Baleia cartoon gigante despejando tokens sobre traders em pânico com placa -45% quebrada, representando colapso por vendas e liquidações no token ARC

Token ARC Desaba 45%: Baleia Vende e Gera Liquidações Massivas

O token ARC sofreu uma queda brutal de 44,89% em 24 horas, com o market cap despencando de US$ 131 milhões para US$ 56,65 milhões. O gatilho foi a venda concentrada por uma baleia que descarregou todo seu estoque de ARC, avaliado em cerca de US$ 1,7 milhão, iniciada ontem. Isso desencadeou liquidações de US$ 3,49 milhões em contratos, majoritariamente posições compradas. É um caso clássico de carnificina on-chain que expõe os perigos da baixa liquidez.


A Venda Concentrada da Baleia

De acordo com monitoramento on-chain, uma baleia recebeu um lote significativo de tokens ARC e começou a vender sistematicamente desde ontem. Até o momento da publicação, o endereço havia liquidado toda sua posição. Em um mercado com liquidez limitada, essa pressão vendedora foi suficiente para iniciar um colapso em cascata no preço.

O risco aqui é evidente: altcoins de baixa capitalização são vulneráveis a movimentos de grandes holders. Uma venda coordenada pode evaporar dezenas de por cento do valor em minutos, deixando holders menores presos em posições ilíquidas. Atenção para volumes de venda concentrados em endereços de baleias — eles são sinal de alerta para baixa liquidez.

Liquidações no Mercado de Perpétuos da Lighter

Paralelamente, uma posição alavancada longa massiva no mercado perpétuo de ARC na Lighter resultou em perda de US$ 8,2 milhões para a baleia. O open interest chegou a US$ 50 milhões, com cerca de 600 traders do lado oposto. Quando o preço cedeu por volta das 18h ET de quarta-feira, US$ 2 milhões foram liquidados no order book, e o restante foi absorvido pelo liquidity provider pool (LLP).

A plataforma ativou auto-deleveraging (ADL), limitando perdas dos LPs a apenas US$ 75 mil graças a buckets de risco isolados. Posições vendidas lucrativas foram parcialmente fechadas para gerenciar o unwind. Agora, a Lighter impôs um cap de US$ 40 milhões em open interest para ARC, sinalizando medidas preventivas.

Os Perigos da Baixa Liquidez em Altcoins

Este episódio ilustra perfeitamente o que é baixa liquidez: mercados onde poucos grandes players ditam o preço. US$ 1,7 milhão em vendas spot, somados a explosões de alavancagem, bastaram para derreter 45% do market cap. Em protocolos DeFi como Lighter, a alavancagem amplifica isso, criando espirais de morte — quedas que liquidam posições compradas, pioram liquidez e aceleram o pânico.

É importante considerar: memecoins e altcoins de nicho, como ARC no ecossistema AI, dependem mais de narrativa e momentum que de fundamentos sólidos. Quando baleias rotacionam (este endereço já operou em ai16z), o castelo de cartas desaba. Histórico mostra padrões semelhantes em pumps de AI agents no Solana.

Como Identificar e se Proteger

Para evitar cair em armadilhas assim, monitore ferramentas on-chain como GMGN.ai para atividade de baleias e volumes suspeitos. Verifique liquidez em pools (baixa depth = risco alto). Em perps, avalie open interest elevado versus market cap — sinal de squeeze potencial.

Pergunte-se: esse token tem liquidez para absorver uma venda de 1% do supply sem crash? Se não, prossiga com cautela. Priorize diversificação e evite FOMO em narrativas quentes sem análise de risco. O mercado cripto premia a paciência sobre o ímpeto.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Vórtice vermelho sugando ouro digital sobre linha rachada '65K', simbolizando US$ 3 bi em liquidações e queda do Bitcoin abaixo de US$ 65k

Sangria Cripto: US$ 3 Bi Evaporam em 24h com BTC abaixo de US$ 65k

Os dados da Coinglass registram US$ 3,16 bilhões em liquidações de posições alavancadas nas últimas 24 horas, com 92% concentradas em posições compradas. O rompimento do suporte de US$ 65 mil pelo Bitcoin desencadeou uma cascata de ordens automáticas, afetando 137 mil traders. A maior perda individual, de US$ 61,5 milhões, ocorreu na HTX, sinalizando exaustão entre grandes posições otimistas. O Crypto Fear & Greed Index voltou a 5, nível de "medo extremo".


Magnitude das Liquidações

De acordo com plataformas de monitoramento como Coinglass, o total de liquidações atingiu US$ 3,16 bilhões em 24 horas, dos quais US$ 2,9 bilhões vieram de compradas e apenas US$ 25,6 milhões de vendidas. Bitcoin futures lideraram com US$ 213,6 milhões forçados a fechar, seguido por Ethereum (US$ 113,9 milhões) e Solana (US$ 19,9 milhões). Os dados mostram que 82% das perdas ocorreram em uma janela de 4 horas, coincidindo com a queda do BTC de US$ 68.600 no sábado para US$ 64.300 na segunda-feira.

Esse volume reflete um mercado ainda posicionado para alta, com reloads constantes de alavancagem em rallies curtos. A limpeza remove excesso de leverage, mas expõe vulnerabilidades sistêmicas quando suportes são rompidos.

Caso Emblemático: Whale na HTX

A liquidação de US$ 61,5 milhões em BTC-USDT na HTX destaca a concentração de risco. Essa posição, a maior individual no período, sugere um fundo ou baleia apalancada, não varejo. Outra vítima notável foi Machi Big Brother, com perda parcial em ETH, elevando suas perdas totais para US$ 28,8 milhões, conforme rastreado por Lookonchain.

Tais eventos exemplificam como o mecanismo de liquidação automática amplifica quedas: stop-losses coletivos criam pressão vendedora em cascata, acelerando rompimentos.

Sentimento e Níveis Técnicos Críticos

O Crypto Fear & Greed Index recuou para 5/100, "medo extremo", visto apenas três vezes desde 2018. Glassnode reporta perdas realizadas diárias de US$ 500 milhões por holders recentes, indicando capitulação contínua. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 344.275,81 às 07:09 (variação -2,52% em 24h), equivalente a cerca de US$ 66.500 com dólar a R$ 5,175.

Técnicos apontam US$ 62.000 como suporte imediato; perda dele abre caminho para US$ 60.000 ou US$ 45.000 em cenários de baixa. O BTC está 48% abaixo do pico de outubro (US$ 126.000).

Implicações para Traders

As liquidações purgam alavancagem excessiva, potencialmente estabilizando bases para rebounds, mas o padrão persiste: reloads em bounces punidos por resets. Traders devem monitorar volume24h (217 BTC no Brasil) e net realized losses. Incertezas tarifárias globais (EUA a 15%) adicionam pressão macro. Níveis chave: resistência US$ 71.000 para alívio; suporte US$ 62.000 como linha de defesa final.

Os dados sugerem cautela: 90% das perdas em compradas reforça viés de baixa de curto prazo, mas sem sinal direcional claro.


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Trader cartoon ganancioso caindo de plataforma instável ao empurrar alavanca 25x, simbolizando liquidação e riscos da ganância no trading cripto

Lição de US$ 2,8 mi: Machi Big Brother Liquidado de Novo

Interessante como alguns transformam lições em tradições. O trader Machi Big Brother, aka Huang Licheng, acabou de ser liquidado novamente no Hyperliquid, perdendo US$ 2,88 milhões em posições compradas em ETH e BTC. Total acumulado? Quase US$ 30 milhões em prejuízos. E a reação? Abrir uma nova posição de 25x em 1.700 ETH (R$ 17 mi). Curioso como a primeira resposta à derrota é dobrar a aposta. Quem é você nessa fila da alavancagem? Melhor não descobrir.


A Liquidação que Ninguém Viu Chegar

Com o mercado cripto dando um tombo — BTC abaixo de US$ 65 mil e ETH em torno de US$ 1.870 —, as posições alavancadas de Machi não aguentaram o tranco. No Hyperliquid, suas apostas compradas em ETH e BTC foram varridas por uma liquidação forçada. São US$ 2,88 milhões evaporados em horas, elevando o rombo total para além dos US$ 28,8 milhões. Segundo o Onchain Lens, o cara já injetou milhões e continua no vermelho profundo. É o tipo de operação que faz o resto do mercado lucrar com as liquidações alheias.

Hoje, 23 de fevereiro de 2026, o Bitcoin opera a R$ 344.013 segundo o Cointrader Monitor, com queda de 2,6% em 24h. ETH por volta de R$ 9.952. Nada que justifique 25x, mas quem sou eu para julgar gênios?

Histórico de um ‘Rei das Liquidações’

Machi não é novato nisso. Desde setembro passado, o que começou como flutuações virou um ciclo vicioso: abre posição agressiva, mercado corrige, liquidação, recarrega, repete. São mais de 241 liquidações só no Hyperliquid, com 71 em um mês. Ele chegou a ter US$ 44 milhões em lucro flutuante, coroado ‘rei dos contratos on-chain’. Mas o mercado tem memória curta — e apetite voraz por garantias. Passados 4 meses: US$ 13,16 milhões depositados, quase tudo perdido. Até usou fundos antigos do PleasrDAO para tapar o buraco. É fascinante como a confiança vira teimosia.

Nova Aposta: 25x em ETH, Porque Por Que Não?

Logo após o zero na conta, boom: nova posição comprada de 25x em 1.700-2.150 ETH, nominal US$ 3,19-3,97 milhões. No Hyperliquid, plataforma de perpétuos descentralizados, isso é como entrar num cassino e pedir o limite máximo na roleta. O vício? Alavancagem extrema amplifica ganhos — e perdas. Uma oscilação de 4% contra e adeus margem. Machi parece ver o mercado como um jogo onde a próxima mão vira tudo. Spoiler: estatisticamente, vira pro house — ou pros liquidadores.

Perigos da Alavancagem e o Vício Descentralizado

Essa saga é um espelho desconfortável pro ecossistema. Plataformas como Hyperliquid viraram cassinos on-chain, com liquidações virando esporte. Para o trader médio, 25x é suicídio: volatilidade cripto é selvagem, e stops nem sempre salvam. A lição? Gerencie risco como se sua conta dependesse disso — porque depende. Machi perdeu uma fortuna, mas alguém ganhou com suas liquidações. Pergunte: você quer ser o aluno ou o exemplo? Alavancagem é ferramenta, não muleta. Use com parcimônia, ou vire meme eterno.


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Cadinho purificando metal dourado com 28% gravado no lingote emergente, simbolizando desalavancagem de 28% fortalecendo o mercado Bitcoin

Reset Saudável: Bitcoin Remove 28% da Alavancagem e Fortalece Mercado

O mercado de derivativos do Bitcoin na Binance registrou uma redução de 28,5% na alavancagem, medida pelo Estimated Leverage Ratio (ELR), caindo de 0,1980 para 0,1414 após a queda de preço no início de fevereiro. Paralelamente, os funding rates em CEX e DEX indicam que o sentimento de baixa está diminuindo, apesar da oscilação atual em torno de US$ 67.950. Os dados sugerem um reset saudável, com menor risco de liquidações em cascata e estrutura de mercado mais resiliente para investidores de médio prazo.


O Conceito de Desalavancagem no Mercado de Bitcoin

A desalavancagem ocorre quando posições alavancadas excessivas são liquidadas, geralmente após movimentos adversos de preço. No caso do Bitcoin, a alta alavancagem prévia — com ELR acima de 0,19 — indicava risco elevado de volatilidade amplificada. Valores altos no ELR refletem open interest elevado em relação às reservas da exchange, tornando pequenas oscilações capazes de disparar liquidações em cadeia.

Os dados mostram que essa limpeza removeu o excesso de especulação, deixando o mercado com posições mais sustentáveis. Segundo análise on-chain, essa redução de 28,5% no ELR alivia a pressão sobre o preço, pois diminui a probabilidade de cascades de liquidação. Para traders, isso significa um ambiente técnico menos frágil, embora ainda dependente de demanda orgânica no spot market para reconstruir momentum altista.

Em contextos históricos, eventos semelhantes precederam consolidações estáveis, com o mercado se fortalecendo após a remoção de leverage tóxico. No entanto, os números atuais apontam para neutralidade restaurada, não para euforia imediata.

Evolução do Estimated Leverage Ratio (ELR) na Binance

O ELR, calculado como a razão entre open interest e reservas da exchange, atingiu 0,1980 no final de janeiro, sinalizando superaquecimento. Após a correção de preço para mínimas não vistas desde novembro de 2024, o indicador ajustou-se para 0,1414 — uma queda precisa de 28,5%. Esse nível é considerado normal, alinhado a períodos de menor risco especulativo.

Gráficos on-chain confirmam que a liquidação afetou principalmente posições compradas superalavancadas, fechadas pela queda. Isso equilibra a estrutura de mercado, reduzindo a sensibilidade a choques de preço. Investidores de médio prazo podem observar esse dado como proxy de estabilidade: ELR abaixo de 0,15 historicamente correlaciona com menor volatilidade intradiária no Bitcoin.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 353.144,68 (variação +0,07% em 24h) reflete essa estabilização, com volume de 102,74 BTC negociado nas exchanges brasileiras.

Funding Rates Revelam Redução no Viés de Baixa

Os funding rates, taxas pagas entre comprados e vendidos em contratos perpétuos, caíram para níveis próximos ao benchmark de 0,005% a 0,01% em principais CEX e DEX. Valores persistentemente negativos indicavam domínio de baixa, com comprados pagando vendidos para manter posições. A recente redução no pessimismo sugere equilíbrio restaurado, com menos pressão de curto prazo sobre o preço.

Em oscilação entre suportes e resistências, o Bitcoin beneficia-se dessa dinâmica: funding rates menos negativos diminuem incentivos para novas aberturas de vendidos agressivos. Dados de 22 de fevereiro confirmam o abrandamento, alinhando-se ao deleveraging observado. Para análise técnica, monitore funding rates em plataformas como Coinglass para detectar shifts em sentiment.

O dólar a R$ 5,18 contextualiza o BTC em ~R$ 352 mil, reforçando a visão de consolidação sem pânico excessivo.

Níveis Técnicos a Observar no Curto Prazo

Situação atual: BTC em US$ 67.950, com ELR normalizado e funding neutro. Contexto técnico aponta suportes em US$ 67.000 (média móvel 50-dias) e resistências em US$ 70.000. Volumes no spot precisam aumentar para validar upside sustentável.

Os dados sugerem menor propensão a crashes súbitos, mas volatilidade persiste. Traders devem rastrear ELR acima de 0,16 como alerta de risco renovado e funding positivo como sinal de otimismo crescente. Essa combinação oferece base sólida para decisões informadas, priorizando gestão de risco em horizontes de médio prazo.


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Trader cartoon cortando cordas de alavancagem de balão meme coin ancorado por corrente BTC, em meio a nuvens de risco

Traders Reduzem Alavancagem em BTC: Hora da Cautela nas Altcoins

Por que os grandes traders estão tirando o pé do acelerador? Em um cenário de incertezas macroeconômicas e geopolíticas crescentes, a redução na alavancagem em contratos futuros de Bitcoin na Binance sinaliza cautela entre insiders. Ao mesmo tempo, a alta explosiva da meme coin KellyClaude, que superou US$ 10 milhões em capitalização de mercado com ganho de 38,7% em 24 horas, reforça os alertas de risco. É hora de priorizar a proteção do que já se ganhou.


Deleveraging no Mercado de Bitcoin

É importante considerar que o interesse aberto na Binance, que responde por mais de 31% do total global de futuros de Bitcoin (excluindo CME), caiu cerca de 30.000 BTC recentemente. O índice de alavancagem estimada do BTC na plataforma despencou de 0,19 para 0,15 ao longo de fevereiro, indicando uma estratégia deliberada de redução de exposição por parte dos traders.

As reservas de Bitcoin na exchange permanecem estáveis, o que sugere gerenciamento de risco estratégico, e não pânico ou saques em massa. O risco aqui é que posições excessivamente alavancadas amplificam volatilidade, tornando o mercado frágil a choques externos. Atenção para o fato de que essa redução de alavancagem pode gerar pressão de venda de curto prazo, mas limpa o excesso de risco sistêmico, preparando o terreno para uma descoberta de preço mais orgânica.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 354.881,15, com alta de 1,11% nas últimas 24 horas e volume de 118 BTC.

Riscos nas Meme Coins: O Caso KellyClaude

A meme coin KellyClaude no ecossistema Base exemplifica os perigos da euforia especulativa. Sua capitalização de mercado ultrapassou US$ 10 milhões, impulsionado por um volume de US$ 1,6 milhão em 24 horas e alta de 38,7%. No entanto, esse tipo de ativo depende quase exclusivamente de euforia e emoções de mercado, sem fundamentos reais ou casos de uso concretos.

O risco aqui é evidente: flutuações extremas são a norma. Histórico mostra que meme coins sobem rápido, mas colapsam com igual velocidade quando o entusiasmo esfria ou liquidez seca. Investidores novatos são os mais vulneráveis, atraídos por ganhos rápidos sem considerar a falta de liquidez ou manipulações potenciais. É essencial questionar: vale a pena expor capital a ativos tão voláteis em um momento de incerteza global?

Incertezas Macro e Geopolíticas no Radar

Vários fatores macroeconômicos explicam essa cautela generalizada. Anúncios de tarifas de 10% por Trump após decisão da Suprema Corte, ameaças de ataques limitados ao Irã, crescimento econômico dos EUA no Q4 abaixo do esperado em 1,4% e Core PCE subindo para 3% criam um ambiente de aversão ao risco.

Esses eventos pesam sobre ativos de risco como criptomoedas, ampliando a volatilidade. Traders experientes sabem que headlines macro podem liquidar posições alavancadas em minutos. O que observar: monitoramento contínuo de indicadores de alavancagem, open interest e respostas do mercado a notícias geopolíticas. Manter posições conservadoras é chave para navegar essa fase.

Proteja Seus Ganhos: O Que Fazer Agora

Neste contexto, o gerenciamento de risco supera qualquer busca por lucros rápidos. Avalie sua exposição: reduza alavancagem, diversifique para ativos mais estáveis e defina stop-loss rigorosos. Para meme coins, limite a porções pequenas do portfólio, tratando-as como apostas de alto risco. Lembre-se: mercados cíclicos repetem padrões, e erros passados como crashes de 2022 ensinam a priorizar preservação de capital.

Atenção para sinais como queda persistente na razão de alavancagem ou picos de volatilidade implícita. Proteja o que você já ganhou — paciência paga no longo prazo.


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Monolito dourado Bitcoin rachando sob impacto de massa vermelha angular de conflito geopolítico, sinalizando risco de queda para US$ 38 mil

Bitcoin em Risco: Queda para US$ 38 mil se Conflito EUA-Irã Escalar

O Bitcoin registrou queda de 29% nos últimos 30 dias, aproximando-se dos US$ 66 mil (cerca de R$ 353.689, segundo o Cointrader Monitor). Embora a VanEck indique exaustão de vendedores mid-cycle, analistas da GSR e Stifel alertam que uma escalada no conflito EUA-Irã pode derrubar o preço para US$ 38 mil. É importante considerar esses riscos geopolíticos em um momento de aversão ao risco global.


Vendedores Exaustos, Mas Sentimento em Medo

A análise da VanEck destaca que a recente correção resetou a alavancagem excessiva no mercado, com o indicador NUPL entrando em território de “medo”. Holders de moedas entre 1 e 5 anos, responsáveis pela maior parte das vendas, desaceleraram sua distribuição após absorverem US$ 22,5 bilhões em perdas realizadas. O open interest de futuros atingiu mínimas desde setembro de 2024, sinalizando capitulação.

No entanto, o risco aqui é que essa exaustão não garanta um fundo imediato. A taxa de hash da rede caiu 14% nos últimos 90 dias devido a margens comprimidas para mineradores, um padrão histórico que precedeu retornos fortes, mas depende de estabilização macro. Transações diárias permanecem no 90º percentil histórico, mostrando resiliência on-chain, mas o preço atual reflete pessimismo.

Tensões EUA-Irã Ameaçam Suporte Crítico

Analistas da GSR Research e Stifel preveem queda para US$ 38 mil caso haja ataque direto dos EUA ao Irã. A incerteza bélica impulsiona aversão ao risco, com investidores institucionais liquidando ativos voláteis como o Bitcoin em favor de dólar e ouro. O BTC testa suporte em US$ 65 mil, com demanda de varejo nos menores níveis desde 2022.

Para brasileiros, o dólar a R$ 5,18 pode mascarar perdas em BRL, mas a correlação com bolsas globais aumenta em pânicos. Movimentações de baleias em baixa liquidez agravam a volatilidade. É essencial monitorar manchetes de guerra e dados de inflação PCE nos EUA, que podem acelerar liquidações.

Os Três Riscos Estruturais da Ecoinometrics

A Ecoinometrics identifica três forças sobrepostas para nova queda:

  1. Fraqueza nas ações, com Nasdaq estagnado e BTC abaixo da média móvel de 200 dias (acima de US$ 100 mil).
  2. Volatilidade estrutural reduzida devido a fluxos de ETFs, tornando-o mais correlacionado a tech stocks.
  3. Fed neutro, sem cortes urgentes de juros apesar de inflação controlada e mercado de trabalho resiliente.

Esses fatores criam um ambiente sem tailwinds, onde estabilidade vira fragilidade. Saídas contínuas de ETFs e risk-off amplificam o downside. Historicamente, quando equities declinam, o Bitcoin cai mais rápido.

Proteção é Prioridade: Evite Alavancagem

Diante desses alertas, a proteção do capital é essencial. Evite posições alavancadas, que amplificam perdas em cenários voláteis. Monitore suportes técnicos, fluxos de ETFs e notícias geopolíticas. O Bitcoin pode se recuperar como reserva de valor a longo prazo, mas curto prazo exige cautela realista. Pergunte-se: estou preparado para US$ 38 mil?


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Baleia trader cartoon puxando alavanca 25x gigante em direção montanha ETH prismática, simbolizando posição longa de alta alavancagem

Baleia Huang Licheng Abre Posição Longa de 2700 ETH com 25x Alavancagem

O trader Huang Licheng, conhecido como Machi Big Brother, adicionou uma posição longa de 2700 ETH com alavancagem de 25x há cerca de seis horas, conforme monitoramento do HyperInsight. A operação já acumula lucro flutuante de US$ 150 mil, sinalizando confiança agressiva no Ethereum. Os dados revelam um movimento de smart money em meio à valorização recente do ETH, cotado a aproximadamente R$ 10.885 (US$ 2.086). Isso levanta questões sobre riscos de liquidação em cenários de volatilidade.


Detalhes da Movimentação

A posição foi aberta por volta das 12:12 de hoje (14/02/2026), com o endereço associado a Huang Licheng optando por 25x de alavancagem em um contrato perpétuo de ETH. Com 2700 ETH expostos, o valor notional da operação gira em torno de US$ 5,63 milhões (R$ 29,4 milhões ao câmbio atual de R$ 5,22 por dólar). O lucro inicial de US$ 150 mil representa cerca de 66,6% de retorno sobre a margem alocada, calculada como aproximadamente US$ 225 mil (posição dividida pela alavancagem).

Huang Licheng é reconhecido por estratégias de alta alavancagem, frequentemente monitoradas por ferramentas on-chain como HyperInsight. Essa adição ocorre quando o ETH registra máxima diária de R$ 11.015 e mínima de R$ 10.679, com variação positiva de 1,36% nas últimas 24 horas.

Contexto Técnico do Ethereum

No gráfico diário, o ETH mantém-se acima da média móvel exponencial de 20 períodos (EMA20) em torno de US$ 2.050, confirmando viés de alta de curto prazo. O RSI (14) situa-se em 58, neutro, sem sinais de sobrecompra. Suportes relevantes incluem US$ 2.000 (nível psicológico e EMA50 semanal) e US$ 1.950 (baixa recente). Resistências a observar estão em US$ 2.150 (máxima de janeiro) e US$ 2.200 (extensão de Fibonacci 1.618 do último recuo).

Volume spot de ETH nas últimas 24 horas apoia a tendência, com aumento de 15% em relação à média semanal. Movimentações de baleias como essa podem atuar como catalisadores, mas os dados on-chain mostram distribuição mista: entradas líquidas de 12.500 ETH em exchanges, sugerindo potencial para realização de lucros.

Riscos da Alavancagem Elevada

Uma alavancagem de 25x amplifica ganhos, mas expõe a posição a liquidações rápidas. Uma queda de apenas 4% no preço do ETH (de US$ 2.086 para US$ 2.003) bastaria para zerar a margem, considerando custos de funding e slippage. Em cenários de volatilidade histórica do ETH (ATR diário de 5-7%), o risco de liquidation cascade é elevado, especialmente em horários de baixa liquidez.

Os dados indicam que posições semelhantes de Huang acumularam liquidações passadas em 2022 e 2024, totalizando perdas de US$ 10 milhões. Traders de varejo monitorando smart money devem considerar métricas como taxa de funding (atualmente positiva em 0,01% a cada 8h) e open interest em perpétuos, que subiu 8% hoje para US$ 12 bilhões.

Níveis a Monitorar e Implicações

Para esta posição específica, níveis críticos incluem suporte em US$ 2.050 (rompimento abaixo ativa stop-loss implícito) e alvo em US$ 2.150 para dobrar o lucro atual. No agregado, o comportamento de baleias como Huang Licheng contribui para 22% do volume de perpétuos ETH, per Arkham Intelligence. Investidores devem observar o agregado de posições longas vs. curtas e fluxos de ETF ETH, que registraram entrada de US$ 45 milhões na semana.

Os números sugerem posicionamento agressivo, mas sem garantia direcional. Volumes e indicadores técnicos permanecem os melhores guias para decisões autônomas.


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Trader cartoon em pânico despencando de plataforma alavancada 25x em redemoinho de volatilidade Ethereum, alertando riscos de liquidação

Trader Perde US$ 71 Milhões na Hyperliquid com 25x em Ethereum

O trader conhecido como Machi Big Brother acumulou uma perda de mais de US$ 71 milhões na plataforma de derivativos Hyperliquid ao longo de quatro meses, com 241 liquidações em posições alavancadas de 25x em Ethereum (ETH). Os dados mostram que mesmo perfis experientes enfrentam liquidações rápidas em cenários de volatilidade, onde uma retração de apenas 4% basta para zerar a posição. Essa sequência destaca os riscos inerentes à alavancagem alta para investidores de todos os tamanhos.


Detalhes da Operação e Sequência de Liquidações

Desde outubro de 2025, o endereço associado a Machi Big Brother registrou perdas consistentes na Hyperliquid, uma plataforma descentralizada de perpétuos. Os registros indicam 241 eventos de liquidação, com foco exclusivo em posições compradas de ETH com alavancagem máxima de 25x. Após cada liquidação, o trader depositava USDC e reabria posições imediatamente, mantendo uma abordagem persistente apesar das adversidades.

A conta chegou a um saldo mínimo de US$ 20.815, refletindo o impacto cumulativo. Em termos absolutos, as perdas totais superam US$ 71 milhões, equivalentes a aproximadamente R$ 370 milhões pela cotação atual do dólar em R$ 5,21. Essa persistência em reentrar no mercado ilustra um padrão comportamental comum em trading alavancado, mas com consequências ampliadas pela magnitude do capital envolvido.

Riscos Técnicos da Alavancagem 25x em Volatilidade do ETH

Em alavancagem de 25x, uma variação adversa de 4% no preço do ativo subjacente aciona a liquidação automática. Os dados do Ethereum mostram volatilidade significativa nos últimos meses: o ETH oscilou entre mínimas próximas de US$ 1.926 e máximas de US$ 1.969 em sessões recentes, com variação diária de +0,58%. No Brasil, o ETH cotado a cerca de R$ 10.220 reflete essa dinâmica em reais.

Níveis de suporte recentes incluem a média móvel de 50 períodos em torno de US$ 1.950, enquanto resistências testadas estão em US$ 1.970. Em contextos de retrações rápidas, como as observadas durante as liquidações reportadas, tais posições amplificam perdas exponencialmente. Os números demonstram que o risco não é linear, mas multiplicado pelo fator de alavancagem.

Implicações para Traders Retail e Pequenos Investidores

Se um operador com histórico em criptoativos, como Machi Big Brother, acumula perdas dessa escala, os dados sugerem maior vulnerabilidade para investidores retail. No mercado brasileiro, onde o Bitcoin opera a R$ 349.227 com variação de -0,41% em 24h, a alavancagem alta expõe a saldos menores a liquidações totais em minutos. Plataformas locais e globais registram volumes crescentes em perpétuos, mas sem gerenciamento rigoroso de risco.

Indicadores como o volume de liquidações globais em ETH, que superam milhões diários em períodos voláteis, reforçam a necessidade de limites de exposição. Para perfis menores, posições alavancadas representam risco de perda integral do capital inicial, diferentemente de estratégias spot que preservam o principal apesar de retrações.

Níveis Chave a Monitorar no ETH

Atualmente, o ETH negocia próximo de US$ 1.959, com suporte imediato em US$ 1.926 (mínima diária) e resistência em US$ 1.969. Uma quebra abaixo de US$ 1.900 pode acionar mais liquidações em posições compradas alavancadas. Acima de US$ 2.000, médias móveis de longo prazo (200 períodos) indicam potencial consolidação. Investidores devem observar volume e RSI para sinais de exaustão.

Esses níveis fornecem estrutura técnica para decisões, independentemente de direção. A análise histórica de volatilidade do ETH sugere cautela em alavancagem acima de 5x para preservação de capital.


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Silhuetas sombrias de baleias drenando fluxos vermelhos de exchanges para plataforma DeFi rachada, alertando saques e queda no mercado cripto

Rastro de Baleias: Hayes Desova DeFi e Saques da Binance Disparam

Investigações on-chain revelam movimentações suspeitas de Arthur Hayes, que transferiu US$ 3,15 milhões em tokens DeFi como ENA, ETHFI e PENDLE nos últimos 15 minutos, sinalizando possível venda. Paralelamente, um novo endereço sacou US$ 107 milhões em Bitcoin da Binance, enquanto outro retirou 60 mil ETH (US$ 123 milhões) da Gate para depósito na Aave V3, sugerindo alavancagem agressiva. Esses rastros precedem volatilidade?


Movimentação de Arthur Hayes em DeFi

Evidências da Lookonchain mostram Hayes enviando 8,57 milhões de ENA (US$ 1,06 milhão), 2,04 milhões de ETHFI (US$ 954 mil) e 950 mil PENDLE (US$ 1,14 milhão). O timing é questionável: por que desovar posições em DeFi agora, em meio a um mercado de Bitcoin acima de US$ 70 mil e Ethereum próximo de US$ 2.100? Hayes, ex-CEO da BitMEX, tem histórico de trades de alto risco. Isso pode indicar visão de baixa ou realização de lucros antes de correção.

Red flags iniciais: transferências rápidas para exchanges ou pools de liquidez sugerem quedas coordenadas. Investidores devem verificar endereços associados em ferramentas como Arkham ou Nansen para padrões recorrentes.

Saques Massivos de Bitcoin da Binance

Um endereço recém-criado retirou 1.548,76 BTC da Binance, equivalentes a US$ 106,83 milhões. Monitoramento da Onchain Lens destaca o padrão: novos wallets sacando volumes institucionais. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 368.871 (+3,28% em 24h), tornando esses saques ainda mais relevantes para brasileiros.

Esses fluxos de saída reduzem a pressão de venda imediata nas exchanges, mas sinalizam acumulação por baleias. Histórico recente mostra saques semelhantes precedendo pumps ou ajustes de posição para derivativos.

ETH para Alavancagem na Aave V3

Outro movimento alarmante: um novo wallet sacou 60 mil ETH (US$ 122,96 milhões, a ~US$ 2.049/ETH) da Gate.io e depositou diretamente na Aave V3, protocolo de empréstimos DeFi. Isso aponta para abertura de posições alavancadas, possivelmente longs em ETH ou colaterais para trades complexos.

Aave V3 é conhecido por liquidações em cenários de alta volatilidade. Com ETH a R$ 11.022, o risco para posições alavancadas é elevado se houver correção. Baleias usando isso para apostar contra o mercado?

Red Flags e Como se Proteger

Conectando os pontos: Hayes desovando DeFi, BTC saindo da Binance e ETH para alavancagem na Aave formam um rastro institucional que precede ondas de volatilidade. Red flags incluem novos endereços (anonimato), timing pós-rally de BTC e foco em derivativos/DeFi. Não há prova de coordenação, mas padrões on-chain não mentem.

Para se proteger: monitore wallets de insiders via Lookonchain/Dune; evite FOMO em pumps; diversifique e use stop-loss em posições alavancadas. Plataformas como a Binance oferecem ferramentas on-chain básicas. Fique vigilante — o mercado cripto premia os atentos.


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Nó sobrecarregado em rede DeFi rachando e liberando cascata de ETH, simbolizando venda massiva de baleia para evitar liquidação no Aave

Desastre no Ethereum: Baleia Vende US$ 1,2 Bi em ETH

O naufrágio da Trend Research expõe os perigos da alavancagem excessiva no DeFi: a firma ligada a Jack Yi vendeu 612.452 ETH (US$ 1,26 bilhão) em seis dias para evitar a liquidação total de uma posição de US$ 958 milhões em stablecoins emprestadas via Aave. Restam apenas cerca de 39 mil ETH, com prejuízo confirmado de US$ 747 milhões, conforme Crypto Briefing. Esse caso alerta para como uma única baleia pode abalar o mercado Ethereum.


A Construção da Posição Arriscada

A Trend Research acumulou uma das maiores posições alavancadas do criptomercado desde o final de 2025. Usando o protocolo de empréstimo Aave, a firma pegou emprestadas stablecoins em um loop que ampliava a exposição ao Ethereum como colateral. No pico, detinha 601 mil ETH, com dívida de quase US$ 1 bilhão.

É importante considerar que esse tipo de estratégia multiplica ganhos em altas, mas também os riscos em quedas. Analistas como MartyParty destacaram no X que a posição era conhecida e vulnerável. Com o ETH caindo 40% em dez dias, o valor do colateral despencou, aproximando o limite de liquidação em torno de US$ 1.800.

Atenção para o mecanismo: quanto menor o preço do ETH, maior a pressão para vender colateral e pagar dívidas, criando um ciclo vicioso.

O Desmoronamento e Vendas em Massa

Diante da queda do ETH para abaixo de US$ 1.900, a Trend Research iniciou vendas desesperadas. Sacou 792.532 ETH para a Binance a uma média de US$ 3.267 e devolveu 772.865 ETH a uma média de US$ 2.326, segundo dados da Lookonchain citados nas fontes. Em 24 horas, enviou 423.864 ETH (US$ 830 milhões) para exchanges.

Essas movimentações contribuíram diretamente para a pressão vendedora no mercado, agravando a queda de 37% no ano e 55% em quatro meses. O risco aqui é sistêmico: uma liquidação forçada pode desencadear uma cascata em protocolos DeFi interconectados.

Hoje, restam cerca de 21-39 mil ETH (US$ 44-80 milhões), mas qualquer nova baixa pode forçar a venda final.

Riscos Sistêmicos Revelados

Esse episódio coincide com sentimento de mercado no pior nível desde o colapso da FTX em 2022, com Tom Lee comparando a narrativa de ‘o cripto é viável?’. Uma baleia como a Trend Research, com posição tão grande, torna-se alvo: observadores sugerem que a queda para US$ 1.800 foi intencional para forçar coberturas.

No DeFi, a alavancagem excessiva amplifica perdas e contagia o ecossistema. Lembre-se do crash de outubro de 2025, que liquidou US$ 19 bilhões em posições. O que observar: monitoramento de liquidações no Aave e impacto em stablecoins colaterais.

Para o leitor, a lição é clara: posições alavancadas demandam gerenciamento rigoroso de riscos, com margens amplas contra volatilidade.

Lições para Evitar Armadilhas

Casos como esse reforçam a necessidade de cautela. Pergunte-se: qual é o meu limite de liquidação? Posso absorver uma queda de 40% sem vendas forçadas? Histórico mostra que ETH sobreviveu a sete drawdowns acima de 60%, mas o custo da alavancagem pode ser catastrófico.

É prudente priorizar preservação de capital sobre apostas agressivas. Monitore baleias via ferramentas como Arkham Intelligence e evite FOMO em loops de empréstimo. O mercado cripto premia paciência, não imprudência.


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Onda vermelha colossal quebrando rede geométrica cyan de posições alavancadas, simbolizando US$ 840 mi em liquidações após queda do Bitcoin

Massacre Cripto: US$ 840 Milhões em Liquidações Após Queda do Bitcoin

O massacre dos comprados evaporou quase US$ 1 bilhão em 24 horas, com o Bitcoin rompendo suportes de janeiro e caindo mais de 7% para perto de US$ 70.100. Dados da CoinGlass registram US$ 839,5 milhões em liquidações, afetando 172.826 traders, majoritariamente comprados em BTC e ETH. A pressão vendedora em massa acelerou após quebras sucessivas em US$ 75.000 e US$ 73.000, resetando o mercado de derivativos.


Situação Atual do Mercado

Os dados mostram o Bitcoin negociando a US$ 70.582 no momento da apuração, após tocar US$ 70.140 — o patamar mais baixo desde novembro de 2024. A capitalização total do mercado cripto encolheu 6,8% para US$ 2,49 trilhões em um dia, com perdas acumuladas de US$ 900 bilhões nos últimos 22 dias. Liquidações totalizaram US$ 775 milhões em outra métrica, concentradas em posições alavancadas compradas.

Quase US$ 700 milhões vieram de comprados em Bitcoin e Ethereum, liquidados em clusters nas exchanges Binance, Bybit e Hyperliquid. Shorts representaram volume menor, confirmando que a cascata foi impulsionada por otimismo excessivo, não por reversão de vendidos.

Contexto Técnico da Queda

O rompimento confirmou quebra técnica dos ranges de janeiro, que sustentavam preços acima de US$ 73.000. A média móvel de 50 dias atuou como resistência dinâmica, enquanto o RSI diário caiu para 35, zona de sobrevenda moderada. Open interest em perpétuos BTC chegou a picos insustentáveis na semana anterior, com leverage ratio acima de 0,15 — níveis historicamente propensos a correções.

A limpeza removeu posições alavancadas em até 100x, reduzindo o OI em cerca de 20%. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 376.201,92 às 07:01 de hoje, com variação de -5,62% em 24 horas e volume de 684 BTC. Em dólares, o par BTC-USD registra US$ 71.541 (bid), alinhado à mínima de US$ 70.195.

Impacto em Altcoins e Derivativos

Altcoins amplificaram as perdas: Ethereum caiu 7,4% para US$ 2.097; XRP, 9% para US$ 1,44; Solana, 6%; Cardano, 5%; BNB, 9%. Memecoins como Dogecoin e Shiba Inu recuaram 3-5%. A venda generalizada reflete correlação alta em risk-off, com stablecoins como USDT sob escrutínio leve.

No derivativos, o desmonte de comprados forçou vendas forçadas, criando loop de downside. Volumes de liquidação em Binance dominaram, com picos às 04h UTC. O reset de alavancagem sugere estabilização, mas open interest ainda elevado em US$ 28 bilhões para BTC perpétuos indica potencial para mais dor se suportes falharem.

Níveis Técnicos a Monitorar

Suportes imediatos estão em US$ 70.000 (psicológico e mínima de novembro) e US$ 68.500 (200 EMA semanal). Resistências em US$ 73.000 e US$ 75.000 definem recuperação. Volume spot subiu 15% durante a queda, sinalizando absorção por holders, enquanto funding rates negativos (-0,01%) indicam dominância de shorts temporária.

Os dados sugerem que a limpeza removeu excesso de alavancagem, potencialmente pavimentando consolidação. Traders devem observar o OI e RSI semanal para sinais de reversão, sem implicar direção única. Dólar em R$ 5,24 pressiona ativos em BRL.


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Rede energetica dourada e cyan se contraindo em nucleo tenso, liberando particulas para baixo, simbolizando queda de US$55bi em juros abertos do Bitcoin

Bitcoin: Juros Abertos Caem US$ 55 Bilhões e Sinalizam Cautela

O juros abertos de Bitcoin registrou queda de US$ 55 bilhões em 30 dias, equivalente a 744 mil BTC, sinalizando redução drástica no apetite por alavancagem entre traders de futuros. Esse desmonte de posições ocorre enquanto o BTC luta para se manter acima de US$ 70 mil, com analistas apontando para maior pressão vendedora e possível correção mais profunda. Dados indicam fechamentos em massa em exchanges como Binance e Bybit.


O Que São Juros Abertos e Sua Queda Recente

Os juros abertos (open interest) representam o número total de contratos de futuros ou derivativos em aberto em um mercado, refletindo o volume de posições ativas de traders. Uma queda acentuada, como os US$ 55 bilhões observados nos últimos 30 dias, sugere fechamento massivo de posições, conhecido como deleveraging.

De acordo com dados da CryptoQuant, o Binance viu redução de 276.869 BTC em posições abertas, Bybit de 330.828 BTC e OKX de 136.732 BTC apenas na terça-feira. Esse movimento coincide com a perda do suporte em US$ 75 mil pelo Bitcoin, indicando que traders estão reduzindo alavancagem em resposta à fraqueza de preço, em vez de novas apostas vendedoras puras.

No agregado, cerca de 744 mil BTC saíram de posições abertas, o que, ao preço médio atual próximo de US$ 74 mil, equivale à expressiva desvalorização de US$ 55 bilhões em exposição ao mercado de derivativos.

Implicações: Menos Volatilidade ou Menos Saúde?

A redução nos juros abertos pode trazer dois cenários. Por um lado, menos alavancagem diminui o risco de liquidações em cascata, potencialmente estabilizando a volatilidade de curto prazo. Traders excessivamente alavancados amplificam movimentos de preço; sua saída promove um mercado mais spot-driven, ancorado em demanda real.

Por outro, sinaliza cautela generalizada, com o cumulative volume delta (CVD) negativo em US$ 40 bilhões nos últimos seis meses no Binance, indicando domínio de ordens vendedoras. Reservas em exchanges subiram 34 mil BTC desde 19 de janeiro, de 2.718 milhões para 2.752 milhões, elevando o risco de oferta no curto prazo. Inflows totalizaram 756 mil BTC em janeiro e mais 137 mil desde fevereiro.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 383.744,88 às 18h33 desta quarta (4/2), com variação de -4,4% em 24h e volume de 529,73 BTC. Com dólar a R$ 5,24, isso reforça a pressão em reais.

Perspectivas de Analistas e Níveis Críticos

Analistas como Boris e Axel Adler Jr. destacam que uma capitulação completa ainda não ocorreu, podendo vir em níveis inferiores. Scient prevê fundos duráveis via consolidação de 2-3 meses nos suportes de US$ 60 mil ou até US$ 50 mil. Mark Cullen antecipa reversão de curto prazo para US$ 86-89 mil, mas risco macro de queda ao US$ 50 mil.

O gráfico semanal mostra BTC testando mínimas anuais, com inflows para exchanges como Binance e Coinbase sugerindo reposicionamento. Se reservas ultrapassarem 2,76 milhões BTC, pressão vendedora pode intensificar. Traders monitoram o ponto de controle local e tendência de baixa.

O Que Monitorar Agora

Investidores devem acompanhar os juros abertos para sinais de estabilização, inflows de exchanges e CVD. Uma recuperação acima de US$ 75 mil poderia invalidar o viés baixista, mas persistência abaixo de US$ 70 mil aponta para US$ 68 mil como piso potencial. Dados on-chain sugerem mercado em transição para maior realismo, com menos especulação alavancada.


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OG cartoon confiante alavancando ETH em pool Aave durante dip, capturando mais ETH com rede, simbolizando apostas de whales no Ethereum

OGs do Ethereum Alavancam US$ 104 milhões na Aave no Dip do ETH

Dois OGs do Ethereum, carteiras inativas desde 2021, depositaram 44.490 ETH (~US$ 98 milhões) na Aave para executar uma estratégia de looped borrowing, pegando emprestados US$ 104 milhões em USDT e comprando mais 45.319 ETH. Essa manobra dobra a exposição ao ativo em meio à queda do preço para cerca de US$ 2.340 (R$ 12.338), sinalizando confiança nos fundamentos da rede.


O Que é Looped Borrowing na Aave

A looped borrowing é uma técnica de alavancagem em protocolos DeFi como a Aave. O usuário deposita um ativo volátil, como ETH, como colateral. Em seguida, toma empréstimo de um stablecoin (USDT), converte-o de volta em ETH e deposita novamente, repetindo o ciclo para multiplicar a exposição. No caso dos OGs, o colateral inicial de 44.490 ETH gerou liquidez suficiente para comprar quase o mesmo volume adicional de ETH a um preço médio de US$ 2.295.

Essa estratégia depende do loan-to-value (LTV) da Aave, tipicamente em torno de 75-80% para ETH. Os dados on-chain mostram que as posições mantêm health factor acima de 1,5, mas qualquer queda adicional no preço pode aproximá-las do limite de liquidação.

Estratégia dos OGs e Impacto na Aave

Essas carteiras históricas, dormentes por cinco anos, sinalizam otimismo de longo prazo. A operação impulsiona o TVL da Aave, que atingiu US$ 35 bilhões em 2026, gerando taxas que beneficiam holders do token de governança AAVE. Métricas on-chain indicam aumento nas transações diárias e endereços ativos na Ethereum, contrastando com quedas de preço passadas em bear markets.

Os OGs dobraram sua posição para cerca de 90 mil ETH, uma aposta que reflete confiança na utilidade da rede, como staking e aplicações DeFi, independentemente da volatilidade de curto prazo.

BitMine Immersion: Acumulação Apesar de Perdas

Em paralelo, a BitMine Immersion Technologies, de Tom Lee, comprou 41.788 ETH na última semana, elevando seu total para 4,29 milhões de ETH (3,55% do suprimento circulante). Apesar de perdas não realizadas de US$ 6 bilhões com ETH a US$ 2.300, a empresa destaca recordes em transações e endereços ativos na blockchain.

BitMine stakeou 2,9 milhões de ETH, gerando ~US$ 188 milhões anuais em recompensas. Seu tesouro totaliza US$ 10,7 bilhões, incluindo BTC e caixa, reforçando uma tese de tesouraria focada em Ethereum.

Riscos de Liquidação e Implicações

O risco principal é a liquidação automática: se o preço do ETH cair abaixo do threshold (geralmente 80-82% LTV), liquidadores vendem o colateral para cobrir o empréstimo, amplificando a queda. Para os OGs, uma desvalorização de 20% adicional poderia acionar isso, impactando o mercado.

Essas posições institucionais testam a resiliência da Aave e da Ethereum. Investidores devem monitorar health factors on-chain via ferramentas como DeFiLlama. A estratégia ‘tudo ou nada’ dos OGs e da BitMine sugere que, para veteranos, o dip é oportunidade, mas exige gerenciamento rigoroso de risco.


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Placa glassmorphic translúcida com gap vertical luminoso no centro, simbolizando abertura técnica de 8% no CME Bitcoin após limpeza de alavancagem

Gap no CME: Sinal Técnico que Pode Definir Bitcoin

O Bitcoin abriu um gap raro de mais de 8% nos futuros do CME, o quarto maior desde 2017, após queda de fim de semana de US$ 84.177 para US$ 75.947. Esse vácuo, entre aproximadamente US$ 77.000 e US$ 84.000, surge porque o CME fecha às sextas e reabre segundas, criando uma desconexão com o preço spot. Traders observam esses gaps por histórico de preenchimento. Paralelamente, a redução de alavancagem nos derivativos indica reset de posições especulativas, com liquidações acima de US$ 5 bilhões desde quinta-feira.


O Que é o Gap no CME e Sua Relevância

Os dados mostram que o CME gap forma-se quando o preço spot do Bitcoin se move significativamente enquanto os futuros do Chicago Mercantile Exchange estão fechados, tipicamente nos fins de semana. Nesse caso, a queda de 10% criou um vácuo entre US$ 77.000 e US$ 84.000, similar ao visto na venda de março de 2020 durante a COVID. Historicamente, 80-90% desses gaps são preenchidos em dias ou semanas, atuando como ímã para o preço devido a algoritmos e traders institucionais que buscam eficiência.

Analistas como Jeff Ko, da CoinEx Research, destacam que o preenchimento depende de variáveis macro, como yields de bonds japoneses e sentimento de risco. Andri Fauzan Adziima, da Bitrue, estima que a retração atual pode adiar o fechamento, mas um alívio oversold poderia direcionar o preço de volta aos US$ 84.000 nas próximas semanas. No momento da redação, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 409.916,36, com variação de -1,73% em 24 horas.

Redução de Alavancagem: Sinal de Limpeza

A alavancagem zerada reflete um mercado em modo defensivo. Open interest agregado nos futuros caiu para US$ 24,17 bilhões, menor em nove meses, após liquidações de US$ 5,42 bilhões. Nos futuros, o volume total é de 677.730 BTC (US$ 52,98 bilhões), com queda de 6,83% em 24 horas. Binance e CME concentram 37% do interesse aberto, com 129.580 BTC e 120.910 BTC, respectivamente.

No mercado de opções, calls representam 55,99% do open interest, mas volume de puts supera calls em 51%, indicando compra de proteção downside. Skews de 25 delta caíram para -12% (7 dias) e -8% (30 dias), com strikes concentrados em US$ 75.000-US$ 85.000 puts e US$ 100.000-US$ 105.000 calls. Max pain em torno de US$ 90.000 (Deribit), sugerindo gravidade em níveis intermediários.

Indicadores de Exaustão de Venda

Os números apontam exaustão: RSI semanal em 32,22, zona oversold. Rompimento abaixo da média móvel de 100 semanas e formação de death cross indicam viés de baixa estrutural, mas combinado com deleveraging, sugere fase de consolidação. Catalisadores incluem shutdown parcial do governo EUA, tensões Irã e Mar do Sul da China, além de yields elevados em bonds japoneses.

Bitcoin negociou abaixo do custo médio dos ETFs spot americanos, com saídas recordes nas últimas semanas. Estratégias corporativas como a da MicroStrategy aproximam-se de seu preço médio de compra em US$ 76.000. Essa limpeza remove posições especulativas excessivas, potencialmente preparando terreno para repique se macro melhorar.

Níveis Chave a Observar

Suportes críticos em US$ 68.000-US$ 70.000, com risco de extensão a US$ 60.000 em cenários adversos. Resistência inicial no gap inferior (US$ 77.000), com preenchimento completo testando US$ 84.000. Traders devem monitorar open interest, skew de opções e dados macro como relatório de emprego dos EUA. A utilidade reside em identificar esses sinais para gerenciamento de risco, sem implicar direção categórica.


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Vórtice vermelho sugando fragmentos digitais frágeis em abismo negro, com núcleo Bitcoin dourado intacto no centro, ilustrando liquidações de US$ 2,5 bi

Liquidações de US$ 2,5 Bi: 10º Maior Crash Histórico do Cripto

O mercado de criptomoedas registrou o 10º maior evento de liquidações da história, com US$ 2,5 bilhões em posições alavancadas evaporados em 24 horas. O Bitcoin caiu para US$ 75 mil, menor nível em nove meses, enquanto altcoins como Ethereum e Solana desabaram até 14%. Esse flush removeu alavancagem excessiva, preparando o terreno para um mercado mais saudável com menor risco sistêmico, segundo analistas do CoinGlass e Kobeissi Letter. A capitalização total perdeu US$ 200 bilhões.


Magnitude das Liquidações

Os dados do CoinGlass revelam que US$ 2,53 bilhões em posições foram liquidadas, com US$ 2,41 bilhões em longs — apostas na alta. O Ethereum liderou as perdas com US$ 1,14 bilhão, seguido pelo Bitcoin com US$ 765 milhões, conforme reportado pelo Portal do Bitcoin. Três ondas de liquidação em 12 horas somaram US$ 1,3 bilhão, criando ‘bolsões de ar’ nos preços devido à liquidez fina e alavancagem extrema.

O evento ocorreu em um sábado de baixa liquidez, amplificando o impacto. Mais de US$ 1 bilhão foi liquidado em apenas cinco minutos quando o BTC testou US$ 76 mil. Esse ranking histórico destaca a vulnerabilidade a cascades de liquidações em mercados alavancados.

Impacto nos Preços e Capitalização

O mercado total perdeu US$ 200 bilhões em capitalização, caindo para US$ 2,7 trilhões. Bitcoin recuou 8% para US$ 75 mil, patamar inédito desde maio de 2025, enquanto Ethereum despencou 13% para US$ 2.362 e Solana 14% para US$ 101.

Segundo o AMBCrypto, o BTC negociou abaixo das médias móveis principais pela primeira vez desde 2022, sinalizando possível fase de consolidação prolongada. No Brasil, o Bitcoin está em R$ 403.679, queda de 2,31% em 24 horas, conforme o Cointrader Monitor.

Causas: Liquidez e Alavancagem Excessiva

Analistas do Kobeissi Letter descartam Fed ou tensões no Oriente Médio, atribuindo o crash puramente à liquidez choppy e alavancagem extrema. Sentimento de manada oscilou de euforia para pânico, gerando swings agressivos. O evento faz parte de um reset global de US$ 12 trilhões em risco, incluindo quedas em metais preciosos.

Exchanges elevaram requisitos de margem, forçando mais vendas em cascata. ETFs de Bitcoin nos EUA registraram saídas de US$ 1,5 bilhão na semana, reforçando a pressão vendedora.

Limpeza Necessária para Saúde do Mercado

Esse flush removeu posições sobrealavancadas, reduzindo o risco sistêmico. Histórico mostra que pós-liquidações massivas, o mercado estabiliza com bases mais sólidas. Investidores devem monitorar suportes em US$ 76 mil para BTC e adotar gestão de capital gradual, como dollar-cost averaging em zonas de medo extremo.

Os dados sugerem oportunidade em polaridade emocional, mas volatilidade persiste. Vale acompanhar volume e open interest para sinais de recuperação.


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Rede neural digital fragmentando com explosões vermelhas em cascata, simbolizando liquidações de US$ 2,5 bi e crash no mercado cripto

Liquidações de US$ 2,5 Bi: Crash no Mercado Cripto

Os dados do mercado mostram que US$ 2,58 bilhões em posições foram liquidadas nas últimas 24 horas, com destaque para uma perda individual de US$ 222,65 milhões em uma posição de Ether no Hyperliquid. O Ether liderou com US$ 1,15 bilhão liquidados após queda de até 17%, seguido por Bitcoin (US$ 788 milhões) e Solana (US$ 200 milhões). Paralelamente, ETFs cripto registraram saídas de US$ 1,7 bilhão, o maior volume desde novembro, em um fim de semana de baixa liquidez que acelerou a cascata de liquidações.


Escala das Liquidações por Exchange e Ativo

No Hyperliquid, a exchange de derivativos descentralizada registrou US$ 1,09 bilhão em liquidações, quase todas em posições longas, representando mais de 40% do total. Bybit somou US$ 574,8 milhões e Binance US$ 258 milhões. Ao todo, 434.945 traders foram impactados, com US$ 2,42 bilhões de longs liquidados contra apenas US$ 163 milhões de shorts.

Dois grandes participantes no Hyperliquid sofreram perdas combinadas de US$ 284 milhões em posições de Ether: um endereço conhecido como ‘CZ opponent whale’ perdeu US$ 54 milhões em uma posição de US$ 181 milhões, enquanto o ‘BTC OG insider whale’ registrou US$ 230 milhões de prejuízo em uma posição de US$ 660 milhões. Esses eventos ocorreram em meio a uma queda acentuada do Ether para níveis próximos de US$ 2.436, conforme dados recentes.

Saídas Recordes dos ETFs Cripto

Os ETFs de criptomoedas enfrentaram a maior retirada desde novembro, totalizando US$ 1,7 bilhão na semana. Bitcoin ETFs lideraram com US$ 1,1 bilhão em resgates, seguidos por Ethereum com US$ 630 milhões e XRP com US$ 18 milhões. Nos dois últimos dias, Bitcoin ETFs viram saídas de US$ 817 milhões em 29 de janeiro e US$ 510 milhões no dia seguinte, marcando quatro dias consecutivos de resgates.

Essa contração de liquidez reflete uma rotação de capital, com a capitalização de mercado do USDT registrando aumento de menos de US$ 1 bilhão nos últimos 60 dias — níveis associados a condições de mercado de baixa tardias. Detentores de curto prazo absorveram a maior pressão, vendendo abaixo do custo base em meio à volatilidade.

Baixa Liquidez de Fim de Semana e Riscos da Alavancagem

A liquidez reduzida típica de fins de semana amplificou o impacto das liquidações. Movimentos de preço iniciais, como a queda de 17% no Ether, acionaram fechamentos forçados além dos thresholds de margem, criando um efeito cascata. Posições alavancadas, especialmente longs, provaram vulneráveis em mercados com order books finos.

Indicadores como open interest elevado e funding rates positivos prévios sinalizavam sobreposicionamento bullish. Picos em liquidações frequentemente marcam resets de posicionamento, com dados on-chain mostrando transferência gradual de supply de mãos fracas para detentores de longo prazo. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 417.596,88 (-4,58% em 24h), enquanto Ether está em torno de R$ 12.855,48 (-7,76%). Traders devem monitorar volumes de liquidação, níveis de suporte em ETH próximo de US$ 2.400 e BTC em US$ 79.000, além de fluxos de ETF para avaliação do sentimento.


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Rede cristalina hexagonal colapsando de nó SOL fragmentado com ondas vermelhas, simbolizando US$ 1,71 bi em liquidações e flash crash na Solana

Massacre das Alavancadas: US$ 1,71 bilhão em Liquidações e Crash na Solana

O mercado cripto registrou uma queda de 6% nesta sexta-feira (30/01/2026), com US$ 1,71 bilhão em posições alavancadas liquidadas nas últimas 24 horas, segundo dados da CoinGlass. A maioria, US$ 1,59 bilhão, veio de posições compradas, afetando mais de 275 mil traders. Bitcoin caiu para US$ 81.300 (-8%), enquanto Solana sofreu um flash crash em exchanges perpétuas. Esse evento destaca os riscos da alavancagem em cenários de alta volatilidade.


Escala da Cascata de Liquidações

Os dados da CoinGlass revelam que US$ 1,71 bilhão em posições foram liquidadas, com US$ 909 milhões ocorrendo nas primeiras 12 horas. Posições compradas dominaram, representando 93% do total, o que amplificou a pressão vendedora. A maior liquidação individual, de US$ 80,57 milhões, aconteceu na HTX.

No Bitcoin, US$ 752 milhões em posições compradas foram liquidadas à medida que o preço despencou para US$ 82.564, conforme análise técnica detalhada em reportagem especializada. Indicadores como RSI (31) e MACD confirmam viés de baixa, com o Fear & Greed Index em 16 (medo extremo). No Brasil, o BTC negocia a R$ 442.957 (Cointrader Monitor), alta de 0,79% em 24h apesar da turbulência global.

Flash Crash na Solana: Liquidez Frágil

A Solana (SOL) exemplificou a fragilidade das perpetuals com um flash crash no dYdX, onde o preço mergulhou verticalmente abaixo de US$ 116 em minutos, recuperando parcialmente para US$ 117,54. Esse movimento, típico de liquidações em baixa liquidez, ocorreu apesar de especulações sobre um Fed pró-cripto.

No Brasil, SOL cotado a R$ 617,70 (+1,21% em 24h) reflete recuperação parcial. Esses crashes destacam como alavancagem alta (até 100x) transforma oscilações normais em eventos catastróficos, forçando vendas automáticas e criando espirais descendentes.

Fatores Catalisadores da Queda

Vários triggers convergiram: odds de 94% para Kevin Warsh (hawkish) como chair do Fed no Polymarket, fortalecendo o dólar; tensões geopolíticas EUA-Irã e tarifas contra Cuba; e balanço da Microsoft com gastos de IA em US$ 37,5 bilhões, causando queda de 12% nas ações e perda de US$ 440 bilhões em valor de mercado.

Esses eventos externos pressionaram ativos de risco, iniciando a cascata de liquidações que ‘limpou’ posições excessivamente alavancadas apostando na continuidade da alta recente do BTC acima de US$ 90.000.

Riscos Inerentes da Alavancagem Excessiva

Liquidação ocorre quando o colateral não cobre perdas em posições alavancadas. Em volatilidade, uma queda de 5% pode liquidar posições 20x alavancadas integralmente. Os dados sugerem que traders subestimam correlações macro: um dólar forte ou earnings ruins tech bastam para inverter tendências.

Para investidores brasileiros, monitore volume (BTC: 549 BTC/24h no Brasil) e evite alavancagem acima de 5x em horizontes curtos. Eventos como esse reforçam a importância de gerenciamento de risco, priorizando spot sobre derivados em mercados incertos.


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Mola comprimida por blocos shorts com 14B, tensionada para disparar rumo a 100K, ilustrando risco de short squeeze explosivo no Bitcoin

Bitcoin com US$ 14 Bi em Vendidos: Risco de Explosão de Preço

Dados da Coinglass revelam um desequilíbrio histórico de alavancagem no Bitcoin, com US$ 14 bilhões em posições vendidas concentradas entre US$ 84.000 e US$ 100.000, contra apenas US$ 1 bilhão em compradas abaixo dos preços atuais. Essa proporção de 14:1 cria condições explosivas para um short squeeze, onde uma alta modesta pode disparar liquidações em cascata. Recentemente, 267 mil traders foram liquidados em um dia após queda de 10% dos US$ 90.000. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC cotado a R$ 443.318,41 (+0,92% em 24h).


Desequilíbrio de Alavancagem no Bitcoin

Os mapas de liquidação da Coinglass indicam que as posições vendidas alavancadas se acumulam densamente na faixa de US$ 84.000 a US$ 100.000. Isso significa que qualquer rompimento ascendente nessa zona ativará ordens automáticas de compra para cobrir as posições, gerando pressão compradora em cascata. Do lado oposto, o risco de liquidação de comprados é mínimo, com apenas US$ 1 bilhão exposto abaixo dos níveis atuais de cerca de US$ 84.000.

Essa assimetria 14:1 é rara e monitorada por traders experientes. Plataformas como Milk Road destacam que tais desequilíbrios demandam atenção de todos os lados do mercado. No entanto, volatilidade recente — com queda de 10% de US$ 90.000 e liquidação de 267 mil traders em 24 horas — demonstra o caráter de dois gumes da alavancagem. Mercados coordenados ou shifts macro podem neutralizar o setup.

Mecanismos Técnicos do Short Squeeze

O short squeeze ocorre quando posições vendidas alavancadas enfrentam alta de preço, forçando fechamentos automáticos via liquidações. Cada camada liquidada compra no mercado spot ou futuros, elevando o preço e ativando a próxima camada. No caso do Bitcoin, a zona densa de US$ 14 bilhões representa combustível para movimentos explosivos rumo a US$ 100.000.

Dados on-chain confirmam a concentração: downside proteções são escassas, enquanto upside concentra o risco. Institucionais e market makers acessam esses mapas e podem explorar a liquidez intencionalmente. Histórico mostra que squeezes nem sempre disparam — fatores externos como regulação ou sentimento de risco intervêm —, mas o potencial mecânico permanece elevado enquanto o desequilíbrio persistir.

Concentração Extrema na Rich List do XRP

Complementando o cenário de BTC, a análise da rich list do XRP revela concentração acentuada: o top 0,01% (756 carteiras) detém pelo menos 3,85 milhões de XRP cada, controlando liquidez massiva. Top 0,1% (7.554 carteiras) inicia em 295.194 XRP; top 0,5% (37.768) em 85.861 XRP; top 1% (75.535) em 48.087 XRP.

Analista KKapon enfatiza que isso afeta liquidez futura: quem controla oferta dita movimentos em demanda alta. A rich list foca em varejo on-chain; instituições usam custodians ou derivativos, ampliando influência invisível. Com XRP a US$ 1,73 (R$ 9,12), essa estrutura sugere volatilidade em fluxos de liquidez concentrados.

Implicações e Monitoramento

Para Bitcoin, uma alta sustentada para US$ 100.000 atravessaria a zona crítica, acelerando momentum via liquidações. Traders devem vigiar volume e open interest. No XRP, concentração top-heavy implica risco de dumps ou pumps por grandes holders. Dados on-chain como esses guiam decisões, mas volatilidade e macro superam setups isolados.

Vale monitorar exchanges para sinais de squeeze e rich lists para shifts de baleias. O mercado cripto permanece imprevisível, com alavancagem amplificando movimentos em ambos os sentidos.


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Baleia trader cartoon fisgada por gancho simbolizando prejuízo milionário em short contra ETH, com XRP brilhando via ETFs e parcerias

Baleia no Gancho: Prejuízo Milionário em Posição Vendida Contra ETH

Baleia no Gancho: Uma baleia identificada como ‘Pension Fund’ acumula prejuízo de US$ 1,69 milhão em uma posição vendida de 25.000 ETH com alavancagem de 3x, valorada em US$ 74,88 milhões. Aberta a US$ 2.927,33, a aposta enfrenta liquidação em US$ 3.993,68. Em contraste, o XRP ganha tração institucional com US$ 1,24 bilhão em influxos de ETFs, sinalizando batalha de gigantes no fluxo de capital cripto. Isso ocorreu em 28 de janeiro de 2026.


A Aposta Alavancada que Virou Pesadelo

A posição da baleia foi monitorada pelo HyperInsight e reportada pelo BlockBeats. Com abertura em US$ 2.927,33, o vendido de 25.000 ETH equivalia a uma exposição de cerca de US$ 74,88 milhões sob 3x de alavancagem. Atualmente, o prejuízo flutuante atinge US$ 1,69 milhão, pressionado pela resiliência do Ethereum acima dos US$ 2.900. O preço de liquidação em US$ 3.993,68 representa risco iminente se o ETH romper resistências.

No Brasil, o ETH cotado a R$ 15.491,08 (AwesomeAPI) reflete volatilidade, mas detentores institucionais resistem. Essa estratégia de vendido com alta alavancagem amplifica ganhos em quedas, mas expõe a perdas rápidas em rebounds, como visto em flutuações recentes do mercado.

Realized Price Raro: Sinal de Acumulação

O realized price é o preço médio de aquisição dos holders atuais de um ativo, calculado pelo valor total pago dividido pelo suprimento em circulação. Um realized price ‘raro’ ocorre quando cai para níveis historicamente baixos, indicando capitulação de mãos fracas e acumulação por grandes carteiras. Para o Ethereum, esse patamar atual sugere que investidores de longo prazo compraram em bases sólidas, abaixo da média histórica.

Esse fenômeno atrai baleias porque sinaliza ‘fundo’ potencial: com realized price baixo, há menor pressão vendedora futura. Dados on-chain mostram acumulação crescente, contrariando vendidos especulativos. Apostar contra ETH nesse contexto é arriscado, pois ignora métricas fundamentais de retenção.

XRP em Ascensão Institucional

Enquanto ETH pune vendidos, o XRP registra influxos de US$ 1,24 bilhão em ETFs spot desde novembro de 2025. Canary Capital lidera com US$ 346 milhões, seguido por Bitwise (US$ 324 milhões). Parcerias como com Jeel (Riyad Bank) para tokenização e DXC Technology para custody em bancos globais impulsionam adoção.

Esses influxos refletem confiança institucional, com XRP cotado a R$ 9,88 no Brasil. Eventos como XRP Community Day em fevereiro reforçam ecossistema, contrastando com volatilidade de derivados em ETH.

Fluxo de Capital e Lições para Traders

A batalha evidencia realocação: capital sai de posições especulativas curtas para ativos com suporte institucional como XRP e ETH em realized price atrativo. Traders brasileiros devem monitorar liquidações e on-chain para evitar armadilhas alavancadas. Com ETH resiliente e XRP em alta, o mercado premia paciência sobre apostas agressivas contra tendências.

Volume em ETH-BRL reforça liquidez local, mas risco de liquidação persiste em cenários de alta.


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Baleias colossais digitais absorvendo energia dourada com cristal 104K em oceano volátil cyan-vermelho, simbolizando acumulação de Bitcoin por whales

Baleias Acumulam 104 Mil BTC em US$ 10 Bilhões Apesar da Volatilidade

Grandes detentores de Bitcoin, com carteiras acima de 1.000 BTC, acumularam 104.340 unidades recentemente, equivalente a cerca de US$ 10 bilhões, segundo dados da Santiment. Esse movimento de +1,5% nos holdings ocorre em meio à consolidação do preço, com transações acima de US$ 1 milhão atingindo picos de dois meses. As ‘mãos fortes’ compram na baixa enquanto o varejo hesita, sinalizando potencial para maior volatilidade à frente.


Acumulação Estratégica das Baleias

Os dados on-chain revelam que carteiras com pelo menos 1.000 BTC executaram uma acumulação coordenada, conforme reportado pela Santiment. Essa adição de 104.340 BTC representa um aumento de 1,5% no total controlado por esses grandes players, reduzindo a oferta disponível em exchanges.

Historicamente, tais acumulações durante fases de consolidação precedem rompimentos de volatilidade. Transações diárias acima de US$ 1 milhão voltaram a níveis elevados, os maiores em dois meses, indicando reposicionamento ativo. Isso sugere confiança em valorizações futuras, independentemente de narrativas como rotação de capital do ouro para Bitcoin, que análises mostram sem correlação clara.

O Bitcoin opera de forma independente de ativos tradicionais, com médias móveis de 180 dias confirmando ausência de migração sistemática de fundos. Assim, o foco permanece em catalisadores cripto-específicos, como adoção institucional.

Alavancagem 20x e Seus Riscos

Um exemplo concreto de agressividade é um trader com alavancagem de 20x em posições long de BTC, totalizando mais de US$ 63 milhões em exposição. O endereço 0x50b3 acumulou 379,62 BTC a um preço médio de US$ 89.318, com flutuações gerando perdas flutuantes de US$ 209 mil.

Essa estratégia também inclui posições vendidas de 25x em ETH (9.999 unidades, ~US$ 2,936 milhões), configurando um hedge relativo. No entanto, alavancagem extrema amplifica a volatilidade: uma oscilação de 5% contra a posição pode levar à liquidação forçada, injetando pressão vendedora no mercado.

Os dados sugerem que tais operações de alto risco contribuem para swings ampliados, especialmente em consolidações onde suportes como US$ 85.000 e resistências em US$ 95.000 são testados.

Implicações para Suporte e Resistência

Com a oferta se contraindo nas exchanges devido à acumulação, o Bitcoin consolida entre suporte em US$ 85.000 e resistência em US$ 95.000. A entrada de baleias reforça o suporte inferior, potencializando um rompimento altista se o volume confirmar.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 468.723,63 (-1,31% em 24h, volume de 98,3 BTC). Essa dinâmica indica que mãos fortes posicionam para capturar a alta, mas liquidações alavancadas podem testar suportes.

Vale monitorar se o acúmulo sustenta acima de US$ 90.000, sinalizando força para novas máximas.

Perspectiva de Mercado

A combinação de acumulação on-chain e posições alavancadas aponta para um mercado em transição. Enquanto baleias constroem posições, a volatilidade pode aumentar com liquidações ou catalisadores positivos. Investidores devem observar níveis técnicos chave para entradas acionáveis.


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