Minerador cartoon virando as costas para pilha vazia de Bitcoin e caminhando para data center IA, simbolizando capitulação da Bitdeer no mining

Capitulação? Bitdeer Zera Reservas de BTC para Apostar em IA

A Bitdeer zerou suas reservas de Bitcoin até 20 de fevereiro, vendendo tudo produzido e acumulado para gerar liquidez. O CEO Jihan Wu, em explicação pública, minimiza o impacto, alegando preparo para aquisições de terrenos energizados. Mas o mercado está ignorando um padrão preocupante: mineradoras capitulando BTC em massa para pivotar para IA, em meio a preços voláteis e custos crescentes. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 336.434 (-3,89% em 24h).


Venda Total e Justificativa do CEO

A Bitdeer, listada em Singapura com market cap de US$ 1,8 bilhão, reduziu suas holdings de 1.530 BTC em janeiro para zero. Na semana passada, vendeu 943 BTC da tesouraria e 189,8 BTC minerados, convertendo produção em caixa imediata. Jihan Wu, cofundador veterano do setor, postou no X que isso não significa “bilanço sempre em zero”, mas sim prudência para expansão de hashrate e oportunidades de imóveis com energia barata.

A ação BTDR negocia a US$ 7,70, queda de 41% em um ano, refletindo pressões operacionais. A história mostra que mineradoras como as de 2018 e 2022 sofreram com halvings e quedas de preço, forçando vendas desesperadas. Aqui, o timing — com BTC caindo para US$ 64 mil — levanta sobrancelhas: cuidado com decisões tomadas no desespero.

Pressão no Setor de Mineração

O Bitcoin a US$ 64.800 pressiona receitas, enquanto custos fixos com energia e hardware persistem. Bitdeer minerou 668 BTC em janeiro (+430% YoY), elevando hashrate para 65,1 EH/s, mas optou por vender tudo. Isso acelera consolidação: menores e endividados saem, majors buscam diversificação.

O mercado ignora que esse modelo de tesouraria em BTC, idolatrado por nomes como MicroStrategy, está falhando para outros. Ciclos passados ensinam: exuberância leva a alavancagem excessiva, e correções expõem fraquezas. Com dólar a R$ 5,17, a conversão para fiat agrava a percepção de capitulação.

Pivot para IA: Tendência ou Fuga?

Bitdeer captou US$ 325 milhões em notes conversíveis e US$ 43,5 milhões em equity para data centers AI, implantando NVIDIA GB200 na Malásia e convertendo sites nos EUA e Europa. Contratos HPC/AI prometem receitas estáveis, longe dos ciclos de halving.

Não está sozinha: Riot vendeu US$ 200 milhões em BTC, Bitfarms abandona rótulo “empresa Bitcoin”, MARA entra em HPC via Exaion. O mercado celebra o “pivot para IA”, mas esquece o custo: fuga de capital do ecossistema Bitcoin. Mineradoras viram proxies alavancados de BTC; agora, viram infra digital genérica, diluindo convicção no ativo.

Implicações para Investidores

Para holders de BTC, isso sinaliza enfraquecimento da demanda orgânica de mineradoras — players que historicamente absorviam oferta pós-halving. O viés de baixa ganha força se mais seguirem, trocando BTC por data centers especulativos em IA, setor volátil como cripto em 2021.

Proteja capital: monitore hashrate real vs. narrativas, e lembre que toda alta é seguida de baixa. A história repete: cuidado com o que o mercado ignora hoje.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Eclipse negro engolindo sol dourado do Bitcoin com '1T' fragmentado evaporando, simbolizando crise de fé e perda trilionária

Crise de Fé no Bitcoin: Perda de US$ 1 Trilhão Revela Bull Trap

A crise de fé no Bitcoin, termo cunhado pela Bloomberg, reflete a perda de mais de US$ 1 trilhão em capitalização de mercado após uma queda superior a 40% do pico histórico. Analistas apontam falta de catalisadores de alta, com o Fear & Greed Index despencando para 5, nível de medo extremo visto apenas em 2019 e 2022. O mercado zera ganhos recentes em tempo recorde, sugerindo que a euforia de 2025 foi um bull trap.


Queda Acentuada e Liquidações Massivas

O Bitcoin perdeu mais de US$ 3 mil em duas horas, caindo para cerca de US$ 64 mil e apagando ganhos do fim de semana. Isso gerou liquidações de US$ 458 milhões em posições alavancadas, com 92% em posições compradas, segundo a CoinGlass. No agregado, o setor cripto viu US$ 480 milhões em liquidações, dominadas por varejistas pegos na pressão vendedora.

A história mostra que esses episódios de capitulação marcam fases de exaustão. A razão de baleias em exchanges de Bitcoin atingiu 0,64, o maior desde 2015, sinalizando pressão de venda de grandes detentores. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 344.273,93 às 07:06 desta segunda-feira, com variação de -2,5% em 24 horas.

Sentimento Ecoa Crises Passadas

O Crypto Fear & Greed Index em 5 remete ao pós-bolha de 2019 e ao mercado de baixa de 2022, quando o varejo capitulou em massa. Naquele período, o Bitcoin levou meses para se recuperar, com perdas acumuladas de mais de 70%. Hoje, o índice reflete preocupação excessiva, mas o mercado está ignorando que o Sharpe Ratio do BTC caiu para -38,4, nível historicamente baixo de risco para acumulação — ou armadilha para os incautos.

Glassnode relata perdas realizadas diárias de quase US$ 500 milhões por investidores recentes. A capitulação persiste, e sem novos compradores institucionais, o fundo pode estar mais distante do que os otimistas imaginam.

Pressões Macro e Competição Acirrada

Além da volatilidade interna, fatores macro agravam o quadro. Tarifas extras de 10% anunciadas por Trump e o caos no México após a morte de um cartelista geram aversão a risco global. Ouro e prata sobem, com US$ 16 bilhões entrando em ETFs de ouro, enquanto BTC ETFs veem saídas de US$ 3,3 bilhões em três meses.

Analistas como Noelle Acheson destacam a concorrência de stablecoins em pagamentos, mercados de previsão como Polymarket e ouro como reserva. "BTC agora compete como macroativo, mas perde para opções mais simples de explicar aos gestores", alerta. O conceito de Bitcoin se dilui: reserva, especulação, tecnologia e política ao mesmo tempo.

Lições Históricas e Próximos Passos

A alta de 2025 parece um bull trap clássico, zerando ganhos em semanas. Ciclos passados — 2018, 2022 — ensinam que exuberância leva a correções profundas. Buscas por "Bitcoin vai a zero" no Google Trends atingiram pico de 100, ecoando pânico similar.

Vale monitorar fluxos de ETFs, razão de baleias e política monetária. Sobreviver ao bear exige proteção de capital, não perseguição de topos. O mercado cripto, volátil por natureza, ignora lições do passado a seu próprio risco.


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Minerador cartoon empurrando carrinho vazio de Bitcoin com poeira dourada dissipando, ilustrando capitulação das mineradoras como Bitdeer

Bitdeer Zera Reservas de BTC: Capitulação das Mineradoras?

A mineradora Bitdeer anunciou a venda total de suas reservas de Bitcoin, zerando seus holdings de Bitcoin para zero pela primeira vez. No relatório semanal de 20 de fevereiro de 2026, a empresa revelou ter liquidado 943,1 BTC da tesouraria, além de vender toda a produção de 189,8 BTC. Essa capitulação ocorre em meio a uma crise na mineração, com hashprice em mínimas históricas. O mercado está ignorando esse sinal de que até as mineradoras não confiam no preço atual para manter reservas?


Detalhes da Liquidação e Nova Captação

A decisão de Bitdeer de zerar o caixa em BTC é incomum. Tradicionalmente, mineradoras vendem parte da produção para cobrir custos operacionais como energia e hardware, mas mantêm reservas estratégicas para capturar altas de preço. Aqui, a empresa optou por liquidação total, coincidindo com a captação de US$ 300 milhões via notas conversíveis, com opção de mais US$ 45 milhões.

Os recursos serão direcionados para expansão de data centers, setor de AI-cloud e aquisição de hardware de mineração. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 349.508 (-1,39% em 24h), equivalente a cerca de US$ 67.450. Se o custo de produção médio das mineradoras gira em torno de US$ 40-50 mil por BTC, a margem ainda parece positiva — mas por quanto tempo em hashprice colapsando?

Crise no Hashprice: Mineradoras Sob Pressão

O hashprice em queda livre explica a manobra. Esse indicador mede a rentabilidade da mineração e atingiu níveis historicamente baixos nas últimas semanas. Com receitas em baixa e custos fixos altos, muitas operadoras enfrentam margens apertadas. A história mostra que em ciclos passados, como 2018 e 2022, quedas prolongadas no hashprice precederam correções no preço do Bitcoin.

Bitdeer não está sozinha: outras mineradoras públicas podem seguir o caminho da liquidação total para preservar caixa. Se insiders do setor, que conhecem os fundamentos melhor que ninguém, optam por fiat em vez de HODL, por que o investidor comum deveria manter otimismo cego? A exuberância atual ignora esses alertas macro.

Implicações para o Suporte de Preço do BTC

Vendas forçadas por mineradoras representam uma pressão descendente estrutural no preço. Com holdings zerados, Bitdeer contribui diretamente para o volume de oferta no mercado spot. Em um cenário de liquidez global apertada, com taxas de juros elevadas, esse fluxo institucional pode testar suportes chave abaixo de US$ 60 mil.

A correlação com mercados tradicionais reforça o ceticismo: bolsas em baixa e dólar forte historicamente pressionam ativos de risco como Bitcoin. O mercado parece esquecer que todo bull é seguido de bear — e capitulações setoriais como essa são os primeiros sinos de alerta.

O Que Isso Significa para Investidores

Capitulação das mineradoras não é sinal de pânico generalizado, mas questiona a narrativa de adoção infinita. Vale monitorar relatórios semanais de pares como Marathon Digital e Riot Platforms: se mais zerarem reservas, o suporte atual pode ruir. Proteção de capital deve priorizar ciclos sobre euforia de curto prazo. A história repete padrões — cuidado com o que o mercado está ignorando.


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Pilar Bitcoin cartoon com braços firmes resistindo tempestade financeira, avalanche de papéis e setas '15%', ecoando crise de 2008

Crise de Liquidez e Tarifas 15%: Bitcoin Aguenta o Choque?

A crise de liquidez na Blue Owl Capital, com liquidação forçada de US$ 1,4 bilhão em ativos e queda de 14% nas ações, desperta memórias de 2008. Ao mesmo tempo, Trump eleva tarifas globais para 15% apesar de decisão da Suprema Corte. Bitcoin recua para US$ 68 mil (R$ 354.597, segundo o Cointrader Monitor). O mercado está ignorando o óbvio: a receita da crise se repete?


Estresse no Crédito Privado Evoca Bear Stearns

A Blue Owl Capital (OWL) foi obrigada a vender US$ 1,4 bilhão em empréstimos para atender resgates em fundo de crédito privado voltado ao varejo. As ações despencaram 14% na semana, com queda anual superior a 50%. Outros gigantes como Blackstone e Apollo também sofreram.

O ex-chefe da Pimco, Mohamed El-Erian, chamou de “canário na mina”, comparando aos fundos do Bear Stearns em 2007 que precederam o colapso global. A história mostra que liquidez evaporando em nichos como crédito privado pode se espalhar rapidamente, congelando mercados. Em 2008, isso levou a bailouts massivos do Fed — ironicamente, o berço do Bitcoin.

Hoje, com Bitcoin integrado ao sistema financeiro via ETFs e tesourarias corporativas, o risco de contágio é maior. O mercado cripto, outrora anti-establishment, agora dança no ritmo das ações tradicionais.

Tarifas de Trump Ignoram Suprema Corte e Geram Turbulência

Apesar de a Suprema Corte invalidar tarifas anteriores sob o IEEPA, Trump anunciou tarifa global de 15% — alta de 10% — via Truth Social, chamando a decisão de “anti-americana”. Bitcoin reagiu com queda inicial de 1%, testando US$ 68 mil, enquanto Ether perde 0,45%.

Essas tarifas prometem inflação importada e retaliações, alimentando estagflação: crescimento lento com preços altos. Dólar em R$ 5,18 agrava pressão sobre emergentes como o Brasil. O mercado está ignorando como protecionismo de Trump em 2018-2019 causou volatilidade global, com BTC caindo 70% em 2018.

Cuidado com a euforia: ativos de risco como Bitcoin sofrem primeiro em choques macro.

Bitcoin: Porto Seguro ou Vítima do Contágio?

Defensores veem Blue Owl como gatilho para QE do Fed, de alta como em 2020 (BTC de US$ 4k para 65k). Mas curto prazo é risk-off: crédito apertando machuca cripto primeiro, como na Covid (-70%). Com correlação alta com Nasdaq, BTC não escapará de derretimento sistêmico.

Em estagflação, “ouro digital” vira ativo especulativo. Baleias acumulam, mas varejo entra tarde — clássico topo de ciclo. A história de 2022 repete: alta exuberante, depois correção brutal de 75%.

O mercado ignora o óbvio: sem liquidez global, nem Bitcoin se salva.

Lições Históricas e o Que Monitorar

Ciclos econômicos não mentem. De tulipas a dot-com, exuberância leva a excessos. Blue Owl pode ser o primeiro dominó; tarifas, o empurrão. Proteja capital: monitore spreads de crédito, yields de Treasuries e respostas do Fed.

Investidores de BTC precisam ver além da narrativa de alta. Sobreviver ao mercado de baixa é prioridade — não maximizar o mercado de alta. Vale assistir contágio para private equity e inflação por tarifas.


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Balança da justiça cartoon desequilibrada por Trump adicionando peso de tarifas '10%', com Bitcoin desesperado na ponta baixa, sinalizando riscos macro ao cripto

Trump Desafia Suprema Corte com Tarifas: Risco ao Bitcoin

O presidente Trump assinou uma nova tarifa global de 10% sobre importações horas após a Suprema Corte dos EUA barrar sua estratégia anterior sob a lei IEEPA de 1977. A decisão judicial, por 6-3, limitou o uso de poderes emergenciais para impostos comerciais, mas Trump contornou com a inédita Section 122, válida por até 150 dias. O Bitcoin, que subiu com o otimismo pós-decisão, agora enfrenta novo risco de correção, segundo o histórico de volatilidade. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC está em R$ 353.761, com variação de -0,57% em 24h.


A Decisão Judicial e o Contra-Ataque de Trump

A Suprema Corte julgou que Trump não pode invocar a International Emergency Economic Powers Act (IEEPA) para impor tarifas amplas em bens de quase todos os países. Essa lei de 1977 era usada para responder a emergências comerciais, mas o tribunal considerou o abuso inconstitucional. Trump reagiu chamando a decisão de “desgraça” e ativou a Section 122 do Trade Act, permitindo tarifas de até 15% por 150 dias sem aprovação imediata do Congresso.

Especialistas alertam que essa manobra pode ser cíclica: após o prazo, Trump poderia declarar nova emergência e reiniciar. Tarifas sob Section 232 (aço, alumínio, automóveis) permanecem intactas. O tribunal ignorou o reembolso de cerca de US$ 130 bilhões pagos por importadores, o que pode arrastar disputas por anos, segundo o Secretário do Tesouro Bessent.

Histórico: Tarifas Passadas e Quedas no Bitcoin

A história mostra que o mercado cripto ignora riscos iniciais. Em fevereiro e abril do ano passado, tarifas globais de Trump causaram quedas acentuadas no BTC e altcoins. Meses atrás, ameaças à UE durante a saga da Groenlândia geraram correções quando os mercados abriram na segunda-feira.

Bitcoin se manteve estável em torno de US$ 68.000 (R$ 352.000 pelo dólar a R$ 5,18) após o anúncio, mas padrões repetem: euforia inicial dá lugar a realidade macro. Como em 2018 e 2022, ciclos de otimismo pós-notícia positiva são seguidos de decepções.

Riscos Inflacionários e Incerteza Macro

Novas tarifas elevam custos de importação, alimentando inflação importada. Com o dólar enfraquecido (-0,65% hoje), ativos de risco como Bitcoin sofrem em cenários de guerra comercial. O rali pós-Suprema Corte parece prematuro — o mercado subestimou a capacidade de Trump de contornar obstáculos judiciais.

Protecionismo reacende temores de recessão global, reduzindo liquidez para cripto. Correlações com bolsas tradicionais aumentam em crises: Nasdaq e S&P caíram em episódios similares. Investidores devem priorizar preservação de capital sobre ganhos especulativos.

O Que Monitorar Agora

Vigie aberturas de mercado na segunda-feira, volume de liquidações e reações do Fed a pressões inflacionárias. Se tarifas persistirem além de 150 dias, espere maior aversão ao risco. O post anterior otimista (8241) pode ter sido um pico local — ciclos econômicos ensinam que exuberância tem custo.

Bitcoin abaixo de suportes chave (US$ 65.000?) sinalizaria mercado de baixa. Cautela é essencial: sobrevivência ao próximo ciclo importa mais que capturar topos.


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Figuras cartoon da equipe saindo por porta dos fundos com sacos de tokens PUMP de um prédio rachado, alertando venda insider no Pump.fun e Solana

Equipe Pump.fun Vende US$ 7,23 Mi em PUMP: Sinal de Alerta?

Endereços associados à equipe do Pump.fun venderam 3,376 bilhões de tokens PUMP nas últimas 48 horas, embolsando US$ 7,23 milhões em USDC. Agora, restam apenas 373 milhões de PUMP em carteira, avaliados em cerca de US$ 788 mil. O movimento, detectado pelo Onchain Lens, ocorre em meio ao pico de euforia das memecoins na Solana, sugerindo que os insiders podem estar abandonando o barco enquanto o varejo ainda compra.


Detalhes da Liquidação Massiva

A transação monitorada on-chain revela uma venda agressiva: de um estoque inicial maior, a equipe reduziu sua posição em mais de 90%, convertendo os tokens em stablecoin estável. O preço médio implícito da operação ficou em torno de US$ 0,00214 por PUMP, próximo à cotação atual de cerca de US$ 0,0021.

Pump.fun, plataforma líder para lançamento rápido de memecoins na blockchain Solana, gerou bilhões em receitas de fees desde seu auge. No entanto, essa liquidação interna não foi comunicada publicamente, o que amplifica as suspeitas de oportunismo. A história mostra que, em bolhas especulativas, os criadores frequentemente saem primeiro.

Contexto do Pump.fun e Euforia das Memecoins

O Pump.fun explodiu em popularidade ao democratizar a criação de memecoins, atraindo milhões de usuários para a Solana com promessas de retornos rápidos. Mas o modelo é inerentemente volátil: tokens nascem do nada, sobem com euforia e colapsam sem utilidade real. A equipe, beneficiada por fees e possivelmente alocações iniciais, agora realiza lucros enquanto o token PUMP — nativo da plataforma — enfrenta pressão vendedora.

No ecossistema Solana, onde o SOL negocia a R$ 440,90 (Bitcoin em R$ 353.873, com viés de baixa), plataformas como Pump.fun impulsionam volume e TVL. Uma erosão de confiança pode desencadear saídas em cascata, similar ao que vimos em protocolos DeFi durante o bear de 2022.

Implicações para o Ecossistema Solana

O mercado está ignorando esse sinal? Pump.fun representa uma fatia significativa do tráfego na Solana, com memecoins respondendo por grande parte das transações. Se insiders venderem em massa, o varejo segue, podendo derrubar preços de SOL e tokens relacionados. Cuidado com a correlação: em ciclos passados, como o crash de memecoins em maio de 2021, ecossistemas inteiros sofreram.

Analistas com viés de baixa veem aqui um clássico topo de hype cycle. A sustentabilidade do Pump.fun depende de fees contínuos, mas sem transparência da equipe, o risco de rug pull ou abandono cresce. Investidores devem monitorar fluxos on-chain e volumes de PUMP.

Lições Históricas e o Que Fazer

A história repete: das tulipas holandesas aos ICOs de 2017, exuberância leva a excessos. Em 2022, insiders de protocolos hypados venderam antes do colapso. Roberto Ramos alerta: proteção de capital é chave. Não se empolgue com narrativas de memecoins sem fundamentos.

Vale monitorar endereços da equipe via ferramentas on-chain. Em um mercado onde o Bitcoin corrige 0,48% em 24h, sinais de fraqueza em altcoins como SOL merecem atenção redobrada.


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Balança brutalista desequilibrada com bloco PIB 1.4% derretendo e glifo PCE 3% inflando, fantasma de estagflação pairando sobre Bitcoin

Estagflação Fantasma? PIB EUA Derrete e PCE Inflaciona

Pior que o esperado: o PIB dos EUA cresceu apenas 1,4% anualizado no Q4/2025, o menor ritmo desde o Q1 e bem abaixo das projeções de 3%. Pior: o índice PCE de dezembro registrou 3% ao ano, superando os 2,9% previstos. A história mostra que PIB fraco mais inflação alta é a receita clássica para estagflação — e o mercado cripto, em sua euforia altista, parece estar ignorando esse risco macro. O Bitcoin, cotado a R$ 351.625 segundo o Cointrader Monitor, aguenta o choque?


Crescimento Econômico Desacelera Mais que o Previsto

O PIB americano anualizado de 1,4% no quarto trimestre de 2025 confirma uma desaceleração acentuada. Pesaram menor gasto do consumidor, queda nas exportações e interrupções pelo shutdown governamental, conforme detalhado na análise. Economistas esperavam 3%, mas a realidade entregou o pior resultado desde o início do ano.

A história econômica repete padrões: em ciclos passados, como o final dos anos 1970 ou a estagflação dos 2000s iniciais, crescimentos anêmicos sinalizam tops de ciclo. O mercado está ignorando esses alertas, focado em narrativas de IA e adoção cripto, mas o quadro macro real é de fragilidade. O dólar opera em torno de R$ 5,18, refletindo incertezas globais.

Inflação PCE Persiste e Complica o Fed

O core PCE de dezembro subiu para 3% ao ano, acima dos 2,9% esperados e do 2,8% anterior. No mês, avançou 0,4%, o maior desde fevereiro de 2025. Esse indicador preferido pelo Fed mostra pressão inflacionária teimosa, mesmo com crescimento lento.

Cuidado com a armadilha: inflação alta impede cortes de juros agressivos, enquanto PIB fraco clama por estímulos. É o dilema clássico da estagflação, que paralisou o Fed em épocas passadas como 2022, quando cripto sofreu correções de 70%. Investidores altistas apostam em cortes, mas esses dados sugerem decisões difíceis pela frente.

Reação Oficial: ‘Decepcionante’, Diz Hassett

O diretor do Conselho Econômico da Casa Branca, Kevin Hassett, qualificou o relatório de PIB como ‘um pouco decepcionante’. Essa admissão oficial reforça preocupações com o impacto do shutdown e fraqueza no consumo. Sem detalhes sobre respostas políticas, o comentário ecoa ceticismo macro.

No contexto de 2026, com eleições recentes e tensões fiscais, o governo enfrenta pressão para estabilizar. Mas, como em crises anteriores — pense na recessão de 2008 ou baixa de 2018 —, admissões de fraqueza precedem volatilidade em ativos de risco.

Implicações para Cripto: Ceticismo Necessário

O mercado cripto, com Bitcoin acima de US$ 67.000, exibe exuberância irracional diante desses sinais. Correlações históricas mostram que choques macro como estagflação derrubam risco: em 2022, BTC caiu 65% com PCE elevado e Fed hawkish.

Vale monitorar: se o Fed hesitar em cortes, liquidez global encolhe, pressionando altcoins primeiro. A proteção de capital deve priorizar sobrevivência ao próximo bear, não ganhos especulativos. Dados sugerem que o otimismo atual ignora lições do passado — e toda alta tem seu fim.


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Reservatório dourado de ETFs drenando fluxo vermelho controlado por silhuetas de baleias, simbolizando saídas recordes e pressão vendedora no Bitcoin

ETFs de Bitcoin Drenam US$ 4 Bilhões: Pior Início de Ano da História

Os ETFs de Bitcoin spot nos EUA acumularam saídas de quase US$ 4 bilhões em cinco semanas, marcando o pior início de ano da história da criptomoeda, com BTC caindo 22% em 2026. O barco está afundando? Dez baleias controlam 64% dos influxos para exchanges, segundo dados recentes, preparando um possível despejo em massa. A história mostra que esses sinais precedem correções prolongadas.


Saídas Recordes dos ETFs de Bitcoin

Nos últimos dias, os ETFs spot de Bitcoin registraram mais uma sessão de saídas, com US$ 165,7 milhões drenados na quarta-feira, elevando o total semanal para US$ 403,9 milhões. Em cinco semanas consecutivas de perdas, o montante acumulado ultrapassa US$ 3,9 bilhões, pressionando os ativos sob gestão (AUM) para US$ 84,3 bilhões — bem abaixo do pico de quase US$ 170 bilhões em outubro de 2025.

O iShares Bitcoin Trust, da BlackRock, liderou as retiradas com US$ 368 milhões na semana, enquanto fundos como o Fidelity Wise Origin viram saídas diárias de US$ 50 milhões. Instituições como Brevan Howard reduziram exposição em até 85% no quarto trimestre. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 351.535 às 18:55 desta sexta, com variação positiva de 0,67% nas últimas 24 horas, mas o contexto macro permanece incerto.

A história de ciclos passados, como 2018 e 2022, sugere que fluxos negativos prolongados corroem o otimismo institucional, ignorado pelo mercado em meio à euforia residual de 2025.

Baleias Dominam Fluxos para Exchanges

A razão de baleias em exchanges centralizadas (CEX) atingiu 0,64, o nível mais alto desde 2015, com apenas 10 carteiras responsáveis por 64% dos influxos de Bitcoin. Esse padrão indica preparação para vendas em massa por grandes detentores, ampliando a pressão vendedora em um momento de fragilidade.

Dados da CryptoQuant mostram transferências recordes para a Binance desde o início de 2026, totalizando 363.000 BTC. Baleias historicamente acumulam em baixas e despejam em topos, como visto nos mercados de baixa de 2018 (-84%) e 2022 (-77%). O mercado está ignorando esse alerta clássico, mas cuidado: liquidez spot limitada pode acelerar quedas.

Em paralelo, o preço do BTC oscila em torno de US$ 67.000-68.000, com volume de trading em ETFs caindo 21% na semana, refletindo baixa convicção compradora.

Medo Extremo e Subvalorização Questionável

Mesmo com ganhos de 2% nas últimas 24 horas, o Bitcoin permanece em ‘extreme fear’ pelo 20º dia consecutivo no Fear & Greed Index, conforme análise da Bitwise. A gestora vê o ativo como ‘significativamente subvalorizado’ em relação à oferta global de moeda e ouro, mas recuperações em V são raras pós-capitulações — exceto na Covid.

Fluxos fracos para ETPs e consolidação lateral para baixo são o cenário mais provável. Previsões otimistas citam o Clarity Act (80% de chance de aprovação), mas o ceticismo prevalece: liquidez global cresce 10% ao ano, mas recessão nos EUA caiu para 20% de probabilidade, sem impulsionar risco ainda. Analistas alertam para volatilidade com dados de PCE hoje.

Implicações e Próximos Passos para Investidores

Esses fluxos sinalizam risco de baixa prolongada, ecoando topos de ciclo passados. ETFs acumulam entradas totais de US$ 53,9 bilhões desde 2024, mas resgates de US$ 2,7 bilhões em 2026 revertem ganhos. Baleias preparam o terreno para mais quedas, com BTC 50% abaixo do ATH de US$ 126.000.

Monitore influxos on-chain, decisões do Fed e suporte em US$ 60.000. A proteção de capital é prioridade: sobreviver ao bear vale mais que capturar o bull. O mercado ignora lições históricas a seu próprio risco.


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Balança cartoon com engrenagem IA pesada superando salada caótica de elementos cripto, banqueiro cético observando, criticando hype do Fed

Fed Rebate Hype: Cripto ‘Inútil’ e Stablecoins ‘Word Salad’

O presidente do Federal Reserve de Minneapolis, Neel Kashkari, classificou as criptomoedas como “completamente inúteis” após mais de uma década de existência, em comparação à adoção rápida da inteligência artificial. No 2026 Midwest Economic Outlook Summit, ele criticou as defesas das stablecoins como uma “salada de buzzwords“, questionando sua superioridade sobre ferramentas como Venmo e Zelle. A visão bancária tradicional rebate o hype cripto com argumentos práticos e macroeconômicos.


Comparação Implacável: Cripto vs. Inteligência Artificial

A história mostra que inovações verdadeiras se impõem rapidamente no dia a dia, enquanto promessas vazias demoram ou fracassam. Kashkari destacou isso ao contrastar as criptomoedas, presentes há mais de dez anos sem impacto real na economia americana, com a IA, que “não existe há muito tempo e as pessoas já a usam todos os dias”. Essa diferença demonstra, segundo ele, o potencial econômico genuíno da IA versus a inutilidade prática das cripto.

O mercado cripto, no entanto, ignora esses sinais. Após ciclos de euforia em 2017 e 2021, seguidos de correções brutais em 2018 e 2022, investidores continuam apostando em narrativas especulativas. Kashkari, com sua experiência em crises financeiras, alerta para o risco de exuberância irracional, semelhante às bolhas dot-com ou tulipas holandesas.

Stablecoins: Salada de Buzzwords sem Substância

A crítica mais afiada de Kashkari recai sobre as stablecoins, promovidas como revolução em pagamentos. “O que uma stablecoin faz que eu não possa com Venmo, PayPal ou Zelle?”, questiona ele. As respostas, diz o dirigente do Fed, são uma “salada de buzzwords“: tokenização de depósitos, pagamentos instantâneos e remessas globais — conceitos que evaporam sob escrutínio básico.

No exemplo das remessas, Kashkari cita seu sogro nas Filipinas: transferências rápidas em stablecoins ainda exigem conversão cara para a moeda local para compras cotidianas, como mantimentos. Países soberanos não abandonarão suas políticas monetárias por uma plataforma unificada, preservando fricções inerentes ao sistema global atual. Ferramentas domésticas já superam as stablecoins em eficiência e custo para a maioria dos usuários.

Visão Bancária: Proteção da Soberania Monetária

O Fed não vai ceder. Como guardião da estabilidade macroeconômica, o banco central prioriza sistemas testados que sustentam a liquidez global e protegem contra volatilidade. Criptomoedas e stablecoins representam risco sistêmico, especialmente em um contexto de taxas de juros elevadas e liquidez restrita. A correlação crescente com mercados tradicionais amplifica quedas, como visto em 2022.

Para investidores brasileiros, isso significa cuidado com o viés de confirmação em meio ao otimismo atual. O dólar forte e a política monetária americana ditam o ritmo: enquanto o Fed questiona a utilidade cripto, ativos de risco enfrentam pressão. A proteção de capital deve vir primeiro, priorizando diversificação e reservas em ativos soberanos sobre promessas de revolução financeira.

O Que o Mercado Deve Monitorar

Declarações como as de Kashkari sinalizam tom regulatório mais cético em 2026. Com dados macro como CPI e reuniões do FOMC à frente, o foco estará em políticas que reforcem o dólar como reserva global. Investidores atentos devem observar liquidez global e respostas a eventos como esse: ignorá-los é repetir erros de ciclos passados. A contra-narrativa bearish equilibra o hype, preparando para correções inevitáveis.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Banqueiro cartoon do Fed descartando Beanie Baby com padrões cripto para lixeira, satirizando crítica de Neel Kashkari à utilidade das criptomoedas

‘Inútil’: Presidente do Fed Compara Cripto a Beanie Babies

O presidente do Federal Reserve Bank de Minneapolis, Neel Kashkari, voltou a atacar o setor cripto, chamando-o de ‘totalmente inútil’ após mais de uma década de existência. Em evento no dia 19 de fevereiro de 2026, ele comparou criptomoedas a uma ‘salada de buzzwords‘ e questionou o que stablecoins oferecem além do Venmo. A história mostra que declarações como essa do ‘velho mundo’ financeiro ecoam bolhas passadas, enquanto Wall Street abraça o Bitcoin.


Declarações Ácidas no Summit Econômico

No 2026 Midwest Economic Outlook Summit em Fargo, Dakota do Norte, Kashkari contrastou a utilidade cotidiana da inteligência artificial com o vazio prático das criptomoedas. ‘Cripto existe há mais de uma década e é utterly useless‘, disse ele, pedindo à plateia que levantasse a mão quem usou ChatGPT na semana versus quem comprou algo com Bitcoin. Ninguém se manifestou para o BTC, reforçando seu ponto: falta adoção real no dia a dia.

O mercado está ignorando esses alertas? A história das bolhas dot-com e crises asiáticas de 1997 nos ensina que tecnologias em euforia sem utilidade econômica sustentável acabam em correções brutais, como a de 80% em 2022. Kashkari, economista experiente, vê o mesmo padrão.

Stablecoins: Salada de buzzwords ou Inovação?

Questionado sobre pagamentos, Kashkari desmontou o hype das stablecoins: ‘O que uma stablecoin faz que o Venmo não faz hoje?’. Ele admitiu potencial em remessas internacionais para emergentes, mas apontou o calcanhar de Aquiles: a necessidade de conversão para moeda local, gerando custos e fricções. Para consumidores americanos, é irrelevante.

Como analista que viu ciclos inteiros, concordo em parte. Stablecoins somam bilhões em volume, mas a utilidade real é questionável quando apps fiduciários como Venmo e Zelle dominam transações P2P. O mercado cripto adora narrativas de ‘revolução financeira’, mas os dados sugerem mais especulação do que transformação.

Contraste com Trump e Wall Street

As falas de Kashkari chocam com o entusiasmo da administração Trump, que vê Bitcoin e stablecoins dolarizadas como ferramentas para dominância global do dólar. O presidente assinou ordem executiva para reserva estratégica de BTC, e o Tesouro sob Scott Bessent promove stablecoins reguladas. Por que o Fed resiste enquanto Wall Street entra?

A resposta está na macroeconomia: bancos centrais priorizam estabilidade, não experimentos voláteis. Kashkari defende a independência do Fed contra pressões políticas, citando tentativas recentes de interferência. Isso lembra 2018, quando exuberância levou a um bear market prolongado. Cuidado: divergências internas podem sinalizar volatilidade regulatória à frente.

Lições Históricas e o Caminho Adiante

Kashkari não para na crítica atual: em novembro passado, comparou cripto à bolha dos Beanie Babies dos anos 90, brinquedos de pelúcia que viraram mania especulativa antes do colapso. A história repete: todo ciclo de euforia ignora utilidade até a realidade bater.

Para investidores, vale monitorar. O Fed não dita preços, mas molda regulação. Com inflação em 2,5-3% e desemprego em 4,3%, política monetária apertada pode pressionar ativos de risco como BTC. Sobreviver ao próximo bear exige ceticismo, não FOMO.


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Correntes dourada e cyan espiralando em vórtice escuro com fragmentos WBTC e ETH, simbolizando baleias despejando US$ 80M em exchanges

Baleias Despejam US$ 80 Milhões em Exchanges: Sinal de Liquidação?

As baleias acordaram após um mês de inatividade, despejando volumes expressivos em exchanges. Uma grande detentora transferiu 12.840 ETH (cerca de US$ 25,35 milhões) para a OKX nas últimas 14 horas, enquanto um novo endereço vendeu 886,31 WBTC por US$ 58,53 milhões a um preço médio de US$ 66.044. Esses movimentos somam mais de US$ 80 milhões em potencial pressão vendedora, em um momento em que analistas alertam para dupla pressão no Bitcoin: saques de ETFs e influxos em corretoras. A história mostra que depósitos assim precedem correções.


Despertar da Baleia de ETH na OKX

Monitorada pelo Lookonchain, a baleia com endereço 0xF4E… permaneceu inativa por um mês antes de agir. Nas últimas 14 horas, depositou 12.840 ETH na OKX, equivalentes a aproximadamente US$ 25,35 milhões. Esse tipo de movimentação para exchanges centralizadas raramente é neutro: historicamente, reflete preparação para liquidação, especialmente após períodos de acumulação ou silêncio estratégico.

O Ethereum, cotado a cerca de R$ 10.357 no momento, enfrenta volatilidade adicional com esses influxos. Baleias como essa, que acordam após inércia, costumam sinalizar topos locais — lembre-se do mercado de baixa de 2022, quando depósitos semelhantes aceleraram quedas de 70% ou mais. O mercado está ignorando esses sinais?

Venda Concentrada de WBTC por Novo Endereço

Outro movimento preocupante veio de um endereço recém-criado (0x44f…8C91A), que agregou e vendeu 886,31 WBTC em apenas cinco horas. Os fundos, oriundos de uma ponte cross-chain há seis meses via Defiway, foram liquidados a um preço médio de US$ 66.044, totalizando US$ 58,53 milhões. Analistas como Ai_9684xtpa destacam a coordenação: dezenas de endereços uniram forças para a execução.

WBTC, atrelado ao Bitcoin, amplifica a pressão no ecossistema BTC. Em ciclos passados, vendas concentradas de wrapped assets por grandes players precederam quedas generalizadas. Com o Bitcoin a US$ 67.089 e R$ 351.438 segundo o Cointrader Monitor (variação de -1,55% em 24h), esses US$ 58 milhões podem pesar na liquidez spot.

Dupla Pressão: ETFs e Influxos em Exchanges

O analista Axel Adler reforça o alerta: na última semana, ETFs de Bitcoin nos EUA registraram saques líquidos de 11.042 BTC (US$ 669 milhões), com picos como 6.120 BTC em um dia. Paralelamente, exchanges acumulam suprimentos, com influxos positivos de +391 a +841 BTC por dia — hoje, +553 BTC. Essa inversão em relação a janeiro (saídas) indica que a demanda institucional não absorve a oferta.

Para um viés de alta se confirmar, precisaríamos de pelo menos três dias consecutivos de entradas em ETFs e saídas de exchanges. Sem isso, a dupla pressão — instituições vendendo e baleias depositando — sugere correção iminente. A exuberância recente ignora lições de 2018 e 2022.

O Que Isso Significa para Investidores

Enquanto o varejo procura ‘o fundo perfeito’, as baleias saem pela porta dos fundos. Esses US$ 80 milhões em depósitos não são coincidência: representam capital inteligente protegendo ganhos em um ciclo que pode estar no topo. Cuidado com a narrativa de ‘nova era institucional’ — ciclos econômicos não mudam da noite para o dia. Proteja seu capital monitorando fluxos on-chain e ETF. A história repete padrões, e o mercado cripto não é exceção.


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Investidor VC cartoon saindo de fortaleza ETHZilla rachada com ETH vazando e placa 97% caída, simbolizando abandono e colapso de tesouraria

Peter Thiel Abandona ETHZilla: Fim da Tesouraria ETH?

Peter Thiel e seu Founders Fund saíram totalmente da ETHZilla, empresa que pivoteou para tesouraria de Ethereum, vendendo US$ 74,5 milhões em ETH para quitar dívidas. As ações da companhia despencaram 97% desde o pico em agosto de 2026, confirmando via SEC o que o mercado já suspeitava: o modelo de tesouraria em altcoins está sob pressão intensa. Isso ocorre mesmo com o CEO do Goldman Sachs falando em fusão total entre finanças tradicionais e cripto.


Saída Confirmada de Thiel e Liquidações de ETH

A história mostra que grandes investidores como Peter Thiel não hesitam em cortar perdas quando os fundamentos fraquejam. A ETHZilla, antes uma biotech chamada 180 Life Sciences, rebrandou em agosto para focar exclusivamente em holdings de Ethereum. No pico, detinha mais de 100.000 ETH, mas o declínio de quase 60% no preço do ETH forçou vendas agressivas. Em outubro, liquidou US$ 40 milhões para recompras de ações; em dezembro, mais US$ 74,5 milhões para dívidas conversíveis. Hoje, restam cerca de 65.786 ETH na tesouraria.

O Founders Fund, que tinha 7,5% das ações, vendeu tudo, conforme filing da SEC. O mercado reagiu com o preço das ações caindo para US$ 3,50, um colapso clássico de exuberância irracional em tesourarias alavancadas. Cuidado com esses pivôs radicais: eles funcionam em mercados de alta, mas desmoronam na primeira correção séria.

Fragilidade do Modelo ETHZilla Frente à Realidade

A ETHZilla tentou replicar o sucesso da MicroStrategy com Bitcoin, mas falhou espetacularmente. Enquanto Michael Saylor acumulou BTC com dívida barata em um ativo com suprimento fixo e adoção institucional crescente, a ETH enfrenta diluição via staking e competição de L2s. A queda de 97% nas ações desde agosto reflete não só a volatilidade do ETH — agora em torno de US$ 2.000 —, mas a ilusão de que altcoins suportam tesourarias corporativas públicas.

Agora, a empresa lança ETHZilla Aerospace, tokenizando equity em motores de jatos, um desvio para real-world assets. Isso sugere que até os defensores de ETH reconhecem os limites do modelo puro crypto-treasury. O mercado está ignorando esses sinais: tesourarias de altcoins são apostas alavancadas, vulneráveis a ciclos de baixa como 2018 e 2022.

Contraste com Narrativa Institucional do Goldman Sachs

Enquanto isso, o CEO do Goldman Sachs, David Solomon, admite deter “muito pouco” Bitcoin pessoalmente, mas vê uma tendência de fusão entre finanças tradicionais e cripto, com tokenização no centro. Ele critica regulação excessiva que drena capital do sistema. Mas ações falam mais alto que palavras: Thiel, um dos mais agressivos em tech e crypto, abandona ETHZilla em meio a pressões de mercado.

Esse viés de baixa institucional é um alerta vermelho. A história dos ciclos econômicos — dot-com, crises asiáticas — ensina que otimismo macro ignora riscos micro. Grandes players reduzindo exposição a ETH questiona a tese de ‘fusão total’. Investidores devem monitorar liquidez global e taxas de juros, que pressionam ativos de risco como altcoins.

Implicações para o Mercado Cripto

A saída de Thiel reforça a assimetria: Bitcoin resiste como reserva de valor corporativa, enquanto tesourarias de ETH desmoronam. Com ETH em correção prolongada, o foco em sobrevivência ao bear supera ganhos especulativos. Proteja o capital priorizando fundamentos sobre narrativas eufóricas. O mercado pode ignorar, mas ciclos existem — e este parece testar a resiliência das altcoins.


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Touros cartoon recuando em nevasca sobre montanhas digitais, simbolizando inverno cripto com saída de Thiel e Saylor

Inverno Cripto Confirmado: Thiel Sai de ETHZilla e Saylor Admite Baixa

Se até Peter Thiel, o bilionário co-fundador do PayPal, está vendendo toda sua participação na ETHZilla, tesouraria corporativa de Ethereum, e Michael Saylor admite que entramos em um “cripto inverno”, por que você ainda estaria comprando na euforia? Essas movimentações de gigantes do setor validam a tese de baixa, sinalizando instabilidade no Ethereum e um drawdown geral no mercado cripto. A história mostra que quando os touros recuam, o risco aumenta significativamente.


Saída Total de Peter Thiel da ETHZilla

A saída completa de Peter Thiel e seu Founders Fund da ETHZilla, revelada em filing da SEC de 31 de dezembro de 2025, representa um revés para as estratégias corporativas de tesouraria em Ethereum. Thiel havia adquirido 7,5% da empresa em agosto de 2025, vista como endosso à adoção institucional do ETH. Agora, com a venda total, o papel da ETHZilla despencou 5% no after-hours e acumula queda de 28% no ano.

Antes conhecida como 180 Life Sciences, a ETHZilla pivoteou de biotecnologia para modelo de tesouraria ETH em meados de 2024, detendo hoje 69.802 ETH avaliados em cerca de US$ 140 milhões — colocando-a entre as top 10 holdings corporativas públicas de Ethereum. Recentemente, lançou a subsidiária ETHZilla Aerospace para tokenizar equity em motores de aviões alugados, mas o mercado parece ignorar esses pivôs, focando na saída de investidores de peso.

O mercado está ignorando esses sinais? Thiel, conhecido por apostas visionárias, raramente erra em ciclos de topo. Sua retirada sugere ceticismo com a sustentabilidade do ETH em cenários de baixa prolongada.

Saylor Admite o ‘Cripto Inverno’

Em entrevista ao Fox Business, Michael Saylor, chairman da MicroStrategy, confirmou oficialmente o ‘cripto inverno’: “Esta é a quinta grande queda do Bitcoin nos últimos cinco anos”. Apesar de seu histórico de alta, Saylor reconhece o drawdown atual, com custo médio de aquisição da MicroStrategy em torno de US$ 76.000 por BTC, bem acima dos níveis atuais.

Ele tenta suavizar, chamando-o de “inverno mais brando e curto”, graças ao suporte de uma Casa Branca pro-Bitcoin com 12 membros do gabinete favoráveis a ativos digitais e adoção bancária. No entanto, a admissão em si é reveladora: mesmo evangelistas como Saylor veem riscos macro, com liquidez global apertada e correlações com mercados tradicionais aumentando.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 356.937,92 nesta quarta-feira (18/02/2026), com variação de +0,12% em 24h — longe dos picos recentes.

Implicações para o Ciclo de Baixa

Esses eventos não são isolados. A história mostra que bolhas especulativas — das tulipas holandesas à dot-com — terminam com saídas de capitais inteligentes. Thiel saindo do ETH e Saylor admitindo inverno validam preocupações com exuberância irracional no setor. Ethereum, com ETH a R$ 10.570 segundo cotações recentes, enfrenta instabilidade extra pela rejeição de seu maior endossador corporativo.

Cuidado com narrativas de recuperação rápida: ciclos passados (2018, 2022) provam que invernos duram mais que o esperado, destruindo capital alavancado. O mercado cripto ignora taxas de juros elevadas e liquidez escassa, mas os grandes players não.

Proteção de Capital em Tempos de Baixa

Para o investidor brasileiro, sobreviver ao bear é prioridade. Monitore o mNAV das treasuries ETH/BTC, dividendos pressionados e pivôs desesperados como o da ETHZilla. Diversifique, reduza alavancagem e priorize preservação — lições de crises asiáticas e bear markets cripto anteriores. Quando todos eufóricos compram, os céticos vendem. Vale questionar: seu portfólio resiste a outro 50-80% de queda?


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Torre cristalina rachando com '85%' nas fendas vermelhas, simbolizando perda de valor em 85% dos tokens lançados em 2025

Realidade Crua: 85% dos Tokens de 2025 Perdem Valor

A realidade dos tokens lançados em 2025 é brutal: cerca de 85% negociam abaixo do preço de lançamento, segundo dados destacados pela Galaxy Research. Isso equivale a 8 em cada 10 moedas compradas no pico do hype dos venture capitals (VCs) valendo menos hoje. Ao mesmo tempo, a Benchmark cortou a meta de preço da Metaplanet em mais de 50%, de 2.400 para 1.100 ienes, apesar de manter o rating de compra. O mercado ignora os sinais de topo de ciclo.


O Fim do Boom dos Venture Capitals

A história mostra que toda euforia tem seu preço. Em 2022, os VCs captaram quase US$ 17 bilhões só no segundo trimestre, financiando mais de 80 fundos novos. Projetos com roadmaps vagos e pitch decks chamativos recebiam milhões. Hoje, o cenário mudou drasticamente. A criação de novos fundos cripto atingiu o mínimo em cinco anos, com captação no último trimestre em apenas 12% do pico de 2022.

Embora os VCs tenham investido US$ 8,5 bilhões recentemente — um aumento de 84% em relação ao trimestre anterior —, isso reflete capital levantado no boom anterior. Entre 2023 e 2025, o total deployado mal iguala o de 2022 sozinho. O retorno sobre investimento (ROI) dos VCs despenca, forçando projetos a priorizarem produto e usuários reais em vez de hype tokenizado. Como alertou um analista de DeFi: “Quando a influência dos VCs diminui, vencem os projetos com usuários e receita reais”.

Massacre dos Tokens: 85% no Vermelho

O dado de 85% não é isolado. Mesmo tokens apoiados por firmas top-tier mal saem do zero ou mergulham no vermelho. Isso sinaliza o fim do ciclo de alta impulsionado por VCs, onde o lançamento de tokens garantia ganhos rápidos. A demanda enfraquece, e a liquidez seca. Projetos sem fundamentos sólidos — a maioria — são os primeiros a sucumbir.

No macro, taxas de juros elevadas e liquidez global restrita corroem o apetite por risco. O Bitcoin, segundo o Cointrader Monitor, negocia a R$ 356.980 com variação de +0,1% em 24h. Mas altcoins e tokens novos sofrem mais, repetindo padrões de 2018 e 2022.

Metaplanet: Riscos da Estratégia Corporativa

A Metaplanet, apelidada de “MicroStrategy asiática”, ilustra os perigos. A Benchmark manteve “compra”, mas reduziu a meta de 2.400 para 1.100 ienes. O prejuízo de US$ 6,19 bilhões no ano fiscal até dezembro veio de perdas não realizadas no Bitcoin devido à queda de preço. Apesar de receitas operacionais crescerem com serviços relacionados ao Bitcoin, a volatilidade expõe a fragilidade.

Analistas destacam o equilíbrio precário: negócios de yield em Bitcoin via opções financiam aquisições sem vender o hold, mas dependem de demanda por priority stocks perpétuos. Qualquer diluição ou baixa prolongada ameaça dividendos e reservas. É um teste real da adoção corporativa em bear market.

Lições para Proteger o Capital

Cuidado com narrativas de VCs e picos de euforia — o mercado está ignorando lições de bolhas passadas como dot-com. Foque em sobrevivência: priorize Bitcoin como reserva de valor comprovada, evite tokens sem tração real e monitore ciclos macro. Projetos que sobrevivem ao bear constroem bases sólidas. Seu capital agradece a cautela agora, antes da correção plena.


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Executivos cartoon chocados segurando pilares BTC e ETH rachando em partículas vermelhas, simbolizando prejuízos bilionários em tesouraria cripto

Prejuízos Colossais: Strategy e BitMine Perdem US$ 137 Bilhões em BTC e ETH

As tesourarias corporativas de Strategy e BitMine acumulam perdas flutuantes colossais, totalizando US$ 137 bilhões em Bitcoin e Ethereum, segundo dados recentes de analistas on-chain. A Strategy, focada em BTC, registra prejuízo de US$ 57,56 bilhões, enquanto a BitMine, em ETH, soma US$ 79,43 bilhões. Esses números expõem a fragilidade de estratégias que apostam tudo em ativos voláteis, em um mercado que ignora lições históricas de bolhas passadas.


Situação Precária da Strategy em Bitcoin

A Strategy detém 717.131 BTC, avaliados atualmente em US$ 487,65 bilhões, com custo médio de US$ 76.027 por unidade. Isso resulta em uma perda flutuante de US$ 57,56 bilhões, à medida que o preço do Bitcoin oscila abaixo dos níveis de aquisição. A história mostra que empresas que concentram tesourarias em um único ativo de risco enfrentam pressões intensas durante correções prolongadas, como visto em 2018 e 2022.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 354.628,59, com variação de -1,09% em 24 horas. Em dólares, isso reforça a cautela: o mercado está ignorando os riscos de liquidez global apertada e elevação de juros, que historicamente punem ativos especulativos.

BitMine e o Fardo do Ethereum

A BitMine, por sua vez, segura 4.371.497 ETH, no valor atual de US$ 86,73 bilhões, mas com custo médio de US$ 3.801 por token, gerando prejuízo de US$ 79,43 bilhões. Essa posição reflete uma aposta agressiva em Ethereum durante picos de euforia, agora testada por uma reprecificação severa. Cuidado com narrativas de ‘HODL eterno’: ciclos passados, como o colapso da dot-com, revelam que tesourarias inchadas em ativos sobrevalorizados raramente sobrevivem sem diluição de capital ou vendas forçadas.

O Ethereum negocia a cerca de R$ 10.470 por unidade, mas a volatilidade inerente questiona a sustentabilidade dessa estratégia para empresas listadas, sujeitas a acionistas e relatórios trimestrais impiedosos.

Riscos Sistêmicos e Lições Históricas

Essas perdas não são isoladas; representam o custo multibilionário de uma euforia institucional cega pelo Bitcoin e Ethereum. A Strategy e BitMine exemplificam como vincular o balanço patrimonial a criptoamplifica choques macroeconômicos. Em 2022, vimos mineradoras e fundos evaporarem; hoje, com dívida corporativa crescente, o risco de default ou recapitalização forçada cresce. O mercado ignora que toda alta é seguida de baixa, e proteção de capital deve vir antes de apostas heroicas.

Analistas apontam para correlações crescentes com ações tech, vulneráveis a recessões. Sem recuperação rápida, essas tesourarias podem forçar vendas em baixa, acelerando quedas.

O Que o Investidor Deve Monitorar

Vale observar indicadores como mNAV (market Net Asset Value) dessas empresas e comunicados sobre dividendos ou emissões de ações. Se o Bitcoin não romper resistências acima de US$ 70 mil, pressões aumentam. Para brasileiros, com dólar a R$ 5,22, essas perdas em reais superam R$ 700 bilhões — um lembrete brutal de que sobrevivência ao ciclo importa mais que ganhos efêmeros.

A história ensina: exuberância tem preço. Ceticismo não é pessimismo; é preparação realista.


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Banqueiro cartoon cortando asas de ave XRP com tesoura gigante sob nuvem escura sobre Bitcoin, ilustrando viés de baixa do Standard Chartered

Standard Chartered Corta Preço-Alvo do XRP em 65%: Viés de Baixa Real

O Standard Chartered cortou seu preço-alvo para o XRP em 65%, de US$ 8 para US$ 2,80 até o fim de 2026, após o selloff de fevereiro. Ao mesmo tempo, o Bitcoin ameaça o pior mês desde 2018, com queda acumulada de 52% desde outubro. A história mostra que exuberância ignorada leva a correções prolongadas, e o mercado parece subestimar os ventos macro contrários.


Corte Drástico nas Previsões do Standard Chartered

O banco britânico, um dos maiores do mundo, revisou drasticamente suas projeções para ativos digitais. Geoffrey Kendrick, chefe global de pesquisa em ativos digitais, citou o “desafiante” desempenho recente do mercado cripto, com Bitcoin caindo 28% no mês e XRP atingindo mínima de 15 meses em US$ 1,16. A nova meta para XRP reflete sincronia com Ethereum, ambos beneficiados por stablecoins e ativos tokenizados, mas sob pressão de liquidez global apertada.

Não para por aí: o alvo para Bitcoin caiu de US$ 150.000 para US$ 100.000, Ethereum de US$ 7.000 para US$ 4.000, e Solana de US$ 250 para US$ 135. Segundo o anúncio da instituição, saídas institucionais persistem, inflows de ETFs esfriaram apesar de US$ 1,37 bilhão acumulados, e juros altos com incertezas geopolíticas suprimem apetite por risco. O mercado está ignorando esses sinais, repetindo padrões de 2018 e 2022.

Bitcoin no Limite Histórico de Quedas

Desde o pico de outubro de 2025, o Bitcoin acumula perda de 52%, próximo do recorde baixista de 56% em 2018, em apenas 123 dias. Se fechar fevereiro no vermelho, marca a quinta queda mensal consecutiva — o mais longo desde o mercado baixista clássico.

Segundo o Cointrader Monitor, às 08:23 de hoje, o Bitcoin cotava a R$ 355.458 (-0,6% em 24h). O índice de medo e ganância em 12 confirma pânico extremo, com apostas em mercados preditivos favorecendo US$ 55.000 antes de US$ 84.000. Cuidado: reversões exigem estrutura de lows mais altos acima de US$ 100.000, algo ausente agora.

XRP Sob Pressão Técnica e Macro

O XRP, negociado a cerca de US$ 1,47 (R$ 7,62), rebota de US$ 1,23 mas permanece abaixo da média móvel de 20 dias. Bollinger Bands apontam suporte em US$ 1,23 e resistência em US$ 1,76. RSI em 42 sugere vendedores ainda dominam. O ambiente de capitulação descrito pelo banco alerta para mais declínios de curto prazo, apesar de alvo 2030 intacto em US$ 28.

A história mostra que ciclos de euforia — como o recente euforia em altcoins — precedem correções severas. Taxas de juros elevadas e liquidez restrita globais corroem narrativas de ‘alta infinita‘. Investidores devem monitorar outflows e macro, priorizando preservação de capital em bears prolongados.

O Que o Mercado Está Ignorando

Em meio à correção, o valor total de mercado cripto encolheu quase US$ 2 trilhões. Apesar disso, infraestrutura evoluiu, mas padrões repetem: topos exuberantes levam a correções prolongadas. Roberto Ramos alerta: toda alta tem sua baixa. Fique atento a sinais de capitulação real antes de apostar em rebound. Proteção de capital supera ganhos especulativos agora.


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Bolha de vidro frágil com Bitcoin distorcido e rachadura '10K' emitindo vapores vermelhos, alertando implosão da bolha cripto e recessão

Bitcoin a US$ 10 mil? ‘Extremo Medo’ Revela Riscos da Bolha

O analista sênior da Bloomberg Intelligence, Mike McGlone, prevê uma queda do Bitcoin para US$ 10 mil à medida que a bolha cripto implode sob estresse macroeconômico. Com o BTC recuando abaixo de US$ 68 mil em meio ao retorno do sentimento de ‘extremo medo’ no Fear & Greed Index, o mercado ignora sinais de pico nas ações americanas e riscos de recessão. A história mostra que euforias como essa terminam mal, como em 2018 e 2022.


Previsão de McGlone e Sinais Macro Ignorados

O mercado está ignorando os alertas claros. Mike McGlone liga a queda do Bitcoin a um unwind de ativos de risco, comparando BTC dividido por 10 ao S&P 500. Ambos pairam abaixo de 7.000, mas se o índice recuar para 5.600, o BTC pode testar US$ 56 mil — e depois US$ 10 mil se as ações atingirem o pico. Indicadores como market cap das ações dos EUA em relação ao PIB em máximas seculares e volatilidade historicamente baixa no S&P e Nasdaq sinalizam turbulência à frente, similar à crise de 2008.

McGlone destaca o rally acelerado em ouro e prata, velocidades vistas há 50 anos, enquanto cripto colapsa 28% no mês e 39% em seis meses. O buy the dip pós-2008 pode estar acabando, com volume de futuros em US$ 44 bilhões mostrando posicionamento pesado em derivativos durante a baixa.

‘Extremo Medo’ Retorna: Touros em Negação

O Fear & Greed Index despencou para 8-11, território de extremo medo, nível visto na implosão da FTX. Apesar de uma recuperação leve para 11, o BTC consolida entre US$ 65-72 mil desde 5 de fevereiro, sem catalisador para alta. Analistas como Standard Chartered cortaram targets para US$ 100 mil ano-fim, prevendo US$ 50 mil antes de recuperação. Técnicos veem rompimento abaixo de US$ 60 mil se suportes falharem.

A história mostra que esses níveis de medo precedem capitulações. Em 2018, o BTC perdeu 84%; em 2022, 77%. Os touros focam em acumulação de holders (43% da oferta em perda), mas ignoram que especulação alavancada some primeiro em fases de baixa prolongadas.

Riscos de Recessão nos EUA e Capital Especulativo

Uma recessão americana pode aniquilar o capital especulativo em cripto. McGlone aponta que baixa liquidez global e correlação com tech stocks sob pressão de IA agravam o quadro. 43% da oferta em perda sugere venda forçada iminente. Instituições como Binance convertem reservas em BTC, mas Goldman Sachs vê holdings encolherem com preços.

Cuidado com a narrativa de maturidade do mercado: quedas de 50% são ‘modestas’, mas ciclos mostram que topos eufóricos levam a bears profundos. Acumulação de baleias (372k BTC/mês) é positiva, mas insuficiente contra unwind macro. Vale monitorar S&P: pico em 7.000 Dow/50.000 pode ser o gatilho.

O Que Isso Significa para Investidores

Em ciclos anteriores, sobreviver ao bear market sempre foi mais importante do que maximizar ganhos no bull market. Na minha leitura de mercado, o chamado “extremo medo” não representa necessariamente um fundo, mas sim um alerta para uma correção natural em direção a níveis históricos de suporte, como a região dos US$ 10 mil. Projeções mais otimistas, como as de Jason Fernandes (US$ 40–50 mil) ou Shawn Young (um rebound até US$ 100 mil), partem do pressuposto de que os fundamentos permanecem intactos. No entanto, o cenário macroeconômico tende a prevalecer: uma recessão global reduz a liquidez e pressiona ativos de risco. A prioridade, portanto, deve ser a preservação de capital — a euforia em torno de Trump e dos ETFs foi pontual. Os dados indicam que o pior ainda pode estar por vir.


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Rede hexagonal digital fragmentando com rachadura vermelha e nós piscando laranja, simbolizando riscos DeFi e outage no X

ZeroLend Encerra Operações: Recomendação para Retirada de Fundos e Falhas no X

O protocolo de empréstimos multi-chain ZeroLend anunciou nesta segunda-feira (16/02) o encerramento gradual de suas operações após três anos, recomendando que usuários retirem seus fundos imediatamente para evitar riscos. No mesmo dia, a plataforma X (antigo Twitter) sofreu uma queda global, com mais de 17 mil relatos de falhas nos EUA e Reino Unido. Esses eventos destacam a fragilidade da infraestrutura digital no ecossistema cripto, onde dependências externas podem comprometer fundos e comunicações essenciais.


Detalhes do Encerramento do ZeroLend

A decisão do ZeroLend vem em um momento em que várias blockchains suportadas pelo protocolo perderam atividade e liquidez. De acordo com o anúncio oficial, provedores de oráculos pararam de oferecer suporte, tornando impossível manter mercados confiáveis. Além disso, o crescimento do protocolo atraiu ataques de hackers e scammers, combinados com a baixa rentabilidade inerente dos empréstimos DeFi, resultaram em prejuízos contínuos.

A história mostra que protocolos DeFi multi-chain, prometendo expansão rápida, frequentemente enfrentam esses obstáculos. Lembra-se do zkLend ou outros que sucumbiram a eventos semelhantes? A equipe prioriza agora a saída segura de ativos dos usuários, mas o tempo é crítico: quanto mais demorar, maior o risco de liquidez evaporar ou exploits ocorrerem.

Riscos Estruturais no DeFi Multi-Chain

O caso ZeroLend exemplifica os perigos de estratégias multi-chain. Enquanto capturam euforia em mercados de alta, elas dependem excessivamente de ecossistemas instáveis. Chains inativas significam zero volume, oráculos offline bloqueiam precificação, e a superfície de ataque explode com cada nova integração. O mercado ignora isso em fases eufóricas, mas correções como essa revelam a realidade: lucros marginais não cobrem custos de segurança crescentes.

Como economista que viu bolhas passadas — da dot-com à queda de 2022 —, vejo padrões claros. Protocolos que escalam sem modelo econômico sustentável acabam assim. Usuários expostos devem questionar: sua posição está em uma chain moribunda? A custódia própria nunca foi tão vital; delegar a terceiros, mesmo descentralizados, carrega riscos inerentes.

Falha no X e Fragilidade da Infraestrutura

Paralelamente, o outage no X afetou 11.266 usuários nos EUA e 6.424 no Reino Unido, conforme DownDetector. Essa plataforma é o hub de notícias cripto: anúncios de exploits, atualizações de protocolos e sentiment do mercado fluem dali. Uma interrupção assim cria vácuos de informação, potencializando pânico ou manipulações.

A história repete: serviços centralizados como Twitter/X falham repetidamente, expondo a fragilidade Web2. No cripto, onde timing é tudo, isso amplifica riscos. Imagine um hack durante outage — sem canais de comunicação, recuperação vira caos. Isso reforça a necessidade de diversificar fontes e priorizar protocolos com comunicação on-chain robusta.

Lições e Próximos Passos para Investidores

Esses incidentes gritam cautela. No DeFi, monitore TVL, atividade de chains subjacentes e histórico de segurança. Para X e similares, prepare backups: Telegram, Discord ou redes descentralizadas como Farcaster. A proteção de capital vem primeiro — retire fundos do ZeroLend agora, evite complacência.

O mercado está ignorando esses sinais? Cuidado com a exuberância que precede quedas. Sobreviver ao próximo mercado de baixa exige ceticismo, não otimismo cego. Verifique suas posições hoje e priorize custódia própria.


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Investidor cartoon alertando com sino sobre guerra de capitais, enquanto personagem Ethereum cai por suporte rachado, simbolizando crise macro e viés de baixa

Dalio Avisa Guerra de Capitais: Ethereum em Crise

Ray Dalio, fundador da Bridgewater, alertou para uma iminente guerra de capitais que pode remodelar mercados globais, recomendando vender dívida e comprar ouro em meio a riscos de dívida e boom da IA. Paralelamente, o Ethereum despenca 6,4% para US$ 1.958, testando suporte de US$ 1.900 com o sentimento de futuros mais baixista em três meses. A história mostra que o mercado está ignorando esses sinais macro, como nas crises de 2000 e 2008.


Alerta de Dalio: Stage 6 do Ciclo e Riscos Sistêmicos

O mundo entra no ‘Stage 6’ do Big Cycle de Dalio, onde regras internacionais cedem ao poder bruto. Guerras comerciais, tecnológicas e de capitais intensificam-se, com sanções e controles de fluxo substituindo conflitos armados. A dívida global explode, enquanto China e Europa reduzem compras de Treasuries americanos, elevando custos de financiamento.

Segundo o investidor legendário, paralelos com os anos 1930 e tensões em Taiwan prenunciam volatilidade. O mercado ignora lições do colapso dot-com em 2000, quando junk bonds congelaram, e da crise de 2008, com crédito seco afetando toda a economia. Cuidado: exuberância atual pode evaporar rápido.

Boom da IA Sob Pressão de Dívida

O setor de IA demanda US$ 3 trilhões até 2030 em data centers, financiados por dívida. Dalio avisa que alta nos taxas de juros pode travar esse crescimento, como em precedentes históricos. Bancos como Bank of America veem canais de crédito no limite.

No Brasil, o Cointrader Monitor registra Bitcoin a R$ 359.841, com queda de 2,38% em 24h. Ethereum cotado a cerca de R$ 10.352 reflete fragilidade altcoin em cenário macro hostil, onde liquidez some primeiro dos ativos de risco.

Ethereum: Suporte Frágil e Sentimento Bearish

O ETH forma baixas sucessivas desde dezembro, abaixo da média móvel de 20 dias. RSI em 32-33 sinaliza momentum fraco, sem divergência bullish. Bandas de Bollinger expandem, confirmando venda agressiva.

Futuros na Binance mostram Taker Buy/Sell Ratio em 0,97, pior em três meses, com volume de derivativos em US$ 40 bi e OI caindo 7%. Rompimento de US$ 1.900 abre caminho para US$ 1.600. Traders fecham posições, priorizando defesa.

Implicações para Cripto: Cautela é Essencial

História ensina: bull markets exagerados precedem bears profundos, como 2018 e 2022. Crypto, apesar de descentralizada, correlaciona com risco global na crise. Ouro bate recordes, enquanto ETH oscila violentamente.

Diversifique com liquidez e ativos resilientes. O rali cripto carece de fundamentos contra dívida global e geopolítica. Monitore flujos de capital: sobrevivência ao bear vale mais que ganhos efêmeros.


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Personagem Bitcoin marionete controlada por mãos de Wall Street via fios vermelhos, ilustrando dominância de derivativos no preço on-chain

Fim da Soberania On-Chain? Derivativos Dominam Bitcoin

O Bitcoin despencou abaixo de US$ 70 mil, e um analista aponta o dedo para os derivativos que substituíram a descoberta de preço on-chain. Wall Street, com futuros, swaps e ETFs, criou suprimento sintético ilimitado, anulando a escassez de 21 milhões de moedas. A história mostra que isso aconteceu com ouro e óleo: o preço agora segue posicionamentos e liquidações, não fundamentos da blockchain. Para o varejo brasileiro, é hora de cautela.


Dominância dos Derivativos sobre Fundamentos

A tese original do Bitcoin — limite rígido de 21 milhões de moedas e resistência à rehipotecação — está sob pressão. Analista Danny_Crypton explica que cash-settled futures, swaps perpétuos, opções e ETFs dominam o volume de negociação. Instituições de Wall Street fabricam inventário sintético, permitindo múltiplas reivindicações sobre um único BTC.

Essa estrutura de reserva fracionária contradiz o design original. O mercado evoluiu para um ecossistema onde um coin respalda ETF, contrato futuro, swap e mais. A descoberta de preço migrou da blockchain para fluxos de liquidação, similar ao que ocorreu em commodities tradicionais. A euforia on-chain perdeu soberania.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 359.879 (-1,47% em 24h), refletindo essa dinâmica desconectada dos fundamentos reais.

Synthetic Float Ratio Revela Pressão Artificial

O conceito de Synthetic Float Ratio — relação entre suprimento sintético e on-chain — explica a queda recente abaixo de US$ 70k. Quando o papel excede o real, demanda spot não sustenta altas. Market makers criam BTC ilimitado para shortar altas e cobrir em liquidações forçadas.

Isso não é acidente: é mecânica estrutural. Em ciclos passados, como 2018 e 2022, vimos topos seguidos de correções brutais. O mercado ignora que altas exageradas precedem quedas. Investidores apanhados em narrativas de ‘to the moon’ sofrem mais.

A volatilidade persiste como armadilha para o varejo, que reage a movimentos sem entender o jogo dos grandes players.

Menos Inflows, Mas Volatilidade Persiste

Após 52% de drawdown do ATH e BTC abaixo de US$ 60k em 6 de fevereiro, os inflows para exchanges caíram 90%. Binance: de 25 mil BTC para 8,4 mil; Coinbase Advanced: de 17,6 mil para 1,4 mil. O pânico vendeu, pressão aliviou temporariamente.

Porém, cuidado: estabilização não significa fim da correção. Ciclos econômicos ensinam que baixas se estendem. Demanda precisa superar suprimento restante para recuperação sustentável. Observadores monitoram fluxos por sinais de acumulação ou distribuição.

O varejo deve questionar otimismo precoce. Sobreviver ao bear vale mais que maximizar o bull.

Lições para o Investidor Brasileiro

A história repete: bolhas dot-com, crises asiáticas — exuberância leva a excessos. No cripto, derivativos amplificam isso. Não confie cegamente em altas de futuros; elas mascaram fraquezas on-chain. Proteja capital priorizando liquidez e diversificação macro.

Enquanto Wall Street dita o ritmo, o varejo paga a conta das liquidações. Monitore Synthetic Float Ratio e inflows. O equilíbrio vem de perspectivas contrarian.


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