Executivos cartoon americano e britânico celebrando listagem LSE com pilhas BTC e 2.6K, simbolizando adoção corporativa inspirada em MicroStrategy

Smarter Web na LSE: A MicroStrategy Britânica com 2.674 BTC

A Smarter Web Company iniciou negociações no Main Market da London Stock Exchange (LSE) nesta terça-feira (3 de fevereiro de 2026), sob o ticker SWC a 43p. Com uma tesouraria de 2.674 BTC, a empresa se posiciona como a maior detentora pública de Bitcoin no Reino Unido e a 29ª global. Esse movimento ecoa o modelo pioneiro da MicroStrategy nos EUA, cruzando o Atlântico e sinalizando a maturidade institucional do Bitcoin como ativo de reserva corporativa de longo prazo.


Detalhes da Listagem e Holdings Atuais

Fundada em 2009 como agência de web design, a Smarter Web pivotou em 2025 para uma estratégia de tesouraria em Bitcoin, alocando cerca de £221 milhões para adquirir os 2.674 BTC a um preço médio de pouco mais de US$ 111 mil por unidade. Apesar da recente correção do mercado, com Bitcoin negociado próximo a US$ 77 mil, o CEO Andrew Webley enfatiza o compromisso de longo prazo, vendo a volatilidade como característica inerente, não falha, da estratégia.

A migração da Aquis Exchange para o Main Market da LSE representa um marco, após ser a melhor ação do UK em 2025. Webley destacou na cerimônia de abertura: “Isso marca o próximo estágio na construção de uma empresa britânica alinhada ao Bitcoin como capital digital.” Os fundamentos se fortalecem com essa visibilidade institucional.

Estratégia Agressiva e Planos de Expansão

Mesmo enfrentando uma perda não realizada de cerca de US$ 98 milhões — com drawdown de 33% ante o custo médio de aquisição de US$ 111.232 —, a empresa reafirma planos de aumentar a exposição ao Bitcoin. A listagem visa captar capital institucional para baixar o custo médio e elevar o BTC por ação, ignorando ruído de curto prazo.

Webley mira entrada no FTSE 250 já no terceiro rebalance de 2026, com aspirações ao FTSE 100. Apesar da queda de 95% no market cap desde o pico acima de £1 bilhão, a gestão prioriza acumulação, aumentando holdings por ação mesmo em downturns. O mercado está construindo uma narrativa de adoção resiliente.

Contexto Global e Implicações para o Brasil

Essa jogada posiciona a Smarter Web como a “MicroStrategy do Reino Unido”, validando tesourarias de Bitcoin em bolsas tradicionais. Nos EUA, Michael Saylor pavimentou o caminho; agora, a Europa segue, com a LSE atuando como selo de aprovação para investidores institucionais. Para brasileiros, isso reforça a tese de longo prazo: fluxos corporativos superam volatilidade.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 399.904 às 18h51 de hoje, com variação de -3,12% em 24h e volume de 495 BTC nas exchanges locais. Com dólar a R$ 5,24 e libra a R$ 7,17, os £221M investidos equivalem a cerca de R$ 1,58 bilhão — um volume que impulsiona a liquidez brasileira.

O Que Isso Significa para Investidores

A listagem sinaliza que o modelo de treasury está se globalizando, atraindo capitais tradicionais para o ecossistema Bitcoin. Apesar de correções cíclicas — como halvings passados que precederam altas —, a adoção corporativa é a métrica chave. Monitore o mNAV (valor patrimonial líquido de mercado) da Smarter Web e os fluxos institucionais; eles ditam o rumo de longo prazo. O otimismo é fundamentado: o Bitcoin continua atraindo visionários.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Regulador cartoon erguendo barreiras em cofre digital segregando fundos seguros, simbolizando novas regras de custódia no Canadá após QuadrigaCX

Canadá Lança Regras Rígidas de Custódia para Evitar Novo QuadrigaCX

O regulador canadense CIRO anunciou o novo Digital Asset Custody Framework, com efeito imediato, para blindar investidores contra falhas como o colapso da QuadrigaCX em 2019. A estrutura em camadas baseada em risco exige segregação rigorosa de ativos de clientes, impedindo que exchanges usem fundos sem autorização. É importante considerar que isso marca o fim da era de plataformas sem supervisão adequada, elevando padrões para atrair fundos de pensão e institucionais cautelosos.


Detalhes das Novas Regras de Custódia

O framework estabelece uma abordagem escalonada de custódia, permitindo inovação mas com proteções robustas contra hacking, fraude, governança fraca e insolvência. Custodiantes devem diversificar arranjos e garantir que ativos de clientes permaneçam separados dos próprios da exchange — o princípio da segregação patrimonial. Isso significa que, em caso de problemas na plataforma, seus fundos não são usados para saldar dívidas operacionais.

O CIRO desenvolveu as expectativas em consulta com plataformas cripto e custodians, refletindo práticas já adotadas por líderes do setor. No entanto, o risco aqui é a transição: firmas terão avaliações caso a caso, mas o regulador promete fiscalização proativa. Atenção para o fato de que atualizações virão conforme novos riscos cibernéticos ou de mercado emergirem.

Lições do Trauma QuadrigaCX

O colapso da QuadrigaCX permanece como um alerta histórico: CEO Gerald Cotten faleceu, deixando US$ 123 milhões em fundos de clientes inacessíveis. Investigações revelaram misappropriações durante a gestão do cofundador Michael Patryn. Custódia inadequada foi o calcanhar de Aquiles, expondo vulnerabilidades que o novo framework visa corrigir diretamente.

É crucial observar que, sem segregação efetiva, exchanges centralizadas funcionam como black boxes. O Canadá, com sua abordagem cautelosa à regulação — incluindo exigências de registro e disclosure —, usa esse episódio para reforçar proteções. Para o investidor brasileiro, isso é um modelo: pergunte-se, sua plataforma atual tem custódia auditada e segregada?

Impacto para Investidores e Mercado Global

Essas regras elevam a confiança para fundos de pensão canadenses e globais, que demandam padrões equivalentes aos de ativos tradicionais. Ao responder rapidamente a falências cripto, o CIRO sinaliza maturidade regulatória, potencialmente atraindo mais capital institucional. Globalmente, reflete uma tendência: a era das exchanges sem lei está terminando, com EUA, UE e Ásia seguindo caminhos semelhantes.

O risco de inadequação persiste para plataformas menores. Invista tempo verificando se sua corretora adota práticas de custódia em camadas e relatórios transparentes. No Brasil, onde regulação ainda evolui, esse modelo canadense serve de benchmark protetor.

O Que Observar nos Próximos Meses

Monitore atualizações do CIRO e reações de plataformas como Coinsquare ou Bitbuy. Sinais de alerta incluem atrasos na conformidade ou queixas sobre transições. Para você, leitor, priorize exchanges registradas com custódia comprovada — é a melhor defesa contra o imprevisível. Essa rigidez não limita o crescimento, mas constrói bases sólidas para adoção sustentável.


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Estrutura hexagonal central com seis nos periféricos, um se desconectando em faíscas vermelhas, simbolizando delisting de tokens na Binance

Alerta Binance: Delisting de 6 Tokens em Fevereiro 2026

A Binance anunciou o delisting de seis tokens disponíveis em seu app: Acala Token (ACA), Tranchess (CHESS), Streamr (DATA), dForce (DF), Aavegotchi (GHST) e NKN. O trading para em 13 de fevereiro de 2026 às 06:00 UTC, com prazo estendido até maio para retiradas. É um alerta importante para holders: a liquidez pode evaporar rapidamente após o anúncio.


Tokens Afetados e Cronograma Exato

A lista inclui projetos como ACA, ligado ao ecossistema Acala, e GHST, do jogo Aavegotchi, entre outros com volumes de trading mais baixos. A remoção ocorre após revisão periódica da Binance, que monitora critérios como liquidez, desenvolvimento ativo e comunicação com a exchange.

Trading cessa em 13 de fevereiro de 2026 às 06:00 UTC. Porém, o prazo crítico é o de retirada: tipicamente três meses após, ou seja, por volta de meados de maio de 2026. Após isso, saldos remanescentes podem ser convertidos em stablecoins pela exchange, muitas vezes a taxas desfavoráveis. Atenção para congestionamentos nas redes durante esses períodos — o risco aqui é ficar preso sem acesso aos fundos.

É importante considerar que esses tokens já podem ter sido sinalizados com ‘Monitoring Tag’ no início do mês, um aviso prévio da Binance para ativos em zona de risco.

Riscos Identificados e Lições do Passado

Por que esses tokens? A Binance não detalha casos individuais, mas padrões históricos mostram delistings por baixo volume de trading, abandono de desenvolvimento ou mudanças em tokenomics que prejudicam holders. No contexto atual, com a exchange intensificando limpezas desde 2025 — incluindo votações comunitárias para remoções —, o risco de iliquidez pós-delisting é elevado.

Projetos delistados frequentemente enfrentam quedas acentuadas de preço devido à perda de exposição em uma das maiores plataformas globais. Holders na Binance perdem pares de trading spot, forçando migração para exchanges menores ou DEXs com spreads maiores. O risco aqui é duplo: perda de valor e custos elevados de transação em cenários de pânico.

Casos passados, como delistings em massa de 2025, mostram que atrasar a ação resulta em prejuízos evitáveis. Vale monitorar se outros pares, como ARKM/FDUSD recentemente removidos, seguem o mesmo caminho.

O Que Observar e Próximos Passos

Para quem detém esses ativos na Binance, o foco deve ser na preparação imediata. Verifique saldos agora, planeje retiradas para carteiras externas compatíveis e avalie alternativas de trading. Evite deixar para a última hora: saques em massa causam delays e taxas de rede explosivas.

Monitore atualizações oficiais da Binance, pois prazos podem ser ajustados. Projetos como NKN ou DATA podem buscar listagens em outras exchanges, mas a liquidez inicial será limitada. Pergunta retórica: você está preparado para um ativo que perde suporte de uma gigante como a Binance?

No mais amplo cenário regulatório, essas ações protegem usuários de tokens problemáticos, mas destacam a vulnerabilidade de depender de uma única plataforma.


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Regulador cartoon equilibrando âncora stablecoin com pilhas de reservas em balança, selo 100% simbolizando nova regulamentação de lastro no Brasil

Brasil Regulamenta Stablecoins: Lastro Obrigatório e Mais Segurança

Sua stablecoin está mais segura hoje. A Comissão de Ciência, Tecnologia e Inovação da Câmara dos Deputados aprovou novas regras para emissão de stablecoins no Brasil, exigindo reserva integral de lastro e proibindo tokens algorítmicos sem garantia real. Isso significa fim do risco de colapsos como o Terra/Luna por aqui, trazendo mais proteção para quem usa USDT ou USDC no dia a dia.


O que é lastro e por que ele importa?

Em outras palavras, lastro é a reserva de dinheiro de verdade — como reais em conta ou títulos públicos do governo — que fica guardada para garantir que cada stablecoin valha exatamente R$ 1. Pense assim: imagine que a stablecoin é como um cheque. Sem lastro, é só papel; com lastro, você sabe que pode sacar o valor a qualquer momento.

A nova proposta, que altera o Marco Legal das Criptomoedas, exige lastro 1:1. Além disso, há a segregação patrimonial: o dinheiro dos clientes fica separado das dívidas da empresa emissora. Isso evita que, se a empresa quebrar, seu saldo suma. Para o brasileiro comum que usa stablecoins para remessas ou poupança rápida, é um escudo contra fraudes.

Exemplo prático: lembre do Terra/Luna, que prometia estabilidade por algoritmos, mas desabou em 2022, levando bilhões. Aqui, isso não vai mais rolar.

Stablecoins estrangeiras sob supervisão

USDT e USDC, emitidas lá fora, só poderão ser negociadas por corretoras brasileiras autorizadas. Essas exchanges terão que checar se os emissores seguem regras equivalentes às nossas. Se não, assumem o risco. Isso protege você de surpresas ruins.

Há ainda punição pesada: emitir stablecoin sem lastro vira crime, como estelionato, com 4 a 8 anos de prisão. O texto vai para comissões de Finanças e Constituição antes do plenário.

Como as fintechs pavimentaram o caminho

Pense nas Sociedades de Crédito Direto (SCDs), as fintechs de empréstimo. Antes, era um ‘faroeste’: qualquer um operava sem freios. O Banco Central criou regras claras em 2018, exigindo governança, capital mínimo e relatórios. Resultado? Mercado cresceu com segurança, atraindo investidores sérios.

Agora, com as SPSAVs (Sociedades Prestadoras de Serviços de Ativos Virtuais), via Resoluções 519, 520 e 521 do BC, o criptomercado segue o mesmo roteiro. Menos zona cinzenta, mais integração ao sistema financeiro. Pode encarecer emissões — empresas precisam de mais capital e auditorias —, mas traz confiança. Seu USDT no Brasil fica mais estável.

O que isso significa para você?

Boa notícia: mais segurança para usar stablecoins em pagamentos ou trades. Ruim? Custos podem subir um pouco para emissores, repassados em taxas. Monitore: se aprovado, exchanges vão se adaptar em 2026. Saia daqui sabendo que o Brasil está deixando o ‘faroeste’ cripto para um mercado adulto e protegido. Parabéns por se informar!


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Personagens cartoon da Binance convertendo fundo SAFU em pilha de BTC durante dip, contrastando com tropeço da MicroStrategy em ações caindo

Binance Converte US$ 1 Bilhão do SAFU em BTC em Meio a Dip

As ações da MicroStrategy (MSTR) caíram mais de 8% nesta terça-feira (3), coincidindo com o Bitcoin atingindo mínimas anuais próximas de US$ 74.000. Em contraste, a Binance anunciou a conversão inicial de US$ 100 milhões em 1.315 BTC do seu fundo SAFU, parte de um plano para alocar US$ 1 bilhão em Bitcoin. Os dados revelam estratégias divergentes de tesouraria institucional em meio à volatilidade, onde quedas de preço geram acumulação por grandes participantes. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC cotado a R$ 399.960,49 apresenta variação de -3,22% em 24 horas.


Queda da MicroStrategy e Pressão no BTC

Os dados mostram que as ações da MicroStrategy iniciaram o dia a US$ 139,66, mas fecharam em US$ 128,87, refletindo uma correlação elevada com o preço do Bitcoin. A empresa detém 713.502 BTC, adquiridos a um custo médio de US$ 76.052 por unidade, totalizando cerca de US$ 54,26 bilhões. Com o BTC abaixo desse patamar, os prejuízos não realizados aproximam-se de US$ 1 bilhão.

Na semana anterior, a MicroStrategy adquiriu 855 BTC por US$ 75,3 milhões, a um preço médio de US$ 87.974, financiado pela emissão de ações. Apesar da retração de mais de 40% desde as máximas de final de 2025, o chairman Michael Saylor mantém a estratégia de acumulação, sem planos de venda.

Binance Acelera Conversão do Fundo SAFU

A Binance executou a primeira etapa da conversão do Secure Asset Fund for Users (SAFU), comprando 1.315 BTC por US$ 100 milhões a aproximadamente US$ 77.400 cada. O fundo, avaliado em US$ 1 bilhão e financiado por taxas de trading, será integralmente alocado em Bitcoin nos próximos 30 dias.

O endereço SAFU é 1BAuq7Vho2CEkVkUxbfU26LhwQjbCmWQkD. A exchange compromete-se a recompor o valor caso caia abaixo de US$ 800 milhões, utilizando reservas próprias. Essa alocação reduz riscos de contraparte associados a stablecoins, posicionando o BTC como ativo central do ecossistema.

Estratégias Institucionais em Contexto de Volatilidade

Os movimentos contrastam: enquanto a MicroStrategy enfrenta pressão acionária por prejuízos não realizados, a Binance demonstra confiança ao converter um fundo de emergência em BTC durante o dip. Em 2023, uma conversão similar do SAFU para BTC, ETH e BNB precedeu uma valorização de 250% no BTC em um ano. Os dados sugerem que instituições com tesouraria em cripto priorizam acumulação em níveis de suporte, como os US$ 74.000 atuais.

O dólar comercial está em R$ 5,2373 (-0,42%), impactando conversões para BRL: US$ 1 bilhão equivale a cerca de R$ 5,24 bilhões.

Níveis Técnicos e Volumes a Monitorar

Os indicadores apontam o suporte em US$ 74.747 (mínima anterior de um ano) como crítico. Volumes de 24h no BTC/BRL somam 496,34 BTC, com Binance liderando (243,29 BTC). Resistências próximas incluem a média móvel de 50 dias, estimada em torno de US$ 80.000. Traders devem observar o mNAV da MicroStrategy e o progresso da conversão SAFU da Binance para medir resiliência institucional.


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Núcleo dourado Bitcoin com 75K conectado por fios neon cyan a chips semicondutores rachados emitindo vermelho, ilustrando correlação com quedas em ações de tech

Ações de IA e Chips Derrubam Bitcoin para US$ 75 Mil

O Bitcoin caiu 5% para cerca de US$ 75.000, testando mínimas do fim de semana em US$ 74.600, à medida que um selloff em ações de tecnologia agrava as pressões sobre criptoativos. Ethereum caiu 6,5% para US$ 2.200 e Solana abaixo de US$ 100. Os dados revelam correlação direta com o Nasdaq, onde declínios em IA, software e private equity sinalizam aversão a risco. Investidores monitoram o impacto além do gráfico isolado do BTC.


Selloff Amplo em Tech Stocks

Os números mostram declínios acentuados em ações ligadas a inteligência artificial e software. Shopify, Adobe, Salesforce e Intuit recuaram entre 7% e 12% na sessão. O ETF iShares Expanded Tech-Software (IGV) perdeu 5% no dia, acumulando -14% na semana e -28% desde o pico de outubro.

Private equity também sofreu: Blackstone, Ares Capital, KKR e Apollo caíram 6%-10%. Um filing de 23 de janeiro de um fundo de dívida privada da BlackRock, prevendo corte de 19% no valor patrimonial líquido, acelerou o movimento. Desde então, o Bitcoin desceu de US$ 91.000, confirmando a ligação com liquidez sistêmica.

Ativos relacionados a cripto, como MicroStrategy, Coinbase e Galaxy Digital, espelharam as quedas, com perdas de 5%-18%.

Exemplo AMD: Receita Recorde com Volatilidade

A Advanced Micro Devices (AMD) exemplifica a pressão no setor de chips. Analistas projetam receita recorde de US$ 9,69 bilhões no Q4, com EPS de US$ 1,34 — alta de 27% no faturamento anual. O segmento data center, impulsionado por demanda de IA, deve liderar o crescimento.

No entanto, opções precificam movimento implícito de 7,2% pós-earnings, ou US$ 17,38, superior à mediana histórica de 5,3%. A ação caiu 2% pré-relatório, apesar de target médio de US$ 276 (+12%) e 70% de recomendações de compra. A razão calls/puts em 7:5 sugere otimismo cauteloso.

Correlação BTC-Nasdaq e Crypto Winter

Os dados confirmam o Bitcoin "colado" ao Nasdaq: coeficiente de correlação recente acima de 0,8. Selloffs em tech arrastam ativos de risco, independentemente de fundamentos cripto isolados. Bitwise classifica o período desde janeiro de 2025 como "crypto winter", similar a 2018/2022, com duração típica de 13 meses — próximo de possível fundo.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 400.446,83 (-3,15% em 24h, volume 498 BTC), refletindo a pressão externa.

Níveis Técnicos a Monitorar

Suporte imediato no BTC em US$ 74.600 – US$ 75.000; rompimento pode mirar US$ 70.000. Resistência em US$ 80.000 (média móvel 50 dias). No Nasdaq, vigie IGV em mínimas semanais e AMD pós-earnings. Indicadores de volume sugerem liquidez apertada; recuperação depende de estabilização em tech.

Os números apontam para cautela: volatilidade em Wall Street dita o ritmo cripto no curto prazo.


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Baleias cartoon estilizadas absorvendo prismas ETH caindo em oceano digital turbulento, defendendo suporte de US$ 2.200 no Ethereum

BitMine Compra 41 Mil ETH na Queda: Baleias Defendem US$ 2.200

A BitMine Immersion Technologies comprou 41.788 ETH na semana passada, a um preço médio de US$ 2.317, elevando seu total para 4.285 milhões de ETH — equivalente a 3,55% do supply circulante. O movimento ocorreu enquanto o Ethereum testava o suporte de US$ 2.200-US$ 2.261, com baleias absorvendo supply off-market. Cotado a US$ 2.299 (R$ 12.055), o ETH estabiliza em canal descendente após RSI atingir 27 (oversold).


Acumulação da BitMine e Expansão do Staking

Os dados on-chain confirmam que a BitMine elevou seu estoque de Ethereum para 4.285 milhões de ETH, avaliados em cerca de US$ 9,9 bilhões em 1º de fevereiro. Essa posição representa mais de 70% da meta interna de 5% do supply circulante. Paralelamente, o volume em staking cresceu para 2,9 milhões ETH, um aumento de 900 mil ETH em uma semana.

O CEO Tom Lee justifica a estratégia pela discrepância entre o aumento recorde de transações e endereços ativos na rede Ethereum e a queda do preço de US$ 3.000 para US$ 2.300 desde janeiro. Com rendimentos atuais de staking, a empresa projeta receita anual de US$ 188 milhões. A capitalização de mercado da BitMine, em US$ 11,4 bilhões, permanece abaixo do valor de suas reservas ETH, ampliando a lacuna de valuation.

Contexto Técnico: Canal Descendente e Suporte Crítico

No gráfico diário, o Ethereum opera em um canal descendente, com preço estabilizando entre US$ 2.320-US$ 2.330 após testar US$ 2.261. A resistência imediata situa-se em US$ 2.797, nível de consolidação anterior, seguido pelo teto do canal em US$ 3.404.

O RSI caiu para 27, indicando oversold, e agora recupera sem ultrapassar 50. Vendas foram absorvidas sem breakdown estrutural, sugerindo demanda em níveis baixos. Manter acima de US$ 2.261 permite rotações altistas dentro do canal; perda reabre liquidez inferior.

Posicionamento de Mercado e Fluxos On-Chain

Baleias atuaram off-market: uma acumulou 33.000 ETH em um dia, enquanto carteiras ligadas à DBS adicionaram 25.000 ETH em uma semana, a média de US$ 2.463. Fluxos spot não registraram picos, indicando acumulação gradual sem urgência vendedora.

Traders top na Binance mantêm 77,46% comprado (razão de 3,44:1). Funding rates subiram 104% de mínimas, para 0,0091%, com Open Interest em US$ 13,4 bilhões (+4%). Esses indicadores apontam estabilização, com leverage reconstruindo sem excesso.

Níveis Chave a Monitorar

Os dados sugerem base de demanda em US$ 2.200-US$ 2.261, suportada por acumulação institucional. Aceitação acima de US$ 2.797, com funding positivo e OI estável, pode testar o teto do canal. Inversamente, quebra de suporte expõe downside. Investidores devem observar volume on-chain e RSI para confirmação de momentum.


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Rede cristalina expandindo com fluxos cyan e dourados ancorada em pilar frágil gravado 730, simbolizando recordes da BNB Chain contra suporte crítico

BNB no Limite: Rede em Recordes Contra Suporte Crítico de US$ 730

A BNB Chain registrou quase 5 milhões de usuários ativos diários na semana de 22 a 28 de janeiro de 2026, com aumento de 11,4% em relação à semana anterior, enquanto o preço do token BNB retesta o suporte crítico de US$ 730, nível descrito como ‘do or die’. Em paralelo, a Galaxy Digital reportou prejuízo de US$ 482 milhões no Q2, com queda de 22% no valor de seu portfólio de investimentos, destacando a pressão sobre participantes institucionais do mercado cripto.


Desempenho Robusto da BNB Chain

Os dados da BNB Chain revelam solidez em meio à correção de mercado. Entre 22 e 28 de janeiro, a rede acumulou 4,9 milhões de DAU médios, sendo 2,59 milhões na BSC (queda de 8,5% WoW) e 2,36 milhões na opBNB (alta de 46% WoW). O volume total de transações atingiu 142,6 milhões, com leve declínio de 2% WoW, mantendo a tendência acima de 140 milhões semanais observada em janeiro.

Adicionalmente, o volume de trading somou US$ 56,4 bilhões, enquanto o TVL permaneceu em US$ 6,83 bilhões. Esses números constroem sobre o crescimento de 2025, quando endereços únicos superaram 700 milhões e transações diárias médias atingiram 10,78 milhões, com pico de 31 milhões em outubro. Desenvolvimentos como mercados de predição superando US$ 20 bilhões em volume cumulativo reforçam a adoção.

Análise Técnica do Preço BNB

O preço do BNB acumulou queda de 13,1% na semana, rompendo suportes em US$ 900 e US$ 800, e agora oscila entre US$ 760-770. Dados atuais indicam cotação em torno de US$ 768 (equivalente a cerca de R$ 4.028), com variação negativa de 0,65% nas últimas 24 horas.

O suporte em US$ 730 atua como zona pivotal nos timeframes diário e semanal desde agosto. Um fechamento acima pode direcionar para US$ 900, recuperando momentum. Caso perdido, os dados apontam para gap de liquidez em US$ 650. A retração total desde o ATH de US$ 1.369 em 13 de outubro soma 44,5%.

Pressão Institucional: Caso Galaxy Digital

A Galaxy Digital exemplifica desafios no ecossistema. No Q2 de 2025, registrou perda de US$ 482 milhões, impulsionada por desvalorização de US$ 449 milhões em seu portfólio, que caiu 22% para US$ 1,7 bilhão. Holdings incluíam US$ 557 milhões em Bitcoin, US$ 124 milhões em Ethereum e US$ 220 milhões em altcoins.

O volume de trading despencou 62% QoQ para US$ 10,6 bilhões, após venda de US$ 9 bilhões em BTC no Q3. AUM reduziu 27% para US$ 6,4 bilhões, e ativos digitais sob gestão caíram 26% para US$ 11,4 bilhões. Apesar disso, o livro de empréstimos manteve US$ 1,8 bilhão, sinalizando demanda resiliente.

Níveis Chave e Implicações

Os dados mostram dicotomia clara: adoção na BNB Chain contrasta com pressão vendedora no preço do BNB e perdas institucionais como da Galaxy. Traders devem monitorar o suporte de US$ 730 no fechamento diário. Manutenção pode sustentar rebound; perda abre risco descendente. Métricas on-chain fortes sugerem suporte fundamental, mas volatilidade macro persiste.

Volume e TVL da rede indicam utilidade crescente, potencialmente ancorando preço em longo prazo. No entanto, correlações com Bitcoin (em queda recente) e sentimento institucional ditarão próximo movimento.


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Chave criptográfica BTC corroida por partículas quânticas vermelhas pulsantes, simbolizando ameaça de computação quântica à segurança do Bitcoin

Alerta Quântico: Venda de US$ 9 Bilhões em BTC Reacende Debate Técnico

Uma venda de mais de 80.000 BTC, equivalente a US$ 9 bilhões, facilitada pela Galaxy Digital para um investidor da era Satoshi, reacendeu o debate sobre a ameaça da computação quântica à segurança do Bitcoin. Mike Novogratz, CEO da Galaxy, chama isso de ‘desculpa’ para realização de lucros, mas alerta para a venda por detentores antigos. Sua carteira Bitcoin está pronta para a era quântica?


A Venda Bilionária e Seu Contexto

A transação, uma das maiores da história em valor nocional, foi justificada inicialmente como planejamento patrimonial. No entanto, durante a call de resultados da Galaxy, Novogratz revelou que o receio com computação quântica tem sido usado como pretexto por vendedores. Ele observa uma tendência real de ‘OGs’ — holders originais — realizando lucros, desafiando a filosofia de HODL. ‘Uma vez que começa, vira um ciclo: você vende um pouco mais, e fica difícil segurar’, disse o CEO.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 400.875,49 às 18h30 de hoje, com variação de -2,73% em 24 horas. Essa volatilidade reforça por que grandes participantes optam por liquidez em momentos de incerteza técnica.

O Que é a Ameaça Quântica ao Bitcoin?

A computação quântica ameaça a criptografia assimétrica usada no Bitcoin, especificamente o algoritmo ECDSA (Elliptic Curve Digital Signature Algorithm) para assinaturas digitais. Computadores quânticos, usando o algoritmo de Shor, podem resolver o problema do logaritmo discreto em curvas elípticas exponencialmente mais rápido que computadores clássicos. Isso permitiria derivar chaves privadas a partir de chaves públicas expostas — como em endereços reutilizados.

Por outro lado, o SHA-256, usado para hashing e Proof-of-Work, é mais resistente, pois algoritmos como Grover oferecem apenas speedup quadrático (não exponencial). Em resumo: o ECDSA é vulnerável via Shor; a fatoração quântica quebra chaves; endereços com histórico exposto ficariam comprometidos se a computação quântica chegar.

Risco Real Hoje ou FUD Tecnológico?

Novogratz minimiza: ‘Quantum será um problema grande para o mundo, mas o Bitcoin se adaptará com código quantum-resistant a tempo’. Desenvolvedores concordam: máquinas capazes de quebrar ECDSA precisam de milhões de qubits estáveis — estamos em centenas hoje, com a supremacia quântica distante por décadas. Ainda assim, instituições como Jefferies cortaram alocação em BTC por esse risco, e Coinbase o reconhece como ameaça de longo prazo.

Ethereum já prioriza segurança pós-quântica com um time dedicado. No Bitcoin, um soft fork para assinaturas como Lamport ou XMSS seria viável, mas requer consenso da rede. Métricas on-chain mostram baixa reutilização de endereços, mitigando exposição imediata.

Implicações para Holders e Próximos Passos

Para usuários comuns, o risco é teórico: use endereços novos por transação (P2WPKH ou Taproot). Baleias com UTXOs antigos devem considerar migração preventiva. A rede Bitcoin, como sistema distribuído, tem histórico de upgrades — de SegWit a Taproot. Monitorar avanços em qubits (Google, IBM) e propostas BIP para cripto pós-quântica é essencial.

Essa venda sinaliza enfraquecimento na convicção HODL entre pioneiros, mas reforça resiliência técnica: o código evolui. Investidores atentos devem priorizar fundamentos sobre narrativas de pânico.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Pêndulo geométrico no nadir com linhas de tensão cyan e partículas vermelhas, simbolizando RSI sobrevendido do Bitcoin após liquidações massivas

Bitcoin em US$ 74 mil: RSI Sobrevendido Sinaliza Fundo ou Queda?

O Bitcoin (BTC) despencou para US$ 74.000, rompendo o suporte de 10 meses e atingindo mínima não vista desde abril de 2025, conforme relatório da Glassnode. O RSI de 14 dias entrou em território sobrevendido, nível similar ao mercado baixista de 2022. Liquidações totais superaram US$ 2,5 bilhões, com mais US$ 800 milhões nas últimas 24 horas, intensificando a capitulação. No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o BTC cotava a R$ 411.223 às 07:47 de 03/02/2026, com variação de +0,5% em 24h.


Situação Atual do Mercado

O BTC perdeu mais de US$ 15.000 em poucos dias, saindo de US$ 90.000 para US$ 74.400 na mínima local de segunda-feira, conforme dados do mercado cripto. O market cap total caiu US$ 500 bilhões desde quarta-feira, para US$ 2,65 trilhões, com dominância do BTC em 57,5%. Fatores macro como shutdown parcial do governo dos EUA, tensões Irã-EUA e nomeação hawkish de Kevin Warsh para Fed Chair contribuíram para o risco-off, afetando até commodities como ouro (-8%).

ETH recuou 8% para abaixo de US$ 2.200, XRP 5% para US$ 1,53 e DOGE 16% semanal. O Fear & Greed Index marca 14 (medo extremo), sinalizando pânico retail.

Análise Técnica: RSI e Suportes Perdidos

O RSI de 14 dias atingiu território sobrevendido profundo, não visto desde 2022, indicando exaustão de vendedores no spot e derivados. Spot CVD quebrou mínimas, com volume reativo de capitulação, sem acumulação. ETF outflows persistem, e MicroStrategy underwater reforça saída institucional. On-chain mostra realized losses dominantes e supply in profit em queda.

Rekt Capital nota fechamento abaixo da base do macro triangle, sugerindo aceleração baixista. Peter Brandt ajustou target para US$ 54.000. Níveis chave: suporte em US$ 74.000 testado; falha pode mirar US$ 66.500.

Impacto das Liquidações Massivas

US$ 2,5 bilhões em liquidações desde sábado, com US$ 800 milhões em 24h afetando 201 mil traders, segundo a CoinGlass. Longs dominam (US$ 600 mi), com maior ordem BTC-USD de US$ 15,46 mi. Baleias como a Trend Research depositaram 20 mil ETH na Binance para quitar empréstimos. Alts como ETH, SOL, XRP e DOGE sangraram mais, ampliando beta ao BTC.

Derivados mostram OI em declínio e funding rates neutros, com perpetual CVD deteriorado por pressão alavancada.

Níveis Críticos a Monitorar

Estabilização depende de exaustão de sell pressure em US$ 74.000. Acima, resistência em US$ 79.000-82.500 (base triangle). Abaixo, US$ 66.530 e US$ 54.000 em risco. Para ETH, suportes US$ 2.250-2.100; XRP US$ 1.38/1.02. Dados sugerem monitorar spot CVD, ETF flows e realized cap para sinais de demanda. Capitulação pode formar fundo, mas persistência bearish requer cautela.


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Prisma Ethereum cristalino rachando com luz vermelha e fragmentos caindo, simbolizando queda de 28% e liquidações em crash cripto

Ethereum em Queda de 28%: Risco Imediato Abaixo de US$ 2.100

O CoinDesk 20 registrou queda de 9,3%, com o Ethereum liderando as perdas em 13,9% no fim de semana, enquanto o ativo despenca 28% desde sexta-feira para abaixo de US$ 2.200. Liquidações de US$ 485 milhões em posições compradas amplificaram o movimento, em meio a um crash geral do mercado cripto com mais de US$ 700 milhões evaporados. É importante considerar se essa ‘lavagem’ limpou o excesso de alavancagem ou se o risco de um squeeze prolongado persiste, com zona crítica abaixo de US$ 2.100.


Colapso do Suporte e Liquidações Massivas

A pressão de venda no Ethereum acelerou após falhar em manter US$ 3.000, caindo para US$ 2.350 em horas. Dados on-chain confirmam um long squeeze amplo, com US$ 485 milhões em longs liquidados — o segundo maior evento desde outubro. Isso representa uma capitulação forçada, não uma distribuição orgânica, resetando semanas de posicionamento otimista.

No geral, o mercado viu US$ 700 milhões em liquidações, com ETH respondendo por quase US$ 300 milhões. Plataformas como Binance registraram apenas US$ 40 milhões, sugerindo que o excesso veio de outros venues de derivativos. Atualmente, o ETH cotado a R$ 11.974 (-0,28% nas últimas horas), reflete a volatilidade persistente.

O risco aqui é que essa purga pode não ter eliminado toda a alavancagem frágil, deixando o mercado suscetível a mais cascatas de liquidações.

Impacto do Crash Amplo e Vendas de Baleias

Conforme reportado pela CoinGape, o Ethereum escorregou abaixo de US$ 2.200 em um crash que levou o market cap total a US$ 2,59 trilhões (-2,5%). Bitcoin testou US$ 75.000, seu menor em 10 meses, arrastando altcoins. ETH acumula quedas de 7% diárias, 22% semanais e 27% mensais.

Baleias e ETFs contribuíram com saídas de US$ 200 milhões diários, intensificando a pressão. Esse movimento não é isolado: reflete uma mudança no apetite por risco, com todos os 20 ativos do CoinDesk 20 em baixa. Traders otimistas foram pegos desprevenidos, e a perda do suporte psicológico de US$ 2.200 reforça o viés de baixa.

É prudente questionar: essa correção limpa o caminho para recuperação ou expõe vulnerabilidades mais profundas no ecossistema Ethereum?

Sinais de Alerta e Níveis Críticos a Monitorar

Análises técnicas apontam US$ 2.300-2.200 como suporte vital; uma quebra abre caminho para US$ 2.000 ou até US$ 1.800-1.400, ecoando mínimas de abril de 2025. O ETH negocia abaixo de médias móveis de 50 e 100 dias, agora resistências dinâmicas, com volume elevado confirmando capitulação.

Volume de liquidações e funding rates negativos indicam excesso de longs purgados, mas open interest em exchanges menores deve ser observado. Historicamente, squeezes assim precedem estabilização, mas em contextos de risk-off amplo, prolongam quedas. Atenção para divergências: Binance resistiu melhor, sugerindo gestão de risco superior em grandes plataformas.

Para posições alavancadas, o alerta é claro: volatilidade persiste, e recomendo cautela com entradas agressivas até confirmação de demanda.

O Que Observar nos Próximos Dias

Monitore o suporte em US$ 2.100: hold aqui pode sinalizar piso, mas falha ativa vendas em cascata. Indicadores como RSI em oversold e volume de bids emergentes serão chave. Além disso, fluxos de ETFs e movimentos de baleias ditarão o tom.

Em um mercado assim, priorize preservação de capital. Plataformas como a Binance, com menor exposição a liquidações extremas, oferecem ferramentas para gerenciar risco em derivativos.

Essa sangria serve como lembrete: alavancagem amplifica tanto ganhos quanto perdas. Fique atento aos dados.


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Baleias cartoon estilizadas representando Saylor e Binance emergindo de ondas turbulentas com BTC, simbolizando acumulação institucional no dip

Baleias no Comando: Saylor e Binance Compram R$ 920 Mi em BTC no Dip

Enquanto o varejo vende em pânico durante a recente queda do Bitcoin para US$ 74 mil, as baleias institucionais entram em ação. A MicroStrategy de Michael Saylor comprou 855 BTC por US$ 75 milhões (R$ 394 mi), elevando sua tesouraria para 713.502 unidades. Paralelamente, a Binance adquiriu 1.315 BTC com US$ 100 milhões do fundo SAFU, iniciando plano de conversão de US$ 1 bilhão em 30 dias. Movimentos que reforçam a resiliência do ecossistema.


MicroStrategy Amplia Reserva em Meio à Volatilidade

A MicroStrategy, maior detentora corporativa de Bitcoin, anunciou a aquisição de 855 BTC entre 26 de janeiro e 1º de fevereiro, a um preço médio de US$ 87.974. Financiada por vendas de ações via programa ATM, a compra eleva o total para 713.502 BTC, custando US$ 54,26 bilhões em média de US$ 76.052 por unidade. Isso representa 3,4% do suprimento máximo de 21 milhões de BTC.

Michael Saylor, visionário da adoção corporativa, demonstra convicção inabalável. Esses aportes sistemáticos constroem uma tese de longo prazo: Bitcoin como reserva de valor superior, mesmo em correções. O mercado está construindo bases sólidas, ignorando o ruído de curto prazo.

Binance Fortalece SAFU com Bitcoin

A Binance converteu US$ 100 milhões em stablecoins do SAFU para 1.315 BTC, divulgando endereço público (1BAuq7Vho2CEkVkUxbfU26LhwQjbCmWQkD) e TXID para transparência total. Criado em 2018 pós-hack, o fundo de US$ 1 bilhão agora diversifica para BTC, reduzindo dependência de stablecoins voláteis.

É o primeiro lote de um plano ambicioso: converter US$ 1 bilhão em BTC ao longo de 30 dias. Em um mercado com BTC oscilando de US$ 74.600 para US$ 77.700, essa estratégia sinaliza suporte massivo da maior exchange global, protegendo usuários e impulsionando confiança.

Implicações para o Mercado Brasileiro

Esses movimentos somam cerca de R$ 920 milhões em compras (US$ 175 mi a R$ 5,26/USD). Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 411.362,70 (+0,56% em 24h) reflete resiliência. Para brasileiros, tesourarias como a da MicroStrategy e o SAFU exemplificam como gigantes navegam ciclos, comprando o que o varejo descarta.

A adoção institucional acelera: fluxos de ETFs, halvings e acumulação por corporações fortalecem fundamentos. Volatilidade é oportunidade para quem entende o ciclo — o varejo aprende com baleias que constroem patrimônio duradouro.

O Que Esperar nos Próximos Dias

Monitorar o progresso do SAFU e próximos aportes da MicroStrategy. Com dólar a R$ 5,26, esses US$ em BTC equivalem a volumes expressivos no Brasil. O ecossistema cripto ganha maturidade, com players como Binance e Saylor liderando a narrativa de valorização sustentável.

Invista com plataformas confiáveis como a Binance, acessando ferramentas profissionais para navegar essa fase.


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Personagens cartoon políticos anunciando nomeação ao Fed enquanto Bitcoin com olhos chocados despenca em seta -10%, ilustrando impacto de Trump e Warsh

Efeito Warsh: Indicação de Trump ao Fed Derruba Bitcoin

A nomeação de Kevin Warsh por Donald Trump para presidir o Federal Reserve marcou o fim da ‘lua de mel’ entre as criptomoedas e as promessas eleitorais pró-mercado do presidente americano. O Bitcoin despencou mais de 10%, atingindo US$ 75 mil no fim de semana, enquanto Ethereum, XRP e Solana registraram quedas de até 20%. Essa reação reflete temores de uma política monetária mais restritiva nos EUA, com impacto imediato nos mercados globais de risco. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC opera a R$ 411.235 nesta terça-feira.


Quem é Kevin Warsh e Por Que Ele Assusta o Mercado?

Kevin Warsh, ex-diretor do Fed durante a crise de 2008, é conhecido por seu histórico restritivo, defendendo taxas de juros mais altas para combater a inflação. Sua indicação, revelada na quinta-feira, sinaliza para investidores uma possível continuidade ou endurecimento da política monetária restritiva, mesmo após anos de estímulos que impulsionaram ativos de risco como o Bitcoin.

Em um contexto global, decisões do Fed reverberam além das fronteiras americanas. Países emergentes como o Brasil sentem o impacto via fluxo de capitais: juros altos nos EUA atraem dólares de volta, enfraquecendo o real, mas pressionando commodities e criptoativos correlacionados. A reação imediata incluiu uma cascata de liquidações de posições alavancadas, totalizando US$ 2,5 bilhões no fim de semana.

Analistas internacionais destacam que Warsh, ao contrário de Jerome Powell, pode priorizar estabilidade financeira sobre crescimento acelerado, alterando o cenário macroeconômico que beneficiou o bull market cripto desde 2024.

Queda Generalizada: BTC, ETH, XRP e Solana em Foco

O Bitcoin liderou as perdas, caindo de US$ 84 mil para uma mínima de US$ 75.500, agora em torno de US$ 78.200 (variação -0,68% em 24h). Ethereum despencou 17% em um momento, com US$ 1,15 bilhão em posições liquidadas, negociado abaixo de R$ 12 mil. XRP e Solana, altcoins sensíveis a fluxos de risco, recuaram 4-11%, com SOL testando R$ 540 e XRP em R$ 8,40.

A correlação com ações americanas ficou evidente, com o S&P 500 também em baixa. O Índice de Medo e Ganância cripto mergulhou para 16, o menor de 2026, sinalizando pânico generalizado. Instituições como MicroStrategy viram suas tesourarias em Bitcoin ficarem underwater temporariamente.

No Brasil, o dólar a R$ 5,26 agrava a percepção de perdas em reais para holders locais.

Contexto Geopolítico e Implicações Globais

Além de Warsh, um shutdown parcial do governo americano e relatos de explosão no porto iraniano de Bandar Abbas (20% do petróleo marítimo mundial) adicionaram incerteza. A queda em metais preciosos como ouro e prata ampliou o sell-off cross-asset, reforçando a visão do Bitcoin como ativo de risco.

Do ponto de vista geopolítico, a indicação reflete tensões entre a agenda deregulatória de Trump e a necessidade de controle inflacionário. Para a América Latina, isso pode significar menor apetite por emergentes, afetando fluxos para cripto como hedge contra inflação local. Autoridades em Bruxelas e Pequim observam, pois políticas do Fed influenciam CBDCs e regulações globais.

Investidores devem monitorar a confirmação de Warsh no Senado e dados de emprego nos EUA, que podem ditar o tom para o Q1 2026.

Próximos Passos para Investidores Globais

Com o mercado em território de extreme fear, oportunidades de compra surgem em níveis oversold, mas o risco de teste em US$ 74 mil para BTC persiste. Estratégias de diversificação, incluindo stablecoins, ganham relevância em cenários de volatilidade macro.

Para brasileiros, o foco está na resiliência do real e na cotação local do Bitcoin, que segundo o Cointrader Monitor pode oscilar com volumes de R$ 334 bilhões em BTC em 24h. Vale acompanhar integrações como Polymarket no Solana, sinalizando inovação apesar da pressão.


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Trader cartoon manipulando marionetes IAs falsas para inflar balão $MOLT rachado, expondo esquema de fraude em memecoins

Escândalo Moltbook: Humanos Criam 50 mil Falsas IAs para Pump de Memecoins

Investigações revelam que a Moltbook, rede social prometida como espaço exclusivo para interações entre IAs, foi rapidamente dominada por humanos criando 50 mil perfis falsos. O esquema visava inflar a euforia em torno da memecoin $MOLT, que atingiu US$ 120 milhões em capitalização de mercado em dois dias. Evidências apontam para um teatro de golpistas fingindo ser ‘silicon life’, manipulando o varejo para despejar tokens.


O Surgimento e a Euforia Inicial da Moltbook

A Moltbook surgiu como uma plataforma inovadora: um fórum estilo Reddit onde apenas agentes de IA podiam postar, comentar e interagir, enquanto humanos só observavam. Em apenas quatro dias, alegou ter 1,5 milhão de usuários, gerando euforia na comunidade tech. Influenciadores de Silicon Valley, como Andrej Karpathy, ex-diretor de IA da Tesla, e Peter Steinberger, criador do Clawdbot, elogiaram o experimento como ‘o início de uma sociedade AGI’.

No entanto, o entusiasmo logo revelou fissuras. Críticos como Balaji Srinivasan questionaram a autenticidade, argumentando que as interações eram altamente controladas por prompts humanos, sem verdadeira autonomia das IAs.

A Exposição das Fraudes: 500 mil Contas Falsas em Minutos

O golpe foi desmascarado por Gal Nagli, hacker white-hat conhecido por vulnerabilidades em ChatGPT e DeepSeek. Usando um script simples, ele criou 500 mil contas falsas de IA em minutos, provando que a barreira de ‘exclusividade IA’ era ilusória. Posts virais, como supostas declarações de IAs criando linguagens próprias para fugir de humanos, eram na verdade marketing de apps como Claude Connection, operados por humanos.

Análises de crawlers, como a do professor David Holtz da Columbia, mostraram que um terço do conteúdo era repetitivo, com templates promovendo criptomoedas. Diálogos profundos eram raros, dominados por pumps de tokens.

De Experimento de IA a Fábrica de Memecoins na Base

O verdadeiro estrago veio no ecossistema crypto. Com a euforia, surgiu $MOLT na blockchain Base, escalando para US$ 120 milhões de cap em 48 horas (atual ~US$ 50 milhões). A plataforma virou fábrica de memecoins via Clanker, lançador que criou 50-100 mil tokens relacionados, menos de 1% autênticos de IAs. Tokens como CLAWNCH e KellyClaude surfaram a onda, enquanto Clanker faturou US$ 8 milhões em fees semanais.

O fundador MattPRD, com histórico em projetos crypto como Yesnoerror (token $YN chegou a US$ 120 milhões), facilitou a transição de ‘experimento social’ para narrativa de pump and dump.

Lições para Investidores: Red Flags e Proteção

Este caso expõe vulnerabilidades em projetos híbrios IA-crypto: falta de verificação de identidade, narrativas inflamadas e fundadores com viés coin. Evidências on-chain e inconsistências públicas gritam suspeita de manipulação. Para se proteger, monitore volume orgânico, evite FOMO em euforias virais sem utilidade real e verifique backgrounds de equipes. Plataformas sem barreiras anti-sybil são armadilhas para o varejo.

A Moltbook prova que, sem freios, humanos transformam inovações em esquemas. Monitore, mas com ceticismo.


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Fortaleza digital cyan vazando ouro líquido pelas rachaduras em ambiente cyberpunk, simbolizando saída de US$73 bi institucionais do mercado cripto

Fuga Institucional: US$ 73 Bilhões Saem do Mercado Cripto

Os ativos digitais perderam US$ 73 bilhões em AUM desde os picos de outubro de 2025, segundo relatório semanal da CoinShares. Na última semana, saques atingiram US$ 1,7 bilhão, revertendo ganhos do ano e deixando fluxos acumulados de 2026 em território negativo com US$ 1 bilhão líquido em saques. O mercado ignora esses sinais, mas a história mostra que quando o dinheiro institucional sai, a correção se aprofunda. Bitcoin lidera as retiradas com US$ 1,32 bilhão, seguido por Ethereum e altcoins.


Saques Massivos por Ativo

Bitcoin sofreu o maior impacto, com saques de US$ 1,32 bilhão em produtos dedicados, representando a maior retirada semanal recente. Ethereum registrou US$ 308 milhões em saques, enquanto XRP e Solana viram US$ 43,7 milhões e US$ 31,7 milhões saindo, respectivamente. Até Sui e Litecoin tiveram drenagem modesta de US$ 1,2 milhão e US$ 0,2 milhão.

Curiosamente, fundos short em Bitcoin atraíram US$ 14,5 milhões em influxos, elevando seu AUM YTD em 8,1%. Produtos de múltiplos ativos perderam US$ 13,5 milhões, mas euforia em metais tokenizados trouxe US$ 15,5 milhões em influxos. Esses números consolidam os US$ 2,8 bilhões mencionados em post recente, pintando um quadro de deserção ampla.

O Bitcoin opera em torno de US$ 74.500 recentemente, abaixo do suporte de US$ 80.000, com liquidações de US$ 2,5 bilhões em posições compradas alavancadas agravando a pressão.

Pressões Macro e Vendas de Baleias

A CoinShares atribui a fuga a um Federal Reserve mais hawkish, com Jerome Powell sinalizando juros firmes, e vendas contínuas de grandes detentores alinhadas ao ciclo de quatro anos. Riscos geopolíticos elevados completam o trio de catalisadores, erodindo a confiança após meses de euforia pós-eleições.

Nos EUA, epicentro dos ETFs, saídas somaram US$ 1,65 bilhão na semana, com Canadá e Suécia contribuindo US$ 37,3 milhões e US$ 18,9 milhões. Europa mista: Suíça e Alemanha viram influxos de US$ 11 milhões e US$ 4,3 milhões, mas o saldo global é de retração.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 412.123 (+0,55% em 24h) reflete essa cautela, com volume de 332 BTC negociados no Brasil.

Demanda por Hedge e ETFs em Xeque

Fundos short em Bitcoin crescem como refúgio, sinalizando que investidores se posicionam para mais quedas. ETFs spot Bitcoin nos EUA gerenciam US$ 113 bilhões, mas com preço médio de aquisição em US$ 87.830, posições estão em prejuízo após queda de 40% desde picos. Saques de US$ 2,8 bilhões nas últimas duas semanas aceleram a sangria.

QCP Capital destaca US$ 74.500 como suporte crítico, alinhado a lows do ciclo 2025. Opções mostram demanda maior por proteção contra quedas que por altas, mas não extrema como em crises passadas. Quebra abaixo de US$ 74.000 pode testar zonas de 2024; acima de US$ 80.000 aliviaria pressão.

A história de 2018 e 2022 repete: topos exuberantes precedem capitulação institucional, com AUM caindo 70-80% em bears profundos.

Lições Históricas e Vigilância

O mercado está ignorando a fuga do “dinheiro grosso”, focando em narrativas de adoção. Mas ciclos mostram que saques institucionais marcam transições para fases de consolidação prolongada ou bears. Em 2022, similar drenagem levou Bitcoin a -75% do topo.

Vale monitorar acumulação institucional, comunicações do Fed e riscos geopolíticos. Para brasileiros, com dólar a R$ 5,27, a erosão em dólares amplifica perdas em reais. Cuidado com o viés de confirmação em meio a ruído social de alta.

Sobreviver ao ciclo exige preservação de capital sobre ganhos especulativos.


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Pilar dourado ascendendo rompendo barreira translúcida, impulsionado por fluxos de energia ETFs e PMI, simbolizando recuperação do Bitcoin a US$78 mil

Bitcoin Recupera para US$ 78 mil com PMI Forte e Inflows de ETFs

O PMI industrial dos EUA surpreendeu com leitura de 52.6 em janeiro, sinalizando expansão pela primeira vez em mais de um ano e acima da expectativa de 48.5. Simultaneamente, os ETFs de Bitcoin registraram inflows de US$ 561 milhões, revertendo cinco dias de saídas. Esses dados coincidem com a recuperação do BTC para cerca de US$ 78.400, alta de 4% em 24 horas após queda semanal de 12%.


PMI ISM Revela Expansão no Setor Manufatureiro

Os dados do Institute for Supply Management (ISM) mostram o PMI Manufacturing subindo para 52.6, território de expansão acima de 50. Novos pedidos avançaram para 57.1, produção aumentou e backlog de pedidos virou positivo. Emprego ainda abaixo de 50 indica que contratações não acompanharam plenamente, mas o conjunto aponta confiança empresarial e demanda pós-férias.

Como indicador antecedente, o PMI acima de 50 historicamente correlaciona com maior apetite por risco. Ativos como Bitcoin tendem a se beneficiar em ambientes de crescimento econômico, com melhora nas perspectivas de lucros corporativos e redução de hedges defensivos. A leitura, divulgada em 2 de fevereiro de 2026, ocorreu em meio à estabilização do BTC após sell-off que levou preços a US$ 75.000 no fim de semana.

Fluxos de ETFs Revertem Tendência Negativa

Após cinco dias de outflows, spot Bitcoin ETFs captaram US$ 561 milhões. Fidelity FBTC liderou com US$ 153,35 milhões, seguido por BlackRock IBIT com US$ 141,99 milhões. Essa reversão coincide com a alta intradiária do BTC, que ganhou 4% em 24 horas para acima de US$ 78.000.

A entrada institucional contrasta com o recente risco-off global, marcado por quedas em ações, ouro e prata. Empresas como MicroStrategy (MSTR) acumularam 855 BTC por US$ 75 milhões, sinalizando confiança em níveis baixos. No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 412.680,73 às 07:29 de 3 de fevereiro, com variação de +0,85% em 24 horas e volume de 335,1 BTC.

Contexto Técnico e Níveis Críticos

O gráfico diário do BTC mostra RSI em território de sobrevenda após dias de vendas intensas. Suporte imediato em US$ 72.000, com risco de teste em US$ 68.000-60.000 se quebrado. Resistências em US$ 79.000 e US$ 81.000, com gap não preenchido no CME em US$ 84.000 limitando upside imediato.

No mercado de futuros, funding rates negativos por três dias sugerem sinal de compra, conforme análises on-chain. Volume total caiu 27% para US$ 75,27 bilhões, e open interest subiu levemente para US$ 51,47 bilhões, indicando estabilização. Ethereum avançou 5%, mas seus ETFs mantiveram outflows.

Níveis a Monitorar no Curto Prazo

Os dados macro e fluxos de ETF posicionam o Bitcoin em encruzilhada. Expansão no PMI pode sustentar momentum se confirmada por indicadores subsequentes, mas incertezas como nomeação de Kevin Warsh para Fed Chair e condições financeiras apertadas demandam cautela. Traders observam US$ 78.000 como pivô: acima abre caminho para US$ 81.000; abaixo, reforça viés de baixa semanal.

Volume 24h no Brasil reflete recuperação moderada, com exchanges como Binance liderando negociações.


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Personagens cartoon de banqueiro tradicional e representante cripto em impasse sobre stablecoins na Casa Branca, simbolizando divergência regulatória

Casa Branca: Impasse Bancos x Cripto sobre Stablecoins

Quem manda no dólar digital? A pergunta paira sobre a reunião na Casa Branca entre gigantes da indústria cripto e bancos tradicionais. Liderada pelo assessor de Trump, Patrick Witt, a discussão sobre yields em stablecoins não chegou a um consenso. Sem acordo até o fim do mês, a legislação de estrutura de mercado pode travar, adiando a entrada maciça de capital institucional nos EUA e impactando mercados globais, incluindo o Brasil.


Detalhes da Cúpula na Casa Branca

A reunião de mais de duas horas, no Diplomatic Reception Room, reuniu representantes de Ripple, Coinbase, Circle, Tether e Crypto.com, ao lado de associações bancárias como American Bankers Association e Financial Services Forum. O foco foi o projeto de lei de estrutura de mercado, aprovado por um comitê do Senado, mas emperrado no Banking Committee.

Segundo participantes, a atmosfera foi construtiva, sem ‘gritos’, mas os bancos hesitaram em propor soluções concretas sobre yields em stablecoins. Patrick Witt pediu avanços práticos até fevereiro, enfatizando compromissos que atraiam também democratas relutantes.

Posições Divergentes: Crypto vs Bancos

A indústria cripto defende yields como inovação essencial, permitindo recompensas aos holders sem prejudicar depósitos bancários regulados. Bancos, por outro lado, veem risco de competição desleal, temendo perda de depósitos para ‘produtos sombra’. Cody Carbone, do Digital Chamber, chamou o diálogo de ‘progresso necessário’, enquanto Summer Mersinger, da Blockchain Association, elogiou a liderança da administração Trump.

O impasse reflete tensões globais: na UE, MiCA já regula stablecoins; na Ásia, Hong Kong avança com licenças. Sem resolução nos EUA, o hub financeiro mundial pode perder terreno para jurisdições mais ágeis.

Contraponto de Nova York e o GENIUS Act

Enquanto a Casa Branca busca ‘paz regulatória’, procuradores de NY, liderados por Letitia James, alertam que o GENIUS Act, assinado por Trump em julho, dá ‘cobertura legal’ a emissores como Tether e Circle para ignorar investigações estaduais de fraude. Eles acusam as empresas de lucrarem com crimes, congelando transações apenas seletivamente.

Tether rebate com política de ‘tolerância zero’, mas sem obrigações estatais plenas. Circle enfatiza conformidade regulatória. Essa pressão local contrasta com o otimismo federal, complicando o cenário.

Implicações Globais e para Investidores

Sem acordo, o projeto de lei pode não avançar este ano, atrasando clareza regulatória essencial para influxo institucional — estimado em trilhões. Para brasileiros, isso significa volatilidade prolongada em stablecoins usadas em remessas e trades. Países como Brasil, com PL 4.408 em debate, observam Washington: regulação americana define padrões globais. Vale monitorar o Banking Committee e negociações técnicas.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Escudo hexagonal metálico com brecha vermelha drenando partículas douradas para vórtice, simbolizando golpe phishing em hardware wallet Trezor

Alerta Phishing: Golpe Trezor Rouba US$ 284 Milhões em seed phrase

Um golpe de phishing recorde em janeiro de 2026 resultou no roubo de US$ 284 milhões (cerca de R$ 1,5 bilhão) de uma única carteira Trezor. O atacante se passou por suporte oficial, convencendo a vítima a revelar a seed phrase. Segundo a CertiK, esse foi o maior incidente isolado do mês, que totalizou US$ 370 milhões em perdas por 40 ataques. O risco aqui é claro: nem hardware wallets protegem se você cair em engenharia social.


O Mecanismo do Golpe Trezor

Em 16 de janeiro, o criminoso contatou a vítima fingindo ser do suporte da Trezor, uma das líderes em carteiras de hardware. Alegando um problema urgente na conta, pediu a seed phrase — as 12 ou 24 palavras que recuperam o acesso total aos fundos. A vítima, pressionada, revelou os dados, permitindo o dreno imediato de 1.459 BTC e 2,05 milhões de LTC.

É importante considerar que hardware wallets como Trezor são seguras contra hacks remotos, mas falham miseravelmente ante manipulação humana. A CertiK destacou que esse ataque representou 71% das perdas ajustadas de janeiro, elevando o total para quase US$ 400 milhões com outros exploits como o da Step Finance na Solana.

O erro que custou R$ 1,5 bilhão mostra como supostos “suportes” exploram o pânico. Sempre verifique canais oficiais antes de responder.

Lavagem dos Fundos: De BTC a Monero

Após o roubo, os fundos foram rapidamente convertidos em privacy coins como Monero (XMR), causando picos temporários no preço do ativo. Isso complica o rastreamento on-chain, uma tática comum em lavagem de cripto. Grandes volumes foram trocados em camadas, ofuscando a origem ilícita.

Analistas da CertiK e outras firmas monitoram essas movimentações, mas a velocidade das conversões — BTC e LTC para XMR — evidencia a sofisticação dos grupos. Janeiro viu perdas quadruplicarem ante 2025, com phishing respondendo por US$ 311 milhões. Atenção para o padrão: ataques sociais superam exploits técnicos.

Para o leitor, isso reforça: fundos roubados circulam rápido no ecossistema, financiando mais crimes.

Dicas Práticas Contra Engenharia Social

  1. Nunca compartilhe sua seed phrase: Trezor e Ledger nunca pedem isso por e-mail, chat ou ligação. Suporte oficial só acessa via site verificado.
  2. Verifique URLs: acesse trezor.io diretamente, não clique em links de mensagens. Use 2FA em contas relacionadas.
  3. Desconfie de urgência: Golpistas criam pânico com “conta comprometida”. Respire e confirme por canais conhecidos.
  4. Monitore transações: Use explorers como Etherscan ou Blockstream para alertas em tempo real.
  5. Eduque-se: Ferramentas como hardware wallets exigem disciplina humana. Teste recuperações em contas vazias primeiro.

Essas medidas reduzem riscos em 90%, segundo especialistas em segurança.

O Que Monitorar Agora

Janeiro de 2026 alerta para vulnerabilidades persistentes em custódia e educação. Projetos DeFi e wallets enfrentam escrutínio regulatório, com Índia propondo multas por relatórios imprecisos de cripto. Investidores devem priorizar protocolos com autenticação robusta.

Vale monitorar atualizações da Trezor sobre campanhas anti-phishing e relatórios da CertiK. O mercado reage com cautela: Solana caiu 2% pós-exploits relacionados. Proteja-se: risco real não é FUD, mas perdas evitáveis.


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Cliente cartoon surpreso acessando ícones BTC, ETH e SOL via app bancário, com cofre digital recebendo fluxo, simbolizando adoção cripto pelo ING na Alemanha

ING Libera Compra de BTC e Cripto Direto na Conta Bancária Alemã

O banco ING Deutschland, maior banco de varejo da Alemanha com mais de 9 milhões de clientes, agora permite a compra direta de produtos cripto como ETNs de Bitcoin, Ethereum e Solana pelo app da conta bancária. Sem necessidade de carteiras digitais ou chaves privadas, os alemães acessam esses ativos via Direct Depot, com o mesmo tratamento fiscal favorável do Bitcoin físico: isenção de impostos sobre ganhos após um ano de posse. Isso representa um passo prático na integração entre bancos tradicionais e cripto.


Como Funciona o Novo Serviço do ING

No Direct Depot da ING, plataforma para ações, ETFs e fundos, clientes compram ETNs emitidos por gigantes como 21Shares, Bitwise e VanEck. Esses produtos são lastreados fisicamente pelas criptomoedas e negociados em bolsas reguladas, replicando fielmente a valorização dos ativos.

É simples: basta o saldo na conta bancária para investir, sem transferências para exchanges ou gerenciamento de wallets. Para o investidor comum, isso elimina barreiras técnicas. Segundo o CEO da VanEck Europe, Martijn Rozemuller, é um “acesso de baixo limiar” que leva cripto para onde as pessoas já investem diariamente.

Atualmente, o Bitcoin está cotado a cerca de US$ 78.400 (R$ 412.300, segundo o Cointrader Monitor), Ethereum a US$ 2.290 e Solana a US$ 103. Imagine alocar parte do salário mensal direto do banco.

Vantagens Fiscais e Praticidade para Alemães

O grande gancho é o tratamento tributário: na Alemanha, ganhos com esses ETNs seguem a mesma regra do Bitcoin direto. Se você mantiver por mais de um ano, os lucros são isentos de imposto de ganho de capital. Isso incentiva o hold de longo prazo, ideal para quem vê cripto como reserva de valor.

Para o cidadão médio, é como adicionar cripto à carteira de investimentos sem complicações. Sem apps extras, sem seed phrases para anotar em papel. A ING alerta para riscos como volatilidade e possível falência do emissor, mas a conveniência pesa para quem evita burocracia.

No Brasil, onde bancos ainda hesitam com cripto, isso mostra um modelo viável. Equivale a poder comprar Bitcoin pelo app do Nubank ou Itaú, sem IOF extra em remessas.

Impacto na Adoção e Lições para o Brasil

A Alemanha já tem 9% de adoção retail em cripto (2025), atrás só dos EUA (12%). Com o ING, essa fatia deve crescer, provando que o mercado amadurece além das exchanges. Bancos como ING integram cripto ao dia a dia, reduzindo o “medo do desconhecido”.

Para brasileiros com família na Europa ou pensando em diversificar, é um sinal positivo. Enviar remessas via stablecoins ainda é comum aqui, mas imagine receber euros e converter direto em BTC via banco alemão. Taxas menores e segurança regulada.

O que fazer? Monitore tendências globais, pois bancos brasileiros podem seguir. Comece pequeno em plataformas acessíveis, sempre com pesquisa própria. Isso é o que acontece quando a conta bancária encontra a carteira cripto: inclusão financeira real.


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Monolito dourado do Bitcoin descendo abismo digital com marcos 56K e 50K vermelhos, simbolizando previsão de correção profunda

Bitcoin Ruma a US$ 56 Mil? Galaxy e Bloomberg Veem Queda Profunda

A análise da Galaxy Digital liderada por Alex Thorn avisa que o Bitcoin pode cair até US$ 56 mil, seu preço realizado atual, pois catalisadores para alta permanecem difíceis de encontrar. Paralelamente, Mike McGlone, estrategista sênior da Bloomberg Intelligence, considera uma correção de 50% para US$ 50 mil “razoável”. A recente queda para US$ 74 mil pode ser só o início, em um cenário sem narrativas favoráveis.


Falta de Catalisadores Preocupa Galaxy Digital

A história mostra que mercados sem drivers claros tendem a revisitar níveis de suporte históricos. Alex Thorn, da Galaxy, destaca em nota recente que o Bitcoin perdeu o suporte da média móvel de 50 semanas em novembro e agora mira o gap de suprimento em US$ 70 mil, podendo testar o preço realizado de US$ 56 mil. “Narrativas estão trabalhando contra o Bitcoin”, afirma, pois o ativo não acompanha ouro e prata no hedge contra debasement monetário.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 412.674 nesta terça-feira (3), com alta de 0,83% nas últimas 24 horas, mas ainda 39% abaixo do pico de US$ 126 mil. Thorn nota pouca acumulação por grandes compradores e detentores de longo prazo (LTH), sinalizando que investidores aguardam preços mais baixos.

Bloomberg Vê Correção de 50% como Razoável

Mike McGlone reforça o ceticismo ao chamar posições compradas em ativos de risco de “imprudentes”. Para ele, Bitcoin perto de US$ 100 mil e prata acima de US$ 100 são oportunidades de vendido. Seu alvo: reversão para US$ 50 mil no BTC, impulsionada por “beta backup” — reação amplificada à volatilidade das ações — e imprevisibilidade política de Donald Trump.

O mercado está ignorando esses riscos macro. McGlone cita rebote na volatilidade acionária (VIX) e mudanças abruptas na Casa Branca como fatores que afastam capital institucional de voláteis como cripto. A prata, similarmente, mira US$ 50, destacando correlação em correções históricas.

Suportes Técnicos e Lições dos Ciclos Passados

Thorn aponta que mercados de baixa anteriores viram o Bitcoin negociar abaixo do preço realizado, encontrando suporte ali ou na média móvel de 200 semanas, hoje em US$ 58 mil. Ciclos de 2018 e 2022 repetiram o padrão: topos eufóricos seguidos de retrações de 70-80%. “Esses níveis marcaram fundos de ciclo”, observa, servindo como entradas para investidores de longo prazo.

Vendas de LTH diminuíram, sinalizando proximidade de fundo, mas resistência persiste se esperarem preços mais altos. Cuidado com exuberância: a atual drawdown de 39% ecoa padrões onde falta liquidez global sustenta altas artificiais.

Implicações Macro e Próximos Passos

O projeto de lei de estrutura de mercado no Senado americano, aguardado como catalisador, perde força sem apoio bipartidário. Thorn duvida de impacto significativo no BTC, beneficiando mais altcoins. Fatores macro como juros altos e liquidez escassa pesam, similar a crises passadas como dot-com.

Investidores devem monitorar realized profits de LTH, médias móveis e volatilidade global. Proteger capital em mercados de baixa é prioridade — sobreviver ao ciclo importa mais que capturar picos. Cenários de US$ 50-56 mil não são alarmismo, mas realismo baseado em dados.


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