Balcao fast-food cartoon com cliente pagando via raio Lightning Bitcoin, vendas explodindo em moedas douradas e bonus, ilustrando adocao corporativa por Steak n Shake

Steak ‘n Shake: Vendas Explodem com Pagamentos em Bitcoin

A rede de fast-food Steak ‘n Shake anunciou que, nove meses após iniciar a aceitação de pagamentos em Bitcoin via Lightning Network, suas vendas em lojas comparáveis subiram de forma dramática. A estratégia direciona os BTC recebidos para uma Reserva Estratégica de Bitcoin, usada inclusive para bônus de funcionários, combinando eficiência operacional com marketing inovador que atrai clientes fiéis ao ecossistema cripto.


A Estratégia Bitcoin Standard em Ação

Há nove meses, em maio de 2025, a Steak ‘n Shake iniciou sua transformação “burger-to-Bitcoin”, aceitando Bitcoin como meio de pagamento. Essa decisão não foi apenas simbólica: os pagamentos em BTC são roteados diretamente para a Reserva Estratégica de Bitcoin da empresa, fortalecendo seu tesouro corporativo. Recentemente, adicionaram US$ 10 milhões em BTC ao balanço, criando um ciclo virtuoso onde receitas cripto financiam crescimento.

O COO Dan Edwards destacou uma economia de cerca de 50% nas taxas de processamento em comparação com cartões tradicionais. Essa eficiência operacional é um pilar fundamental, mostrando como o Bitcoin reduz custos e melhora margens em negócios cotidianos. Os fundamentos se fortalecem quando empresas reais adotam a tecnologia de forma prática.

Impacto Direto nas Vendas e Atratividade da Marca

O resultado? Um aumento dramático nas vendas em lojas comparáveis, inicialmente de 10% logo após o lançamento, evoluindo para ganhos expressivos. A adoção elevou a visibilidade da marca, atraindo novos clientes entusiastas de cripto que veem na Steak ‘n Shake um pioneiro acessível.

Para engajar ainda mais, lançaram um Bitcoin-themed burger em outubro e destinam parte das vendas de refeições BTC para desenvolvimento open-source do Bitcoin. Essa abordagem não só impulsiona vendas imediatas, mas constrói lealdade: clientes pagam com BTC, recebem valor agregado e contribuem para o ecossistema. É marketing orgânico que o mercado está construindo, dia após dia.

Além da Reserva de Valor: Ferramenta de Negócios

Diferente de estratégias puras de tesouraria como as da MicroStrategy ou Metaplanet, o caso da Steak ‘n Shake demonstra o Bitcoin como ferramenta multifuncional. Pagamentos via Lightning garantem transações rápidas e baratas, ideais para fast-food, enquanto a reserva financia bônus, motivando equipes. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 355.405,75 (variação -1,21% em 24h), reforçando seu apelo como ativo de alta liquidez no Brasil.

Essa integração prática sinaliza maturidade: o BTC transcende especulação, tornando-se parte operacional de PMEs. Para investidores brasileiros, é um lembrete de que a adoção real impulsiona o ciclo de valorização de longo prazo.

Perspectivas para Adoção em Massa

A Steak ‘n Shake planeja expandir o uso de cripto em suas operações, potencializando ainda mais os ganhos. Em um cenário de crescente aceitação global — com ETFs, Lightning e tesourarias corporativas —, casos como esse aceleram a narrativa de alta fundamentada. O mercado cripto não é mais nicho; está invadindo o varejo diário, construindo bases sólidas para o futuro.

Empresas que adotam cedo colhem recompensas: vendas, eficiência e inovação. Vale monitorar como essa tendência se espalha para outros setores no Brasil e mundo.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Executivos cartoon americano e britânico celebrando listagem LSE com pilhas BTC e 2.6K, simbolizando adoção corporativa inspirada em MicroStrategy

Smarter Web na LSE: A MicroStrategy Britânica com 2.674 BTC

A Smarter Web Company iniciou negociações no Main Market da London Stock Exchange (LSE) nesta terça-feira (3 de fevereiro de 2026), sob o ticker SWC a 43p. Com uma tesouraria de 2.674 BTC, a empresa se posiciona como a maior detentora pública de Bitcoin no Reino Unido e a 29ª global. Esse movimento ecoa o modelo pioneiro da MicroStrategy nos EUA, cruzando o Atlântico e sinalizando a maturidade institucional do Bitcoin como ativo de reserva corporativa de longo prazo.


Detalhes da Listagem e Holdings Atuais

Fundada em 2009 como agência de web design, a Smarter Web pivotou em 2025 para uma estratégia de tesouraria em Bitcoin, alocando cerca de £221 milhões para adquirir os 2.674 BTC a um preço médio de pouco mais de US$ 111 mil por unidade. Apesar da recente correção do mercado, com Bitcoin negociado próximo a US$ 77 mil, o CEO Andrew Webley enfatiza o compromisso de longo prazo, vendo a volatilidade como característica inerente, não falha, da estratégia.

A migração da Aquis Exchange para o Main Market da LSE representa um marco, após ser a melhor ação do UK em 2025. Webley destacou na cerimônia de abertura: “Isso marca o próximo estágio na construção de uma empresa britânica alinhada ao Bitcoin como capital digital.” Os fundamentos se fortalecem com essa visibilidade institucional.

Estratégia Agressiva e Planos de Expansão

Mesmo enfrentando uma perda não realizada de cerca de US$ 98 milhões — com drawdown de 33% ante o custo médio de aquisição de US$ 111.232 —, a empresa reafirma planos de aumentar a exposição ao Bitcoin. A listagem visa captar capital institucional para baixar o custo médio e elevar o BTC por ação, ignorando ruído de curto prazo.

Webley mira entrada no FTSE 250 já no terceiro rebalance de 2026, com aspirações ao FTSE 100. Apesar da queda de 95% no market cap desde o pico acima de £1 bilhão, a gestão prioriza acumulação, aumentando holdings por ação mesmo em downturns. O mercado está construindo uma narrativa de adoção resiliente.

Contexto Global e Implicações para o Brasil

Essa jogada posiciona a Smarter Web como a “MicroStrategy do Reino Unido”, validando tesourarias de Bitcoin em bolsas tradicionais. Nos EUA, Michael Saylor pavimentou o caminho; agora, a Europa segue, com a LSE atuando como selo de aprovação para investidores institucionais. Para brasileiros, isso reforça a tese de longo prazo: fluxos corporativos superam volatilidade.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 399.904 às 18h51 de hoje, com variação de -3,12% em 24h e volume de 495 BTC nas exchanges locais. Com dólar a R$ 5,24 e libra a R$ 7,17, os £221M investidos equivalem a cerca de R$ 1,58 bilhão — um volume que impulsiona a liquidez brasileira.

O Que Isso Significa para Investidores

A listagem sinaliza que o modelo de treasury está se globalizando, atraindo capitais tradicionais para o ecossistema Bitcoin. Apesar de correções cíclicas — como halvings passados que precederam altas —, a adoção corporativa é a métrica chave. Monitore o mNAV (valor patrimonial líquido de mercado) da Smarter Web e os fluxos institucionais; eles ditam o rumo de longo prazo. O otimismo é fundamentado: o Bitcoin continua atraindo visionários.


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Personagem Bitcoin cartoon superando barreira 89K impulsionado por líder político estilizado e dólar fraco, com engrenagens corporativas ao fundo

BTC Valoriza Acima de US$ 89k com Dólar Fraco e Trump

📊 BOLETIM CRIPTO | 28/01/2026 | MANHÃ

Rally especulativo define o tom do período. O Bitcoin superou US$ 89.000 após declarações de Trump minimizarem a fraqueza do dólar, com o índice DXY atingindo mínimas de quatro anos. Apesar de riscos como o hack de US$ 17 milhões em protocolos DeFi e incertezas na aprovação da CLARITY Act, a tese de squeeze de liquidez por reservas fracionadas em exchanges e adoção corporativa concreta, como a Steak ‘n Shake acumulando US$ 15 milhões em BTC, sustentam o momentum positivo. O viés de alta moderado prevalece, impulsionado por forças macroestruturais, com atenção aos indicadores de reservas e regulação para as próximas horas.


🔥 Destaque: BTC reage a fala de Trump sobre dólar

O Bitcoin avançou 2,2%, ultrapassando os US$ 89.300, em reação direta às declarações do presidente Donald Trump, que expressou não estar preocupado com a queda recente do dólar americano. O índice DXY despencou para 95,80, seu nível mais baixo em cerca de quatro anos, catalisando uma fuga para ativos de refúgio como BTC, Ether (acima de US$ 3.000, +3,9%) e ouro (novo recorde em US$ 5.215).

Este movimento reforça a narrativa do Bitcoin como ouro digital, sensível a políticas monetárias e declarações governamentais. A correlação inversa com o DXY ganha relevância, atraindo investidores tradicionais em busca de proteção contra desvalorização fiduciária. No contexto brasileiro, segundo o Cointrader Monitor, o BTC está cotado a R$ 460.968,03, com variação de -0,81% nas últimas 24 horas.

As implicações são amplas: validação macro pode acelerar fluxos institucionais via ETFs, mas expõe o ativo a volatilidade política. Uma reversão nas declarações ou fortalecimento do dólar poderia inverter o movimento rapidamente.

Monitorar o DXY, fluxos de ETFs e open interest em futuros CME para confirmar se o rally é sustentado ou mera reação pontual.


📈 Panorama do Mercado

O sentimento geral é de viés de alta moderado, liderado pelo Bitcoin em rally especulativo. A fraqueza do DXY e a tese de reservas fracionadas em exchanges (30% abaixo de reivindicações) criam cenário para potencial de valorização assimétrico. Adoção real, como Steak ‘n Shake com US$ 15 milhões em BTC via Lightning Network, demonstra integração operacional.

Setores em foco: Bitcoin aquecido por macro e estrutura; DeFi sob pressão pós-hack; stablecoins ganhando tração como ameaça a bancos. Tendências apontam para BTC como proteção contra dólar fraco, com stablecoins projetadas para drenar US$ 500 bilhões em depósitos até 2028.

Contexto macro pesa: correlação BTC-DXY intensificada pode sustentar altas, mas volatilidade regulatória (CLARITY Act em 50% probabilidades) exige cautela.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Exploit em DeFi por aprovações persistentes: Hack de US$ 17 milhões em SwapNet e Aperture Finance expõe falha de input validation. Usuários com permissões ativas correm risco contínuo; revogue via Revoke.cash para mitigar perdas adicionais.
  • Falha da CLARITY Act: Probabilidades caíram para 50%, podendo reverter ambiente pró-cripto. Futura administração hostil traria fiscalização agressiva, estagnando o ciclo de alta de 2026.
  • Pressão vendedora crônica no XRP: Executivos Ripple venderam 58,5 bilhões desde 2012, suprimindo preço. 41,5 bilhões remanescentes garantem oferta perpétua, erodindo confiança.
  • Corrida de saques em exchanges: Reservas 30% abaixo de reivindicações criam posição vendida sistêmica. Saques coordenados forçariam compras desesperadas, mas com risco de congelamentos e insolvência.

💡 Oportunidades Identificadas

  • BTC como proteção vs DXY e squeeze: Fraqueza dólar + reservas fracionadas posicionam BTC para valorização de 5-10x em liquidação forçada. Autocustódia oferece proteção total em cenário de coordenação.
  • Adoção corporativa autossustentável: Modelo SBR da Steak ‘n Shake (US$ 15M BTC, +10% vendas) inspira varejo, reduzindo taxas 50% via Lightning e criando demanda orgânica.
  • Crescimento stablecoins vs bancos: Projeção de US$ 500B drenados até 2028 via GENIUS Act beneficia USDC/USDT como trilho alternativo, especialmente se rendimento permitido.

📰 Principais Notícias do Período

1. BTC reage a fala de Trump sobre dólar; correlação inversa com DXY se intensifica
Bitcoin superou US$89k após Trump minimizar fraqueza do dólar, com DXY em mínimas de 4 anos. Reação reforça BTC como proteção macro. Volatilidade política é risco chave, mas valida tese de reserva de valor.

2. Squeeze de Liquidez: Risco de 30% de Reservas Fracionadas em Exchanges
Reservas exchanges 30% abaixo de reivindicações clientes cria posição vendida sistêmica. Saques massivos podem forçar compras insensíveis a preço, gerando valorização de 5-10x. Oportunidade para autocustódia em livros de ordens finos.

3. Steak ‘n Shake adiciona US$ 5M em BTC, totaliza US$ 15M em janeiro
Rede restaurantes acumula US$15M BTC via pagamentos Lightning, cortando taxas 50% e +10% vendas. Modelo SBR autossustentável inspira varejo, com bônus em BTC para funcionários.

4. Hack US$ 17M: SwapNet e Aperture Finance explorados por falha de validação
Perda US$17M por input validation falha, abusando aprovações tokens. Risco persistente em DeFi; revogue permissões via Revoke.cash. BlockSec confirma causa raiz em chamadas arbitrárias.

5. CLARITY Act em risco pode travar valorização do mercado em 2026
Bitwise CIO alerta: falha CLARITY Act reverte regulação pró-cripto. Probabilidades caem para 50%; setor entra em fase show me sem clareza CFTC/SEC. Oposição Coinbase fragiliza lobby.

6. Stablecoins: A Ameaça de US$ 500B aos Depósitos Bancários dos EUA
Previsão: stablecoins retiram US$500B depósitos bancos até 2028 via GENIUS Act. Risco para regionais; potencial de ganhos para USDC/USDT se rendimento via exchanges permitido.

7. Vendas de 58.5B XRP por Executivos: Análise do Impacto e Risco
Ripple/execs venderam 58.5B XRP desde 2012, >metade supply. Pressão oferta crônica explica underperformance; 41.5B remanescentes em escrow e wallets insiders.


🔍 O Que Monitorar

  • Índice DXY: Correlação inversa chave para BTC; quedas sustentam rally. Acompanhe em TradingView ou Bloomberg.
  • Exchange Reserves BTC: Queda sinaliza risco/oportunidade squeeze. Fonte: Glassnode, CryptoQuant.
  • Prediction markets CLARITY Act: Probabilidades definem regulação favorável. Polymarket ou Kalshi.
  • TVL outflows DeFi: Mede impacto hack. DeFiLlama para protocolos afetados.

🔮 Perspectiva

Nas próximas 12-24 horas, o viés de alta moderado deve persistir, com BTC testando US$ 90.000+ se DXY continuar fraco, apoiado por squeeze estrutural e adoção. Volatilidade pode surgir de atualizações no markup da CLARITY Act ou outflows DeFi pós-hack. Fluxos positivos em ETFs confirmariam entrada institucional, enquanto reservas em queda em exchanges sinalizariam squeeze inicial. Fatores como reversão política ou lobby bancário contra stablecoins podem moderar ganhos. Mantenha foco nos indicadores prioritários para navegar o momentum com gestão de risco adequada.


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Gerente cartoon de fast-food entregando hambúrguer com raio Lightning e cofre BTC crescendo marcado 15%, simbolizando adoção corporativa

Steak ‘n Shake: 15% Mais Vendas e 105 BTC no Tesouro

A rede de hambúrgueres Steak ‘n Shake está celebrando resultados excepcionais: após oito meses aceitando pagamentos em Bitcoin via Lightning Network, as vendas nas mesmas lojas subiram 15%, com taxas de processamento reduzidas em quase 50%. A empresa anunciou a aquisição de US$ 10 milhões em Bitcoin, totalizando 105 BTC em sua nova reserva estratégica. É a fórmula MicroStrategy adaptada ao fast-food, provando que o BTC impulsiona crescimento real.


Integração Lightning: Menos Custos, Mais Lucro

Desde maio de 2025, todas as unidades nos EUA aceitam Bitcoin pela Lightning Network, com apoio público de Jack Dorsey. O impacto foi imediato: taxas de processamento caíram quase 50% em comparação aos cartões de crédito tradicionais, liberando margem para reinvestimentos. As vendas same-store — lojas abertas há mais de um ano — registraram alta de 15%, mostrando que a inovação em pagamentos atrai clientes e otimiza operações.

Todos os pagamentos em BTC dos clientes fluem diretamente para a Strategic Bitcoin Reserve (SBR), sem conversão para fiat. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está a R$ 510.095 nesta consulta, valorizando a reserva em cerca de R$ 53,5 milhões.

Sistema Autossustentável: Vendas Alimentam BTC

A reserva estratégica de 105 BTC é alimentada pelo fluxo de caixa operacional. Em outubro de 2025, parceria com Fold Holdings lançou promoções: clientes ganham US$ 5 em BTC ao comprar o “Bitcoin Burger” ou “Bitcoin Meal”. A empresa doa 210 satoshis por refeição para OpenSats, apoiando desenvolvimento open-source do Bitcoin.

No X, a Steak ‘n Shake descreveu o modelo como “autossustentável”: mais hambúrgueres vendidos significam mais BTC acumulado. Fundada há 91 anos e controlada pela Biglari Holdings, a rede transforma o BTC de mera especulação em ferramenta de eficiência cotidiana.

Diferente da MicroStrategy: Crescimento Orgânico

Diferente da MicroStrategy, que emite dívida para comprar BTC, a Steak ‘n Shake usa receitas reais de clientes. Mais de 200 empresas globais adotam Bitcoin no balanço, mas este caso pioneiro no setor alimentício destaca o viés de alta operacional. Analistas veem expansão para outros varejistas: imagine redes como McDonald’s seguindo o exemplo.

A transparência é chave: a reserva é registrada diretamente no balanço patrimonial. Com margens melhores, a empresa reinveste em qualidade do menu, criando um ciclo virtuoso. Este é o futuro corporativo: Bitcoin como reserva de valor gerada pelo negócio, não por especulação.

Bitcoin como Motor de Crescimento

Para investidores brasileiros, o case inspira: em um mercado onde o BTC negocia a R$ 510 mil, empresas adotando cripto via pagamentos cotidianos sinalizam maturidade. Vale monitorar se a Biglari Holdings amplia a estratégia. O leitor deve ver aqui um modelo replicável, provando que BTC gera prosperidade real no mundo real.


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Equipe cartoon em balcão de fast-food celebrando com BTC dourado e raios Lightning, simbolizando lucros da Steak 'n Shake com tesouraria Bitcoin

Hambúrguer com Bitcoin: Steak ‘n Shake Lucra 10% com BTC no Tesouro

A rede de fast-food Steak ‘n Shake anunciou a adição de US$ 10 milhões em Bitcoin ao seu tesouro corporativo, seguindo a estratégia pioneira da MicroStrategy. Oito meses após implementar pagamentos via Lightning Network, a empresa registra alta superior a 10% nas vendas em lojas comparáveis e economia de cerca de 50% em taxas de processamento. Esse ciclo virtuoso transforma Bitcoin em motor de lucros para negócios tradicionais, provando que o BTC não é só reserva de valor, mas ferramenta prática de crescimento.


Da Adoção Inicial aos Resultados Concretos

Em maio de 2025, a Steak ‘n Shake começou a aceitar Bitcoin via Lightning Network em todas as suas lojas nos EUA. A medida visava atrair clientes jovens e crypto-nativos, além de reduzir custos operacionais. O impacto foi imediato: no segundo trimestre de 2025, as vendas em lojas comparáveis subiram mais de 10%, atribuídas diretamente à aceitação de BTC.

O COO Dan Edwards destacou, em conferência recente, que os pagamentos em Bitcoin geram receita incremental sem elevar preços no cardápio. Essa receita flui para o Strategic Bitcoin Reserve (SBR), reforçando o tesouro da empresa e financiando melhorias como upgrades em restaurantes e ingredientes premium.

Economia de 50% em Taxas: O Poder da Lightning Network

A economia de 50% nas taxas de processamento é o grande diferencial. Diferente de cartões de crédito, com fees altas, a Lightning Network permite transações rápidas e baratas. Toda venda em BTC é direcionada ao SBR, criando um loop auto-sustentável: mais clientes pagam com Bitcoin, geram mais receita, que compra mais BTC, atraindo ainda mais adoção.

Segundo a empresa, esse modelo inspirado na MicroStrategy — que acumula BTC como ativo principal — está impulsionando expansão, inclusive planos para a América Latina, como El Salvador. Em oito meses, o que começou como experimento virou estratégia central de tesouraria.

Expansão do Tesouro e Tendências Corporativas

Os US$ 10 milhões adicionados equivalem a cerca de 105 BTC, ao preço atual próximo de US$ 95.000. Esse movimento eleva o compromisso da Steak ‘n Shake com Bitcoin, alinhando-se a gigantes como MicroStrategy, que detém mais de 687.000 BTC. Globalmente, tesouros corporativos já superam 4 milhões de BTC, sinal de maturidade.

A rede também lançou o “Bitcoin Meal” e doou parte das vendas para desenvolvimento open-source do Bitcoin, reforçando lealdade à comunidade. Suspenderam até uma enquete sobre Ethereum após backlash, declarando: “Nossa lealdade é com os Bitcoiners”.

Bitcoin como Motor de Lucro para o Mundo Real

Esse caso da Steak ‘n Shake é um estudo de caso bullish: negócios tradicionais lucram com BTC. Vendas up, custos down, tesouro valorizado — tudo sem hype especulativo. Para empreendedores brasileiros, é um blueprint acessível via Lightning. Vale monitorar: se mais redes seguirem, a adoção corporativa acelera, beneficiando o ecossistema inteiro. O futuro é hambúrguer com Bitcoin.


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Cadeia de personagens cartoon corporativos passando orbe BTC luminoso, simbolizando aceleração da adoção de Bitcoin em tesourarias empresariais

De Hambúrgueres a Gestoras: Empresas Aceleram Adoção de Bitcoin

Dos hambúrgueres aos fundos bilionários: a corrida das empresas por Bitcoin ganha fôlego. A rede de fast-food Steak ‘n Shake anunciou aumento de US$ 10 milhões em sua reserva estratégica de BTC, enquanto a gestora Strive, após fusão com Semler Scientific, se torna a 11ª maior detentora corporativa pública com 12.797,9 BTC. Esses movimentos reforçam a tese de tesouraria corporativa, inspirada na MicroStrategy, normalizando o BTC como ativo de reserva de valor.


Steak ‘n Shake: Flywheel de Vendas e Bitcoin

A Steak ‘n Shake, que aceita Bitcoin payments desde maio de 2025 em todas as suas lojas globais, viu suas vendas same-store saltarem. No Q2 2025, cresceram 11% quarter-over-quarter, atribuídas diretamente à adoção do BTC. No Q3, o aumento foi ainda maior, 15%, superando concorrentes como McDonald’s e Taco Bell.

Todas as vendas em BTC alimentam a reserva estratégica, criando um flywheel virtuoso: mais clientes bitcoiners elevam receitas, que compram mais BTC. Apesar de fechar 230 lojas entre 2018 e 2025 (de 628 para 394 unidades nos EUA), a empresa expandiu para El Salvador em novembro de 2025, apostando no ecossistema pró-Bitcoin. Investidores como Rajat Soni destacam o BTC como “backstop financeiro”, estendendo a endurance das empresas em mercados voláteis.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 512.302 nesta data, com variação de -0,17% em 24h.

Strive: Fusão Eleva ao Top 11 Corporativo

A gestora Strive concluiu em 16 de janeiro de 2026 a aquisição all-stock da Semler Scientific, convertendo cada ação da healthtech em 21,05 ações Strive. O resultado: 12.797,9 BTC em tesouraria, ou 0,0609% do suprimento total, posicionando-a como a 11ª maior entre públicas.

A estratégia é contracíclica: compras em fraquezas de mercado, com custo médio de US$ 105.979 por BTC. A recente tranche de janeiro adicionou mais de 5.000 BTC por US$ 95.524 em média. Valuation atrativa: market cap de US$ 1,19 bilhão, EV/NAV de 1,18x, refletindo prêmio modesto pela estrutura corporativa e upside.

Reforços na liderança incluem Avik Roy como Chief Strategy Officer (monetizando healthtech), Joe Burnett como VP de Bitcoin Strategy e Eric Semler no board. Foco em leverage via preferred equity, evitando dívidas de curto prazo.

Contágio MicroStrategy: Normalização em Andamento

Inspiradas na pioneira MicroStrategy, essas adoções mostram o contágio além de tech giants. Não se trata de mineração, mas de tesouraria pura: varejo como Steak ‘n Shake usa BTC para impulsionar vendas e resiliência; gestoras como Strive blendam operações (healthcare, asset mgmt) com acúmulo agressivo.

Para investidores brasileiros, isso sinaliza maturidade: BTC como store of value corporativo reduz riscos fiduciários e oferece leverage ao upside. Com BTC acima de US$ 95.000, empresas que adotam cedo capturam ganhos assimétricos. Vale monitorar: mais varejistas e fundos seguirão, acelerando a transição para economia bitcoinizada.

O movimento reforça a confiança: em 2026, tesourarias corporativas podem deter dezenas de milhares de BTC adicionais, sustentando preços em ciclos de alta.


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Figuras cartoon Ivy League e Strive canalizando raios dourados e cyan para cofre BTC, ultrapassando Tesla, simbolizando acumulação institucional bullish

Ivy League e Strive: Smart Money Acelera em Bitcoin

O prestigiado Dartmouth College da Ivy League revelou aportes de US$ 15 milhões em ETFs de Bitcoin e Ethereum via Form 13F, enquanto a Strive Inc. superou a Tesla ao alcançar 12.798 BTC em sua tesouraria corporativa após aprovação de aquisição. Esses movimentos sinalizam uma aceleração impressionante do smart money institucional no ecossistema cripto, validando o Bitcoin como reserva de valor de elite e impulsionando otimismo para novas máximas históricas. Revelações de 15 de janeiro de 2026 reforçam a maturidade do mercado.


Entrada Histórica da Ivy League em ETFs Cripto

O endowment da Dartmouth, gerido com rigor acadêmico, divulgou posições novas em 201.531 ações do iShares Bitcoin Trust (IBIT) da BlackRock, avaliadas em US$ 10 milhões, e 178.148 ações do Grayscale Ethereum Mini Trust, totalizando US$ 5 milhões. Ao final de dezembro de 2025, essas alocações representam cerca de 3,8% do portfólio total de US$ 393 milhões, atuando como hedge contra inflação e diversificador frente a ativos tradicionais como o SPDR S&P 500 ETF.

Essa é uma posição inédita para Dartmouth, confirmando aquisições recentes em meio à valorização do Bitcoin para US$ 96.284. A escolha por ETFs spot regulados minimiza riscos operacionais, facilitando a adoção por instituições conservadoras. Outras Ivies como Harvard (US$ 442,9 milhões em IBIT), Brown e Emory já pavimentaram o caminho, formando uma tendência bullish entre endowments que gerenciam bilhões com foco em preservação de longo prazo.

Strive Supera Gigantes: 12.798 BTC em Tesouraria

Liderada por Vivek Ramaswamy, a Strive obteve aprovação dos acionistas da Semler Scientific para uma aquisição all-stock, integrando 5.048 BTC à sua tesouraria. Somados aos 7.750 BTC existentes, o total agora é de 12.798 BTC, posicionando-a como a 11ª maior detentora corporativa global.

A transação, anunciada em 13 de janeiro, eleva o yield de Bitcoin da Strive para mais de 15% no Q1 2026. Apesar de volatilidade nas ações (queda de 11,82% para US$ 0,97), o movimento reforça a estratégia de tesouraria pura em BTC, com planos de monetizar ativos da Semler para quitar dívidas e potencializar dividendos. Eric Semler ingressará no conselho, fortalecendo a governança.

Rebalanceamento no Ranking Corporativo

A Strive agora ultrapassa a Tesla, pioneira com US$ 1,5 bilhão em 2021 mas que reduziu posições, ilustrando o shift para empresas dedicadas como DATCOs. Dados on-chain mostram corporações acumulando três vezes mais BTC que a mineração mensal (~13.500 moedas), acelerando a escassez e sustentando rallies de preço.

Essa dinâmica cria um ciclo virtuoso: maior adoção eleva liquidez e estabilidade, atraindo mais capital. Para brasileiros, equivale a cerca de R$ 6,58 bilhões na tesouraria Strive, destacando o BTC como reserva superior em cenários inflacionários.

Cotação Atual e Perspectivas Bullish

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 512.870 (-1,95% em 24h, volume 209 BTC) confirma maturidade mesmo em correções. Com endowments Ivy e tesourarias corporativas alinhadas, o momentum sugere rompimento da retração Fibonacci 0,618 semanal rumo a ATHs.

Investidores devem monitorar próximos 13Fs e fechamentos de deals. Plataformas como a Binance facilitam exposição via spot ou ETFs brasileiros. Essa onda institucional é o catalisador definitivo para o próximo ciclo de valorização sustentada.


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Gestor cartoon empilhando blocos BTC em cofre corporativo superando Tesla, com '12K' gravado, simbolizando adoção recorde

Strive Supera Tesla: 12.798 BTC na Tesouraria Corporativa

A Strive Inc., liderada por Vivek Ramaswamy, obteve a aprovação dos acionistas da Semler Scientific para uma aquisição em ações, catapultando sua tesouraria de Bitcoin para 12.798 BTC. Isso a posiciona como a 11ª maior detentora corporativa do ativo, superando a Tesla de Elon Musk e a Trump Media. O movimento reforça a tese de escassez, com empresas acumulando três vezes mais BTC do que o minerado mensalmente, sinalizando maturidade no mercado de capitais.


Detalhes da Aquisição Estratégica

A transação all-stock integra os 5.048,1 BTC da Semler à tesouraria da Strive, que já detinha cerca de 7.750 BTC após a recente compra de 123 BTC a um preço médio de US$ 91.561. Anunciada em 13 de janeiro de 2026, a aprovação marca um marco na estratégia de tesouraria focada em Bitcoin, permitindo que a Strive execute seu plano de longo prazo sem diluição significativa de caixa.

Segundo o comunicado oficial, a operação eleva o yield de Bitcoin da Strive para mais de 15% no primeiro trimestre de 2026. Eric Semler, chairman da Semler Scientific, ingressará no conselho da Strive pós-fechamento, fortalecendo a governança. A companhia planeja monetizar os negócios operacionais da Semler em até 12 meses para quitar obrigações legadas, como uma nota conversível de US$ 100 milhões.

Apesar do otimismo estratégico, as ações da Strive (ASST) caíram 11,82% para US$ 0,97 no dia do anúncio, com volume explosivo de 360 milhões de shares, refletindo volatilidade típica em deals corporativos de alto perfil.

Rebalanceamento no Ranking Corporativo

Com 12.798 BTC, a Strive ultrapassa a Tesla, que historicamente liderou a adoção corporativa desde sua compra de US$ 1,5 bilhão em 2021, mas reduziu posições ao longo dos anos. Esse shift ilustra a nova hierarquia: empresas dedicadas a tesourarias puras de Bitcoin, como Strive, ganham terreno sobre gigantes tech diversificados.

No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 514.738, com variação de -1,3% em 24h e volume de 231 BTC. Equivalente a cerca de R$ 6,58 bilhões em tesouraria para a Strive, o ativo reforça seu papel como reserva de valor superior em cenários de inflação e incertezas fiat.

A dinâmica competitiva impulsiona acumulação: dados on-chain mostram corporações comprando três vezes mais BTC do que a produção mensal de ~13.500 moedas, acelerando a escassez e potencializando rallies de preço sustentados.

Implicações bullish para Investidores

Como estrategista bullish, vejo essa jogada da Strive como catalisador paradigmático. Empresas públicas adotando Bitcoin como hurdle rate primário validam a tese de longo prazo: BTC não é especulação, mas ativo de tesouraria premium. Com mNAV alinhado e reverse split 1:20 para atrair institucionais, a Strive se posiciona como proxy alavancado ao Bitcoin.

Investidores brasileiros devem monitorar: maior adoção corporativa global pressiona suprimento, beneficiando holders de longo prazo. Plataformas como Binance facilitam exposição via spot ou ETFs, mas DYOR é essencial. O rebalanceamento de poder nas tesourarias sinaliza ciclo virtuoso de acumulação, com upside significativo à frente.

Próximos passos incluem fechamento da aquisição e monetização de ativos da Semler, potencializando dividendos ou recompras financiadas por BTC yield.


📌 Nota: Uma ou mais fontes citadas estavam temporariamente indisponíveis no momento da redação.

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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Karts cartoon de Strive ultrapassando Tesla em pista de ranking BTC, simbolizando Strive como 11ª maior detentora corporativa de Bitcoin

Strive Ultrapassa Tesla no Ranking de BTC Corporativo

A Strive Asset Management, liderada por Vivek Ramaswamy, acaba de ultrapassar a Tesla de Elon Musk no ranking dos maiores detentores corporativos de Bitcoin. Após aprovarem a aquisição da Semler Scientific em uma transação all-stock, a Strive alcançou 12.798 BTC, garantindo o 11º lugar global. O movimento reforça a aceleração da adoção institucional, com empresas comprando três vezes mais BTC do que os mineradores produzem, intensificando a escassez on-chain. Isso ocorreu nesta semana, enquanto o Bitcoin supera US$ 96 mil.


Aquisição Estratégica da Semler Scientific

A transação, aprovada pelos acionistas em 13 de janeiro de 2026, integra os 5.048 BTC da Semler aos 7.750 BTC da Strive, totalizando 12.798 BTC — valor equivalente a cerca de R$ 6,68 bilhões segundo o Cointrader Monitor (cotação média R$ 522.582). A Strive também comprou mais 123 BTC por US$ 11,26 milhões, demonstrando compromisso contínuo com a tesouraria em Bitcoin.

Eric Semler, ex-CEO da Semler, ingressará no conselho da Strive, fortalecendo a visão bullish. Apesar da queda de 17% nas ações ASST no dia do anúncio — devido a um reverse split 1-para-20 —, o papel acumula alta de 15% no mês, refletindo otimismo fundamentado na estratégia de tesouraria pura.

Segundo o BitcoinTreasuries.net, essa posição coloca a Strive à frente da Trump Media (11.542 BTC, 12º) e Tesla (11.509 BTC, 13º), redefinindo a ordem dos gigantes corporativos.

Aceleração da Adoção Corporativa

Enquanto a MicroStrategy lidera com 687.410 BTC após comprar 13.627 na semana, empresas públicas absorvem três vezes mais Bitcoin do que a produção mineradora diária (cerca de 450 BTC pós-halving). Essa dinâmica cria pressão altista sustentável, com tesourarias atuando como compradores consistentes em meio à volatilidade.

A Strive planeja monetizar os negócios operacionais da Semler em 12 meses, focando exclusivamente em Bitcoin via emissões de ações preferenciais (SATA), que captaram US$ 200 milhões em IPO. Essa estrutura minimiza diluição e maximiza yield — Q1 2026 projetado em 15% —, atraindo investidores institucionais.

O otimismo é palpável: analistas veem upside de 145% para ações ligadas a BTC, como MSTR mirando US$ 455.

Implicações para o Mercado Brasileiro

Para investidores brasileiros, o topo do ranking corporativo sinaliza maturidade: Strive exemplifica como tesourarias em BTC geram valor superior a ativos tradicionais. Com BTC a R$ 522.582 (Cointrader Monitor), exposição via ações como ASST ou ETFs pode ser estratégica.

Os dados sugerem que a adoção corporativa acelera ciclos bullish, com escassez on-chain impulsionando preços. Vale monitorar próximos movimentos, como emissões SATA para mais compras.


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Personagens cartoon de Strive e Semler fundindo-se em titã corporativo com baú de 13K BTC, simbolizando aquisição e adoção corporativa de Bitcoin

Strive Adquire Semler: Reservas de Bitcoin Alcançam 13 Mil BTC

A Strive Enterprises ($ASST), fundada por Vivek Ramaswamy, recebeu aprovação dos acionistas para adquirir a Semler Scientific ($SMLR) em uma transação all-stock histórica. A operação adiciona mais de 5.000 BTC ao tesouro da Strive, elevando o total para 12.797,9 BTC – quase 13 mil Bitcoins. Esse marco posiciona a empresa como o 11º maior detentor corporativo global, superando Tesla e Trump Media, e sinaliza aceleração na adoção institucional de Bitcoin como reserva de valor.


Detalhes da Aquisição Histórica

A primeira aquisição de uma empresa pública com treasury em Bitcoin foi aprovada em 13 de janeiro de 2026. A Semler Scientific traz 5.048,1 BTC para a mesa, enquanto a Strive já detinha 7.749,8 BTC após compra recente de 123 BTC a uma média de US$ 91.561 cada (cerca de R$ 11,26 milhões).

O CEO Matt Cole celebrou o feito: “Estamos fazendo história ao completar a primeira aquisição de uma empresa listada com estratégia de Bitcoin”. A transação reforça a confiança de empresas de capital aberto no ativo digital, seguindo o modelo pioneiro da MicroStrategy.

Holdings Elevados e Novo Ranking Corporativo

Com 12.797,9 BTC, a Strive agora ostenta um tesouro avaliado em bilhões. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 513.362,52 às 20:25 de hoje, com alta de 4,64% em 24h. Isso implica um valor aproximado de R$ 6,57 bilhões em BTC para a nova entidade – um salto impressionante que demonstra otimismo institucional.

A empresa supera gigantes como Tesla e entra no top 11 global, provando que a tese de Bitcoin treasury ganha tração entre firmas listadas em bolsa.

Estratégia Futura: Foco Total em Bitcoin

A Strive planeja monetizar os negócios operacionais da Semler (divisão de produtos médicos) em até 12 meses, direcionando recursos para quitar dívidas como uma nota conversível de US$ 100 milhões e empréstimo de US$ 20 milhões da Coinbase. O foco será em operações puras de Bitcoin, financiadas por emissões de preferred equity (SATA).

O yield projetado para Q1 2026 supera 15%, com estrutura simplificada e reverse split 1-para-20 para atrair investidores institucionais. Eric Semler, chairman da Semler, ingressará no board.

Impacto na Adoção Corporativa

Essa jogada consolida a Strive como novo gigante na adoção corporativa de Bitcoin, ecoando a estratégia da MicroStrategy. Apesar de queda de 17% nas ações ($ASST) hoje, o movimento mensal é positivo (+15%). Investidores bullish veem nisso validação: empresas de capital aberto apostam pesado no BTC como hedge contra inflação e reserva superior ao ouro. Vale monitorar emissões futuras de SATA e performance do tesouro em um mercado volátil, mas otimista.


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Executivo cartoon empurrando bloco BTC com 687K para pilha colossal, simbolizando compra massiva e tesouraria da MicroStrategy

MicroStrategy Compra US$ 1,25 Bilhão em Bitcoin e Alcança 687 Mil BTC

A MicroStrategy, maior detentora corporativa de Bitcoin no mundo, anunciou a compra de 13.627 BTC por cerca de US$ 1,25 bilhão, a um preço médio de US$ 91.519 cada. O movimento, revelado em 12 de janeiro de 2026, eleva o total da tesouraria para 687.410 BTC, adquiridos por US$ 51,8 bilhões a uma média de US$ 75.353. Se os gigantes estão comprando a esse preço no topo, o que eles sabem que você não sabe? Esse é um forte sinal de acumulação infinita institucional.


Detalhes da Maior Compra Recente

A aquisição ocorreu entre 5 e 11 de janeiro, aproveitando a recente volatilidade do mercado cripto. Apesar do Bitcoin oscilar próximo a US$ 92 mil durante as compras, a MicroStrategy não hesitou, comprando acima de sua média histórica. Michael Saylor, cofundador e chairman, confirmou via X (antigo Twitter), destacando a estratégia de HODL inabalável iniciada em 2020.

Essa é a maior compra da empresa desde julho de 2025, consolidando sua posição como líder em adoção corporativa. As holdings atuais valem cerca de US$ 63,28 bilhões, gerando um lucro não realizado de mais de 22%. Em 2025, apesar de um prejuízo não realizado de US$ 17,4 bilhões no Q4 devido a quedas, a empresa manteve a disciplina, sem vendas.

Estratégia de Financiamento e Expansão

A operação foi financiada por meio de um programa de emissão de ações at-the-market (ATM), envolvendo ações MSTR e STRC. Essa tática permite captar recursos diretamente no mercado de capitais, convertendo-os em Bitcoin rapidamente. Saylor ironizou em post: “Nossa posição de US$ 60,25 bilhões em Bitcoin começou com US$ 0,25 bilhão em agosto de 2020”.

Paralelamente, a MicroStrategy expandiu sua reserva em dólares para US$ 2,25 bilhões, criada em dezembro, equilibrando liquidez para dividendos e operações. Desde o início da era Bitcoin Standard (agosto 2020), as ações MSTR renderam 60% anualizados, superando o BTC (45%) e ficando atrás apenas da Nvidia (68%).

Implicações para o Mercado Cripto

Essa movimentação reforça a tese de força institucional. Corporações públicas agora detêm mais de 1,1 milhão de BTC, segundo Bitcoin Treasuries. ETFs de Bitcoin registram influxos recordes, e compras como essa sinalizam confiança de longo prazo, ignorando ruídos de curto prazo. Para investidores brasileiros, é um lembrete: enquanto gigantes acumulam, o varejo pode se beneficiar seguindo a tendência, mas com gerenciamento de risco.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 494.643,85 às 09:29 de 13/01/2026, com alta de 1,64% em 24h e volume de 222 BTC nas exchanges locais.

O Que Isso Significa para Investidores?

A persistência da MicroStrategy valida Bitcoin como reserva de valor corporativa superior ao ouro ou fiat. Em um ano turbulento como 2025, com quedas acima de 20%, eles não venderam – e agora lucram. Vale monitorar o próximo relatório SEC e influxos em ETFs. Para o brasileiro, com BTC acima de R$ 490 mil, essa confiança institucional sugere potencial de alta sustentada, mas sempre com due diligence.


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Executivos cartoon abrindo portas enferrujadas com cadeado '9' quebrado para skyline cripto neon, simbolizando libertação regulatória na Coreia do Sul

Coreia do Sul Libera Empresas para Cripto Após 9 Anos de Banimento

O dinheiro pesado da Coreia do Sul está finalmente livre para comprar Bitcoin. Após quase uma década de proibição, a Comissão de Serviços Financeiros (FSC) autorizou que empresas listadas e investidores profissionais aloquem até 5% do capital próprio em criptomoedas. A medida, anunciada como parte da Estratégia de Crescimento Econômico de 2026, abre portas para um fluxo bilionário de capital institucional na quarta maior economia asiática, sinalizando uma virada geopolítica na adoção de ativos digitais.


Detalhes das Novas Regras Coreanas

As regras atualizadas da Coreia do Sul limitam investimentos aos 20 principais criptoativos por capitalização de mercado, listados nas cinco exchanges reguladas do país. Cerca de 3.500 empresas e instituições poderão participar assim que a implementação começar, com salvaguardas como execução escalonada de ordens para mitigar volatilidade.

Essa política cautelosa reflete a abordagem estruturada de Seul, priorizando estabilidade enquanto integra cripto à economia tradicional. O limite de 5% é visto por alguns como conservador frente a mercados como EUA e UE, mas serve como guardrail essencial para uma nação exportadora dependente de confiança global.

Além disso, o framework já demonstra viabilidade prática: em junho de 2025, a Upbit facilitou a primeira venda oficial de cripto por uma ONG, convertendo doações em Ethereum para won sul-coreano, provando a funcionalidade das normas.

Contexto Econômico e Estratégia Nacional

A liberação insere-se na Estratégia de Crescimento Econômico de 2026, que projeta expansão de 2% no PIB, superando previsões do Banco da Coreia. O plano inclui legislação de stablecoins e ETFs spot de Bitcoin, posicionando o país como hub cripto na Ásia.

Geopoliticamente, isso contrasta com a dependência histórica de manufatura e semicondutores. Com exportações fortalecidas e consumo interno estabilizado, Seul busca diversificar reservas, usando cripto como hedge contra incertezas globais como tensões com a China e flutuações do won.

Analistas preveem que conglomerados como Samsung e Hyundai possam liderar, injetando bilhões em BTC e ETH, elevando o “Kimchi Premium” e influenciando preços regionais.

Contrastes Regionais e Movimento Global

Enquanto a Coreia avança, vizinhos divergem. O Japão transfere cripto para regime de securities sob a Financial Services Agency, com regras mais rígidas de disclosure até 2026. Hong Kong, hub de ETFs, rejeitou listagens corporativas por volatilidade em 2025.

No Ocidente, os EUA aceleram com bill bipartidário no Senado, confirmado pelo Chair da SEC Paul Atkins. A lei divide jurisdições SEC-CFTC, construindo sobre o GENIUS Act, visando tornar Washington a “capital cripto do mundo” em 2026.

Essa fragmentação asiática testa caminhos: abertura coreana versus cautela japonesa e hongkonguense, em um tabuleiro onde potências econômicas redefinem soberania digital.

Implicações para o Mercado Global

O fim da proibição de nove anos na Coreia sinaliza o início de um influxo institucional massivo. Com PIB de US$ 1,7 trilhão, os 5% liberados representam potencial de dezenas de bilhões em compras, pressionando alta em BTC e ETH.

Investidores devem monitorar aprovações de ETFs spot e stablecoins, que podem catalisar adoção soberana. Para brasileiros, isso reforça a necessidade de regulação clara, evitando que o Brasil fique para trás em um cenário onde Ásia e EUA disputam liderança cripto.

Strategicamente, Seul posiciona-se contra rivais, usando cripto para resiliência econômica em era de sanções e guerras comerciais.


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Executivos cartoon celebrando cofre corporativo transbordando moedas BTC douradas e ETH cyan com '1B', sinalizando acumulação bullish da BlackRock

BlackRock Acumula US$ 1 Bilhão em BTC e ETH: Sinal Bullish?

BlackRock lota os ETFs de BTC: o bull run recomeça? A maior gestora de ativos do mundo, sob comando de Larry Fink, acumulou mais de US$ 1 bilhão em Bitcoin e Ethereum em três dias consecutivos no início de janeiro, conforme dados analisados pela Lookonchain. Esse movimento massivo sinaliza apetite renovado por risco e pode impulsionar o ciclo de alta das criptomoedas.


Detalhes da Acumulação Massiva

A compra de 9.619 BTC no valor de cerca de US$ 878 milhões, somada a 46.851 ETH por aproximadamente US$ 149 milhões, representa uma das fases de acumulação mais intensas desde o lançamento dos ETFs spot nos EUA. Esse volume foi distribuído em dias consecutivos, demonstrando estratégia deliberada da BlackRock para posicionar-se no mercado cripto.

No dia 5 de janeiro, o ETF IBIT da BlackRock sozinho atraiu US$ 372 milhões em influxos, mais da metade do total de US$ 697 milhões nos ETFs de Bitcoin spot americanos. Após saídas expressivas no fim de 2025, essa reversão sugere que grandes investidores estão reconstruindo posições long em ativos digitais.

Sinal de Trendwende no Mercado

Essa movimentação da BlackRock indica uma clara trendwende, ou mudança de tendência, no apetite por risco. Enquanto outros gestores registravam abfluxos na semana, o gigante com trilhões sob gestão optou por acumular, reforçando a narrativa de que o Bitcoin continua como reserva de valor premium. Para tesourarias corporativas, isso serve como endosso: empresas como MicroStrategy já pavimentaram o caminho, e agora Wall Street segue.

O contexto é ainda mais bullish com o arquivamento de S-1 pela Morgan Stanley para ETFs de BTC, ETH e Solana. Com US$ 1,8 trilhão em ativos, esse passo consolida a cripto como classe de ativo mainstream, atraindo fluxos institucionais massivos e potencializando um novo ciclo de alta.

Larry Fink e a Visão da BlackRock

Larry Fink, CEO da BlackRock, evoluiu de cético para defensor das criptomoedas. Em cartas anuais aos investidores, ele destacou o Bitcoin como “ouro digital”, defendendo sua alocação em portfólios diversificados. Essa acumulação reflete a confiança interna na tokenização de ativos reais via blockchain, visão que Fink promove desde 2024. Para o brasileiro, isso significa maior liquidez global e estabilidade para posições em BTC.

Conectando a tesourarias corporativas, vemos um padrão: acumular BTC durante correções para capturar ganhos no longo prazo. A BlackRock, com seu ETF IBIT como líder de mercado, inspira outras firmas a adotarem estratégias semelhantes, acelerando a adoção institucional.

Impacto no Mercado Brasileiro e Cotação Atual

No Brasil, onde o interesse por cripto explode, essa notícia é um catalisador perfeito para posições long. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 488.619 na média das exchanges locais, com volume de 201 BTC em 24h e variação de -0,02%. Com influxos globais, é provável que vejamos valorização, beneficiando traders locais.

Investidores devem monitorar influxos nos ETFs como indicador leading para o preço. Esse movimento da BlackRock reforça o case bullish: o bull run de 2026 pode estar apenas começando, com tesourarias se enchendo de BTC para navegar a incertezas macro.


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Executivos cartoon depositando BTC dourado e SOL prismático em cofres transbordantes, simbolizando adoção corporativa e tesourarias crescentes

Tesourarias Crescem: BitFuFu +1.780 BTC, Upexi 2,17M SOL

Corporações listadas na Nasdaq estão stackando cripto como nunca: a mineradora BitFuFu expandiu seu tesouro de Bitcoin para 1.780 BTC até o fim de 2025, enquanto a Upexi elevou suas posições em Solana para 2,17 milhões de SOL. Esses movimentos diversificam a adoção além dos ETFs, reforçando a confiança institucional no ecossistema cripto. Bull run confirmado? Segundo o Cointrader Monitor, o BTC está a R$ 488.312 – otimismo no ar para 2026.


BitFuFu: Mineradora Fortalece Tesouro em BTC

A BitFuFu, mineradora de Bitcoin sediada em Singapura e listada na Nasdaq, anunciou a adição de 16 BTC em dezembro de 2025, elevando o total para 1.780 BTC. Esse montante, avaliado em mais de US$ 160 milhões a preços atuais, reflete uma estratégia agressiva de acumulação. A empresa também reduziu seu saldo de BTC pledged de 620 BTC para 274 BTC, melhorando significativamente a liquidez e flexibilidade financeira.

No mesmo período, a produção de mineração atingiu 188 BTC, sendo 151 BTC de operações de cloud mining e 37 BTC de self-mining. Ao longo de 2025, a BitFuFu minerou impressionantes 3.662 BTC, consolidando seu tesouro enquanto entregava valor aos clientes de cloud mining. O CEO Leo Lu destacou: “Com a força recente do Bitcoin e nossa posição de liquidez aprimorada, reforçamos nosso otimismo para 2026”.

Esse acúmulo não é isolado: demonstra como mineradoras tradicionais estão se transformando em holders de longo prazo, apostando no appreciation do BTC como reserva de valor corporativa.

Upexi: Estratégia de Alto Rendimento em Solana

A Upexi Inc. (NASDAQ: UPXI), focada em tesourarias de ativos digitais, atualizou suas holdings de Solana para 2.174.583 SOL em 5 de janeiro de 2026 – um crescimento de 3,2% em relação aos 2.106.989 SOL de outubro de 2025. A empresa anunciou uma nova estratégia de high-yield treasury risk-adjusted para 2026, visando maximizar retornos sem comprometer a estabilidade operacional.

Paralelamente, a Upexi executou recompras de 416.226 ações a um preço médio de US$ 1,92, sinalizando confiança na valuation. O CEO Allan Marshall reforçou o compromisso pessoal ao adquirir 200.000 ações em dezembro. “Estamos focados em aumentar o yield total mantendo um perfil de risco prudente”, afirmou Marshall, prevendo um 2026 ativo apesar dos desafios de mercado no Q4 de 2025.

A abordagem da Upexi destaca o potencial da Solana para yields elevados via staking e estratégias DeFi, diversificando o portfólio institucional para além do Bitcoin.

Implicações Bullish para o Mercado Cripto

Esses anúncios da BitFuFu e Upexi são prova tangível da adoção corporativa em expansão. Diferente dos ETFs, que são passivos, tesourarias ativas como essas injetam demanda orgânica no mercado, potencializando rallies de preço. O Bitcoin, com sua narrativa de ‘ouro digital’, atrai miners como a BitFuFu, enquanto a Solana ganha tração por eficiência e ecossistema vibrante.

Investidores institucionais veem cripto não só como hedge contra inflação, mas como gerador de yield. Com o BTC acima de US$ 90.000 recentemente e SOL em alta, esses holdings valem bilhões coletivamente. Para brasileiros, isso significa oportunidades em exchanges locais, onde o BTC negocia a R$ 488 mil – hora de monitorar fluxos corporativos para trades informados.

O hook é claro: corporações stackando cripto confirmam o ciclo bullish. Espere mais compras em 2026, impulsionando preços para novas máximas históricas.

O Que Isso Significa para Investidores?

Para o varejo, esses movimentos validam estratégias de HODL e diversificação. BitFuFu inspira confiança em miners como proxies de BTC, enquanto Upexi abre portas para altcoins de alto potencial como SOL. Monitore balanços trimestrais de empresas Nasdaq para spots de entrada.

A lição? Adoção institucional é o combustível do bull run. Com liquidez melhorando e yields atrativos, 2026 pode ser o ano da maturidade cripto – prepare-se para upside significativo.


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Executivo cartoon despejando baú de ETH em montanha stakeada crescente com veias verdes, simbolizando estratégia bullish da BitMine no Ethereum

BitMine All-in ETH: US$ 105 Milhões Comprados e Staking Bilionário

A BitMine Immersion Technologies, maior detentora corporativa de Ethereum (ETH), deu o pontapé inicial em 2026 com a compra de US$ 105 milhões em ETH, elevando suas reservas para 4,07 milhões de ETH (US$ 12,6 bilhões, ou 3,36% do suprimento total). Com US$ 915 milhões em caixa livres e staking superior a US$ 2,87 bilhões, a empresa segue all-in no ETH — será o próximo Michael Saylor, mas para Ethereum? Esse movimento reforça a adoção corporativa e gera yields passivos atrativos.


Compra de ETH Marca Início Bullish de 2026

A aquisição de US$ 105 milhões em ETH foi reportada pela plataforma Arkham e confirma a confiança da BitMine no ativo, mesmo com previsões de correção de curto prazo. A empresa, liderada por Tom Lee (Fundstrat), agora controla uma posição que representa 3,36% do supply total de ETH, rumo à meta ambiciosa de 5%. Esse tesouro massivo, similar à estratégia da MicroStrategy com Bitcoin, posiciona a BitMine como pioneira em tesouraria ETH, transformando reservas de caixa em ativos de alto potencial.

Com US$ 915 milhões em caixa restantes, conforme atualização recente da própria BitMine, há munição para mais compras. Em um mercado volátil, onde ETH oscila em torno de US$ 3.100, essa flexibilidade permite acumular em dips, gerando otimismo para holders de longo prazo. Analistas veem isso como sinal de maturidade institucional no ecossistema Ethereum.

Staking Explode: De US$ 60 milhões Adicionais para US$ 2,87 Bi

Paralelamente, a BitMine adicionou 19.200 ETH (US$ 60 milhões) ao staking, elevando o total para cerca de 827.000 ETH staked, avaliados em US$ 2,62 bilhões a US$ 2,87 bilhões conforme atualizações sequenciais. Iniciado no fim de dezembro com 74.880 ETH, o programa já representa quase 20% das holdings totais.

O staking yield atual de ~2,8% pode gerar dezenas de milhões em retornos anuais, reforçando o modelo de tesouraria sustentável. Diferente de holding passivo, isso cria renda passiva, atraindo mais corporações para o ETH. Blockchain data de Lookonchain e Onchain Lens confirmam depósitos recentes de 128.000 ETH, mostrando aceleração.

Estratégia Corporativa e Implicações para o Mercado

BitMine planeja lançar a Made-in-America Validator Network (MAVAN) nos EUA em 2026, rodando validadores locais e combatendo preocupações de centralização. Com 68 empresas detendo 6,81 milhões de ETH coletivamente (5,6% do supply), BitMine lidera o pelotão, atrás apenas de gigantes como Strategy no BTC.

Whales acumularam US$ 11,2 milhões em ETH na semana, per Nansen, enquanto Tom Lee prevê ETH em US$ 1.800 no 1º semestre como ‘oportunidade atraente’. O ano de 2025 foi um ‘stress test’ para instituições, preparando o terreno para liquidez em 2026. Essa tese bullish valida ETH como reserva de valor corporativa, impulsionando adoção.

Próximos Passos: Reunião e Perspectivas

A assembleia de acionistas em 15 de janeiro em Las Vegas deve detalhar planos de staking, validadores e compras semanais. Investidores devem monitorar o progresso rumo aos 5% do supply e yields gerados. Para brasileiros, esse modelo inspira tesourarias locais — ETH como backend financeiro global ganha tração.

Em resumo, BitMine prova que tesouraria ETH não é só hodl, mas yield otimizado. Com caixa forte e visão de longo prazo, é um case bullish para o ecossistema.


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