Baleias cartoon estilizadas acumulando tokens ADA e ONDO em oceano digital turbulento, sinalizando acumulação contrária durante queda de altcoins

Sinal de Fundo? Baleias Acumulam ONDO e Cardano na Queda

Enquanto o mercado de altcoins sangra, com ONDO caindo mais de 65% desde outubro e Cardano testando suportes críticos em US$ 0,36, baleias mostram movimento contrário à tendência. Dados on-chain revelam acumulação silenciosa: grandes participantes absorvem o unlock de 1,94 bilhão de tokens de ONDO e compraram 210 milhões de ADA em três semanas. O que o smart money sabe que o varejo ignora?


Acumulação Silenciosa em ONDO

A análise do CryptoQuant destaca o escudo das baleias em ONDO. Apesar da correção acentuada desde o pico de dezembro de 2024, o Spot Average Order Size é dominado por ordens de baleias na faixa de US$ 0,35–0,40. Pontos verdes consistentes no gráfico indicam que instituições usam a fraqueza para absorver liquidez.

Adicionalmente, ONDO entrou em fase de Taker Buy Dominant, com o Cumulative Volume Delta (CVD) de 90 dias positivo e em alta. Isso reflete pressão de compra agressiva superando vendas, mesmo com o preço em US$ 0,33. O relatório sugere que essa dinâmica pode configurar uma reversão para 2026, especialmente no setor RWA (Real World Assets).

O token testa zona de demanda em US$ 0,30–0,35. Uma defesa sólida aqui poderia estabilizar o ativo antes de um rebote, contrastando com o pânico retail ante o unlock de 18 de janeiro.

Baleias de Cardano Apostam na Recuperação

Paralelamente, baleias acumularam 210 milhões de ADA em três semanas, conforme dados on-chain compartilhados por Ali Martinez. Essa compra ocorre em meio a uma queda de 7% nas últimas 24 horas, com ADA oscilando entre US$ 0,36 e 0,40.

As reservas em exchanges diminuíram ligeiramente, reduzindo supply disponível e ampliando o impacto de demandas futuras. No gráfico semanal, ADA segue o limite inferior de um triângulo simétrico, acima do suporte testado de US$ 0,36–0,28. O RSI semanal em 33 sugere proximidade de uma recuperação de curto prazo.

No entanto, o funding rate ponderado por open interest está negativo em -0,0037%, indicando ceticismo entre traders de futuros. Notícias positivas, como fundo de US$ 80 milhões apoiado pela Cardano Foundation e lançamento de futures ADA na CME em fevereiro, podem catalisar o momentum.

Implicações: Sinal de Fundo no Horizonte?

A acumulação por baleias durante quedas é um padrão clássico on-chain associado a fundos de mercado. Em ONDO, a absorção do unlock bilionário por smart money contrasta com a dominância de vendas retail. Para ADA, a redução de reservas reforça a tese de base sólida.

Os dados sugerem que grandes players posicionam para uma reversão, ignorando ruído macro como tensões EUA-UE. Investidores devem monitorar volumes de taker buy, CVD e defesas de suportes chave. Uma confirmação viria com rompimento de EMAs (US$ 0,41 para ADA) e estabilização acima de US$ 0,35 para ONDO.

Esse contrarianismo pode sinalizar o fim do sangramento das altcoins, mas requer validação por preço e volume. Vale observar se o varejo segue o smart money.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Sol dourado colossal dominando cosmos digital com estrelas altcoins desvanecendo, ilustrando dominância do Bitcoin no mercado cripto

Bitcoin Domina: Altcoin Season Index Cai para 25 Pontos

O Índice de Altcoin Season caiu para 25 pontos, sinalizando oficialmente uma ‘Bitcoin Season’ prolongada no mercado cripto. Apesar de quedas recentes, o Bitcoin mantém dominância entre 58% e 61%, negociado próximo de US$ 93.000. O movimento reflete a preferência por ativos maduros em tempos de incertezas macroeconômicas, com capital institucional fluindo via ETFs. Para brasileiros, isso sugere recalibrar exposições a altcoins.


O Que Mede o Altcoin Season Index?

O Índice de Altcoin Season do CoinMarketCap compara o desempenho das 100 principais altcoins (excluindo stablecoins e wrapped tokens) com o Bitcoin nos últimos 90 dias. Valores acima de 75 indicam ‘altseason’, quando altcoins superam o BTC em massa. Leituras abaixo disso, como os atuais 25 pontos, confirmam dominância bitcoinista: apenas 25% das altcoins batem o BTC no período.

Essa métrica é crucial para alocação de portfólio. Historicamente, índices persistentes abaixo de 30 coincidem com fluxos de capital concentrados no Bitcoin, reduzindo volatilidade para holders conservadores. No Brasil, onde o acesso a altcoins é via exchanges locais, o dado orienta evitar sobrecarga em ativos de alto risco.

Indicadores Técnicos Reforçam Força do Bitcoin

Além do índice, dados técnicos apontam momentum positivo para o BTC. No gráfico diário, opera acima das médias móveis de 50 e 200 dias, com RSI em 61 (força sem sobrecompra) e MACD positivo. Volume à vista supera US$ 32 bilhões diários, contrastando com queda de liquidez em altcoins.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 492.328,83 nesta terça-feira (20/01), com variação de -1,57% em 24h e volume de 226 BTC. O influxo institucional via ETFs sustenta essa resiliência, mesmo em cenário macro volátil com temores de recessão global.

Implicações para Investidores Brasileiros

Para o público local, o índice baixo recomenda estratégias defensivas. Carteiras pesadas em altcoins historicamente sofrem mais em ‘Bitcoin Seasons’, com retornos relativos negativos. Setores como escalabilidade (ex: Solana) ou DeFi podem pontuar, mas não revertem a tendência ampla.

Gestão de risco envolve monitorar dominância BTC (atual ~59%) e rotações setoriais. No Brasil, com câmbio pressionado, priorizar BTC reduz exposição a correlações altcoin-dólar. Dados on-chain mostram acumulação por baleias, reforçando o viés de alta seletiva.

Riscos e Perspectivas Futuras

O índice é lagging, capturando tendências passadas. Mudanças narrativas — como upgrades em Ethereum ou alívio macro — podem impulsionar altcoins rapidamente. Em 2025, o índice tocou 12 pontos antes de recuperação parcial, sugerindo seletividade crescente entre 20-30.

Investidores devem acompanhar métricas complementares: dominância BTC, inflows ETF e RSI altcoins. Enquanto o índice não romper 75, o capital segue ‘Bitcoin-first’, priorizando maturidade sobre especulação.


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Montanha cristalina isométrica pulsando com 1.71M pontos cyan, base dourada defendendo suporte e cume AVAX brilhando, recorde de endereços ativos Avalanche

Avalanche AVAX: Recorde de 1,71M Endereços Ativos Defende Suporte

Enquanto o mercado cripto enfrenta quedas generalizadas, a Avalanche (AVAX) registra um marco histórico: 1,71 milhão de endereços ativos diários, o maior número já visto. Essa métrica reflete forte adoção em DeFi, tokenização e ativos do mundo real (RWAs), impulsionando confiança institucional. O preço segura suporte chave próximo a US$ 12, com traders atentos ao nível de US$ 18 como próximo objetivo, conforme dados recentes de 20 de janeiro de 2026.


Recorde de Endereços Ativos Sinaliza Adoção Real

A Avalanche alcançou 1,71 milhão de Daily Active Addresses (DAA), um indicador robusto de atividade na rede. Diferente de picos especulativos passados, esse crescimento é ancorado em desenvolvimentos concretos, como instituições alocando recursos na blockchain. A demanda por infraestrutura escalável para finanças tokenizadas posiciona a AVAX como opção viável para aplicações de alto volume.

Métricas on-chain mostram que o ecossistema está maduro, com uso real em protocolos DeFi e RWAs. Essa expansão de usuários ativos sugere que a rede resiste melhor à volatilidade do mercado amplo, mantendo tração orgânica mesmo em cenários de baixa.

Sentimento de alta reforçado por taker buy e baleias

O domínio de taker buy permaneceu elevado ao longo de janeiro de 2026, indicando sentimento otimista persistente. Volumes de compra durante quedas abaixo de US$ 12 reforçaram a resiliência do preço, com investidores assumindo posições compradas.

Baleias foram particularmente ativas, acumulando agressivamente em torno de US$ 12 e especialmente em US$ 11,32. Dados de CryptoQuant revelam picos no tamanho médio de ordens spot, demonstrando confiança de grandes players no potencial de longo prazo da AVAX, apesar das flutuações de curto prazo.

Análise Técnica: Suporte em US$ 12 e Alvo em US$ 18

No gráfico diário, a AVAX forma um triângulo ascendente, padrão de alta que sugere momentum contínuo se romper a resistência em US$ 15,36. O próximo nível crítico é US$ 18,52, com potencial de alta expressiva para US$ 24,18 em caso de rompimento.

O suporte em US$ 12 tem se mostrado sólido, mas uma quebra abaixo de US$ 11 poderia levar a US$ 8,60. Indicadores como RSI e MACD mostram cautela no momento, recomendando monitoramento próximo desses níveis para traders.

Perspectivas para 2026: Crescimento Sustentável?

A combinação de recorde em endereços ativos, atividade de baleias e interesse institucional posiciona a AVAX para expansão em 2026. Métricas como DAA e taker buy volumes indicam fundamentos sólidos, mas a sustentabilidade depende da manutenção do suporte técnico e adoção contínua.

Investidores devem observar o rompimento de resistências chave e volumes on-chain para confirmar a tendência de alta. Essa resiliência da Avalanche destaca seu diferencial entre as Layer-1 em meio ao caos de mercado.


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Sol dourado colossal dominando constelação de estrelas menores desvanecendo com fluxo para portal cyan e índice 25, simbolizando domínio BTC e adiamento altseason

Altcoin Season Adiada: Índice Cai para 25 e BTC Domina

O Índice de Altcoin Season do CoinMarketCap caiu para 25 pontos, confirmando um período prolongado de dominância do Bitcoin, que oscila próximo de US$ 93.000 com market share entre 58% e 61%. Em paralelo, grandes investidores desfazem posições de arbitragem cash-and-carry e migram para apostas de longo prazo em ETFs de Bitcoin, segundo dados recentes. Esse movimento ocorre em meio a uma crise tarifária global e baixa volatilidade, adiando qualquer expectativa de rotação para altcoins especulativas. Para brasileiros, os dados sugerem cautela na alocação de risco.


O Que Revela o Índice de Altcoin Season em 25

O índice compara o desempenho das 100 principais altcoins (excluindo stablecoins e wrapped tokens) com o Bitcoin nos últimos 90 dias. Valores acima de 75 sinalizam ‘altseason’, mas abaixo disso prevalece a ‘Bitcoin season’. Com apenas 25% das altcoins superando o BTC, o capital flui predominantemente para o líder de mercado.

Indicadores técnicos reforçam essa tendência: o Bitcoin opera acima das médias móveis de 50 e 200 dias, com RSI em 61 (força sem sobrecompra) e MACD positivo. O volume diário do BTC supera US$ 32 bilhões, enquanto altcoins enfrentam queda de liquidez. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 500.597 no Brasil, com variação de -2,61% em 24h.

Rotação Institucional: Fim das Arbitragens Cash-and-Carry

Investidores institucionais estão abandonando estratégias de arbitragem cash-and-carry, que exploravam o ‘basis’ entre spot ETFs e futures do CME. Com o gap comprimido aos custos de transação e funding, e volatilidade implícita de 30 dias em mínimas multimensais (BVIV), essas operações perderam atratividade.

ETFs spot de Bitcoin registram inflows líquidos em janeiro, revertendo outflows de dezembro. O open interest em futures CME cresce por especuladores com viés de alta, não hedges. Analistas da Bitfinex descrevem esses novos entrantes como ‘sticky’, priorizando exposição de longo prazo em vez de ganhos de curto prazo.

Implicações para Investidores e Próximos Passos

Para o público brasileiro, esse cenário recomenda gestão conservadora de portfólio: reduza exposição a altcoins especulativas durante dominância acima de 58%. Historicamente, rotações para altcoins ocorrem após consolidação do BTC, mas o índice atrasado pode subestimar mudanças rápidas, como upgrades ou melhoras macro.

Monitore o índice semanalmente, dominância BTC e inflows de ETFs. Setores com atividade on-chain forte (ex: escalabilidade) podem oferecer seletividade, mas o mercado permanece defensivo. Em ciclos passados, leituras abaixo de 30 por semanas precederam volatilidade maior.


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Fluxos cyan e roxo-dourado rompendo barreira glassmorphic digital, simbolizando +56% no uso da Solana e bull flag do SUI para US$ 2.29

Sinais de Rompimento: Solana +56% no Uso e SUI Alvo US$ 2,29

Enquanto o Bitcoin domina as atenções, altcoins como Solana e SUI mostram sinais de vitalidade. O uso da rede Solana saltou 56% na última semana, com endereços ativos em 27,1 milhões e transações semanais em 515 milhões, segundo análise recente. Paralelamente, a SUI forma um padrão de bull flag no gráfico de 4 horas, com potencial rompimento acima de US$ 1,84 mirando US$ 2,29, um ganho de 30%. Esses movimentos sugerem o possível ‘Verão das Alts’, com suportes críticos em US$ 147 para SOL e confirmação técnica para SUI.


Crescimento Explosivo na Rede Solana

O salto de 56% nos endereços ativos da Solana reflete demanda renovada pela rede. Com 27,1 milhões de endereços semanais e 515 milhões de transações, a atividade on-chain supera médias recentes, indicando rotação de capital para o ecossistema SOL. O preço, em torno de US$ 142, rompeu uma tendência de regressão descendente, defendendo suportes em US$ 119,8 e US$ 135,5.

Essa zona de US$ 135,5 a US$ 147 agora atua como suporte crucial. O MACD cruzou para positivo, com linha em 3,60 e histograma em 0,68, sinalizando momentum de alta sem sobrecompra. Dados de derivativos mostram 76% de posições longas na Binance, com ratio de 3,17, equilibrado mas otimista. O mapa de liquidações aponta liquidez de shorts acima de US$ 153, potencializando aceleração em rompimentos.

Padrão Bull Flag na SUI Ganha Força

A formação de bull flag no gráfico de 4 horas da SUI sugere continuação de alta. Após consolidação entre US$ 1,70 e US$ 1,90, o preço em US$ 1,78 precisa romper US$ 1,84 para confirmar o alvo de US$ 2,29, calculado pela altura do mastro da bandeira. Apesar de queda de 1,7% na semana, SUI acumula +28% no mês, mantendo-se no top 30 por capitalização.

O padrão, identificado pelo analista Ali Martinez, é um sinal clássico de continuação de tendência ascendente. Um rompimento sustentado aumenta as chances de movimento para cima, embora a indecisão recente entre touros e ursos exija cautela. A inatividade lateral pode preceder explosão, alinhada ao otimismo geral do mercado.

Implicações para Investidores em Altcoins

Esses desenvolvimentos em Solana e SUI destacam oportunidades fora do Bitcoin. Para SOL, manter acima de US$ 135,5 valida a recuperação; perda reabre risco para US$ 119,8. Na SUI, o break de US$ 1,84 é pivotal, com potencial de 30% em semanas. Atividade on-chain e padrões técnicos convergem, sugerindo rotação para altcoins.

Os dados indicam que compradores retomam controle, mas volatilidade persiste. Monitore suportes críticos: US$ 147 para SOL e confirmação em SUI. Essa convergência pode sinalizar a próxima onda de alta nas altcoins, vale acompanhar de perto.


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Ondas de energia cyan-XRP e roxa-XMR convergindo em cruz dourada explosiva com luz verde, sinalizando alta técnica em altcoins

XRP e Monero: Sinais Técnicos Apontam Alta Explosiva

XRP e Monero confirmam sinais de alta explosiva: o primeiro Golden Cross de 2026 no XRP aponta para 13% de upside até US$ 2,32, enquanto o padrão cup-and-handle raro impulsiona Monero a recorde histórico de US$ 798, com alvo em US$ 1.000. Esses convergentes indicadores técnicos sugerem que o rali das altcoins pode estar apenas começando, atraindo olhares de traders atentos aos gráficos em 17 de janeiro de 2026.


Golden Cross no XRP: Primeiro Sinal bullish do Ano

O XRP registrou seu primeiro golden cross de 2026 em 13 de janeiro, quando a média móvel simples de 23 dias cruzou acima da de 50 dias, conforme gráfico no TradingView. Esse padrão clássico de reversão bullish, ausente desde o final de 2025, ocorre com o preço sustentando acima de US$ 2,06.

A zona imediata de resistência fica entre US$ 2,28 e US$ 2,35, alinhada à média exponencial de 200 dias. Uma validação plena pode gerar ganho de 13%, ecoando o salto de 22% visto em padrões anteriores. O suporte crítico reside na faixa US$ 2,02-2,03, onde o cruzamento se formou. Fechamentos diários acima de US$ 2,10 reforçariam momentum rumo à EMA de 200 dias, com potencial extensão a US$ 2,70.

Dados objetivos indicam alinhamento de médias móveis de curto e médio prazo em alta, respaldado pelo spike recente a US$ 2,40 no início do mês. Traders monitoram volume para confirmação.

Monero e o Padrão cup-and-handle: Rumo ao Milhão

Monero (XMR) atingiu all-time high de US$ 798 em 15 de janeiro, valorizando 713% desde o mínimo de 2023 e elevando market cap a mais de US$ 12 bilhões, posicionando-o como 12ª maior cripto. O rompimento superior do cup-and-handle semanal acima de US$ 517 catalisa o movimento.

Com profundidade de aproximadamente 85%, a projeção técnica aponta para US$ 965, aproximando o psicológico US$ 1.000. Invalidação ocorreria abaixo da borda superior do copo. O rally ganha tração com demanda por privacy coins — Dash +100%, Decred +60% na semana — e listagem na Hyperliquid, atraindo whales com posições alavancadas de US$ 2,27 milhões e US$ 5,2 milhões.

Contexto regulatório favorece: fim de sanções Tornado Cash e alívio sob Trump impulsionam setor desde 2024. Volume 24h em US$ 465 milhões e open interest futuro recorde de US$ 275 milhões confirmam interesse institucional.

Implicações para Traders de Altcoins

Esses padrões convergentes — golden cross no XRP e cup-and-handle no XMR — destacam força em altcoins privacy e pagamentos rápidos. XRP beneficia-se de narrativas Ripple, enquanto Monero capitaliza privacidade em era pós-sanções. Dados sugerem cautela: XRP precisa hold acima US$ 2,02; XMR, acima da neckline do padrão.

Volume crescente e alinhamento macro (Bitcoin em US$ 95.000) potencializam rali. Traders devem priorizar gerenciamento de risco, com stops abaixo suportes chave. O mercado reage com otimismo, mas volatilidade persiste — monitore fechamentos semanais para validação.


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Personagens cartoon hypados celebrando explosão de balões gás com 500% em cidade Solana digital, simbolizando disparada do GAS Token por hype IA

Explosão em Solana: GAS Sobe 500% com Hype de IA

500% de alta e subindo: o token GAS e a nova febre de IA que está enlouquecendo os traders da Solana. Inspirado no framework open-source Gas Town de Steve Yegge, o ativo explodiu no launchpad Gas Town, enquanto o Bags.fm vê atividade disparar com ganhos insanos em altcoins como RALPH e CMEM. Quem avisou, avisou: crypto + IA = fogos de artifício. Mas até quando?


O Que é Esse Gas Town que Virou Token Milionário?

Ah, sim, porque nada grita ‘revolução financeira’ como tokenizar um framework de orquestração multi-agente de IA criado por um ex-engenheiro do Google e Amazon. Steve Yegge lançou o Gas Town em 1º de janeiro de 2026, uma ‘fábrica de codificação IA em escala industrial’ com Towns, Rigs, Mayors e até Dogs – tudo vibe coded, inspirado em Kubernetes.

Resultado? Um anônimo da comunidade lançou o GAS no Bags.fm, e bum: +500% em horas, ATH a US$ 0,044, market cap de US$ 44 milhões e volume de US$ 109 milhões (alta de 1.613%). Yegge? Recebeu US$ 75 mil em fees para reinvestir no projeto. Quem disse que open-source não paga bem?

Os traders early birds surfaram a onda: um gastou US$ 394 e virou US$ 420 mil de lucro. Clássico crypto: de zero a herói, ou de herói a zero.

Bags.fm: O Launchpad que Roubou o Show da Solana

Enquanto isso, o Bags.fm virou o playground dos criadores. Após GAS subir 682%, outros tokens piram: RALPH +433%, CMEM +543%, VVM +405%, e novatos como Terraformation (84.000%!) e RedwoodJS (31.000%).

O launchpad, focado em artistas e devs financiando ideias via royalties de trading (1% para o criador), ganhou 33,5% de market share no Jupiter, com US$ 293 milhões em volume – só atrás do pump.fun. É a economia dos criadores on-chain: viralize, tokenizen, lucre. Mas ei, lembrem do Zora ano passado: hype vem e vai.

Tendência Real de IA ou Pump de Fim de Semana?

Os defensores gritam ‘nova era’: devs open-source captando via crypto, como RALPH (endossado pelo criador Geoffrey Huntley). Connor King chama de ‘enraizado em dev real’. Mas peraí: tokens com market cap abaixo de US$ 100 milhões são voláteis pra caramba, sujeitos a manipulação. GAS é novo, especulativo – alta reflete KOLs no X e FOMO, não utility comprovada.

Yegge aposta na ‘economia criadores > corporativa em 2 anos’, mas crypto adora enterrar trends. É funding inovador ou só mais uma mania agent meta/ICM remixada? Os dados sugerem experimentação + especulação. Sustentabilidade? Depende de execução e transparência – ou do próximo tweet viral.

O Que Fazer Diante Dessa Loucura?

Para traders brasileiros: monitore o Bags Leaderboard, mas com o pé atrás. Volatilidade alta = risco alto. DYOR pesado: cheque fees, comunidades, utility real. Não é hora de all-in no hype da vez. Quem avisou avisou: pumps de 500% são legais pra assistir, arriscados pra surfar. Vale ficar de olho em Solana para o próximo ato dessa novela.


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Personagens cartoon BNB e XRP em corrida de market cap, BNB ultrapassando para retomar 4º lugar no ranking global de altcoins

BNB Ultrapassa XRP e Retoma 4.º Lugar no Ranking Global

O BNB ultrapassou o XRP e retomou o quarto lugar no ranking global de capitalização de mercado. Com uma queda de 3% nas últimas 24 horas, o XRP negocia em torno de US$ 2,09, resultando em market cap de cerca de US$ 127 bilhões, inferior ao do token da Binance. Essa dança das cadeiras reflete a volatilidade das altcoins em meio ao domínio do Bitcoin acima de US$ 96 mil, testando a resiliência dos investidores em ambos os ativos. A troca destaca dinâmicas de supply e utilidade no ecossistema cripto.


Mudança no Ranking de Market Cap

A perda do quarto lugar pelo XRP ocorre após um rali recente, seguido de correção. O BNB, nativo da BNB Chain e ecossistema da Binance, reassumiu a posição com market cap superior, negociando em US$ 941,35. Esse movimento é impulsionado pelo mecanismo de burn periódico da Binance, que remove bilhões de tokens do suprimento circulante a cada trimestre, criando pressão deflacionária.

Em contraste, o XRP entra em fase de consolidação após testar resistências em US$ 2,20. A maior utilidade do BNB em DeFi, trading e NFTs na BNB Chain contribui para sua resiliência, enquanto o mercado geral de altcoins enfrenta consolidação. Dados atuais mostram o Bitcoin com variação negativa de -1,9% em 24 horas, cotado a R$ 513.028,96 segundo o Cointrader Monitor, reforçando a dominância e pressão sobre altcoins.

Fatores Atrás da Ascensão do BNB

O sucesso do BNB vai além do preço: seu ecossistema integrado oferece vantagens competitivas. O burn trimestral reduz oferta, potencializando valorizações em períodos de baixa liquidez geral. Combinado com alta adoção em dApps e volumes de trading na Binance, o token beneficia-se de fluxos orgânicos. Analistas destacam que essa deflação contrasta com a dinâmica de supply do XRP, mais dependente de catalisadores regulatórios e adoção em pagamentos cross-border.

Enquanto o BNB consolida ganhos, sua posição no top 4 sinaliza preferência por ativos com utility prática em ecossistemas maduros. Investidores observam que volumes na BNB Chain cresceram, sustentando o market cap acima do XRP mesmo em correções de mercado.

Análise Técnica do XRP e Caminho para Recuperação

No gráfico de 4 horas do XRP, o preço se mantém acima da 50-EMA, mas abaixo das 100-EMA e 200-EMA, indicando fragilidade no uptrend. O RSI declina levemente, sugerindo acúmulo de pressão vendedora, embora o MACD permaneça positivo, com momentum altista enfraquecido. Um fechamento diário acima da 100-EMA (próximo de US$ 2,20) poderia mirar a 200-EMA em US$ 2,30.

Caso contrário, reteste de US$ 2,00 é provável. Para recuperar o momentum e o 4º lugar, o XRP precisa de influxos sustentados em ETFs e aumento no open interest de derivativos, contrabalançando vendas de varejo. Indicadores mistos colocam touros em teste decisivo.

Implicações para Portfólios Brasileiros

Para investidores brasileiros atentos a rankings, essa batalha pelo 4º lugar enfatiza monitorar market cap, supply dynamics e níveis técnicos. O BNB exemplifica como deflação e utility impulsionam posições, enquanto o XRP depende de ETFs e adoção institucional. Com o Bitcoin em R$ 513 mil, altcoins como esses competem ferozmente.

Os dados sugerem consolidação temporária no XRP, com potencial rali se ETFs persistirem. Portfólios diversificados devem pesar riscos de volatilidade e observar volumes para reposicionamentos estratégicos.


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Janela geométrica estreita se fechando com '70%' bold e luz dourada escapando, simbolizando rallys de altcoins 70% mais curtos em 2026

Janela Estreita: Rallys de Altcoins 70% Mais Curtos em 2026

Os rallys de altcoins estão dramaticamente mais curtos, caindo de cerca de 60 dias em 2024 para apenas 19-20 dias em 2025, segundo relatório da Wintermute. Essa redução de 70% reflete a migração de capital para Bitcoin e Ethereum, onde a liquidez é maior. Traders enfrentam janelas de oportunidade estreitas, com movimentos intensos, mas efêmeros, alertando para o fim do hype especulativo em tokens menores.


Dados da Wintermute: Rallys Efêmeros em 2025

O relatório da market maker Wintermute sobre mercados OTC de ativos digitais em 2025 pinta um quadro cético para altcoins. Os rallys, antes sustentados por narrativas amplas, agora duram em média 19 dias, contra os 60 dias de 2024. Essa contração deve-se a fluxos de mercado mais apertados, com capital retornando rapidamente aos grandes nomes.

Um gatilho chave foi a deleveraging em outubro de 2025, que reduziu o open interest em contratos futuros de altcoins em cerca de 55%. Mesas de negociação relatam menor liquidez, tornando difícil sustentar ganhos além de poucas semanas. Movimentos que antes eram multimensais viraram explosões curtas, seguidas de retrações rápidas.

Institucionais, via ETFs e canais dedicados, concentram fluxos em BTC e ETH, priorizando ativos com execução sem impacto drástico nos preços. Essa dinâmica sugere uma maturação do mercado, mas pune especuladores de altseason prolongada.

Colapso em Massa: 11,6 Milhões de Tokens Zerados

Complementando o cenário, 11,6 milhões de tokens zeraram em 2025, representando 86,3% do total desde 2021, com 7,7 milhões só no quarto trimestre. Isso eleva para 53,2% a fatia de criptomoedas historicamente sem valor, expondo a fragilidade de shitcoins e memecoins.

Plataformas como Solana facilitaram lançamentos baratos, mas o ciclo de hype — impulsionado por FOMO, whales e narrativas virais — leva ao inevitável colapso. Projetos sem tokenomics sólidos ou utilidade real evaporam, arrastando bilhões em capital perdido. Essa depuração reforça a migração para ativos maduros.

Para brasileiros, expostos a volatilidade, esses números são um alerta: especulação pura é roleta-russa, enquanto BTC como reserva de valor ganha tração.

Por Trás da Mudança: Liquidez e Institucionais

A concentração de liquidez explica o encurtamento dos rallys. Traders descrevem movimentos como “hair-trigger”: subidas rápidas em memecoins ou temas de exchange, mas queimam sem sustentação. Bandas de liquidez apertaram, com stops acionados mais cedo.

Fluxos institucionais priorizam o “top tier”, onde ordens executam sem slippage excessivo. Narrativas amplas deram lugar a táticas curtas, sem momentum duradouro. A capitalização total de mercado em US$ 3,22 trilhões reflete essa polarização.

Em 2026, sem retail renovado, suporte institucional a menores e macro calmo, os padrões persistem. A institucionalização acelera a autocorreção, punindo o excesso de risco.

Lições Céticas para Traders em 2026

Não caia na falácia do sobrevivente: sucessos raros como DOGE ofuscam milhões de falhas. A “morte das altcoins” pode ser hiperbólica, mas os dados gritam cautela. Monitore TVL, volume orgânico e fundamentos; diversifique em BTC/ETH/DeFi comprovado.

A janela estreita exige timing preciso — entrar cedo, sair rápido. 2026 testa se o hype resiste ou se a maturidade prevalece. Proteja o capital: o risco real é perda total em buscas por unicórnios.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Estrutura isométrica com fluxo dourado rotacionando para torres Dash e ICP com 21% e 30%, sinalizando rotação de capital para altcoins

Dash e ICP Disparam: Rotação para Altcoins Old School?

Enquanto o Bitcoin lateraliza em torno de US$ 96 mil após falhar em romper os US$ 100 mil, altcoins como Dash (+21% em 24h para US$ 74,9) e ICP (+30-36%) disparam, superando Zcash e Monero. A integração do Dash com a Alchemy Pay, permitindo compras com fiat em 173 países, impulsiona o rali junto a posições alavancadas. Isso sugere uma possível rotação de capital para ativos ‘old school’ em meio à consolidação do BTC.


Impulso do Dash: Integração e Leverage

O Dash registrou alta de 21% nas últimas 24 horas, alcançando US$ 74,9 e superando concorrentes de privacidade como Zcash (+9,9%) e Monero (+3,9%). Dados da Coinglass indicam interesse aberto de US$ 155 milhões e volume de futuros de US$ 3,58 bilhões, evidenciando forte atividade alavancada em exchanges globais.

A chave do momentum é a recente integração com Alchemy Pay, que oferece on-ramps fiat em mais de 300 canais de pagamento e 50 moedas, abrangendo 173 países. Essa expansão melhora a acessibilidade do Dash como ‘dinheiro digital rápido e acessível’, reacendendo o narrative de privacidade coins em um mercado fino.

Análise técnica mostra breakout acima de resistências de meses, com higher highs e higher lows, transformando US$ 40-50 em suporte. Analistas como CryptoRand destacam o ‘inflow massivo’ como o maior em dois anos.

ICP em Alta: Atualização de Tokenomics

O Internet Computer (ICP) lidera ganhos no Top 100 com +30%, impulsionado por uma atualização de tokenomics que reduzirá a inflação em 70% até o fim de 2026. Essa medida fortalece os fundamentos da rede, atraindo capital para infraestrutura blockchain escalável.

Enquanto majors como ETH e SOL mostram fraqueza relativa, o ICP/BTC em ascensão indica força relativa. Volumes em DEXs e perpetuais no ecossistema Dash/ICP também crescem, com DefiLlama reportando US$ 41,31 bilhões em volume de perpetuais e US$ 13,45 bilhões em DEX para Dash.

Para investidores brasileiros, esses movimentos oferecem diversificação oportunista, especialmente com BTC em R$ 513.892 (-1,66% 24h), segundo o Cointrader Monitor.

Rotação de Capital: Sinais de Altseason?

A rotação de liquidez ocorre quando BTC consolida, fluindo para alts com narrativas fortes como privacidade (Dash) e escalabilidade (ICP). Historicamente, paridades Alt/BTC em alta precedem altseasons, mas dados on-chain mostram varejo ausente no BTC, sustentado por grandes players.

Fatores como short squeeze de US$ 700 milhões no BTC e influxos de US$ 843 milhões em ETFs adicionam volatilidade. Reguladores em Dubai avançam regras crypto, potencializando privacidade coins. No Brasil, com volume 24h de 233 BTC, o mercado local reflete otimismo moderado.

É provável que, se BTC não romper US$ 100k, esses ativos continuem atraindo fluxo, mas fragilidade on-chain exige cautela.

Perspectivas e Ações para Investidores

O rali do Dash pode sustentar se mantiver suporte em meados dos US$ 40, mirando supply zones superiores. ICP beneficia de tokenomics deflacionários, posicionando-o para ganhos sustentados. Investidores devem monitorar paridades BTC/Alt, volumes retail e absorção de oferta BTC.

Para brasileiros, oportunidades em exchanges locais surgem, mas priorize gerenciamento de risco em cenários voláteis. Dados sugerem movimento oportunista curto-prazo em ‘old school’ alts enquanto BTC pausa.


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Personagens cartoon BNB e XRP disputando quarto degrau de pódio digital, BNB ultrapassando XRP no ranking de market cap de altcoins

XRP Perde 4.º Lugar no Ranking: BNB Reassume Liderança

O XRP registrou queda de 3% nas últimas 24 horas, perdendo o quarto lugar no ranking global de capitalização de mercado para o BNB. Apesar do recente rali, o ativo da Ripple agora negocia em torno de US$ 2,09, com market cap de aproximadamente US$ 127 bilhões, inferior ao do token da Binance. Essa mudança reflete a volatilidade das altcoins em um mercado onde o Bitcoin domina acima de US$ 96 mil, testando a resiliência dos touros do XRP em meio a resistências técnicas e dinâmicas de supply.


Mudança no Ranking de Capitalização

A perda do quarto lugar pelo XRP ocorre em um contexto de correção após um rali recente, conforme dados de mercado. O BNB, nativo da rede BNB Chain e ecossistema da Binance, reassumiu a posição graças a uma combinação de fatores, incluindo seu mecanismo de burn periódico de tokens, que reduz a oferta circulante e potencializa valorizações. Esse processo, executado trimestralmente pela Binance, remove bilhões em BNB do mercado, contrastando com a fase de consolidação do XRP em torno de US$ 2,20.

Enquanto o XRP enfrenta pressão vendedora, o BNB se beneficia de maior utilidade em DeFi, trading e NFTs na BNB Chain. Os dados indicam que o market cap do BNB superou o do XRP, com o token negociando a US$ 941,35. Essa inversão destaca como mecanismos deflacionários como o burn podem impulsionar rankings em períodos de consolidação geral das altcoins.

Análise Técnica do XRP

No gráfico de 4 horas, o XRP mantém suporte acima da 50-EMA, mas opera abaixo das 100-EMA e 200-EMA, sinalizando fragilidade no uptrend. O RSI mostra declínio leve, sugerindo acúmulo de pressão de venda, enquanto o MACD permanece positivo acima da linha de sinal, indicando momentum altista intacto, porém enfraquecido.

Um fechamento diário acima da 100-EMA poderia direcionar o preço rumo à 200-EMA, em torno de US$ 2,30. Caso contrário, um reteste de suportes em US$ 2,00 é provável. Esses indicadores mistos colocam os touros do XRP em um teste decisivo, especialmente após o pico de interesse aberto em 6 de janeiro.

Influxos em ETFs e Atividade de Derivativos

Apesar da queda, os ETFs spot de XRP nos EUA registram influxos consistentes desde o lançamento em novembro, com apenas um dia de outflow. Os ativos sob gestão continuam expandindo, refletindo demanda institucional resiliente. O open interest em derivativos subiu modestamente na semana, embora abaixo do pico recente, conforme dados da CoinGlass.

Essa dinâmica sugere que a correção atual pode ser temporária, com compradores institucionais contrabalançando a realização de lucros por traders de varejo. No entanto, a persistência abaixo das EMAs superiores pode atrair mais vendas, ampliando a dominância do BNB.

Implicações para Investidores Brasileiros

Para o mercado brasileiro, essa reviravolta reforça a importância de monitorar métricas como market cap e supply dynamics. O burn do BNB exemplifica como utility e deflação impactam rankings, enquanto o XRP depende de catalisadores regulatórios e adoção em pagamentos cross-border. Investidores devem observar volumes e níveis técnicos para posicionamentos, em um cenário onde altcoins competem ferozmente pelo quarto lugar.

Os dados sugerem que a consolidação do XRP pode evoluir para novo rali se os ETFs continuarem fortes, mas o avanço do BNB indica preferência por ecossistemas integrados como a Binance.


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Barreira digital '100K' vazando energia dourada para prismas cyan e roxo de ICP e Dash, ilustrando rotação de capital para altseason

Dash e ICP Disparam: Rotação de Capital para Altcoins?

O Bitcoin falhou em romper os US$ 100 mil, recuando para cerca de US$ 96 mil após pico em US$ 98 mil. Apesar de influxos recordes em ETFs (US$ 843 milhões) e short squeeze de US$ 700 milhões, dados on-chain alertam para fragilidade. Nesse cenário, altcoins como ICP (+30%) e Dash (+40%) disparam, sinalizando possível rotação de capital para ativos alternativos.


Bitcoin Enfrenta Resistência Histórica

O avanço do Bitcoin para os US$ 100 mil foi impulsionado por um massivo short squeeze, com liquidações superiores a US$ 700 milhões. No entanto, o preço estagnou em uma zona de oferta significativa, conforme análise da Glassnode. Detentores de longo prazo podem vender, exigindo absorção pelo mercado antes de qualquer continuação da alta.

Dados da CryptoQuant revelam ausência de suporte retail: carteiras com menos de US$ 10 mil mostram demanda negativa nos últimos 30 dias. O rali é sustentado principalmente por grandes investidores, o que aumenta o risco de correções. Fatores políticos, como o adiamento do CLARITY Act e a decisão sobre tarifas de Trump, adicionam volatilidade.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 520.685 (+2,14% em 24h), reflete otimismo moderado no Brasil.

ICP e Dash Lideram Ganhos em Altcoins

O Internet Computer (ICP) lidera o Top 100 com alta de 30%, impulsionado por atualização de tokenomics que reduzirá a inflação em 70% até o fim de 2026. Essa medida fortalece fundamentos, atraindo capital para infraestrutura blockchain.

Já o Dash, veterano das criptos, avança 40% e flerta com o retorno ao Top 100. O privacy narrative reacende, beneficiando Dash ao lado de ZEC e XMR. Esses movimentos ocorrem enquanto majors como ETH e SOL mostram fraqueza relativa.

O Que é Rotação de Liquidez?

A rotação de capital descreve o fluxo de investimentos de Bitcoin para altcoins quando o BTC entra em consolidação. Gráficos de paridade Alt/BTC, foco da análise de Marina Mendes, mostram sinais iniciais de força relativa: ICP/BTC e DASH/BTC em ascensão, sugerindo sustentabilidade se o BTC não romper resistência.

Historicamente, essa dinâmica precede altseasons, onde alts superam BTC. No entanto, dados on-chain indicam fragilidade; varejo ausente pode limitar o ciclo. Investidores devem monitorar influxos ETF e suporte em US$ 95k para BTC.

Implicações e Próximos Passos

Se o Bitcoin estagnar abaixo de US$ 100k, altcoins como ICP e Dash podem assumir o palco principal. Para brasileiros, a rotação oferece oportunidades em exchanges locais, mas com cautela ante volatilidade. Análise de paridade sugere movimento sustentável curto-prazo, mas confirmação virá com volume retail.

Vale acompanhar atualizações tokenomics de ICP e privacy coins. O mercado testa resiliência: absorção de oferta BTC decidirá se altseason decola ou corrige.


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Executivos cartoon e personagem Chainlink tocando sino da NYSE com seta verde '5%', celebrando lançamento de ETF e alta do LINK

Chainlink na NYSE: Bitwise Lança ETF e LINK Dispara 5%

A Bitwise Asset Management lançou nesta quarta-feira (14) o Bitwise Chainlink ETF na NYSE Arca, tornando-se o segundo fundo à vista baseado em Chainlink (LINK) negociado nos Estados Unidos. O token reagiu com uma alta de 5,1% nas últimas 24 horas, atingindo US$ 14,33 — a máxima do mês. Esse movimento sinaliza a crescente institucionalização das altcoins, seguindo o caminho aberto por Bitcoin e Ethereum.


Detalhes do Lançamento da Bitwise

A Bitwise, gestora de ativos especializada em criptomoedas e pioneira em ETFs como os de Bitcoin e Ethereum spot, agora traz acessibilidade institucional para o ecossistema Chainlink. O fundo, negociado sob o ticker CLNK, oferece taxa zero nos primeiros três meses sobre os US$ 500 milhões iniciais em ativos sob gestão. Após o período promocional, a taxa anual será de 0,34%, ligeiramente mais competitiva que concorrentes.

Segundo Matt Hougan, diretor de investimentos da Bitwise, a Chainlink fornece a infraestrutura essencial de oráculos, conectando blockchains a dados do mundo real. Essa ponte é vital para a gestão de riscos e decisões financeiras na economia on-chain, impulsionando a adoção em massa.

O otimismo é compartilhado pelo CEO Hunter Horsley, que destaca o domínio da Chainlink em sua categoria há oito anos, construindo a infraestrutura de bastidores para omnipresença das blockchains.

Contexto dos ETFs de Chainlink

O CLNK é o segundo ETF spot de LINK nos EUA, seguindo o Grayscale Chainlink Trust ETF (GLNK), lançado em dezembro após conversão de um trust fechado criado em 2021. O GLNK já acumula US$ 87 milhões em AUM e cobra 0,35% de taxa.

Na Europa, produtos semelhantes existem há anos: o 21Shares Chainlink ETP desde janeiro de 2022 e o Global X Chainlink ETP desde março de 2023. Esses lançamentos demonstram maturidade crescente, com o mercado americano agora acelerando a tendência.

Para investidores brasileiros, esses ETFs representam uma forma regulada e eficiente de exposição a LINK, sem necessidade de custódia direta em exchanges.

Por Que o ETF de LINK é Diferencial para Oráculos

Chainlink é a rede descentralizada líder de oráculos, conectando smart contracts a dados off-chain confiáveis. Compatível com mais de 70 blockchains, incluindo Ethereum, Avalanche, Polygon e BNB Chain, suporta 1.600 projetos em 2025. Essa ubiquidade torna LINK indispensável para DeFi, tokenização de ativos reais e aplicações financeiras descentralizadas.

O ETF valida o papel crítico dos oráculos na maturidade das blockchains. Com BTC e ETH já estabelecidos via ETFs, Chainlink surge como o próximo pilar institucional, atraindo capital de Wall Street para infraestrutura essencial, não especulativa.

Essa institucionalização pode catalisar upgrades na rede, como maior escalabilidade e integrações com IA, ampliando o total value locked (TVL) em protocolos dependentes de Chainlink.

Próximos Passos e a Próxima Altcoin

O disparo de LINK reflete confiança no potencial de longo prazo. Investidores bullish veem espaço para novas máximas, especialmente com inflows em ETFs e adoção crescente. Qual será a próxima altcoin a ganhar ETF? Candidatos como Solana (velocidade), Render (computação distribuída) ou até memecoins maduros podem seguir, acelerando o ciclo de valorização das altcoins.

Vale monitorar volumes no CLNK e GLNK, além de aprovações regulatórias para medir o apetite institucional.


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Raio dourado rasgando rede vermelha de shorts liquidados com cristal 96K no ápice, simbolizando explosão altista do Bitcoin

Bitcoin Atinge US$ 96 Mil: US$ 500 Milhões em Shorts Liquidados

O Bitcoin atingiu US$ 96.240, sua maior cotação em dois meses, nesta terça-feira (13), desencadeando mais de US$ 500 milhões em liquidações de posições short em apenas quatro horas. A quebra da resistência em US$ 94.500, após três tentativas fracassadas, foi amplificada por um short squeeze clássico, onde traders forçados a cobrir apostas contra o BTC impulsionaram o rali. Quem apostou na queda pagou caro, enquanto altcoins superaram o rei das criptos.


Breakout Após Consolidação Prolongada

O Bitcoin rompeu a faixa de resistência entre US$ 93.000 e US$ 94.000, que o continha há cerca de 57 dias — equivalente a 114 candles de 12 horas no gráfico TradingView. Essa consolidação criou uma ‘câmara de pressão’, acumulando liquidez e ordens de stop-loss em ambos os lados. Quando o preço escapou para cima, o movimento se acelerou, atingindo picos de US$ 96.250 antes de uma leve correção para perto de US$ 95.360.

Essa dinâmica não foi puramente orgânica: dados da CoinDesk mostram que o open interest de futuros de BTC caiu de US$ 31,5 bilhões para US$ 30,6 bilhões, sinalizando cobertura agressiva de shorts e compras no spot. No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 510.794, com alta de 3,25% em 24 horas e volume de 318 BTC.

Liquidações de Shorts: O Catalisador do Rali

As liquidações de mais de US$ 500 milhões em posições vendidas ocorreram majoritariamente em derivativos, conforme Coinglass. Na janela de 12 horas analisada pela AMBCrypto, short liquidations somaram quase US$ 250 milhões, enquanto longs foram mínimos. Esse desequilíbrio reflete apostas pesadas contra o BTC após semanas de lateralização.

Traders bearish posicionaram-se esperando que a resistência segurasse, mas a quebra triggerou margin calls e compras forçadas, criando um loop de feedback que elevou o preço. Analistas destacam que condições de ‘sobreventa’ pós-outubro (com cascata de US$ 19 bilhões em liquidações) prepararam o terreno para esse rebote, punindo os céticos.

Altcoins Disparam e Dominância Cai

Enquanto o BTC liderava, altcoins roubaram os holofotes: DASH atingiu o maior nível desde 2021 em volume significativo, OP subiu 18,5%, TIA e PENGU +14%. O CoinDesk 80 Index (ex-BTC) avançou 8%, superando o CD20 em 6,35%. A dominância do Bitcoin caiu de 59,3% para 58,6%.

Índices de RSI sugerem que o mercado pode estar esticado, mas o otimismo renovado pós-correção indica apetite por risco. Para brasileiros, essa volatilidade reforça a importância de monitorar exchanges locais, onde o volume 24h reflete o movimento global.

Suportes, Resistências e Próximos Passos

O novo suporte técnico situa-se em US$ 94.500-US$ 93.000, com resistência em US$ 96.000-US$ 98.000 — antigo suporte de junho-novembro. Manter acima de US$ 94.500 pode abrir caminho para US$ 99.000; falha nisso arrisca recuo a US$ 85.000-94.500. O fear & greed index em ‘extreme fear’ recente favorece compras em dips.

Dados objetivos apontam para volatilidade extrema retornando: volumes de liquidação e queda no open interest confirmam o short squeeze. Investidores devem observar esses níveis para posicionamentos acionáveis.


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Onda de energia roxa-cyan com DASH explodindo 61% na crista e baleias coletando XRP, liderando rali de privacidade e altseason

DASH Explode 61% e Lidera Rali de Privacidade; Whales em XRP

Dash no topo e baleias de XRP em movimento: as altcoins estão roubando a cena do Bitcoin? O token de privacidade DASH explodiu 61% em horas, de US$ 39 para US$ 69, liquidando US$ 4,9 milhões em posições vendidas e elevando o open interest em 150%. Paralelamente, detentores de longo prazo acumularam 720 milhões de XRP em três dias, sinalizando possível pump. Esses fluxos on-chain questionam se estamos no limiar de uma altseason.


Surto do DASH: Short Squeeze e Catalisadores

O DASH registrou um rally impressionante nesta terça-feira, 13 de janeiro de 2026, subindo até 61% em poucas horas. De uma base de US$ 39,21, o preço alcançou US$ 69,22, formando uma vela verde massiva no gráfico diário. Esse movimento gerou a liquidação de US$ 4,9 milhões em shorts, contra apenas US$ 1,74 milhão em longs, caracterizando um clássico short squeeze. O volume no mercado de derivativos explodiu 2.333%, enquanto o open interest saltou 150% para US$ 131,22 milhões.

Análise técnica confirma o breakout acima das médias móveis de 50 e 200 dias (US$ 44,99 e US$ 38,99), conforme destacado em avaliação chartista. Suporte chave agora em US$ 44-49, com resistência em US$ 68. Catalisadores incluem parceria com Alchemy Pay para on-ramps fiat em 173 países, novas listagens em exchanges e rotação de capital de Monero, que atingiu nova máxima histórica. No momento da escrita, DASH negociava a US$ 60, com market cap de cerca de US$ 816 milhões.

Acumulação Massiva de XRP por Baleias

Enquanto o DASH liderava privacy coins, baleias de XRP entraram em ação. De 9 a 11 de janeiro, detentores de longo prazo compraram 720 milhões de tokens, com 242,7 milhões só no dia 11. Esse fluxo reverte três meses de vendas consistentes, ocorrendo sem catalisadores noticiosos majoritários. O preço se manteve estável entre US$ 2,03 e US$ 2,28 na semana, agora em US$ 2,06, com volume de US$ 3 bilhões em 24h.

Padrões chartistas reminiscentes de 2017 surgem: consolidação lateral, dip abaixo de suporte e breakout posterior. Stochastic RSI resetou, similar ao ciclo passado, com suporte em 13-meses em US$ 2,04 e resistência em US$ 2,10. Inflows de ETFs e redução de oferta em exchanges sustentam o trend maior, apesar da queda de 13% semanal.

Indicadores de Altseason no Horizonte?

Os dados on-chain pintam um quadro de rotação agressiva para altcoins. O surto do DASH, impulsionado por liquidações e desenvolvimentos ecossistêmicos, coincide com acumulação de baleias em XRP, sugerindo capital fluindo para narrativas de privacidade e utilidade estabelecida. Privacy coins como Monero e Zcash também ganham tração, enquanto Bitcoin oscila em consolidação.

Métricas como volume de derivativos +2.333% no DASH e compras de 720M XRP indicam momentum altista. Historicamente, tais fluxos precedem altseasons, onde altcoins superam BTC. No entanto, volatilidade extrema no DASH (alta recente de 39-68 USD) alerta para possíveis correções. Suportes críticos: DASH US$ 44, XRP US$ 2,04. Um breakout sustentado acima de resistências poderia confirmar a tese.

O Que Monitorar Agora

Investidores devem rastrear open interest e liquidações no DASH para sinal de continuação, além de volume on-chain em XRP. Indicadores como Stochastic RSI e médias móveis serão chave. Rotação de capital de BTC para alts, somada a listagens e parcerias, reforça o case bullish. Ainda assim, o mercado cripto permanece volátil: dados sugerem otimismo, mas sem garantias de rally prolongado. Fique atento a próximos catalisadores macro.


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Portões de fortaleza digital abrindo liberando fluxo vermelho intenso de 1.7B, simbolizando desbloqueios de tokens pressionando mercado de altcoins

Desbloqueios de US$ 1,7 bilhão Pressionam Mercado Esta Semana

US$ 1,7 bilhão em tokens serão liberados esta semana, de 12 a 19 de janeiro, podendo pressionar os preços no mercado cripto. Liderados por ONDO com US$ 772 milhões (57% da oferta ajustada) e TRUMP com US$ 299 milhões (13%), esses cliff unlocks e liberações lineares testam a resiliência das altcoins. Traders devem se preparar para volatilidade, conforme análise de mercado atual.


Desbloqueios Cliff: ONDO e TRUMP no Centro das Atenções

Os cliff unlocks, liberações únicas e massivas, totalizam US$ 1,18 bilhão. A ONDO solta 1,94 bilhão de tokens avaliados em US$ 772,42 milhões, representando 57,23% de sua oferta liberada ajustada. Já o TRUMP, token temático político na Solana, libera 55,1 milhões de tokens por US$ 299,17 milhões, ou 13,30% da oferta.

Outros destaques incluem CONX (US$ 20,59M, 1,59%), ARB (US$ 19,56M, 1,68%), DBR (US$ 11,52M, 14,81%), STRK (US$ 10,33M) e SEI (US$ 9,15M). Esses volumes elevados aumentam a oferta circulante abruptamente, frequentemente levando a vendas por investidores iniciais que buscam liquidez.

Liberações Lineares Reforçam a Pressão

Além dos cliffs, liberações lineares diárias somam US$ 530 milhões. RAIN lidera com US$ 84,13 milhões (2,77% da circulante), seguido por SOL (US$ 67,14 milhões, 0,09%), mais TRUMP novamente, WLD (US$ 21,13 milhões), RIVER (US$ 21,02 milhões), DOGE (US$ 13,42 milhões) e AVAX (US$ 9,57 milhões).

Essas liberações graduais, embora menos impactantes que cliffs, acumulam pressão ao longo da semana. Projetos com baixa liquidez ou alta concentração em holders iniciais sofrem mais, como visto em quedas recentes de 5-7% pós-unlocks.

Impacto Histórico e Riscos Atuais

Historicamente, desbloqueios pressionaram altcoins como APT, AVAX e ARB em 2025, com quedas prolongadas durante consolidações de mercado. Em 2026, com dominância do Bitcoin em 58% e volumes recordes acima de US$ 150 bilhões, o cenário é frágil. Analistas alertam para rotações seletivas em majors, não euforia ampla.

Riscos incluem sell pressure de 10-30% em tokens menores, especialmente TRUMP, que caiu de US$ 75 para US$ 5,41 pós-hype. Fatores geopolíticos e ETF outflows amplificam a volatilidade.

Estratégias Protetoras para Traders

Para mitigar riscos, monitore volumes e on-chain data em plataformas como Tokenomist. Reduza exposição em tokens com unlocks acima de 10% da oferta, configure stop-loss abaixo de suportes chave e priorize ativos com demanda institucional forte. Evite FOMO em dips iniciais – muitos rebounds ocorrem semanas após absorção da oferta. Vale diversificar para stablecoins ou majors durante picos de supply.

Embora projetos sólidos se recuperem, a cautela é essencial: desbloqueios testam fundamentos reais.


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Formação low-poly de falling wedge se rompendo com explosão dourada e verde, simbolizando breakout bullish de 112% no GMT

GMT Rompe Falling Wedge: Alta de 112% à Vista?

O token GMT pode estar pronto para explodir 112%, conforme análise técnica recente no gráfico diário (1D) do par GMTUSDT na Binance. O preço atual em torno de US$ 0,02143 rompeu o padrão falling wedge, sinalizando reversão bullish após downtrend prolongado. O alvo projetado é US$ 0,030-0,031, alinhado à zona de resistência anterior. Traders atentos: setup acionável à vista?


O Que é o Padrão Falling Wedge

O padrão falling wedge é uma formação gráfica de reversão bullish comum em análises técnicas. Caracteriza-se por uma série de máximas e mínimas descendentes convergentes, formando um triângulo descendente estreito. Diferente do falling triangle, que é bearish, o wedge indica pressão vendedora enfraquecendo, com compradores ganhando força gradualmente.

No caso do GMTUSDT, o padrão se formou ao longo de semanas no timeframe 1D. O rompimento ocorreu quando o preço superou a trendline descendente de resistência superior, com volume confirmando a quebra. Essa estrutura sugere que o momentum baixista está esgotado, abrindo caminho para alta. Analistas medem a altura inicial do wedge para projetar o target, adicionando-a ao ponto de breakout.

Importante: confirmação requer hold acima da zona de breakout, tipicamente entre US$ 0,021 e US$ 0,022, evitando falsos rompimentos.

Detalhes Técnicos do Setup em GMT

Atualmente cotado em US$ 0,02143, o GMT demonstrou força de follow-through pós-rompimento. A trendline descendente foi rompida com convicção, indicando controle comprador. O target de 112,84% deriva da altura do wedge, apontando para US$ 0,03060, coincidindo com resistência histórica na faixa US$ 0,030-0,031.

Suportes chave: US$ 0,020 (base do wedge) e US$ 0,018 (próxima zona de demanda). Resistências: US$ 0,025 intermediária, antes do alvo principal. Indicadores como RSI mostram divergência bullish, saindo de sobrevenda, reforçando o viés positivo. No par GMTUSDT da Binance, o volume cresceu no breakout, validando a estrutura.

Dados da Binance confirmam liquidez adequada para o movimento, com spreads apertados ideais para traders.

Setup Acionável para Traders de Altcoins

Para posicionar: entrada long acima de US$ 0,022 (confirmação breakout), com stop loss abaixo de US$ 0,020 (risk-reward 1:3+). Target parcial em US$ 0,025 (50% da projeção), full em US$ 0,030. Gerencie risco em 1-2% do capital por trade, conforme dica padrão.

Esse setup exemplifica oportunidades em altcoins pós-correção. GMT, ligado a ecossistema STEPN, beneficia de narrativas move-to-earn. Monitore correlação com Bitcoin; alta do BTC impulsiona alts. Traders devem validar com múltiplos timeframes (4H para entrada fina).

Altcoins como GMT oferecem assimetria: downside limitado pelo suporte do wedge, upside explosivo em bull runs.

Contexto e Próximos Passos

No amplo mercado cripto, rompimentos assim sinalizam rodadas altseason. Fique de olho em volume sustentado e ausência de wick inferior forte. Se hold o breakout, probabilidade de atingir target aumenta para 70%+, baseado em stats históricos de wedges.

Monitoramento chave: reteste da trendline como suporte. Negativo se perda abaixo US$ 0,020. Para dados em tempo real, confira o gráfico na Binance via TradingView.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Stack isométrico de camadas digitais elevando-se com luz 2026 e 'POL' na base, simbolizando rally de 83% impulsionado por visão Open Money Stack

POL Avança 15-83%: Visão 2026 Impulsiona Rally

O token POL da Polygon registrou altas de 15% a 83% nas últimas 24 horas e semana, impulsionado pela visão 2026 do CRO Marc Boiron para o Open Money Stack, uma pilha de serviços financeiros onchain interoperáveis. Forte momentum nos gráficos, com rompimento de downtrend longo e recordes de queima e transações. Preço atual em torno de US$ 0,17, enquanto Bitcoin se estabiliza acima de US$ 90 mil.


Visão Estratégica Acelera Momentum

A visão do CEO da Polygon Foundation, Sandeep Nailwal, compartilhada por Boiron, delineia um ecossistema completo para finanças onchain, focado em pagamentos com stablecoins e interoperabilidade. Isso catalisou um rally de 15% em 24h, elevando POL de US$ 0,10 no início de janeiro para US$ 0,15. No acumulado semanal, o ganho supera 30%, conforme atualizações no ecossistema.

Fundamentals reforçam: recorde de 3 milhões de POL queimados em 5 de janeiro, maior volume de receita semanal e 1,4 bilhão de transações em 2025. Polygon lidera altcoins com momentum similar ao rally de Solana, posicionando-se como infraestrutura para pagamentos institucionais.

Rompimento Técnico de Downtrend Longo

Gráficos confirmam força: POL quebrou canal baixista desde novembro de 2025, com 83% de alta em 9 velas diárias bullish e volume de US$ 950 milhões. MACD bullish, RSI em 79 (sobrecompra no 4H, pullback iminente). Preço testa zona de suprimento em US$ 0,1798-0,1876.

Dados objetivos indicam pullback saudável antes de continuação. Níveis chave: suporte em US$ 0,16 (50% Fibonacci), resistência em US$ 0,20. Segundo o Cointrader Monitor, Bitcoin cotado a R$ 487.493 (-0,23% 24h), com volume de 106 BTC, favorecendo altcoins em consolidação.

Contexto de Mercado e Outperformers

Em meio a BTC calmo acima de US$ 90 mil (+17% diário em POL), ZEC cai 12%, destacando seletividade. Market cap cripto sobe para US$ 3,18 trilhões. ETH abaixo de US$ 3.100, XRP em US$ 2,10.

POL destaca-se por utility: Open Money Stack visa definir próximos 30 anos de money movement em 3 anos. On-chain revenue #1 semanal reforça adoção real, não especulação.

Níveis de Entrada e Próximos Passos

Para traders: entrada em pullback para US$ 0,1500-0,1600 (retracement), stop abaixo US$ 0,1400, targets US$ 0,20 (próxima resistência) e US$ 0,22. Risco/recompensa favorável em estrutura bullish maior. Monitore volume e queimas POL para confirmação.

Dados sugerem potencial de extensão se BTC mantiver suporte. Vale acompanhar execução da visão 2026 para sustentabilidade do rally.


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Personagem cartoon visionário com barba guiando prisma ADA a novo pico de montanha Bitcoin dourada, simbolizando previsão de rally impulsionado por Hoskinson

Hoskinson: Pico do BTC Pode Impulsionar ADA a Novo Rally

Charles Hoskinson, fundador do Cardano, afirmou que o próximo pico do Bitcoin pode desencadear um rally significativo para a ADA, com potencial vazamento de capital para altcoins. A previsão ocorre após ADA registrar alta de 20% no ano e rebound de US$ 0,33-0,35. Em 8 de janeiro, o tesouro do Cardano aprovou alocação de 70 milhões de ADA (~R$ 70 milhões) para integrações com stablecoins e oráculos. ADA a US$ 10? Hoskinson aposta em dinâmica cíclica, conforme reportagem recente.


Previsão de Hoskinson para Bitcoin e Altcoins

Hoskinson projeta que o Bitcoin alcance US$ 250.000 até o fim de 2026, elevando sua capitalização de mercado para cerca de US$ 5 trilhões. Segundo ele, investidores priorizam BTC por sua liquidez e segurança relativa, mas posteriormente rotacionam lucros para ativos de maior risco como ADA. Essa dinâmica de rotação já foi observada em ciclos anteriores.

Atualmente, o BTC negocia próximo a US$ 121.858. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 487.409 no Brasil, com variação de -0,23% nas últimas 24 horas e volume de 103 BTC. Essa força do BTC pode ser o gatilho para altcoins.

Desempenho Recente e Alocação do Tesouro Cardano

A ADA reboundou de uma zona de suporte em US$ 0,33-0,35, saltando mais de 10% em 2 de janeiro. O ativo acumula ganhos de 20% no acumulado do ano, impulsionado por atividade de whales em spot e futuros. Em 8 de janeiro, a governança aprovou a alocação de 70 milhões de ADA do tesouro para suporte a integrações USDC/USDT, oráculos Pyth Network e ferramentas cross-chain.

Essa injeção de recursos reais demonstra compromisso com ecossistema DeFi, potencializando TVL e adoção. Para traders brasileiros, equivale a cerca de R$ 70 milhões em valor de mercado atual, reforçando a tese bullish técnica.

Ciclos Históricos e Níveis de Suporte Críticos

Em 2021, BTC atingiu US$ 68.000, seguido por surtos em altcoins: ETH a US$ 4.950, XRP US$ 3,66 e ADA acima de US$ 3. No entanto, em outubro de 2025, BTC renovou máxima em US$ 126.198, mas nem todos altcoins acompanharam, destacando que rotação nem sempre é uniforme.

Níveis chave para ADA incluem suporte em US$ 0,33-0,35, testado recentemente com sucesso. Resistências próximas podem ser monitoradas em US$ 0,50-0,60. Dados on-chain sugerem acumulação, alinhando com a visão de Hoskinson de vazamento de valor do BTC.

Implicações para Traders e Próximos Passos

Para quem trade ADA com thesis Cardano, o cenário é promissor: catalisadores internos (tesouro) + macro (BTC peak). Liquidez via ETFs, posicionamento de traders e adoção de features serão decisivos. Riscos incluem competição de L1s e condições macro.

Monitore suportes US$ 0,33 e fluxo de BTC. O potencial para ADA testar US$ 10 depende de confirmação do pico BTC, mas dados atuais suportam upside. Invista com cautela, priorizando gerenciamento de risco.


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Cristal Pi Network rachado com 93% na fenda vazando tokens dourados, ilustrando queda de 93% por unlock de 130M tokens

Pi Network Cai 93%: Unlock de 130M Tokens Aumenta Riscos

O token do Pi Network (PI) acumulou uma queda de 93% desde sua máxima histórica de US$ 3, negociado agora em torno de US$ 0,20. Críticas crescem sobre o controle centralizado e a ausência de um mainnet verdadeiramente aberto, enquanto um unlock de 130 milhões de tokens nos próximos 30 dias ameaça mais pressão vendedora. PI é scam ou está morto? Investidores questionam o hype inicial do mobile-mining.


Queda Drástica e Preço Estagnado

O PI mal reagiu ao rali inicial do Bitcoin em 2026, subindo apenas 2% na semana, enquanto o mercado cripto se recuperava. De US$ 3 em fevereiro do ano passado para os atuais US$ 0,20, a desvalorização reflete desconfiança crescente. Analistas apontam que, sem suporte de exchanges de ponta, o token luta para ganhar tração real no ecossistema.

No último dia, quase 1,8 milhão de PI foram transferidos para plataformas centralizadas, elevando o total em exchanges para mais de 425 milhões — com 52% na Gate.io e 148 milhões na Bitget. Esse movimento sugere preparação para vendas, reforçando o viés bearish.

Críticas à Centralização e Falhas Estruturais

O Pi Network, promovido como revolucionário por seu modelo de mineração mobile acessível, enfrenta acusações de centralização excessiva. Usuários reclamam de saldos bloqueados controlados pela equipe central, suprimento opaco e ausência de um "open mainnet" funcional. "É difícil manter otimismo quando faltam fundamentos básicos", alertou um observador no X.

Sem listagens em exchanges tier-1 como Binance ou Coinbase, o PI permanece isolado, incapaz de atrair liquidez institucional. Essa falta de suporte expõe vulnerabilidades típicas de projetos hypados via apps mobile, onde o entusiasmo inicial mascara riscos de governança fraca.

Unlock de Tokens: Pressão Iminente nas Vendas

O cronograma de liberação agrava o cenário: em 8 de janeiro, 5,3 milhões de PI foram desbloqueados, parte dos 130 milhões previstos para os próximos 30 dias — média de 4,36 milhões por dia. Menos agressivo que meses anteriores, mas ainda suficiente para diluir valor em um mercado já saturado.

Com oferta em exchanges crescendo, traders temem um "dump" prolongado. Alguns bulls sonham com rompimento para US$ 0,57 acima de US$ 0,215, mas indicadores on-chain sugerem o contrário, com pouca demanda orgânica.

Lições para Investidores em Altcoins Hypadas

O caso PI serve de alerta para entusiastas de mobile-mining e altcoins prometendo riqueza fácil. Projetos sem transparência, mainnet aberto e suporte de exchanges estabelecidas frequentemente colapsam após o hype. Evite FOMO em tokens com suprimentos inflados e controle centralizado — priorize fundamentos como utilidade real e descentralização.

Vale monitorar se o Pi consegue reverter, mas os dados sugerem mais downside. Diversifique e pesquise além do marketing viral.


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