Fluxo de energia dourada desviado de rigs de mineração Bitcoin para torres de IA, simbolizando queda no hashrate por realocação de recursos

Guerra de Grades: IA Rouba Energia do Bitcoin e Derruba Hashrate

O hashrate do Bitcoin caiu abaixo de 1 ZH/s (993 EH/s) pela primeira vez desde setembro de 2025, não por falta de confiança na rede, mas devido à intensa competição por energia barata com centros de dados de IA. Mineradores estão realocando capacidade para serviços de computação de inteligência artificial, que oferecem margens maiores. Um ajuste negativo de dificuldade de 4,34% é esperado em três dias, aliviando temporariamente a pressão sobre a rentabilidade. Essa ‘guerra de grades’ redefine a economia da mineração em 2026.


Queda do Hashrate: Pressão na Rentabilidade dos Mineradores

A métrica de hashrate, que mede o poder computacional total dedicado à segurança da rede Bitcoin, registrou uma média de sete dias em 978-993 EH/s, o menor nível desde setembro de 2025. Segundo o CEO da StandardHash, Leon Lyu, grandes mineradoras estão desconectando rigs de mineração para priorizar contratos de energia com data centers de IA. Em 2025, o setor enfrentou o ano mais difícil de sua história, com o hashprice — receita por unidade de poder computacional — caindo de US$ 55 para US$ 35, agravado pela queda do BTC de US$ 126 mil para cerca de US$ 93 mil atuais.

Empresas como Bitdeer e Bitmain expandem operações próprias, mas o êxodo geral reflete margens apertadas. A eletricidade, principal custo (até 70% das despesas), torna-se escassa em regiões como EUA e Europa, onde reguladores como o PJM propõem regras para gerenciar a demanda explosiva de IA.

Competição Energética: IA Ganha Terreno sobre Bitcoin

A ‘guerra de grades’ surge porque data centers de IA demandam energia contínua e pagam prêmios por contratos de longo prazo, superando a mineração de Bitcoin, que opera em ciclos variáveis. Mineradoras listadas em bolsa, como Riot Platforms, alugam infraestrutura para chips de IA, transformando fazendas de mineração em hubs híbridos. Relatórios indicam que IA gera receita por megawatt até 3-5 vezes maior que BTC em períodos de baixa rentabilidade.

Políticas intervêm: o presidente Trump e governadores pressionam tech giants a arcar com custos de expansão de rede, incluindo leilões emergenciais para novas usinas. Isso força mineradores a retrofitar sites com GPUs, diversificando receitas e reduzindo dependência do preço do Bitcoin.

Ajuste de Dificuldade: Mecanismo Técnico de Equilíbrio

O protocolo Bitcoin ajusta a dificuldade de mineração a cada 2.016 blocos (~2 semanas) para manter o tempo médio de bloco em 10 minutos. Com hashrate em queda, blocos demoram mais — média atual de 10,43 minutos —, levando a um redução estimada de 4,15-4,34%. Esse alívio torna blocos mais fáceis de minerar, elevando recompensas temporariamente e ajudando mineradores menores a sobreviverem.

Consequências técnicas incluem maior estabilidade de blocos, mas risco de centralização se grandes players dominarem regiões com energia barata. O mecanismo é autônomo, garantindo segurança da rede mesmo com oscilações.

Implicações Estratégicas para Mineradores e Rede

Essa transição estratégica posiciona mineração como parte de um ecossistema de computação mais amplo. Mineradores ágeis podem lucrar com IA sem abandonar BTC, mas o hashrate prolongadamente baixo pode sinalizar para investidores menor segurança percebida. Vale monitorar se o BTC acima de US$ 93 mil atrai retorno de rigs. Para o ecossistema, reforça a resiliência: dificuldade se adapta, blocos prosseguem, mas o setor evolui para híbrido IA-BTC.


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Personagem XRP cartoon escorregando de plataforma '2' rachada para '1.85', com figura líder estendendo mão, simbolizando teste de suporte e potencial recuperação em Davos

XRP Perde US$ 2,00: Suporte em US$ 1,85 sob Teste

O XRP sofreu uma reversão aguda abaixo de US$ 2,00 após falhar em sustentar um rompimento, invertendo a estrutura de curto prazo para de baixa. O preço estabilizou próximo a US$ 1,96, mas enfrenta resistências em US$ 1,972 e US$ 2,00. Essa derrota técnica ocorre em meio a tensões comerciais EUA-Europa pós-Groenlândia, com o ativo testando suporte crítico de US$ 1,85. Investidores miram o Fórum de Davos, onde Brad Garlinghouse pode catalisar uma recuperação.


Falha no Rompimento e Estrutura de Baixa

O rompimento acima de US$ 2,00 estagnou, permitindo que vendedores pressionassem com volume elevado, limpando posições compradas tardias. A quebra de US$ 1,972 confirmou máximas menores abaixo de US$ 1,98, estabelecendo momentum descendente no curto prazo. Apesar de consolidação em timeframes superiores, o preço permanece preso abaixo de suportes anteriores, agora resistências.

Essa dinâmica reflete um reset clássico pós-rompimento falho, não necessariamente uma reversão de tendência confirmada. Dados indicam estabilização em US$ 1,96, mas a incapacidade de recuperar US$ 2,00 mantém o viés de baixa intacto, com traders atentos a sinais de exaustão vendedora.

Resistência em US$ 2,02 e Suporte Vital em US$ 1,85

A recuperação inicial acima de US$ 2,00 encontrou resistência em US$ 2,020, coincidente com a linha de tendência de baixa e 83.2% Fib retracement da queda de US$ 2,065 para US$ 1,847. O preço opera abaixo da 100-hourly SMA e US$ 2,00, com MACD ganhando força de baixa e RSI abaixo de 50.

Suportes imediatos incluem US$ 1,95 e US$ 1,932. Uma quebra abaixo abre caminho para US$ 1,85, nível pivotal testado recentemente após queda de 23% no ano. Manter acima desse suporte é essencial para evitar extensão para US$ 1,82 ou US$ 1,75, preservando base para recuperação.

Davos: Catalisador com Garlinghouse no Palco

Enquanto o mercado digere a queda de 23% em 2026 até US$ 1,85, olhares se voltam para Brad Garlinghouse no Fórum Econômico Mundial em Davos. O CEO da Ripple participa de painel sobre tokenização ao lado de líderes como Brian Armstrong (Coinbase) e CEO do Standard Chartered, destacando posicionamento da XRP Ledger em RWAs (US$ 396 milhões tokenizados) e stablecoins.

O chart diário mostra candlestick hammer no suporte Murrey Math, sugerindo potencial reversão. Uma recuperação para US$ 2,25 é plausível se declarações regulatórias ou de adoção animarem. Tensões tarifárias de Trump adicionam risco macro, mas Davos pode ser o ‘fazer ou quebrar’ para momentum altista.

Próximos Passos e Níveis a Monitorar

Para bulls, recuperar US$ 2,00 abre US$ 2,05 e restaura estrutura de alta; falha mantém risco de teste em US$ 1,85. Indicadores como Supertrend e 50-day MA reforçam controle de baixa atual. Investidores devem vigiar volume em suportes e notícias de Davos, em contexto de correção geral cripto impulsionada por aversão ao risco global.

Os dados sugerem consolidação binária: hold US$ 1,96 favorece subida gradual, quebra acelera downside. Vale monitorar interseções macro, como decisão da Suprema Corte sobre tarifas.


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Formação geométrica ombro-cabeça-ombro fraturando com prisma central caindo para suporte 100, alertando rejeição técnica em Solana

Alerta Solana: Risco de Queda para US$ 100 Após Rejeição Técnica

A Solana (SOL) registrou uma rejeição técnica crítica após pullback de 8% no domingo, atingindo mínima de duas semanas em US$ 130. Um ano após o ATH de US$ 293, o ativo opera 54,3% abaixo, com analistas alertando para risco de correção profunda até o suporte psicológico de US$ 100. A quebra da linha de tendência ascendente e perda de US$ 136 colocam traders de curto prazo em alerta máximo.


Quebra de Suportes e Liquidez Varreda

A quebra abaixo do suporte chave de US$ 136 marcou o fim da alta inicial do ano, que havia rompido uma tendência de baixa multimensal. Desde outubro, quando perdeu a barreira psicológica de US$ 200, a Solana oscila entre US$ 115 e US$ 145 nos últimos três meses, sem momentum altista sustentado.

Observador BitGuru destacou que o preço “swept liquidity” em uma zona de demanda forte após quebra estrutural limpa. Se holdar os níveis atuais entre US$ 129 e US$ 136, um rebote de alívio para máximas anteriores é plausível. No entanto, uma sustentação abaixo dessa faixa abre caminho para retração de até 25%, mirando o suporte de US$ 100. Dados objetivos mostram volume decrescente no pullback, sinalizando fraqueza compradora.

Atualmente, SOL negocia em US$ 134, com queda de 5,6% no diário, reforçando o viés de baixa de curto prazo.

Padrão Ombro-Cabeça-Ombro no Weekly

No gráfico semanal, a formação de ombro-cabeça-ombro (OCO) de dois anos ganha contornos de baixa. O ombro esquerdo formou-se na alta do Q1-Q2 2024, a neckline situa-se em torno de US$ 120, a cabeça no pico de US$ 293 do início de 2025, e o ombro direito após correção Q4 2025.

Trader Slashology alerta que SOL “está feio”, com proximidade à neckline sugerindo “preparem-se para o pior”. Uma quebra poderia desencadear banho de sangue de 35-40%, projetando alvos em US$ 75-80. Esse padrão clássico indica reversão de tendência de longo prazo, com implicações severas para holders de médio prazo.

Dados confirmam: o preço negocia perto da neckline, com candles semanais de corpo pequeno, indicando indecisão que pode pender para baixa se volume vendedor aumentar.

Contrapontos e Cenários Alternativos

Nem todos veem apenas downside. Crypto Curb compara o chart da Solana ao S&P 500 (2009-2011), que exibiu OCO similar mas invalidou-o ao reboundar da neckline e romper o ombro direito, alcançando novas máximas. Se SOL replicar, um rebote de US$ 120 poderia invalidar o padrão de baixa.

Man of Bitcoin enfatiza o suporte imediato em US$ 129-136: sustentação abre porta para retomada de US$ 145. No entanto, falha aqui reforça projeção para US$ 100, nível psicológico que testará resiliência compradora. Traders de curto prazo devem monitorar volume e RSI semanal, atualmente em zona neutra mas com divergência de baixa emergente.

O Que Monitorar e Implicações para Traders

Para traders de curto prazo, o foco está na defesa de US$ 129: perda abre US$ 100, com risco de aceleração vendista. Um close semanal acima de US$ 136 sinaliza alívio, mas OCO domina macro. Indicadores como MACD mostram cruzamento de baixa, e funding rates negativos indicam pressão short.

Em resumo, dados objetivos apontam cautela: probabilidade elevada de teste de US$ 100 se suportes falharem. Posições compradas demandam stops apertados; vendidas visam neckline com trailing stops. O mercado cripto volátil exige DYOR constante.


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Baleias cartoon estilizadas acumulando tokens ADA e ONDO em oceano digital turbulento, sinalizando acumulação contrária durante queda de altcoins

Sinal de Fundo? Baleias Acumulam ONDO e Cardano na Queda

Enquanto o mercado de altcoins sangra, com ONDO caindo mais de 65% desde outubro e Cardano testando suportes críticos em US$ 0,36, baleias mostram movimento contrário à tendência. Dados on-chain revelam acumulação silenciosa: grandes participantes absorvem o unlock de 1,94 bilhão de tokens de ONDO e compraram 210 milhões de ADA em três semanas. O que o smart money sabe que o varejo ignora?


Acumulação Silenciosa em ONDO

A análise do CryptoQuant destaca o escudo das baleias em ONDO. Apesar da correção acentuada desde o pico de dezembro de 2024, o Spot Average Order Size é dominado por ordens de baleias na faixa de US$ 0,35–0,40. Pontos verdes consistentes no gráfico indicam que instituições usam a fraqueza para absorver liquidez.

Adicionalmente, ONDO entrou em fase de Taker Buy Dominant, com o Cumulative Volume Delta (CVD) de 90 dias positivo e em alta. Isso reflete pressão de compra agressiva superando vendas, mesmo com o preço em US$ 0,33. O relatório sugere que essa dinâmica pode configurar uma reversão para 2026, especialmente no setor RWA (Real World Assets).

O token testa zona de demanda em US$ 0,30–0,35. Uma defesa sólida aqui poderia estabilizar o ativo antes de um rebote, contrastando com o pânico retail ante o unlock de 18 de janeiro.

Baleias de Cardano Apostam na Recuperação

Paralelamente, baleias acumularam 210 milhões de ADA em três semanas, conforme dados on-chain compartilhados por Ali Martinez. Essa compra ocorre em meio a uma queda de 7% nas últimas 24 horas, com ADA oscilando entre US$ 0,36 e 0,40.

As reservas em exchanges diminuíram ligeiramente, reduzindo supply disponível e ampliando o impacto de demandas futuras. No gráfico semanal, ADA segue o limite inferior de um triângulo simétrico, acima do suporte testado de US$ 0,36–0,28. O RSI semanal em 33 sugere proximidade de uma recuperação de curto prazo.

No entanto, o funding rate ponderado por open interest está negativo em -0,0037%, indicando ceticismo entre traders de futuros. Notícias positivas, como fundo de US$ 80 milhões apoiado pela Cardano Foundation e lançamento de futures ADA na CME em fevereiro, podem catalisar o momentum.

Implicações: Sinal de Fundo no Horizonte?

A acumulação por baleias durante quedas é um padrão clássico on-chain associado a fundos de mercado. Em ONDO, a absorção do unlock bilionário por smart money contrasta com a dominância de vendas retail. Para ADA, a redução de reservas reforça a tese de base sólida.

Os dados sugerem que grandes players posicionam para uma reversão, ignorando ruído macro como tensões EUA-UE. Investidores devem monitorar volumes de taker buy, CVD e defesas de suportes chave. Uma confirmação viria com rompimento de EMAs (US$ 0,41 para ADA) e estabilização acima de US$ 0,35 para ONDO.

Esse contrarianismo pode sinalizar o fim do sangramento das altcoins, mas requer validação por preço e volume. Vale observar se o varejo segue o smart money.


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Sol dourado colossal dominando cosmos digital com estrelas altcoins desvanecendo, ilustrando dominância do Bitcoin no mercado cripto

Bitcoin Domina: Altcoin Season Index Cai para 25 Pontos

O Índice de Altcoin Season caiu para 25 pontos, sinalizando oficialmente uma ‘Bitcoin Season’ prolongada no mercado cripto. Apesar de quedas recentes, o Bitcoin mantém dominância entre 58% e 61%, negociado próximo de US$ 93.000. O movimento reflete a preferência por ativos maduros em tempos de incertezas macroeconômicas, com capital institucional fluindo via ETFs. Para brasileiros, isso sugere recalibrar exposições a altcoins.


O Que Mede o Altcoin Season Index?

O Índice de Altcoin Season do CoinMarketCap compara o desempenho das 100 principais altcoins (excluindo stablecoins e wrapped tokens) com o Bitcoin nos últimos 90 dias. Valores acima de 75 indicam ‘altseason’, quando altcoins superam o BTC em massa. Leituras abaixo disso, como os atuais 25 pontos, confirmam dominância bitcoinista: apenas 25% das altcoins batem o BTC no período.

Essa métrica é crucial para alocação de portfólio. Historicamente, índices persistentes abaixo de 30 coincidem com fluxos de capital concentrados no Bitcoin, reduzindo volatilidade para holders conservadores. No Brasil, onde o acesso a altcoins é via exchanges locais, o dado orienta evitar sobrecarga em ativos de alto risco.

Indicadores Técnicos Reforçam Força do Bitcoin

Além do índice, dados técnicos apontam momentum positivo para o BTC. No gráfico diário, opera acima das médias móveis de 50 e 200 dias, com RSI em 61 (força sem sobrecompra) e MACD positivo. Volume à vista supera US$ 32 bilhões diários, contrastando com queda de liquidez em altcoins.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 492.328,83 nesta terça-feira (20/01), com variação de -1,57% em 24h e volume de 226 BTC. O influxo institucional via ETFs sustenta essa resiliência, mesmo em cenário macro volátil com temores de recessão global.

Implicações para Investidores Brasileiros

Para o público local, o índice baixo recomenda estratégias defensivas. Carteiras pesadas em altcoins historicamente sofrem mais em ‘Bitcoin Seasons’, com retornos relativos negativos. Setores como escalabilidade (ex: Solana) ou DeFi podem pontuar, mas não revertem a tendência ampla.

Gestão de risco envolve monitorar dominância BTC (atual ~59%) e rotações setoriais. No Brasil, com câmbio pressionado, priorizar BTC reduz exposição a correlações altcoin-dólar. Dados on-chain mostram acumulação por baleias, reforçando o viés de alta seletiva.

Riscos e Perspectivas Futuras

O índice é lagging, capturando tendências passadas. Mudanças narrativas — como upgrades em Ethereum ou alívio macro — podem impulsionar altcoins rapidamente. Em 2025, o índice tocou 12 pontos antes de recuperação parcial, sugerindo seletividade crescente entre 20-30.

Investidores devem acompanhar métricas complementares: dominância BTC, inflows ETF e RSI altcoins. Enquanto o índice não romper 75, o capital segue ‘Bitcoin-first’, priorizando maturidade sobre especulação.


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Educador cartoon estendendo ícones USDT luminosos para multidão laosiana, simbolizando campanha de educação em stablecoins contra inflação

Tether educa 10 mil laosianos sobre USDT no Sudeste Asiático

A parceria entre Tether e Bitqik no Laos visa educar mais de 10.000 pessoas sobre Bitcoin, moedas estáveis como USDT e tecnologia blockchain ao longo de 2026. Com eventos trimestrais em quatro cidades principais — Vientiane, Pakse, Vang Vieng e Luang Prabang —, além de conteúdos online, a iniciativa foca em aplicações práticas onde o sistema bancário local falha, ajudando laosianos a protegerem poupanças contra a inflação e acessarem finanças digitais de forma cotidiana. Anunciada em 19 de janeiro, essa expansão no Sudeste Asiático destaca o potencial real das criptomoedas para inclusão financeira em mercados emergentes.


Detalhes da Parceria Educacional

A Bitqik, exchange de ativos digitais licenciada no Laos, une forças com a Tether para oferecer seminários, roadshows e materiais online via Bitqik Academy. O foco está em ensinar o uso responsável de moedas estáveis como o USDT, que já é a mais utilizada no mercado local. Participantes aprenderão a integrar essas ferramentas em transações diárias, como remessas e proteção de valor, superando limitações de bancos tradicionais com altas taxas e acesso restrito.

Os eventos ocorrerão trimestralmente nas capitais regionais, alcançando comunidades, estudantes e empreendedores. Essa abordagem prática vai além da teoria, demonstrando casos reais de como o USDT facilita pagamentos rápidos e baratos, essenciais em um país onde a inflação erode o poder de compra e serviços financeiros são escassos fora das áreas urbanas. A iniciativa posiciona o blockchain como solução acessível para o dia a dia.

Contexto no Laos: Falhas Bancárias e Oportunidades

No Laos, o sistema bancário enfrenta desafios como baixa penetração — apenas cerca de 30% da população tem conta bancária — e inflação persistente, agravada por dependência de agricultura e remessas. Aqui, moedas estáveis como USDT surgem como alternativa prática: transferências instantâneas sem intermediários caros, estabilidade de valor atrelado ao dólar e inclusão para não bancarizados.

Para laosianos comuns, isso significa poder receber dinheiro de parentes no exterior sem perder 10-20% em taxas, ou poupar em um ativo que resiste à desvalorização do kip local. A educação promovida pela Tether capacita esses usuários a evitarem riscos comuns, como volatilidade de outras criptos, e a usarem carteiras digitais de forma segura. É um modelo replicável para outros emergentes, mostrando cripto como ferramenta cotidiana contra pobreza financeira.

Visão dos Líderes e Impacto Esperado

Paolo Ardoino, CEO da Tether, enfatiza: “Inclusão financeira não vem só do acesso, mas da compreensão clara.” Ele vê a parceria como ponte para um futuro resiliente, combinando conhecimento com casos reais de uso de stablecoins. Virasack Viravong, CEO da Bitqik, celebra a colaboração com a maior empresa de ativos digitais, destacando o USDT como líder no Laos e prometendo maior acesso via atividades ao longo de 2026.

Essa iniciativa reflete o compromisso com educação grassroots, empoderando comunidades subatendidas. Para o leitor brasileiro, é um lembrete prático: em regiões com instabilidade econômica, stablecoins não são especulação, mas necessidade diária. Monitore o progresso para ver lições aplicáveis aqui, como usar USDT em remessas ou hedge contra inflação.

Próximos Passos Práticos para Acompanhar

Em 2026, acompanhe os eventos da Bitqik Academy para métricas de adesão e impacto real. Para quem quer replicar no Brasil, comece explorando exchanges locais com suporte a USDT, aprenda gerenciamento de carteiras e teste transações pequenas. Essa expansão da Tether prova que cripto avança onde bancos falham, priorizando educação para adoção sustentável e uso cotidiano.


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Montanha cristalina isométrica pulsando com 1.71M pontos cyan, base dourada defendendo suporte e cume AVAX brilhando, recorde de endereços ativos Avalanche

Avalanche AVAX: Recorde de 1,71M Endereços Ativos Defende Suporte

Enquanto o mercado cripto enfrenta quedas generalizadas, a Avalanche (AVAX) registra um marco histórico: 1,71 milhão de endereços ativos diários, o maior número já visto. Essa métrica reflete forte adoção em DeFi, tokenização e ativos do mundo real (RWAs), impulsionando confiança institucional. O preço segura suporte chave próximo a US$ 12, com traders atentos ao nível de US$ 18 como próximo objetivo, conforme dados recentes de 20 de janeiro de 2026.


Recorde de Endereços Ativos Sinaliza Adoção Real

A Avalanche alcançou 1,71 milhão de Daily Active Addresses (DAA), um indicador robusto de atividade na rede. Diferente de picos especulativos passados, esse crescimento é ancorado em desenvolvimentos concretos, como instituições alocando recursos na blockchain. A demanda por infraestrutura escalável para finanças tokenizadas posiciona a AVAX como opção viável para aplicações de alto volume.

Métricas on-chain mostram que o ecossistema está maduro, com uso real em protocolos DeFi e RWAs. Essa expansão de usuários ativos sugere que a rede resiste melhor à volatilidade do mercado amplo, mantendo tração orgânica mesmo em cenários de baixa.

Sentimento de alta reforçado por taker buy e baleias

O domínio de taker buy permaneceu elevado ao longo de janeiro de 2026, indicando sentimento otimista persistente. Volumes de compra durante quedas abaixo de US$ 12 reforçaram a resiliência do preço, com investidores assumindo posições compradas.

Baleias foram particularmente ativas, acumulando agressivamente em torno de US$ 12 e especialmente em US$ 11,32. Dados de CryptoQuant revelam picos no tamanho médio de ordens spot, demonstrando confiança de grandes players no potencial de longo prazo da AVAX, apesar das flutuações de curto prazo.

Análise Técnica: Suporte em US$ 12 e Alvo em US$ 18

No gráfico diário, a AVAX forma um triângulo ascendente, padrão de alta que sugere momentum contínuo se romper a resistência em US$ 15,36. O próximo nível crítico é US$ 18,52, com potencial de alta expressiva para US$ 24,18 em caso de rompimento.

O suporte em US$ 12 tem se mostrado sólido, mas uma quebra abaixo de US$ 11 poderia levar a US$ 8,60. Indicadores como RSI e MACD mostram cautela no momento, recomendando monitoramento próximo desses níveis para traders.

Perspectivas para 2026: Crescimento Sustentável?

A combinação de recorde em endereços ativos, atividade de baleias e interesse institucional posiciona a AVAX para expansão em 2026. Métricas como DAA e taker buy volumes indicam fundamentos sólidos, mas a sustentabilidade depende da manutenção do suporte técnico e adoção contínua.

Investidores devem observar o rompimento de resistências chave e volumes on-chain para confirmar a tendência de alta. Essa resiliência da Avalanche destaca seu diferencial entre as Layer-1 em meio ao caos de mercado.


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Cruz dourada rachando na base sobre linha de suporte com 91K, representando risco a golden cross e teste de suporte no Bitcoin

Cruz Dourada em Risco: BTC Testa Suporte de US$ 91.500

A queda do Bitcoin abaixo de US$ 94.000 intensifica preocupações técnicas, com o preço testando o suporte crucial de US$ 91.500. Oscilando em torno de US$ 93.000, o ativo enfrenta risco à cruz dourada após 77 dias de correção, conforme analistas. Essa pode ser a hora da verdade: romper o suporte sinaliza viés de baixa prolongado ou apenas uma limpeza necessária antes de nova alta?


Queda Recente e Suportes Críticos

O Bitcoin iniciou declínio acentuado abaixo de US$ 94.000 e US$ 93.000, formando mínimo em US$ 91.866. A análise técnica aponta tendência de baixa com linha de resistência em US$ 94.600 no gráfico horário. O preço negocia abaixo da média móvel simples de 100 períodos, com MACD ganhando força no território negativo e RSI abaixo de 50, reforçando momentum vendedor.

Suportes imediatos incluem US$ 92.000, US$ 91.800 e US$ 91.200. Uma perda desses níveis pode direcionar o ativo a US$ 90.500 ou até US$ 90.000, acelerando a correção. Resistências surgem em US$ 93.650 (50% Fib retracement) e US$ 94.000, essenciais para qualquer recuperação.

Golden Cross em Risco de Invalidação

A cruz dourada recente do Bitcoin, sinal de viés de alta quando a média curta cruza acima da longa, está ameaçada. O preço recuou abaixo da EMA50 em torno de US$ 93.000, estreitando o gap entre as médias. Capitalização global de criptoativos caiu para US$ 3,15 trilhões (-2,38%), com mais de US$ 800 milhões em posições compradas liquidadas.

Indicadores como ADX em 32,7 confirmam tendência forte, mas RSI neutro em 54,1 não indica sobrecompra ou sobrevenda. Para validar o golden cross, o BTC precisa reconquistar e sustentar acima de US$ 95.000. Fechamento semanal abaixo de US$ 91.000 inverteria a estrutura de curto prazo para viés de baixa.

77 Dias de Correção: Bear ou Reset?

Após 77 dias de correção do topo, traders questionam se o Bitcoin entra em bear market. Analista Cristian Chifoi enfatiza tempo como indicador primário, priorizando janelas sazonais. Dominância USDT.D atua como gráfico invertido do BTC, com duração mínima da drawdown já atingida.

Possíveis cenários: bounce para acima de US$ 100.000 como dead cat bounce, ou alta maior até US$ 115.000-120.000 falhando pós-abril. Janela pivotal: 20 de janeiro (± dias) até março/abril. Pivot low agora sugere continuação altista; pump para o período indicaria topo e rollover.

Níveis a Monitorar e Cotação em Reais

Resistências chave: US$ 98.000 (EMA50/Nuvem Ichimoku), US$ 100.000, US$ 108.757. Suportes: US$ 91.000, US$ 80.000 (lows de dezembro). Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 491.142,14 (-1,82% em 24h), refletindo volatilidade local alinhada ao mercado global.

Investidores devem observar o comportamento até sexta-feira para sinais de pivot low ou high. A sazonalidade até abril definirá se essa correção é reset dentro de uptrend ou transição para bear prolongado em 2026. Dados sugerem cautela, com foco em suportes para entradas de longo prazo.


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Monólito dourado do Bitcoin coberto por 100M runas Ordinals brilhantes emergindo de abismo digital, simbolizando expansão para NFTs

Bitcoin Ultrapassa 100 Milhões de Ordinals: Potência em NFTs

Os Ordinals no Bitcoin ultrapassaram os 100 milhões de inscrições, conforme reportado pela CriptoFácil. Essa marca histórica posiciona a rede como uma das maiores plataformas de NFTs do mundo, com volume de vendas superior a US$ 5,5 bilhões. Para iniciantes, isso significa que o Bitcoin vai além de ser ‘ouro digital’: agora é uma biblioteca viva de cultura digital, onde imagens, textos e artes são gravados diretamente na blockchain.


O Que São Ordinals? Uma Explicação Simples

Imagine o Bitcoin como um livro gigante e imutável, onde cada página é um satoshi — a menor unidade do BTC. Os Ordinals permitem inscrever dados diretamente nesses satoshis, criando NFTs nativos na rede Bitcoin. Diferente de plataformas como Ethereum, aqui tudo roda na camada base do BTC, sem necessidade de contratos inteligentes extras.

Essa inovação, lançada em 2023, transforma transações comuns em obras de arte digitais únicas. Cada Ordinal é numerado sequencialmente, garantindo raridade e propriedade eterna. Para o leitor iniciante, pense nisso como tatuar uma imagem permanente no DNA do Bitcoin: uma vez gravado, fica para sempre.

Atualmente, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 491.102,13, com variação de -1,82% nas últimas 24 horas. Esse preço reflete a maturidade do mercado pós-ETFs.

Números Que Impressionam: Escala Financeira

O volume de US$ 5,5 bilhões em vendas coloca o Bitcoin como a terceira maior rede de NFTs, atrás apenas de Ethereum (US$ 45 bilhões) e Solana (US$ 6,3 bilhões). Recentemente, o volume diário de Ordinals atingiu US$ 11,5 milhões em 14 de julho — o maior desde dezembro de 2024 — com crescimento semanal de 116%, totalizando US$ 25,8 milhões e mais de 8.000 compradores ativos.

Em certos dias, Ordinals representam até 54% das transações on-chain, mostrando uma demanda expressiva por espaço na blockchain. Isso não é só números: é prova de que o Bitcoin está evoluindo para suportar criatividade e cultura digital em escala global.

Impacto na Rede: Mineradores e Taxas de Transação

Para mineradores, os Ordinals são uma bênção pós-halving. As taxas de transação elevadas voltam a ser uma fonte relevante de receita, reduzindo a dependência do subsídio por bloco. Maior competição por blockspace significa custos mais altos para transferências, algo que investidores brasileiros devem considerar em picos de atividade.

Essa dinâmica reforça a resiliência da rede Bitcoin, diversificando usos e atraindo novos participantes. O BTC deixa de ser apenas reserva de valor para se tornar uma plataforma multifuncional.

Riscos e o Futuro Inspirador dos Ordinals

Apesar do entusiasmo, há desafios: a atividade é cíclica e sensível a taxas altas, podendo levar usuários a redes mais baratas. Além disso, o crescimento do tamanho da blockchain reacende debates na comunidade sobre escalabilidade.

No entanto, os 100 milhões de Ordinals sinalizam um futuro promissor. Para brasileiros, isso abre portas para colecionar arte digital com a segurança do Bitcoin. Vale monitorar como essa tendência impactará o preço e a adoção no médio prazo. O Bitcoin continua a surpreender!


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Estrutura cristalina Layer 2 com fluxo de partículas cyan rompendo barreira a 47K TPS, simbolizando escalabilidade recorde do MegaETH no Ethereum

MegaETH Quebra Barreira: 47 mil TPS no Teste Ethereum L2

O Layer 2 MegaETH atingiu picos de 47 mil transações por segundo (TPS) em testes no testnet, superando a barreira dos 40 mil TPS e aproximando o Ethereum de velocidades comparáveis a sistemas centralizados como a Visa. O feito prepara o terreno para um stress test global em 22 de janeiro, com o objetivo de processar 11 bilhões de transações em sete dias sob carga intensa, provando escalabilidade sustentada para aplicações em tempo real.


Desempenho Impressionante no Testnet

No testnet, o MegaETH demonstrou capacidade excepcional, registrando um pico de quase 47.000 TPS em 16 de janeiro, conforme dados da plataforma de análise Growthepie. Esse número representa mais transações em um segundo do que algumas blockchains processam em um dia inteiro. A métrica foi destacada em postagens no X (antigo Twitter), chamando atenção para o potencial do projeto em lidar com volumes massivos.

Essa velocidade é resultado de otimizações específicas no design do MegaETH, que prioriza latência baixa em detrimento de descentralização total. Para desenvolvedores e usuários, isso significa execução de transações quase instantâneas, ideal para dApps sensíveis a atrasos, como jogos Web3 e plataformas de trading de alta frequência.

Detalhes do Stress Test Global

Em 22 de janeiro, o MegaETH abrirá parcialmente sua mainnet para usuários selecionados, permitindo interação com aplicativos de baixa latência como stomp.gg, Smasher e Crossy Fluffle. Enquanto isso, a equipe técnica injetará uma mistura de transferências ETH e swaps em AMM v3 no backend, visando 15.000 a 35.000 TPS sustentados ao longo de sete dias, totalizando 11 bilhões de transações.

O teste não é apenas uma demonstração de força: ele pretende validar a robustez da rede sob carga real, simulando cenários de uso extremo. Ao final, o MegaETH espera ostentar o maior número de transações na história das chains EVM, pavimentando o caminho para o lançamento oficial da mainnet completa.

Tecnologia e Abordagem do MegaETH

O MegaETH se posiciona como a “primeira blockchain em tempo real”, com ambição de superar 100.000 TPS em produção. Diferente de soluções Layer 2 tradicionais como rollups otimistas ou ZK, ele adota uma arquitetura híbrida que combina sequenciadores de alta performance com otimizações no nível de execução de smart contracts. Isso permite processar blocos sub-segundo, reduzindo drasticamente a latência final para o usuário.

Atualmente, a mainnet está restrita a builders de infraestrutura, mas o stress test marcará a transição para acesso mais amplo. Essa priorização de velocidade sobre descentralização máxima reflete uma visão pragmática: em um ecossistema onde a usabilidade é rei, o MegaETH busca capturar aplicações que exigem performance nativa de Web2.

Implicações para o Futuro do Ethereum

Com o MegaETH rompendo barreiras de TPS, o Ethereum ganha um trunfo na guerra pela escalabilidade. Comparado à Solana, que promete 65.000 TPS teóricos mas entrega cerca de 3.100 em prática, o MegaETH demonstra números reais em testes. Isso pode atrair ecossistemas de jogos e DeFi de alta throughput, aliviando a congestão na Layer 1.

Para o investidor brasileiro, monitore o lançamento: sucesso no stress test pode impulsionar adoção e valor de tokens relacionados. Vale acompanhar como essa velocidade se traduz em custos baixos e segurança mantida no ecossistema Ethereum.


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Rede hexagonal cyan com nó falho expondo vórtice de zeros vermelhos, simbolizando falha na Paradex com BTC a zero e rollback

Bitcoin a Zero na Paradex: Falha Causa Liquidações e Rollback

Mesmo no Bitcoin, o erro de uma plataforma pode zerar seu saldo em segundos. A Paradex, DEX de perpetuals no Starknet, sofreu uma falha crítica em migração de banco de dados na madrugada de 19 de janeiro de 2026, fazendo o preço do BTC cair para US$ 0. Isso desencadeou liquidações em massa, afetando traders. A exchange confirmou rollback da blockchain para o bloco 1.604.710, restaurando fundos, mas expondo riscos operacionais graves em plataformas de camada 2.


O Glitch que Zera o Bitcoin

A falha começou por volta das 00:36 ET (05:36 BRT), impactando a blockchain Paradex, explorador de blocos, bridge e API. Um problema na migração de dados do banco fez o oráculo precificar o Bitcoin em zero, disparando uma cascata de liquidações automáticas em posições alavancadas. Com US$ 641 milhões em open interest e volume de US$ 37 bilhões nos últimos 30 dias, o impacto foi imediato e severo.

Usuários relataram em redes sociais o pânico inicial, com capturas de tela mostrando BTC a US$ 0 e milhares de posições liquidadas. A Paradex, construída sobre o Starknet — uma solução de camada 2 do Ethereum —, destacou-se pela eficiência em trades de perpetuals, mas esse incidente revela vulnerabilidades em integrações de dados e oráculos.

Impacto Direto nos Usuários

Traders que mantinham posições longas em BTC viram suas garantias evaporarem instantaneamente devido à precificação errônea. As liquidações injustas geraram perdas reais antes do rollback, com ordens abertas canceladas forçadamente — exceto take-profit e stop-loss. Apesar da confirmação de que “todos os fundos estão SAFU”, o episódio gerou desconfiança e perdas emocionais para quem não monitorava 24/7.

Em um mercado volátil, com BTC caindo de US$ 95.000 para US$ 92.000 nas horas anteriores, o glitch amplificou o caos. Liquidações globais de cripto ultrapassaram US$ 875 milhões em 24h, e esse incidente local na Paradex contribuiu para o nervosismo geral, afetando especialmente usuários de alavancagem em DEXs.

Rollback: Solução ou Risco?

O rollback de rede é uma reversão do estado da blockchain para um bloco anterior (1.604.710, pré-manutenção), anulando transações defeituosas. Usado como medida emergencial, restaurou saldos após 8 horas offline, com trading retomando às 12:10 UTC. No entanto, isso compromete a imutabilidade — pilar das blockchains —, gerando críticas por centralização velada em DEXs.

Paradex já enfrentou problemas: ataque de bots em setembro causou latência. Fundada pela Paradigm, que perdeu bilhões no colapso FTX, a plataforma destaca fragilidades em L2s, onde bugs em DB ou oráculos podem propagar falhas sistêmicas.

Lições de Proteção para Traders

Esse alerta reforça: evite alavancagem excessiva em plataformas emergentes. Monitore status pages, diversifique exchanges e prefira posições conservadoras. Mesmo DEXs prometem descentralização, dependem de camadas centrais suscetíveis a falhas humanas. Usuários devem priorizar segurança sobre yields altos, verificando auditorias e histórico operacional antes de expor grandes somas.

Vale questionar: em um ecossistema maduro, rollbacks deveriam ser raros. Fique atento a atualizações da Paradex e STRK, que caiu 3,6% pós-incidente.


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Visionário cartoon erguendo prisma ZK que organiza avatares DAO caóticos em formação ordenada, ilustrando proposta de governança melhorada com provas ZK

Governança 2.0: Vitalik Propõe ZK para DAOs Melhores

Vitalik Buterin, fundador do Ethereum, quer reinventar as DAOs: veja como as provas de conhecimento zero (ZK) podem mudar a forma como decidimos o futuro das criptomoedas. Em um post recente, ele critica as DAOs atuais por serem ineficientes e vulneráveis à captura por grandes detentores de tokens, propondo soluções para privacidade e fadiga decisória. Essa evolução pode tornar a governança descentralizada mais honesta e acessível.


Problemas das DAOs Atuais

As Organizações Autônomas Descentralizadas (DAOs) surgiram como uma promessa de governança sem intermediários, gerenciando recursos via código em blockchains. No entanto, Vitalik aponta que, na prática, elas se resumem a tesouros controlados por votação de tokens. Isso as torna suscetíveis a manipulações por baleias – grandes investidores – que concentram poder.

Outra questão é a falta de privacidade: todos os votos são públicos, transformando a governança em um “jogo social” onde pressões externas influenciam decisões. Além disso, a fadiga decisória afeta participantes, que se cansam de votar constantemente em propostas triviais. Esses fatores fazem as DAOs falharem em mitigar as fragilidades humanas, como Buterin observa.

O Que São Provas de Conhecimento Zero?

Imagine provar que você votou corretamente em uma DAO sem revelar seu voto específico. É isso que fazem as provas de conhecimento zero (ZK): um método criptográfico que permite demonstrar a veracidade de uma afirmação sem expor detalhes subjacentes. Por exemplo, você comprova que possui tokens suficientes para votar, sem mostrar quanto ou quais.

Para iniciantes, pense nas ZK como uma “caixa preta mágica”: você insere dados, e ela valida a verdade sem abrir a caixa. Isso resolve a privacidade nas DAOs, evitando coações e permitindo decisões autênticas. Vitalik defende seu uso para oráculos – fontes de dados externos – e votações, tornando a governança mais robusta e descentralizada.

Exemplos Práticos e Vozes Especializadas

Projetos como o AnonDAO, ligado à blockchain DarkFi, já testam governança privada com ZK. Inspirado no AssangeDAO, que arrecadou mais de US$ 50 milhões para Julian Assange, ele mostra viabilidade. Rachel Rose O’Leary, desenvolvedora do DarkFi, enfatiza: “As DAOs precisam de anonimato para ter poder político real”.

Harry Halpin, da Nym Technologies, compara a votações eleitorais: ninguém quer votos públicos em eleições ou DAOs. Ele vê ZK como o caminho para DAOs justas, embora ainda em maturação técnica. Vitalik também menciona IA para aliviar fadiga, mas alerta contra modelos centralizados como GPT.

Implicações para o Futuro das Criptos

A visão de Vitalik sinaliza um renascimento das DAOs. Com ZK, elas podem gerir recursos de forma eficiente, privada e resistente a capturas, aproximando-se da utopia descentralizada original. Para o leitor brasileiro, isso significa oportunidades em protocolos mais confiáveis no Ethereum e ecossistemas compatíveis.

Vale monitorar avanços: melhorias em oráculos e integração de ZK podem impulsionar adoção. Enquanto isso, projetos pioneiros pavimentam o caminho, provando que governança 2.0 é viável. Entender esses conceitos ajuda a navegar melhor o mundo cripto em evolução.


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Figuras cartoon de criminosos algemadas por policiais em rede digital emaranhada, ilustrando prisão de quadrilha por lavagem de US$ 107 mi em cripto

Quadrilha Chinesa Presa na Coreia do Sul Lava US$ 107 Milhões em Cripto

As autoridades alfandegárias sul-coreanas prenderam três nacionais chineses acusados de lavar mais de US$ 107 milhões em criptoativos por meio de uma exchange não autorizada. O esquema, ativo desde setembro de 2021, usou carteiras digitais como WeChat Pay e Alipay para converter fundos ilícitos em criptomoedas, transferindo-os para carteiras na Coreia do Sul e depois para moedas fiduciárias. Disfarçados como despesas legítimas, como cirurgias plásticas e mensalidades de estudos no exterior, os crimes exploraram brechas regulatórias, expondo vulnerabilidades no ecossistema cripto global.


Detalhes do Esquema Criminoso

A operação internacional movimentou cerca de 148,9 bilhões de won (equivalente a US$ 107 milhões) ao longo de quatro anos, conforme revelado pelo Escritório Alfandegário Principal de Seul. Os suspeitos, incluindo um homem chinês na casa dos 30 anos, recebiam depósitos via aplicativos chineses populares, como WeChat Pay e Alipay. Esses valores eram convertidos em criptomoedas por meio de exchanges ultramarinas não autorizadas, transferidos para carteiras sul-coreanas e, finalmente, revertidos para won coreano.

Para evitar detecção, os criminosos fragmentavam as transações em pequenas quantias, simulando pagamentos legítimos. Autoridades destacam que o grupo operava de forma sofisticada, explorando a pseudonimidade das criptomoedas e a integração com apps de pagamento chineses, comuns entre expatriados. Não foram divulgados os ativos digitais específicos envolvidos, mas o caso reforça preocupações com mixers e plataformas offshore.

A investigação, iniciada após alertas de movimentações suspeitas em contas bancárias locais, demonstra a vigilância crescente das agências coreanas contra fluxos ilícitos transfronteiriços.

Método de Lavagem e Ferramentas Utilizadas

O núcleo do golpe residia na conversão de remessas ilegais em cripto. Fundos chegavam via WeChat Pay e Alipay, plataformas amplamente usadas na China para transações cotidianas, mas aqui desviadas para fins criminosos. Após compra de cripto em bolsas estrangeiras sem licença coreana, os ativos eram enviados para endereços domésticos, vendidos localmente e distribuídos via múltiplas contas bancárias.

Essa cadeia explorava atrasos regulatórios na Coreia do Sul, onde investidores detêm bilhões em plataformas offshore devido a restrições locais. Analistas apontam que a anonimidade inicial das wallets digitais facilitou o fluxo, mas blockchain analytics permitiram o rastreamento. O caso é um dos maiores desmantelados recentemente, superando operações isoladas de US$ 180 milhões registradas em dezembro passado.

Investigadores coreanos coordenaram com agências internacionais, destacando a necessidade de cooperação global contra lavagem via cripto.

Eficácia das Autoridades e Desafios Regulatórios

A prisão reflete o sucesso da Korea Customs Service em monitorar fluxos atípicos, apesar da volatilidade do mercado cripto. Usando ferramentas de análise on-chain e fiscalização bancária, as autoridades mapearam o esquema apesar das camadas de ofuscação. Os três suspeitos foram encaminhados ao Ministério Público por violação da Lei de Transações de Câmbio Estrangeiro.

No entanto, o episódio expõe lacunas: a Coreia planeja expandir regras de AML para transações acima de 1 milhão de won (US$ 680), exigindo dados de exchanges. Apesar disso, bilhões em cripto saem do país anualmente para plataformas globais, alimentando riscos semelhantes. Autoridades visam finalizar o marco regulatório no primeiro semestre de 2026.

A operação sinaliza endurecimento, mas criminosos evoluem, migrando para DeFi e jurisdições laxas.

Impacto Negativo para a Imagem do Setor Cripto

Casos como esse mancham a reputação das criptomoedas, reforçando narrativas de associação com crime organizado. Embora o volume lavado represente fração mínima do mercado (US$ 100M vs. trilhões em volume global), headlines negativas alimentam ceticismo regulatório e hesitação de investidores institucionais.

Na Coreia, onde cripto é ativo primário para muitos, o episódio pode acelerar restrições, empurrando mais volume para offshore e perpetuando o ciclo. Plataformas legítimas sofrem com estigma, enquanto autoridades pressionam por KYC rigoroso e Travel Rule. Investidores devem priorizar exchanges reguladas e ferramentas de compliance para mitigar riscos.

O setor precisa de autorregulação para restaurar confiança, mas incidentes assim destacam a urgência de maturidade global.


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📌 Nota: Uma ou mais fontes citadas estavam temporariamente indisponíveis no momento da redação.

Plataforma de suporte dourado rachando com '93K' fragmentado e partículas caindo, silhuetas de baleias observando, simbolizando queda do Bitcoin e liquidações

Bitcoin cai US$ 4 mil: US$ 864 milhões em liquidações e suportes

O Bitcoin sofreu uma queda de quase US$ 4.000 em duas horas, rompendo os US$ 95.000 e testando mínimas abaixo de US$ 92.000, em meio a tensões geopolíticas com tarifas anunciadas por Trump contra nações europeias. O mercado cripto registrou liquidações totais de US$ 864 milhões em 24 horas, com posições compradas alavancadas absorvendo US$ 782 milhões das perdas. Mais de 241 mil traders foram impactados, sinalizando capitulação do varejo. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC cotava a R$ 499.832 às 19h31, com variação de -2,79% em 24h.


Análise Técnica da Queda

A desvalorização rápida levou o Bitcoin de US$ 95.500 para uma mínima intradiária de US$ 91.935, estabilizando próximo a US$ 92.600. Dados indicam que o ativo opera em uma faixa apertada acima da mínima semanal de US$ 92.284, com capitalização global em US$ 1,85 trilhão, queda de 2% no dia. O rompimento dos US$ 95.000 expôs vulnerabilidades, com volume de 24h em US$ 32 bilhões refletindo saída de liquidez.

O mercado total perdeu mais de US$ 100 bilhões em capitalização, atingindo US$ 3,22 trilhões. Altcoins como SUI, APT e PEPE caíram em dois dígitos, ampliando o domínio do BTC em 57,5%. Indicadores técnicos sugerem pressão vendedora persistente, com o RSI aproximando-se de níveis de sobrevenda.

Liquidações e Desespero do Varejo

As liquidações atingiram pico com US$ 525 milhões em longs forçados em apenas 60 minutos, sendo US$ 229 milhões em posições de Bitcoin e US$ 153 milhões em Ethereum. A maior perda individual foi de US$ 25,8 milhões em uma posição BTC-USDT na Hyperliquid, destacando o risco de alavancagem excessiva no varejo.

Esses eventos capitulam posições de alto risco, limpando ordens alavancadas e potencialmente pavimentando o caminho para uma consolidação. Baleias, por outro lado, monitoram esses fluxos: dados on-chain mostram acumulação em mínimas anteriores, contrastando com o pânico do varejo.

Próximos Suportes e Riscos

No pós-crash, o suporte imediato reside na zona de US$ 92.000-US$ 92.300, testada como piso semanal. Uma violação pode direcionar para US$ 90.000, nível psicológico e confluence de médias móveis de 50 e 200 dias. Suportes secundários em US$ 85.000-US$ 88.000 oferecem defesa mais robusta, alinhados com acumulações históricas de baleias.

Fatores macro, como a decisão da Suprema Corte dos EUA sobre poderes tarifários de Trump e tensões por Greenland, adicionam volatilidade. Ouro atingiu ATH de US$ 4.670, atraindo fluxo de ativos de risco para refúgios seguros.

Perspectivas para Traders

Os dados sugerem capitulação varejista, com liquidações reduzindo pressão de venda alavancada. Baleias podem intervir em suportes chave, promovendo rebound se volumes compradores retornarem. Monitore o mNAV e fluxos ETF para sinais de reversão. A estratégia conservadora é aguardar confirmação acima de US$ 93.000 antes de posições compradas.


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Figura política cartoon empurrando iceberg sobre rede XRP rachada com 'XRP' quebrado, simbolizando queda de 23% por tarifas Trump na Groenlândia

XRP Cai 23%: Tarifas de Trump na Groenlândia Abalam Ativo

A ameaça de tarifas de Trump sobre a Groenlândia implodiu o suporte psicológico do XRP em US$ 2,00, provocando uma queda de 23% desde o pico de US$ 2,41 em 6 de janeiro. A ‘guerra da Groenlândia’ entre EUA e UE gerou um risk-off global, evaporando liquidez em altcoins e liquidando mais de US$ 5 milhões em posições compradas de XRP. Investidores enfrentam volatilidade macroeconômica inédita.


A Disputa Territorial que Escalou para Guerra Comercial

O epicentro da crise está na obsessão renovada de Donald Trump pela Groenlândia, território autônomo da Dinamarca rico em recursos minerais estratégicos. Após reafirmar interesse em comprá-la, o presidente americano reagiu à missão de reconhecimento militar enviada por oito países da UE – incluindo Dinamarca, Alemanha e França – impondo tarifas a partir de 1º de fevereiro contra essas nações.

A retaliação europeia veio rapidamente: capitais do continente discutem tarifas de até €93 bilhões (US$ 108 bilhões) sobre bens americanos, conforme reportado pelo Financial Times. O presidente francês Emmanuel Macron invocou o inédito “trade bazooka” da UE, sinalizando uma escalada que transcende o Ártico e atinge cadeias globais de suprimentos. Essa tensão geopolítica, ocorrida durante o fim de semana, pegou mercados de surpresa ao abrir na segunda-feira, 19 de janeiro.

Impacto Direto: Liquidações e Queda em Cadeia no Cripto

O Bitcoin despencou de acima de US$ 95.000 para abaixo de US$ 92.000 em horas, arrastando liquidações totais de US$ 871 milhões em 24 horas – incluindo US$ 500 milhões em 60 minutos. O XRP, mais sensível à liquidez de altcoins, ampliou perdas: posições longas foram varridas por mais de US$ 5 milhões, com a Binance respondendo por US$ 1 milhão.

O ativo tocou US$ 1,84, mínima desde o início do ano, antes de recuperar para ~US$ 1,97. Isso representa queda de 5% em 24 horas, 5% na semana e 8% em 14 dias, apesar de ganhos modestos de 2% no mês e 39% no ano. O rompimento do range semanal (US$ 1,95-US$ 2,18) reforça viés de baixa.

Nexo Geopolítico-Macro e Vulnerabilidade das Altcoins

A liquidez de altcoins como XRP depende criticamente de apetite por risco global. Tarifas Trump sinalizam protecionismo que eleva custos de transação internacional – ironicamente, o oposto ao que o XRP promete com pagamentos cross-border via Ripple. Apesar de entradas de US$ 57 milhões em ETFs spot de XRP na semana passada, o momentum não resistiu ao choque macro.

Analistas como CryptoWZRD alertam: XRP fechou com viés de baixa contra BTC e precisa segurar US$ 1,975 para upside. A interconexão EUA-UE, com 40% do comércio mundial, amplifica o efeito em ativos voláteis como cripto, onde alavancagem acelera correções.

Próximos Passos: Monitorar Escalada e Suportes Técnicos

Investidores devem vigiar reuniões de emergência da UE, respostas do Fed a riscos inflacionários e níveis técnicos do XRP: suporte em US$ 1,95 e resistência em US$ 2,10-US$ 2,15. Uma desescalada poderia restaurar confiança, mas persistência na ‘guerra da Groenlândia’ ameaça mais volatilidade. O episódio ilustra como geopolítica agora dita o pulso das criptomoedas.


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Executivos cartoon despejando capital dourado em cofres BTC e ETH apesar de queda de preços, simbolizando recorde de US$ 2 bi em ETFs

ETFs de BTC e ETH Captam US$ 2 Bilhões em Recorde Semanal

Enquanto o varejo reage com pânico à queda recente do Bitcoin, os grandes fundos de Wall Street estão comprando a descida. ETFs spot de Bitcoin e Ether registraram a melhor semana desde outubro, com quase US$ 2 bilhões em entradas, liderados pela BlackRock. Esse influxo demonstra confiança institucional na tese de longo prazo, ignorando ruídos de curto prazo como tensões geopolíticas.


Recorde de Entradas: US$ 1,42 bilhão em BTC e US$ 479 milhões em ETH

Os 11 ETFs spot de Bitcoin nos EUA atraíram US$ 1,42 bilhão na semana, o maior volume desde a segunda semana de outubro. Já os ETFs de Ether captaram US$ 479 milhões, também o pico em três meses. No acumulado do ano, Bitcoin já soma US$ 1,21 bilhão e Ether US$ 584,9 milhões em entradas.

Esses números, conforme relatório da CoinShares, totalizam US$ 2,17 bilhões em fundos cripto, com Bitcoin liderando em US$ 1,55 bilhão. Apesar de saídas de US$ 378 milhões na sexta-feira devido a tensões sobre Groenlândia e tarifas, o movimento inicial da semana reflete apetite por ativos digitais como proteção macroeconômica.

BlackRock Domina: IBIT e ETHA na Frente

A BlackRock foi o destaque absoluto, com seu ETF IBIT captando US$ 1,03 bilhão sozinho em Bitcoin, enquanto o ETHA trouxe US$ 219 milhões em Ether. Esse domínio reforça a liderança da gestora no espaço cripto, atraindo capital institucional “pegajoso” – posições de longo prazo, não arbitragem de curto prazo como cash and carry em futuros CME.

Analistas apontam que esses fluxos sinalizam um retorno de investidores profissionais, posicionando-se à frente de possíveis clarezas regulatórias e mudanças macroeconômicas no primeiro trimestre de 2026. A correlação entre entradas e preços – Bitcoin subiu 6% para cerca de US$ 92.600 e Ether 8% para US$ 3.200 – confirma o impacto institucional.

Comprando a Queda: Institucionais Ignoram Volatilidade

Em meio a uma variação negativa de 2,67% nas últimas 24 horas, com Bitcoin cotado a R$ 500.437,41 segundo o Cointrader Monitor, os inflows recorde mostram Wall Street comprando a queda. Diferente do varejo, que pode estar vendendo em pânico, fundos como os da BlackRock veem a correção como oportunidade.

Tensões geopolíticas, como ameaças de tarifas de Trump e disputas pela Groenlândia, impulsionaram o Bitcoin como reserva de valor. Ethereum também brilhou com US$ 496 milhões, seguido de Solana (US$ 45,5 milhões) e XRP (US$ 69,5 milhões), diversificando o apetite por altcoins.

Perspectiva de Alta para 2026

Essa semana marca uma virada otimista após bilhões em saídas no final de 2025. Para preços subirem de forma sustentável, os inflows precisam persistir, impulsionando a estrutura de mercado. O otimismo fundamentado vem do capital institucional, que difere do varejo volátil. Vale monitorar se BlackRock e pares mantêm o ritmo, potencializando rallies em Bitcoin e Ether.

Os dados sugerem que a adoção corporativa e regulatória avança, com ETFs como ponte para o mainstream. Investidores brasileiros podem se posicionar via plataformas acessíveis, atentando à volatilidade inerente.


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Rede Ethereum com oito nós sancionados por barreiras vermelhas, rastros para vórtice escuro do mixer, alertando riscos de fundos ilícitos

Sanções Pesadas: EUA Bloqueiam Carteiras Ethereum do Lazarus Group

O Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC), do Departamento do Tesouro dos EUA, impôs sanções a oito endereços Ethereum controlados pelo Lazarus Group, grupo de hackers ligado à Coreia do Norte. A medida, anunciada em 16 de janeiro de 2026, visa bloquear o financiamento ilícito do regime de Pyongyang via blockchain. Paralelamente, a CertiK identificou US$ 63 milhões em depósitos no Tornado Cash ligados a um roubo de US$ 282 milhões, destacando a coordenação entre firmas de segurança e monitoramento governamental. Usuários globais enfrentam riscos de bloqueio por interação inadvertida.


Detalhes das Sanções do OFAC contra o Lazarus Group

O OFAC atualizou sua lista de Nacionais Especialmente Designados (SDN) com endereços específicos na rede Ethereum, como 0x098B716B8Aaf21512996dC57EB0615e2383E2f96 e 0xa0e1c89Ef1a489c9C7dE96311eD5Ce5D32c20E4B, entre outros seis. Esses fundos são atribuídos ao Lazarus Group, operando do Distrito de Potonggang, em Pyongyang, sob o programa de sanções DPRK3 contra a Coreia do Norte.

A lista inclui codinomes como HIDDEN COBRA, GUARDIANS OF PEACE, OFFICE 91 e APT-C-26, revelando a extensa rede de identidades falsas usada pelos hackers estatais para lavagem de ativos oriundos de crimes cibernéticos. Qualquer transação com esses endereços viola leis federais americanas, sujeitando participantes a congelamento de bens e sanções secundárias.

Essa ação reflete a estratégia geopolítica dos EUA para isolar financeiramente o regime norte-coreano, que utiliza criptomoedas para evadir restrições internacionais impostas pela ONU e aliados ocidentais.

Rastreamento da CertiK Revela Lavagem via Tornado Cash

A firma de segurança blockchain CertiK conectou US$ 63 milhões em depósitos no Tornado Cash — um mixer de privacidade na Ethereum — a um comprometimento de carteira de US$ 282 milhões ocorrido em 10 de janeiro. O roubo inicial envolveu 1.459 BTC e mais de 2 milhões de Litecoin (LTC), obtidos via engenharia social que enganou a vítima a revelar sua seed phrase.

Os fundos foram bridged de Bitcoin para Ethereum via THORSwap, convertidos em cerca de 19.600 ETH e fragmentados em wallets menores antes de entrarem no mixer. Essa tática clássica de lavagem obscurece o rastro, reduzindo chances de recuperação para “quase zero”, conforme especialistas.

Embora o incidente de janeiro não seja diretamente ligado ao Lazarus nas fontes, o padrão reforça como hackers estatais exploram mixers para financiar operações, alinhando-se ao foco das sanções OFAC.

Implicações Geopolíticas e Riscos para Usuários

As sanções intensificam a pressão sobre a Coreia do Norte, acusada de roubar bilhões em cripto para financiar armas nucleares e mísseis. Corretoras globais e instituições financeiras devem bloquear esses endereços para evitar multas, ampliando o alcance extraterritorial da jurisdição americana.

Para usuários brasileiros e internacionais, o alerta é claro: interagir com endereços “contaminados” — mesmo inadvertidamente — pode levar à inclusão na SDN. Ferramentas de monitoramento como as da CertiK auxiliam governos na identificação, evidenciando uma parceria público-privada na vigilância blockchain.

Em um contexto de tensões EUA-China-Coreia do Norte, essas medidas testam a resiliência da Ethereum como rede neutra, equilibrando privacidade e compliance global.

Próximos Passos e Medidas de Proteção

Investidores devem verificar endereços via listas SDN do OFAC e ferramentas como Chainalysis ou CertiK antes de transações. Evite mixers sancionados como Tornado Cash, optando por práticas de auto-custódia e due diligence.

O mercado reage com maior escrutínio, mas a adoção cripto persiste. Monitore atualizações regulatórias para navegar esse ecossistema geopoliticamente carregado.


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Executivos cartoon tradicional e tech ativando relógio 24/7 de blockchain, simbolizando plataforma NYSE para trading de ativos tokenizados

NYSE Lança Plataforma Blockchain para Trading 24/7 de Ações

A New York Stock Exchange (NYSE), a maior bolsa de valores do mundo, anunciou nesta segunda-feira (19) o desenvolvimento de uma plataforma digital para negociação 24/7 de ações e ETFs tokenizados. Em parceria com gigantes como BNY Mellon e Citi, a iniciativa combina o sistema de matching Pillar da NYSE com blockchains privadas, prometendo liquidação instantânea e financiamento via stablecoins. Esse movimento sinaliza o fim dos horários comerciais tradicionais e valida a tokenização de Real World Assets (RWA) em escala global.


Detalhes Técnicos da Plataforma

A nova infraestrutura integra o avançado mecanismo de matching Pillar da NYSE com redes blockchain privadas, permitindo operações contínuas, inclusive feriados e fins de semana, conforme detalhado no anúncio oficial. Recursos incluem ordens dimensionadas em dólares, liquidação on-chain e suporte a múltiplas redes para custódia e liquidação.

Michael Blaugrund, vice-presidente da Intercontinental Exchange (ICE), controladora da NYSE, destacou em entrevista que essa evolução amplia o acesso para investidores de varejo, integrando mercados financiados por stablecoins. A plataforma visa capturar a demanda global por trading ininterrupto, similar à proposta da Nasdaq para 24 horas em dias úteis.

Essa arquitetura híbrida — TradFi com blockchain — resolve limitações de liquidez e velocidade, essenciais para ativos tokenizados, que cresceram 7.840% em capitalização de mercado no último ano, atingindo US$ 397 milhões.

Parcerias com BNY Mellon e Citi

A ICE colabora com BNY Mellon e Citi para depósitos tokenizados em suas clearinghouses globais, facilitando transações fora do horário comercial. Essa aliança une custódia tradicional com infraestrutura distribuída, garantindo conformidade regulatória e escalabilidade.

Lynn Martin, presidente do NYSE Group, enfatizou: “Estamos liderando o setor rumo a soluções totalmente on-chain, baseadas em proteções incomparáveis e altos padrões regulatórios.” As parcerias reforçam a interoperabilidade entre sistemas legados e blockchains, um passo crucial para a migração de infraestrutura financeira clássica.

No Brasil, iniciativas semelhantes, como a stablecoin da B3, indicam tendências regionais alinhadas à globalização via tokenização.

Validação para Real World Assets (RWA)

A adoção pela NYSE legitima os RWA, ativos do mundo real tokenizados em blockchain, como ações e títulos. Isso democratiza o acesso 24/7, atrai varejo e institucionaliza a tecnologia, competindo com plataformas DeFi e CEX como Coinbase e Kraken.

Para investidores sérios, representa maturidade: blockchains privadas oferecem privacidade e compliance, enquanto a liquidação instantânea reduz riscos de contraparte. O crescimento explosivo de ações tokenizadas em 2025 reforça o momentum, com plataformas on-chain como TradeXYZ ganhando tração.

Próximos Passos e Regulatório

A plataforma aguarda aprovação da SEC, com lançamento previsto para o final de 2026. Analistas veem aprovação facilitada pelo ambiente pró-cripto nos EUA. Investidores devem monitorar integrações com stablecoins e expansão para outros ativos.

Esse marco pode redefinir mercados globais, unindo eficiência blockchain à confiança da NYSE. Vale acompanhar atualizações regulatórias e testes pilotos.


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Personagem estatal cartoon ativando mineração Bitcoin com energia solar em montanhas etíopes, simbolizando adoção nacional e global

Etiópia Entra no Mapa da Mineração: Anúncio Estatal de Bitcoin

De El Salvador à Etiópia: mais uma nação soberana entra no mapa da mineração estatal de Bitcoin. O primeiro-ministro Abiy Ahmed anunciou planos para usar energia limpa e o fundo soberano Ethiopian Investment Holdings (EIH) em operações de mineração de Bitcoin e criptoativos. Revelado no Finance Forward Ethiopia 2026, o movimento visa gerar receita, impulsionar inclusão financeira e posicionar o país como player global no ecossistema Bitcoin, aproveitando recursos renováveis abundantes.


Anúncio Estratégico no Fórum Financeiro

O primeiro-ministro etíope confirmou a iniciativa durante o Finance Forward Ethiopia 2026, destacando a busca por parceiros de investimento para operações via EIH, o maior fundo soberano da África. Essa abordagem estatal marca uma virada para a Etiópia, que já licencia mineração privada, mas agora avança para controle direto. A estratégia alinha-se à digitalização do setor financeiro e ao fortalecimento dos mercados de capitais, com foco em Bitcoin como ativo gerador de valor de longo prazo.

Com abundância de energia hidrelétrica da Grand Ethiopian Renaissance Dam (GERD), o país possui uma vantagem natural. Anteriormente, a Etiópia pausou novas licenças devido à pressão na rede elétrica, mas parcerias como a da Phoenix Group com a Ethiopian Electric Power sinalizam viabilidade. Agora, o governo prioriza mineração própria, reduzindo dependência de players estrangeiros e capturando lucros diretamente para o tesouro público.

Energia Limpa: Chave para Competitividade Global

A Etiópia destaca-se pela energia renovável barata, essencial em um setor de mineração criticado por consumo energético. Projetos hidrelétricos como o GERD fornecem eletricidade abundante e sustentável, permitindo custos operacionais baixos e atratividade para hashrate. Isso não só mitiga preocupações ambientais, mas posiciona o país à frente em uma era de mineração verde, alinhada a tendências globais de ESG.

Para investidores brasileiros, isso reforça a tese de diversificação geográfica do hashrate Bitcoin. Com nações estatais entrando, a rede torna-se mais resiliente a falhas regionais, como bans na China, elevando a segurança e o apelo como reserva de valor soberana. O EIH atuará como braço financeiro, potencializando retornos para o desenvolvimento nacional.

Nações Pioneiras na Mineração Estatal de BTC

A Etiópia junta-se a um grupo seleto de 11 países com mineração patrocinada pelo governo, incluindo Rússia, França, Butão, El Salvador e Emirados Árabes Unidos. O Japão, com adoção massiva via Metaplanet, é o mais recente. Segundo a VanEck, essa tendência reflete o reconhecimento do Bitcoin como ativo estratégico, impulsionado por políticas pró-cripto como as de Trump nos EUA.

Esses governos usam fundos soberanos para acumular BTC via mineração, criando reservas digitais paralelas ao ouro. Para o mercado, significa maior demanda por hardware e energia verde, além de validação institucional que atrai capital privado. A Etiópia, com sua infraestrutura em expansão, pode capturar fatia significativa do hashrate global.

Bitcoin como Reserva Estratégica para Nações

Esse anúncio fortalece a narrativa de alta do Bitcoin como reserva estratégica soberana. Países em desenvolvimento, como a Etiópia, veem na mineração uma via para monetizar recursos naturais sem vender commodities voláteis. Investidores globais ganham com a descentralização geográfica, reduzindo riscos centralizados e elevando o preço de piso do BTC.

Vale monitorar parcerias e o impacto no hashrate. Para brasileiros interessados em cripto, isso sinaliza expansão africana, abrindo oportunidades em energia e infraestrutura. O futuro aponta para mais nações adotando essa estratégia, consolidando o Bitcoin no portfólio estatal.


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Engrenagem colossal projetando sombra vermelha sobre monolito Bitcoin rachado, simbolizando pressao do Fed com juros altos e queda do mercado cripto

Fed Pode Manter Juros e Pressionar Bitcoin em 2026

As odds de o Federal Reserve manter as taxas de juros em janeiro subiram para 95%, freando o otimismo em torno da recuperação do Bitcoin em 2026. O mercado cripto reage com força: capitalização total despenca US$ 98 bilhões em 24 horas, BTC abaixo de US$ 93 mil e altcoins como Celestia caindo 13%. Sem cortes de juros, a liquidez escassa pressiona ativos de risco como o Bitcoin.


Queda Abrupta no Mercado Cripto

A capitalização total do mercado de criptomoedas registrou perda de quase US$ 98 bilhões nas últimas 24 horas, chegando a US$ 3,09 trilhões. O Bitcoin, principal termômetro do setor, rompeu o suporte de US$ 95 mil e agora negocia próximo a US$ 93 mil, com indicadores como o Money Flow Index abaixo de 50 confirmando viés de baixa.

Altcoins sofrem ainda mais: Celestia (TIA) despencou 13% para US$ 0,50, testando suportes críticos em US$ 0,49. No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está a R$ 499.561, com variação de -2,87% em 24h e volume de 254 BTC. Essa pressão vendedora reflete aversão ao risco global.

Odds do Fed: Manutenção de Juros Ganha Força

O CME FedWatch Tool mostra apenas 5% de chance de corte de juros em janeiro, com as taxas em 3,50%-3,75%. Para março, probabilidade de manutenção é de 75%. Jerome Powell reforça cautela: “Estamos bem posicionados para esperar e ver como a economia evolui”.

Trump pressiona por cortes, mas o Fed prioriza controle inflacionário. Ethereum cai 3,56% para US$ 3.193 e XRP perde 4,81% para US$ 1,95. Sem liquidez barata, o apetite por risco diminui, ampliando volatilidade no criptomercado.

Por Que o Otimismo de 2026 Pode Ser Prematuro

Analistas com viés de alta apostam em US$ 100 mil para BTC, mas sem cortes agressivos do Fed, a alta expressiva fica distante. Histórico mostra que juros altos freiam ativos especulativos: em 2022, BTC caiu 65% com elevações de juros. Hoje, suporte em US$ 90 mil é testado; rompimento leva a US$ 91.298.

A capitalização total pode cair para US$ 3,05 trilhões se pressão persistir. Investidores institucionais como MicroStrategy compram, mas varejo hesita. O ceticismo é justificado: recuperação depende de dados econômicos favoráveis e sinalizações dovish do Fed.

O Que Monitorar Agora

Vale acompanhar a próxima reunião do Fed e indicadores como PCE inflacionário. Se BTC estabilizar acima de US$ 93.471, pode haver recuo técnico. Mas com probabilidades de baixa dominantes, é prudente cautela: considerar redução de exposição a altcoins voláteis e priorizar preservação de capital em cenários de liquidez restrita.


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