Sol dourado eclipsado por disco negro com aura vermelha pulsante e suporte 60K rachado, representando pânico BVIV recorde e teste de Bitcoin em crash macro

Pânico BVIV em Níveis Recordes: Bitcoin Testa US$ 60 Mil em Crash Macro global

📊 BOLETIM CRIPTO | 06/02/2026 | MANHÃ

Pânico e capitulação definem o cenário macro das criptomoedas nesta manhã de sexta-feira. O Bitcoin testou o suporte crítico de US$ 60 mil, impulsionado por um ambiente de aversão ao risco global que elevou indicadores de volatilidade e medo a níveis não vistos desde os colapsos da FTX e da rede Terra (LUNA). Enquanto mineradoras como a MARA e fundos institucionais como a Trend Research enfrentam pressões extremas de liquidação, participantes de peso, como a BlackRock, registram volumes recordes que sugerem uma absorção massiva da oferta em níveis de pânico. O viés de baixa forte predomina no curto prazo, sustentado por correlações diretas com o setor tech e uma crise de liquidez global, embora métricas sobrecarregadas comecem a sinalizar uma possível exaustão vendedora.


🔥 Destaque: Pânico BVIV e Fear recordam FTX

O mercado cripto experimenta um dos momentos de maior estresse psicológico e técnico dos últimos anos. O índice BVIV, que mensura a volatilidade implícita do Bitcoin, disparou para a marca de 100%, atingindo seu nível mais alto desde a quebra da exchange FTX em 2022. Este salto de quase 45 pontos percentuais em poucos dias reflete uma corrida desesperada por proteção, com traders comprando opções de venda (puts) em massa para tentar se proteger de quedas ainda mais profundas.

Acompanhando a volatilidade, o índice Crypto Fear & Greed despencou para apenas 9/100, sinalizando “medo extremo”. Historicamente, pontuações abaixo de 10 são raras e marcam períodos de capitulação profunda, onde o desespero do investidor de varejo atinge o ápice. No contexto atual, essa queda é amplificada pelo rompimento da média móvel exponencial de 200 semanas do Bitcoin, um indicador técnico que costuma separar mercados de alta de invernos cripto prolongados.

Para o investidor, este cenário representa um risco elevado de liquidações em cascata, à medida que garantias em protocolos DeFi e contas de margem são forçadas a vender. Por outro lado, o exagero estatístico dessas métricas frequentemente precede fundos de mercado. O grande desafio agora é identificar se o volume institucional será capaz de frear a inércia vendedora antes que novos suportes psicológicos sejam testados.


📈 Panorama do Mercado

O atual colapso não é um evento isolado do ecossistema cripto, mas sim o reflexo de um aperto de liquidez macroeconômico global. Segundo análises de mercado, o Bitcoin está se movendo em sincronia quase perfeita com ativos líquidos tradicionais, como o Nasdaq 100 e até mesmo o ouro, em um movimento de aversão ao risco provocado por dados de emprego fracos nos EUA e incertezas sobre a bolha de Inteligência Artificial.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 342.720,24, refletindo uma desvalorização de 8,76% nas últimas 24 horas no mercado brasileiro. Essa queda acentuada forçou a saída de investidores alavancados, com liquidações totais superando a marca de US$ 2,7 bilhões globalmente. A transição de ativos das mãos de investidores de varejo para grandes instituições parece ser a narrativa dominante deste ciclo de baixa.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Liquidações em DeFi: O fundo Trend Research enfrenta risco iminente de liquidação de 396.000 ETH se o preço do Ethereum cair abaixo de US$ 1.560, o que poderia desencadear um efeito dominó em protocolos como Aave.
  • Capitulação de Mineradoras: Com o preço do Bitcoin abaixo do custo médio de produção de US$ 87.000, empresas como a MARA podem ser forçadas a vender suas reservas para manter o fluxo de caixa.
  • Contágio Macro: A persistência da queda em ações de big techs como a Amazon pode continuar arrastando o setor cripto, impedindo qualquer tentativa de descolamento.
  • Atraso Legislativo: Apesar de avanços na conversa entre a senadora Lummis e o Tesouro, a demora na aprovação de isenções tributárias pode manter a incerteza fiscal para usuários finais.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Acumulação Institucional: O volume recorde de quase US$ 10 bilhões no ETF IBIT da BlackRock sugere que grandes gestoras estão aproveitando o pânico para acumular ativos em preços descontados.
  • Compra em Capitulação: Níveis de medo extremo (Fear & Greed abaixo de 10) historicamente oferecem janelas de entrada com assimetria positiva para investidores de longo prazo.
  • Compressão de Volatilidade: O pico de 100% no BVIV está “esticado”, abrindo espaço para estratégias de venda de volatilidade visando uma estabilização nos próximos dias.

📰 Principais Notícias do Período

1. BVIV atinge pico pós-FTX com BTC caindo a US$ 60 mil
O índice de volatilidade BVIV subiu para 100%, patamar não visto desde o colapso da FTX em 2022. Traders buscam proteção massiva em puts enquanto o Bitcoin luta para manter o suporte nos US$ 60.000 após cair do topo de US$ 70 mil.

2. Fear & Greed em 9 leva BTC a US$ 60 mil, mínima desde 2022
O sentimento do mercado atingiu o nível de medo extremo, o pior desde o crash da Terra (LUNA). Com mais de US$ 2,7 bilhões em liquidações de posições compradas, o Bitcoin operou abaixo da média de 200 semanas, confirmando o momentum de baixa.

3. Volume recorde IBIT reflete resiliência institucional em crash BTC
Contrariando o pânico do varejo, o ETF IBIT da BlackRock registrou seu maior volume diário da história, movimentando cerca de US$ 10 bilhões. O dado sugere que o capital institucional está atuando na ponta compradora durante a queda de 15%.

4. MARA move US$ 87M BTC: pressão vendedora em capitulação de mineradora
A mineradora Marathon Digital (MARA) transferiu 1.318 BTC para mesas de negociação. O movimento ocorre em um momento crítico, com o preço do Bitcoin 20% abaixo do custo de produção estimado para mineradoras.

5. Trend Research perde US$ 7,6 bi em ETH e enfrenta risco de liquidação
O participante institucional registrou perdas massivas em posições alavancadas de Ethereum. A venda forçada de 255 mil ETH pressionou a rede, e 396 mil ETH restantes ainda correm risco se o suporte de US$ 1.560 falhar.

6. Bitwise CEO: Crash cripto é reflexo de pânico macro global
Hunter Horsley, da Bitwise, afirma que a queda é impulsionada pela busca global por liquidez. Ele destaca que, apesar da volatilidade, instituições veem o momento atual como uma segunda chance rara de entrada no mercado.

7. Lummis e Tesouro buscam clareza tributária para Bitcoin
Em meio ao caos, a senadora Cynthia Lummis sinalizou avanços com o Tesouro americano para criar isenções tributárias em pequenas transações de Bitcoin, buscando facilitar o uso cotidiano da criptomoeda via Lightning Network.


🔍 O Que Monitorar

  • Indicador BVIV: Uma queda abaixo de 80% será o primeiro sinal de que o pânico institucional está arrefecendo.
  • Suporte de US$ 60.000: O fechamento diário acima deste nível é vital para evitar um teste rápido nos US$ 50.000.
  • Fluxos dos ETFs: Monitorar se o volume recorde da BlackRock resultará em entradas líquidas ou se há saída de capital institucional.
  • Preço do ETH em US$ 1.560: A defesa deste nível é fundamental para evitar uma crise de liquidez sistêmica no ecossistema DeFi.

🔮 Perspectiva

Nas próximas 12 a 24 horas, o viés de baixa forte deve persistir, com o mercado ainda processando as perdas massivas de fundos institucionais e o estresse de mineradoras. A correlação com o mercado tradicional continua sendo o principal vento contrário; sem uma estabilização no Nasdaq, o Bitcoin dificilmente encontrará fôlego para uma recuperação sustentada. Entretanto, a intensidade histórica dos indicadores de medo sugere que estamos em uma fase de exaustão vendedora. Investidores podem acompanhar o volume de negociação em exchanges como a Binance, que oferece ampla liquidez para enfrentar momentos de volatilidade extrema. Caso o suporte institucional em ETFs se confirme nos relatórios de fluxo, o cenário para um fundo local torna-se mais provável, embora a cautela deva ser a regra principal.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Prisma cristalino Ethereum caindo por barreira 2K rachada em vórtice digital vermelho, alertando teste de suporte em US$ 2.000

Ethereum em Queda: Analistas Preveem Teste em US$ 2.000

O Ethereum caiu abaixo de US$ 2.100, acumulando uma perda de 25% em uma semana, segundo dados recentes do mercado. Analistas técnicos indicam que o fundo ainda não foi atingido, com previsões apontando para um teste do suporte psicológico em US$ 2.000 e até níveis mais baixos como US$ 1.500. Métricas como a banda MVRV sugerem maior pressão vendedora antes de uma possível reversão. No momento, o ETH é cotado a aproximadamente US$ 2.123 (R$ 11.125), com variação negativa de cerca de 5% nas últimas 24 horas.


Detalhes da Queda Recente

O Ethereum, maior altcoin do mercado, registrou uma desvalorização expressiva de mais de 25% em apenas uma semana, saindo de níveis acima de US$ 3.000 para um mínimo multimensal próximo de US$ 2.100. Essa correção acelerada reflete um cenário de aversão ao risco generalizada no mercado cripto, influenciada por fatores macroeconômicos e saídas de capitais de posições alavancadas.

Dados de exchanges como a HTX mostram uma perda adicional de 5,34% nas últimas 24 horas, ampliando o momentum baixista. O volume negociado aumentou durante a queda, sinalizando liquidações forçadas e realização de lucros por detentores de longo prazo. Essa dinâmica sugere que a capitulação ainda pode não ter ocorrido completamente, com indicadores on-chain mostrando redução na oferta disponível em exchanges, mas insuficiente para reverter a tendência imediata.

Análise Técnica e Métricas-Chave

Analistas têm se apoiado em ferramentas como a banda MVRV (Market Value to Realized Value) para projetar alvos de preço. Historicamente, o ETH forma fundos quando cai abaixo da linha de 0,80 no MVRV, nível atualmente próximo de US$ 1.959. Essa métrica compara o valor de mercado realizado com o preço médio de aquisição, ajudando a identificar zonas de sobrevendagem.

Além disso, suportes técnicos em US$ 2.100 atuam como uma parede de compras significativa, mas a resistência inicial em uma recuperação estaria em US$ 2.560. Gráficos semanais indicam um viés de baixa de curto prazo, com médias móveis descendentes reforçando a pressão. Para traders, esses níveis representam pontos críticos para stops e entradas, demandando cautela em posições longas.

Perspectivas dos Analistas

Especialistas como Ali Martinez e Crypto Tony compartilham visões semelhantes. Martinez destaca o histórico de fundos abaixo da MVRV de 0,80, enquanto Tony prevê um teste do US$ 2.000 como suporte psicológico principal antes de um rebound para US$ 3.600. No entanto, ele alerta para um possível recuo adicional a US$ 1.500 no verão de 2026, seguido por uma alta macro para novos recordes acima de US$ 6.000.

Outro analista, CW, reforça que o preço atual testa uma zona de compras robusta em US$ 2.100, mas sem rompimento claro, o risco de novas mínimas persiste. Essas projeções baseiam-se em padrões históricos e fluxo de ordens, enfatizando que o mercado precisa de catalisadores como influxos institucionais ou melhoras macro para inverter o curso.

O Que Monitorar Agora

Investidores devem acompanhar o comportamento em torno de US$ 2.100: um rompimento convicto pode acelerar a queda para US$ 2.000 ou inferior, enquanto uma defesa firme sinalizaria acumulação. Indicadores como volume de staking, suprimento em exchanges e dados de derivativos serão cruciais. No contexto brasileiro, com ETH a R$ 11.125, a volatilidade impacta diretamente carteiras locais.

É essencial manter uma gestão de risco rigorosa, diversificando e evitando alavancagem excessiva em meio à incerteza. O mercado cripto continua volátil, e decisões baseadas em dados objetivos são fundamentais para navegar esse período.


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Pilares de suporte técnico bold quebrando com monolito Bitcoin caindo rumo a '44K' no abismo, prevendo capitulação bearish

Alvo US$ 44 Mil: Analistas Preveem Queda do BTC Após Quebra Técnica

O Bitcoin recuou para cerca de US$ 74 mil após uma queda de 13% na semana, mas analistas como Peter Brandt e Doctor Profit alertam para um fundo de ciclo muito mais baixo, entre US$ 44 mil e US$ 54 mil. A perda da média móvel de 100 semanas (MA100 semanal), suporte crucial que separa mercados de alta de baixa, sinaliza o possível fim do ciclo altista atual. Essa quebra decisiva, aliada a padrões de baixa, pode levar à capitulação final dos touros otimistas.


Quebra Técnica das Médias de Longo Prazo

A história mostra que rompimentos de médias móveis de longo prazo, como a MA100 semanal, marcam transições definitivas entre mercados de alta e de baixa. Doctor Profit destacou que o Bitcoin rompeu essa linha em outubro de 2023, confirmando o ciclo de alta anterior, mas agora a perdeu de forma abrupta, dois anos depois. Essa movimentação coincidiu com a formação de um death cross e a confirmação de um padrão de bandeira de baixa, similar ao visto no pico de 2021-2022, que precedeu uma correção de mais de 70%.

Peter Brandt, por sua vez, analisou o gráfico diário e rebaixou seu alvo de queda para US$ 54.059, após o BTC testar suportes de abril de 2025. Uma quebra abaixo de US$ 66.500 poderia acelerar o movimento descendente, ignorando a euforia recente que levou o ativo a US$ 126 mil.

Previsões de Capitulação e Fundos de Ciclo

Doctor Profit revisou suas projeções iniciais de US$ 50-60 mil para uma zona mais baixa de US$ 44-54 mil, considerando a consolidação iminente abaixo da MA100 e uma descida inicial a US$ 70 mil, que não seria o fundo definitivo. O mercado está ignorando esses sinais, mas a decisividade da quebra sugere uma capitulação final, onde o pânico vende o ativo a preços descontados.

Brandt reforça o ceticismo ao questionar investidores da MicroStrategy (MSTR), cujas posições em BTC estão underwater após a queda de 30% desde o topo. Sem lucros realizados, a empresa enfrenta desafios, o que pode amplificar o medo no mercado.

Contexto Macro e Pressões Externas

O viés de baixa é agravado por fatores macro: ETFs de Bitcoin registram três meses consecutivos de saídas líquidas, apesar do acesso recente por gestores de patrimônio nos EUA. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 410.399 (-1,59% em 24h), refletindo a pressão global. Quedas em ouro (abaixo de US$ 4.700), Nasdaq e um possível shutdown parcial do governo dos EUA intensificam o risco, com o market cap cripto testando US$ 2,55 trilhões.

Matrixport nota que o BTC precisa de uma nova narrativa para atrair investidores tradicionais, em meio à desdolarização e rally do ouro que não sustentaram o momentum.

Lições Históricas e Cuidados para Investidores

Ciclos passados, como 2018 e 2022, ensinam que exuberância irracional após topos leva a correções profundas. O mercado está ignorando esses precedentes, mas a proteção de capital deve prevalecer: sobrevivência no mercado de baixa é prioritária. Investidores devem monitorar a MA100 semanal e suportes chave, preparando-se para volatilidade prolongada. Cuidado com narrativas emocionais, como especulações externas, que podem acelerar vendas.


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Corda bamba prateada com prisma Litecoin no centro e marca 63 sob tensão sobre abismo digital, testando suporte histórico crucial

Litecoin na Corda Bamba: Suporte de 7 Anos Decide Destino

Imagine uma linha invisível que segura o preço do Litecoin há sete anos. Hoje, com o ativo a cerca de US$ 59 (R$ 311), ele está bem perto dessa linha, em US$ 63. O analista Aksel Kibar alerta que esse é o momento da última chance para a ‘prata digital’. Se segurar, pode mirar US$ 400. Se romper para baixo, o risco é grande. Vamos entender isso passo a passo?


O que é Litecoin, a ‘Prata Digital’?

Primeiro, vamos ao básico, porque ninguém nasce sabendo. O Litecoin (LTC) é uma criptomoeda criada em 2011 por Charlie Lee, um ex-engenheiro do Google. Pense nele como o ‘primo mais leve’ do Bitcoin. Em outras palavras, enquanto o Bitcoin é o ouro digital — pesado, valorizado como reserva de valor —, o Litecoin é a prata digital: mais rápido para transações cotidianas, com blocos confirmados em 2,5 minutos contra 10 do BTC.

Isso significa que o Litecoin foi pensado para pagamentos rápidos, como comprar um café. Mas, ao longo dos anos, ele enfrentou concorrência de redes mais modernas, como Solana ou até stablecoins. Ainda assim, sua rede é segura e comprovada. Hoje, com o preço em torno de US$ 58,93, muitos se perguntam: vale manter um ativo ‘antigo’ no portfólio? Vamos ver os sinais técnicos.

Por que US$ 63 é uma ‘Guilhotina’ Após 7 Anos?

Agora, o coração da questão. Em análise técnica — que estuda gráficos de preço para prever movimentos —, existe o conceito de suporte. Pense assim: é como o piso de um elevador. Se o preço chega lá e não quebra, tende a subir. O suporte de sete anos do Litecoin está exatamente em US$ 63.

Há sete anos essa linha ascendente (chamada de trendline) segura quedas. Desde 2021, o LTC caiu dentro de um canal paralelo — imagine duas linhas paralelas formando um túnel, com o preço quicando entre elas. Atualmente, a US$ 59, ele beija o fundo desse túnel. Aksel Kibar, um chartista clássico elogiado por Peter Brandt, chama isso de ‘guilhotina’: ou sobrevive e rompe para cima, ou é o fim da estrutura atual.

Em resumo, esse nível não é aleatório. É histórico, testado várias vezes. Para brasileiros, com dólar a R$ 5,70 (aprox.), US$ 63 vira cerca de R$ 360 — um piso psicológico também.

O Caminho Otimista: De US$ 63 a US$ 400

Se o preço segurar US$ 63 e romper o canal superior em torno de US$ 147, a matemática aponta para US$ 400. Como? Um rompimento projeta o tamanho do canal para cima da resistência. É como pular uma cerca: a altura da cerca vira a projeção de alta.

O gráfico mostra uma base de acumulação perfeita pós-2021. Isso não é garantia — mercados são voláteis —, mas segue regras clássicas ignoradas pelo hype de memecoins. Kibar não é otimista cego; ele baseia em estrutura. Para você, leitor, isso empodera: entenda o gráfico e decida com calma.

Riscos e Lições para Seu Portfólio

Mas há o outro lado. Se cair abaixo de US$ 47, a estrutura quebra. Sem suporte, pode haver decaimento prolongado. Litecoin é ‘antigo’, mas resiliente — sobreviveu mercados de alta e baixa. Vale manter? Depende do seu perfil: se busca diversificação além de BTC, sim, mas em pequena alocação (5-10%).

Pense como uma poupança: diversifique, não aposte tudo em um ativo. Monitore US$ 63. Ferramentas como TradingView ajudam iniciantes. Você está aprendendo? Parabéns! Agora, aplique isso com paciência.


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Silhuetas de baleias cibernéticas transportando ETH cyan para portal negro em oceano turbulento, enquanto rede Solana vermelha racha abaixo

Baleias Movem Milhões em ETH para Binance na Queda da Solana

A Trend Research depositou 10 mil ETH, equivalentes a US$ 24,35 milhões (cerca de R$ 120 milhões), na Binance em 1º de fevereiro de 2026, conforme monitoramento on-chain. Movimentação ocorre simultaneamente à queda da Solana para US$ 95, mínima desde abril de 2025, em correção macro que afeta Bitcoin, ações de IA e ouro. Os dados indicam possível gerenciamento de posições alavancadas ou liquidação de dívidas por instituições.


Movimentação Institucional da Trend Research

Os dados on-chain revelam que a Trend Research, fundo de investimento cripto com estratégia de alta alavancagem, transferiu 10.000 ETH para a Binance. Valor exato: US$ 24,35 milhões no momento da transação, equivalente a aproximadamente R$ 120,8 milhões pela cotação atual de R$ 12.082,61 por ETH (AwesomeAPI). Essa ação sugere possível venda para quitar empréstimos em protocolos como Aave, onde o fundo acumulou posições longas em ETH desde 2025.

Histórico mostra operações de gerenciamento de risco: em ciclos anteriores, depósitos semelhantes serviram para reduzir leverage após picos de preço, como US$ 3.100 e US$ 4.300. Até julho de 2025, posições em ETH geraram lucros de US$ 191 milhões. No curto prazo, volume de ETH na Binance pode pressionar preços, com ETH em -5,27% nas últimas 24 horas.

Queda da Solana e Padrão Técnico de Baixa

A Solana registrou mínima de US$ 95 (R$ 485), com rompimento do suporte psicológico de US$ 100 e neckline do padrão head-and-shoulders no gráfico semanal em US$ 109. Correção de 18% em 30 dias alinha-se à capitalização de altcoins, que recua em sincronia com Bitcoin (-2,14% 24h, R$ 403.941 via Cointrader Monitor).

Indicadores confirmam viés de baixa: preço abaixo das médias exponenciais de 50 e 100 dias, Supertrend e retração Fibonacci de 61,8%. Próximo suporte em US$ 70 (78,6% Fib). Funding rate anualizado de perpetuais em -17% reflete aversão a posições longas.

Fundamentals da Solana vs. Contexto Macro

Apesar da queda, métricas on-chain da Solana superam concorrentes: 2,34 bilhões de transações em 30 dias (+33%), 98 milhões de endereços ativos (+67%), fees de US$ 26 milhões (vs. US$ 14 mi da Ethereum). Taxas de rede subiram 81% acima da média, com TVL e DApp activity em liderança (Nansen). ETFs de SOL registraram inflows de US$ 104 milhões em janeiro.

Pressões macro incluem demissões em tech (Amazon: 16 mil vagas), preocupações com receitas de IA (OpenAI: prejuízo projetado de US$ 14 bi em 2026), queda de 26% na prata e disputas no Congresso dos EUA sobre funding governamental. Ouro recuou 13% de ATH de US$ 5.600, sinalizando risco generalizado.

Níveis Chave a Monitorar

Para Solana, observe suporte em US$ 100 (R$ 531) e resistência em US$ 109 (neckline). ETH enfrenta pressão com depósitos institucionais; volume 24h e RSI indicam possível oversold abaixo de 30. Bitcoin em R$ 403k serve de benchmark, com variação -2,14%. Traders devem rastrear fluxos on-chain e macro para sinais de reversão.


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Monolito dourado Bitcoin descendo em vácuo negro de liquidez rumo à plataforma de suporte 73K, ilustrando teste crítico de preço e liquidações

Bitcoin Enfrenta Vácuo de Liquidez: Suporte em US$ 73 mil em Teste

O Bitcoin registrou queda abaixo dos US$ 80 mil após liquidações de US$ 1,3 bilhão em 12 horas, expondo um vácuo de liquidez entre US$ 73 mil e US$ 80 mil. Métricas on-chain da CryptoQuant confirmam baixa densidade de ordens de compra, UTXOs e custo médio de investidores de ETFs nessa faixa. Contraponto positivo: detentores de longo prazo (LTH) acumularam 186 mil BTC recentemente. Apostas em opções no Deribit equiparam puts de US$ 75 mil a calls de US$ 100 mil, refletindo cautela do mercado em 1º de fevereiro de 2026.


Vácuo de Liquidez Confirmado por Três Métricas

Os dados mostram um espaço vazio de liquidez no order book spot da Binance entre US$ 73.000 e US$ 80.000, formado entre outubro e novembro de 2025. Apesar da alta para US$ 100 mil no fim de 2025, essa zona permaneceu intocada, atuando como ímã em cenários de volatilidade elevada.

O histograma de preços de UTXOs reforça a tese: transações nessa faixa foram mínimas, indicando ausência de base de custo consolidada. Ademais, o custo médio de investidores de spot ETFs está em torno de US$ 79.000. Esses elementos sugerem que o preço pode gravitar para US$ 73.000, nível não revisitado desde abril de 2025, equivalendo a uma desvalorização de cerca de 40% do pico recente.

Análises baseadas em CryptoQuant QuickTake destacam que tais vácuos frequentemente atraem preço em correções, embora a reação dependa de volume e sentimento.

Detentores de Longo Prazo Aceleram Acúmulo

Em meio à dinâmica de baixa, os LTH acumularam aproximadamente 186.000 BTC em média mensal, conforme métrica LTH Supply Change (Coinbase fix). Essa transição reduz a oferta de short-term holders, sinal histórico de convicção em fases de acumulação ou fim de correções.

No entanto, a demanda spot permanece fraca, com risco de capitulação adicional. O padrão ecoa abril de 2025, durante retração similar. Dados da CryptoQuant indicam que LTH absorvem supply, potencialmente limitando downside, mas sem recuperação de demanda, o suporte pode ser testado.

Traders monitoram se esse acúmulo sustenta níveis chave ou se pressão vendedora prevalece.

Queda Abaixo de US$ 80 Mil Amplifica Riscos

A perda do suporte em US$ 80.000, custo médio dos ETFs e True Market Mean, eleva preocupações, conforme análise de Burak Kesmeci. Retestes prévios em outubro de 2025 reforçaram o nível, mas rompimento abre caminho para US$ 72.000, US$ 68.000 e US$ 62.000, clusters de volume profile.

Para reversão, rebound para US$ 90.000, SMA111 em US$ 95.000 e US$ 100.000. No Deribit, open interest de puts US$ 75.000 atinge US$ 1,159 bilhão, paridade com calls US$ 100.000, invertendo otimismo pós-eleição Trump.

Put activity supera calls em strikes inferiores, sinalizando hedge contra declínio adicional.

Níveis a Observar e Cotação em Reais

Os dados apontam US$ 73.000-80.000 como zona crítica, com LTH oferecendo contrapeso. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 405.094 às 18:53 de 1º de fevereiro, com variação de -1,9% em 24h e volume de 344 BTC.

Investidores atentam a fechamentos semanais abaixo de US$ 80.000 para confirmar bearish, ou rebound acima de US$ 90.000 para bullish. Métricas de liquidez, on-chain e opções fornecem base factual para decisões autônomas.


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Sol dourado eclipsado por sombra negra com raios vermelhos bold e orbitas concêntricas, simbolizando 4 meses de queda consecutiva do Bitcoin

Bitcoin Fecha Janeiro com 4 Meses Seguidos no Vermelho

O Bitcoin fechou janeiro com queda de 10,17%, marcando o quarto mês consecutivo no vermelho e a maior perda mensal desde novembro de 2018. Os dados mostram uma desvalorização acumulada de cerca de 20% nos últimos quatro meses, com o ativo caindo de US$ 95.500 para US$ 75.000 em menos de duas semanas. Esse padrão evoca o mercado de baixa de 2018, quando o BTC registrou seis meses seguidos de queda antes de encontrar suporte. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 406.138,04 às 18h28 de 1º de fevereiro, com variação de -1,25% em 24 horas.


Desempenho Mensal e Contexto Histórico

Os números indicam que janeiro representou a pior performance mensal em oito anos, com o Bitcoin testando mínimas de US$ 75.500, último patamar visto em abril de 2025. De acordo com dados da CoinGlass, o fechamento vermelho consecutivo é inédito desde o final de 2018, período em que o ativo acumulou perdas prolongadas antes de uma recuperação em 2019. Naquele ciclo, o BTC formou seis meses negativos seguidos, atingindo fundo em janeiro após sucessivos rompimentos de suportes.

Em 2026, o movimento acelerou após rejeição em US$ 95.000 no meio do mês, levando a uma cascata de liquidações bilionárias. A análise da Bloomberg aponta que a queda abaixo de US$ 80.000 reflete contração de liquidez e redução de confiança, com ETFs de spot registrando saídas contínuas. A capitalização de mercado encolheu, e o volume negociado caiu mais de 30% em relação ao pico de outubro de 2025.

Indicadores de Sentimento e Medo Extremo

O Índice de Medo e Ganância do Bitcoin despencou para 14, o menor nível desde meados de dezembro de 2025, sinalizando medo extremo entre investidores. Esse indicador, que pondera volatilidade (25%), momentum de mercado (25%), dominância do BTC (10%), tendências sociais (15%) e pesquisas (5%), reflete o impacto da queda de US$ 20.000 em duas semanas. A métrica da Alternative.me está abaixo de 30 desde 22 de janeiro, alinhada à liquidação de posições alavancadas superior a US$ 2,5 bilhões no último sábado.

Volume de 24 horas no mercado brasileiro, conforme Cointrader Monitor, foi de 343,49 BTC, com dominância das exchanges locais como Binance (185,27 BTC) e NovaDAX (53,64 BTC). Esses dados sugerem consolidação em patamares baixos, com suportes testados em US$ 75.000 e resistências iniciais em US$ 84.000.

Comparação com 2018 e Padrões Técnicos

Em 2018, o Bitcoin acumulou perdas de até 80% do pico, com médias móveis de 200 semanas atuando como suporte final. Atualmente, os dados mostram similaridades: quatro meses vermelhos seguidos, mas diferenças notáveis, como maior maturidade do mercado e inflows institucionais prévios via ETFs. A retração de 40% do pico de 2025 (acima de US$ 126.000) posiciona o BTC próximo à média móvel de 200 dias, em torno de US$ 72.000-75.000.

Analistas como os da Kaiko estimam 6 a 9 meses para recuperação substancial, enquanto métricas on-chain indicam que 70% da oferta permanece em lucro, longe de capitulação total. Níveis a observar incluem suporte em US$ 75.000 (próximo à MM200 semanal) e resistência em US$ 90.000. O RSI mensal está em zona de sobrevenda (abaixo de 30), padrão visto antes de rebotes históricos.

Implicações para Investidores

Os padrões históricos sugerem que correções prolongadas precedem fases de consolidação ou reversão, como ocorrido pós-2018. No entanto, fatores macro como política monetária do Fed e fluxos de ETF continuarão influenciando. Traders devem monitorar volume de liquidações e dominância do BTC, atualmente em 55%, para avaliar a força relativa. A utilidade reside em posicionar stops abaixo de suportes chave e observar cruzamentos de médias móveis para sinais de momentum.


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Rede isométrica Pyth cyan ancorada em pilar 0.05 verde conectando a plataforma Robinhood com fluxo dourado ascendente, rivalizando Chainlink

Pyth Network Salta 17% com Listagem na Robinhood e Suporte em US$ 0,05

O token Pyth Network (PYTH) registrou uma alta de 17,5% para US$ 0,067 logo após a confirmação de sua listagem na Robinhood, plataforma popular nos EUA acessível inclusive a investidores de Nova York. Essa exposição ao varejo americano consolida a credibilidade do projeto, um oráculo de dados que promete desafiar a hegemonia da Chainlink, ao atrair liquidez e atenção de milhões de usuários. O preço agora testa suporte em US$ 0,05, com sinais técnicos de alta.


O Que é Pyth Network e Sua Rivalidade com Chainlink

O Pyth Network é uma rede de oráculos descentralizada projetada para fornecer dados do mundo real às blockchains de forma rápida e precisa. Diferente de modelos tradicionais, o Pyth opera no modelo pull-based, onde os dados são solicitados sob demanda por contratos inteligentes, garantindo atualizações em tempo real sem depender de publicadores centralizados.

Como principal concorrente da Chainlink, o Pyth se destaca por fontes de dados de primeira mão diretamente de instituições financeiras globais, como bancos e exchanges, reduzindo latência e custos. Enquanto a Chainlink usa um sistema push-based mais estabelecido, o Pyth ganha tração em ecossistemas como Solana e Ethereum por sua velocidade superior em feeds de preços. Essa listagem na Robinhood pode acelerar a adoção, expondo o token a um público varejista amplo e sinalizando maturidade institucional.

A integração com a Robinhood não só aumenta a liquidez, mas valida o projeto por meio de um processo rigoroso de due diligence, potencializando parcerias futuras em DeFi e Web3.

Impacto Imediato da Listagem: Baleias e Traders

Dados da Nansen revelam que baleias acumularam 6,6% mais PYTH nas horas seguintes ao anúncio, elevando suas posições para 42,68 milhões de tokens. Esse movimento de grandes investidores serve como sinal de alta para o varejo, que tende a seguir a tendência de holders institucionais.

No mercado de derivativos, o open interest em contratos futuros de PYTH cresceu 18% em 24 horas, com taxa de funding negativa, configurando cenário para um possível short squeeze. Traders alavancados apostam em continuidade da alta, impulsionada pela nova acessibilidade via app da Robinhood.

Essa dinâmica reflete maior interesse especulativo, mas também reforça a utilidade fundamental do Pyth como infraestrutura crítica para dApps que dependem de dados confiáveis.

Análise Técnica: Dupla Base e Sinais de Alta

No gráfico diário, o PYTH forma uma dupla base clássica, com o segundo fundo em US$ 0,05 defendido com sucesso. Esse padrão altista de reversão é confirmado por rompimento da neckline em US$ 0,074, que coincide com uma trendline descendente desde setembro.

Indicadores corroboram: o MACD mostra crossover altista, enquanto o RSI sobe de níveis próximos a oversold para a zona neutra, indicando perda de momentum dos ursos. O alvo projetado é US$ 0,10, nível de retração Fibonacci de 23,8% e equivalente a 65% de upside do preço atual em torno de US$ 0,061.

Volume crescente e estabilidade no suporte sugerem que o hype inicial da listagem evolui para consolidação técnica saudável, com potencial para rally sustentado se o suporte se mantiver.

Implicações para Adoção e Mercado de Oráculos

A chegada à Robinhood marca um turning point para o Pyth, expandindo sua base de usuários além do nicho cripto-native para o varejo tradicional. Isso pode elevar o patamar de adoção de oráculos descentralizados, desafiando a dominância da Chainlink em TVL e integrações.

Para investidores brasileiros, monitore exchanges locais por possíveis listagens follow-up. A valorização reforça o papel dos oráculos na maturidade do ecossistema, essenciais para bridges, lending e derivativos on-chain. Vale acompanhar o rompimento da neckline para confirmação do padrão.


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Fita dourada Hash Ribbon liberando explosão de cristais roxos e cyan de Cardano, sinalizando recuperação do Bitcoin e salto em futuros

Cardano Explode 9.695% em Futuros: Hash Ribbon Antecipa Alta do BTC

O mercado de futuros da Cardano registrou um aumento explosivo de 9.695,93% no volume na BitMEX, atingindo US$ 136,8 milhões, enquanto o interesse aberto (OI) subiu 2,31% para US$ 660,19 milhões. Paralelamente, a métrica Hash Ribbon do Bitcoin aponta capitulação dos mineradores após queda de 20% no hashrate devido a tempestades nos EUA. Dados objetivos sugerem que o fundo pode estar próximo, com histórico de recuperações fortes.


Surto no Volume de Futuros da Cardano

Apesar da queda de 1,27% no preço do ADA nas últimas 24 horas e 3,24% na semana, os dados do CoinGlass revelam atividade intensa no mercado de derivativos. O volume de futuros da Cardano na exchange BitMEX explodiu para US$ 136,8 milhões, um crescimento de quase 10.000% em um dia. Esse movimento coincide com o aumento no interesse aberto, indicador de posições abertas mantidas por traders, sinalizando maior liquidez e potencial interesse renovado.

No gráfico diário, o ADA testou a máxima de US$ 0,358 na segunda-feira, mas recuou. O suporte chave permanece em US$ 0,33, enquanto a média móvel de 50 dias (MA50) em US$ 0,383 atua como resistência imediata. Um rompimento acima desse nível poderia direcionar o preço para US$ 0,50, conforme padrões observados em análises recentes. Esses dados reforçam um viés técnico positivo para altcoins como a Cardano em meio à consolidação do mercado.

Hash Ribbon: Fim da Capitulação dos Mineradores

O hashrate do Bitcoin despencou 20%, de 1,2 ZH/s para cerca de 950 EH/s, impulsionado por custos elevados de energia durante a tempestade invernal nos EUA. Mineradores ineficientes desligaram rigs, ativando a fase de capitulação no indicador Hash Ribbon da Glassnode. Essa métrica compara as médias móveis de 30 e 60 dias do hashrate: quando a curta cai abaixo da longa (vermelho claro), sinaliza estresse; a recuperação (cruzamento ascendente) tem precedido altas históricas.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 461.323,11 (-0,66% em 24h), próximo aos US$ 88.000 globais. O próximo ajuste de dificuldade deve cair 17%, o maior desde a proibição chinesa em 2021, potencializando uma reversão.

Histórico Bullish e Contexto Macroeconômico

O Hash Ribbon já indicou fundos em eventos passados. Em novembro de 2025, capitulação coincidiu com BTC em US$ 80.000; em meados de 2024, após desmonte do carry trade do iene, o preço quicou de US$ 49.000 para US$ 100.000 em meses. Durante o colapso da FTX em 2022, o fundo em US$ 15.000 precedeu alta para US$ 22.000. Esses padrões sugerem que, com estabilização do hashrate, o Bitcoin pode entrar em fase expansionária.

O mercado aguarda a decisão do Fed nesta quarta-feira, com expectativa de manutenção da taxa em 3,5%-3,75%. Cortes previstos para 2026 (dois de 0,25%) podem favorecer ativos de risco. Para Cardano, o upgrade Leios avança (40% concluído), com throughput de 300 TxkB/s em simulações, adicionando fundamentos ao momentum técnico.

Níveis Críticos e Próximos Passos

Investidores devem monitorar o cruzamento do Hash Ribbon para confirmação de recuperação no BTC, além do suporte ADA em US$ 0,33 e resistência em US$ 0,383. Uma recuperação no hashrate pós-tempestade e volume sustentado em futuros de Cardano indicariam força. Os dados não garantem alta, mas historicamente, esses sinais precederam valorizações expressivas. Vale acompanhar gráficos on-chain para decisões informadas.


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Torres geométricas brutas ETH e SOL rachando em bases vermelhas, representando risco de queda de 20% e suportes críticos em análise técnica

Ethereum Risco Queda 20%: Suportes Críticos em ETH e SOL

Ethereum e Solana em Perigo: Suportes Críticos Decidem o Restante da Semana. O Ethereum rompeu a linha de pescoço em US$ 2.880, ativando uma estrutura de cabeça e ombros que projeta queda de 20% para US$ 2.300. Já a Solana caiu 16% após rejeição em US$ 145, aproximando-se do suporte em US$ 117. Cotação atual: ETH a US$ 2.904 (R$ 15.334) e SOL a US$ 123,80 (R$ 653,50), segundo AwesomeAPI.


Estrutura de Baixa no Ethereum

O gráfico diário do Ethereum confirma uma formação de cabeça e ombros desde novembro, com rompimento confirmado em 25 de janeiro na zona de US$ 2.880. A projeção da altura do padrão indica alvo em US$ 2.290 a US$ 2.300, representando recuo de mais de 20% do pico recente próximo a US$ 3.000.

Apesar da rotação de capital do Bitcoin para ETH observada em trocas on-chain, baleias reduziram posições de 100,24 milhões para 100,20 milhões de ETH durante o repique recente. Investidores de longo prazo (6-12 meses) elevaram sua participação de 17,23% para 18,26% do suprimento, estabilizando o preço temporariamente acima de US$ 2.780.

Resistência imediata em US$ 3.020: superação pode ativar short squeeze com US$ 1,69 bilhão em liquidações de vendidos na Binance, versus US$ 700 milhões de comprados.

Solana Aproxima-se de Suporte Decisivo

A Solana perdeu o suporte em US$ 130, formando tendência de baixa com resistência em US$ 126 (linha de tendência horário). Após rally inicial de 20% em janeiro, rejeição em US$ 145 levou a queda de 16%, testando agora US$ 118-119.

Clusters de liquidação concentram-se em US$ 123-126 e acima de US$ 130, com Open Interest subindo para US$ 8,8 bilhões enquanto preço cai, sinal de baixa. Suporte crítico em US$ 117: quebra abre caminho para US$ 95-98.

Contraponto positivo: staking em ATH de 70%, com US$ 60 bilhões em SOL bloqueados, indicando convicção de holders de longo prazo apesar da volatilidade.

Indicadores e Níveis para Posicionar

Para Ethereum, monitorar US$ 2.780 como suporte imediato; perda consolidada reativa projeção bearish. Recuperação acima de US$ 3.410 (máxima do ombro direito) invalida o padrão negativo.

Na Solana, bulls defendem US$ 126 como resistência; defesa bem-sucedida em US$ 117 pode gerar repique para US$ 132. RSI horário abaixo de 50 e MACD de baixa reforçam viés de baixa em ambos ativos.

Dados atuais (26/01/2026): ETH variação +3,09% (24h), SOL +4,16%; USD-BRL a R$ 5,28. Posicione stop-loss abaixo dos suportes citados para gerenciar risco em ordens de compra.


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Monitor cyberpunk de pulso descendente com contador 83 e símbolo Bitcoin em zona vermelha, sinalizando indicadores on-chain bearish

Indicadores do Bitcoin Recuam para Níveis Pós-Mercado de Baixa

Indicadores no chão: o Bitcoin negocia abaixo de US$ 90 mil, com o aNUPL ajustado recuando para níveis pós-mercado de baixa e o Trend Pulse confirmando 83 dias em modo de baixa. Analistas destacam um ponto de decisão crítica, onde holders enfrentam estresse crescente entre holdar ou capitular. Os dados sugerem fraqueza estrutural, mas sem capitulação extrema.


NUPL Ajustado Sinaliza Estresse Pós-Mercado de Baixa

O Net Unrealized Profit/Loss (NUPL) ajustado, conforme análise do especialista Darkfost, compara a capitalização realizada de detentores de curto e longo prazo com a capitalização de mercado tradicional. Suavizado para formar o aNUPL, o indicador caiu para faixas vistas historicamente no fim de mercados de baixa prolongados.

Esse recuo reflete lucros não realizados encolhendo e perdas expandindo, pressionando investidores tardios entrados no pico próximo a US$ 120 mil. Níveis como esses forçam decisões binárias: acumular na fraqueza ou realizar perdas, impactando liquidez e sentimento. Segundo o gráfico via CryptoQuant, o mercado absorve reset de humor sem colapso total.

Essa métrica estrutural filtra ruído, oferecendo visão clara de estresse subjacente mesmo em consolidações laterais como a atual.

Trend Pulse Confirma 83 Dias de Fraqueza

O indicador Trend Pulse, destacado por Axel Adler, permanece em modo de baixa há 83 dias — última fase de alta em 2 de novembro de 2025, perto de US$ 110 mil. Ele combina retorno de 14 dias (negativo) e sinal SMA30 vs. SMA200 (divergente).

Para neutro, basta o retorno de 14 dias acima de zero; para alta, exige SMA30 cruzando SMA200, demandando 3-4 semanas de alta sustentada. O retorno trimestral em -19% reforça pessimismo moderado, longe de capitulação abaixo de -30%.

Os dados do CryptoQuant indicam momentum macro negativo, com mudança de 7 dias em -6,8% acelerando após quebra dos US$ 90 mil.

Contexto de Preço e Posicionamento Técnico

No gráfico semanal, Bitcoin consolida em torno de US$ 89 mil após queda de 4,8%, testando demanda crítica entre US$ 88-90 mil. Preço abaixo das médias móveis azul (resistência ~US$ 100 mil) e verde confirma viés de baixa, com volume maior nas quedas.

Segundo o Cointrader Monitor, cotação em R$ 473.811 (-0,17% em 24h). Recuperação exige rompimento acima de US$ 92-95 mil; falha abre risco para US$ 80 mil.

Implicações e Pontos de Monitoramento

Os indicadores convergem para indecisão: estresse via aNUPL e fraqueza macro via Trend Pulse. Sem capitulação, holders de longo prazo podem estabilizar; aceleração de vendas de curto prazo aprofunda correção. Vale monitorar cruzamento SMA30/SMA200 e retorno trimestral para sinais de reversão.

Dados objetivos sugerem cautela: o mercado testa resiliência antes de definir tendência. Investidores ganham clareza para posicionar com base em confirmações técnicas.


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Barreira cristalina com '3.1K' gravado sob pressão de fluxo energético cyan ETH, rompendo em fragmentos vermelhos de liquidações de shorts

Ethereum a US$ 3.100: Gatilho para US$ 728 milhões em Liquidações de Posições Vendidas

O nível de US$ 3.100 representa um barril de pólvora para o mercado de derivativos do Ethereum. Segundo dados do Coinglass, uma alta até esse patamar em exchanges centralizadas mainstream pode gerar US$ 728 milhões em liquidações de posições vendidas. Inversamente, uma queda a US$ 2.800 liquidaria US$ 704 milhões em posições compradas. Com ETH cotado a US$ 2.955 (R$ 15.661), análises técnicas sugerem potencial rompimento da resistência em US$ 3.084, mirando US$ 3.350 em fevereiro.


Níveis de Liquidação e Intensidade de Mercado

A intensidade de liquidação calculada pelo Coinglass não reflete o valor exato dos contratos, mas a relevância relativa de clusters de posições alavancadas próximos a certos preços. Pilares mais altos indicam maior densidade de ordens de stop-loss e liquidações forçadas, capazes de gerar ondas de liquidez que amplificam movimentos de preço.

No caso do Ethereum, o cluster em US$ 3.100 destaca-se como o principal gatilho altista para fevereiro. Uma quebra acima desse nível forçaria fechamentos de posições vendidas, convertendo vendas em compras e potencializando um short squeeze. Dados recentes mostram variações dinâmicas nesses níveis, refletindo ajustes de traders em resposta a volatilidade e eventos macro.

Essa métrica é crucial para derivativos, onde alavancagem elevada transforma pontos técnicos em catalisadores de volatilidade. O oposto ocorre em US$ 2.800, com risco simétrico para posições compradas.

Análise Técnica Atual do ETH

A análise técnica recente posiciona o ETH em zona neutra com viés de recuperação. Cotado em torno de US$ 2.962, o RSI em 40,16 sugere condições próximas de sobrevenda, histórico precursor de rebotes. O MACD mostra momentum de baixa exaurindo-se, com histograma plano em -0,0000.

Bollinger Bands colocam o preço próximo à banda inferior (US$ 2.873), enquanto a superior está em US$ 3.433, indicando potencial reversão à média. O Average True Range de US$ 126,46 reflete volatilidade elevada, favorecendo trades direcionais com gerenciamento de risco.

Resistência imediata em US$ 3.084; rompimento confirmaria alvo de US$ 3.150-3.200 na semana e US$ 3.350 no mês, alinhado à média móvel de 20 dias em US$ 3.153.

Cenários e Estratégias de Posicionamento

Em cenário altista, traders monitoram volume acima de US$ 900 milhões diários e RSI sobre 50 para confirmação. Suporte crítico em US$ 2.896 e US$ 2.831; quebra abaixo abre risco até US$ 2.700.

Para entrada, posições conservadoras via dollar-cost averaging entre US$ 2.900-2.950. Agresivos aguardam rompimento de US$ 3.025 com stop abaixo de US$ 2.950. Limite de exposição: 2-3% do portfólio, dado ATR elevado.

Esses dados fornecem inteligência para navegar derivativos, mas volatilidade macro e correlação com Bitcoin demandam cautela. Níveis de liquidação atuam como imãs de preço, guiando fluxos institucionais.


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Trader cartoon experiente apontando para rocha '58K' em canyon digital, investidores em pânico, alertando previsão de queda do Bitcoin por Peter Brandt

Alerta de Crash: Peter Brandt Vê Bitcoin em US$ 58 Mil

Cuidado, investidor: Peter Brandt, um dos traders mais respeitados do mundo, alerta que o pior ainda está por vir para o Bitcoin. Em meio ao pânico atual, ele projeta uma queda para a zona de US$ 58 mil a US$ 62 mil, com base em padrões chartistas que indicam enfraquecimento do momentum de alta. A avaliação de baixa do veterano chega em um momento de volatilidade extrema, questionando se o topo do ciclo foi atingido mais cedo do que o esperado. Isso representa um choque de realidade para os otimistas.


A Análise Técnica de Brandt

Peter Brandt baseia sua previsão em clássicos padrões de análise técnica observados no gráfico do Bitcoin. Segundo ele, o ativo mostra sinais de perda de força compradora, com possíveis formações que apontam para um correção acentuada. Em postagem recente no X (antigo Twitter), Brandt afirmou: “58k to $62k is where I think it is going”. Ele admite abertamente que erra em 50% das vezes, mas enfatiza que não se envergonha de previsões erradas, o que reforça sua credibilidade como analista imparcial.

Essa visão contrasta com projeções anteriores do mesmo trader, que chegavam a US$ 145 mil. A mudança de tom sugere que o mercado pode ter esgotado seu ímpeto ascendente mais rapidamente, possivelmente devido a fatores como redução de leverage e fluxos de saída de ETFs.

Quem é Peter Brandt?

Com mais de 50 anos de experiência nos mercados financeiros, Peter Brandt é um ícone da análise chartista. Desde os anos 1970, ele negocia commodities, moedas e índices, tornando-se especialista em padrões clássicos. Na cena cripto, Brandt se destaca por sua postura crítica, rejeitando o dogma do HODL incondicional. Para ele, o Bitcoin é um ativo especulativo, não um credo religioso, e deve ser tratado como tal pelos investidores.

Suas opiniões provocativas frequentemente geram controvérsia na comunidade, mas sua taxa de acerto comprovada e abordagem disciplinada o posicionam como voz respeitada. Brandt não hesita em chamar de “idiotas” aqueles que ignoram os sinais técnicos em favor de narrativas otimistas, promovendo uma visão realista e sem ilusões.

Contexto de Volatilidade em 2026

Desde o início de 2026, o Bitcoin exibe volatilidade elevada, longe da trajetória linear esperada por muitos. Após novos recordes, o preço oscila entre US$ 88 mil e US$ 92 mil, pressionado por tensões geopolíticas, variações em influxos de ETFs e desmonte de posições alavancadas. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 479.405 por unidade às 07:07 de hoje, com variação de -2,03% nas últimas 24 horas e volume de 306,8 BTC.

Esse ambiente instável amplifica o alerta de Brandt, sugerindo que correções mais profundas podem ocorrer sem aviso prévio, testando a resiliência dos portfólios expostos.

Implicações para Investidores Brasileiros

Para o público brasileiro, uma projeção de US$ 58 mil implicaria uma desvalorização superior a 35% do preço atual, potencialmente levando o BTC a cerca de R$ 310 mil por unidade (considerando taxa de câmbio aproximada). Isso reforça a necessidade de gerenciamento de risco, diversificação e stops disciplinados, especialmente em um mercado onde euforia pode cegar para sinais de baixa.

Brandt serve como lembrete: mercados seguem regras técnicas, não crenças. Investidores devem monitorar suportes chave e preparar planos de contingência, evitando o erro comum de ignorar viés de baixa em ciclos de alta. O pior pode estar por vir, e estar preparado é a única defesa real.


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Formação geométrica ombro-cabeça-ombro fraturando com prisma central caindo para suporte 100, alertando rejeição técnica em Solana

Alerta Solana: Risco de Queda para US$ 100 Após Rejeição Técnica

A Solana (SOL) registrou uma rejeição técnica crítica após pullback de 8% no domingo, atingindo mínima de duas semanas em US$ 130. Um ano após o ATH de US$ 293, o ativo opera 54,3% abaixo, com analistas alertando para risco de correção profunda até o suporte psicológico de US$ 100. A quebra da linha de tendência ascendente e perda de US$ 136 colocam traders de curto prazo em alerta máximo.


Quebra de Suportes e Liquidez Varreda

A quebra abaixo do suporte chave de US$ 136 marcou o fim da alta inicial do ano, que havia rompido uma tendência de baixa multimensal. Desde outubro, quando perdeu a barreira psicológica de US$ 200, a Solana oscila entre US$ 115 e US$ 145 nos últimos três meses, sem momentum altista sustentado.

Observador BitGuru destacou que o preço “swept liquidity” em uma zona de demanda forte após quebra estrutural limpa. Se holdar os níveis atuais entre US$ 129 e US$ 136, um rebote de alívio para máximas anteriores é plausível. No entanto, uma sustentação abaixo dessa faixa abre caminho para retração de até 25%, mirando o suporte de US$ 100. Dados objetivos mostram volume decrescente no pullback, sinalizando fraqueza compradora.

Atualmente, SOL negocia em US$ 134, com queda de 5,6% no diário, reforçando o viés de baixa de curto prazo.

Padrão Ombro-Cabeça-Ombro no Weekly

No gráfico semanal, a formação de ombro-cabeça-ombro (OCO) de dois anos ganha contornos de baixa. O ombro esquerdo formou-se na alta do Q1-Q2 2024, a neckline situa-se em torno de US$ 120, a cabeça no pico de US$ 293 do início de 2025, e o ombro direito após correção Q4 2025.

Trader Slashology alerta que SOL “está feio”, com proximidade à neckline sugerindo “preparem-se para o pior”. Uma quebra poderia desencadear banho de sangue de 35-40%, projetando alvos em US$ 75-80. Esse padrão clássico indica reversão de tendência de longo prazo, com implicações severas para holders de médio prazo.

Dados confirmam: o preço negocia perto da neckline, com candles semanais de corpo pequeno, indicando indecisão que pode pender para baixa se volume vendedor aumentar.

Contrapontos e Cenários Alternativos

Nem todos veem apenas downside. Crypto Curb compara o chart da Solana ao S&P 500 (2009-2011), que exibiu OCO similar mas invalidou-o ao reboundar da neckline e romper o ombro direito, alcançando novas máximas. Se SOL replicar, um rebote de US$ 120 poderia invalidar o padrão de baixa.

Man of Bitcoin enfatiza o suporte imediato em US$ 129-136: sustentação abre porta para retomada de US$ 145. No entanto, falha aqui reforça projeção para US$ 100, nível psicológico que testará resiliência compradora. Traders de curto prazo devem monitorar volume e RSI semanal, atualmente em zona neutra mas com divergência de baixa emergente.

O Que Monitorar e Implicações para Traders

Para traders de curto prazo, o foco está na defesa de US$ 129: perda abre US$ 100, com risco de aceleração vendista. Um close semanal acima de US$ 136 sinaliza alívio, mas OCO domina macro. Indicadores como MACD mostram cruzamento de baixa, e funding rates negativos indicam pressão short.

Em resumo, dados objetivos apontam cautela: probabilidade elevada de teste de US$ 100 se suportes falharem. Posições compradas demandam stops apertados; vendidas visam neckline com trailing stops. O mercado cripto volátil exige DYOR constante.


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Corrente de energia cyan com XRP colidindo contra barreira '2' com rachaduras vermelhas, simbolizando conflito ETFs vs resistência de preço em XRP

XRP em Encruzilhada: ETFs vs. Paredão de US$ 2

O acúmulo de 803,78 milhões de XRP em ETFs por emissores como Bitwise e Grayscale sinaliza forte interesse institucional, com influxos líquidos de 22,63 milhões na semana. No entanto, o paredão psicológico de US$ 2 provoca liquidações desequilibradas de US$ 522 mil em posições longas nas últimas 12 horas, criando um impasse que mantém o preço em torno de US$ 2,05. Dados on-chain revelam o cabo de guerra entre oferta reduzida e alavancagem excessiva.


Acúmulo Institucional nos ETFs de XRP

De acordo com análises on-chain, 803,78 milhões de XRP estão agora bloqueados em diversos ETFs, incluindo produtos da Canary, Bitwise, Franklin Templeton, Grayscale, 21Shares, REX-Osprey e o Bitwise 10 Crypto Index Fund. Essa retenção representa uma remoção significativa de oferta circulante, o que tipicamente exerce pressão altista sobre o preço ao limitar a disponibilidade para negociações spot.

Na semana corrente, os influxos líquidos atingiram 22,63 milhões de XRP, com todos os principais emissores ampliando posições. Enquanto investidores de varejo hesitam, fluxos institucionais indicam confiança de longo prazo, sugerindo uma possível reavaliação majoritária do ativo. Esse movimento contrasta com a estagnação recente do preço, que oscila acima de US$ 2 sem romper resistências chave.

A concentração em ETFs reforça a tese de adoção corporativa, similar a padrões observados em Bitcoin e Ethereum, onde acúmulos prolongados precederam valorizações expressivas.

Liquidações Desproporcionais na Barreira de US$ 2

No período de 12 horas, XRP registrou US$ 528.940 em liquidações, das quais impressionantes US$ 522.900 vieram de posições longas, contra apenas US$ 6.040 em shorts. Esse desequilíbrio de 8.700% destaca a vulnerabilidade de traders alavancados ao testar a resistência em US$ 2.

Dados da CoinGlass mostram que o preço se estabiliza em torno de US$ 2,053, comportando-se como uma stablecoin sintética. Cada tentativa de rompimento superior é punida por vendas automáticas ou liquidações, enquanto dips abaixo são comprados de volta, criando um equilíbrio forçado. Comparativamente, Bitcoin teve liquidações mais equilibradas de US$ 815 mil, e Ethereum US$ 2,02 milhões.

Essa dinâmica aponta para algoritmos de alta frequência ou entradas institucionais defendendo o nível como âncora, transformando US$ 2 em zona de exaustão para touros otimistas.

Análise Técnica: Suportes e Resistências Críticos

No gráfico horário, XRP formou um death cross, com a média móvel de 50 períodos cruzando abaixo da de 200, sinalizando momentum de baixa de curto prazo. O preço caiu de uma máxima de US$ 2,41 em 6 de janeiro para baixa de US$ 2,03 em 12 de janeiro, com recuo para US$ 2,183 antes de nova queda.

Suporte imediato em US$ 2 será testado nas próximas sessões. Rompimento abaixo pode acelerar vendas rumo a níveis inferiores. Resistência chave em US$ 2,56, alinhada à média móvel diária de 200 períodos, representa o próximo alvo se o acúmulo de ETFs prevalecer sobre as liquidações.

Volume de derivativos e open interest devem ser monitorados, pois desequilíbrios persistentes podem amplificar volatilidade.

Implicações para o Mercado e Traders

O contraste entre redução de oferta via ETFs e pressão alavancada cria um cenário de consolidação. Para romper US$ 2 de forma sustentável, XRP precisa de influxos institucionais mais agressivos ou redução na alavancagem do varejo. Traders devem priorizar gerenciamento de risco, evitando posições longas excessivas perto da barreira.

Dados sugerem que, uma vez resolvido o impasse, uma reavaliação altista é plausível, impulsionada pela escassez induzida pelos ETFs. Vale monitorar fluxos semanais e indicadores de liquidação para sinais de mudança.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Esfera ETF translúcida lotada de cristais XRP com '803M' central e pressão vermelha escapando, indicando short squeeze e explosão de preço

XRP em Choque de Oferta: 803 Milhões de Tokens Presos em ETFs

Dados on-chain revelam que 803,78 milhões de XRP estão bloqueados em ETFs, com influxos líquidos de 22,63 milhões na semana. Paralelamente, as taxas de funding negativas persistentes indicam dominância de posições short, configurando um choque de oferta que pode forçar um short squeeze. O XRP negocia em torno de US$ 2,05-US$ 2,06, testando resistências chave em meio a esse desequilíbrio.


Acumulação Institucional em ETFs

Instituições como Canary, Bitwise, Franklin Templeton, Grayscale, 21Shares, REX-Osprey e Bitwise 10 Crypto Index Fund elevaram suas posições, totalizando 803,78 milhões de XRP imobilizados. Esse volume representa uma fração significativa da oferta circulante, reduzindo a liquidez disponível no mercado spot. Na última semana, o net inflow foi de 22,63 milhões de XRP, contrastando com a hesitação do varejo. Analista Arthur destaca que, enquanto traders individuais pausam, o ‘smart money’ continua absorvendo tokens diariamente, sinalizando confiança em um repricing majoritário.

Essa acumulação ocorre em um contexto de preço estagnado acima de US$ 2, após queda de US$ 2,41 para US$ 2,03. O movimento institucional sugere que o XRP pode estar subvalorizado, com ETFs atuando como ‘bancos’ que retiram oferta do mercado livre, potencializando alta ao menor sinal de demanda.

Funding Rates Negativos: Sinal de Reversão

As taxas de funding no mercado de perpetual futures caíram para -0,00323%, com SMA50 e SMA30 em declínio. Historicamente, funding positivo leva a consolidações ou correções por custo elevado em longs; já o negativo, especialmente com baixa média móvel, marca fundos de preço e rebounds subsequentes. Dados da CryptoQuant mostram que shorts dominam a alavancagem atual, pagando premiums aos longs.

Essa dinâmica cria um ambiente propício para short squeeze: à medida que o preço sobe, shorts precisam cobrir posições, injetando liquidez compradora. Analista PelinayPA observa que o bias é positivo para breakout, embora não garanta rally massivo, mas sim momentum ascendente após consolidação.

Alvos Técnicos e Resistências

O XRP perdeu 1,74% na semana, negociando a US$ 2,05-US$ 2,06, abaixo da resistência imediata de US$ 2,10. Suporte chave em US$ 2,00 está sob teste, com death cross no hourly (MA50 abaixo MA200). Rompimento de US$ 2,10 abre caminho para US$ 2,60 e US$ 3,00, alinhados a níveis históricos e Fibonacci.

No mensal, ganho de 13,45% reflete holders em lucro, mas distância do ATH de US$ 3,50 exige confirmação. Bulls precisam recuperar a MA200 diária em US$ 2,56 para validar o setup.

O Que Monitorar Agora

Investidores devem rastrear inflows semanais em ETFs, funding rates e volume de perpetuals. Um funding virando positivo com inflows contínuos reforçaria o squeeze. Qualquer falha no suporte de US$ 2 pode invalidar o cenário, mas dados atuais favorecem upside assimétrico. Vale observar o impacto regulatório, como licenças da Ripple na UE.


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Cruz dourada de energias cyan e dourada impulsionando monolito Bitcoin além de 94K rumo a 100K, simbolizando Golden Cross e influxos de ETFs

Bitcoin Rompe US$ 94.000 com Golden Cross e US$ 1,8 Bi em ETFs

O Bitcoin confirmou o Golden Cross no gráfico diário, com a média móvel de 50 dias cruzando acima da de 200 dias, sinal histórico de momentum altista. Ao mesmo tempo, quebrou a resistência de US$ 94.000, atingindo pico de US$ 98.000, impulsionado por US$ 1,7 bilhão em influxos de ETFs em três dias. Fluxos semanais nos ETFs spot somaram US$ 1,8 bilhão, o maior desde outubro de 2025, questionando se o rally é sustentável rumo aos US$ 100.000.


Golden Cross: Sinal Técnico Confirmado

Os dados técnicos indicam força. No gráfico diário, o Golden Cross ocorreu após meses de consolidação entre US$ 85.000 e US$ 94.000. Historicamente, esse padrão precedeu altas de 35% a 148% em ciclos passados, como em 2023 e 2024. O Bitcoin testou US$ 98.000 na terça-feira, mas retraiu para US$ 94.500, mantendo-se acima da faixa anterior.

Indicadores como ADX em 33,5 confirmam tendência forte (acima de 25), RSI em 63 sugere espaço para alta sem sobrecompra, e Squeeze Momentum mostra liberação de volatilidade positiva. Para validação, precisa sustentar acima de US$ 94.000 e mirar US$ 100.000 como confirmação de breakout.

Influxos de ETFs: Combustível Fundamental

Os US$ 1,8 bilhão em entradas semanais nos ETFs spot representam o maior volume desde outubro, com ETFs comprando 710.777 BTC desde janeiro de 2024 — mais que a oferta minerada (363.047 BTC). No entanto, o AUM total está 24% abaixo do pico de US$ 164,5 bilhões no Q4 2025, em US$ 125 bilhões.

Inflação core CPI de 2,6% (abaixo do esperado) reforça otimismo macro, elevando chances de corte de juros pelo Fed. Bitwise prevê ETFs absorvendo 100% da nova oferta em 2026, com influxos totais podendo atingir US$ 420 bilhões.

Cotação Atual e Suporte em BRL

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 513.751,72 (média ponderada), com alta de 0,18% em 24h e volume de 145 BTC. Suporte chave em R$ 490.000 (US$ 94.000), resistência em R$ 515.000 (US$ 100.000).

Volume semanal sugere continuidade, mas pullbacks testarão novos suportes em US$ 91.353 e US$ 89.000.

Momentum Sustentável?

A confluência de Golden Cross, influxos recordes e macro favorável aponta para upside, mas AUM abaixo do pico e resistência dupla em US$ 98.000-100.000 demandam cautela. Analistas como Ecoinometrics enfatizam necessidade de semanas de influxos consistentes para uptrend duradouro. Mercados de previsão dão 86,7% de chance de US$ 100k antes de queda para US$ 69k, mas ATH novo antes de julho tem apenas 26,6%.

Investidores devem monitorar volume ETF, CPI futura e Fed para validar sustentabilidade.


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Barreira de suporte digital '95K' pressionada por fluxo dourado de partículas BTC de STHs para exchanges, testando limite psicológico

STH Realizam Lucros: 41 Mil BTC para Exchanges, Testam Suporte de US$ 95k

Detentores de curto prazo (STH) do Bitcoin enviaram cerca de 41.800 BTC para exchanges durante o recente rally, com fluxos dominados por posições em lucro numa proporção de 7.5:1 contra perdas, segundo dados on-chain. O preço, agora próximo de US$ 95.000, testa o suporte psicológico alinhado ao custo médio dos STH (~US$ 99.460), gerando volatilidade. Isso sinaliza profit-taking racional, mas pode ameaçar a tendência de alta se o suporte ceder. Vale monitorar o ratio para sinais de reversão.


Fluxo de Capital: Profit-Taking dos STH Domina

Os detentores de curto prazo — investidores que acumularam BTC nos últimos 155 dias — estão realizando lucros significativos. Em 24 horas, aproximadamente 35.400 BTC em ganho foram transferidos para exchanges centralizadas (CEX), contra apenas 4.600 BTC em perda, resultando no ratio 7.5:1. Analista Axel Adler Jr., da CryptoQuant, destaca que esse movimento reflete investidores comprados entre US$ 85.000 e US$ 92.000 travando ganhos à medida que o preço se aproxima de suas bases de custo.

Essa pressão de venda difere de pânico: com taxa de perda mínima, o mercado exibe saúde relativa. No entanto, o volume elevado — pico de 41.800 BTC reportado em análises agregadas — indica distribuição concentrada, típica de STH sensíveis à volatilidade, contrastando com holders de longo prazo mais resilientes.

Suporte Psicológico em US$ 95 Mil à Prova

O preço do Bitcoin, cotado em torno de US$ 95.500 recentemente, está a apenas 4% abaixo do realized price dos STH (US$ 99.460), conforme análise da CryptoQuant. Essa convergência cria um “decision zone”: historicamente, áreas próximas ao custo médio geram volatilidade ampliada, podendo estender a alta ou iniciar correção.

Segundo o Cointrader Monitor, o BTC negociava a R$ 513.959 (variação +0,09% em 24h). Se romper acima de US$ 100.000, STH viram lucro e momentum bullish se fortalece; queda abaixo de US$ 89.500 (desconto >10%) ativa vendas em perda, agravando baixa.

Implicações Estratégicas e Próximos Passos

A onda de 41.800 BTC em inflows lucrativos para exchanges reforça que STH — frequentemente varejo e especuladores — lideram a distribuição. Long-term holders (LTH) absorvem parte via ratio 1.38:1, mas demanda fraca de ETF e macroincertezas limitam upside. 88% da oferta em lucro sugere base sólida em US$ 75.000-95.000, mas reversão no profit/loss ratio pode sinalizar bearish.

Investidores devem monitorar:

  1. inflows de perda superando lucros;
  2. realized price dos STH;
  3. volume em CEX.

Esses indicadores on-chain oferecem edge estratégico sobre fluxo de baleias e suporte em US$ 95 mil, guiando decisões em meio à encruzilhada atual.


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Ondas de energia cyan-XRP e roxa-XMR convergindo em cruz dourada explosiva com luz verde, sinalizando alta técnica em altcoins

XRP e Monero: Sinais Técnicos Apontam Alta Explosiva

XRP e Monero confirmam sinais de alta explosiva: o primeiro Golden Cross de 2026 no XRP aponta para 13% de upside até US$ 2,32, enquanto o padrão cup-and-handle raro impulsiona Monero a recorde histórico de US$ 798, com alvo em US$ 1.000. Esses convergentes indicadores técnicos sugerem que o rali das altcoins pode estar apenas começando, atraindo olhares de traders atentos aos gráficos em 17 de janeiro de 2026.


Golden Cross no XRP: Primeiro Sinal bullish do Ano

O XRP registrou seu primeiro golden cross de 2026 em 13 de janeiro, quando a média móvel simples de 23 dias cruzou acima da de 50 dias, conforme gráfico no TradingView. Esse padrão clássico de reversão bullish, ausente desde o final de 2025, ocorre com o preço sustentando acima de US$ 2,06.

A zona imediata de resistência fica entre US$ 2,28 e US$ 2,35, alinhada à média exponencial de 200 dias. Uma validação plena pode gerar ganho de 13%, ecoando o salto de 22% visto em padrões anteriores. O suporte crítico reside na faixa US$ 2,02-2,03, onde o cruzamento se formou. Fechamentos diários acima de US$ 2,10 reforçariam momentum rumo à EMA de 200 dias, com potencial extensão a US$ 2,70.

Dados objetivos indicam alinhamento de médias móveis de curto e médio prazo em alta, respaldado pelo spike recente a US$ 2,40 no início do mês. Traders monitoram volume para confirmação.

Monero e o Padrão cup-and-handle: Rumo ao Milhão

Monero (XMR) atingiu all-time high de US$ 798 em 15 de janeiro, valorizando 713% desde o mínimo de 2023 e elevando market cap a mais de US$ 12 bilhões, posicionando-o como 12ª maior cripto. O rompimento superior do cup-and-handle semanal acima de US$ 517 catalisa o movimento.

Com profundidade de aproximadamente 85%, a projeção técnica aponta para US$ 965, aproximando o psicológico US$ 1.000. Invalidação ocorreria abaixo da borda superior do copo. O rally ganha tração com demanda por privacy coins — Dash +100%, Decred +60% na semana — e listagem na Hyperliquid, atraindo whales com posições alavancadas de US$ 2,27 milhões e US$ 5,2 milhões.

Contexto regulatório favorece: fim de sanções Tornado Cash e alívio sob Trump impulsionam setor desde 2024. Volume 24h em US$ 465 milhões e open interest futuro recorde de US$ 275 milhões confirmam interesse institucional.

Implicações para Traders de Altcoins

Esses padrões convergentes — golden cross no XRP e cup-and-handle no XMR — destacam força em altcoins privacy e pagamentos rápidos. XRP beneficia-se de narrativas Ripple, enquanto Monero capitaliza privacidade em era pós-sanções. Dados sugerem cautela: XRP precisa hold acima US$ 2,02; XMR, acima da neckline do padrão.

Volume crescente e alinhamento macro (Bitcoin em US$ 95.000) potencializam rali. Traders devem priorizar gerenciamento de risco, com stops abaixo suportes chave. O mercado reage com otimismo, mas volatilidade persiste — monitore fechamentos semanais para validação.


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Touro cartoon exausto no pico de montanha dourada sob martelo legislativo, bears defendendo platô 98K, ilustrando recuo do Bitcoin

Touros Exaustos: Bitcoin Recua para US$ 95 mil Após Rejeição Legislativa

Os touros parecem exaustos no mercado de criptomoedas. O Bitcoin recuou de US$ 98 mil para US$ 95 mil após a rejeição legislativa nos EUA, com volumes de negociação caindo 27% para o BTC e 32% para o Ethereum. A Coinbase retirou apoio a um projeto de lei crucial, esfriando o otimismo em torno dos ETFs e expondo a fragilidade do hype recente. Bears defendem agressivamente a barreira dos US$ 98 mil, enquanto a demanda institucional desacelera. Isso representa um choque de realidade para investidores animados com a alta recente.


Queda de Volumes Revela Exaustão dos Touros

O mercado esfriou após semanas de lobby no Congresso americano. Segundo dados recentes, os volumes do Bitcoin caíram para US$ 65 bilhões e do Ethereum para US$ 54 bilhões, refletindo menor apetite por risco. A retirada de apoio da Coinbase ao projeto CLARITY Act foi o gatilho, adiando aprovações regulatórias esperadas para este ano. Analistas como Carlos Guzman, da GSR, notam que a alta coincidiu com uma versão revisada do bill, mas tensões entre democratas e a SEC frearam o momentum.

Fatores externos, como protestos no Irã e pressões de Donald Trump contra o Fed, adicionam volatilidade. O CEO da Coinbase, Brian Armstrong, mantém otimismo bipartidário, mas o mercado reagiu com vendas, mostrando cansaço após o salto para US$ 97 mil na quinta-feira.

Desaceleração Institucional e ETFs em Xeque

A exaustão dos touros é evidente na fading do frenzy de compras de ETFs. Fundos de Bitcoin à vista registraram US$ 1,8 bilhão em entradas em quatro dias, mas o varejo ficou de fora, com Wall Street liderando. Jasper De Maere, da Wintermute, destaca que a participação do varejo permaneceu restrita, e agora o preço oscila sem sustentação.

No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 513.411,66 às 10h17 deste sábado, com variação de +0,07% em 24h e volume de 148,4 BTC. Isso reforça o recuo global, com o BTC testando suportes abaixo de US$ 95 mil.

Bears Defendem Resistência com Agressividade

Traders spot perderam força perto dos US$ 98 mil, como aponta a análise do Cointelegraph. O Coinbase Premium Index rolou negativamente, e o volume delta cumulativo (CVD) mostrou divergência, com bids inferiores às asks. Open interest caiu após liquidações, indicando falta de novos longs.

Short-term holders (STHs) realizaram lucros acima de 40 mil BTC em um dia, perto de sua base de custo em US$ 98.300. Material Indicators alerta que perda de trendlines pode levar a testes mais profundos de suporte. Bears lutam duro, invalidando sinais bullish sem reclaim acima de US$ 97 mil.

Implicações para Investidores Brasileiros

Esse cenário bearish construtivo sugere cautela. O hype dos ETFs impulsionou a alta, mas sem demanda sustentada, correções são prováveis. Monitore o premium da Coinbase e entradas de ETFs para sinais de reversão. Volumes baixos indicam consolidação, mas rejeições repetidas em US$ 98k reforçam a defesa dos ursos. Para brasileiros, a cotação em reais destaca a exposição ao dólar e regulação global.


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