Lingote de prata em rede DeFi isométrica com tubos cyan e 'HYPE' central, simbolizando volume superando Solana e XRP

Prata no DeFi: HYPE Dispara 24% com Volume Superando Solana e XRP

Hyperliquid: o volume de futuros de prata na Hyperliquid superou Solana e XRP, alcançando quase US$ 1 bilhão em 24 horas, enquanto o token nativo HYPE disparou 24%. Lançada em outubro de 2025, a proposta HIP-3 permitiu a criação permissionless de mercados de perpétuos, atraindo traders para commodities em infraestrutura DeFi. Esse movimento revela uma nova fronteira para ativos do mundo real em DEX, com open interest de prata em US$ 155 milhões.


Alta no Volume de Prata

O contrato SILVER-USDC na Hyperliquid registrou volume de US$ 1,25 bilhão em 24 horas, posicionando-se como o terceiro mercado mais ativo, atrás apenas de Bitcoin e Ethereum. Esse patamar supera significativamente os volumes de Solana e XRP na mesma plataforma, conforme dados do CoinGecko.

Durante as horas asiáticas, a prata negociou em torno de US$ 110-111, com open interest elevando-se para US$ 155 milhões. O funding ligeiramente negativo indica alta rotatividade e posicionamento bidirecional, sugerindo uso para hedge e volatilidade macro, não apostas especulativas unidirecionais.

Essa inversão de fluxo ocorre enquanto Bitcoin permanece estável perto de US$ 88.000, em equilíbrio defensivo com fluxos de ETF resfriados e demanda por proteção downside.

O Token HYPE e o HIP-3

O HIP-3 alcançou open interest recorde de US$ 790 milhões, triplicando desde US$ 260 milhões há um mês. Lançado em outubro de 2025, o HIP-3 permite que usuários criem mercados perpétuos ao travar tokens HYPE, expandindo a oferta para commodities como prata e ouro.

HYPE, token nativo da Hyperliquid, valorizou 24% em 24 horas, negociando acima de US$ 28. Indicadores técnicos como RSI em 59 e MACD positivo reforçam momentum altista, com baleias retirando suprimento de exchanges e volume total em US$ 2,43 bilhões, alta de 166%.

A plataforma destaca-se por liquidez em descoberta de preços cripto, conforme CEO Jeff Yan.

Divisão de Taxas no HIP-3

A proposta HIP-3 divide as taxas de trading 50/50 entre o criador do mercado e a exchange. Os criadores travam HYPE para lançar mercados, e as taxas geradas financiam recompras do token via Assistance Fund da Hyperliquid, que usa 97% da receita para recompras no mercado aberto.

Essa mecânica cria um loop virtuoso: mais volume em mercados HIP-3 eleva receitas, aumenta recompras de HYPE e pressiona o preço para cima. Deployers configuram shares adicionais de 0-300%, mas o split base alinha incentivos entre participantes e protocolo.

No modo growth, taxas taker caem até 90%, de 0,045% para 0,0045-0,009%, acelerando adoção.

Implicações para Traders Brasileiros

Essa tendência sinaliza maturidade DeFi: infraestrutura cripto agora atrai macro trades em commodities. Traders ganham acesso permissionless a perpétuos de prata com alta liquidez, diversificando além de criptoativos. No entanto, volatilidade persiste, com prata suscetível a fatores macro como ouro (+15% em 30 dias).

Para brasileiros, monitorar HYPE e HIP-3 oferece visão sobre tokenização de RWA. Plataformas como Hyperliquid posicionam-se como venues globais para price discovery, potencializando retornos via recompras.


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Pilares geométricos de stablecoins translúcidos vazando fluxo vermelho para vórtice negro, representando sangria de US$ 7 bilhões em liquidez cripto

Sangria de Liquidez: Stablecoins Perdem US$ 7 Bilhões em Uma Semana

A capitalização de mercado de stablecoins ERC-20 despencou US$ 7 bilhões em apenas uma semana, passando de US$ 162 bilhões para US$ 155 bilhões. Esse movimento reflete uma fuga acelerada de liquidez do ecossistema cripto, com investidores convertendo stablecoins em fiat para alocar em metais preciosos e ações. Dados multi-chain confirmam a tendência ampla, sinalizando cautela no mercado de altcoins e risco de maior volatilidade à frente. Analistas comparam ao ciclo de 2021, que precedeu uma fase prolongada de baixa.


Contração da Oferta de Stablecoins

A redução na oferta de stablecoins ERC-20 indica uma demanda enfraquecida por liquidez on-chain. Emissores queimam tokens excedentes, removendo capital circulante das exchanges. Essa dinâmica, observada desde 26 de janeiro, afeta não só o Ethereum, mas redes como Tron, limitando a capacidade de trading especulativo.

Os dados revelam uma conversão acelerada para fiat, com analistas como Darkfost destacando a gravidade: primeira queda acentuada no ciclo atual. Sem influxos frescos, pares de trading enfrentam spreads maiores e volatilidade ampliada, pressionando preços de Bitcoin e altcoins em correção.

Migração para Ativos Tradicionais

Enquanto criptoativos corrigem, metais preciosos como ouro e prata atingem máximas históricas. Ouro negocia próximo a US$ 5.100, com prata em US$ 110, atraindo fluxos como refúgio seguro. Mercados de ações mantêm viés positivo, contrastando com a hesitação em risco cripto.

Essa rotação reflete preferência por retornos estáveis em cenários de aversão ao risco. Investidores reduzem exposição a ativos voláteis, priorizando preservação de capital em TradFi. A tendência amplia a desconexão entre cripto e finanças tradicionais.

Impacto nas Altcoins e Pressões Regulatórias

A sangria de liquidez agrava a pressão sobre altcoins, que dependem de stablecoins para volume e especulação. Com menos capital disponível, quedas se intensificam, ecoando o mercado baixista pós-2021 após colapso da Terra-Luna. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 462.099, com variação de -0,73% em 24h.

Regulamentações crescentes elevam custos de conformidade para emissores, inibindo expansão. Menor confiança limita atividade on-chain, perpetuando o ciclo de baixa liquidez.

Market Share do USDT e Sinais de Retorno

O USDT mantém dominância em torno de 60% no mercado de stablecoins, apesar da queda geral. Dados recentes mostram o suprimento do USDT no Ethereum em US$ 148 bilhões e no Tron em US$ 74,5 bilhões, com Tether liderando. Sinal de retorno: monitorar estabilização acima de US$ 155 bilhões e influxos em exchanges como Binance.


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Rede isométrica de smartphones minerando com tokens PI escorrendo em vermelho e app pagamentos central cyan brilhando, simbolizando testes em meio à queda de 94% no Pi Network

Pi Network: Pagamentos em Teste Chegam com PI em Queda Livre

A Pi Network lançou sua segunda atualização de 2026, integrando pagamentos diretos no Pi App Studio. Criadores agora podem adicionar opções de pagamento in-app sem programar, usando Test-Pi em sessões ativas. No entanto, o token PI atingiu uma nova mínima histórica de US$ 0,1687 (cerca de R$ 0,87), caindo 9% na semana e mais de 94% desde o pico há 11 meses. Essa realidade contrasta com a euforia inicial da ‘mineração no celular’.


Como Funcionam os Novos Pagamentos no App Studio

A funcionalidade permite que Pioneers criem aplicativos customizados com o Pi AI e implementem pagamentos facilmente. Basta abrir o Pi App Studio no Pi Browser – ainda não disponível no Desktop App –, descrever o produto, definir preço em Pi e vincular uma wallet. Usuários pagam sem interromper o uso do app, ideal para testes em sessões únicas.

Exemplo prático: Crie um app de customização com Pi AI, clique em ‘Implement Pi Payments’ e configure. Isso facilita experimentos cotidianos, como recompensas em jogos ou serviços simples dentro do ecossistema Pi. No entanto, é limitado a Test-Pi, sem valor real ainda, destacando o estágio beta do projeto.

Para brasileiros com milhões de contas Pi no app, essa é uma chance de praticar desenvolvimento sem custo, mas lembre-se: Pi só tem utilidade interna por enquanto.

Queda do Token PI: Números e Contexto

O PI quebrou suportes após meses entre US$ 0,20-0,22, registrando mínimas consecutivas. Dados do CoinGecko mostram perda de 16% em duas semanas, refletindo desconfiança no progresso lento da rede.

Desde o lançamento da mainnet aberta em 2025, o token não decolou como prometido. Pesquisas em fontes oficiais como minepi.com não confirmam data para 2026, mantendo incertezas. No Brasil, onde Pi viralizou via indicações, muitos usuários acumularam milhões de Pi ‘minerados’ no celular, mas sem liquidez real, o valor despenca em exchanges.

Convertendo, US$ 0,1687 equivale a cerca de R$ 0,87 pelo dólar a R$ 5,18. Isso reforça: apps de mineração mobile prometem ser fácil, mas entregam euforia sem fundamentos sólidos.

Realidade vs Hype: Lições Práticas para Usuários

A Pi Network atraiu 50+ milhões de usuários com mineração via app sem gasto de bateria, mas a atualização de pagamentos é só teste. Mainnet já aberta, mas adoção limitada por centralização e falta de utilidade externa.

Para o dia a dia: Teste o App Studio para aprender criação de apps blockchain. Vincule wallet KYC para migração futura. Monitore volume e listagens em exchanges como Binance. Evite vender Pi a preços baixos; espere utilidade real.

No Brasil, com regulação CVM avançando, priorize projetos listados e líquidos. Pi ensina: mineração mobile é marketing, não riqueza rápida. Foque em educação e paciência.

Próximos Passos para Pioneers Brasileiros

Acesse o Pi Browser, teste pagamentos e crie apps. Atualize app para 2026. Sem data mainnet 2026 confirmada, gerencie expectativas. Diversifique em BTC ou ETH via exchanges reguladas.

Monitore atualizações oficiais no app. Essa fase beta é chance de skill-building gratuito, útil para carreira em Web3.


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Reguladores europeus cartoon investigando tela de IA com sombras sombrias emergindo, simbolizando probe da UE contra Grok por conteúdo ilegal

UE Abre Investigação Formal Contra Grok e X por Conteúdo Ilegal

A Comissão Europeia abriu na segunda-feira (26/01) uma investigação formal contra o X, plataforma de Elon Musk, por supostas falhas em impedir que a IA Grok gere e dissemine conteúdo ilegal, incluindo imagens sexualmente explícitas de crianças. O procedimento, sob a Digital Services Act (DSA), avalia se a empresa avaliou adequadamente os riscos antes de lançar as funções de geração de imagens da Grok, destacando o choque entre inovação acelerada americana e as rigorosas leis de proteção de dados europeias. Isso expõe cidadãos da UE a danos graves, segundo a Comissão.


Detalhes do Procedimento Formal

A investigação foca na conformidade do X com obrigações da DSA, especificamente nos artigos 34(1) e (2), 35(1) e 42(2), que exigem das plataformas a avaliação e mitigação de riscos sistêmicos, como disseminação de conteúdo ilegal e impactos negativos relacionados à violência de gênero. Henna Virkkunen, vice-presidente executiva para Soberania Tecnológica, Segurança e Democracia, afirmou que o objetivo é verificar se o X cumpriu suas obrigações legais ou tratou os direitos de cidadãos europeus — incluindo mulheres e crianças — como dano colateral.

Os riscos se materializaram com a geração real de conteúdo sexual ilegal pela Grok, conforme identificado por pesquisadores. Apesar de preocupações prévias com conteúdo antissemita gerado pela IA, o foco agora é nos deepfakes não consensuais, que atraíram escrutínio internacional.

Medidas do X e Limitações Persistentes

Duas semanas atrás, o X respondeu à pressão global com restrições: limitou a geração de imagens a assinantes pagantes, adicionou barreiras técnicas para impedir manipulações de pessoas em roupas reveladoras e geobloqueou o recurso em jurisdições onde tal conteúdo é proibido. Ainda assim, cerca de um terço das imagens sexualizadas de crianças identificadas por grupos como o CCDH permaneceu acessível na plataforma.

Em conferência recente em Bruxelas, porta-voz da Comissão, Thomas Regnier, condenou o “Spicy Mode” da Grok como ilegal e repugnante, reforçando que tal prática não tem lugar na Europa. Fraser Edwards, CEO da cheqd, criticou a falta de mecanismos nativos para verificar criadores de conteúdo sintético, deixando a responsabilidade para intermediários como o X.

Implicações Geopolíticas e Regulatórias

Essa ação estende um caso DSA de 2023 que resultou em multa de €120 milhões ao X por design enganoso, falhas em transparência de anúncios e acesso limitado a pesquisadores. Representa o mais recente capítulo na tensão transatlântica: enquanto os EUA priorizam inovação em IA sob liderança de Musk, a UE impõe freios para proteger privacidade e segurança, sob o lema de “soberania tecnológica”.

Para o X e a xAI, as consequências podem incluir multas adicionais, obrigações de auditoria e restrições operacionais na Europa, maior mercado digital do mundo. Investidores monitoram se isso freia o ritmo acelerado de desenvolvimento da Grok, que compete com modelos como ChatGPT e Gemini.

Próximos Passos e Perspectiva Global

A Comissão pode impor sanções se confirmar violações, ampliando o crackdown europeu contra deepfakes — vários países já baniram a Grok por questões de segurança infantil. No contexto geopolítico, isso sinaliza uma Europa mais assertiva contra big tech americanas, equilibrando inovação com direitos fundamentais. Usuários e empresas de IA devem acompanhar evoluções, pois precedentes como esse moldarão o futuro regulatório global.


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Cofre governamental cartoon escancarado com suspeito fugindo carregando cripto roubada e investigador apontando lupa, expondo falha na custódia estatal

Furo na Custódia dos EUA: Como US$ 90 Mi em Cripto Sumiram

Como milhões sob guarda do governo dos EUA simplesmente desapareceram? O investigador blockchain ZachXBT ligou o suspeito conhecido como “Lick” a mais de US$ 90 milhões em criptoativos apreendidos, incluindo US$ 40 milhões diretamente roubados de carteiras gerenciadas para o US Marshals Service. Filmagens vazadas mostram o suspeito ostentando os fundos em vídeo, expondo uma falha catastrófica na custódia estatal. A investigação está em andamento, levantando alertas sobre a segurança mesmo em instituições federais.


A Conexão Revelada por ZachXBT

O renomado investigador ZachXBT traçou uma trilha on-chain que liga o apelido “Lick” a carteiras com mais de US$ 90 milhões em fundos suspeitos de roubo. Entre eles, valores recebidos de endereços governamentais dos EUA, incluindo uma transação de US$ 24,9 milhões ligada a apreensões de 2024, possivelmente do hack da Bitfinex. O suspeito, identificado como John “Lick” Daghita, foi flagrado em gravações de grupo no Telegram exibindo saldos milionários durante uma disputa conhecida como “band for band”.

ZachXBT reportou o caso às autoridades, destacando influxos de mais de US$ 63 milhões em Q4 2025 de vítimas e endereços de seizure. Uma wallet com 12.540 ETH (cerca de US$ 36,3 milhões) foi apontada como controlada pelo suspeito, que inclusive enviou uma pequena quantia ao investigador como provocação.

Ostentação que Virou Prova

Em vídeo vazado capturado por ZachXBT, “Lick” compartilha tela de uma wallet Exodus mostrando US$ 2,3 milhões inicialmente, seguido de movimentação de mais US$ 6,7 milhões em ETH. O investigador confirmou que o suspeito controla ambas as carteiras, ligando-as diretamente a pelo menos US$ 23 milhões oriundos de US$ 90 milhões em cripto apreendida pelo governo em 2024 e 2025.

Essa ostentação imprudente facilitou o rastreamento on-chain, provando mais uma vez que a transparência da blockchain pode ser uma armadilha para criminosos. Autoridades confirmam que a investigação prossegue, mas detalhes sobre o acesso permanecem sob sigilo.

Falha Institucional na CMDSS e USMS

A conexão familiar agrava o escândalo: John Daghita é filho de Dean Daghita, presidente da CMDSS, empresa com contrato ativo de TI com o Departamento de Defesa e Justiça dos EUA. A CMDSS foi contratada pelo US Marshals Service para gerenciar e liquidar criptoativos apreendidos em investigações criminais. Relatórios anteriores já indicavam que o USMS não sabe exatamente quanta cripto controla, expondo lacunas graves de oversight.

Não está claro como John obteve acesso às carteiras — se via o pai ou brechas internas —, mas o caso questiona a robustez de custódias terceirizadas pelo governo. Em fevereiro de 2025, fontes revelaram desconhecimento total dos ativos sob gestão, reforçando preocupações com falhas sistêmicas.

Lições para Investidores e Custódia

Este incidente alerta que nem custódia estatal é infalível. Investidores devem priorizar auto-custódia com hardware wallets, multifator e verificação rigorosa de provedores. Para governos, urge auditorias transparentes e protocolos à prova de insiders. Monitore atualizações da investigação, pois pode impactar confiança em reservas nacionais de cripto. Vale questionar: se o governo falha, quem garante sua segurança?


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Trabalhador cripto cartoon em videochamada Zoom com deepfake glitchando em máscara hacker e malware se espalhando, alertando sobre ataques norte-coreanos

Hackers da Coreia do Norte Usam Deepfakes em Chamadas de Zoom

Seu chefe ou colega na videochamada pode ser um deepfake: hackers ligados à Coreia do Norte estão usando chamadas falsificadas no Zoom para infectar profissionais de cripto com malware. O caso recente do cofundador da BTC Prague, Martin Kuchař, expõe essa tática sofisticada de engenharia social, que já resultou em perdas bilionárias no setor. Fique atento: nunca baixe arquivos em chamadas não planejadas.


Como Funciona o Ataque Sofisticado

Os criminosos iniciam o golpe comprometendo contas no Telegram de contatos conhecidos da vítima. Em seguida, enviam um convite para uma chamada no Zoom ou Teams, usando deepfakes gerados por IA para impersonar rostos familiares. Durante a chamada, ficam mutados e alegam problema de áudio, induzindo a vítima a instalar um “plugin de correção”.

Esse arquivo é, na verdade, um script malicioso para macOS que desativa histórico de shell, instala Rosetta 2 se necessário e solicita senhas repetidamente para elevar privilégios. Uma vez executado, o malware concede acesso total ao sistema, permitindo roubo de Bitcoins, controle de contas Telegram e propagação para novos alvos na rede da vítima.

A tática explora a confiança natural em videochamadas, tornando-a altamente eficaz contra desenvolvedores e executivos de cripto, que lidam com carteiras e chaves sensíveis diariamente.

Ligação com o Lazarus Group e Histórico de Ataques

Pesquisadores da Huntress atribuem esses incidentes ao TA444, subgrupo BlueNoroff do infame Lazarus Group, patrocinado pelo Estado norte-coreano. Essa operação estatal foca em roubo de criptomoedas desde 2017, com táticas semelhantes documentadas desde julho de 2025.

Em 2025, golpes com IA e impersonação causaram perdas recordes de US$ 17 bilhões no ecossistema cripto, segundo Chainalysis. Exemplos incluem o roubo de US$ 1,3 milhão de um executivo da THORChain e mais de US$ 300 milhões em ataques similares, destacando a persistência e evolução desses hackers estatais.

O caso de Kuchař confirma o padrão: conta Telegram hackeada usada para atacar contatos, criando uma cadeia de infecções em redes cripto.

Dicas Essenciais para se Proteger

Para profissionais de cripto, a vigilância é crucial. Nunca baixe ou execute arquivos durante chamadas não agendadas previamente. Verifique a identidade do chamador por canais alternativos, como SMS ou ligação direta, antes de prosseguir.

Evite links de reuniões de domínios falsos (ex: zoomnortek.com). Mantenha antivírus atualizado, use máquinas virtuais para testes e monitore acessos privilegiados. Empresas devem treinar equipes em reconhecimento de deepfakes: observe inconsistências como piscadas irregulares ou iluminação estranha.

Alerte sua rede imediatamente se suspeitar de comprometimento. Ferramentas como assinaturas criptográficas em vídeos podem mitigar riscos futuros, como sugerem especialistas.

Implicações para o Setor Cripto

Esse esquema expõe vulnerabilidades na convergência de IA e engenharia social, ameaçando a adoção corporativa de cripto. Com perdas crescentes, o setor precisa de protocolos mais rígidos para videochamadas profissionais. Investidores e devs devem priorizar segurança operacional, transformando essa ameaça em oportunidade para melhores práticas.

Vale monitorar evoluções do Lazarus, que adapta táticas rapidamente. A denúncia precoce, como a de Kuchař, é chave para conter a propagação.


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Prisma Ethereum no fio da navalha sobre precipício com suportes 2.906 e 1.666, alertando risco de queda 40% no ETH

Ethereum no Fio da Navalha: Risco de Queda 40% para US$ 1.666

O Ethereum está à beira de um colapso técnico de 40%, com alvo em US$ 1.666, caso não recupere o suporte de US$ 2.906 em até 48 horas. A formação de uma bandeira de baixa no gráfico de 3 dias sinaliza continuação da baixa, em meio à falta de força compradora e declínio nas posições de baleias.


A Bandeira de Baixa e o Suporte Crítico

A clássica bandeira de baixa surgiu no gráfico de 3 dias do ETH, um padrão que historicamente precede quedas acentuadas. Após romper a linha inferior da bandeira, o preço testou os US$ 2.700 recentemente, mas patina perto dos US$ 2.900 atuais — cotação de US$ 2.906 (via AwesomeAPI), equivalente a cerca de R$ 15.337.

Analistas como Trader Tardigrade enfatizam: sem fechamento acima de US$ 2.906 nas próximas 48 horas, o breakdown se confirma, projetando o alvo sombrio de US$ 1.666 — uma desvalorização de 40% que varreria posições alavancadas. A ausência de volume comprador reforça o ceticismo: o mercado parece exausto após a perda da barreira psicológica dos US$ 3.000.

Fraqueza nas Baleias e Derivativos

Dados revelam declínio contínuo nas holdings de baleias desde janeiro, conforme Ali Martinez. Grandes investidores reduzem exposição, enquanto fluxos negativos nos ETFs de Ethereum indicam cautela institucional. No mercado de derivativos, o open interest sobe para 5,255 milhões, mas o funding rate cai para 0,0011% — sinal de que novos especuladores entram, mas sem convicção para alta.

Essa dinâmica sugere liquidações em massa caso o suporte quebre. Segurar ETH agora carrega riscos elevados, com o preço atual alinhado a zonas históricas de acumulação que, ironicamente, podem virar armadilhas para holders otimistas tardios.

ETH/BTC em Zona de Suporte Histórico

O par ETH/BTC segura uma zona de suporte de longo prazo, abaixo da média móvel de 21 dias. Michaël van de Poppe alerta: manter esse nível é crucial para qualquer recuperação relativa ao Bitcoin. No entanto, com BTC estável em torno de R$ 463.845 (segundo Cointrader Monitor), o Ethereum luta para ganhar tração.

Embora alguns vejam atratividade para acumulação de baleias, o contexto macro — com funding em baixa e bandeira de baixa ativa — pinta um quadro pessimista. Investidores devem monitorar fechamentos diários: o viés de baixa domina até prova em contrário.

O Que Monitorar Agora

Os próximos candles decidirão: rompimento acima de US$ 2.906 invalida o bearish extremo, mas falha nisso ativa o abismo. Com viés de baixa predominante, posições longas demandam cautela redobrada. O pior cenário de US$ 1.666 não é fantasia técnica, mas uma possibilidade real em mercados voláteis como este.


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Correntes vermelhas fluindo de rede digital cyan rachada para lingotes de ouro e prata, simbolizando rotação de capital institucional para metais preciosos

Cripto Sangra US$ 7 Bi: Capital Institucional Migra para Ouro

Os mercados cripto enfrentam uma fuga recorde de US$ 1,73 bilhão de fundos na semana passada, segundo a CoinShares, com BlackRock e Fidelity liderando as retiradas. Paralelamente, a oferta de stablecoins ERC-20 na Ethereum caiu US$ 7 bilhões, de US$ 162 bi para US$ 155 bi, sinalizando redução de liquidez. Capital institucional migra para metais preciosos, com prata em US$ 100/onça e ouro próximo a US$ 5 mil/onça, em movimento risk-off clássico.


Saídas Recorde em ETFs de Cripto

De acordo com relatório da CoinShares, os produtos negociados em bolsa (ETPs) de criptomoedas registraram a maior saída semanal desde novembro de 2025, totalizando US$ 1,73 bilhão. BlackRock viu US$ 950 milhões em retiradas de seu iShares Bitcoin Trust, Fidelity perdeu cerca de US$ 470 milhões e Grayscale, US$ 270 milhões. O mercado americano concentrou quase todo o volume, com US$ 2 bilhões saindo de lá.

Bitcoin e Ethereum foram os mais afetados: fundos de ETH perderam US$ 1,1 bilhão, enquanto BTC registrou saídas de US$ 630 milhões. Apesar disso, nichos como Solana atraíram US$ 17 milhões, indicando rotação seletiva. Esses dados refletem ceticismo renovado com ativos de grande capitalização em meio a expectativas frustradas de cortes rápidos de juros pelo Fed.

Queda Histórica na Liquidez de Stablecoins

Dados on-chain revelam a primeira contração semanal acentuada de stablecoins ERC-20 no ciclo atual. A capitalização caiu US$ 7 bilhões na rede Ethereum, marcando sinal de alerta para liquidez cripto. Analistas como Darkfost associam isso a conversões de volta para fiat, com emissores queimando suprimento excedente.

Na Binance, saídas massivas confirmam o padrão: US$ 1,97 bilhão em BTC, US$ 1,34 bilhão em ETH e US$ 3,11 bilhões em USDT ERC-20 na semana de 19 de janeiro. Reservas de USDT na exchange despencaram de US$ 9,16 bi para US$ 4,6 bi em duas semanas, sugerindo realização de lucros e redução de exposição.

Rotação para Metais Preciosos

Enquanto cripto perde tração, capital rotaciona para ativos tradicionais de refúgio. A prata atingiu US$ 100/onça, recorde histórico, e o ouro opera a US$ 4,9 mil/onça, com ganho semanal de 8%, aproximando-se de US$ 5 mil. Relatório da CryptoQuant destaca essa inversão paradigmática, com dólar enfraquecido pela maior desvalorização semanal desde maio passado.

ETFs de Bitcoin nos EUA registraram US$ 1,33 bilhão em saídas sem colapso total de preço, graças à resiliência de mineradores. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 463.743 (-0,44% em 24h). Ouro a R$ 26.940/onça e prata R$ 595/onça (AwesomeAPI) reforçam a flight-to-safety.

Implicações para o Mercado Cripto

Essa dinâmica aponta mudança de sentimento: cripto volta a ser visto como ativo de risco em ambiente macro volátil. Liquidez sistêmica do Fed contraiu US$ 90 bilhões recentemente, pressionando ativos especulativos. Investidores recalibram prazos, optando por hedges ou altcoins descontadas.

Bitcoin testa suporte em US$ 87.500 (média móvel 100 semanas), com resistência em US$ 90 mil. Monitorar inflows em metais e stablecoins indicará se o risk-off persiste. Para traders brasileiros, diversificação ganha relevância em meio a USD/BRL a R$ 5,295.


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Executivo cartoon VanEck abrindo cofre VAVX com chave taxa zero e personagem AVAX emergindo, celebrando lançamento de ETF com staking

VanEck Lança ETF de Avalanche com Taxa Zero: Detalhes VAVX

A gestora VanEck lançou nesta segunda-feira (26 de janeiro) o primeiro ETF spot de Avalanche (AVAX) listado nos EUA, com ticker VAVX. O fundo oferece exposição direta ao token AVAX, atualmente cotado em torno de US$ 11,70, além de potenciais recompensas de staking. Com isenção total de taxas para os primeiros US$ 500 milhões em ativos ou até 28 de fevereiro de 2026, o produto sinaliza o amadurecimento institucional das altcoins, abrindo portas para diversificação além de Bitcoin e Ethereum.


Detalhes do Lançamento do VAVX

O VanEck Avalanche ETF (VAVX) foi listado na Nasdaq sob padrões genéricos existentes, dispensando aprovação específica da SEC via rule change. Não registrado sob a Investment Company Act de 1940, o fundo rastreia passivamente o preço do AVAX somado a rendimentos de staking de parte de suas holdings. Lançado em um momento de volatilidade no mercado cripto, com AVAX subindo cerca de 3% no dia do anúncio, o ETF reflete a confiança da VanEck na infraestrutura de alta performance da Avalanche.

A rede Avalanche destaca-se por suas sub-redes customizáveis (Layer 1), ideais para casos empresariais. Parcerias com instituições como FIFA e testes de fundos tokenizados pelo Citigroup reforçam seu apelo para adoção institucional. Kyle DaCruz, diretor de ativos digitais da VanEck, enfatizou que a blockchain “posiciona-se para unir finanças tradicionais à economia on-chain”.

Incentivos Atrativos: Taxa Zero e Staking

Um dos maiores diferenciais é a isenção de taxas de administração para os primeiros US$ 500 milhões em AUM ou até 28 de fevereiro de 2026 — o que ocorrer primeiro. Após isso, a taxa será de 0,20%, competitiva no segmento. Essa estratégia visa acelerar a captação inicial, similar a táticas usadas em ETFs de Bitcoin e Ethereum.

Além da exposição spot, o fundo pode gerar staking rewards, proporcionando rendimento passivo aos detentores de cotas. No lançamento, VAVX abriu em US$ 24,58 e negociava em US$ 24,25, queda de 1,3%. Apesar da volatilidade inerente — com alerta de possível perda total do principal —, o produto democratiza o acesso a AVAX via corretoras tradicionais, sem necessidade de wallets ou exchanges cripto.

Amadurecimento Institucional e Impacto no Mercado

Este lançamento expande o portfólio cripto da VanEck, que já inclui ETFs de Bitcoin (HODL) e Ethereum (ETHV), além de outros produtos para transformação digital. Representa um marco para altcoins, indicando que gestores tradicionais veem valor em ecossistemas como Avalanche, com TVL dobrando para US$ 2,1 bilhões recentemente e atividade recorde em games e DEXs.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 463.660,42 (-0,48% em 24h), em um mercado cauteloso. O VAVX pode catalisar inflows para AVAX, impulsionando uma alta expressiva se replicar o sucesso dos ETFs de BTC/ETH, que acumularam bilhões em AUM.

O Que Isso Significa para Investidores Brasileiros

Para brasileiros em busca de diversificação, o VAVX oferece uma ponte acessível via bolsas americanas, com benefícios fiscais e liquidez. Monitorar o AUM inicial e performance de staking será chave. Com o foco em utilidade real — RWAs, enterprise —, Avalanche posiciona-se como candidata a múltiplos dígitos em adoção. Este é um gatilho de alta clássico: quando instituições entram, o varejo segue, potencializando valorizações sustentadas.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Baleia surreal colossal emergindo de abismo digital expelindo cristais ETH para plataforma de exchange, simbolizando baleia despertando após 9 anos

Sinal de Venda? Baleia Desperta Após 9 Anos e Move US$ 144 Milhões em ETH

Uma baleia de Ethereum inativa por quase nove anos movimentou-se no domingo (25) e transferiu 50 mil ETH, equivalentes a US$ 144 milhões (R$ 761 milhões), para uma carteira associada à exchange Gemini. Dados da Arkham Intelligence indicam possível venda por investidor de ‘mãos fortes’ que acumulou o ativo em 2017, quando o ETH valia US$ 90. O movimento ocorre com o preço testando o suporte de US$ 2.900, levantando questionamentos sobre pressão vendedora.


Detalhes da Transferência Histórica

O endereço 0xb5Ab08D153218C1A6a5318B14eeb92DF0Fb168D6 estava parado desde 2017, ano em que sacou 135 mil ETH da Bitfinex por cerca de US$ 12,7 milhões, à cotação de US$ 90 por unidade. Na época, o Ethereum ainda consolidava sua posição como plataforma de contratos inteligentes.

Agora, a baleia enviou primeiro 25 mil ETH e, horas depois, a outra metade para a Gemini. Apesar da saída, o endereço retém 85.238 ETH, avaliados em aproximadamente US$ 248 milhões a US$ 2.906 por ETH (cotação atual). Em reais, cada ETH está em torno de R$ 15.337, refletindo a valorização expressiva desde a acumulação inicial.

Destino Gemini: Indício de Venda?

A escolha da Gemini, exchange fundada pelos irmãos Winklevoss, como destino reforça a hipótese de venda. Transferências para plataformas de negociação costumam preceder liquidações, especialmente de posições antigas com alto lucro realizado. Os dados foram destacados pela analisadora EmberCN no X (antigo Twitter).

Atualmente, o Ethereum registra variação negativa de -0,81% nas últimas 24 horas, com mínima diária em US$ 2.900 e máxima em US$ 2.954. Esse suporte psicológico está sob teste, e uma venda massiva poderia acelerá-lo, embora o volume global de ETH permaneça moderado.

Contexto de Movimentos de Baleias

No final de 2025, baleias de Ethereum demonstraram apetite comprador durante recuos de mercado, acumulando posições em níveis considerados de fundo. Contrapondo, em agosto de 2025, outra carteira inativa desde o ICO de 2014 (investimento de US$ 104) movimentou ETH valorizado em mais de 900.000%.

Esses despertares de ‘mãos fortes’ ilustram a dinâmica de holders antigos no ecossistema ETH. Enquanto compras sinalizam confiança, depósitos em exchanges como este geram cautela, pois podem aumentar a oferta disponível para venda em um momento de consolidação.

O Que Monitorar Agora

Investidores devem acompanhar o volume de negociações na Gemini, o saldo remanescente da baleia e indicadores on-chain como fluxo de saída de exchanges. Se o suporte de US$ 2.900 ceder, alvos baixistas apontam para US$ 2.800. Por outro lado, absorção pelo mercado poderia validar resiliência.

Dados da Arkham Intelligence são cruciais para rastrear se mais ETH sairá desse endereço. O Ethereum, com ecossistema em expansão via atualizações como Dencun, enfrenta volatilidade típica, mas fundamentos de longo prazo permanecem intactos.


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Núcleo dourado Bitcoin sufocado por teia de gelo cristalino com '39%' rachado, ilustrando queda de hashrate por tempestade nos EUA

Bitcoin Sob Gelo: Hashrate Despenca 39% Após Tempestade nos EUA

Uma queda de 39% no hashrate do Bitcoin em apenas dois dias expõe a vulnerabilidade física da rede. De 1.133 ZH/s para 690 EH/s, o colapso foi causado por uma tempestade de gelo nos EUA, com a Foundry USA perdendo 200 EH/s. Mineradoras no Texas desligaram operações para aliviar a rede elétrica, elevando o tempo médio de bloco para 12,28 minutos. Isso compromete a segurança das transações em curto prazo?


Tempestade de Gelo Paralisa Mineração no Texas

A região do Texas concentra cerca de um terço da capacidade global de mineração de Bitcoin, tornando-a ponto crítico para a rede. A tempestade severa trouxe gelo extremo, sobrecarregando as redes elétricas e forçando operadores a pedirem redução de carga não essencial. Empresas como MARA viram seu hashrate cair para um quarto da média mensal, enquanto a Foundry USA, maior pool de mineração, registrou perda de 200 EH/s, passando de 340 EH/s para 139 EH/s.

Operadores da rede elétrica priorizaram a estabilidade, suspendendo atividades de alto consumo como a mineração. Apesar de créditos por demanda responsiva em eventos passados, o impacto agora é generalizado, com mais de 800 mil residências sem energia e voos cancelados. Essa dependência geográfica revela um risco sistêmico: eventos climáticos locais podem afetar a rede global.

Impacto Direto na Segurança e Velocidade da Rede

Com menos poder computacional, o tempo de produção de blocos subiu para 12,28 minutos, contra os 10 minutos ideais. Isso não invalida transações, mas aumenta a latência para confirmações, potencialmente expondo a ataques de reorganização de cadeia em cenários extremos. A rede Bitcoin é projetada para se ajustar, mas o lag no mecanismo de dificuldade — recalculado a cada 2.016 blocos — prolonga a vulnerabilidade.

Projeções indicam uma redução de 4,54% a 18% na dificuldade na próxima atualização, aliviando mineradores remanescentes. No entanto, enquanto isso, a segurança coletiva diminui proporcionalmente ao hashrate. Usuários devem monitorar pools alternativos e evitar transações de alto valor até recuperação plena.

Riscos Financeiros para Mineradores e o Mercado

Desligamentos prolongados pressionam as finanças: custos fixos como aluguéis, financiamentos de equipamentos e salários persistem sem receita. Mineradoras podem vender reservas de Bitcoin para sobreviver, injetando pressão vendedora no mercado. Operações menores, com buffers limitados, enfrentam maior risco de capitulação.

O hashrate total recuperou para 776 EH/s, mas ainda 30% abaixo do pico. A centralização no Texas amplifica esses eventos, sugerindo necessidade de diversificação geográfica para mitigar riscos climáticos e regulatórios futuros.

Cotação Atual e Próximos Passos

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está a R$ 463.918,40 (-0,47% em 24h), refletindo volatilidade. Monitore o ajuste de dificuldade e recuperação do hashrate. Para holders, confirme transações múltiplas vezes e priorize a segurança em carteiras frias durante instabilidades.


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Ponte etérea de oráculos conectando skyline Wall Street dourado a rede DeFi cyan, simbolizando integração de ações via Chainlink

Chainlink Libera Ações dos EUA 24/5 no DeFi via Oráculos

A Chainlink lançou os Data Streams de Equities dos EUA 24/5, proporcionando acesso contínuo e de alta qualidade a dados de ações e ETFs americanos para protocolos de finanças descentralizadas (DeFi). Essa inovação rompe a barreira temporal entre Wall Street e blockchains, abrindo o mercado de US$ 80 trilhões para aplicações on-chain como trading perpétuo, empréstimos e ativos sintéticos. Disponível em mais de 40 redes, os fluxos operam durante horários regulares, pré-mercado, pós-mercado e overnight.


Funcionamento Técnico dos Data Streams

Os oráculos da Chainlink atuam como ponte segura entre dados off-chain do mercado de ações e smart contracts on-chain. Diferente de feeds tradicionais que oferecem apenas um preço de referência em horários limitados, esses streams entregam contexto completo do mercado: preços de bid e ask com volumes associados, além de indicadores para detectar dados desatualizados ou “stale”.

Esse fluxo de dados é alimentado por fontes institucionais confiáveis, garantindo precisão e resistência a manipulações. Para desenvolvedores DeFi, isso significa feeds atualizados quase em tempo real, essenciais para protocolos que precisam de liquidações precisas e gerenciamento de risco robusto. A infraestrutura segue o padrão de dados da Chainlink, que já processou mais de US$ 27 trilhões em valor de transações.

Imagine um protocolo de derivativos on-chain: sem esses streams, preços off-hours seriam estimados ou congelados, elevando riscos. Agora, com cobertura 24/5, as blockchains — que operam 24/7 — sincronizam perfeitamente com o mercado tradicional.

Benefícios para Desenvolvedores e Usuários DeFi

A principal vantagem reside na facilitação de produtos financeiros sempre ativos. Protocolos podem criar perpetuals de equidades, mercados de previsão baseados em ações, empréstimos colateralizados por ETFs e ativos sintéticos que replicam performances de empresas como Apple ou Tesla, tudo on-chain.

Para liquidations, os bid/ask spreads evitam execuções em preços ruins durante volatilidade off-hours. Indicadores de staleness protegem contra falhas de oráculos, um risco crítico em DeFi. Essa maturidade técnica posiciona o ecossistema para atrair instituições, que demandam dados verificáveis e de baixa latência.

Desenvolvedores ganham ferramentas para construir dApps mais resilientes, enquanto usuários acessam exposição diversificada a Wall Street sem corretoras centralizadas, reduzindo custos e barreiras geográficas.

Adoção Inicial e Parcerias Estratégicas

Plataformas líderes já integram os streams. A Lighter, segundo maior DEX de perpétuos por volume, e a BitMEX — criadora original dos contratos perpétuos cripto — utilizam os feeds para infraestrutura de derivativos de equidades 24/7.

“Para mercados de derivativos, segurança e integridade de dados são primordiais. Os streams 24/5 da Chainlink são componentes críticos da nossa infraestrutura profissional”, afirmou Stephan Lutz, CEO da BitMEX.

Essa adoção valida a tecnologia, sinalizando maturidade para RWAs (real-world assets). Com cobertura em 40+ blockchains, a escalabilidade é imediata, incentivando mais integrações.

Implicações para o Futuro da Interoperabilidade

Essa ponte acelera a tokenização de ativos tradicionais, um setor projetado para crescer exponencialmente. Desafios como fragmentação horária são resolvidos, pavimentando para mercados híbridos TradFi-DeFi.

Monitorar integrações futuras e volume de transações será chave. Para builders, é hora de explorar como esses dados podem inovar produtos — de opções estruturadas a yield farming com exposição acionária.

Os Data Streams representam um marco na maturidade dos oráculos, aproximando o DeFi de volumes institucionais.


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Regulador cartoon FCA abrindo portões para investidores varejo com símbolos BTC e ETH, celebrando liberação de ETPs no Reino Unido

FCA Libera ETPs de Bitcoin e Ether para Varejo no Reino Unido

A Financial Conduct Authority (FCA) do Reino Unido concedeu aprovação à Valour, subsidiária da DeFi Technologies, para oferecer ETPs de Bitcoin e Ether com funcionalidades de staking diretamente a investidores de varejo. Os produtos “Physical Staking” começaram a ser negociados na segunda-feira, 26 de janeiro de 2026 na prestigiada London Stock Exchange (LSE), marcando uma vitória regulatória que democratiza o acesso a criptoativos para o público comum britânico. Essa abertura contrasta com restrições bancárias recentes e sinaliza ambições competitivas de Londres no cenário global.


Detalhes da Aprovação e Lançamento na LSE

A decisão da FCA permite que cidadãos comuns acessem veículos regulados de investimento em Bitcoin e Ether, superando barreiras técnicas e eliminando a exigência de clientes profissionais exclusiva até então. Johan Wattenström, CEO da Valour, enfatizou que isso expande significativamente a capacidade de atendimento ao mercado britânico, integrando a economia de ativos digitais de forma transparente.

A London Stock Exchange, com mais de 50 emissores e volumes milionários no setor cripto, reforça sua infraestrutura robusta. No momento, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 463.827 (-0,48% em 24h), enquanto o Ether está em cerca de R$ 15.335 via AwesomeAPI. Essa listagem pode atrair fluxos institucionais e retail para o ecossistema britânico.

Contexto Regulatório: Do Bloqueio à Abertura

Essa aprovação segue a revogação recente da proibição da FCA sobre derivativos cripto para o público geral, representando um giro estratégico após anos de cautela. Anteriormente, produtos cripto eram restritos a investidores qualificados, refletindo preocupações com volatilidade e proteção ao consumidor. O contraste é notável com bloqueios bancários recentes no UK, que limitaram transações diretas em exchanges, mas agora abrem portas via produtos listados e regulados.

No panorama geopolítico, o Reino Unido busca se posicionar como hub cripto pós-Brexit. Diante do MiCA europeu – que unifica regras na UE a partir de 2024 –, Londres acelera aprovações para reter talentos e capitais. Essa maturidade regulatória pode impulsionar a adoção institucional, com ETPs oferecendo yields via staking de Ether, atraindo quem busca retornos além da simples detenção de BTC.

Implicações Globais e para Investidores Brasileiros

Globalmente, o setor de ETPs enfrenta saídas de capital devido a incertezas com taxas de juros e momentum de preços, conforme relatórios da CoinShares. No entanto, o avanço britânico reforça a tendência de integração cripto-financeira tradicional, competindo com EUA (ETFs spot) e Suíça (ETPs pioneiros). Para o varejo UK, isso significa acesso facilitado sem necessidade de wallets ou custódia direta, reduzindo riscos operacionais.

Investidores brasileiros devem observar: com regulação cripto em evolução no Brasil (PL 4401/2022), modelos como os da Valour podem inspirar produtos locais. Plataformas globais como Binance facilitam exposição indireta, mas o movimento UK destaca a importância de jurisdições amigáveis para fluxos cross-border. Vale monitorar os volumes iniciais na LSE para avaliar a demanda do varejo.

Próximos Passos no Ecossistema Britânico

A estratégia da Valour testa a resiliência desses ETPs em meio à volatilidade cripto. Analistas acompanharão inflows, performance de staking e impacto no sentimento de mercado. Com o UK priorizando inovação regulada, essa abertura pode catalisar mais listagens, posicionando Londres como contraponto ao rigor continental europeu via MiCA.


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Trader cartoon fechando porta UAH enferrujada e abrindo portal stablecoins com badge 0% neon, simbolizando novos pares sem taxas na Binance

Binance Lança Pares com Taxa Zero Após Delisting de UAH

A Binance anunciou mudanças operacionais que afetam usuários ucranianos com o delisting de pares spot, incluindo BTC/UAH, a partir de hoje, 27 de janeiro de 2026, às 08:00 UTC. Em contrapartida, a exchange lança seis novos pares com taxas zero para makers às 08:30 UTC, visando melhorar a experiência de trading. Traders globais, incluindo brasileiros, ganham opções acessíveis com stablecoins como U e USD1.


Pares Spot Removidos pela Binance

A plataforma realizou revisão periódica de liquidez e volume, resultando na remoção de diversos pares spot. Entre eles, destacam-se BTC/UAH, COMP/BTC, ETC/ETH e outros 18 pares, efetiva a partir das 08:00 UTC de hoje. O impacto maior recai sobre ucranianos, pois o par com a hryvnia (UAH) dificulta entradas e saídas diretas em Bitcoin.

Os tokens base e quote continuam disponíveis em outros pares spot. Usuários de trading bots spot devem cancelar ordens afetadas para evitar perdas. Essa medida mantém a qualidade do mercado, mas exige adaptação rápida dos traders locais na Ucrânia, que agora precisam converter via fiat alternativas.

Tokens como SHIB, TON e outros listados caíram hoje, alinhados à queda geral do mercado, com Bitcoin abaixo de US$ 88 mil.

Novos Pares com Promoção de Taxas Zero

Para contrabalançar, a Binance adiciona BNB/U, ETH/U, KGST/U, SOL/U, TRX/USD1 e USD1/U no spot às 08:30 UTC. U é uma stablecoin recente atrelada ao dólar, e USD1 similar. Destaque para taxas maker zero em BNB/U, ETH/U, KGST/U e SOL/U para todos; taxas maker e taker zero em USD1/U.

VIP 2-9 e provedores de liquidez spot têm taxas totais zero em BNB/U, ETH/U e SOL/U. Volumes contam para os níveis VIP 1, mas excluídos para VIPs superiores e programas de liquidez. Essa promoção é “até segunda ordem”, ideal para acumular posições sem custo extra em ativos populares como ETH e SOL.

Trading bots spot também ativados nesses pares, ampliando automação.

Utilidade para Traders Brasileiros

Brasileiros na Binance global podem explorar esses pares sem restrições regionais (exceto países listados como EUA e Ucrânia controlada). Com o real volátil, pares com stablecoins U e USD1 oferecem hedge eficiente. Por exemplo, negocie SOL/U com taxa maker zero para arbitragem ou ETH/U para exposição rápida.

Verifique elegibilidade no app ou site. Volumes promocionais não contam para todos os rebates, mas reduzem custos imediatos. Monitore liquidez inicial, pois pares novos podem ter spreads maiores. Combine com pares BRL para eficiência: converta reais em USDT, depois U.

  1. Acesse Spot Trading na Binance.
  2. Confira pares novos após 08:30 UTC.
  3. Use ordens limit para capturar zero maker.
  4. Ajuste bots para os novos pares.

Próximos Passos e Cuidados

Aja hoje: delisting já ativo, novos pares em minutos (considerando horário UTC). Evite pares removidos para não perder acesso. A promoção estimula adoção de U, competindo com USDT/USDC. Fique atento a atualizações, pois regras podem mudar sem aviso.

Para brasileiros, essa é chance prática de testar stablecoins emergentes com custo zero, otimizando trades diários. Consulte fees padrão pós-promoção no site oficial.


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Executivos cartoon de banco saudita e Ripple apertando mãos sobre ponte digital com XRP luminoso, simbolizando parceria blockchain na Arábia Saudita

Ripple Fecha Parceria com Banco Saudita de US$ 130 Bilhões

A Ripple fechou parceria estratégica com o Jeel, braço de inovação do Riyad Bank – um dos maiores bancos da Arábia Saudita, com ativos de US$ 130 bilhões –, para explorar aplicações de blockchain em pagamentos transfronteiriços, custódia de ativos digitais e tokenização. Anunciada em 26 de janeiro de 2026, a colaboração ocorre dentro do sandbox regulado do Jeel, alinhando-se diretamente aos objetivos do Vision 2030 saudita de modernização financeira. Essa é mais uma vitória para a tese de adoção institucional do XRP fora dos EUA.


Detalhes da Parceria com Riyad Bank

A aliança foi divulgada pelo Jeel em sua conta no X, destacando o foco em aprimorar a velocidade e eficiência de pagamentos. De acordo com o comunicado oficial, as empresas desenvolverão protótipos no ambiente controlado do sandbox do Jeel, testando soluções de blockchain para melhorar transparência, custo e escalabilidade em serviços financeiros.

O CEO do Jeel, George Harrak, enfatizou a importância dessa experimentação regulada: “Essa parceria reflete nossa estratégia de usar o sandbox para explorar infraestrutura financeira de próxima geração”. Já Reece Merrick, diretor-gerente da Ripple para Oriente Médio e África, reforçou o compromisso em integrar tecnologias seguras ao ecossistema saudita, demonstrando como a infraestrutura da Ripple pode desbloquear eficiências significativas.

Para o Riyad Bank, isso representa um passo além da aceleração fintech convencional, rumo à experimentação com blockchain regulada, ampliando sua rede institucional.

Integração com o Vision 2030 Saudita

O Vision 2030, plano ambicioso da Arábia Saudita para diversificar sua economia, impulsiona um boom no setor fintech. A parceria Ripple-Jeel surge nesse contexto, posicionando o blockchain como pilar da transformação digital financeira do reino.

Os testes incluirão casos de uso em custódia de ativos digitais e tokenização de ativos reais, áreas onde a Ripple tem expertise comprovada. Isso pode pavimentar o caminho para adoção em massa de soluções como o XRP Ledger, conhecido por sua eficiência em liquidez transfronteiriça.

Analistas veem isso como sinal de que a Arábia Saudita, com seu foco em inovação regulada, está pronta para liderar a adoção de ativos digitais no Oriente Médio, reduzindo dependência de sistemas tradicionais.

Potencial para Tokenização e XRP

A ênfase em tokenização é particularmente de alta para o ecossistema Ripple. Com protótipos no sandbox, a empresa pode demonstrar interoperabilidade e escalabilidade do XRP em cenários reais, como tokenizar ativos do vasto portfólio do Riyad Bank.

No momento da notícia, o XRP negociava a US$ 1,90, refletindo otimismo do mercado. Essa expansão geográfica reforça a resiliência da Ripple, que continua a fechar acordos com gigantes bancários globais, mesmo em meio a volatilidades regulatórias nos EUA.

Investidores em XRP devem monitorar os resultados dos protótipos, que podem catalisar maior demanda pelo token em pagamentos e custódia institucional.

Expansão Global da Ripple Continua

Essa é a prova de que a Ripple não para: enquanto avança em batalhas judiciais nos EUA, foca em mercados emergentes como a Arábia Saudita. A parceria valida a tese de alta de adoção institucional massiva do XRP, abrindo portas para um futuro onde blockchain redefine finanças soberanas.

Vale ficar de olho nos próximos passos, pois sucessos no Vision 2030 podem inspirar outros países do Golfo a seguir o exemplo.


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Juiz cartoon regulador multando carteira digital culpada com '9.3M' em multas, ilustrando punição à Qoin Wallet por fraude na Austrália

Justiça Australiana Multa Qoin Wallet em R$ 51 Milhões por Fraude

A Comissão de Valores Mobiliários da Austrália (ASIC) obteve vitória judicial contra a BPS Financial, ordenando o pagamento de 14 milhões de dólares australianos — equivalentes a cerca de R$ 51,4 milhões na cotação atual — pela promoção e operação ilegal da carteira cripto Qoin Wallet. A decisão expõe anos de conduta não licenciada e representações enganosas sobre o produto ligado ao token Qoin, servindo de alerta para usuários de apps cripto sem regulação clara.


Detalhes da Multa e Violações

A multa total de A$14 milhões foi dividida em A$1,3 milhão por operação de serviços financeiros sem a devida licença australiana (Australian Financial Services Licence) e A$8 milhões por práticas enganosas. De janeiro de 2020 a meados de 2023, a BPS Financial promoveu a Qoin Wallet como uma facilidade de pagamento não monetário vinculada ao token Qoin, violando a Corporations Act.

A juíza Downes classificou as ações como “conduta ilícita grave”, envolvendo gerentes seniores e sistemas de compliance deficientes. A empresa alegava falsamente que o produto era aprovado ou registrado pelas autoridades, que os tokens Qoin podiam ser facilmente trocados por moedas fiduciárias ou outras criptoativos, e que eram amplamente aceitos por comerciantes — afirmações derrubadas por julgamentos anteriores em 2024, cuja falsidade foi confirmada em 2025.

Restrições e Consequências para a BPS

Além da penalidade financeira, a BPS Financial foi proibida de operar qualquer serviço financeiro sem licença por 10 anos. A empresa também deve publicar avisos judiciais obrigatórios no app e site da Qoin Wallet, além de arcar com a maior parte dos custos legais da ASIC. Essa medida reforça a seriedade das irregularidades, que remontam a ações civis iniciadas em 2022.

Joe Longo, presidente da ASIC, enfatizou: “Dada a natureza desses produtos, provedores devem ter licenças adequadas e investidores precisam de informações claras e corretas, especialmente pois criptoprodutos são voláteis, arriscados e complexos.” A vitória judicial destaca o compromisso do regulador em punir promessas falsas no ecossistema cripto.

Alerta ao Mercado e Contexto Regulatório

Essa decisão chega em meio a avanços regulatórios na Austrália, como a flexibilização de regras para stablecoins em dezembro, dispensando licenças separadas para distribuidores com contas omnibus e bom registro. No entanto, o relatório “Key Issues Outlook 2026” da ASIC alerta para riscos em ativos digitais, incluindo gaps regulatórios e vendas de alto risco.

Para investidores brasileiros, o caso da Qoin Wallet é um lembrete crucial: verifique sempre a licença do provedor e evite apps que prometem facilidades irreais sem backing regulatório. Plataformas sem transparência sobre autorizações podem expor usuários a perdas significativas, como visto aqui com a BPS Financial.


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Figura cartoon russa trancando exchange com cadeado vermelho, enquanto doações cripto escapam para mão simbólica, ilustrando sanções contra WhiteBIT

Rússia Bane WhiteBIT por Doações de US$ 11 Milhões à Ucrânia

A Rússia classificou a exchange ucraniana WhiteBIT como organização indesejável, criminalizando qualquer interação com a plataforma no território russo. A decisão da Procuradoria Geral russa acusa a empresa de doar US$ 11 milhões para iniciativas militares ucranianas e processar mais de US$ 160 milhões em doações desde a invasão de 2022. Fundada na Ucrânia, a WhiteBIT saiu do mercado russo no início do conflito, mas o banimento reforça tensões geopolíticas envolvendo criptomoedas.


A Decisão da Procuradoria Russa

A Procuradoria Geral da Federação Russa designou a WhiteBIT e sua controladora, W Group, como entidades indesejáveis, conforme anúncio oficial. Essa classificação proíbe contas bancárias, transferências de fundos e atendimento a clientes russos, transformando qualquer colaboração em delito penal. As autoridades russas alegam que a exchange construiu esquemas cinzentos para saída de capitais da Rússia e forneceu infraestrutura financeira e técnica ao exército ucraniano desde fevereiro de 2022.

Fundada em 2018 por Volodymyr Nosov em Kharkiv, Ucrânia, a WhiteBIT tem sede atual em Vilnius, Lituânia, e expandiu para os EUA com 8 milhões de usuários globais. Apesar do banimento, registrou US$ 1,1 bilhão em volume diário recente, segundo dados de mercado.

Doações e Suporte à Ucrânia

A WhiteBIT confirmou doações de US$ 11 milhões próprios para forças de defesa ucranianas e iniciativas humanitárias ao longo de quatro anos de guerra. Desse total, cerca de US$ 900 mil foram destinados à compra de drones. Sua plataforma de pagamentos, Whitepay, processou mais de US$ 160 milhões em contribuições para causas de defesa e civis.

A empresa apoia a plataforma United24, lançada pelo presidente Volodymyr Zelenskyy, que arrecadou US$ 3,4 bilhões em doações cripto para ajuda médica, educação e ciência. Essa posição reflete os valores da companhia, enraizada na Ucrânia durante o conflito armado.

Consequências para Usuários Russos

Embora a WhiteBIT já bloqueasse usuários russos e bielorrussos desde 2022, removendo pares em rublos e perdendo 30% da base de clientes, o status de indesejável eleva riscos. Qualquer cidadão russo que interaja com a plataforma agora enfrenta acusações criminais, ampliando o isolamento da exchange no mercado russo.

A medida alinha-se a políticas de sanções mútuas: Ucrânia baniu miners e exchanges russas em julho passado, enquanto exchanges globais como Coinbase e Binance receberam apelos para restringir russos, priorizando entidades sancionadas.

Cripto como Arma no Conflito Russo-Ucrâniano

O caso ilustra como criptomoedas viraram ferramenta geopolítica. Rússia usa stablecoins para burlar sanções ocidentais, com US$ 8 bilhões rastreados em 18 meses por firmas como Elliptic. Ucrânia, por sua vez, arrecada via doações cripto para defesa. Volodymyr Nosov defendeu em artigo no Kyiv Post a proibição de operadores russos no mercado ucraniano, sem concessões.

Para traders brasileiros, o episódio sinaliza riscos de exchanges em zonas de conflito: volatilidade regulatória e bloqueios geográficos podem impactar acessos e fundos. Vale monitorar implicações para plataformas globais em meio a tensões internacionais.


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Executivo cartoon com laser eyes empilhando lingote BTC marcado 712K em reserva colossal, celebrando acumulação histórica da MicroStrategy

MicroStrategy Alcança 712 Mil BTC em Reserva Histórica

A MicroStrategy acaba de ampliar sua reserva de Bitcoin com a compra de 2.932 BTC por cerca de US$ 264 milhões, elevando o total para impressionantes 712.647 BTC, equivalente a US$ 62,2 bilhões. Sob liderança de Michael Saylor, a empresa demonstra convicção inabalável na estratégia de longo prazo, mesmo comprando durante a recente queda do BTC para US$ 88 mil. Isso representa 3,57% do suprimento circulante do ativo, um marco histórico para adoção corporativa.


Detalhes da Aquisição Mais Recente

A transação, realizada entre 20 e 25 de janeiro de 2026, foi financiada por emissões de ações at-the-market (ATM) das classes STRC e MSTR. O preço médio de compra foi de US$ 90.061 por Bitcoin, conforme divulgado em comunicado à SEC e postado por Saylor no X. Apesar da volatilidade — com o BTC caindo mais de 5% na semana —, a empresa registrou um prejuízo contábil inicial de cerca de US$ 9 milhões nessa leva específica, caindo de picos acima de US$ 93 mil para abaixo de US$ 87 mil.

Essa operação reforça o apetite voraz da MicroStrategy por BTC, posicionando-a como a maior detentora corporativa do mundo, superando até mineradoras como Bitmine, que foca em Ethereum.

Acumulação Acelerada em 2026

Desde o início do ano, a companhia já adicionou mais de 40.100 BTC às suas reservas. Nas duas semanas anteriores, foram 22.305 BTC (US$ 2,13 bi) e 13.627 BTC (US$ 1,25 bi), respectivamente. O investimento total agora é de US$ 54,19 bilhões, com preço médio de US$ 76.037 por unidade — resultando em ganho não realizado de quase 15%, ou cerca de US$ 8 bilhões.

No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 463.364 (queda de 0,56% em 24h), o que torna esses 712 mil BTC equivalentes a mais de R$ 330 bilhões em reais.

Estratégia de Longo Prazo Inabalável

Michael Saylor reitera que a MicroStrategy continuará acumulando Bitcoin independentemente do preço, tratando-o como reserva de valor superior. Apesar de o papel MSTR cair 54% no ano (vs. 15% do BTC), a métrica crucial é o BTC por ação, que segue crescendo. Essa visão otimista ignora ruídos de curto prazo, como saídas de US$ 1,33 bi em ETFs de Bitcoin na semana passada.

Para investidores, isso sinaliza confiança institucional: com 3,57% do suprimento, a empresa testa a tese de BTC como ‘ouro digital’ em escala corporativa massiva.

Implicações para o Mercado Brasileiro

No contexto local, com dólar a R$ 5,30, o movimento da MicroStrategy inspira. Brasileiros podem replicar via exchanges reguladas, acumulando sats em quedas. Vale monitorar se outras firmas seguirão, elevando a adoção global e pressionando preços para cima no longo prazo. Saylor não para — e isso é de alta para todos.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Estruturas isométricas canalizando ondas de volatilidade em tubos BTC dourado e ETH cyan, representando novos contratos no Polymarket

Polymarket Lança Contratos de Volatilidade para BTC e ETH

A plataforma de previsão Polymarket lançou novos contratos vinculados aos índices de volatilidade implícita de 30 dias do Bitcoin (BVIV) e Ethereum (EVIV), desenvolvidos pela Volmex. Lançados em 27 de janeiro de 2026, esses mercados permitem apostas na intensidade das oscilações de preço, independentemente da direção. Bitcoin calmo? Agora traders podem posicionar-se na volatilidade. Em paralelo, o interesse aberto na Hyperliquid atingiu recorde de US$ 793 milhões via HIP-3.


Funcionamento dos Contratos Polymarket

Os contratos “What will the Bitcoin Volatility Index hit in 2026?” e “What will the Ethereum Volatility Index hit in 2026?” pagam “Yes” se qualquer candle de um minuto do índice BVIV ou EVIV atingir ou exceder níveis pré-definidos até 31 de dezembro de 2026, às 23:59. Caso contrário, liquida em “No”.

Comprar “Yes” equivale a um viés otimista na volatilidade, apostando em maior turbulência. “No” reflete expectativa de estabilidade. Essa estrutura simplifica o acesso a estratégias tradicionalmente complexas, como opções ou futuros de volatilidade, usadas por instituições. Cole Kennelly, CEO da Volmex Labs, destacou que a parceria traz benchmarks institucionais para o formato intuitivo de mercados de previsão.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está a R$ 463.479 (-0,44% em 24h), enquanto o Ethereum cotado a R$ 15.319 reflete baixa volatilidade atual.

Probabilidades Iniciais e Dados de Mercado

No início do trading, os contratos precificam cerca de 35% de chance de o BVIV dobrar para 80% (de atuais 40%), e similar para EVIV atingir 90% (de 50%). Essa correlação negativa entre volatilidade implícita do Bitcoin e preço spot, observada desde o lançamento de ETFs nos EUA, sugere que picos de volatilidade tendem a acompanhar quedas de preço.

Os índices medem volatilidade implícita de 30 dias, derivada de opções. Níveis atuais indicam mercado relativamente calmo, mas eventos macroeconômicos, como decisões do Fed, podem alterar isso. Traders profissionais ganham uma ferramenta binária e acessível para expressar visões sobre swings de preço.

Hyperliquid e Maturidade dos Derivativos On-Chain

A maturidade dos derivativos cripto é evidenciada pelo recorde na Hyperliquid. O HIP-3 (Builder Deployed Perpetuals), ativo desde outubro de 2025, permite criar mercados perpétuos com stake de 500.000 HYPE. O interesse aberto atingiu US$ 793 milhões, impulsionado por commodities como ouro (acima de US$ 5.000) e prata.

TradeXYZ, braço de tokenização da Hyperliquid, domina com US$ 22 bilhões em volume, liderados por XYZ100 (índice top 100 empresas, OI de US$ 165 milhões), prata e Nvidia. Volume total HIP-3: US$ 25 bilhões. Esse crescimento sinaliza adoção de perps permissionless, expandindo além de criptoativos para RWAs.

Implicações para Traders Brasileiros

Essas inovações democratizam o trading de volatilidade e derivativos, antes restritos a players institucionais. No Brasil, com BTC a R$ 463.479, traders podem monitorar esses mercados para hedges ou especulação. Plataformas como Polymarket e Hyperliquid indicam evolução do ecossistema, mas exigem análise de riscos inerentes à volatilidade.

Vale acompanhar se o boom de commodities impulsiona mais adoção de derivativos on-chain em 2026.


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Trilhas neon cyan e dourada em corrida paralela sobre vórtices quânticos roxos, representando corrida pós-quântica de Ethereum e Bitcoin

Ethereum e Bitcoin na Corrida Pós-Quântica

A Ethereum Foundation anunciou a formação de um time dedicado à migração pós-quântica do ETH para 2026, com investimento de US$ 1 milhão em prêmios. Paralelamente, o analista Willy Woo alerta que corrigir a vulnerabilidade quântica do Bitcoin é a prioridade máxima dos desenvolvedores, impulsionado por investidores soberanos que planejam horizontes de 5-15 anos. A ameaça de computadores quânticos capazes de quebrar a criptografia atual acelera essa corrida pela segurança das redes.


O Que é a Vulnerabilidade Quântica?

Computadores quânticos representam uma ameaça existencial para blockchains como Ethereum e Bitcoin. Diferente dos computadores clássicos, que processam bits (0 ou 1), os quânticos usam qubits, permitindo cálculos paralelos massivos. Algoritmos como o de Shor podem fatorar números grandes exponencialmente mais rápido, quebrando a ECDSA (Elliptic Curve Digital Signature Algorithm) usada para assinaturas digitais nessas redes.

Estamos na fase de Harvest Now, Decrypt Later, onde atores estatais coletam dados criptografados hoje para descriptografar no futuro, quando o “Q-Day” (dia quântico) chegar. Especialistas estimam que isso pode ocorrer em 5-15 anos, não 20 como se pensava. Redes ricas como Ethereum, com seu ecossistema de DeFi e NFTs, são alvos primários.

A transição para criptografia pós-quântica (PQ) envolve algoritmos resistentes, como os padronizados pelo NIST, como lattice-based ou hash-based signatures. Isso exige upgrades protocolados cuidadosos para evitar forks ou perdas de fundos.

Estratégia da Ethereum Foundation

Desde 2019, a EF conduz pesquisas em PQ, mas 2026 marca o ponto de inflexão. Justin Drake, pesquisador da fundação, revelou que o time dedicado priorizará a integração com leanVM, uma ZK VM minimalista proposta por Vitalik Buterin para reduzir custos e pavimentar a migração PQ.

A partir do próximo mês, chamadas bi-semanais dos Core Devs discutirão precompiles dedicados, abstração de contas e agregação de assinaturas. O destaque é o US$ 1M Poseidon Prize, reforçando a função hash Poseidon essencial para provas ZK no mainnet. Hackathons, workshops e IA para quantum-proofing completam o plano.

A EF também ingressa no advisory board PQ da Coinbase, formando um “dream team” com acadêmicos e indústria. Essa proatividade posiciona Ethereum à frente na corrida.

Bitcoin: Prioridade Máxima Segundo Willy Woo

No Bitcoin, o on-chain analyst Willy Woo enfatiza que resolver o problema quântico é urgente ante a escala de compradores soberanos, como China acumulando ouro. Instituições fiduciárias planejam 5-15 anos à frente, e o argumento de “20 anos distante” não convence.

Bitcoin, com 17 anos, compete com ouro (6 mil anos de prontidão). Woo prevê um mercado de baixa macro global de curto prazo, mas vê BTC essencial na geopolítica futura. A correção PQ deve preceder isso, permitindo que Bitcoin evolua como reserva de valor resiliente.

Outras redes, como Algorand e Solana, testam esquemas NIST, mas Bitcoin exige consenso amplo devido à sua descentralização rígida.

Implicações para o Futuro das Redes

Essa corrida EF vs Bitcoin Devs define a sobrevivência a longo prazo. Uma migração bem-sucedida reforça a confiança institucional, especialmente com sovereign wealth funds avaliando resiliência. Falhas podem expor fundos a ataques, erodindo adoção.

Para usuários brasileiros, monitore atualizações: wallets quântico-resistentes e exchanges como Binance já discutem compatibilidade. O ecossistema cripto evolui para um “escudo digital” contra bilhões de hackers potenciais.


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