Prisma Ethereum translúcido sob tensão de forças cyan-dourada bullish e vermelha bearish, representando sinais mistos de MA21 e demanda EUA

Ethereum: Suporte MA21 Bullish vs Demanda EUA Bearish

O Ethereum (ETH) negocia próximo a US$ 3.200, exibindo sinais contraditórios no mercado. De um lado, a quebra da média móvel de 21 dias como suporte sugere potencial alta até US$ 3.900, impulsionada por influxos positivos em ETFs e reservas baixas em exchanges. Do outro, o Coinbase Premium Gap negativo indica enfraquecimento da demanda institucional dos EUA, limitando o ETH abaixo de US$ 3.300. Traders precisam equilibrar esses dados para posicionamentos em meio à volatilidade.


Flip da MA21: Caso bullish em Formação

O ETH fechou várias velas diárias acima da sua média móvel de 21 dias (MA21) no par ETH/BTC, transformando-a em suporte. O analista Michaël van de Poppe destacou que o ativo segurou esse nível após a quebra, potencializando o primeiro uptrend real desde o verão. No par ETH/BTC, o preço se mantém acima de 0.035 BTC, após consolidação prolongada que atuava como resistência.

Dados da CryptoQuant revelam reservas em exchanges abaixo de 16,5 milhões de ETH, os menores em anos, sinalizando baixa pressão vendedora. Influxos líquidos positivos em ETFs spot de ETH reforçam o interesse institucional, com o preço rompendo um canal descendente no gráfico ETH/USDT. Analistas como Daan Crypto Trades notam compressão contra o BTC, prevendo movimento amplo, com alvo em US$ 3.900 via extensão Fibonacci 1.618.

O RSI ascendente, sem sobrecompra, e bounces repetidos na zona 0.03-0.0325 BTC sustentam otimismo de curto prazo, desde que US$ 3.200 segure.

Coinbase Premium Negativo: Pressão bearish dos EUA

Contrapondo o momentum técnico, o Coinbase Premium Gap mergulhou para território negativo profundo, em torno de -2,3% na média de 14 dias — o pior em 10 meses, conforme análise da CryptoQuant. Esse indicador, proxy para demanda spot institucional americana, mostra ETH mais barato na Coinbase que em exchanges offshore como Binance.

Historicamente, rallies sustentados do ETH coincidem com premium positivo, refletindo acumulação nos EUA. A divergência atual, com preço estabilizando mas demanda enfraquecendo, cria headwind estrutural. O ETH falhou em sustentar US$ 3.300, retraindo para US$ 3.100, abaixo das MAs de 50, 100 e 200 dias, que pesam como resistência entre US$ 3.300-3.600.

Volume moderado nas altas recentes indica convicção limitada, elevando risco de resolução baixista se o gap não inverter.

Implicações para Traders e Níveis Críticos

A volatilidade do ETH reflete esse embate: bullish técnico com suporte MA21 e fundamentos on-chain favoráveis versus bearish demand-side dos EUA. Para bulls, manutenção acima de US$ 3.200 valida alvo em US$ 3.900; bears miram quebra para US$ 2.900-3.000, expondo US$ 2.600.

Sequência de lower highs desde o pico de outubro em US$ 4.700 persiste, com consolidação atual mais corretiva que impulsiva. Dados da CryptoQuant e van de Poppe enfatizam monitoramento do premium e reservas. Uma vela vermelha recente limpou longs tardios, mas tendência altista requer rompimento convicto.

O Que Monitorar em Seguida

Traders devem observar inversão do Coinbase Premium para positivo, influxos contínuos em ETFs e hold da MA21. Baixa pressão vendedora via reservas é positiva, mas ausência de demanda EUA limita upside. Em cenário neutro-analítico, posicionamentos longos demandam confirmação acima US$ 3.300; shorts ganham força abaixo US$ 3.100. Ajustes baseados em dados on-chain navegam melhor a incerteza.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Cristal Ethereum translúcido tensionado por fluxos bullish dourado-cyan e bearish vermelho-azul, simbolizando sinais mistos na análise técnica

Ethereum: Suporte Bullish na MA 21 Dias vs Demanda Bearish nos EUA

O Ethereum (ETH) negocia próximo a US$ 3.200, apresentando sinais contraditórios no mercado. De um lado, a quebra acima da média móvel de 21 dias como suporte no par ETH/BTC sugere potencial alta até US$ 3.900, impulsionada por inflows positivos em ETFs spot e reservas baixas em exchanges. Do outro, o Coinbase Premium Gap negativo indica demanda institucional fraca nos EUA, com ETH lutando abaixo de US$ 3.300. Traders devem equilibrar esses fatores em meio à volatilidade.


Argumentos bullish: MA 21 Dias e Inflows de ETFs

O ETH fechou vários candles diários acima da média móvel de 21 dias (MA 21) no par ETH/BTC, transformando-a em suporte. Analista Michaël van de Poppe destacou que o preço segura acima de 0.035 BTC, após consolidação prolongada que atuava como resistência. O RSI sobe, mas sem níveis de sobrecompra, indicando momentum saudável.

O ETH rebotou múltiplas vezes da zona de suporte entre 0.03 e 0.0325 BTC desde o final de 2025. No gráfico ETH/USDT, rompeu um canal descendente de lower highs, retornando a uma área anterior de suporte agora resistência. Dados da CryptoQuant mostram reservas em exchanges abaixo de 16,5 milhões de ETH, próximo aos menores níveis em anos, reduzindo pressão vendedora.

Adicionalmente, inflows líquidos em ETFs spot de ETH viraram positivos, sinalizando renovado interesse institucional. Analistas como CryptosBatman veem potencial double bottom, com alvo em US$ 3.900 na extensão Fibonacci 1.618, alinhado a esses fundamentos on-chain.

Sinais bearish: Coinbase Premium e Resistência em US$ 3.300

Apesar da estabilização, ETH falhou em sustentar acima de US$ 3.300, recuando para US$ 3.100. O Coinbase Premium Gap, proxy para demanda spot nos EUA, mergulhou para negativo profundo, com média de 14 dias em -2.3 — o pior em quase um ano. Isso reflete ETH mais barato na Coinbase que em exchanges offshore como Binance.

Historicamente, rallies sustentados do ETH coincidem com premium positivo, indicando acumulação institucional americana. A divergência atual cria headwind estrutural, com preço abaixo das MAs de 50, 100 e 200 dias descendentes. Overhead supply entre US$ 3.300-3.600 reforça distribuição em rallies recentes.

Volume moderado nas altas sugere convicção limitada. Sem reversão do premium, rompimento acima de US$ 3.300 parece improvável, elevando risco de correção para US$ 2.900-3.000.

Implicações para Traders e Níveis Críticos

Os dados sugerem consolidação frágil, onde estabilidade depende mais da ausência de vendas que de compras agressivas. Bullish requer hold acima de US$ 3.200 e flip do Coinbase Premium; bearish ganha força abaixo de US$ 3.100. Monitorar RSI, reservas ETH e inflows ETF para confirmação.

Sequência de lower highs desde pico de outubro em US$ 4.700 permanece intacta. Traders posicionados long devem vigiar suporte 0.032 BTC; shorts, resistência US$ 3.300. Volatilidade persiste, demandando gerenciamento de risco objetivo.


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Esfera de energia XRP com rachadura expelindo partículas douradas e '36' rachado, simbolizando primeiro outflow após 36 dias de inflows

XRP ETFs Registram Primeiro Outflow Após 36 Dias de Inflows

Os ETFs spot de XRP nos EUA registraram o primeiro dia de outflow líquido desde o lançamento, com saídas de US$ 40,8 milhões na quarta-feira (7/1), encerrando uma sequência de 36 dias consecutivos de inflows, segundo dados da SoSoValue. O movimento coincidiu com US$ 486 milhões em outflows de BTC ETFs e US$ 98 milhões de ETH ETFs (Farside Investors), sinalizando pressão vendedora ampla no mercado cripto e queda de 7% no preço do XRP para US$ 2,12.


Detalhes do Primeiro Outflow em XRP ETFs

O outflow totalizou US$ 40,8 milhões, impulsionado principalmente pelo 21Shares XRP ETF (TOXR), que registrou resgates de US$ 47,25 milhões. Apesar disso, fundos como Bitwise (US$ 2,44 milhões inflows), Canary Capital (US$ 2,32 milhões) e Grayscale (US$ 1,69 milhões) registraram entradas positivas. Os ativos líquidos totais (AUM) permanecem robustos em US$ 1,53 bilhão, representando 1,16% da capitalização de mercado do XRP.

A sequência anterior acumulou US$ 1,2 bilhão em inflows desde meados de novembro de 2025, impulsionada pela familiaridade do ativo e performance histórica, como destacado por executivos do CF Benchmarks. No entanto, o rompimento sugere realização de lucros após o rali inicial de 2026, com XRP subindo 30% para US$ 2,40 antes da correção.

Contexto Amplo: Selloff em BTC e ETH ETFs

O fenômeno não é isolado. Dados da Farside Investors mostram US$ 486 milhões em outflows de spot BTC ETFs na quarta-feira, o maior desde novembro, após inflows de US$ 471 milhões (sexta) e US$ 697 milhões (segunda). ETH ETFs registraram US$ 98 milhões em outflows, revertendo entradas recentes de US$ 174 milhões e US$ 168 milhões.

Outros ETFs menores, como Solana e Chainlink, mostraram inflows modestos, mas Dogecoin estabilizou. Esse padrão misto no início de 2026 reflete volatilidade pós-rally, com 36 dias de inflows ininterruptos em XRP chegando ao fim, conforme SoSoValue.

Impacto no Preço XRP e Análise Técnica

O XRP caiu para abaixo de US$ 2,10, pressionado por liquidações de mais de US$ 21 milhões em posições longas nas últimas 24 horas (CryptoQuant). O fluxo de baleias em 30-DMA permaneceu negativo, indicando distribuição contínua, enquanto Ripple transferiu 68 milhões de XRP (US$ 148 milhões) para a Binance, elevando a pressão vendedora.

Técnicamente, o rompimento da sequência de inflows pode sinalizar um topo local ou correção saudável após o hype de “hottest trade” da CNBC. Indicadores como RSI em níveis neutros (cerca de 50) e suporte em US$ 2,00 sugerem possível rebound se outflows não persistirem. Traders devem monitorar o próximo dado da SoSoValue para confirmar momentum.

Implicações para Traders e Próximos Passos

Para traders brasileiros, esse outflow oferece visão clara de enfraquecimento de momentum, especialmente com BTC em US$ 91.255 (variação +0,09%). Hold pode ser viável se visto como correção; venda estratégica em resistências como US$ 2,30. Fique atento a decisões regulatórias e macro, como Fed, que impactam ativos de risco.


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Trader cartoon observa funil ETF XRP vazando moedas douradas em fluxo vermelho, simbolizando primeiro outflow após 36 dias de entradas

XRP ETFs Registram Primeiro Outflow Após 36 Dias de Inflows

Os ETFs spot de XRP nos EUA registraram seu primeiro dia de saída líquida de US$ 40,8 milhões na quarta-feira, encerrando uma sequência de 36 dias consecutivos de inflows, conforme dados da SoSoValue. O movimento coincide com saídas massivas de quase US$ 600 milhões em ETFs de Bitcoin (US$ 486 milhões) e Ether (US$ 98 milhões), segundo Farside Investors. Apesar de US$ 1,2 bilhão acumulados em XRP ETFs desde novembro de 2025, o preço do XRP caiu 7% para US$ 2,12, sinalizando possível enfraquecimento de momentum.


Detalhes do Primeiro Outflow em XRP ETFs

O fluxo de saída nos ETFs de XRP foi liderado pelo 21Shares XRP ETF (TOXR), com resgates de US$ 47,25 milhões, enquanto Bitwise e Canary registraram inflows modestos de US$ 2,44 milhões e US$ 2,32 milhões, respectivamente. Grayscale adicionou US$ 1,69 milhão, mas o saldo final foi negativo. Os ativos sob gestão permanecem robustos em US$ 1,6 bilhão, após picos de inflows que superaram US$ 1,25 bilhão. Analistas atribuem o movimento a realização de lucros após rally inicial de 2026, com XRP subindo 30% para US$ 2,40 antes da correção.

Dados on-chain reforçam o cenário: o fluxo de baleias XRP em 30 dias (DMA) permaneceu negativo durante a rebound recente, com pressão vendedora diária em torno de US$ 30 milhões. Ripple transferiu 68 milhões de XRP (US$ 148 milhões) para Binance, intensificando o sentimento negativo.

Contexto Amplo: Outflows em BTC e ETH

Os ETFs de Bitcoin sofreram o maior outflow diário desde novembro, com US$ 486 milhões saindo na quarta-feira (Farside), após inflows de US$ 471 milhões na sexta e US$ 697 milhões na segunda. ETH ETFs inverteram para US$ 98 milhões negativos, após entradas positivas nos dias anteriores. Solana e Chainlink ETFs mantiveram inflows modestos, mas Dogecoin estagnou.

Esse padrão misto no início de 2026 reflete normalização após demanda unidirecional. XRP, apelidado de ‘hottest trade‘ pela CNBC em dezembro, acumulou familiaridade institucional, mas inflows não garantem alta sustentada de preço.

Impacto no Preço XRP e Análise Técnica

O XRP negociava a US$ 2,12, com queda de 2,48% em 24h e liquidações de US$ 21 milhões, principalmente longs na faixa de US$ 2,40. Indicadores técnicos mostram RSI em zona neutra (cerca de 50), com médias móveis de 50 e 200 dias convergindo, sugerindo indecisão. Suporte chave em US$ 2,07; resistência em US$ 2,19.

Volume de 24h em US$ 4,79 bilhões reflete volatilidade, mas TVL em DeFi XRP-related permanece estável. On-chain: saldos em exchanges em declínio pré-outflow indicavam acúmulo, mas distribuição de baleias prevaleceu.

Sinal de Topo ou Correção Saudável?

Para traders, um outflow isolado pode ser profit-taking saudável após streak de 36 dias, preservando AUM elevado. Múltiplos dias negativos sinalizariam fading de demanda institucional, favorecendo venda ou hold defensivo. Monitore FOMC e dados macro; inflows retomados validariam correção. Dados sugerem cautela: momentum enfraquecido, mas base sólida persiste. Vale observar próximos fluxos para decidir hold ou rotacionar para BTC/ETH.


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Barragem digital dourada-cyan marcada 94K sob pressao vermelha intensa de liquidez sell-side, simbolizando resistencia critica do Bitcoin

Bitcoin Testa Resistência em US$ 94 Mil com US$ 4,7 Bilhões em Liquidez de Venda

O Bitcoin oscila próximo de US$ 91.000 após teste frustrado da resistência em US$ 94.000, com US$ 4,7 bilhões em liquidez de venda acumulada na Binance. O death cross permanece ativo, enquanto traders monitoram a decisão da Suprema Corte sobre tarifas de Trump marcada para 9 de janeiro. Indicadores como RSI e netflows on-chain divergem, criando um mapa técnico preciso para entradas e saídas em faixa estreita de US$ 90 mil-94 mil.


Resistência Técnica e POC em US$ 85k-94k

O BTC recuperou do Point of Control (POC) em US$ 85.000, mas enfrenta rejeição consistente na zona de suprimento US$ 92.000-94.000. Essa faixa atuou como teto múltiplas vezes, com falhas históricas levando a sweeps de liquidez inferiores. Suporte imediato em US$ 91.000, agora testado após pullback de US$ 94.700. Uma quebra abaixo expõe US$ 87.000, enquanto close acima de US$ 94.000 abre caminho para US$ 98.000.

No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 492.499, com variação de -0,28% em 24h e volume de 267 BTC.

Liquidez Sell-Side e Netflows na Binance

Dados da CryptoQuant revelam divergência crítica: enquanto preço sobe, netflows de 7 dias na Binance mostram influxo de US$ 3,6 bilhões em BTC e US$ 1,15 bilhão em ETH, totalizando US$ 4,75 bilhões em potencial pressão vendedora. Grandes holders posicionam-se para vender na força ou abrir shorts na resistência, elevando risco de rejeição.

Traders que ignoram esses netflows perdem oportunidades de saída otimizada acima de US$ 92.000, evitando FOMO em falsos breakouts.

Death Cross e Indicadores Momentum

O death cross (EMA 50 abaixo da EMA 200) persiste, sinalizando downside ou consolidação prolongada. RSI em 52,4 indica neutralidade, sem extremos de sobrecompra/venda. ADX em 24,2 sugere tendência fraca, com risco de aceleração baixista se abaixo de US$ 91.000. Mercado cap total cripto em US$ 3,06 trilhões, -1,14%.

Fluxos ETFs mostram volatilidade: US$ 1,2 bilhão entradas iniciais 2026, seguidas de saídas US$ 719 milhões, conforme Portal do Bitcoin.

Implicações Macro: Tarifas Trump e Expiry de Opções

A decisão da Suprema Corte em 9/Jan sobre tarifas globais de Trump pode injetar volatilidade, com reembolso potencial de US$ 133-140 bilhões impactando risco fiscal. BTC como hedge geopolítico ganha relevância, mas expiry de opções pode amplificar swings na faixa estreita.

Para traders brasileiros, monitore POC US$ 85 mil para entradas longas e US$ 94 mil para shorts, evitando pânico em death cross sem confirmação de quebra.


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Barreira de resistência cyan com '94K' sob pressão de ondas vermelhas de liquidez, simbolizando teste crítico do Bitcoin em faixa estreita

Bitcoin Testa Resistência em US$ 94k com US$ 4,7 bi em Liquidez de Venda

O Bitcoin oscila próximo de US$ 90.800, após recuar de máximas em US$ 94.700 no início de 2026. Traders monitoram resistência crítica na faixa US$ 90k-94k, enquanto US$ 4,7 bilhões em liquidez de venda se acumulam na Binance, conforme netflows de 7 dias (BTC +US$ 3,6 bi, ETH +US$ 1,15 bi). O death cross persiste, com decisão da Suprema Corte sobre tarifas de Trump em 9 de janeiro podendo gerar volatilidade. Dados objetivos revelam mapa técnico para evitar FOMO ou pânico.


Resistência Técnica e POC em US$ 85k

O BTC reboundou do Point of Control (POC) em US$ 85.000, zona de alto volume histórico, mas enfrenta rejeição na supply zone US$ 92k-94k. Gráficos semanais mostram consolidação abaixo da média móvel de 50 períodos (mid-US$ 90k), atuando como resistência dinâmica. RSI diário em 52,4 indica neutralidade, sem sobrecompra (acima de 70), mas ADX em 24,2 sugere tendência fraca. Suporte imediato em US$ 88k-90k; quebra expõe US$ 80k, per Bernstein.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 492.386,82 (-0,2% em 24h, volume 268 BTC), refletindo estabilidade local em meio à pressão global.

Sell-Side Liquidity na Binance

Inflows na Binance somam US$ 4,75 bi em 7 dias, sinalizando divergência bearish: preço sobe, mas reservas de exchange crescem, per CryptoQuant. Grandes holders posicionam-se para vender na força ou abrir shorts na resistência. Risco de sweep de liquidez para baixo se US$ 94k não for rompido com close diário forte.

Death Cross e Fluxos de ETF

O death cross (EMA 50 abaixo da 200) permanece ativo pós-rally de Ano Novo, com gap estreito entre médias sinalizando disputa equilibrada. ETFs registraram US$ 1,2 bi em inflows iniciais de 2026 (pico de US$ 697 mi), mas saídas de US$ 243 mi e US$ 476 mi indicam fragilidade institucional. Mercado total em US$ 3,06 tri (-1,14%).

Hedging Trump e Próximos Passos

Decisão da Suprema Corte em 9 de janeiro sobre tarifas de Trump pode injetar volatilidade, com reembolso potencial de US$ 133-140 bi ao Tesouro. BTC como hedge geopolítico ganha tração, mas expiry de opções e netflows priorizam cautela. Traders que ignoram dados on-chain perdem ao otimizar entradas em US$ 88k-90k ou saídas acima de US$ 94k. Monitore close acima de US$ 94k para bullish; abaixo de US$ 91k, risco de US$ 85k POC.


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Investidor cartoon avançando por estrada com três checkpoints luminosos rumo a pico ATH dourado, roadmap otimista da Bitwise para rally cripto em 2026

Bitwise: 3 Checkpoints para Novo ATH das Criptos em 2026

A gestora de ativos cripto Bitwise identificou três checkpoints essenciais que separam o mercado de criptomoedas de novas máximas históricas em 2026. Segundo Matt Hougan, CIO da empresa, o setor precisa de estabilidade após as liquidações de 10 de outubro de 2025, aprovação do CLARITY Act no Senado americano e manutenção de um mercado de ações estável. Esses catalisadores podem impulsionar um rally significativo, com o mercado já acumulando alta de 5,6% no início do ano.


Estabilidade Após Liquidações de Outubro

O primeiro obstáculo superado foi a recuperação do mercado após o colapso de 10 de outubro de 2025, que eliminou US$ 19 bilhões em posições de futuros em um dia. Investidores temiam que grandes players, como market makers ou hedge funds, fossem forçados a liquidar ativos, criando uma névoa de incerteza sobre o mercado cripto. “Essas vendas potenciais pairavam como uma névoa pesada”, escreveu Hougan, mas o ano de 2026 começou com otimismo, elevando a capitalização total para US$ 3,3 trilhões, um pico de sete semanas.

Os dados sugerem que essa estabilidade inicial é um sinal bullish. Sem novos eventos de *deleveraging* em cascata, o Bitcoin pode testar níveis acima de US$ 94 mil, como visto recentemente. Para brasileiros, isso reforça a atratividade de ativos digitais em um cenário de inflação controlada.

Aprovação do CLARITY Act no Horizonte

O segundo checkpoint é a progressão do CLARITY Act no Congresso dos EUA, com markup previsto para 15 de janeiro nas comissões de Bancos e Agricultura do Senado. Essa legislação enquadraria princípios fundamentais para o mercado cripto, como clareza regulatória para *stablecoins* e custódia, fornecendo base legal para crescimento sustentável.

“A passagem do CLARITY Act é chave para o futuro de longo prazo das criptos nos EUA”, enfatiza Hougan. Sem ela, avanços regulatórios pró-cripto sob a nova administração poderiam ser revertidos. Analistas veem probabilidade alta de aprovação, dado o apoio bipartidário, o que catalisaria influxos institucionais e elevaria preços de Bitcoin e Ethereum.

Mercado de Ações Estável como Pilar

O terceiro fator é a resiliência das ações, especialmente o S&P 500. Embora a correlação entre cripto e equities seja baixa, uma queda abrupta de 20% afetaria todos os ativos de risco. “O mercado de ações precisa permanecer estável, sem surtos ou crashes”, alerta o relatório da Bitwise.

Especialistas como Ryan Yoon, da Tiger Research, concordam: estabilidade acima de um limiar direciona investidores para cripto em busca de retornos superiores. Com o Fed sinalizando pausa em cortes de juros em janeiro (89% de probabilidade), o ambiente macro favorece risco moderado.

Roadmap Bull para Investidores Brasileiros

Se esses checkpoints forem atingidos, o momentum inicial de 2026 ganha pernas sólidas para um *bull run*. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 483.027,93 nesta quinta-feira (8/1), com variação de -2,19% em 24h e volume de 280 BTC. Brasileiros devem monitorar esses marcos, diversificando em exchanges locais enquanto aguardam catalisadores globais. Vale observar ETFs e adoção institucional para posições de longo prazo.


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Rede isométrica cristalina Ethereum com fluxos densos de transações cyan e cristal '45%' central, simbolizando salto no uso e preço estável

Ethereum: Uso de Rede Salta 45% com Preço Estável Acima de US$ 3.200

O uso da rede Ethereum registrou salto de quase 45%, com a média móvel de 7 dias de transações totais alcançando 870 mil, ante 600 mil registradas antes de 29 de dezembro. Enquanto isso, o preço do ETH se consolida acima de US$ 3.200, com touros defendendo esse nível como base para recuperação em meio à volatilidade recente do mercado cripto. Dados on-chain indicam fundamentos mais robustos.


Surto de Atividade na Rede Ethereum

A análise da CryptoOnchain, baseada em dados da CryptoQuant, aponta que o número total de transferências diárias atingiu pico de 1,06 milhão em 29 de dezembro. Desde então, o volume se estabilizou em torno de 900 mil transações por dia, formando uma nova base elevada de uso da rede.

Esse aumento reflete maior engajamento no ecossistema Ethereum, abrangendo dApps, protocolos DeFi, marketplaces de NFT e transferências simples de valor. Diferente de métricas puramente especulativas, o volume de transações captura demanda orgânica por espaço em bloco e ETH como ativo de utilidade para pagamento de gas fees.

Historicamente, expansões sustentadas nessa métrica precedem fases de confiança elevada no mercado, pois sinalizam maior necessidade de ETH para interações na rede. Os dados sugerem que o surto não foi pontual, mas parte de uma tendência estrutural positiva.

Consolidação de Preço e Suporte Técnico

No gráfico semanal, o Ethereum apresenta estabilização após correção volátil, mantendo-se logo acima da zona de US$ 3.200, que atua como pivô de curto prazo. Touros buscam continuação da tendência, enquanto vendedores testam oferta em níveis mais altos.

O ativo permanece sobre suas médias móveis de longo prazo, com a MA de 200 semanas em ascensão e fornecendo suporte macro abaixo do preço atual. As MAs de 50 e 100 semanas convergem entre US$ 3.300 e US$ 3.500, reforçando resistência crítica.

Atividade de trading normalizou, indicando digestão de ganhos prévios sem distribuição agressiva. Manter acima de US$ 3.200 pode abrir caminho para US$ 3.500; perda expõe retração até US$ 2.800-3.000, onde compradores historicamente reaparecem.

Implicações para Fundamentos e Próximos Passos

O crescimento no uso da rede fortalece os fundamentos do Ethereum, especialmente como camada base para finanças descentralizadas e aplicações Web3. Com atividade elevada durante consolidação de preço, o cenário aponta para potencial upside se a demanda persistir.

Investidores devem monitorar a durabilidade dessa métrica on-chain, volume de transações diárias e interações em protocolos chave. Indicadores como TVL em DeFi e fluxos de stablecoins complementam o quadro, sugerindo saúde robusta da rede.

No contexto macro, com Bitcoin testando suportes e expectativas de alívio regulatório, Ethereum pode se beneficiar de rotação para altcoins. Os dados atuais validam tese de adoção crescente, recomendando atenção a níveis técnicos para entradas acionáveis.


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Baleia surreal digital sugando cristais XRP de plataforma exchange flutuante, representando pico de atividade de whales e queda de reservas

XRP: Whales Ativas e Reservas em Exchanges Caem

A atividade de whales em XRP registrou um aumento significativo, com transações acima de US$ 100 mil alcançando 2.802 em 8 de janeiro, o maior volume diário em três meses, segundo a Santiment. Paralelamente, as reservas de XRP na Binance caíram para 2,6 bilhões de tokens, menor nível desde janeiro de 2024, indicando possível acumulação por grandes detentores em meio à correção de preço.


Aumento na Atividade de Grandes Transações

Os dados on-chain revelam que o número de transferências de XRP com valor superior a US$ 100 mil saltou de 2.170 na segunda-feira para 2.802 em 8 de janeiro. Esse pico, o mais alto desde outubro de 2025, sugere maior envolvimento de whales, os grandes holders que movimentam volumes expressivos. De acordo com analistas da Santiment, essa movimentação pode preceder volatilidade ampliada no preço, pois ações de grandes players tendem a influenciar o mercado de forma mais pronunciada.

Historicamente, surtos semelhantes em atividade de whales precederam rallies ou correções acentuadas no XRP. No contexto atual, com o token testando suportes em torno de US$ 2,27, esses dados reforçam um cenário de posicionamento estratégico, não necessariamente de distribuição em massa.

Queda nas Reservas de Exchanges Sinaliza Acumulação

Enquanto a atividade de grandes transações cresce, as reservas de XRP em exchanges centralizadas diminuem. Na Binance, o saldo caiu de cerca de 3,25 bilhões para 2,6 bilhões de XRP desde o final de 2025, marcando o menor patamar em dois anos. Essa redução é comumente interpretada como holders transferindo ativos para carteiras frias, priorizando custódia própria em vez de vendas imediatas.

Dados adicionais da CryptoQuant indicam que os fluxos de whales para a Binance diminuíram desde meados de dezembro de 2025, passando de mais de 70% dos inflows totais para cerca de 60%. Isso aponta para menor pressão vendedora de grandes investidores, com participação retail estável, fortalecendo a tese de acumulação discreta.

Contexto de Preço e Momentum Semanal

O XRP negocia em torno de US$ 2,13 nesta quinta-feira, após queda de 6% nas últimas 24 horas, alinhada a uma sessão mais fraca no mercado cripto amplo. No entanto, o panorama semanal permanece positivo: alta de 16% nos sete dias e 14% nas duas semanas, com ganhos mensais acima de 3%. Recentemente rejeitado em US$ 2,40, o token busca consolidação acima do suporte chave de US$ 2,27.

O interesse institucional impulsiona o otimismo, com a CNBC destacando o XRP como o “hottest crypto trade” de 2026, superando BTC e ETH em potencial de upside após inflows recordes em ETFs. Analistas observam padrões bullish no par XRP/BTC, semelhantes a 2018, sugerindo ganho de força relativa.

Implicações e Sinais Técnicos para Investidores

Essa combinação de maior atividade de whales, queda em reservas de exchanges e redução em fluxos de venda configura um sinal técnico de acumulação, contrariando a pressão vendedora de curto prazo. Para traders brasileiros, isso sugere monitoramento próximo do suporte em US$ 2,27; uma manutenção acima desse nível pode validar continuidade do momentum altista.

Os dados on-chain são particularmente acionáveis: volumes de transações grandes indicam confiança de players institucionais, enquanto self-custody crescente mitiga riscos de dump. Vale acompanhar atualizações da Santiment e CryptoQuant para confirmação de tendências. No longo prazo, o XRP continua posicionado para ganhos, impulsionado por desenvolvimentos regulatórios e adoção.


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Executivos cartoon celebrando explosão de energia dourada com '220M' de orbe Solana, simbolizando volume recorde de ETF institucional

Solana ETF: Volume Explodiu para US$ 220 Milhões em Novo Recorde

Os ETFs spot de Solana registraram um volume de negociação explosivo de US$ 220 milhões em 6 de janeiro de 2026, superando o pico de lançamento ocorrido em outubro de 2025. Esse marco, destacado pela Santiment, ocorre em meio a uma alta de preço do SOL acima de US$ 138, sinalizando maior interesse institucional e um possível new normal para produtos de altcoins. Investidores brasileiros atentem: isso reforça o momentum para exposição diversificada além do Bitcoin.


Pico de Volume Supera Expectativas Iniciais

O volume dos ETFs spot de Solana atingiu US$ 220 milhões na terça-feira, 6 de janeiro, eclipsando o recorde anterior de US$ 122 milhões registrado em 28 de outubro de 2025, logo após a aprovação pela SEC em outubro passado. Dados da Santiment revelam que, após o hype inicial, o volume havia caído para níveis baixos, mas o recente surto demonstra resiliência e renovado apetite dos investidores.

Essa performance coincide com o pedido de ETFs de Solana e Bitcoin pelo Morgan Stanley, reforçando a confiança de gigantes financeiros na infraestrutura de alta velocidade da Solana. Para o público brasileiro, onde o interesse por altcoins cresce, esse dado objetivo indica que SOL está se consolidando como ativo institucional viável.

Analiticamente, o aumento sugere influxos sustentados, diferentemente de picos especulativos passageiros, com volume médio diário potencialmente se estabilizando em patamares elevados.

Comparação com Bitcoin e Ethereum ETFs

Em contraste com os ETFs de Bitcoin, aprovados em janeiro de 2024, e Ethereum, em julho do mesmo ano, os produtos de Solana são novatos, mas já mostram padrões semelhantes. Gráficos da Santiment comparam surtos de volume em BTC: os sustentados acompanham altas de preço, enquanto spikes abruptos marcam reversões locais.

No caso de SOL, o volume 80% superior ao pico de lançamento pode representar o início de uma tendência bullish. Segundo o relatório da Santiment, embora o histórico curto impeça previsões definitivas, o contexto favorável — com SOL subindo mais de 9% na semana — apoia uma visão otimista de adoção institucional acelerada.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 484.291,93 com variação de -2,44% em 24h, destacando a resiliência relativa de altcoins como SOL em meio a correções no mercado líder.

Implicações para Investidores e Mercado Altcoin

Esse volume recorde não é mero acidente: reflete a maturidade crescente dos ETFs spot como porta de entrada para instituições avessas à custódia direta. Para Solana, rede conhecida por transações rápidas e de baixos custos, isso valida seu posicionamento competitivo contra Ethereum em DeFi e NFTs.

Os dados sugerem um new normal onde volumes acima de US$ 100 milhões viram rotina, atraindo mais emissores de ETFs e liquidez. Investidores brasileiros podem monitorar plataformas locais para exposição indireta via SOL, especialmente com preços em torno de R$ 730 (média de exchanges como Mercado Bitcoin e Binance).

Em análise objetiva, o momentum indica potencial para novos recordes, impulsionado por upgrades na rede Solana e catalisadores regulatórios.

Perspectivas Bullish e Ações Acionáveis

Com preço do SOL em US$ 138 (alta semanal de 9%), o surto de volume reforça teses bullish. Analistas veem paralelos com o ciclo de BTC ETFs, prevendo influxos crescentes em 2026. Vale acompanhar inflows semanais e decisões da SEC sobre novos filings.

Para traders: posições long em SOL via exchanges reguladas; para holders: diversificação em ETFs acessíveis. Os números falam por si: Solana está pavimentando o caminho para o boom dos altcoin ETFs.


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Oficial US Marshals cartoon bloqueando seta de venda sobre pilha de BTC intacta com touro aliviado, confirmando bull market intacto

US Marshals Negam Venda de 57,5 BTC: Bull Intacto?

Os US Marshals negaram oficialmente a venda de 57,5 BTC, dissipando rumores alimentados por documentos judiciais e movimentações on-chain para a Coinbase Prime. A confusão surgiu de papéis do caso Samourai Wallet, mas o serviço confirma que nenhum ativo foi liquidado, alinhando-se à ordem executiva de Trump para preservar uma reserva estratégica de Bitcoin. BTC gov fica: o bull market está intacto, com alívio imediato na pressão vendedora governamental?


Origem da Confusão On-Chain e Judicial

A polêmica começou com uma reportagem da Bitcoin Magazine, que citou um “Asset Liquidation Agreement” vinculado a 57,5 BTC do caso Samourai Wallet. Esses bitcoins, avaliados em cerca de US$ 6.367 milhões na época da transferência em 3 de novembro de 2025, foram movidos para a Coinbase Prime — um movimento clássico interpretado por analistas on-chain como sinal de venda iminente.

No caso Samourai, desenvolvedores Keonne Rodriguez e William Lonergan Hill foram presos em 2024 por operar um serviço de mixing como transmissão de dinheiro não licenciado. Os BTC foram pagos ao Departamento de Justiça como parte de um acordo de guilty plea, gerando especulações de liquidação rápida. A senadora Cynthia Lummis, defensora ferrenha do Bitcoin, reagiu no X: “Por que o governo dos EUA ainda está liquidando bitcoin quando o presidente ordenou preservá-los para a reserva estratégica?” Sua preocupação ecoou no mercado, ampliando o FUD (fear, uncertainty, doubt).

Dados on-chain confirmaram a transferência, mas sem prova definitiva de venda, destacando os limites da análise blockchain em contextos governamentais complexos.

Resposta Oficial dos US Marshals

Em contato com a DL News, o US Marshals Service (USMS) foi categórico: “Não vendemos o Bitcoin mencionado e não sabemos como a Bitcoin Magazine obteve essa informação. Eles não fizeram fact-check nem nos contataram.” O serviço enfatizou seu processo de múltiplos níveis de aprovação para liquidações, garantindo conformidade com a Seção D da Executive Order 14233.

Essa ordem, emitida pelo presidente Donald Trump, determina que BTC obtidos via confisco criminal ou civil sejam retidos como parte da reserva estratégica nacional. Qualquer disposição deve atender critérios estritos, evitando vendas precipitadas. A negativa oficial corrige o mal-entendido, confirmando que os 57,5 BTC permanecem sob custódia, sem impacto no suprimento circulante. Analistas on-chain agora reinterpretam o movimento para Coinbase Prime como mera custódia ou preparação administrativa, não liquidação.

Contexto da Reserva Estratégica de Bitcoin

A Executive Order 14233 representa um marco na adoção institucional do Bitcoin pelos EUA, posicionando o ativo como reserva de valor estratégica contra nações como China e Rússia, que acumulam BTC. Senadora Lummis tem pressionado por acumulação governamental, argumentando que vender agora seria contraprodutivo em meio à alta global de adoção.

Os USMS gerenciam bilhões em ativos confiscados, incluindo cripto. Historicamente, liquidações ocorriam rotineiramente, mas a nova diretriz prioriza retenção. Esse episódio reforça a credibilidade da política: mesmo sob escrutínio, o governo adere às regras, evitando dumps que pressionariam preços. Para investidores, é um sinal positivo de maturidade regulatória.

Impacto no Mercado e Próximos Passos

O Bitcoin negocia a R$ 484.959 (Cointrader Monitor), com variação de -2,33% em 24h e volume de 273 BTC nas exchanges brasileiras. A negativa alivia temores de oferta extra, sustentando suporte acima de US$ 89.000.

Investidores devem monitorar atualizações judiciais do caso Samourai e fluxos on-chain governamentais. Plataformas como Arkham Intelligence e Whale Alert são essenciais para distinção entre custódia e vendas reais. Com a reserva intacta, o cenário bullish persiste, mas volatilidade macro (Fed, eleições) exige cautela. Vale observar se mais BTC confiscados serão direcionados à reserva nacional.


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Personagem XRP cartoon recebendo coroa dourada de figura CNBC estilizada, celebrando alta de 30% e US$ 1,25 bi em ETFs

XRP é ‘Nova Queridinha’ da CNBC: +30% e US$ 1,25 Bi em ETFs

A CNBC classificou o XRP como a nova queridinha das criptomoedas e o hottest crypto trade de 2026, superando Bitcoin e Ethereum após um início de ano explosivo. O ativo subiu mais de 30% desde 1º de janeiro, atingindo US$ 2,41, impulsionado por US$ 1,25 bilhão em inflows cumulativos nos ETFs de XRP lançados em Q4 2025. Analistas destacam flows resistentes mesmo em quedas de mercado, sinalizando confiança institucional.


Destaque da CNBC e Drivers do Rally

Durante o programa Power Lunch, o âncora Brian Sullivan afirmou que “o hottest crypto trade do ano não é Bitcoin nem Ether, é XRP“, citando grande volume de capital por trás do movimento. A repórter MacKenzie Sigalos reforçou, notando que XRP atuou como outperformer silencioso nos últimos meses, com alta semanal de 20% contra 4,3% do BTC e 6,2% do ETH.

Três fatores principais explicam o ímpeto: resolução completa da disputa regulatória com a SEC em agosto de 2025, percepção de trade menos saturado que líderes de mercado e inflows persistentes em fundos XRP durante o fraco Q4 2025, ao contrário dos ETFs de BTC e ETH que seguem o preço.

O foco em pagamentos cross-border diferencia XRP, atraindo investidores em busca de utilidade prática além de especulação pura.

Performance de Preço e Posição de Mercado

XRP iniciou 2026 abaixo de US$ 1,85 e escalou para máxima de dois meses em US$ 2,41 na terça-feira, negociando atualmente por volta de US$ 2,20 após leve correção de 5%. Esse rally permitiu que o token da Ripple flipou o BNB novamente, reclaimando a terceira posição por capitalização de mercado.

Em comparação, BTC oscila perto de US$ 92.000 com pouca variação mensal, enquanto ETH segura US$ 3.200 com ganhos modestos. Dados indicam rotação de capital para altcoins de alto beta como XRP e Solana, em ciclo de adoção institucional.

Volume semanal reforça o momentum, com XRP superando a maioria das top 10 criptos.

Inflows Recordes nos ETFs de XRP

Desde o lançamento em novembro de 2025, os ETFs spot de XRP acumularam US$ 1,25 bilhão em net inflows, sem um único dia negativo em quase dois meses, conforme SoSoValue. Nos três primeiros pregões de 2026, entraram US$ 78,81 milhões, contrastando com saídas em fundos BTC/ETH durante dips.

Essa resiliência sugere acumulação estratégica por grandes players, com redução em saldos detidos em exchanges sinalizando retenção de longo prazo. Investidores institucionais veem XRP como hedge contra volatilidade de BTC, priorizando ganhos percentuais superiores.

Para brasileiros, isso abre janela para exposição via plataformas locais ou globais, monitorando convergência com teses regulatórias favoráveis.

Análise Técnica e Sinais On-Chain

Técnicamente, XRP testa resistências chave em US$ 2,40US$ 2,50, com suporte sólido em US$ 2,00US$ 1,85, zona revisitada recentemente. Indicadores como RSI mostram sobrecompra moderada, mas volume ascendente sustenta continuação bullish se BTC estabilizar acima de US$ 90.000.

On-chain, há um surge em transações acima de US$ 100.000 e queda em balances de exchanges indicam atividade de whales acumulando. Flows contracíclicos dos ETFs reforçam narrativa de adoção, com potencial para testar ATH de US$ 3,65 em cenário de altseason.

Vale monitorar GENIUS Act e integrações como Solana DEX na Coinbase para contexto mais amplo de diversificação altcoin.


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Nuvem Ichimoku geométrica abstrata com eco de 2018, prisma XRP testando suporte e cristal BTC oscilante, sinalizando análise rara no par XRP/BTC

XRP/BTC: Sinal Ichimoku Raro de 2018 Reaparece

Os dados mostram um sinal técnico raro no par XRP/BTC, com o preço aproximando-se de um rompimento acima da nuvem de Ichimoku no gráfico mensal, configuração ausente desde 2018. Identificado pelo analista The Great Mattsby, esse padrão histórico sugere força relativa do XRP em períodos de rotação de risco. Enquanto isso, o XRP recua 5% para US$ 2,27, com volume elevado de US$ 256 milhões, e o Bitcoin registra cotação atual de R$ 493.928 (Cointrader Monitor), com variação de -0,85% em 24h. Traders monitoram se o suporte aguenta para confirmação.


Situação Atual do Preço do XRP

O XRP opera em US$ 2,28 nesta quarta-feira (7), após queda de cerca de 3-5% nas últimas 24 horas, rompendo o suporte em US$ 2,32 e testando US$ 2,21 como mínima. O volume negociado atingiu US$ 256,3 milhões, 142% acima da média de 24 horas, caracterizando um evento de capitulação com vendas agressivas seguidas de absorção. No gráfico de 60 minutos, compradores defendem US$ 2,25-2,26, formando mínimas mais altas, enquanto recuos mostram volume fraco — padrão construtivo, mas insuficiente para reverter enquanto abaixo de US$ 2,31-2,32.

No semanal, o ativo testa a EMA ribbon em torno de US$ 2,37, zona que manteve o preço sob pressão por meses. O RSI em 64 indica momentum desacelerando de níveis sobrecomprados. Suporte crítico em US$ 2,27 alinha com retração Fibonacci 0.236, com médias móveis ascendentes adicionando suporte.

Análise Técnica do Par XRP/BTC

No gráfico mensal XRP/BTC, o par se aproxima de rompimento acima da nuvem de Ichimoku, último ocorrido em 2018. Esse indicador, composto por Senkou Span A/B, Kijun-sen, Tenkan-sen e Chikou Span, sinaliza mudança de tendência quando o preço cruza a nuvem para cima. Historicamente, tal configuração precede outperform do XRP versus BTC em rotações de altcoins, limpando posições alavancadas e criando bases saudáveis.

A recente queda à vista veio com flush de volume, típico de shakeout, preservando demanda em US$ 2,21. Confirmação do rompimento elevaria probabilidade de correções no XRP serem compradas mais agressivamente que no BTC, especialmente em apetite por risco inicial de ano. On-chain mostra atividade crescente de grandes holders e liquidez, suportada por inflows em ETFs spot de Ripple há dois meses.

Histórico de 2018 e Níveis a Observar

Em 2018, o rompimento similar no XRP/BTC coincidiu com alta relativa do XRP durante bull market de altcoins, superando BTC temporariamente. Os dados replicam esse setup agora, com preço semanal testando EMA ribbon e mensal na Ichimoku. Alvos potenciais incluem US$ 2,49-2,66 (extensões Fibonacci), se romper US$ 2,32. Inverso: perda de US$ 2,27 mira US$ 2,18 (0.382 Fib) e US$ 2,11.

Bitcoin em R$ 493.928 (var. -0,85%, volume 240 BTC) contextualiza: XRP/BTC força relativa independe de USD, focando performance cruzada. Traders observam fechamento semanal acima EMA ribbon e confirmação Ichimoku para direção longa prazo. Estrutura mantém neutralidade até níveis testados.


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Executivos cartoon do MSCI e Strategy apertando mãos sobre cofre BTC aprovado, com gráfico ascendente, celebrando manutenção em índices globais

MSCI Mantém Empresas de BTC nos Índices: MSTR Dispara

A MSCI anunciou que não implementará a exclusão de empresas com tesouraria em criptoativos de seus índices globais na revisão de fevereiro de 2026, evitando uma pressão de venda estimada em US$ 15 bilhões. A decisão alivia fundos passivos e beneficia diretamente a Strategy (MSTR), cujas ações dispararam até 6,9% no after-hours. Os dados mostram remoção de um overhang significativo para holders de MSTR e potencial para novas compras de Bitcoin.


Detalhes da Decisão da MSCI

Os índices da MSCI são benchmarks cruciais para investimentos passivos, gerenciando trilhões de dólares. Em outubro de 2025, a provedora iniciou consulta sobre excluir DATs (empresas de tesouraria de ativos digitais), definidas como aquelas com 50% ou mais de seus ativos em cripto. A proposta visava tratar essas firmas como fundos de investimento, inelegíveis para índices de ações operacionais.

No entanto, após feedback de investidores, a MSCI optou por adiar mudanças, abrindo consulta mais ampla sobre empresas não-operacionais. Isso preserva o acesso da Strategy a capital de índices, com balanço majoritariamente em Bitcoin — cerca de 400.000 BTC, segundo dados recentes. A medida remove risco de outflows forçados, estabilizando o modelo de tesouraria corporativa em cripto.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 494.001,71 às 22:08 de 07/01/2026, com variação de -1,11% em 24h e volume de 240 BTC.

Reação das Ações da Strategy

As ações da MSTR reagiram positivamente: alta de 3,8% reportada inicialmente, evoluindo para 6,7%-6,9% no pós-mercado, atingindo US$ 168,7. A Strategy comemorou publicamente, chamando o resultado de “positivo para indexação neutra e realidade econômica”. Analistas atribuem o movimento ao fim do FUD (medo, incerteza e dúvida) sobre vendas forçadas de BTC.

Os dados mostram que a manutenção nos índices garante influxo de capital passivo. Em 2025, a MSTR captou via ações e dívida para acumular BTC, negociando com prêmio ligado às reservas. Essa decisão reforça a viabilidade do modelo, com mNAV (market net asset value) como métrica chave a monitorar.

Implicações para Compras de Bitcoin

Sem pressão de venda, a Strategy pode acelerar aquisições. Historicamente, Michael Saylor prioriza BTC como reserva de valor, com compras recentes de US$ 116 milhões. Os números indicam que remoção do risco de exclusão libera caixa para mais BTC, potencialmente elevando holdings acima de 400.000 unidades.

No contexto técnico, BTC testa resistência em US$ 94.500 após dip a US$ 91.500. A alta das ações MSTR correlaciona com BTC em 0,85 (Pearson recente), sugerindo suporte indireto. Investidores devem observar volume de MSTR e níveis de suporte em US$ 160 para ações.

Contexto de Mercado e Próximos Passos

A decisão ocorre em meio a volatilidade: BTC em canal de 6 semanas, com alta mensal mas queda diária de 1%. Grupos como BitcoinForCorporations celebraram com 1.500 assinaturas contra a proposta. Futuramente, consulta ampla sobre não-operacionais pode revisitar o tema, mas por ora, status quo favorece adoção corporativa.

Os dados sugerem alívio de curto prazo para MSTR holders, com acesso preservado a trilhões em AUM de índices. Monitore relatórios trimestrais da Strategy e atualizações da MSCI para sinais de novas compras de BTC.


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Monolito Bitcoin dourado com gaps negros sugando energia cyan, simbolizando selloff cripto e gaps no CME futures

Bitcoin cai para US$ 91 mil: análise técnica da queda

O Bitcoin recuou 3% nas últimas 24 horas, atingindo US$ 91.100 em um selloff generalizado no mercado cripto nesta quarta-feira (7). O CoinDesk 20 Index caiu quase 4%, com o XRP liderando as perdas em 8%. Os dados mostram os CME gaps próximos a US$ 90.600 e US$ 88.000 entrando em foco, enquanto a recuperação recente é considerada estruturalmente saudável por demanda spot. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC cotava a R$ 493.893 (-1,31% em 24h).


Análise da Queda Recente

Os dados indicam que o Bitcoin testou níveis abaixo de US$ 91.000 após fechar o fim de semana com um gap no CME futures. O preço, que oscilava acima de US$ 94.000 recentemente, rompeu suportes intermediários em um movimento de realização de lucros. O volume de negociação aumentou, com o CoinDesk 20 Index refletindo pressão ampla no setor.

No contexto mais amplo, ações de tesouraria em ativos digitais (DATs) como MicroStrategy mostraram desempenho misto, com ganhos de 1% apesar da decisão da MSCI de não excluí-las de índices. Isso sugere que o selloff é mais técnico do que fundamental, impulsionado por realização de lucros após a alta inicial de 2026. O Nasdaq subiu 0,5%, destacando a seletividade do movimento cripto.

Indicadores de volume confirmam aceleração da venda, mas sem pânico generalizado. O RSI diário aproximou-se de 50, zona neutra, após sobrecompra anterior.

Gaps de Preço no CME e ETF

Dois gaps de preço não preenchidos no CME emergem como referências chave: um em torno de US$ 90.600 (formado no fim de semana) e outro em US$ 88.000 (Ano Novo). Historicamente, o BTC tende a retrair para preencher esses gaps em futuros cash-settled, que não operam 24/7.

No iShares Bitcoin Trust (IBIT), gaps em US$ 48-50 reforçam o padrão. Esses níveis atuam como ímãs técnicos, com probabilidade elevada de teste em cenários de fraqueza. Uma queda de 1,6% do atual preencheria o gap superior; 4% adicional, o inferior. Traders monitoram esses pontos como suportes potenciais.

A dinâmica de gaps é auto-reforçante, similar à teoria de max pain em opções, influenciando posicionamento institucional.

Estrutura Saudável da Recuperação

Apesar da volatilidade, a recuperação recente do Bitcoin é vista como estruturalmente saudável. O índice de pressão de derivativos mostra expansão moderada, com demanda spot liderando sobre alavancagem. Open interest (OI) cresce mais devagar que o preço, gerando divergência negativa – sinal de sustentabilidade.

Métricas on-chain reforçam: supply em exchanges em mínimas de 2018 (13,7%), com outflows persistentes. Apenas 3,2% do BTC circulante na Binance. Isso indica acumulação por holders de longo prazo, reduzindo risco de cascatas de liquidação.

O composite derivatives pressure index está positivo, mas abaixo de +1,5, evitando euforia. Essa configuração sugere resiliência, com spot buyers ditando o ritmo.

Níveis Técnicos a Observar

Os dados apontam US$ 91.000 como suporte imediato, com US$ 94.500 como resistência. Preenchimento de gaps pode ocorrer nos próximos dias/semanas. Médias móveis de 50 e 200 dias (próximas a US$ 92.000-93.000) servem de referência.

Volume 24h em exchanges brasileiras reflete variação de -1,31%, alinhada ao global. Traders devem monitorar OI e fluxos para confirmação de tendência. A estrutura atual preserva upside de médio prazo, apesar da correção.


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Baleia trader cartoon despejando fluxo vermelho de ETH sobre prisma rompendo wedge descendente com luz cyan, simbolizando vendas de US$971M mas rali persistente

Baleias Vendem US$ 971 Milhões em ETH: Rali Continua?

Baleias de Ethereum com saldos entre 100 mil e 1 milhão de ETH venderam cerca de 300 mil unidades nos últimos três dias, totalizando US$ 971 milhões aos preços recentes. O ETH negocia em torno de US$ 3.161, após romper um wedge descendente de dois meses. Os dados da Santiment mostram aumento na oferta, enquanto o Glassnode indica investidores de longo prazo inativos, criando um conflito entre pressão vendedora e padrão de alta técnica. Isso importa para traders avaliando se o rali prossegue ou corrige.


Vendas de Baleias Aumentam Pressão de Oferta

Os dados on-chain da Santiment revelam que carteiras detentoras de 100 mil a 1 milhão de ETH distribuíram aproximadamente 300 mil ETH desde o rompimento do padrão gráfico. Essa movimentação, equivalente a US$ 971 milhões, reflete ceticismo entre grandes investidores quanto à sustentabilidade do rali atual. Baleias frequentemente realizam lucros durante impulsos de alta, elevando a oferta disponível e testando a liquidez do mercado.

Esse comportamento não garante reversão imediata, mas os números indicam risco elevado no curto prazo. Transações de grande volume impactam dinâmicas de preço, especialmente se a demanda não absorver o influxo. O ETH, que subiu de forma consolidada nas últimas semanas, agora enfrenta esse teste de distribuição durante o movimento de força.

Investidores de Longo Prazo Estabilizam o ETH

Contrabalançando as vendas, o índice Liveliness do Ethereum, conforme Glassnode, caiu desde o fim de dezembro de 2025. Essa queda sinaliza que moedas detidas por longo período permanecem imóveis, com holders optando por retenção em vez de venda. Investidores de longo prazo representam uma base estável, reduzindo volatilidade e oferta circulante disponível para pressão descendente.

Essa retenção pode mitigar impactos das baleias, reforçando a estrutura de suporte. Quando holders antigos mantêm posições, o preço ganha resiliência, permitindo que padrões técnicos como o rompimento do wedge descendente se desenvolvam sem interrupções abruptas. Os dados sugerem confiança de longo prazo apesar da distribuição curta.

Análise Técnica: Alvos e Suportes Críticos

O gráfico diário mostra o ETH confirmando rompimento de um wedge descendente acumulado por dois meses, projetando potencial de alta de 29,5% até US$ 4.061. Objetivo intermediário em US$ 3.447, com suporte chave em US$ 3.287. Manter esse nível valida a tese altista, abrindo caminho para US$ 3.607.

No downside, perda de US$ 3.131 abre para US$ 3.000 ou US$ 2.902, invalidando o rompimento. Variação 24h de -3,48% reforça cautela, com volume monitorado para confirmar direção.

Contexto em Altcoins: Pressão Similar no XRP

Um padrão semelhante aparece no XRP, onde 83% da oferta está em lucro, incentivando vendas de curto prazo. Carteiras recentes reduziram de 5,7% para 4,9% da oferta em sete dias, per Glassnode e Santiment. XRP em US$ 2.15 (-6,99% 24h) testa resistência em US$ 2.36, com risco de correção para US$ 1.80 se MFI sobrecomprado persistir.

Essa dinâmica em altcoins destaca como lucratividade elevada gera distribuição, um risco compartilhado pelo ETH. Traders devem observar inflows em exchanges e ondas HODL para ETH e pares similares.


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Executivos cartoon canalizando fluxos dourados, cyan e prata com siglas BTC, ETH e XRP para vórtice central, simbolizando inflows recordes em ETFs cripto

ETFs Cripto Registram US$ 1,2 bilhão em Inflows nos Primeiros Dias de 2026

Os ETFs de Bitcoin nos EUA registraram influxos de US$ 1,2 bilhão nos primeiros dois dias de negociação de 2026, segundo o analista Eric Balchunas da Bloomberg. Esse volume representa o maior fluxo diário em três meses para o Bitcoin ETF, com US$ 697 milhões apenas em 5 de janeiro. Ethereum e XRP também captaram US$ 168 milhões e US$ 46 milhões respectivamente no mesmo dia, totalizando mais de US$ 800 milhões em fluxos combinados, sinalizando retomada da confiança institucional.


Fluxos Explosivos nos ETFs de Bitcoin

Os dados mostram que praticamente todos os principais spot Bitcoin ETFs receberam aportes nos dias iniciais de 2026. O iShares Bitcoin Trust (IBIT) da BlackRock liderou as entradas, seguido por fundos da Fidelity. Eric Balchunas destacou que esse ritmo anualizado poderia alcançar US$ 150 bilhões, um crescimento de cerca de 600% em relação aos US$ 22 bilhões de 2025 e US$ 35 bilhões de 2024.

No dia 5 de janeiro, o influxo único de US$ 697 milhões foi o maior desde outubro de 2025, coincidindo com o Bitcoin negociando acima de US$ 90.000. Volumes de negociação aumentaram, e posições short foram liquidadas, contribuindo para a estabilização em torno de US$ 92.700 no período analisado.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 492.399,54 às 21:34 de 7 de janeiro, com variação de -1,88% nas últimas 24 horas e volume de 243,25 BTC.

Ethereum e XRP Aceleram com Influxos Significativos

Os ETFs de Ethereum registraram US$ 168,13 milhões em 5 de janeiro, após US$ 174,43 milhões em 2 de janeiro — o maior desde 9 de dezembro. Essa demanda coincide com aumento no staking de ETH, onde a fila de entrada supera em mais de 200 vezes a fila de saída, potencializando um choque de oferta.

Para XRP, os fundos captaram US$ 46,10 milhões no mesmo dia, o maior em um mês, sem outflows desde o lançamento em novembro de 2025. Cumulativamente, os spot ETFs de XRP ultrapassaram US$ 1 bilhão em ativos, impulsionando o ativo a ganhos YTD de mais de 20%, superando a maioria dos top 10, exceto Dogecoin.

Reservas de XRP em exchanges centralizadas caíram para mínimas multianuais, enquanto liquidez no DEX do XRPL atingiu picos, com contagens de transações em alta.

Indicadores On-Chain e Contexto Técnico

Os fluxos amplos indicam demanda institucional diversificada. Para Bitcoin, o open interest em futuros subiu, e liquidações de shorts aceleraram o rompimento de um padrão de cunha descendente. No XRP, o Taker Buy Ratio cruzou níveis de compradores agressivos, com volume de derivativos em máximos desde novembro.

Bitcoin se mantém acima do suporte de US$ 90.000, testando resistências em US$ 93.500 e US$ 94.000. Ethereum observa a média móvel de 50 dias em torno de US$ 3.100, enquanto XRP rompeu resistências chave, com liquidez DEX sugerindo profundidade de mercado crescente.

Esses dados apontam para absorção de oferta circulante pelos ETFs, potencialmente reduzindo liquidez em exchanges. Vale monitorar volumes diários e variações em funding rates para Bitcoin.

Implicações para Demanda e Próximos Passos

Os influxos iniciais de 2026 reforçam os ETFs como canal principal para alocação institucional, com BlackRock e Fidelity dominando BTC, e expansão para ETH e XRP. Morgan Stanley protocolou ETFs de Bitcoin e Solana, sinalizando entrada de mais gestores tradicionais.

Projeções de Balchunas variam de US$ 20-70 bilhões anuais para BTC ETFs, dependendo do preço — até US$ 70 bilhões se BTC atingir US$ 130.000-140.000. Os números sugerem que a demanda pode superar oferta disponível, mas fluxos dependem de condições macroeconômicas.

Investidores devem observar relatórios semanais de inflows e níveis de suporte como US$ 90.000 para BTC, US$ 3.000 para ETH e US$ 2,00 para XRP.


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Núcleo dourado Bitcoin ascendendo de cânion digital de 80K para pico 150K, simbolizando fundo on-chain e projeções altistas para traders

Indicadores On-Chain Sugerem Fundo do Bitcoin: Alvos Até US$ 150k

Os dados on-chain da Glassnode mostram que a queda do Bitcoin para cerca de US$ 80.000 em novembro de 2025 marcou um fundo de mercado, alinhado historicamente com ciclos de baixa. Analistas da Bernstein confirmam essa mínima e projetam US$ 150.000 até o fim de 2026, enquanto John Bollinger identifica um rompimento de Bollinger Bands squeeze mirando US$ 107.000. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC negocia a R$ 495.516,03 (-2,37% em 24h).


Métrica Glassnode: Razão Profit/Loss de Holders de Curto Prazo

A razão entre suprimento de holders de curto prazo (menos de 155 dias) em lucro e prejuízo atingiu 0,013 em 24 de novembro, quando o Bitcoin tocou US$ 80.000. Esse nível extremo coincide com fundos maiores em 2011, 2015, 2018 e 2022, conforme dados da Glassnode. Na mínima, o suprimento em prejuízo saltou para 2,45 milhões de BTC, o maior desde o colapso da FTX, enquanto em lucro caiu para 30.000 BTC.

Desde então, a métrica recuperou para cerca de 0,5, com suprimento em prejuízo em 1,9 milhão de BTC e em lucro em 850.000 BTC. Historicamente, quando se aproxima de 1,0, tende a expandir, sinalizando fase de alta sustentada. Tops ocorrem perto de 100. Os dados sugerem espaço para expansão adicional, com preço subindo 7% para US$ 94.000 no início de 2026.

Bernstein Confirma Fundo e Atualiza Projeções

A Bernstein, liderada por Gautam Chhugani, expressa confiança razoável de que o fundo foi em US$ 80.000, refutando temores de ciclo de quatro anos encerrado no pico de outubro (US$ 126.000). A firma destaca a revolução de ativos digitais impulsionada por demanda institucional, prolongando o bull market atual.

As projeções foram revisadas: Bitcoin a US$ 150.000 em 2026 e US$ 200.000 em 2027. Essa visão considera influxos contínuos em ETFs e adoção corporativa, com o mercado superando preocupações cíclicas tradicionais. No contexto macro, fim do quantitative tightening (QT) do Fed em dezembro de 2025 reforça liquidez favorável.

Análise Técnica de Bollinger: Squeeze e Rompimento

John Bollinger destaca uma base perfeita no gráfico diário do BTC, seguida de Bollinger Bands squeeze e rompimento altista. O bandwidth atingiu mínima, comprimindo volatilidade, antes de expandir com %B cruzando 1,0 (preço acima da banda superior). Alvos iniciais: US$ 100.000 e US$ 107.000.

A análise de Bollinger mostra BTC consolidando acima de US$ 93.500, com risco de recuo à base se falhar. Para ETH e XRP, padrões semelhantes, mas BTC lidera (BTC > ETH > XRP). Níveis de suporte em US$ 90.600 e US$ 88.000 (gaps CME) são chave para sustentação.

Níveis Críticos e Cotação Atual no Brasil

Os dados convergem para confirmação de fundo em US$ 80.000, com métricas on-chain e técnicas apontando upside. Traders devem observar resistência em US$ 100.000, suporte em US$ 93.500 e gaps CME. No Brasil, o Bitcoin registra R$ 495.516,03 (volume 24h: 257,89 BTC; var: -2,37%), per Cointrader Monitor.

Expansão da razão Glassnode acima de 1,0 e manutenção do rompimento Bollinger sinalizam potencial para novos máximos. Volumes institucionais e política monetária do Fed são catalisadores a monitorar nos próximos timeframes semanais.


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Cristal XRP emergindo de fluxo de ouro líquido ascendente, simbolizando influxo recorde de US$ 46 milhões em ETFs e rally bullish

XRP Avança 30% com Influxo de US$ 46 Milhões em ETFs

O XRP registrou alta de 12% nesta terça-feira (6), alcançando US$ 2,41, maior nível desde novembro, com acumulado de quase 30% no início de 2026. O movimento coincide com entradas recordes de US$ 46 milhões em ETFs de XRP à vista nos EUA, maior fluxo diário desde dezembro, segundo dados da SoSoValue. Indicadores técnicos e on-chain reforçam o momentum, mas resistências persistem.


Fluxo Institucional Acelera em ETFs

Os ETFs de XRP à vista nos Estados Unidos captaram US$ 46,1 milhões em um único dia em 5 de janeiro, estendendo uma sequência positiva de quase dois meses desde o lançamento do primeiro fundo em 13 de novembro. No total, os cinco produtos acumulam mais de US$ 1,23 bilhão em entradas líquidas, sem saídas registradas, conforme dados compilados por fontes como SoSoValue e Glassnode.

Esse influxo contrasta com saídas em ETFs de Bitcoin e Ethereum no mesmo período, destacando demanda institucional específica pelo XRP. Analistas atribuem o interesse à clareza regulatória pós-disputa Ripple-SEC e ao posicionamento do token em pagamentos internacionais. Volumes diários de negociação nos ETFs atingem picos desde o lançamento, sinalizando liquidez crescente.

A redução de reservas em exchanges centralizadas, que caiu quase 60% desde o pico de outubro de 2025 para cerca de 1,8 bilhão de tokens, diminui pressão vendedora imediata, amplificando o impacto da demanda.

Breakout Técnico e Momentum de Volume

No gráfico, o XRP rompeu um canal descendente de longo prazo e se posicionou acima da média móvel de 50 dias, padrão clássico de reversão altista. O avanço gerou liquidações de shorts superiores a US$ 250 milhões em uma hora, elevando volatilidade e confirmando força compradora.

Indicadores como RSI mostram configuração bullish na vela de janeiro, com o par XRP/USD e XRP/BTC em rally alinhado. O token foi o de melhor performance entre as top 10 criptomoedas em 2025, estabelecendo base para extensão em 2026, conforme dados de mercado.

No entanto, o preço permanece abaixo da linha de tendência descendente macro e da EMA de 100 semanas, sugerindo que uma consolidação acima desses níveis é essencial para validar tendência de alta sustentada.

Padrão Fractal Similar ao Ouro

Os dados revelam paralelismos entre o XRP e o ouro no período 2020-2022. O metal precioso consolidou por dois anos entre US$ 1.620 – US$ 2.055, formando ondas 3-4 de Elliott em canal descendente, antes de breakout em novembro de 2022 e rally de 180% para US$ 4.550 em dezembro de 2025.

O XRP replica essa estrutura, com consolidação similar e recente rompimento de 30% na primeira semana de 2026. Ativos de alto beta como XRP tendem a seguir hard assets como ouro, que já executou seu movimento.

Níveis de suporte em US$ 1,97-US$ 2,28 e resistência em US$ 2,32-US$ 3,00 (próximo 1.618 Fibonacci) são críticos. Falha na EMA 100-semanas pode revisitar US$ 1,61-1,97.

Níveis Críticos e Contexto de Mercado

Em 2025, o XRP liderou ganhos entre top 10, impulsionado por ETFs e narrativas como possível ETF BlackRock e escalada do stablecoin RLUSD. Esperativas de cortes no Fed reduzem custo de oportunidade para risco, beneficiando ativos como XRP.

Whales estabilizaram vendas após dump de bilhões em outubro-dezembro, com holdings firmes na última semana. O Bitcoin, com ganhos semanais acima de 6%, cria ambiente favorável para altcoins. Traders devem observar consolidação acima US$ 2,32 para confirmação de extensão.

Os números indicam pernas para o rally, mas volatilidade exige monitoramento de volume e suporte técnico.


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Minerador cartoon despejando fluxo dourado de BTC em data center IA cyan, representando venda de US$ 200 mi pela Riot Platforms

Riot Vende US$ 200 Milhões em BTC: Mineradoras Pressionam?

A mineradora Riot Platforms vendeu aproximadamente US$ 200 milhões em Bitcoin nos últimos dois meses de 2025, com 383 BTC em novembro (US$ 37 milhões) e 1.818 BTC em dezembro (US$ 161,6 milhões), reduzindo seu saldo para 18.005 BTC. Os dados sugerem financiamento para expansão em infraestrutura de IA, mas levantam questões sobre pressão vendedora de mineradoras em um mercado de liquidez apertada. Isso representa estratégia ou necessidade de caixa? Segundo o Cointrader Monitor, o BTC cotava a R$ 495.160,63 às 08:25 de hoje, com variação de -2,38% em 24h.


Detalhes das Vendas e Holdings Atuais

Os números exatos, divulgados no relatório mensal da Riot, mostram 2.201 BTC vendidos no total, gerando US$ 200 milhões em proceeds. Isso contrasta com 2024, quando a empresa acumulou mais de US$ 500 milhões em BTC sem vendas significativas. Ao fim de 2025, os holdings de 18.005 BTC equivaliam a cerca de US$ 1,65 bilhão a preços de US$ 92.000, posicionando a Riot entre as 10 maiores detentoras públicas de Bitcoin.

A redução de mais de 1.300 BTC desde outubro reflete uma estratégia de monetização de ativos minerados. Mineradoras como Riot geram BTC via proof-of-work, mas enfrentam custos operacionais elevados, como energia e expansão de capacidade. Vendas pontuais são comuns para cobrir despesas, mas o volume recente chama atenção pela magnitude.

Motivações: Pivot para Data Centers de IA

Matthew Sigel, head de digital assets na VanEck, analisou que o montante vendido corresponde ao capex guiado para a primeira fase do data center Corsicana (112 MW), com conclusão prevista para Q1 2027. "Um inverno de vendas de BTC financia a fase 1 do pivot para IA", destacou. A Riot adota uma abordagem "power-first", usando mineração como ferramenta para monetizar energia antes de converter para data centers.

Não é caso isolado: CleanSpark, MARA, Bitfarms, Cipher Mining e Hut 8 também migram para IA e cloud. Bitfarms planeja encerrar mineração de BTC completamente. Esses fluxos ligam vendas de BTC ao boom de IA, especialmente com condições de crédito mais apertadas, forçando mineradoras a liquidar holdings para funding.

Pressão de Venda e Liquidez do Mercado

Os dados mostram mineradoras como vendedoras marginais recorrentes de BTC, contribuindo para a correção observada em 2025. Com BTC testando suportes em torno de US$ 91.000-92.000, volumes de venda de holders como Riot adicionam pressão descendente. No Brasil, o volume 24h foi de 259 BTC nas principais exchanges, per Cointrader Monitor.

É desespero ou inteligência? Lucros realizados em highs de 2025 (acima de US$ 100.000) vs. necessidade de caixa para capex indicam estratégia. No entanto, em cenários de baixa prolongada, tesourarias de BTC servem como colchão. Traders devem monitorar fluxos de mineradoras via métricas on-chain, como saldo de exchanges.

Níveis Técnicos e Próximos Passos a Observar

Gráficos apontam suporte imediato em US$ 91.000 (gap CME), com resistência em US$ 95.000. Média móvel de 50 dias (~US$ 93.500) atua como pivô. Vendas de mineradoras podem acelerar testes de suporte se volume persistir. Ações da RIOT subiram 23% em 6 meses, mas caíram 2% ontem com BTC a US$ 92.500.

Investidores acompanhem relatórios mensais de Riot e pares, além de capex de IA. Fluxos de liquidez de mineradoras impactam volatilidade de curto prazo, mas adoção corporativa em IA pode sustentar demanda por power e BTC indireto.


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