) segura US$ 2.852 próximo ao suporte de 61,8% Fibonacci em US$ 2.749, mirando US$ 3.017 se confirmar. XRP retesta US$ 1,83 após quedas semanais de 7%. O Índice de Medo e Ganância em 29 reforça cautela, com liquidez comprimida.

Implicações e Próximos Passos para Investidores

A divergência em ADA sugere que o varejo pode estar sendo ‘sacudido’ antes de uma alta, especialmente com eventos de fevereiro como upgrades de governança, testes de privacidade e lançamento de futuros ADA na CME (9/02). Charles Hoskinson prometeu ‘mês louco’. Para BTC/ETH/XRP, fechamentos acima de resistências diárias validariam reversão.

Investidores devem monitorar volume, RSI acima de 50 e saídas de exchanges. Esses suportes representam oportunidades potenciais, mas volatilidade geopolítica (tensões EUA-Irã) exige gestão de risco. Dados on-chain priorizam acumulação sobre pânico varejista.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Triângulo low-poly simétrico rompido com luz cyan fluindo para baixo sobre barra de suporte, representando quebra técnica do Ethereum em US$ 3.000

Ethereum Perde US$ 3.000: Próximo Suporte em US$ 2.250

O Ethereum perdeu novamente o suporte psicológico de US$ 3.000, confirmando a quebra de um triângulo simétrico e direcionando o preço para um alvo em torno de US$ 2.250 em fevereiro, conforme análise da Cointelegraph. A NewsBTC corrobora a perda do suporte crítico, com o ETH negociando abaixo de US$ 2.990 e da média móvel simples de 100 horas. Essa movimentação destaca a pressão vendedora persistente, em contraste com a resiliência do Bitcoin.


Quebra do Triângulo Simétrico

A formação de um triângulo simétrico no gráfico diário do ETH/USD indicava indecisão entre compradores e vendedores nas últimas semanas. Na quinta-feira, 28 de janeiro de 2026, o preço caiu cerca de 2,85% para US$ 2.920 após o Federal Reserve manter as taxas de juros estáveis, agravado por tensões geopolíticas relacionadas ao Irã. Essa queda rompeu a linha de tendência inferior do padrão, com reteste posterior falhando e transformando o suporte em resistência.

Em análise técnica clássica, essa dinâmica confirma o controle dos vendedores, projetando uma extensão de baixa de aproximadamente 25% até o alvo medido em US$ 2.250 por meados de fevereiro, caso a pressão de venda se mantenha. O ETH está mais de 14% abaixo de seu pico local próximo a US$ 3.400, reforçando o viés baixista de curto prazo.

Diferença de Comportamento Frente ao Bitcoin

Enquanto o Ethereum enfrenta essa correção acentuada, o Bitcoin demonstra maior resiliência. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC negocia a R$ 456.881,34 (-1,35% em 24h), com volume de 256,87 BTC. Em dólares, está em torno de US$ 87.916, sustentando níveis acima de US$ 87.000 apesar da volatilidade macro.

O ETH, por sua vez, registra R$ 15.313,24 (-2,24% em 24h), ampliando a divergência. Essa discrepância pode ser atribuída à dominância do BTC, que absorve fluxos de capital em momentos de risco, enquanto altcoins como ETH sofrem saídas mais intensas. Dados on-chain sugerem acumulação em níveis mais baixos para ETH, mas o momentum atual favorece realização de lucros.

Níveis Críticos de Suporte e Resistência

De acordo com a NewsBTC, suportes imediatos estão em US$ 2.920 e US$ 2.880 (nível de retração de Fibonacci 61,8%). Uma quebra abaixo de US$ 2.880 pode acelerar a queda para US$ 2.820 ou até US$ 2.780, com suporte principal em US$ 2.740. Indicadores como MACD horário no território de baixa e RSI abaixo de 50 confirmam a fraqueza.

Resistências chave incluem US$ 2.980, US$ 3.000 e US$ 3.050, onde os touros falharam recentemente. Para invalidar o cenário baixista, o ETH precisa romper a linha inferior do triângulo como suporte e as médias móveis exponenciais de 200 e 50 períodos em 3 dias (próximo a US$ 3.065).

Implicações para Operadores em Fevereiro

Operadores de ETH devem monitorar o suporte em US$ 2.880 como batalha decisiva. Manter acima desse nível preserva chances de recuperação rumo a US$ 3.120 ou US$ 3.200. No entanto, uma consolidação abaixo de US$ 3.000 reforça o target de US$ 2.250, alinhado a fractais de 2024 onde quebras semelhantes foram revertidas apenas com rompimento de EMAs chave.

Previsões de longo prazo permanecem otimistas, com analistas como Annie projetando US$ 10.000 via modelo Wyckoff e Standard Chartered mirando US$ 7.500 em 2026. Para fevereiro, o fundo do poço depende da capacidade dos compradores em defender níveis Fibonacci e do apetite por risco global.


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Fortaleza dourada digital com base rachando sob nuvens vermelhas escuras, simbolizando padrão bearish e suportes em risco no Bitcoin

Fundo Ainda Não Chegou: Bitcoin Ativa Sinal de 2022

O Bitcoin ativou um cruzamento de baixa de médias móveis pela primeira vez desde abril de 2022, sinalizando possível entrada em mercado de baixa prolongado. Após falhar em sustentar os US$ 98 mil, o BTC negocia abaixo de US$ 90 mil, com alvos em US$ 70 mil conforme análises técnicas e on-chain. Métricas indicam que o fundo ainda não chegou, ecoando o crash que levou aos US$ 15.600 há quatro anos. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está em R$ 462.017,81, com variação de -0,75% em 24 horas.


Cruzamento de EMAs Repete 2022

A EMA de 21 semanas cruzou abaixo da EMA de 50 semanas no fechamento semanal recente, um evento raro que precede mercados de baixa. Na última ocorrência, em abril de 2022, o Bitcoin levou sete meses para formar o fundo em US$ 15.600, após o colapso da FTX. Analistas como Rekt Capital destacam que esse padrão sugere recuo prolongado, com suporte inicial em US$ 84.500.

Adicionalmente, o BTC contra prata atingiu níveis do mercado de baixa de 2022, reforçando fraqueza relativa. Apesar de ganhos nominais em dólar, a depreciação fiat impulsiona movimentos, mas o ratio BTC/silver indica capitulação pendente.

Falha em Resistências e Alvo em US$ 70 Mil

O preço rejeitou a faixa de US$ 94 mil a US$ 98 mil, confirmando padrão de head and shoulders falhado e bandeira de baixa. Suportes chave incluem US$ 80 mil, US$ 75 mil e US$ 70 mil, representando queda de até 22%. A SMA de 50 dias em US$ 90 mil atua como resistência, com liquidez de US$ 50 milhões acima.

Quatro meses vermelhos consecutivos, raro desde 2018, aumentam pressão. Detentores de curto prazo estão em prejuízo acima de US$ 96 mil, enquanto detentores de longo prazo mantêm lucros em US$ 56 mil, mas venda persistente domina.

Métricas On-Chain Confirmam Sem Fundo

Indicadores on-chain como NUPL ainda positivo sinalizam ausência de capitulação plena — o verdadeiro fundo histórico ocorre em território negativo. O Delta Growth Rate negativo marca fim de especulação e início de acumulação fundamental, mas com sangria contínua.

Bitcoin Risk Index sobe, com defesa em US$ 84.500. Quebra pode mirar US$ 74 mil, abaixo de novembro. Alphractal e Swissblock alertam para correção mais profunda sem invalidação acima de US$ 92 mil.

Implicações para Mercado e Altcoins

Em cruzamentos similares passados, altcoins sofrem mais, com quedas amplificadas pela dominância BTC. Investidores devem monitorar Fed e earnings tech, que impactam risco. Estratégia pragmática: reduzir exposição, aguardar confirmação de suportes. O otimismo cego ignora histórico — prepare-se para volatilidade.


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Prisma Ethereum no fio da navalha sobre precipício com suportes 2.906 e 1.666, alertando risco de queda 40% no ETH

Ethereum no Fio da Navalha: Risco de Queda 40% para US$ 1.666

O Ethereum está à beira de um colapso técnico de 40%, com alvo em US$ 1.666, caso não recupere o suporte de US$ 2.906 em até 48 horas. A formação de uma bandeira de baixa no gráfico de 3 dias sinaliza continuação da baixa, em meio à falta de força compradora e declínio nas posições de baleias.


A Bandeira de Baixa e o Suporte Crítico

A clássica bandeira de baixa surgiu no gráfico de 3 dias do ETH, um padrão que historicamente precede quedas acentuadas. Após romper a linha inferior da bandeira, o preço testou os US$ 2.700 recentemente, mas patina perto dos US$ 2.900 atuais — cotação de US$ 2.906 (via AwesomeAPI), equivalente a cerca de R$ 15.337.

Analistas como Trader Tardigrade enfatizam: sem fechamento acima de US$ 2.906 nas próximas 48 horas, o breakdown se confirma, projetando o alvo sombrio de US$ 1.666 — uma desvalorização de 40% que varreria posições alavancadas. A ausência de volume comprador reforça o ceticismo: o mercado parece exausto após a perda da barreira psicológica dos US$ 3.000.

Fraqueza nas Baleias e Derivativos

Dados revelam declínio contínuo nas holdings de baleias desde janeiro, conforme Ali Martinez. Grandes investidores reduzem exposição, enquanto fluxos negativos nos ETFs de Ethereum indicam cautela institucional. No mercado de derivativos, o open interest sobe para 5,255 milhões, mas o funding rate cai para 0,0011% — sinal de que novos especuladores entram, mas sem convicção para alta.

Essa dinâmica sugere liquidações em massa caso o suporte quebre. Segurar ETH agora carrega riscos elevados, com o preço atual alinhado a zonas históricas de acumulação que, ironicamente, podem virar armadilhas para holders otimistas tardios.

ETH/BTC em Zona de Suporte Histórico

O par ETH/BTC segura uma zona de suporte de longo prazo, abaixo da média móvel de 21 dias. Michaël van de Poppe alerta: manter esse nível é crucial para qualquer recuperação relativa ao Bitcoin. No entanto, com BTC estável em torno de R$ 463.845 (segundo Cointrader Monitor), o Ethereum luta para ganhar tração.

Embora alguns vejam atratividade para acumulação de baleias, o contexto macro — com funding em baixa e bandeira de baixa ativa — pinta um quadro pessimista. Investidores devem monitorar fechamentos diários: o viés de baixa domina até prova em contrário.

O Que Monitorar Agora

Os próximos candles decidirão: rompimento acima de US$ 2.906 invalida o bearish extremo, mas falha nisso ativa o abismo. Com viés de baixa predominante, posições longas demandam cautela redobrada. O pior cenário de US$ 1.666 não é fantasia técnica, mas uma possibilidade real em mercados voláteis como este.


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Plataforma hexagonal de suporte digital com rachaduras vermelhas e fluxos cyan enfraquecendo, simbolizando XRP testando US$ 1.75 após queda de 25%

XRP Testa Suporte em US$ 1,75 Após Queda de 25% em 2026

A XRP registrou queda superior a 25% desde o pico de US$ 2,40 em 6 de janeiro, aproximando-se de suportes críticos em US$ 1,75 e US$ 1,88. Traders observam se esses níveis vão resistir, em meio a um mercado cripto pressionado pela descida do Bitcoin abaixo de US$ 88.000 e incertezas macroeconômicas nos EUA, como risco de shutdown governamental. A cotação atual está em torno de US$ 1,83 (R$ 9,71), com volume em baixa indicando indecisão.


Queda Recente e Contexto de Mercado

No último dia, a XRP recuou quase 4%, estabilizando próximo a US$ 1,90 após volatilidade que a levou abaixo de US$ 2,00. Essa movimentação acompanha o Bitcoin, que testou mínimas de US$ 87.000, impulsionado por preocupações com a reunião do Fed, balanços de big techs e tensões políticas americanas, incluindo protestos e ameaças de tarifas.

Os dados mostram uma correlação forte com o mercado geral: mais de US$ 300 milhões em liquidações nas últimas horas. Para o XRP, a desvalorização semanal supera 11%, apagando ganhos de 2026 e retornando aos níveis de janeiro. Em reais, o ativo opera a R$ 9,71 (bid atual), com variação diária de -4,38%, refletindo a pressão vendedora ampla.

Não há notícias negativas específicas sobre a Ripple ou o XRP Ledger, sugerindo que o movimento é técnico e macro, não fundamental.

Análise Técnica: Suportes em Teste

Do ponto de vista técnico, o XRP forma uma consolidação apertada entre suporte em US$ 1,88 – US$ 1,89 e resistência em US$ 1,93 – US$ 1,95. Esse nível de US$ 1,88 atuou como base múltipla, com testes recentes atraindo compradores, mas rebounds rasos. Analistas como ERGAG CRYPTO destacam US$ 1,75 como defesa pivotal: um “sweep and bounce” poderia levar a recuperação em V, enquanto perda com volume confirmaria o rompimento baixista.

O volume despencou, típico de compressão pré-rompimento. Uma linha de tendência descendente paira em US$ 2,10. Os dados indicam indecisão: picos de volume coincidem com reversões, não tendências sustentadas. Em gráfico intradiário, rejeições em US$ 1,92 reforçam o range lateral.

Para traders brasileiros, monitorar o par XRP-BRL é essencial, dado o dólar a R$ 5,29, ampliando impactos cambiais na volatilidade local.

ETFs e Posicionamento Institucional

Os ETFs spot de XRP registraram saídas de US$ 40,6 milhões na semana, o maior fluxo negativo desde o lançamento. Isso reflete realização de lucros institucional e rotação para outros ativos, não perda de confiança. Sem entradas frescas de risco, o mercado mostra cautela à frente de eventos como a decisão do Fed.

Esses fluxos sugerem que posições longas estão sendo ajustadas, mas o suporte em US$ 1,88 segurando indica vendedores perdendo força. Institucionais parecem esperar resolução macro antes de novas apostas.

Próximos Passos e Implicações

Os dados apontam para um movimento maior iminente. Rompimento acima de US$ 1,95 sinalizaria reparo estrutural rumo a US$ 2,03 – US$ 2,06, invalidando o viés baixista. Por outro lado, quebra abaixo de US$ 1,85 abriria risco descendente, questionando se a alta de 2025 foi exaurida.

Para investidores, o suporte de US$ 1,75 é o divisor de águas: manutenção preservaria estrutura acima da tendência macro. Volume seco favorece setups de reversão média, mas exige cautela. Monitore o Fed e BTC para correlações.


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