Pêndulo colossal com núcleo Bitcoin oscilando entre calmaria cyan e tormenta vermelha, simbolizando volatilidade macro com Fed e riscos geopolíticos

Semana Volátil: Fed, Nvidia e Geopolítica no Radar do Bitcoin

A próxima semana promete ser a mais volátil de fevereiro para o Bitcoin, com discursos intensos de membros do Fed, o balanço da Nvidia e tensões geopolíticas entre EUA e Irã criando um ambiente de ‘esperar para ver’. Os dados mostram alta concentração de eventos macroeconômicos que podem alterar o fluxo de liquidez para ativos de risco como criptomoedas. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC opera a R$ 353.420, com variação de -0,1% em 24h.


Discursos do Fed: Sinais de Política Monetária

Os dados do calendário macro indicam uma agenda densa para autoridades do Federal Reserve. Na segunda-feira (21h, horário de Brasília), o conselheiro Christopher Waller fala; na terça, seguem Goolsbee (Chicago Fed), Collins (Boston Fed), Bostic (Atlanta Fed) e mais intervenções de Waller e Lisa Cook sobre IA. Na quarta, Barkin e Collins em painel; quinta, Musalem (St. Louis Fed). Esses eventos ocorrem em meio a incertezas sobre tarifas de Trump e possível ação militar contra o Irã.

Para o mercado cripto, o foco está na tonalidade das falas. Declarações dovish, enfatizando fraqueza no emprego, podem sinalizar corte de juros antecipado, favorecendo influxo de liquidez para Bitcoin e altcoins. Por outro lado, menções a inflação persistente por tarifas reforçariam o ‘higher for longer‘, pressionando ativos de risco. Historicamente, clusters assim de speeches correlacionam com volatilidade de 2-5% no BTC em 48h.

Balanço da Nvidia: Proxy para Risco em Tech

Na quarta-feira, a Nvidia divulga resultados trimestrais, atuando como termômetro para apetite por risco em tecnologia. Com capitalização acima de US$ 3 trilhões, seu desempenho influencia o Nasdaq e, por extensão, o fluxo para criptoativos ligados a IA e compute, como tokens de infraestrutura blockchain.

Os números recentes mostram BTC-USD em torno de US$ 68.087 (equivalente a R$ 353.420 com dólar a R$ 5,18). Um balanço forte pode elevar o sentimento risk-on, com correlação observada de 0,75 entre NVDA e BTC nos últimos 30 dias. Resultados abaixo do esperado, porém, ampliariam sell-off em tech, impactando liquidez cripto negativamente.

Tensões Geopolíticas e Níveis de Suporte

As tensões EUA-Irã, somadas a tarifas incertas de Trump, elevam demanda por ativos safe-haven como dólar e ouro. Para o Bitcoin, isso complica sua narrativa de ‘ouro digital’: em cenários de escalada, observa-se saída de capital de risco para treasuries, com BTC testando suportes chave.

Níveis técnicos a monitorar incluem suporte imediato em US$ 65.000 (média móvel 50-dias) e secundário em US$ 62.000 (200-dias), caso geopolítica piore. Volumes em 24h somam 103 BTC no Brasil, sinalizando liquidez moderada. Dados de funding rates em exchanges mostram viés neutro, com mercado precificando volatilidade implícita elevada.

O Que Monitorar no Portfólio

Investidores devem priorizar gestão de risco: stops abaixo de suportes chave e exposição balanceada. Indicadores como RSI (atual ~45) sugerem neutralidade, mas VIX em alta correlaciona com dumps de 5-10% no BTC. A conjunção desses fatores reforça volatilidade como regra, demandando monitoramento em tempo real dos headlines.


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Vitalik cartoon despejando ETH em urna de caridade, traders preocupados abaixo simbolizando vendas de baleia e pressão no preço Ethereum

Vitalik Buterin Vende US$ 15,5 Milhões em ETH em Fevereiro

Vitalik Buterin, co-fundador da Ethereum, vendeu 7.386 ETH desde 2 de fevereiro, totalizando US$ 15,5 milhões a uma média de US$ 2.100 por unidade. As transações recentes, como 428 ETH por GHO, ocorrem enquanto o ETH luta abaixo de US$ 2.000, com cotação atual em torno de US$ 1.974. Os dados on-chain indicam conversão para stablecoins como GHO para fins de caridade, mas o timing levanta questionamentos sobre pressão vendedora.


Volume e Composição das Vendas

Os dados de plataformas como OnchainLens mostram que Vitalik acumulou vendas de 7.386 ETH em três semanas, com a última transação de 428,57 ETH trocados por 850.178 GHO, equivalentes a cerca de US$ 850 mil. O endereço 0xfEB016D0D14AC0Fa6d69199608B0776d007203B2 registra essas movimentações consistentes desde o início do mês.

Em uma operação recente, ele retirou 3.500 ETH da Aave, vendendo inicialmente 571 ETH por US$ 1,13 milhão. A média de saída fica em US$ 2.100, superior ao preço atual de US$ 1.974 (cotação de 22/02/2026 às 06:42). Em reais, isso representa aproximadamente R$ 102 milhões, considerando ETH a R$ 10.245.

Esse volume equivale a 0,006% da capitalização de mercado da ETH (cerca de US$ 240 bilhões), estatisticamente irrelevante para o preço global, mas relevante para análise de sentimento.

Contexto Técnico e Histórico

O ETH opera em tendência de baixa desde o pico de US$ 5.000 em agosto de 2025, testando suportes em US$ 1.800 após recuo de mais de 50%. A média móvel de 50 dias em US$ 2.200 atua como resistência imediata, enquanto o RSI (14 períodos) indica sobrevenda em 28, sugerindo possível recuo técnico.

Vitalik justificou as vendas para financiar projetos de caridade via Kanro, com histórico similar em 2021 (SHIB para COVID) e 2023. Em 45% dos 16.384 ETH extraídos de staking em janeiro, ele já converteu para stablecoins, priorizando liquidez para doações em AI, privacidade e biotecnologia.

Diferente de mercados de alta passados, o contexto atual de baixa amplifica o impacto psicológico, com holders interpretando como sinal de topo ou redução de exposição ao risco.

Implicações para o Mercado

Apesar do volume pequeno, as vendas sistemáticas de Vitalik coincidem com ETH abaixo de US$ 2.000, região de suporte crítico. Indicadores como volume spot em queda (média diária US$ 200-400 bilhões) e funding rates negativos reforçam viés de baixa, mas não atribuem causalidade direta às transações dele.

Investidores devem monitorar níveis chave: suporte em US$ 1.800 (baixa de janeiro) e resistência em US$ 2.200 (MMA50). Dados on-chain mostram baleias reduzindo posições, mas inflows em ETFs ETH compensam parcialmente. A transparência das operações de Vitalik mitiga narrativas de pânico, focando em alocação estratégica.

Os números sugerem reequilíbrio de portfólio, não capitulação, alinhado a compromissos filantrópicos de longo prazo.


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Executivo de mineradora cartoon diante de painel de holdings Bitcoin zerado com '0' destacado, ilustrando dilema de capitulação ou estratégia

Bitdeer Zera Reservas de Bitcoin: Capitulação ou Estratégia?

A mineradora Bitdeer Technologies zerou suas reservas corporativas de Bitcoin, vendendo 943,1 BTC das holdings existentes e os 189,8 BTC produzidos na semana. Os dados do relatório semanal indicam uma liquidação total, passando de 943,1 BTC em 13 de fevereiro para zero. Esse movimento, incomum entre mineradoras públicas, levanta questões sobre custos operacionais atuais e expectativas de preço no curto prazo. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 353.174,66 na manhã deste domingo, com variação de -0,09% em 24 horas.


Detalhes da Liquidação de Holdings

Os dados mostram que a Bitdeer manteve 943,1 BTC em reservas puras (excluindo depósitos de clientes) até 13 de fevereiro, vendendo apenas parte da produção semanal de 183,4 BTC. Na atualização mais recente, a empresa produziu 189,8 BTC e vendeu o total, acrescido das reservas existentes. Essa estratégia de venda total contrasta com a prática comum de retenção parcial para exposição à apreciação do preço do Bitcoin.

Mineradoras tipicamente liquidam frações da produção para cobrir custos com eletricidade, hosting e equipamentos. Zerando o caixa em BTC, a Bitdeer elimina exposição direta à volatilidade do ativo, priorizando liquidez em fiat ou outros usos.

Contexto de Custos e Pressão no Hashprice

Os números revelam pressão sobre margens: pós-halving de 2024, a dificuldade de mineração rebotou 15% recentemente, recuperando de outages invernais nos EUA. O hashprice — receita por terahash por dia — enfrenta declínio devido a maior eficiência e competição. Para a Bitdeer, fundada por Jihan Wu, a venda coincide com anúncio de captação de US$ 300 milhões via dívida conversível, visando expansão de data centers, AI cloud e hardware de mineração.

Essa manobra sugere que os custos operacionais atuais superam as expectativas de valorização imediata do BTC, com o preço em torno de US$ 68.000. Os dados indicam priorização de caixa para investimentos em infraestrutura sobre holdings especulativos.

Comparação com Outras Mineradoras

Diferente da Bitdeer, mineradoras como Riot Platforms e Marathon Digital mantêm estratégias de acúmulo parcial, apesar de vendas rotineiras. A Riot, por exemplo, reportou holdings significativos em relatórios recentes, equilibrando produção com tesouraria. Já MARA Holdings adquiriu 64% de uma firma de AI na França, sinalizando pivot híbrido. Empresas como HIVE, Hut 8 e IREN repurposeam facilities para computação de alta performance, diversificando receitas além do Bitcoin.

Os dados agregados mostram tendência setorial: de 30 GW de capacidade AI perseguida por mineradores para offsetar pressão no hashprice. A Bitdeer expande self-mining, usando rigs próprios em vez de vendas externas, mas a liquidação total destaca desalinhamento com pares que retêm BTC como reserva de valor.

Implicações para o Mercado e Níveis a Observar

A ação da Bitdeer pode sinalizar visão de baixa de curto prazo entre mineradores, com expectativas de preço abaixo dos breakeven costs — estimados em US$ 40.000-60.000 para operações eficientes. No entanto, sem declarações oficiais, os números falam por si: foco em liquidez sugere cautela com upside imediato.

Investidores devem monitorar a média móvel de 50 dias do BTC em US$ 65.000 como suporte chave e resistência em US$ 70.000. Vendas on-chain de mineradoras representam apenas 0,004% do suprimento circulante, com impacto limitado no preço spot, mas indicativo de sentimento operacional.


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Baleias cartoon contrastantes: uma expelindo Bitcoin sob pressão de venda recorde, outra acumulando Solana para staking, ilustrando Whale Ratio on-chain

Alerta Baleias: Pressão de Venda no BTC Atinge Pico de 11 Anos

Os dados on-chain revelam um contraste marcante no comportamento das baleias: o Whale Exchange Ratio do Bitcoin atingiu 0,64, o maior nível em 11 anos, indicando que depósitos de grandes detentores representam 64% dos inflows nas exchanges. Isso sugere elevada pressão de venda. Em paralelo, uma baleia dormente por 5 meses retirou 50.000 SOL (cerca de US$ 4,25 milhões) de Binance e Bybit para staking, sinalizando acúmulo na rede Solana. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 353.091, com variação de -0,26% em 24 horas.


O Que é o Whale Exchange Ratio?

O Whale Exchange Ratio, metricada pela CryptoQuant, mede a proporção de depósitos em exchanges realizados por baleias (endereços com mais de 1.000 BTC) em relação ao total de inflows. Um valor acima de 0,5 indica domínio dessas entidades nos fluxos de entrada, frequentemente associado a potencial pressão de venda, pois baleias tendem a liquidar posições em plataformas centralizadas.

Os dados mostram que esse indicador subiu para 0,64, nível não visto desde 2015. Paralelamente, o tamanho médio dos depósitos de BTC alcançou patamares de meados de 2022, durante o pico do último mercado de baixa. Isso reforça a influência de grandes investidores no suprimento disponível para negociação.

No contexto atual, com inflows totais de BTC nas exchanges caindo de 60.000 BTC no início de fevereiro para cerca de 23.000 BTC, a participação das baleias permanece elevada, sugerindo que o futuro do preço depende substancialmente desses participantes.

Pressão de Venda Elevada no Bitcoin

De acordo com o relatório da CryptoQuant de 20 de fevereiro de 2026, apesar da normalização dos inflows após o pico de capitulação inicial do mês, a atividade de baleias persiste. O preço do Bitcoin consolida abaixo de US$ 70.000, após mínima acima de US$ 61.000 no início de fevereiro, confirmando o início de uma fase de baixa.

Adicionalmente, saídas líquidas de stablecoins como USDT das exchanges caíram de US$ 616 milhões em novembro de 2025 para apenas US$ 27 milhões, ocasionalmente negativas. Isso aponta para redução no “pó seco” (marginal buying power), aumentando o risco de volatilidade descendente. O preço atual gira em torno de US$ 67.580, com ganho modesto de 1% nas últimas 24 horas.

Para investidores, vale monitorar níveis de suporte próximos a US$ 61.000 e resistência em US$ 70.000, onde decisões de baleias podem catalisar movimentos.

Acúmulo de Solana por Baleia Dormente

Em contraste com o Bitcoin, uma baleia inativa por 5 meses transferiu 50.000 SOL (aproximadamente US$ 4,25 milhões, ou R$ 22 milhões ao câmbio atual de R$ 441,40 por SOL) de Binance e Bybit para staking. Essa ação reduz a oferta circulante no curto prazo e pode gerar yields passivos.

Análises on-chain interpretam isso como parte de uma estratégia cíclica: acumulação em baixas, staking para rendimento e potencial unstake para venda em altas. Movimentos semelhantes ocorreram em ciclos passados, onde a baleia usou exchanges para liquidações oportunas. Essa rotação de capital destaca preferências por ativos de alto rendimento como Solana em meio à consolidação do BTC.

O comportamento sugere confiança de médio prazo na rede Solana, mas com risco de reversão se o mercado piorar.

Implicações e Níveis a Observar

O domínio das baleias no Bitcoin, combinado com distribuição de altcoins (depósitos médios subiram de 40.000 para 49.000 diários) e declínio em inflows de stablecoins, configura um cenário de risco para downside no mercado cripto. No entanto, o acúmulo em Solana indica rotação setorial possível.

Investidores devem acompanhar o Whale Exchange Ratio — quedas abaixo de 0,5 podem sinalizar alívio na pressão — e fluxos de stablecoins. No Bitcoin, observe a média móvel de 50 dias em torno de US$ 65.000 como suporte crítico. Dados on-chain continuam essenciais para navegar essa dinâmica.


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Pêndulo dourado de Bitcoin no ponto de inflexão após crash, com portal 75K luminoso no horizonte, sinalizando possível reversão técnica

Bitcoin em Inflexão: Crash Apaga Ganhos e Mira US$ 75 Mil

O mercado cripto retraíu quase todos os ganhos acumulados após as eleições americanas de 2024, com perda de cerca de 40% desde o pico de outubro de 2025. Total3 Market Cap caiu de US$ 1,19 trilhão para US$ 713 bilhões, enquanto o Bitcoin oscila em torno de US$ 68 mil após mínimo de US$ 60 mil. Apesar da pressão persistente de baleias, os dados indicam diminuição na venda geral, com setup técnico sugerindo inflexão para US$ 75 mil.


Retrace dos Ganhos Pós-Eleitorais

Os dados do Total3 Market Cap, excluindo Bitcoin e Ether, mostram alta de 91% logo após 5 de novembro de 2024, atingindo US$ 1,16 trilhão em dezembro. O indicador recuou para US$ 900 bilhões em janeiro de 2025, com breve recuperação para US$ 1,13 trilhão antes da posse de Donald Trump. Novo pico em outubro de 2025 foi interrompido por crash histórico, deixando o mercado nos níveis de novembro de 2024.

O Bitcoin perdeu mais de 50% do pico ao trough, caindo para US$ 60 mil, com recuperação limitada a US$ 68 mil. Ether retraiu 60% de seu ATH de quase US$ 5 mil em agosto de 2025. Fear & Greed Index marca 14, nível de extremo medo.

Pressão de Venda em Queda, Baleias Persistem

Os influxos de Bitcoin em exchanges centralizadas diminuíram de 60 mil BTC em 6 de fevereiro para média de 23 mil BTC nos últimos sete dias, segundo CryptoQuant. Essa moderação reduz a pressão vendedora geral, embora fluxos permaneçam elevados ante meses anteriores.

O Exchange Whale Ratio atingiu 0,64, maior desde 2015, com 64% dos depósitos vindos das 10 maiores entradas. Baleias continuam despejando, em meio à ‘grande redistribuição’ de 2025, com BTC caindo 46% de US$ 126.080 para US$ 67.582 recentemente.

Setup Técnico de Reversão Alcista

Análise no TradingView identifica Change of Character (CHoCH) em US$ 68 mil, mudando o caminho de menor resistência para cima. Preço consolida perto de US$ 65.200, absorvendo alavancagem varejista e preenchendo ordens institucionais. Alvo em US$ 75 mil, onde reside liquidez significativa.

Catalisadores incluem clareza regulatória via GENIUS Act e Digital Asset Market Clarity Act, estabilização da política monetária dos EUA e retorno de liquidez asiática pós-Ano Novo Lunar. Fear & Greed em 7 reflete medo extremo no varejo, contrastando com re-acumulação institucional.

Níveis Chave e Cotação Atual

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 353.017,67 às 06:20 de 22/02/2026, com variação de -0,09% em 24h e volume de 102,31 BTC. Dólar a R$ 5,18. Níveis a observar: suporte em US$ 65.200, resistência em US$ 75 mil. Os dados sugerem monitoramento de fluxos on-chain e indicadores de sentimento para confirmar inflexão.


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Cadinho purificando metal dourado com 28% gravado no lingote emergente, simbolizando desalavancagem de 28% fortalecendo o mercado Bitcoin

Reset Saudável: Bitcoin Remove 28% da Alavancagem e Fortalece Mercado

O mercado de derivativos do Bitcoin na Binance registrou uma redução de 28,5% na alavancagem, medida pelo Estimated Leverage Ratio (ELR), caindo de 0,1980 para 0,1414 após a queda de preço no início de fevereiro. Paralelamente, os funding rates em CEX e DEX indicam que o sentimento de baixa está diminuindo, apesar da oscilação atual em torno de US$ 67.950. Os dados sugerem um reset saudável, com menor risco de liquidações em cascata e estrutura de mercado mais resiliente para investidores de médio prazo.


O Conceito de Desalavancagem no Mercado de Bitcoin

A desalavancagem ocorre quando posições alavancadas excessivas são liquidadas, geralmente após movimentos adversos de preço. No caso do Bitcoin, a alta alavancagem prévia — com ELR acima de 0,19 — indicava risco elevado de volatilidade amplificada. Valores altos no ELR refletem open interest elevado em relação às reservas da exchange, tornando pequenas oscilações capazes de disparar liquidações em cadeia.

Os dados mostram que essa limpeza removeu o excesso de especulação, deixando o mercado com posições mais sustentáveis. Segundo análise on-chain, essa redução de 28,5% no ELR alivia a pressão sobre o preço, pois diminui a probabilidade de cascades de liquidação. Para traders, isso significa um ambiente técnico menos frágil, embora ainda dependente de demanda orgânica no spot market para reconstruir momentum altista.

Em contextos históricos, eventos semelhantes precederam consolidações estáveis, com o mercado se fortalecendo após a remoção de leverage tóxico. No entanto, os números atuais apontam para neutralidade restaurada, não para euforia imediata.

Evolução do Estimated Leverage Ratio (ELR) na Binance

O ELR, calculado como a razão entre open interest e reservas da exchange, atingiu 0,1980 no final de janeiro, sinalizando superaquecimento. Após a correção de preço para mínimas não vistas desde novembro de 2024, o indicador ajustou-se para 0,1414 — uma queda precisa de 28,5%. Esse nível é considerado normal, alinhado a períodos de menor risco especulativo.

Gráficos on-chain confirmam que a liquidação afetou principalmente posições compradas superalavancadas, fechadas pela queda. Isso equilibra a estrutura de mercado, reduzindo a sensibilidade a choques de preço. Investidores de médio prazo podem observar esse dado como proxy de estabilidade: ELR abaixo de 0,15 historicamente correlaciona com menor volatilidade intradiária no Bitcoin.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 353.144,68 (variação +0,07% em 24h) reflete essa estabilização, com volume de 102,74 BTC negociado nas exchanges brasileiras.

Funding Rates Revelam Redução no Viés de Baixa

Os funding rates, taxas pagas entre comprados e vendidos em contratos perpétuos, caíram para níveis próximos ao benchmark de 0,005% a 0,01% em principais CEX e DEX. Valores persistentemente negativos indicavam domínio de baixa, com comprados pagando vendidos para manter posições. A recente redução no pessimismo sugere equilíbrio restaurado, com menos pressão de curto prazo sobre o preço.

Em oscilação entre suportes e resistências, o Bitcoin beneficia-se dessa dinâmica: funding rates menos negativos diminuem incentivos para novas aberturas de vendidos agressivos. Dados de 22 de fevereiro confirmam o abrandamento, alinhando-se ao deleveraging observado. Para análise técnica, monitore funding rates em plataformas como Coinglass para detectar shifts em sentiment.

O dólar a R$ 5,18 contextualiza o BTC em ~R$ 352 mil, reforçando a visão de consolidação sem pânico excessivo.

Níveis Técnicos a Observar no Curto Prazo

Situação atual: BTC em US$ 67.950, com ELR normalizado e funding neutro. Contexto técnico aponta suportes em US$ 67.000 (média móvel 50-dias) e resistências em US$ 70.000. Volumes no spot precisam aumentar para validar upside sustentável.

Os dados sugerem menor propensão a crashes súbitos, mas volatilidade persiste. Traders devem rastrear ELR acima de 0,16 como alerta de risco renovado e funding positivo como sinal de otimismo crescente. Essa combinação oferece base sólida para decisões informadas, priorizando gestão de risco em horizontes de médio prazo.


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Estrutura brutalista com linha 80K acima de núcleo Bitcoin tensionado, fluxos vermelhos e gauge MVRV no vermelho sinalizando estresse em ETFs

Bitcoin abaixo do custo dos ETFs: MVRV acende alerta

Os dados on-chain revelam que o Bitcoin (BTC) está negociando abaixo do custo médio de aquisição dos ETFs de spot, estimado em US$ 80.000. O indicador MVRV (Market Value to Realized Value) para esses veículos caiu abaixo de 1, configurando um cenário de pressão crescente sobre investidores institucionais, conforme análise recente. Paralelamente, os ETFs registram cinco semanas consecutivas de saídas líquidas, totalizando US$ 3,8 bilhões (Cointelegraph). Segundo o Cointrader Monitor, o BTC cotava a R$ 354.541,58 às 18:54 de hoje, com alta de 0,88% em 24 horas. Esse setup técnico levanta questões sobre possível capitulação ou armadilha de baixa.


O Indicador MVRV e Seu Significado Técnico

O MVRV compara o valor de mercado do Bitcoin ao seu valor realizado, calculado como a média dos preços de aquisição dos detentores. Quando abaixo de 1, indica que o preço atual está inferior ao custo médio, gerando prejuízos não realizados generalizados. Para os ETFs de Bitcoin, esse patamar reflete estresse entre grandes players institucionais, que acumularam posições acima de US$ 80.000.

Historicamente, MVRV sustentado abaixo de 1 sinaliza condições de alta pressão vendedora, com tentativas de recuperação enfrentando resistência na região do custo realizado. Analistas observam que estabilização entre 0,8 e 0,9 pode preceder exaustão da venda, mas declínio adicional ampliaria saídas, conforme os dados da CryptoQuant. No atual ciclo, com BTC em US$ 68.000 (R$ 352.000 a R$ 5,18/US$), esse nível atua como barreira imediata.

Os números exatos mostram MVRV dos ETFs em queda, reforçando a dominância de perdas sobre ganhos no coorte institucional. Traders monitoram essa métrica para avaliação de capitulação.

Saídas Consecutivas dos ETFs de Spot

Desde o final de janeiro, os ETFs de Bitcoin nos EUA acumulam US$ 3,8 bilhões em saídas líquidas ao longo de cinco semanas, com a semana encerrada registrando US$ 315,9 milhões em resgates, segundo SoSoValue. A maior saída ocorreu na semana de 30 de janeiro, com US$ 1,49 bilhão saindo dos fundos.

Embora haja influxos pontuais — como US$ 88 milhões na sexta-feira —, os resgates superam, refletindo redução de risco institucional em meio a incertezas macro, como tensões geopolíticas e dados econômicos. Ativos líquidos totais nos ETFs somam US$ 85,31 bilhões, ou 6,3% da capitalização do BTC. Esse fluxo negativo pressiona o preço spot, alinhando-se ao MVRV deprimido.

Analistas apontam que, apesar dos US$ 54 bilhões em influxos acumulados desde o lançamento, o ritmo recente sugere cautela entre gestores de ativos.

Pressões Regulatórias e Níveis a Observar

O ambiente regulatório adiciona camadas de complexidade. Na Europa, autoridades holandesas ameaçam o mercado de previsões Polymarket com multa semanal de €420.000 por operação sem licença, classificando-o como jogo ilegal. Embora não diretamente ligado a ETFs, esse escrutínio reflete maior aversão a risco em ativos digitais.

No gráfico diário, suporte imediato em US$ 67.000 (próximo da mínima recente); resistência em US$ 80.000 (custo ETF). Médias móveis de 50 e 200 dias convergem em zona de US$ 75.000. Volume 24h indica baixa convicção compradora. Traders atentam para estabilização do MVRV e reversão de saídas para sinal de fundo.

Em resumo, os dados mostram pressão técnica e fundamental, mas sem viés direcional claro. Monitorar claims de desemprego nos EUA e índice de medo e ganância (atual em extremo medo) para próximos movimentos.


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Balança isométrica com bloco Ethereum afundado marcado -14%, simbolizando liderança em desvalorização por MVRV entre altcoins

Ethereum lidera ranking de altcoins desvalorizadas por MVRV

Os dados da métrica MVRV de 30 dias revelam o Ethereum como a altcoin mais desvalorizada, com -14,3% de subvalorização, seguido por Bitcoin (-6,9%), Chainlink (-5,1%), XRP (-4,1%) e Cardano (-2,0%). Paralelamente, o Zcash registra queda de 66% desde novembro, pressionado pelos planos do Ethereum para implementar endereços stealth e provas zero-knowledge (ZK), elevando a competição no setor de privacidade. Essa análise oferece uma bússola quantitativa para avaliação de ativos.


Ranking da Métrica MVRV

A métrica Market Value to Realized Value (MVRV) de 30 dias, calculada pela Santiment, mede o grau de sobre ou subvalorização com base nos retornos médios dos traders. Valores negativos indicam que o valor de mercado está abaixo do realizado, sugerindo potencial de recuperação histórica.

No topo da lista de desvalorizadas, o Ethereum (ETH) apresenta -14,3%, o maior desconto entre as large caps analisadas. O Bitcoin segue com -6,9%, enquanto Chainlink (LINK) marca -5,1%. XRP e ADA fecham o top 5 com -4,1% e -2,0%, respectivamente. Esses números refletem o mercado distante de seus picos de 2025, com ativos negociados entre 46% e 91% abaixo de máximas históricas.

Atualmente, o ETH cotado a cerca de US$ 1.987 (R$ 10.272) luta para recuperar os US$ 2.000, enquanto o BTC está em US$ 68.319 (R$ 354.618, segundo o Cointrader Monitor, variação +0,92% em 24h).

Desempenho de Preços e Distância de ATHs

O Ethereum atingiu máxima de quase US$ 5.000 em 2025, próximo ao ATH anterior, mas recuou 60% desde então. O Bitcoin, com novo ATH acima de US$ 126.000 em outubro, opera 46% abaixo. Chainlink, sem novos topos recentes, está 83% distante de US$ 52,70 (2021), negociado a US$ 8,88.

XRP, que atingiu US$ 3,65 em julho passado, caiu 60% para US$ 1,45. Cardano é o pior performer, 91% abaixo de US$ 3,00 (2021), em US$ 0,28. Esses descontos acumulados reforçam a leitura de subvalorização pelo MVRV, especialmente para ETH e BTC, que expandiram capacidades de rede apesar das quedas.

Os dados mostram correlação entre distância de ATH e MVRV negativo, com ADA apresentando o maior drawdown relativo.

Competição em Privacidade: ETH vs. Zcash

Enquanto o ETH se destaca em valuation, o Zcash (ZEC) enfrenta desafios competitivos. O preço do ZEC despencou 66% de US$ 745 (novembro 2025) para US$ 259, reduzindo sua capitalização de US$ 12 bilhões para US$ 4,29 bilhões. O interesse aberto em futuros caiu para US$ 377 milhões, de US$ 1,38 bilhão.

O Ethereum planeja stealth addresses via ERC-5565, ocultando remetente e destinatário em transações públicas, similar aos shielded addresses do ZEC. Além disso, integrações ZK no layer-1 visam aprimorar privacidade nativa. Cardano avança com a sidechain Midnight, lançamento previsto para março.

No gráfico semanal, ZEC consolida entre US$ 15-85 (acumulação Wyckoff), subiu para markup, mas agora entra em distribuição, abaixo das EMAs de 50 e 100 semanas, formando padrão de bandeira baixista. Suporte próximo em US$ 200.

Níveis a Monitorar

Para Ethereum, observe resistência em US$ 2.000 e suporte em níveis de MVRV histórico. No Zcash, o breakdown abaixo de US$ 385 sinaliza continuação baixista. O ranking MVRV sugere monitoramento de ETH para realinhamento com valor realizado, enquanto BTC e LINK oferecem descontos moderados.

Investidores devem acompanhar atualizações em privacidade do ETH, que podem impactar dinâmicas setoriais. Os dados quantitativos priorizam análise objetiva sobre narrativas especulativas.


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Estrutura glassmorphism comprimida com ondas luminosas divergindo bullish em núcleo dourado, simbolizando setup MACD de alta do Bitcoin em US$ 67.600

Divergência MACD: Setup Crítico do Bitcoin em US$ 67.600

O sinal de divergência no histograma MACD emerge como setup decisivo para o Bitcoin, que testa o nível crítico de US$ 67.600. Após sete dias de medo extremo no Fear & Greed (média ~9), o preço caiu 6% de US$ 70.330 para US$ 66.100, mas o histograma contraiu de -77.1 para -35.37, indicando perda de momentum vendedora. Os dados sugerem compressão de volatilidade, com alvos potenciais em US$ 70.800 (alta) ou US$ 64.800 (baixa). Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 354.832 (+1,09% em 24h).


Situação Semanal: Queda sem Capitulação

Os dados da semana de 15 a 19 de fevereiro registram uma desvalorização de US$ 4.230 (-6%), com range entre US$ 65.931 e US$ 70.330. O Fear & Greed permaneceu abaixo de 12 todos os dias, sinalizando medo extremo persistente. No entanto, o regime de mercado foi consistentemente de mean-reversion (Hurst <0,28), com ADX fraco (<30) e volatilidade comprimida (z-score -1,37 a -1,57). Saídas de ETF somaram US$ 173 milhões, contrastando com compras de instituições como MicroStrategy e Metaplanet.

O teste atual em US$ 67.600 coincide com a linha média de um canal ascendente de curto prazo, SMA20 e resistência institucional prévia. Momentum desacelera, com oscilador sugerindo possível recuo antes de continuação.

Divergência no MACD: Sinal Técnico Chave

O histograma MACD registrou expansão bearish inicial (de -21,84 no sábado para -77,1 na segunda), mas contraiu para -37,9 (quarta) e -35,37 (quinta). Essa contração durante novos lows de preço configura divergência de alta clássica, indicando esgotamento da pressão vendedora. DVOL subiu de 48,54 para 54,0, precificando expansão iminente, enquanto put/call ratio permaneceu neutro (0,74-0,77) e skew de 25-delta atingiu +20,56.

No canal ascendente, o preço busca reclaim acima de US$ 67.600 para confirmação bullish. Taker buy ratio variou de 60,8% (domingo, bullish) para 34,9% (quinta, seller-dominant), um trigger a monitorar.

Níveis Críticos: Bull e Bear

Cenário de Alta: Reclaim de US$ 67.600 (fechamento 1H) abre caminho para US$ 68.400 (meio do canal), US$ 69.350 (liquidez) e US$ 70.200-70.800 (expansão superior/Max Pain expiry sábado). Suporte no canal em US$ 66.700-66.900 oferece entrada alternativa com R:R até 8:1. Confirmação requer taker buy >50% e terceira contração no MACD.

Cenário de Baixa: Fechamento abaixo US$ 66.700 invalida o canal, mirando US$ 65.800 (suporte estrutural), US$ 64.800 (liquidez major) e US$ 63.000-64.000. DVOL >60 e DXY >98 acelerariam downside. Bollinger lower band em US$ 65.931 foi testada, mas não rompida.

Resistências intermediárias: US$ 66.614 (SMA20), US$ 67.098 (SMA50), US$ 70.000 (Max Pain, expira sábado).

Contexto Macro e Monitoramento

Macro mostrou risk-off inicial (VIX 21,2, DXY +1,03%), mas estabilizou com USDJPY revertendo para 154,98 (carry trade retornando). Ouro em US$ 5.028 reflete safe-haven persistente. Expiry de opções sábado em Max Pain US$ 70.000 cria tensão gamma.

Parâmetros acionáveis para o feriado: monitorar MACD histograma (terceira contração?), taker buy ratio e fechamento em US$ 67.600. Regime de compressão sugere resolução directionial rápida. Os números ditam: neutral bias até triggers confirmarem direção.


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Figura cartoon de Vitalik abrindo bolsa de ETH caindo de prisma Ethereum rachado, com marca 1.5K abaixo, alertando risco de queda do preço

Ethereum em xeque: Vendas de Vitalik e risco de US$ 1.500

Vitalik Buterin, cofundador do Ethereum, mantém 240 mil ETH avaliados em US$ 467 milhões, mas realizou vendas recentes de cerca de 2,9 mil ETH em fevereiro de 2026 para apoiar projetos open-source. Paralelamente, os dados técnicos indicam fraqueza, com analistas projetando possível queda para US$ 1.500 em meio a perda de suportes chave e redução na demanda institucional. O ETH negocia a US$ 1.979 (R$ 10.275), refletindo volatilidade no curto prazo.


Holdings e Movimentações de Vitalik Buterin

De acordo com análise da Arkham, divulgada em 17 de fevereiro de 2026, Buterin possui 240.010 ETH, representando 0,20% do suprimento total em circulação. Esse volume diminuiu de 662.810 ETH em dezembro de 2015, devido a vendas periódicas e inflação da rede. Recentemente, ele retirou 16.384 ETH em janeiro (cerca de US$ 43 milhões na época) e vendeu 2.961 ETH ao longo de três dias em fevereiro (US$ 6,6 milhões), utilizando o CoW Protocol para minimizar impacto no mercado.

Essas transações financiam iniciativas open-source, alinhadas ao compromisso de Buterin com a sustentabilidade da Ethereum Foundation, que entra em fase de austeridade moderada. Seu portfólio inclui posições menores em tokens como WHITE (US$ 1,16 milhão), MOODENG (US$ 442 mil) e KNC, com mais de 99% da riqueza ligada diretamente ao ETH. Dados on-chain posicionam Buterin como o maior holder individual acessível, atrás apenas de instituições como Binance e BlackRock.

Análise Técnica Aponta Fraqueza Estrutural

No gráfico semanal, o ETH perdeu o suporte de US$ 2.145, invalidando o padrão de cabeça e ombros invertido, sinal clássico de reversão altista. O preço caiu abaixo das médias móveis ponderadas de 50 e 200 semanas, com o Supertrend em configuração de baixa. O RSI atingiu 30 (sobrevenda), sugerindo potencial para recuo, mas a tendência de cinco semanas consecutivas de queda indica controle dos vendedores.

Atualmente a US$ 1.979, o ETH testa níveis próximos ao menor desde maio de 2025. Indicadores como volume e momentum confirmam a perda de tração, com possibilidade de teste em US$ 1.500 se o suporte atual falhar. Os dados mostram ausência de divergências altistas, reforçando viés de baixa no curto prazo.

Queda na Demanda e Riscos Geopolíticos

A demanda institucional pelo ETH diminuiu, com ETFs spot registrando saídas de US$ 130 milhões em um dia e US$ 450 milhões no mês, totalizando quatro meses seguidos de outflow. O open interest de futuros caiu de US$ 41 bilhões para US$ 23 bilhões, sinalizando redução de apostas longas.

Fatores macro agravam o cenário: tensões geopolíticas, como possível ataque dos EUA ao Irã sob Trump, podem elevar preços do petróleo e inflação, levando o Fed a considerar altas de juros. Apesar de métrica on-chain positivas — como TVL em DeFi recorde, fila de staking crescente e market share em RWA —, a dominância institucional pesa mais no momento.

Níveis a Monitorar no Curto Prazo

Investidores devem observar US$ 1.900 como suporte imediato e US$ 1.500 como alvo bearish. Uma recuperação acima de US$ 2.145 invalidaria o viés negativo, mas os dados atuais sugerem cautela. Métricas como RSI extremo e volume podem sinalizar reversão, mas sem confirmação técnica, a pressão de venda persiste. No Brasil, o ETH vale R$ 10.275, com dólar a R$ 5,18.


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Cúpula vermelha de posições short explodindo em energia cyan XRP e dourada, simbolizando squeeze massivo de liquidações no XRP

XRP: Liquidações de Posições Vendidas Explodem 1.190% em 4 Horas

Os dados mostram um desequilíbrio de liquidações de posições vendidas de 1.190% em 4 horas no XRP, com posições vendidas perdendo US$ 112.260 contra US$ 8.700 de posições compradas. Isso ocorre após uma recuperação de preço de US$ 1,38 para US$ 1,44, coincidindo com perdas realizadas semanais de US$ 1,93 bilhão, o maior volume desde 2022. Tal capitulação histórica sugere redução de pressão vendedora imediata.


Liquidações Dominam o Mercado de Derivativos

No último período de 4 horas, conforme CoinGlass, as posições vendidas no XRP sofreram liquidações expressivas de US$ 112.260, enquanto as compradas registraram apenas US$ 8.700. Esse desequilíbrio de 1.190% reflete o impacto do rebound de preço, que elevou o XRP de US$ 1,38 para um pico de US$ 1,44. O volume de negociações subiu 3,91% para US$ 2,32 bilhões em 24 horas.

Os dados indicam que traders com viés de baixa foram pegos de surpresa após uma tendência de baixa de 25,90% nos últimos 30 dias e 2,05% na semana. Tal configuração técnica aponta para um squeeze de posições vendidas, onde a alta força o fechamento compulsório de posições apalancadas.

Perdas Realizadas Alcançam Pico Histórico

Santiment registra US$ 1,93 bilhão em perdas realizadas semanais no XRP, nível não visto desde 2022. Historicamente, essa métrica de capitulação precedeu uma alta de 114% em 8 meses. Perdas realizadas ocorrem quando holders vendem abaixo do preço de aquisição, sinalizando esgotamento de vendedores fracos.

Após essa purga, a pressão de venda diminui, pois restam holders mais resilientes. O preço atual de US$ 1,44 (alta de 1,55% em 24h) reflete recuperação alinhada ao Bitcoin, apesar de queda mensal de 25,12%. No Brasil, o XRP cotado a R$ 7,46 (variação +1,47%) acompanha o dólar a R$ 5,18.

Contexto Técnico e Institucional

O XRP negocia abaixo de resistências chave em US$ 1,50, US$ 1,89 e US$ 2,00, com risco de volatilidade elevado. Indicadores como Bollinger Bands sugerem expansão de risco abaixo de US$ 1,45. Institucionalmente, inflows em ETFs de XRP subiram 83% para US$ 4,05 milhões em 24h.

Desenvolvimentos como bonds on-chain da SBI pagando em XRP (¥10 bi, US$ 64,5 mi) e stablecoin EUR CoinVertible da Société Générale no XRPL reforçam demanda. Três semanas consecutivas de inflows em ETFs de XRP indicam interesse sustentado.

Níveis a Monitorar

Suportes imediatos em US$ 1,38 (recente low) e US$ 1,43 (cotação atual). Rompimento acima de US$ 1,50 pode testar US$ 1,89. Volumes e liquidações continuarão definindo o próximo movimento. Dados on-chain mostram ciclo de lows ascendentes: US$ 0,10 (2020) para US$ 0,28 (2022), sugerindo piso em US$ 0,75-0,85 no atual.


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Barreira cristalina com 69.6K rompendo sob pressao vermelha de shorts, liberando explosao dourada-cyan rumo a 70K, simbolizando squeeze no Bitcoin

Squeeze de US$ 600 Mi Pode Impulsionar Bitcoin a US$ 70 Mil

Os dados do mercado de futuros indicam que um aumento de 4,3% no preço do Bitcoin, alcançando US$ 69.600, pode desencadear liquidações forçadas de mais de US$ 600 milhões em posições vendidas, conforme estimativas da CoinGlass. Esse fenômeno, conhecido como short squeeze, ocorre quando traders com apostas em queda são obrigados a recomprar o ativo, amplificando a alta. O BTC oscila entre US$ 65.900 e US$ 70.500 há uma semana, com resistência chave em torno de US$ 68.600.


O Que é um Short Squeeze no Mercado de Futuros

Um short squeeze acontece quando o preço de um ativo sobe rapidamente, forçando a liquidação de posições vendidas alavancadas. Traders que apostam na queda (shorts) depositam garantias; se o preço vai contra, as exchanges liquidam as posições para cobrir perdas, gerando compras automáticas que impulsionam ainda mais o preço.

Atualmente, o Bitcoin negocia próximo a US$ 68.160, segundo cotações recentes. Um rompimento acima de US$ 68.600 expõe US$ 600 milhões em posições vendidas, superando as liquidações de US$ 385 milhões vistas em fevereiro, quando o BTC subiu de US$ 60.200 para US$ 70.560. A taxa de funding perpétua negativa reforça o domínio dos ursos, mas indica vulnerabilidade.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 353.454 (-0,65% em 24h), alinhado à cotação global em dólar de cerca de US$ 68.100.

Níveis Técnicos e Catalisadores de Liquidação

O range atual de US$ 65.900-US$ 70.500 reflete estagnação, com baixa demanda por posições compradas nos futuros. No entanto, os dados da CoinGlass apontam US$ 69.600 como gatilho principal para o squeeze. Um movimento de 4,3% a partir de US$ 66.700 recentes bastaria para ativá-lo.

Indicadores como a taxa de funding anualizada abaixo de 6% e negativa recentemente mostram compromisso dos ursos, mas também risco elevado. Investidores devem monitorar o suporte em US$ 66.000, testado recentemente, e a resistência em US$ 68.600-US$ 69.600. Rompimentos podem acelerar o momentum altista.

Fatores macro contribuem: PIB dos EUA cresceu apenas 1,4% no Q4 2025, abaixo dos 2,9% esperados, com inflação PCE subindo 0,4% em dezembro, reduzindo chances de cortes de juros.

Recuperação do Hashrate e Avanços em Segurança

Os dados mostram recuperação do hashrate médio de sete dias para 1.100 exahashes/s, nível de janeiro, dissipando temores de migração de mineradores para IA. Isso fortalece a segurança da rede Bitcoin.

Além disso, o progresso do BIP-360 oferece proteção pós-quântica via soft fork compatível, ocultando chaves públicas até o gasto. Essas melhorias técnicas reduzem preocupações de longo prazo, potencializando confiança em um rally.

Tensões no Oriente Médio e ouro em US$ 35,2 trilhões (alta de 25% em três meses) podem direcionar fluxos para BTC, 47% abaixo de sua máxima histórica.

Níveis a Monitorar e Implicações

Os números sugerem que um squeeze pode impulsionar o BTC rumo a US$ 70.000, mas a convicção dos touros depende de volume em longs. Traders devem observar: suporte US$ 66.000, resistência US$ 68.600-US$ 69.600 e funding rates. Dados macro fracos no S&P 500 podem acelerar rotações para cripto.

Embora o cenário favoreça volatilidade altista, o mercado permanece neutro até rompimentos confirmados. Investidores autônomos podem usar esses níveis para posicionamento estratégico.


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Balança abstrata desequilibrada com formas baleia vermelhas e núcleo dourado pulsante, representando Sharpe Ratio baixo como zona de compra histórica do Bitcoin

Bitcoin em Zona de Compra Histórica pelo Sharpe Ratio

Os dados mostram que o Sharpe Ratio de curto prazo do Bitcoin atingiu -38,38, um nível historicamente baixo que precedeu grandes oportunidades de compra em 2015, 2019 e 2022, conforme análise da CryptoQuant. No entanto, uma divergência perigosa emerge: enquanto carteiras pequenas (varejo) aumentam posições em 2,5%, baleias e grandes investidores reduzem posições em 0,8%, segundo Santiment, limitando o potencial de recuperação sustentável.


O Que Revela o Sharpe Ratio

O Sharpe Ratio mede o retorno ajustado ao risco, calculando o excesso de rendimento sobre a volatilidade. Valores negativos indicam perdas relativas à oscilação de preços. No caso do Bitcoin, o indicador de curto prazo despencou para -38,38, um patamar extremo visto apenas quatro vezes na história do ativo.

Esse nível reflete alto estresse de mercado, com capitulação de traders e volumes baixos. Historicamente, tais extremos sinalizam exaustão vendedora, preparando o terreno para recuperações violentas. Os dados da CryptoQuant destacam que, após mínimas semelhantes, o Bitcoin registrou altas multimensais, apagando perdas significativas.

Atualmente, com o BTC negociado próximo de US$ 68.000, o indicador sugere uma zona de compra estatística, mas exige cautela devido a fatores macroeconômicos.

Ocorrências Históricas

As instâncias passadas do Sharpe Ratio em território similar ocorreram em momentos críticos: próximo de US$ 287 em 2015, US$ 4.100 em 2019 e US$ 15.000 no final de 2022. Cada episódio foi marcado por sentimento pessimista extremo e volatilidade elevada.

Após esses lows, o mercado viu influxo de capital, com valorizações que superaram os declínios prévios. Em 2015, seguiu-se uma alta anual; em 2019, recuperação pós-halving; e em 2022, alta rumo à máxima de 2025. Os padrões indicam que a pressão vendedora se esgota nesses pontos, mas o contexto atual inclui queda de 50% desde a máxima de US$ 126.200 em outubro de 2025.

Esses precedentes metodológicos reforçam a relevância do sinal, embora não garantam repetição exata.

Divergência On-Chain: Varejo vs. Baleias

Dados da Santiment revelam uma cisão estrutural desde o ATH de outubro de 2025. Carteiras com menos de 0,1 BTC — representando o varejo — elevaram sua participação na oferta em 2,5%, atingindo o pico desde meados de 2024. Esse acúmulo fornece suporte de base e momentum de curto prazo.

Em contraste, holders de 10 a 10.000 BTC (baleias e tubarões) diminuíram posições em 0,8%. Essa redução cria resistência superior, promovendo oscilações sem tendência clara. Para um rebound duradouro, os grandes players precisam pausar a distribuição ou inverter para acumulação, evitando que cada alta seja vendida em níveis elevados.

A dinâmica reflete um clássico fluxo de fundos: varejo sustenta o piso, mas baleias ditam a direção.

Cotação Atual e Níveis Críticos

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 353.646,80, com variação de -0,59% nas últimas 24 horas e volume de 244 BTC. Em dólares, opera em torno de US$ 68.187 (Dólar a R$ 5,18).

Níveis a observar incluem suportes em US$ 65.700 (recuperação parcial da queda recente) e resistências próximas de US$ 69.000. Volumes e decisões das baleias serão decisivos para confirmar o sinal do Sharpe Ratio.


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Personagens cartoon de regulador SEC carimbando stablecoins com 2% para corretor Wall Street, simbolizando aprovação regulatória e ponte institucional

SEC Permite Stablecoins com 2% Deságio em Capital de Corretoras

A Comissão de Valores Mobiliários dos EUA (SEC) realizou uma atualização discreta em seu FAQ sobre responsabilidades financeiras de broker-dealers, permitindo que essas entidades apliquem apenas um deságio de 2% (haircut) em holdings de stablecoins qualificadas para cálculos de capital líquido regulatório. Anteriormente, tais ativos enfrentavam deságio de 100%, equivalendo a exclusão total. Essa orientação, emitida em 19 de fevereiro de 2026, alinha stablecoins a instrumentos como fundos de mercado monetário, reduzindo custos de conformidade e abrindo portas para maior integração com finanças tokenizadas. Os dados indicam potencial para elevar a liquidez no ecossistema cripto-institucional.


O Que é o Deságio de 2% e Sua Mecânica

De acordo com as regras da Seção 15c3-1 da Lei de Valores Mobiliários, broker-dealers devem manter um buffer de liquidez mínima para proteger clientes em cenários adversos. Nesse cálculo, ativos são ajustados por deságios que refletem riscos de volatilidade ou liquidez. Stablecoins de pagamento qualificadas, respaldadas por reservas como treasuries e cash, agora recebem tratamento de 2%, similar a fundos de mercado monetário governamentais.

Antes dessa mudança, o deságio punitivo de 100% tornava holdings de stablecoins como USDC ou USDT economicamente inviáveis, zerando seu valor no balanço patrimonial para fins regulatórios. A comissária Hester Peirce, em declaração oficial, argumentou que essa abordagem era excessiva, dado os requisitos de reserva mais rigorosos sob o GENIUS Act. Os números mostram: uma posição de US$ 100 milhões em stablecoins passa a contribuir com US$ 98 milhões ao capital, liberando recursos para operações expandidas.

Essa precisão metodológica — 98% de reconhecimento — é calculada com base em padrões estaduais pré-GENIUS, como licenças de remessa e auditorias mensais, garantindo conformidade transitória até julho de 2026.

Contexto Regulatório e Timing Estratégico

A orientação surge no contexto do GENIUS Act, assinado em julho de 2025, que estabelece o primeiro framework federal para stablecoins de pagamento, com reservas, licenças e distinção de outros ativos digitais. A SEC, via seu Crypto Task Force sob Peirce, vem substituindo enforcement por guidance desde janeiro de 2025, incluindo custódia de criptoativos e ATS para trading.

Essa FAQ expandida cobre desde obrigações de transfer agents até proteção SIPC, oferecendo clareza. Peirce solicitou feedback público para revisões formais na Rule 15c3-1, sinalizando integração sistemática. Os dados do IMF reforçam: stablecoins provaram utilidade em pagamentos cross-border e inclusão financeira, agora viabilizados por canais regulados.

O timing precede prazos federais (FDIC e OCC implementando regras até julho 2026), preenchendo lacunas entre legislação e regras existentes da SEC.

Impactos na Liquidez e Operações Institucionais

Para broker-dealers como Robinhood e Goldman Sachs, essa mudança libera capital para custódia de securities tokenizados, criação de ETPs e liquidação em blockchain. Analistas como Tonya Evans destacam: “Stablecoins agora são capital operacional, não penalidade financeira”. Cody Carbone, da Digital Chamber, nota redução de incerteza para compliance.

Os efeitos cascata incluem maior liquidez em finanças tokenizadas: custodiantes e ATS podem usar stablecoins sem drenagem de capital. Larry Florio, da Ethena Labs, enfatiza: cálculos de capital ditam viabilidade de negócios cripto. Isso potencializa serviços integrados cripto-tradicional, beneficiando investidores com canais confiáveis versus offshores arriscados.

No curto prazo, monitorar adoção: volumes de stablecoins em balanços de broker-dealers e feedback à SEC indicarão adesão.

Implicações e Níveis a Observar

Embora guidance informal seja reversível, sinaliza transição para regras formais. Estados devem certificar frameworks até julho 2026, com fricções federais-estaduais persistentes, como em NY. Legislação como CLARITY Act pode complementar, definindo securities vs commodities.

Os dados sugerem: maior TVL em DeFi regulado e adoção institucional. Vale observar volumes de transação em stablecoins por broker-dealers e revisões SEC até Q3/2026. Essa ponte Wall Street-dólar digital fortalece resiliência sistêmica, mas depende de execução legislativa.


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Nuvem de poeira digital dissipando-se e revelando pilar cristalino estável, simbolizando calmaria no preço Bitcoin pós-expiração de US$ 2 bi em opções

Pós-Expiração US$ 2 Bi Opções BTC: Poeira Baixou no Mercado?

A expiração de cerca de US$ 2 bilhões em opções de Bitcoin na Deribit, ocorrida às 08:00 UTC desta sexta-feira (20/02/2026), resultou em volatilidade moderada. O preço spot, que negociava em torno de US$ 68.182 pré-vencimento, registra agora US$ 67.699, uma queda de aproximadamente 0,7% no intervalo. O max pain em US$ 70.000 não foi testado, com open interest concentrado em strikes de US$ 60.000 e US$ 50.000 exercendo pressão de baixa limitada. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC cotado a R$ 351.299 apresenta variação de +0,69% em 24 horas, com volume de 262,44 BTC.


Resumo dos Dados da Expiração

Os dados pré-expiração indicavam 30.600 contratos com valor nocional de US$ 2 bilhões, relação put/call de 0,59 favorecendo calls, mas com open interest (OI) elevado nos strikes de US$ 60.000 (US$ 1,2 bilhão) e US$ 50.000 (US$ 1 bilhão). O OI total de opções BTC em todas as exchanges alcançava US$ 36,5 bilhões, com skew call-heavy, porém demanda por proteção downside via puts no strike de US$ 58.000 (equivalente a 2.140 BTC). O max pain em US$ 70.000 sugeria potencial atração do preço para esse nível, onde mais opções expirariam sem valor.

Paralelamente, 212.000 contratos de Ethereum expiraram com US$ 404 milhões nocionais, put/call de 0,75 e max pain em US$ 2.050. O ETH negociava próximo a US$ 1.972, com ajustes de posições alavancadas pelo trader Huang Licheng (25x leverage em 7.800 ETH).

Reação do Preço Pós-08:00 UTC

Desde a expiração, o Bitcoin oscilou entre máxima de US$ 68.295 e mínima de US$ 66.510 nas últimas 24 horas, conforme cotações em tempo real. O preço atual de US$ 67.699 (+1,07% em 24h) reflete recuo modesto em relação ao spot pré-vencimento, sem rompimento da resistência em US$ 70.000. No mercado brasileiro, a cotação em reais confirma estabilidade, com BTC a R$ 351.308 (+0,76%) e dólar a R$ 5,1765 (-0,65%).

Os dados mostram que a liquidez concentrada nos strikes inferiores (US$ 60k/US$ 50k) pode ter ancorado o preço abaixo do max pain, evitando spike altista. Volume spot permaneceu baixo, com market cap total em US$ 2,37 trilhões, -46% do pico recente.

Níveis Técnicos Pós-Expiração

Com a remoção de OI dos contratos expirados, a estrutura técnica do BTC apresenta suporte imediato em US$ 66.500 (próximo à mínima diária), seguido de US$ 60.000 (strike anterior). Resistência primária permanece em US$ 70.000, com média móvel de 50 períodos alinhada nessa zona. Para ETH, o range de US$ 1.966-2.002 continua relevante, coincidindo com consolidação atual em US$ 1.950-2.050.

Traders devem monitorar o OI residual pós-expiração e volume em exchanges como Deribit para sinais de direção. A predominância de calls expirando out-of-the-money reforça viés neutro, com potencial para sideways até novos catalisadores.

Implicações para Investidores Brasileiros

No contexto local, o BTC a R$ 351 mil oferece estabilidade relativa, apesar da volatilidade global. A estratégia de Huang Licheng, com stops em zona crítica, exemplifica gerenciamento de risco em alavancagem alta (25x), resultando em prejuízo flutuante de US$ 253.000. Investidores devem observar variações cambiais (dólar em queda) e volume local de 262 BTC em 24h para decisões posicionais.

Os números indicam que o impacto da expiração foi contido, sem reconfiguração drástica da estrutura de mercado. Próximos níveis a observar: suporte US$ 66.500 e resistência US$ 70.000.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Triângulo cristalino geométrico com energia cyan-dourada pressurizada no ápice, simbolizando padrão técnico de Ethereum em ponto de decisão

Ethereum em Ponto de Decisão: Triângulo 4h Ameaça US$ 4 Bi em Liquidações

O Ethereum (ETH) encontra-se em um ponto técnico crítico no gráfico de 4 horas, formando um triângulo de compressão de volatilidade que sinaliza um rompimento iminente. Os dados mostram o preço aproximando-se do ápice da figura, com suporte ascendente em torno de US$ 1.800 e resistência descendente limitando avanços. Um rompimento para cima pode liquidar US$ 4,23 bilhões em posições vendidas em exchanges centralizadas principais, conforme análise de liquidações da Coinglass. Atualmente, o ETH negocia a US$ 1.966, próximo do limiar de US$ 2.000.


Situação no Gráfico Diário

No timeframe diário, o Ethereum permanece confinado em um canal descendente, com a linha média atuando como resistência dinâmica e a zona de US$ 1.800 servindo como base estrutural de demanda. Após uma venda agressiva recente, o preço entrou em consolidação agitada, caracterizada por candles sobrepostos e retrações menores, indicando equilíbrio e indecisão entre compradores e vendedores.

Os dados revelam que tentativas de alta foram contidas abaixo de resistências significativas, enquanto vendedores não conseguiram romper o suporte inferior. Essa dinâmica sugere range-bound até violação clara de uma das fronteiras: rompimento acima da linha média abriria caminho para US$ 2.300–2.500, enquanto perda de US$ 1.800 invalidaria o equilíbrio e favoreceria impulso baixista.

Atualmente, com cotação em US$ 1.966 (equivalente a cerca de R$ 10.204), o mercado reflete estabilidade relativa, mas com potencial para aceleração direcional.

Compressão no Gráfico de 4 Horas

No gráfico de 4 horas, a formação do triângulo é evidente, delimitado por resistência descendente e suporte ascendente. Essa contração de volatilidade aproxima o preço do ápice, aumentando a probabilidade de rompimento decisivo nos próximos candles.

As mínimas mais altas recentes dentro do padrão indicam demanda de curto prazo melhorando, elevando chances de resolução altista. No entanto, enquanto o ETH permanecer abaixo do nível de 0,5 Fibonacci em US$ 2.396, a estrutura configura correção dentro da tendência baixista dominante.

Um rompimento confirmado acima do triângulo, seguido de reclaim de US$ 2.396, direcionaria momentum para 0,618 Fib em US$ 2.549 e cluster de retração 0,702–0,786 próximo a US$ 2.658–2.767, coincidente com zona de oferta identificada.

Potencial de Liquidações em Exchanges

Dados de liquidação da Coinglass destacam intensidade acumulada: ultrapassar US$ 2.000 pode disparar US$ 4,23 bilhões em posições vendidas em CEXs principais, representando reação forte de liquidez. Essa métrica reflete não o valor exato de contratos, mas a força relativa de clusters de liquidação próximos.

Colunas mais altas no mapa de liquidações indicam maior impacto, com compradores forçados a cobrir posições gerando pressão compradora adicional e potencial “liquidez cascata”. Inversamente, queda abaixo de US$ 1.900 exporia US$ 5,82 bilhões em posições compradas, ampliando downside.

Esses níveis atuam como zonas de alta densidade de alavancagem, onde movimentos de preço podem auto-reforçar via feedback positivo de liquidações.

Níveis Chave e Indicadores de Sentimento

O Taker Buy/Sell Ratio em todas as exchanges permanece abaixo de 1.0 por período prolongado, sinalizando domínio de sells agressivos alinhado à estrutura baixista de timeframes superiores. Contudo, rebound recente e estabilização da EMA de 30 dias sugerem enfraquecimento da pressão vendedora.

Níveis a observar incluem suporte em US$ 1.800–1.746 caso falhe o rompimento altista do triângulo. Um ratio acima de 1.0 sustentado confirmaria compras agressivas, elevando probabilidade de breakout.

Os dados posicionam o ETH em inflecção técnica, com Fibonacci e mapa de liquidações definindo alvos precisos para traders monitorarem.


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Baleia cartoon colossal emergindo de oceano turbulento com rede de BTC dourados, ignorando ondas vermelhas de queda e simbolizando acumulação institucional

Baleias Acumulam US$ 2 Bilhões em Bitcoin Ignorando Queda para US$ 67 Mil

Os dados on-chain mostram que baleias acumularam mais de 30.000 BTC na última semana, equivalendo a cerca de US$ 2 bilhões ao preço médio de US$ 67.000. Apesar da queda recente do Bitcoin para essa zona de suporte, grandes holders demonstram convicção compradora. Paralelamente, a BlackRock transferiu US$ 270 milhões em BTC e ETH para a Coinbase Prime, em meio a resgates nos ETFs. Esse contraste entre pânico no varejo e ação da mão forte levanta questões sobre o próximo movimento de preço.


Acumulação Massiva por Baleias

De acordo com análise on-chain divulgada pelo analista Ali Martinez e reportada em múltiplas fontes, baleias — endereços com pelo menos 1.000 BTC — adicionaram mais de 30.000 unidades às suas carteiras nos últimos sete dias. Ao preço médio de negociação de aproximadamente US$ 67.000, essa atividade representa um volume de aquisição superior a US$ 2 bilhões.

Os dados, extraídos de plataformas como Glassnode ou similares, indicam que essa acumulação ocorreu precisamente durante a queda atual, com o Bitcoin testando o suporte em torno de US$ 67.000. Historicamente, compras agressivas por grandes holders em níveis de baixa têm precedido estabilizações ou reversões, embora não haja garantia de repetição. A intensidade da acumulação semanal sugere posicionamento para um possível reset de liquidez.

No curto prazo, o volume de transações de baleias contrasta com o varejo, que registra maior aversão ao risco abaixo dos US$ 70.000. Métricas como o Net Unrealized Profit/Loss (NUPL) podem estar sinalizando um ponto de capitulação para holders menores.

Movimentações Institucionais da BlackRock

A gestora BlackRock, maior emissora de ETFs de Bitcoin nos EUA, depositou 2.563 BTC (US$ 173 milhões) e 49.852 ETH (US$ 97 milhões) na Coinbase Prime na sexta-feira, 20 de fevereiro. Essa transferência ocorre em contexto de saídas significativas: o ETF IBIT registrou saídas líquidas de US$ 368 milhões nos últimos três dias, contribuindo para os US$ 404 milhões totais dos 11 ETFs de Bitcoin americanos.

O fundo ETHA perdeu US$ 104 milhões no mesmo período. Tais movimentações são rotineiras para criação e resgate de shares de ETF, ajustando o suprimento conforme demanda institucional. Não necessariamente indicam venda no mercado aberto, mas refletem realocação de ativos custodiais. Plataformas como Arkham Intelligence rastreiam essas transações em tempo real, transparentizando fluxos de grandes players.

Esses depósitos reforçam o papel das instituições na liquidez do Bitcoin, mesmo em fases de retração semanal.

Contexto Técnico e Cotação Atual

O Bitcoin negocia atualmente em torno de US$ 67.746, com alta de 1,14% nas últimas 24 horas. Em reais, segundo o Cointrader Monitor, o preço médio ponderado é de R$ 351.574,36, com variação positiva de 0,83% no dia e volume de 261,82 BTC.

Técnicamente, US$ 67.000 atua como suporte chave, próximo à média móvel de 50 dias. Resistências imediatas estão em US$ 68.000 e US$ 70.000. Indicadores como RSI (14) em zona neutra (~45) sugerem ausência de sobrevendido extremo, alinhando-se à acumulação observada.

O dólar está cotado a R$ 5,1765, influenciando a paridade BTC/BRL.

Implicações para o Mercado

A divergência entre acumulação de baleias e outflows de ETFs ilustra a dinâmica bipolar do mercado: mão forte aproveitando dips, enquanto fluxos spot refletem ajustes institucionais. Dados on-chain priorizam a oferta em cold wallets, onde 30.000 BTC a menos em circulação reforçam pressão de alta potencial.

Investidores devem monitorar níveis de US$ 67.000 (suporte) e US$ 68.000 (resistência), além de inflows semanais em ETFs. A continuidade da acumulação por baleias pode estabilizar o preço, preparando terreno para o próximo ciclo de liquidez.


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Cristal de rede Bitcoin emergindo em V com núcleo 1ZH/s luminoso e camadas endurecendo, simbolizando recuperação de hashrate e dificuldade recorde

Hashrate Bitcoin Atinge 1 ZH/s: Recuperação em V e Dificuldade +15%

Os dados mostram que o hashrate do Bitcoin recuperou em formato de V, atingindo 1 ZH/s após queda de 30% provocada por uma onda de frio nos EUA. Paralelamente, a dificuldade de mineração saltou 15% para 144,4 trilhões, o maior ajuste desde 2021. Essa resiliência estrutural ocorre apesar de preços em torno de US$ 67.000, destacando a força da rede.


Ajuste Recorde na Dificuldade de Mineração

A dificuldade de mineração do Bitcoin ajustou-se para 144,4T no bloco 937.440, representando um aumento de 15% — o maior em termos absolutos, com +18,5T, superando picos anteriores. Esse movimento reverteu uma queda prévia de 11% causada pela tempestade invernal que desconectou cerca de 200 EH/s de hashrate. Segundo o explorador Mempool, a rede levou 11 anos para acumular 15T de dificuldade anteriormente, evidenciando a aceleração recente.

O mecanismo de ajuste automático, a cada 2.016 blocos (cerca de duas semanas), mantém o tempo médio de bloco em 10 minutos, independentemente da potência computacional. Com o Bitcoin cotado a R$ 351.104,47 segundo o Cointrader Monitor (+0,48% em 24h), o salto pressiona a rentabilidade dos mineradores menores.

Recuperação do Hashrate para 1 ZH/s

O hashrate global, métrica da potência computacional total, caiu para 826 EH/s durante a crise climática, mas recuperou rapidamente para 1 ZH/s (1.000 EH/s), superando níveis pré-queda. Mineradores participaram de programas de demanda de energia, desligando equipamentos temporariamente, o que elevou o tempo de bloco para mais de 12 minutos.

Dados da CryptoQuant indicam que a média móvel de sete dias de saídas de Bitcoin de carteiras de mineradores atingiu o menor nível desde maio de 2023, sugerindo retenção de ativos. Historicamente, tais recuperações em V precedem altas de preço, como em 2021 pós-proibição chinesa, quando o hashrate subiu de 95 EH/s para níveis recordes junto ao preço.

Implicações para Segurança e Mineradores

Um hashrate elevado reforça a segurança da rede, elevando o custo de um ataque de 51%. Apesar disso, o hashprice está em mínimos multianuais de US$ 23,9 por PH/s, com custo de produção estimado em US$ 84.000 por BTC — superior ao preço spot de US$ 67.400 (aproximadamente R$ 351 mil com dólar a R$ 5,21).

Grandes operadores com energia barata, como nos Emiratos Árabes, reportam ganhos não realizados de US$ 344 milhões. Empresas listadas, como Bitfarms e Riot Platforms, diversificam para IA e HPC, buscando receitas alternativas. Mineradores menores enfrentam margens comprimidas, acelerando consolidação do setor.

Níveis a Monitorar e Perspectivas Técnicas

Os dados sugerem resiliência estrutural: dificuldade máxima anterior foi 155T em novembro de 2025. Correlações históricas apontam que rompimentos de resistências como US$ 71.693 podem alinhar preço ao hashrate. Métricas como volume de saídas de mineradores e hashprice merecem atenção para avaliar sustentabilidade.

Em contexto de retração de 46,5% desde o ATH de outubro (US$ 126.000), a rede Bitcoin demonstra adaptação automática, priorizando estabilidade sobre flutuações de preço.


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Executivos cartoon ativando painel 24/7 com globo digital iluminado e fluxo dourado, celebrando lançamento de trading cripto na CME

CME Lança Trading 24/7 Após US$ 3T em Volume Cripto

O CME Group, maior bolsa de derivativos do mundo, anunciou a introdução de trading quase contínuo para seus derivativos de criptomoedas na plataforma CME Globex, com início previsto para 29 de maio de 2026, sujeito a aprovação regulatória. A mudança responde à demanda recorde por ferramentas de gerenciamento de risco, destacando-se o volume notional de US$ 3 trilhões negociado em 2025, em meio à queda de 50% no preço do Bitcoin nos últimos quatro meses.


Detalhes da Nova Estrutura de Trading

A plataforma operará em regime quase 24/7, com uma pausa mínima de duas horas para manutenção nos fins de semana. Negociações realizadas entre sexta-feira à noite e domingo à noite receberão data de trade do próximo dia útil, assim como o processamento de clearing, settlement e relatórios regulatórios. Os dados mostram que essa adaptação alinha o CME mais de perto à natureza contínua dos mercados de criptoativos subjacentes.

Tim McCourt, Global Head of Equities, FX e Alternative Products do CME, destacou que a demanda por exposição a ativos digitais atingiu níveis sem precedentes. “O acesso contínuo a produtos regulados de cripto permitirá que traders gerenciem exposições em qualquer momento de mudança no mercado”, afirmou, conforme reportado na anúncio oficial.

Volume Recorde de US$ 3 Trilhões em 2025

Os números justificam a mudança: em 2025, o complexo de cripto do CME registrou US$ 3 trilhões em volume notional de futures e opções, um recorde histórico para a plataforma. Esse crescimento reflete a invasão institucional no mercado de derivativos cripto, impulsionada pela necessidade de hedge em um ambiente de volatilidade elevada.

Atualmente, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 351.079, com variação de +0,47% nas últimas 24 horas e volume de 256 BTC. Em dólares, cotado a cerca de US$ 67.758 (USD/BRL a R$ 5,17), o ativo caiu aproximadamente 50% desde outubro de 2025, reforçando a procura por instrumentos de risco.

A análise de volume notional indica maturidade: grandes participantes institucionais utilizam esses derivativos para exposição regulada, sem necessidade de custódia direta de criptoativos.

Desempenho em 2026 e Crescimento Sustentado

No acumulado de 2026 até o momento, o CME reporta volume médio diário (ADV) de 407.200 contratos, alta de 46% em relação ao mesmo período de 2025. O open interest médio diário atingiu 335.400 contratos, com aumento de 7% ano a ano. Destaque para os futures, cujo ADV subiu 47%.

Esses indicadores, extraídos do relatório de desempenho, demonstram aceleração na adoção. Traders institucionais, enfrentando gaps de liquidez nos horários tradicionais, pressionaram por maior disponibilidade, eliminando assim as ineficiências de ‘gaps’ semanais.

Implicações para o Mercado de Derivativos Cripto

A transição para 24/7 representa um marco na integração de mercados tradicionais e cripto. Os dados sugerem maior liquidez e eficiência, com redução de spreads em horários off-market. No entanto, permanece pendente de revisão regulatória, o que pode ajustar o cronograma.

Para traders brasileiros, isso amplia oportunidades de hedge em reais, alinhando-se à cotação local do Bitcoin. Vale monitorar o impacto no volume pós-lançamento e níveis de suporte em torno de US$ 65.000-67.000 no BTC/USD, conforme padrões recentes.


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Prisma AZTEC elevado por onda neon vermelha e cyan com 82% luminoso emergindo, simbolizando alta explosiva pelo efeito Coreia em Upbit e Bithumb

AZTEC Dispara 82%: Efeito Coreia em Upbit e Bithumb

O token AZTEC, Layer 2 focada em privacidade no Ethereum, registrou alta de 82% em 24 horas, alcançando cerca de US$ 0,035, após as exchanges sul-coreanas Upbit e Bithumb adicionarem pares com won (KRW). O movimento reflete o persistente ‘efeito Coreia’, onde a demanda de varejo local impulsiona preços em mercados de baixa liquidez, criando um kimchi premium temporário. Dados mostram volume concentrado nessas plataformas, elevando o preço global via arbitragem.


Detalhes da Alta e Dinâmica de Mercado

Os dados indicam que a listagem simultânea na Upbit e Bithumb desencadeou compras agressivas em pares KRW/AZTEC. Antes do anúncio, o token negociava em volumes finos, com baixa liquidez global. A entrada de capital sul-coreano, conhecido por alta atividade spot, gerou um candle vertical de 82%, de aproximadamente US$ 0,019 para US$ 0,035.

Segundo o CoinDesk, o fenômeno ampliou o kimchi premium — spread entre preços locais e globais —, que depois se estreitou com arbitragem. Upbit, sozinha, rivaliza com Coinbase em volume diário durante picos. Para AZTEC, isso representa exposição a um varejo experiente em altcoins, elevando a visibilidade sem alterar fundamentos subjacentes.

Em BRL, o pico equivale a cerca de R$ 0,181 (dólar a R$ 5,17). O Bitcoin, cotado a R$ 350.964 pelo Cointrader Monitor (+0,42% em 24h), permaneceu estável, destacando o movimento isolado de altcoins.

O ‘Efeito Coreia’ e Seu Impacto em Tokens Menores

O ‘efeito Coreia’ refere-se à capacidade das exchanges locais de repricing tokens via demanda KRW direta. A Coreia do Sul lidera em volume per capita, com Upbit e Bithumb processando bilhões diários. Listagens abrem acesso fiat, atraindo momentum traders que compram antes da liquidez global diluir o premium.

Exemplos recentes incluem tokens como VIRTUAL, com ganhos de 28% só no anúncio. Para Layer 2 como AZTEC, isso acelera adoção de varejo asiática. Os dados mostram que, em mercados de baixa liquidez, um influxo de 10-20% do volume pode dobrar preços. Arbitragistas equalizam depois, mas o gap inicial persiste horas, beneficiando early movers.

Volume 24h na Upbit dobrou pós-listagem, per CoinGecko. Isso reforça o padrão: listagens coreanas criam assimetria de informação e liquidez, impulsionando +50-100% em small caps.

Perfil Técnico do AZTEC e Níveis a Monitorar

AZTEC é uma Layer 2 Ethereum privacy-focused, usando zero-knowledge proofs para transações criptografadas. Seu token nativo suporta staking e governance, com TVL modesto pré-surge. Essa alta não altera métricas on-chain fundamentais, como usuários diários ou throughput.

Técnica: suporte em US$ 0,025 (média móvel 50 períodos), resistência em US$ 0,045 (ATH recente). RSI em 78 indica sobrecompra; pico de volume sugere exaustão. Os dados mostram pullback de 5-10% comum pós-kimchi premium.

Para traders brasileiros, monitore orderbooks na Upbit (via API pública) e correlação com ETH (atualmente US$ 1.970). Variação implícita alta sinaliza volatilidade nos próximos dias.

Implicações e Próximos Passos para Investidores

Eventos como esse validam listagens coreanas como catalisadores para L2s, mas sustentação depende de utilidade. AZTEC ganha narrativa privacy em bull markets. Arbitragem deve estabilizar preço em US$ 0,030-0,035.

Vale observar: depth de mercado pós-listagem, inflows KRW e correlação kimchi premium/BTC. Em contexto volátil, com BTC estável, altseason signals emergem de Ásia.


📌 Nota: Uma ou mais fontes citadas estavam temporariamente indisponíveis no momento da redação.

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