Trabalhador cripto cartoon em videochamada Zoom com deepfake glitchando em máscara hacker e malware se espalhando, alertando sobre ataques norte-coreanos

Hackers da Coreia do Norte Usam Deepfakes em Chamadas de Zoom

Seu chefe ou colega na videochamada pode ser um deepfake: hackers ligados à Coreia do Norte estão usando chamadas falsificadas no Zoom para infectar profissionais de cripto com malware. O caso recente do cofundador da BTC Prague, Martin Kuchař, expõe essa tática sofisticada de engenharia social, que já resultou em perdas bilionárias no setor. Fique atento: nunca baixe arquivos em chamadas não planejadas.


Como Funciona o Ataque Sofisticado

Os criminosos iniciam o golpe comprometendo contas no Telegram de contatos conhecidos da vítima. Em seguida, enviam um convite para uma chamada no Zoom ou Teams, usando deepfakes gerados por IA para impersonar rostos familiares. Durante a chamada, ficam mutados e alegam problema de áudio, induzindo a vítima a instalar um “plugin de correção”.

Esse arquivo é, na verdade, um script malicioso para macOS que desativa histórico de shell, instala Rosetta 2 se necessário e solicita senhas repetidamente para elevar privilégios. Uma vez executado, o malware concede acesso total ao sistema, permitindo roubo de Bitcoins, controle de contas Telegram e propagação para novos alvos na rede da vítima.

A tática explora a confiança natural em videochamadas, tornando-a altamente eficaz contra desenvolvedores e executivos de cripto, que lidam com carteiras e chaves sensíveis diariamente.

Ligação com o Lazarus Group e Histórico de Ataques

Pesquisadores da Huntress atribuem esses incidentes ao TA444, subgrupo BlueNoroff do infame Lazarus Group, patrocinado pelo Estado norte-coreano. Essa operação estatal foca em roubo de criptomoedas desde 2017, com táticas semelhantes documentadas desde julho de 2025.

Em 2025, golpes com IA e impersonação causaram perdas recordes de US$ 17 bilhões no ecossistema cripto, segundo Chainalysis. Exemplos incluem o roubo de US$ 1,3 milhão de um executivo da THORChain e mais de US$ 300 milhões em ataques similares, destacando a persistência e evolução desses hackers estatais.

O caso de Kuchař confirma o padrão: conta Telegram hackeada usada para atacar contatos, criando uma cadeia de infecções em redes cripto.

Dicas Essenciais para se Proteger

Para profissionais de cripto, a vigilância é crucial. Nunca baixe ou execute arquivos durante chamadas não agendadas previamente. Verifique a identidade do chamador por canais alternativos, como SMS ou ligação direta, antes de prosseguir.

Evite links de reuniões de domínios falsos (ex: zoomnortek.com). Mantenha antivírus atualizado, use máquinas virtuais para testes e monitore acessos privilegiados. Empresas devem treinar equipes em reconhecimento de deepfakes: observe inconsistências como piscadas irregulares ou iluminação estranha.

Alerte sua rede imediatamente se suspeitar de comprometimento. Ferramentas como assinaturas criptográficas em vídeos podem mitigar riscos futuros, como sugerem especialistas.

Implicações para o Setor Cripto

Esse esquema expõe vulnerabilidades na convergência de IA e engenharia social, ameaçando a adoção corporativa de cripto. Com perdas crescentes, o setor precisa de protocolos mais rígidos para videochamadas profissionais. Investidores e devs devem priorizar segurança operacional, transformando essa ameaça em oportunidade para melhores práticas.

Vale monitorar evoluções do Lazarus, que adapta táticas rapidamente. A denúncia precoce, como a de Kuchař, é chave para conter a propagação.


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Juiz cartoon regulador multando carteira digital culpada com '9.3M' em multas, ilustrando punição à Qoin Wallet por fraude na Austrália

Justiça Australiana Multa Qoin Wallet em R$ 51 Milhões por Fraude

A Comissão de Valores Mobiliários da Austrália (ASIC) obteve vitória judicial contra a BPS Financial, ordenando o pagamento de 14 milhões de dólares australianos — equivalentes a cerca de R$ 51,4 milhões na cotação atual — pela promoção e operação ilegal da carteira cripto Qoin Wallet. A decisão expõe anos de conduta não licenciada e representações enganosas sobre o produto ligado ao token Qoin, servindo de alerta para usuários de apps cripto sem regulação clara.


Detalhes da Multa e Violações

A multa total de A$14 milhões foi dividida em A$1,3 milhão por operação de serviços financeiros sem a devida licença australiana (Australian Financial Services Licence) e A$8 milhões por práticas enganosas. De janeiro de 2020 a meados de 2023, a BPS Financial promoveu a Qoin Wallet como uma facilidade de pagamento não monetário vinculada ao token Qoin, violando a Corporations Act.

A juíza Downes classificou as ações como “conduta ilícita grave”, envolvendo gerentes seniores e sistemas de compliance deficientes. A empresa alegava falsamente que o produto era aprovado ou registrado pelas autoridades, que os tokens Qoin podiam ser facilmente trocados por moedas fiduciárias ou outras criptoativos, e que eram amplamente aceitos por comerciantes — afirmações derrubadas por julgamentos anteriores em 2024, cuja falsidade foi confirmada em 2025.

Restrições e Consequências para a BPS

Além da penalidade financeira, a BPS Financial foi proibida de operar qualquer serviço financeiro sem licença por 10 anos. A empresa também deve publicar avisos judiciais obrigatórios no app e site da Qoin Wallet, além de arcar com a maior parte dos custos legais da ASIC. Essa medida reforça a seriedade das irregularidades, que remontam a ações civis iniciadas em 2022.

Joe Longo, presidente da ASIC, enfatizou: “Dada a natureza desses produtos, provedores devem ter licenças adequadas e investidores precisam de informações claras e corretas, especialmente pois criptoprodutos são voláteis, arriscados e complexos.” A vitória judicial destaca o compromisso do regulador em punir promessas falsas no ecossistema cripto.

Alerta ao Mercado e Contexto Regulatório

Essa decisão chega em meio a avanços regulatórios na Austrália, como a flexibilização de regras para stablecoins em dezembro, dispensando licenças separadas para distribuidores com contas omnibus e bom registro. No entanto, o relatório “Key Issues Outlook 2026” da ASIC alerta para riscos em ativos digitais, incluindo gaps regulatórios e vendas de alto risco.

Para investidores brasileiros, o caso da Qoin Wallet é um lembrete crucial: verifique sempre a licença do provedor e evite apps que prometem facilidades irreais sem backing regulatório. Plataformas sem transparência sobre autorizações podem expor usuários a perdas significativas, como visto aqui com a BPS Financial.


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Veias vermelhas pulsantes infiltrando pilares cyan de exchanges, simbolizando lavagem de US$414 milhões em USDT via Telegram e gambling

Investigação Revela Lavagem de US$ 414 Milhões em USDT via Telegram

Redes de apostas ilegais processaram US$ 414 milhões em USDT em apenas 53 dias, utilizando carteiras baseadas no Telegram e mini apps para lavagem de dinheiro, conforme revelado por uma investigação da Bitrace. Apesar de alertas contra envios diretos, cerca de US$ 9 milhões fluíram para exchanges centralizadas como Binance, OKX e HTX. Essa rede sofisticada destaca vulnerabilidades no ecossistema cripto, ajudando investidores a identificar plataformas suspeitas e evitar envolvimento em crimes financeiros.


A Evolução das Carteiras Telegram para Lavagem

As carteiras Huione Telegram Wallet, Wangbo Wallet e HWZF (ligadas a Huionepay e Overseaspay) atuam como ferramentas principais de liquidação para operações de apostas conectadas às plataformas Huione e Tudou Guarantee. Originalmente projetadas como mercados de escrow no Telegram para transações de bens e serviços, elas se transformaram em hubs para atividades ilícitas, incluindo golpes e lavagem de dinheiro.

Plataformas de jogo ilegal se integram a esses ecossistemas via mini apps do Telegram, permitindo depósitos e saques de USDT sem interação direta com exchanges. Bitrace identificou que Wangbo Wallet e Huionepay compartilham o mesmo backend de software, poolando fundos de usuários em vez de segregá-los, o que facilita a movimentação massiva de recursos sujos. Mesmo após o fechamento de Huionepay e Tudou Guarantee, essas carteiras continuam operando em escala, processando volumes bilionários.

Fluxo Técnico dos Fundos Ilícitos

O mecanismo é engenhoso: jogadores depositam USDT nas plataformas de apostas através de provedores de pagamento cripto integrados via Telegram. Esses fundos são liquidados pelas wallets mencionadas, que atuam como intermediárias. Em 53 dias, o trio de carteiras recebeu os US$ 414 milhões, demonstrando a resiliência da rede mesmo sob escrutínio regulatório.

Investigações apontam para uma infraestrutura compartilhada que permite a continuidade das operações. Após o banimento de canais do Telegram relacionados ao Huione Group, vendedores migraram para sucessores como Tudou Guarantee, absorvendo grande parte da atividade. Essa adaptabilidade técnica — com rebranding de wallets e uso de mini apps — mantém o fluxo de capitais ilícitos ativo, desafiando esforços de enforcement.

Envios Diretos para Exchanges Centralizadas

Apesar de repetidos avisos dos provedores de pagamento para não enviar fundos diretamente a exchanges, Bitrace rastreou US$ 9 milhões em USDT fluindo para Binance, OKX e HTX no mesmo período. Essas transferências arriscam ativar revisões de compliance nas plataformas, mas prosseguem, expondo gaps nos controles de KYC e monitoramento de blockchain.

O Huione Group foi rotulado como ‘preocupação primária de lavagem de dinheiro’ pelas autoridades americanas em outubro de 2025, com acusações e um caso de forfeitura civil de US$ 15 bilhões. Relatórios da Elliptic e ICIJ confirmam que essas redes suportam scams cibernéticos e gambling online, enviando centenas de milhões via top exchanges entre 2024 e 2025.

Sinais de Alerta e Lições para Investidores

Para o público brasileiro, esses detalhes técnicos servem como guia: evite plataformas de apostas que usam wallets Telegram obscuras, mini apps para pagamentos ou fluxos diretos de USDT sem verificação robusta. Monitore endereços associados a Huione ou Tudou via ferramentas de blockchain como Bitrace. Exchanges como Binance implementam medidas, mas a responsabilidade individual é crucial para não cair em redes criminosas.

A persistência dessa pipeline — de apostas para CEXs — sinaliza a necessidade de maior cooperação global. Investidores devem priorizar plataformas reguladas e transparentes, reportando atividades suspeitas para mitigar riscos de envolvimento involuntário em lavagem.


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Investigador cartoon expondo hacker sombrio com lupa, revelando conexões navais e pilha de 40M, simbolizando roubo de cripto exposto

Hacker de US$ 40 milhões Exposto por ZachXBT: Filho de Contratista da Marinha EUA

O investigador on-chain ZachXBT expôs John Daghita, também conhecido como Lick, como o hacker responsável por roubar mais de US$ 40 milhões em ativos cripto confiscados pelo governo dos EUA. Filho de um contratante da Marinha americana, Daghita usou acesso privilegiado via empresa familiar CMDSS para desviar fundos, incluindo US$ 24,9 milhões recuperados do hack da Bitfinex. Sua queda veio da vaidade: um ‘concurso de ostentação’ em chat privado selou seu destino na blockchain imutável. Este caso reforça que, no mundo cripto, exibir roubos é o atalho mais curto para a captura.


O Esquema de Roubo aos Ativos Governamentais

John Daghita explorou uma brecha interna crítica. Seu pai é dono da CMDSS, empresa com contrato ativo em Virgínia para gerenciar ativos cripto confiscados pela US Marshals Service. A companhia auxilia na custódia e disposição de criptomoedas obtidas em operações de enforcement. Provavelmente com credenciais paternas, John acessou carteiras governamentais em 2024, iniciando uma série de desvios.

A maior operação ocorreu em março de 2024: US$ 24,9 milhões retirados de fundos sequestrados do histórico hack da Bitfinex. No total, os endereços ligados a ele somam mais de US$ 90 milhões em cripto roubada, incluindo vítimas não governamentais. Este roubo expõe falhas graves em protocolos de custódia de terceiros, onde confiança humana supera salvaguardas técnicas.

A Ostentação Fatal em Grupo de Hackers

A identidade de Daghita veio à tona por pura imprudência. Recentemente, em um chat com o hacker Dritan Kapplani Jr., ele iniciou um duelo de luxo. Compartilhou sua wallet Exodus, transferiu fundos ao vivo e gravou vídeos provando sua fortuna ilícita. Esses clipes circularam, e os endereços exibidos casaram perfeitamente com os usados nos roubos governamentais.

ZachXBT, mestre em rastreamento blockchain, conectou os pontos: padrões de transação idênticos aos desvios de 2024. A vaidade, comum entre criminosos novatos, ignora o princípio básico de opsec (segurança operacional). Na blockchain pública, cada movimento é eterno, aguardando apenas a análise forense.

Reação Imediata e Conexão com Casos Anteriores

Após a denúncia de ZachXBT em 26 de janeiro de 2026, a CMDSS suspendeu suas contas no X (antigo Twitter), site e LinkedIn. Isso confirma a veracidade das ligações familiares e pressiona autoridades federais a agir. Este é o fato novo em relação à cobertura anterior do blog sobre ‘John’/’Lick’ em 24/01: a revelação da identidade e raízes governamentais.

O caso ecoa outros escândalos, como o de Jimmy Zhong, pego por falhas semelhantes. Destaca vulnerabilidades em custódia centralizada, mesmo por entidades governamentais, e o poder de investigadores independentes como ZachXBT em expor crimes on-chain.

Lições para Segurança e Investidores Cripto

Este incidente sublinha riscos sistêmicos: custodiantes terceirizados introduzem vetores humanos falíveis, como acesso familiar indevido. Para governos e exchanges, urge multi-sig, auditorias rigorosas e zero-trust. Para usuários, reforça: evite ostentação on-chain e priorize privacidade.

Enquanto autoridades investigam, o episódio alerta o ecossistema: a blockchain pune a arrogância. Monitore desenvolvimentos, pois punições podem impactar confiança em custódia regulada.


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Figuras cartoon criminosas passando maletas USDT por portal Telegram para cofre de exchange, com rede regulatória se fechando, ilustrando lavagem de US$ 414 mi

Lavagem de US$ 414 milhões em USDT via Telegram: O Cerco às Exchanges Aperta

No submundo do USDT, redes de apostas ilegais baseadas no Telegram lavaram mais de US$ 414 milhões em menos de dois meses, conforme investigação da Bitrace revelada em uma reportagem detalhada. Apesar de ações policiais contra provedores de pagamento, milhões em stablecoins fluem diretamente para grandes exchanges, expondo vulnerabilidades no ecossistema cripto e alertando usuários sobre os perigos de plataformas ilícitas.


Plataformas de Apostas e Wallets de Garantia

As operações giram em torno de três carteiras principais no Telegram: Huione Telegram Wallet, Wangbo Wallet e HWZF, ligadas às plataformas Huione Guarantee, Haowang e Tudou Guarantee. Originalmente criadas como mercados de escrow para bens e serviços, elas evoluíram para centros de atividades ilícitas, incluindo apostas online, golpes e lavagem de dinheiro.

Plataformas de apostas se integram via mini apps do Telegram, permitindo depósitos e saques em USDT sem contato direto com exchanges. Mesmo após o fechamento de Huionepay e Tudou Guarantee, os sites de apostas continuam ativos, processando volumes massivos. Em 53 dias, essas entidades acumularam os US$ 414 milhões, com fundos compartilhados entre wallets que usam a mesma infraestrutura de software.

Fluxo Direto para Exchanges Centralizadas

Apesar de alertas dos provedores para evitar envios diretos, cerca de US$ 9 milhões em USDT foram transferidos para plataformas como Binance, OKX e HTX no mesmo período. Essas movimentações arriscam ativar revisões de compliance nas exchanges, mas prosseguem, destacando falhas nos controles de monitoramento de fundos ilícitos.

Os sindicatos de apostas minimizam exposição alterando marcas de wallets e usando ferramentas baseadas em Telegram, mantendo o pipeline ativo. Isso cria um elo perigoso entre o submundo das apostas e o mercado regulado de criptomoedas.

Histórico de Sanções e Migrações

O Huione Group foi classificado como “preocupação primária de lavagem de dinheiro” pelas autoridades americanas em outubro de 2025, após ações conjuntas de OFAC, FinCEN e agências britânicas. Antes do shutdown em maio de 2025, a Huione Guarantee processou mais de US$ 24 bilhões. Após remoção de canais pelo Telegram, vendedores migraram para Tudou Guarantee, perpetuando o ciclo.

Relatórios de Elliptic e ICIJ confirmam que essas redes suportam grupos de scams, lavadores e operadores de apostas com USDT como principal ativo de liquidação. Entre meados de 2024 e 2025, centenas de milhões passaram por grandes exchanges, mesmo sob escrutínio.

Perigos para Usuários e Próximos Passos

Para investidores brasileiros, o caso reforça os riscos de interagir com plataformas de apostas não reguladas no Telegram. Fundos ilícitos podem contaminar carteiras legítimas, levando a bloqueios ou investigações. Exchanges apertam o cerco com ferramentas de análise on-chain, mas a vigilância individual é essencial: evite transações com fontes duvidosas e priorize plataformas licenciadas.

Reguladores globais intensificam ações, mas o ecossistema descentralizado exige maior transparência de wallets e mini apps. Fique atento a atualizações sobre sanções e monitore fluxos suspeitos em suas operações.


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Personagem tech cartoon manipulado por sombra hacker em ícone X enviando anzóis phishing para traders, alertando golpe em conta de cofundador Scroll

Alerta Golpe: Conta do Cofundador da Scroll Hackeada no X

Hackers invadiram a conta no X do cofundador da Scroll, Kenneth Shen (@shenhaichen), e agora enviam mensagens privadas (DMs) em massa se passando por oficiais do X. O golpe usa engenharia social para enganar usuários, prometendo ‘verificação de conta’ ou suporte. Se você recebeu DM do perfil, ignore e não clique em links. A invasão foi reportada em 25 de janeiro de 2026, alertando a comunidade cripto sobre riscos imediatos.


Detalhes da Invasão Confirmada

A Scroll, uma solução de Layer 2 para Ethereum conhecida por escalabilidade zk-rollups, viu seu cofundador Kenneth Shen ter a conta comprometida. De acordo com relatos de comunidades cripto, os invasores assumiram o controle total do perfil @shenhaichen e iniciaram uma campanha de phishing direcionada. As DMs falsas imitam comunicações oficiais da plataforma X, criando urgência falsa para roubar credenciais ou fundos.

Essa tática não é isolada. A análise do incidente revela padrões de ataques profissionais: roubo de credenciais via malware ou engenharia social prévia, seguido de exploração imediata para atingir seguidores influentes no ecossistema cripto. A Scroll, com seu crescimento recente, atrai atenção de criminosos cibernéticos.

Táticas de Engenharia Social em Ação

Os hackers se passam por “suporte do X”, alegando problemas na conta da vítima e solicitando ações como envio de chaves privadas, seeds ou cliques em links maliciosos para ‘verificação’. Nunca o suporte oficial do X pede tais informações via DM. Essa é a essência da engenharia social: explorar confiança em figuras conhecidas para burlar defesas naturais.

Investigando padrões semelhantes, vemos ataques a contas de projetos como Cointelegraph e fundos falsos de Scroll (@ScrollFDN fake). Os criminosos priorizam perfis com alto engajamento, maximizando o alcance do scam. No caso de Shen, as mensagens visam holders de tokens Scroll ou entusiastas de L2, prometendo benefícios exclusivos.

Medidas de Proteção Imediatas para Usuários

  1. Ignore DMs suspeitas: Qualquer solicitação de dados sensíveis é golpe. Verifique sempre via canais oficiais da Scroll (site, Discord, Telegram).
  2. Ative autenticação de dois fatores (2FA) em todas as contas, preferindo apps como Google Authenticator, não SMS.
  3. Monitore sua conta X: Altere senhas fortes e únicas se houver interação recente com perfis cripto.
  4. Use extensões anti-phishing como uBlock Origin e evite links encurtados.

Para a comunidade brasileira, o risco é ampliado pela adoção crescente de L2s como Scroll em exchanges locais. Relate perfis falsos ao X e avise grupos de Telegram sobre o incidente.

Contexto Maior: Ameaças Recorrentes no Ecossistema Cripto

A Scroll não é vítima isolada. Projetos em ascensão enfrentam ondas de ataques coordenados durante fases de alta visibilidade, como mainnet ou airdrops. A análise da fonte destaca que contas X são vetores preferidos por sua influência direta sobre decisões de investimento. No Brasil, onde o mercado cripto explode, esses hacks podem levar a perdas significativas em reais.

Autoridades como CFTC nos EUA discutem reformas regulatórias, mas a defesa individual permanece crucial. Monitore atualizações oficiais da Scroll e evite euforia: segurança precede especulação. Esse caso reforça a necessidade de educação contínua contra scams sofisticados.


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Teia blockchain cyan expondo esconderijo hacker com pilha dourada marcada 23M, simbolizando rastreamento e transparência contra roubo cripto

Hacker Ostenta US$ 23 Milhões e É Rastreado por ZachXBT

Um hacker conhecido como ‘John’ ou ‘Lick’ cometeu o erro fatal de ostentar US$ 23 milhões em criptomoedas roubadas durante uma disputa online chamada ‘band-for-band’. O investigador blockchain ZachXBT analisou a gravação da troca de telas e rastreou os fundos até um pool ilícito de US$ 90 milhões, ligado a apreensões do governo dos EUA, incluindo o famoso hack da Bitfinex. A vaidade digital selou seu destino.


A Disputa ‘Band-for-Band’ que Expôs Tudo

A briga virtual eclodiu entre ‘John’ e outro criminoso cibernético, Dritan Kapplani Jr. O desafio ‘band-for-band’ (b4b) consistia em provar superioridade exibindo controle sobre grandes somas em cripto. John compartilhou telas ao vivo: primeiro, uma carteira Tron com US$ 2,3 milhões, depois transferências de US$ 6,7 milhões em ETH, culminando em US$ 23 milhões consolidados na carteira 0xd8bc.

Tudo foi gravado, fornecendo evidência irrefutável de controle sobre múltiplos endereços, como 0x8924, que John confirmou possuir. Essa demonstração pública, pensada para humilhar o rival, tornou-se o ponto de partida para a investigação. A arrogância de exibir roubos em tempo real ignora a rastreabilidade inerente à blockchain.

ZachXBT Entra em Ação: Rastreamento Implacável

O renomado investigador ZachXBT, conhecido por desmantelar esquemas criminosos, mergulhou no histórico da carteira 0xd8bc. Uma transação de novembro de 2025 chamou atenção: 1.066 WETH vindos da carteira 0xc7a2, previamente ligada a fundos apreendidos pelo governo americano. Seu tweet de 23 de janeiro de 2026 expôs o caso, conectando John a um ecossistema de endereços contaminados.

A análise revelou fluxos de US$ 63 milhões em 2025 oriundos de carteiras sob controle governamental. Essa precisão demonstra como ferramentas de análise on-chain transformam provas circunstanciais em evidências concretas, disponíveis para autoridades. ZachXBT não só identificou o hacker, mas mapeou sua rede de atividades ilícitas.

Ligações com o Hack da Bitfinex e Apreensões Governamentais

Os fundos traçados remontam a eventos de alto perfil. Uma carteira associada a John recebeu US$ 24,9 milhões do sequestro relacionado ao hack da Bitfinex em março de 2024. O endereço governamental ainda retém cerca de US$ 18,5 milhões. Esse pool de US$ 90 milhões inclui roubos de múltiplas vítimas entre novembro e dezembro de 2025.

Casos semelhantes, como um grupo que ostentou US$ 243 milhões em fraudes em 2024 e foi preso, reforçam o padrão: exibir bens ilícitos acelera a queda. A blockchain, com sua transparência imutável, anula tentativas de lavagem, expondo fluxos mesmo após mixers ou bridges.

Lições para Criminosos e para o Mercado

Esse episódio ilustra perfeitamente o provérbio ‘a arrogância precede a queda’. Criminosos cibernéticos subestimam a vigilância on-chain, onde cada transação é um rastro permanente. Para investidores legítimos, reforça a importância de due diligence: verifique históricos de carteiras antes de interagir.

Autoridades ganham munição valiosa para ações futuras, potencialmente recuperando ativos. O caso destaca como investigadores independentes como ZachXBT complementam o trabalho policial, promovendo um ecossistema cripto mais seguro apesar das ameaças persistentes.


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Cúpula digital cyan rachada vazando silhuetas de usuários e fluxo vermelho com 50K, representando hack de dados fiscais de 50 mil cripto-usuários

Shiny Hunters: grupo hacker expõe 50 mil usuários de cripto

Seus dados fiscais de criptomoedas estão em risco? O grupo hacker Shiny Hunters invadiu a plataforma Waltio, expondo e-mails e saldos de portfólios de cerca de 50 mil usuários franceses referentes a 2024. A extorsão já começou, com ameaças de venda de dados sensíveis. Na França, epicentro de sequestros por cripto, o pânico se instala entre investidores.


Detalhes do Ataque à Waltio

A Waltio, plataforma francesa de relatórios fiscais para cripto usada por 150 mil clientes na França, Bélgica e Espanha, confirmou um ataque “sofisticado” em 21 de janeiro de 2026. Hackers acessaram dados limitados de 2024, como e-mails, saldos agregados, ganhos e perdas – muitos relatórios incompletos. Crucialmente, senhas, chaves de API, endereços de carteiras, históricos de transações e dados bancários não foram comprometidos.

A empresa corrigiu a vulnerabilidade e denunciou a extorsão às autoridades parisienses, especializada em cibercrimes. O CEO Pierre Morizot alerta para phishing via email, SMS ou ligações falsas, comum em vazamentos assim.

Quem São os Shiny Hunters?

Os Shiny Hunters são um coletivo notório de hackers, autores de breaches massivos em empresas como AT&T e outras. No caso Waltio, enviaram amostras da base roubada – emails e saldos fiscais – para provar posse e exigir resgate. Pesquisas indicam que, sem pagamento, dados como esses costumam ir a leilão na dark web, onde criminosos compram para extorsão direcionada ou ataques físicos.

Embora não haja confirmação de venda imediata, o padrão do grupo sugere alto risco. Na França, isso agrava a onda de violência: 6 ataques físicos a holders em 2026, 19 em 2025, incluindo sequestros como o de David Balland, cofundador da Ledger.

Riscos Iminentes para Investidores

Expor saldos de cripto é um convite à extorsão: hackers sabem quem tem patrimônio alto, facilitando alvos para golpes ou invasões. Na França, investigações ligam breaches digitais a crimes reais, com invasões domiciliares a perfis “discretos”. Usuários da Waltio enfrentam spam malicioso e chantagem personalizada, transformando dados fiscais em ameaça vital.

O vazamento ecoa rumores negados pela Waltio em dezembro de 2025, questionando a segurança prévia. Rumores persistem de ligações com sequestros locais, como em La Rochelle.

Como se Proteger: Lições Urgentes

Não confie em terceiros para dados sensíveis. Adote auto-custódia com hardware wallets (chaves físicas offline) para blindar fundos. Serviços com criptografia end-to-end evitam vazamentos centralizados. Monitore emails por phishing, mude senhas e evite compartilhar saldos fiscais.

Para brasileiros: evite plataformas estrangeiras sem conformidade local. A França prova que declaração fiscal vira alvo – priorize privacidade sobre conveniência. Autoridades francesas investigam, mas a prevenção é individual.


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Empresária cartoon em videochamada com impostores PF estilizados revelando sombras cibernéticas sugando energia cripto dourada, alertando sobre golpe

PF Fake: Golpe que Limpou R$ 170 Mil de Empresária em SP

Uma empresária de São Paulo caiu em um golpe sofisticado de falsos agentes da Polícia Federal, perdendo R$ 170 mil em criptomoedas. Os criminosos usaram engenharia social avançada, simulando reuniões virtuais profissionais para ganhar confiança. O caso, revelado em janeiro de 2026, expõe a ousadia dos golpistas e reforça o alerta oficial da PF: a polícia nunca solicita chaves privadas ou acesso a carteiras digitais. A vítima detalhou como os estelionatários pareciam autênticos, com uniformes e linguagem técnica, limpando sua conta em poucas horas.


Modus Operandi: A Simulação Perfeita

Os golpistas iniciaram o contato por telefone, se apresentando como investigadores da PF envolvidos em uma operação contra lavagem de dinheiro. Para legitimar a abordagem, marcaram reuniões virtuais via plataformas comuns, como Zoom ou Google Meet, onde exibiram crachás falsos, uniformes e até documentos forjados. A sofisticação impressiona: usaram fundos virtuais com logos oficiais, iluminação profissional e jargões policiais precisos, criando uma ilusão de autoridade incontestável.

Durante as chamadas, alegaram que a conta da vítima estava “comprometida” em uma rede de fraudes cripto. Pediram “colaboração urgente” para transferir os ativos para uma carteira “segura” controlada pela PF. A empresária, pressionada pelo tom oficial e prazos falsos, enviou as criptomoedas, que evaporaram imediatamente. Essa tática de engenharia social explora o medo e a confiança em instituições, um padrão recorrente em golpes no Brasil.

Detalhes do Prejuízo e Perfil da Vítima

A perda de R$ 170 mil envolveu diversas criptomoedas, transferidas para endereços irrestritos. A vítima, uma empresária do setor de tecnologia em São Paulo, relatou o golpe à polícia real após perceber a fraude. Investigadores confirmam que os criminosos operam em redes organizadas, possivelmente com suporte técnico para anonimato via VPNs e mixers de cripto.

O caso destaca a vulnerabilidade de perfis com exposição pública: empresários com portfólios cripto visíveis em redes sociais são alvos prioritários. A demora na reação da vítima, comum em cenários de pânico induzido, permitiu que os fundos fossem dispersos globalmente em minutos.

Alerta Oficial da PF e Medidas de Proteção

A Polícia Federal reitera: agentes reais nunca solicitam chaves privadas, senhas ou transferências de cripto. Contatos oficiais ocorrem via canais formais, com intimações judiciais. A PF recomenda verificar identidades por meio do site oficial ou delegacias físicas, evitando cliques em links suspeitos ou videochamadas não solicitadas.

Para se proteger, especialistas sugerem: ativar autenticação 2FA, usar hardware wallets, nunca compartilhar seeds e reportar contatos suspeitos imediatamente. Ferramentas como verificadores de endereços blockchain ajudam a rastrear fluxos iniciais, embora a recuperação seja rara em golpes cripto.

Lições para o Ecossistema Cripto Brasileiro

Este incidente reforça a necessidade de educação contínua no mercado cripto brasileiro, onde casos semelhantes crescem 30% ao ano. Plataformas como exchanges locais investem em alertas, mas a responsabilidade individual é crucial. Fique atento: a engenharia social evolui, mas o bom senso permanece a melhor defesa contra PF fake.


📌 Nota: Uma ou mais fontes citadas estavam temporariamente indisponíveis no momento da redação.

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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Impostores cartoon como falsos agentes PF sugando criptomoedas de carteira de vítima chocada, alertando sobre golpes no Brasil

Alerta Golpe: Falsos Agentes da PF Roubaram R$ 170 Mil em Cripto

Criminosos se passando por agentes da Polícia Federal (PF) roubaram R$ 170 mil em criptomoedas de uma empresária de São Paulo, conforme detalhado em reportagem recente. Eles usaram dados pessoais precisos e reuniões virtuais falsas para convencer a vítima de uma investigação por crimes financeiros, pedindo transferências para ‘verificação’. A PF reforça: nunca solicita chaves privadas ou movimentações. Esse golpe local ecoa fraudes globais, como as acusações de suborno contra o Grupo Adani.


Detalhes do Golpe Contra a Empresária

A vítima, uma empresária de 57 anos de São Paulo, recebeu ligações de supostos agentes da PF que citavam nome, documentos, endereço e e-mails dela com exatidão. Alegaram uma conta bancária em seu nome com movimentação de R$ 8 milhões em crimes financeiros, exigindo provas de inocência.

Os golpistas marcaram reuniões online com distintivos falsos e fundo com logo da PF. Criaram uma rotina opressiva: relatórios a cada quatro horas sobre localização e planos. Culminou na ordem de transferir todo o patrimônio para uma plataforma de criptomoedas sob pretexto de auditoria de legalidade. Após a transação, sumiram com os fundos.

Essa tática explora o medo de investigações e a credibilidade das instituições, tornando o golpe particularmente eficaz contra investidores de cripto que guardam ativos em carteiras privadas.

Sinais de Alerta e Medidas de Proteção

A PF já emitiu nota oficial negando qualquer pedido de transferências ou chaves privadas. Sinais clássicos incluem contatos inesperados com dados pessoais roubados, pressão por ações imediatas e uso de plataformas de cripto para movimentações ‘seguras’.

Para se proteger:

  1. Verifique sempre contatos oficiais no site da PF (pf.gov.br).
  2. Nunca compartilhe sementes, chaves privadas ou faça transferências sob coação.
  3. Use autenticação 2FA e carteiras de hardware para ativos significativos.
  4. Desconfie de reuniões virtuais não agendadas por canais oficiais.

Essas fraudes crescem com a valorização das criptomoedas, atingindo brasileiros desavisados que não esperam ameaças vestidas de autoridade.

Fraudes Globais: O Escândalo do Grupo Adani

O golpe brasileiro não é isolado. No cenário internacional, o Grupo Adani, gigante indiano de energia, enfrenta acusações da SEC dos EUA por suborno de US$ 250 milhões a oficiais indianos para contratos solares de US$ 2 bilhões. Executivos como Gautam e Sagar Adani são alvos de intimações judiciais por fraudar investidores.

As ações despencaram: Adani Green caiu 14%, Adani Enterprises 10,7% e Adani Power 5,7%. A SEC alega pagamentos ilegais para levantar US$ 3 bilhões, enganando mercados globais. Esse caso ilustra como fraudes sofisticadas transcendem fronteiras, usando corrupção em setores regulados – paralelo ao uso de cripto em golpes locais para lavagem rápida.

Investidores cripto devem monitorar esses padrões: confiança cega em autoridades ou empresas, pressão e promessas de ‘segurança’ que levam a perdas bilionárias.

Próximos Passos para Vítimas e Investidores

Se suspeitar de golpe, denuncie imediatamente à PF via drci.pf.gov.br ou 194. Registre boletim de ocorrência e contate a plataforma de cripto usada para rastreio possível. Para prevenção, eduque-se sobre phishing e engenharia social, comuns em ataques a detentores de cripto.

Esses incidentes reforçam a necessidade de ceticismo: autoridades reais não operam por WhatsApp ou Zoom surpresa. Monitore notícias de fraudes para não cair em armadilhas semelhantes às do Adani ou falsos federais.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Irmãs cartoon gastando dinheiro por erro de exchange Crypto.com, uma em compras e outra enfrentando processo judicial por devolução

Erro de US$ 10,5 Milhões na Crypto.com: Irmãs Gastam e Viram Réus

O erro milionário da Crypto.com transformou um simples reembolso de US$ 100 em uma transferência de US$ 10,5 milhões para duas irmãs australianas. Um lapso operacional permitiu que elas desfrutassem de uma vida luxuosa por sete meses, incluindo a compra de uma mansão, antes que a exchange descobrisse a falha. Agora, elas enfrentam as consequências jurídicas inevitáveis. O que acontece quando você recebe uma fortuna por engano?


O Lapso Operacional que Mudou Vidas

Em um procedimento rotineiro de reembolso, um funcionário da Crypto.com cometeu um erro grave: digitou o número da conta das irmãs no campo destinado ao valor da transação. Em vez de US$ 100, o sistema processou US$ 10,5 milhões instantaneamente. A falha passou despercebida inicialmente, permitindo que as beneficiárias recebessem a quantia sem alertas automáticos.

Essa brecha expõe vulnerabilidades nos controles internos das exchanges. Como uma plataforma que lida com bilhões diariamente pode confundir dados tão críticos? A ausência de validações duplas ou limites em transferências de reembolso levanta questionamentos sobre os protocolos de segurança da Crypto.com, especialmente em um setor propenso a exploits e erros humanos.

Gastos Extravagantes e Sete Meses de Luxo

As irmãs, identificadas apenas como beneficiárias do erro, não hesitaram em utilizar os fundos. Elas adquiriram uma mansão de luxo e financiaram um estilo de vida opulento por mais de meio ano. Compras extravagantes incluíram viagens, veículos de alta gama e despesas pessoais que evaporaram milhões rapidamente.

A decisão de não reportar o erro levanta sérias dúvidas éticas. Saber que o dinheiro não lhes pertencia, elas optaram pelo silêncio, testando os limites da moralidade humana diante de uma fortuna inesperada. Esse comportamento não é isolado no mundo cripto, onde histórias de fortunas “achadas” frequentemente terminam em tribunais.

Ação Judicial e Recuperação dos Fundos

Uma auditoria interna revelou a discrepância meses depois. A Crypto.com agiu rapidamente, congelando contas relacionadas e iniciando processo judicial. O tribunal australiano determinou que as irmãs tinham obrigação legal de devolver o valor integral, independentemente da demora na detecção do erro pela exchange.

Como resultado, elas foram forçadas a liquidar a mansão comprada com os fundos e repassar o saldo remanescente. O caso serve como precedente: erros operacionais não conferem direitos de propriedade, e o Judiciário prioriza a restituição total.

Lições para Exchanges e Usuários

Esse incidente destaca a necessidade de robustos sistemas de verificação em plataformas cripto. Exchanges devem implementar camadas múltiplas de aprovação para transações acima de certos limites, além de auditorias em tempo real. Para usuários, a lição é clara: fundos não solicitados devem ser reportados imediatamente para evitar complicações legais.

No ecossistema cripto, onde a confiança é tudo, falhas como essa erodem a credibilidade. Investidores brasileiros, atentos a plataformas globais, devem priorizar exchanges com histórico sólido de segurança operacional.


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Fraudadores cartoon sendo algemados por autoridades em sala de esquema cripto falso, representando prisões por fraude bilionária na China

Fraude Bilionária: China Processa 30 no Esquema DDO Digital

A Promotoria de Shenzhen acusou formalmente 30 pessoas por crimes de fraude em criptomoedas no esquema bilionário ‘DDO Digital Options’. Liderado por Sui Guangyi, que se autodenominava “Beidou Seven Stars descendo ao mundo”, o golpe usou produtos falsos de investimento e uma suposta ‘moeda do ar’ para atrair vítimas em Shenzhen e Hong Kong. O caso, agora no Tribunal Médio de Shenzhen, expõe táticas clássicas de scam no mercado cripto chinês.


O Esquema Dingyifeng e Seu Líder Carismático

A fraude girou em torno da Shenzhen Dingyifeng Asset Management Co., Ltd. e da Hong Kong Dingyifeng International Holdings Group Ltd., empresas usadas para coleta ilegal de fundos em várias localidades de Shenzhen. O principal acusado, Sui Guangyi, adotou uma persona mística, promovendo o “Método de Investimento Zen Yi” com promessas de retornos estratosféricos. Essa narrativa esotérica serviu de isca para investidores desavisados, misturando jargão financeiro com elementos espirituais para criar ilusão de sofisticação e inevitabilidade de lucros.

A operação se expandiu via associações empresariais, criando uma rede que aparentava legitimidade. No entanto, o cerne era uma pirâmide financeira disfarçada, onde novos aportes sustentavam pagamentos iniciais, típico de esquemas Ponzi adaptados ao ecossistema cripto.

Táticas de Engano: DDO Digital e ‘Air Coin’

O produto estrela foi o DDO Digital Options, apresentado como uma inovadora opção digital lastreada em criptoativos. Na realidade, tratava-se de uma air coin – uma moeda sem valor real ou lastro, puramente especulativa e fraudulenta. Investidores eram atraídos por plataformas falsas que simulavam negociações e ganhos virtuais, incentivando aportes crescentes com garantias de multiplicação rápida do capital.

Outras táticas incluíam falsos testemunhos de sucesso, eventos presenciais em Shenzhen e uso de influenciadores locais para disseminar a euforia. Quando a cadeia de fundos se rompeu, o esquema explodiu, deixando vítimas sem acesso aos recursos prometidos. A promotoria destaca que esses métodos exploraram a euforia cripto na China, onde regulamentações rígidas coexistem com brechas para fraudes.

Crimes Acusados e Resposta das Autoridades

Os 30 indiciados, incluindo Sui Guangyi e Ma Xiaoqiu, enfrentam múltiplas acusações: fraude de captação de recursos, absorção ilegal de depósitos públicos, lavagem de dinheiro, invasão de deveres corporativos, fuga ilegal de fronteiras e emissão de documentos falsos. A Procuradoria Popular de Shenzhen, após investigação minuciosa, enviou o caso ao Tribunal Médio da província de Guangdong.

Autoridades policiais já confiscaram ativos significativos, incluindo propriedades e contas ligadas aos acusados. Esse desfecho reforça o combate chinês a fraudes cripto, especialmente após proibições gerais ao trading de criptomoedas, mas com persistência de esquemas subterrâneos.

Lições para Investidores Brasileiros

Esse caso serve de alerta global: promessas de retornos garantidos, líderes carismáticos e produtos opacos como air coins são bandeiras vermelhas. No Brasil, onde o mercado cripto cresce, verifique sempre regulamentação, lastro real e transparência. Plataformas licenciadas e due diligence são essenciais para evitar armadilhas semelhantes.


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Personagens cartoon evadindo muro de sanções com carrinho de stablecoins USDT e A7A5, expondo US$100 bi em burla por Rusya e Irã

Rússia e Irã Evadem Sanções com US$ 100 Bi em Stablecoins

Um relatório da Elliptic revela que o stablecoin russo A7A5, atrelado ao rublo, processou mais de US$ 100 bilhões em transações em menos de um ano, servindo como ponte para o USDT e burlando sanções ocidentais. Enquanto isso, o Banco Central do Irã acumulou US$ 507 milhões em USDT para intervenções cambiais, mas viu carteiras congeladas pela Tether. Esses fluxos expõem como cripto vira duto de evasão sob o nariz de EUA, UE e Reino Unido.


A7A5: A Ponte Rublo-USDT de US$ 100 Bilhões

O stablecoin A7A5, emitido em blockchains Ethereum e Tron, acumulou 250 mil transações entre 41.300 carteiras desde o lançamento em 2025. Com volume de exchange de US$ 17,3 bilhões, principalmente em pares A7A5/RUB (US$ 11,2 bilhões) e A7A5/USDT (US$ 6,1 bilhões), atuou como ferramenta para converter rublos em dólares sintéticos, facilitando comércio cross-border sob sanções pós-invasão da Ucrânia.

Em circulação, há 42,5 bilhões de A7A5, equivalentes a US$ 547 milhões. A estrutura permitiu a russos movimentarem valores sem exposição prolongada a carteiras rastreáveis, isolando o ativo do ecossistema cripto global mais amplo, onde a Rússia tem 20 milhões de usuários e US$ 376 bilhões em recebimentos anuais.

Sanções Freiam o Ímpeto Russo

A atividade do A7A5 explodiu inicialmente, com picos diários de US$ 1,5 bilhão, mas desacelerou para US$ 500 milhões após sanções dos EUA em agosto 2025, seguidas por Reino Unido, UE e bloqueio na Uniswap em novembro. Não há emissões significativas desde julho 2025. A liquidez USDT para A7A5 despencou, limitando seu papel como ponte.

Entidades russas foram sancionadas por facilitar evasão via cripto, com colaboração Elliptic-Tether congelando USDT na exchange Garantex em março 2025. Apenas o emissor do A7A5 pode blacklistar endereços, destacando limites de stablecoins não-dólar em finanças sancionadas.

Irã: USDT para Resgatar o Rial, mas Congelado

Paralelamente, o Banco Central iraniano (CBI) usou US$ 507 milhões em USDT para intervenções FX no Nobitex, injetando liquidez dólar no mercado local e criando ‘eurodólares digitais off-book’ para liquidação de importações/exportações. Após hack no Nobitex em junho 2025, migraram para bridges cross-chain e DEXs.

A Tether congelou US$ 37 milhões em carteiras CBI em 15 de junho 2025, demonstrando o controle centralizado de emissores sobre stablecoins. A transparência on-chain permitiu rastreio, apesar das tentativas de ofuscação.

Transparência vs. Controle: Lições para o Mercado

Esses casos ilustram o dualismo das stablecoins: burlando bancos tradicionais, mas vulneráveis à análise blockchain e blacklists de emissores. Rússia e Irã testam limites, mas sanções e congelos mostram enforcement possível. Para traders, vale monitorar riscos de compliance em fluxos sancionados, enquanto reguladores intensificam vigilância sobre USDT e similares.


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Agentes policiais cartoon algemando criminosos com elementos cripto, ilustrando operação da PF contra lavagem de R$ 39 milhões

PF Deflagra Operação Contra Lavagem de R$ 39 Milhões em Criptomoedas

A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira (21) a Operação Narco Azimut, autorizada pela Justiça Federal de Santos, contra um esquema de lavagem de dinheiro envolvendo criptomoedas. A ação, desdobramento da Operação Narco Bet, investigou movimentações superiores a R$ 39 milhões em três estados: São Paulo, Goiás e Rio de Janeiro. Criminosos usaram ativos digitais, transferências com laranjas e transporte de dinheiro em espécie para ocultar recursos ilícitos.


Detalhes da Operação Narco Azimut

A investigação revelou uma associação criminosa estruturada que operava tanto no Brasil quanto no exterior. Os envolvidos recorriam a um sistema orquestrado: movimentação de criptoativos, transporte interestadual de dinheiro em espécie, operações bancárias de alto valor e repasses via contas de laranjas. Essa rede permitiu a lavagem de capitais provenientes de atividades criminosas não especificadas.

Mandados foram cumpridos simultaneamente em Santos/SP, Ferraz de Vasconcelos/SP, São Bernardo do Campo/SP, São José dos Campos/SP, Goiânia/GO e Armação de Búzios/RJ. A PF destacou que o esquema movimentou valores expressivos, ultrapassando R$ 39 milhões, sujando a imagem do ecossistema cripto com práticas ilícitas.

Medidas Judiciais e Apreensões

A Justiça determinou o sequestro de bens dos investigados, além de restrições societárias rigorosas. Foram impostas proibições de movimentação empresarial e vedações à transferência de imóveis e veículos adquiridos com recursos criminosos. Todos os mandados de prisão temporária foram cumpridos com sucesso.

Durante as buscas, a PF apreendeu veículos de luxo, quantias em dinheiro vivo, documentos comprobatórios e equipamentos eletrônicos. A autoridade policial não divulgou nomes dos alvos nem valores exatos confiscados, mantendo sigilo para preservar as apurações em curso.

Crimes Investigados e Implicações

Os suspeitos podem responder por associação criminosa, lavagem de dinheiro e evasão de divisas. Essa operação reforça a vulnerabilidade das criptomoedas a abusos por organizações criminosas, que exploram a pseudonimidade do blockchain para dissimular rastros. Como desdobramento de inquéritos anteriores, Narco Azimut expõe a necessidade urgente de regulação mais rígida no Brasil.

Casos como esse mancham a credibilidade do setor, associando inovação tecnológica a ilícitos. Investidores legítimos sofrem com maior escrutínio regulatório, enquanto plataformas sem compliance atraem esses esquemas. A menção a postagens anteriores sobre regulação (como o 4029) ilustra que medidas preventivas são inevitáveis para proteger o mercado.

Alerta para o Mercado Cripto Brasileiro

Para usuários e exchanges, essa ação é um lembrete firme: o crime não descansa, e o blockchain não é infalível contra autoridades. Plataformas devem investir em KYC robusto e monitoramento de transações suspeitas. Investidores precisam priorizar corretoras reguladas e evitar deals obscuros prometendo retornos irreais.

A PF continua as investigações, podendo revelar ramificações maiores. Fique atento a atualizações oficiais e evite especulações. A transparência e o compliance são as melhores defesas contra a contaminação do setor por atividades ilícitas.


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Balança da justiça cartoon confiscando pirâmide de moedas falsas desmoronando, com investidor segurando cofre seguro, ilustrando confisco da fraude OneCoin

Guernsey Confisca US$ 11,4 Milhões da Fraude OneCoin

Não há lugar para se esconder: autoridades de Guernsey confiscaram US$ 11,4 milhões (£9 milhões) ligados à fraude OneCoin, o maior golpe cripto da história liderado pela ‘Cryptoqueen’ Ruja Ignatova. O Tribunal Real validou uma ordem de confisco alemã, rastreando fundos em uma conta local no RBS International sob o nome Aquitaine Group Limited. Essa ação reforça que a caça a ativos ilícitos persiste anos após o colapso do esquema.


Detalhes do Confisco em Guernsey

O confisco foi autorizado pelo Tribunal Real de Guernsey, um hub financeiro autônomo britânico, sob as leis locais de proventos de crime, atualizadas em 2024. A ordem veio de autoridades alemãs de Bielefeld e visava ativos depositados na conta da Aquitaine Group Limited no RBS International. Embora não tenham sido especificados os ativos digitais envolvidos, o valor foi avaliado em quase £9 milhões.

Essa operação destaca a cooperação internacional no combate a fraudes cripto. Autoridades de Guernsey não anunciaram novas acusações criminais nem indicaram se outros ativos ligados à OneCoin estão sob investigação. O caso demonstra como centros financeiros offshore continuam sendo alvos prioritários para recuperação de fundos ilícitos.

Especialistas apontam que recuperações como essa representam apenas uma fração mínima — cerca de 0,2% — das perdas totais da OneCoin, estimadas em bilhões de dólares. Ainda assim, é um passo concreto na desmantelação de redes remanescentes.

A Ascensão e Queda da OneCoin

A OneCoin surgiu em meados da década de 2010 como uma suposta revolução cripto, promovida globalmente por Ruja Ignatova, apelidada de ‘Cryptoqueen’. Na realidade, tratava-se de uma pirâmide financeira sem blockchain funcional, atraindo investidores com promessas falsas de retornos exorbitantes.

Em 2017, com reguladores e promotores fechando o cerco, o esquema colapsou e Ignatova desapareceu dias antes de acusações de fraude nos EUA. Investigações se espalharam por jurisdições globais, com prisões de associados, incluindo o irmão da fugitiva. Em 2022, ela entrou na lista dos 10 Mais Procurados do FBI e no registro de procurados da Europol.

Rumores sobre seu paradeiro variam de avistamentos na Rússia a teorias de assassinato em 2018, mas Ignatova segue foragida. O caso ilustra os riscos de projetos sem transparência on-chain.

Lições para Custódia Segura Hoje

Ohad Shperling, CEO da IronBlocks, observa que a OneCoin precedeu ferramentas modernas de detecção on-chain. Hoje, sistemas identificam padrões suspeitos em tempo real, incluindo transações via mixers. Se disponíveis em 2014, poderiam ter freado o golpe precocemente.

No entanto, barreiras persistem: recuperar fundos exige chaves privadas ou apreensões em exchanges centralizadas, difíceis sem custódia dos suspeitos. Golpistas usam moedas de privacidade, que representam 42% das transações na dark web em 2024.

Para investidores brasileiros, o episódio reforça a necessidade de custódia segura: priorize carteiras não custodiais, verifique blockchains reais e evite esquemas de alto retorno prometido. A vigilância contínua mostra que autoridades não esquecem fraudes antigas.

Próximos Passos na Caça Global

Esse confisco sinaliza otimismo moderado para recuperações futuras, mas o foco imediato está na prevenção. Avanços em monitoramento on-chain permitem flagrar fraudes em estágios iniciais, evitando catástrofes como a OneCoin. Investidores devem monitorar desenvolvimentos, pois mais ativos podem ser rastreados.

A persistência das autoridades é um lembrete vigilante: mesmo anos depois, não há esconderijo para fraudadores.


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Escudo hexagonal cyan com brecha vermelha infiltrada por código corrompido expondo núcleo de seed phrase, alertando malware na Snap Store Linux

Ataque na Snap Store do Linux Rouba Seed Phrases: Como se Proteger

Usuário de Linux? Suas seed phrases podem estar na mira de um novo malware sofisticado na Snap Store. A empresa de segurança SlowMist revelou que atacantes sequestraram contas de desenvolvedores via domínios expirados, distribuindo atualizações falsas de carteiras como Exodus, Ledger Live e Trust Wallet. O golpe pede a frase de recuperação para drenar fundos sem alarde. A ameaça é real e urgente para quem usa apps Snap no Linux.


Como os Atacantes Infiltraram a Snap Store

A investigação da SlowMist aponta para uma tática engenhosa: monitoramento de domínios associados a contas de publishers na Snap Store. Quando esses domínios expiram, criminosos os re-registram e usam e-mails vinculados para resetar credenciais das contas antigas.

A Snap Store, equivalente no Linux ao App Store da Apple, distribui apps em formato ‘snaps’ confiáveis. Contas com histórico de downloads recebem atualizações maliciosas rotineiramente, sem levantar suspeitas. O CISO da SlowMist, 23pds, detalhou isso em post no X, expondo o vetor de ataque.

Essa brecha explora a confiança inerente ao sistema de updates automáticos, comum em distribuições como Ubuntu. Usuários que instalam ou atualizam via Snap sem verificar fontes estão vulneráveis.

Domínios Comprometidos e Wallets Falsas

Dois domínios específicos foram identificados: storewise.tech e vagueentertainment.com. Esses perfis publicaram apps que imitam interfaces legítimas de carteiras populares. Ao abrir, o malware solicita a seed phrase, enviando-a para servidores controlados por atacantes.

As vítimas nem percebem o roubo imediato, pois o app parece funcional. Fundos somem dias depois, quando as chaves são usadas em transações não autorizadas. A similaridade visual com Exodus, Ledger Live e Trust Wallet torna o golpe particularmente perigoso para holders de cripto no Linux.

Essa não é uma falha isolada. Ataques de supply chain crescem, com perdas de US$ 3,3 bilhões em hacks cripto em 2025, segundo CertiK, concentradas em poucas mas devastadoras invasões.

Como Verificar e se Proteger Agora

Ação imediata é essencial. Siga estes passos para auditar suas instalações:

  1. Abra o terminal e liste snaps instalados: snap list.
  2. Verifique publishers suspeitos: snap info [nome-do-snap]. Fuja de storewise.tech ou vagueentertainment.com.
  3. Remova apps duvidosos: snap remove [nome].
  4. Reinstale de fontes oficiais via site das wallets (ex: Exodus oficial não usa Snap).
  5. Monitore transações e mova fundos para wallets frias se possível.

Use antivírus como ClamAV e ative verificação de assinaturas em updates. Evite snaps não verificados e prefira Flatpak ou AppImage para wallets.

Implicações para o Ecossistema Cripto

Esse incidente reforça a migração de ameaças para canais de distribuição, não só contratos inteligentes. Com protocolos mais seguros, hackers miram trust e infraestrutura. Usuários Linux, populares entre devs cripto, devem redobrar vigilância.

Monitorar domínios expirados destaca falhas em políticas de autenticação da Snap Store. Canonical deve reforçar verificações. Para o leitor: priorize segurança operacional sobre conveniência.


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Cofre digital brutalista vazio com partículas douradas sugadas para portal neon vermelho e '95%' rachado, simbolizando rug pull e desvio de fundos em ICO

Trove Markets: Token desaba 95% em Rug Pull e fundos desviados

O recente lançamento do token da Trove Markets resultou em um colapso de 95% no seu valor, gerando revolta entre investidores e levantando fortes suspeitas de um rug pull. Essa queda abrupta, que transformou milhões em migalhas em questão de horas, foi impulsionada por alegações do analista on-chain ZachXBT, que aponta o desvio de fundos da ICO para cassinos, questionando a integridade da equipe por trás do projeto.


Milhões Arrecadados, Milhões Desviados: O Início do Fim

Trove Markets havia levantado aproximadamente US$ 11,5 milhões em sua venda pública de tokens. Contudo, pouco tempo após o início das negociações, o token despencou de um valor inicial que sugeria uma capitalização de mercado próxima de US$ 20 milhões para menos de US$ 2 milhões. A equipe da Trove afirmou que reteria cerca de US$ 9,4 milhões para financiar o desenvolvimento futuro do projeto e uma migração de blockchain, enquanto US$ 2,44 milhões foram destinados a reembolsos parciais para alguns investidores.

Esses números, no entanto, deixaram muitos investidores insatisfeitos e questionando o destino da maior parte dos fundos. A discrepância entre o valor arrecadado e o montante reembolsado, somada à queda meteórica do token, acendeu o alerta para a comunidade cripto, que imediatamente começou a investigar a movimentação desses valores.

As Alegações de ZachXBT e a Teia de Suspeitas

As preocupações foram amplificadas pelas análises de ZachXBT, conhecido investigador on-chain. Ele destacou transferências incomuns de uma porção significativa do suprimento de tokens para um aglomerado de carteiras recém-criadas. Além disso, algumas dessas transferências teriam sido roteadas através de serviços como ChangeHero, levantando sérias questões sobre a transparência das alocações de tokens e se os fundos estavam sendo utilizados para o propósito declarado.

Embora a Trove tenha anunciado uma mudança estratégica para a blockchain Solana, alegando que um parceiro importante havia se retirado, a comunidade vê essa justificativa com ceticismo. A equipe prometeu continuar construindo e ser mais transparente, mas as ações prévias geraram um clima de desconfiança generalizada, com investidores exigindo auditorias públicas e reembolsos integrais.

Ameaças Legais e o Futuro Incerto da Trove Markets

A revolta dos investidores não ficou restrita às redes sociais. Alguns ameaçaram com ações legais e intensificaram as demandas por auditorias externas. Este incidente serve como um alerta severo sobre os riscos associados aos eventos de geração de tokens (Token Generation Events – TGEs). Casos como o da Trove Markets podem acelerar o escrutínio regulatório sobre projetos que alteram termos após a captação de recursos e que mostram pouca transparência na gestão dos fundos.

O futuro da Trove Markets agora depende da sua capacidade de restaurar a confiança, entregar uma plataforma funcional e, acima de tudo, demonstrar uma transparência inequívoca na gestão dos ativos e na prestação de contas aos seus investidores. Caso contrário, o episódio poderá marcar o fim prematuro do projeto e a consolidação de um dos mais recentes casos de rug pull no mercado.


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Torre brutalista digital rachando com '97%' em glow vermelho, silhueta expondo vazio, simbolizando colapso do token TROVE em rug pull

Trove Desaba 97%: ZachXBT Expõe Rug Pull e Abandono

O token TROVE do projeto Trove Markets desabou 97% logo após seu Token Generation Event (TGE) em 19 de janeiro, evaporando milhões em valor de mercado e deixando investidores furiosos. A denúncia do investigador ZachXBT revelou transferências suspeitas de fundos da ICO para cassinos, enquanto a equipe abandonava a Hyperliquid em favor da Solana, traindo a confiança depositada no DEX de perpetuais para ativos culturais.


Controvérsias no ICO e Lançamento

O Trove Markets prometia um DEX inovador na Hyperliquid, usando o protocolo HIP-3 para negociações de perpetuais em ativos ilíquidos como cartas Pokémon e relógios de luxo. O ICO, realizado entre 8 e 11 de janeiro, captou mais de US$ 11 milhões, mas já apresentava sinais de alerta. Cinco minutos antes do fim, a equipe alterou o contrato inteligente para estender o prazo, gerando apostas massivas no Polymarket. Minutos depois, reverteu a decisão, causando perdas de cerca de US$ 73 mil para um trader e acusações de manipulação por insiders.

Essas manobras levantaram suspeitas imediatas na comunidade, com relatos de que membros da equipe lucraram com as oscilações no Polymarket. Apesar do ICO superlotado, a confiança começou a erosionar, preparando o terreno para o colapso posterior.

Denúncia de ZachXBT e Rastros de Rug Pull

O investigador on-chain ZachXBT expôs movimentações duvidosas: US$ 45 mil da rodada angel foram bridgeados e depositados diretamente em um endereço de cassino apenas dias após o ICO. A análise de carteiras ligadas à equipe mostrou vendas agressivas do stake de 500 mil HYPE necessário para o lançamento na Hyperliquid, contribuindo para a queda do HYPE de US$ 26 para níveis spot.

O que é um rug pull? Trata-se de uma fraude onde desenvolvedores abandonam um projeto após captar fundos, vendendo tokens e retirando liquidez, deixando investidores com ativos sem valor. No caso do Trove, os fundos da ICO foram direcionados a cassinos e influenciadores, sem plano claro de reembolso, configurando um puxão de tapete clássico.

Pivot para Solana e Perda Total de Confiança

Em 18 de janeiro, o builder “Unwise” anunciou o pivot para Solana, culpando a retirada do parceiro de liquidez do stake HYPE. Investidores, que apostaram em um projeto nativo da Hyperliquid, viram o TGE ocorrer na nova chain, mas o token despencou de US$ 20 milhões para menos de US$ 500 mil em horas, conforme dados do GeckoTerminal.

Investigações adicionais revelaram uma entidade controlando 12% do supply e 80 carteiras novas funded via ChangeHero com padrões idênticos, sugerindo possível sybil attack ou distribuição manipuladora. Sem laços comprovados à equipe até o momento, mas o dano à reputação é irreversível.

Como Identificar e Evitar Projetos Duvidosos

Para não cair em armadilhas como a do Trove, monitore: mudanças abruptas em roadmaps, wallets de equipe opacas, extensões de ICO suspeitas e dumps de bonds. Use ferramentas como BubbleMaps para detecção de concentrações e investigue transações on-chain via Etherscan ou Solscan. Projetos legítimos priorizam transparência e audits públicos.

Esse caso reforça a importância de due diligence: em 2025, rug pulls custaram mais de US$ 6 bilhões. Invista com cautela, priorizando plataformas reguladas como as vendas de tokens da Coinbase, que incluem locks para insiders.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Rastro de fundos roubados serpenteando túneis cibernéticos com poeira tóxica contaminando rede Ethereum, pela investigação ZachXBT

Investigação ZachXBT: Rastro de US$ 282 Milhões Roubados e Dusting no ETH

Uma investigação conduzida pelo renomado ZachXBT revelou o rastro de US$ 282 milhões em Bitcoin e Litecoin roubados de uma única vítima em 10 de janeiro. Os fundos passaram por THORChain e Tornado Cash, enquanto no Ethereum, ataques de address poisoning — ou transações de poeira — explodem a atividade da rede, explorando taxas de gás reduzidas. Esses golpes expõem vulnerabilidades humanas e técnicas no ecossistema cripto.


O Roubo Bilionário e Seu Rastro Cross-Chain

O ataque ocorreu via engenharia social sofisticada: um impostor se passou por suporte da Trezor Value Wallet, convencendo a vítima a revelar sua seed phrase. Assim, mais de US$ 282 milhões em BTC e LTC foram drenados de uma carteira de hardware, considerada o padrão ouro em segurança.

ZachXBT e PeckShield monitoraram os movimentos em tempo real. O ladrão usou o protocolo THORChain para converter cerca de 928,7 BTC (US$ 71 milhões) em Ethereum e XRP, sem necessidade de KYC. No Ethereum, 1.468,66 ETH (US$ 4,9 milhões) foram enviados ao Tornado Cash, um mixer de privacidade que ofusca origens dos fundos. Adicionalmente, trocas para Monero causaram um pico temporário no preço da moeda focada em anonimato.

Esse fluxo demonstra como protocolos de liquidez cross-chain se tornaram ferramentas involuntárias para lavagem de dinheiro em larga escala.

Ameaça do Address Poisoning no Ethereum

Paralelamente, um pesquisador de segurança associou o surto recorde de atividade na rede Ethereum a ataques de address poisoning. Desde o upgrade Fusaka em dezembro, que reduziu fees em mais de 60%, esses golpes ficaram mais baratos e viáveis em massa.

A atividade dobrou para 8 milhões de endereços ativos, com 2,9 milhões de transações diárias e 2,7 milhões de novos endereços na semana de 12 de janeiro — 170% acima da média. Andrey Sergeenkov identificou “dust distributors”: endereços que enviam quantias mínimas (menos de US$ 1 em stablecoins) para milhões de vítimas, poluindo históricos de transações.

Os principais distribuidores atingiram mais de 400 mil alvos, resultando em US$ 740 mil roubados de 116 vítimas até agora. O truque: endereços falsos semelhantes aos legítimos levam usuários a copiar o errado ao transferir fundos.

Como Identificar e se Proteger do Dusting

Transações de poeira são pequenas envios indesejados para envenenar seu histórico. Sinais de alerta incluem:

  • valores ínfimos de fontes desconhecidas;
  • endereços com prefixos/sufixos idênticos aos seus (exceto o meio);
  • atividade suspeita pós-upgrade de fees baixas.

Proteções práticas:

  1. sempre verifique os primeiros e últimos caracteres do endereço antes de copiar;
  2. use carteiras com detecção de poeira (como as que ignoram transações mínimas);
  3. ative notificações de transações suspeitas;
  4. evite interagir com dust — isso confirma atividade e atrai mais ataques.

Ferramentas como Etherscan ajudam a rastrear padrões de distribuidores.

Esses incidentes reforçam: segurança cripto depende mais de vigilância humana do que de tecnologia infalível. Monitore seu histórico regularmente e reporte padrões suspeitos a investigadores como ZachXBT.

Implicações para o Mercado Cripto

O roubo coincidiu com quedas de mercado — BTC caiu 2,26% para US$ 93.075, LTC 7,19% —, amplificando o caos. Apesar disso, avanços como o desligamento de uma rede de fraudes de €700 milhões pela Europol mostram progresso na repressão global.

Investidores devem priorizar educação contra engenharia social e poisoning. A escalabilidade do Ethereum avança, mas sem segurança reforçada, inchaços de spam minam a confiança.


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Figuras cartoon de criminosos algemadas por policiais em rede digital emaranhada, ilustrando prisão de quadrilha por lavagem de US$ 107 mi em cripto

Quadrilha Chinesa Presa na Coreia do Sul Lava US$ 107 Milhões em Cripto

As autoridades alfandegárias sul-coreanas prenderam três nacionais chineses acusados de lavar mais de US$ 107 milhões em criptoativos por meio de uma exchange não autorizada. O esquema, ativo desde setembro de 2021, usou carteiras digitais como WeChat Pay e Alipay para converter fundos ilícitos em criptomoedas, transferindo-os para carteiras na Coreia do Sul e depois para moedas fiduciárias. Disfarçados como despesas legítimas, como cirurgias plásticas e mensalidades de estudos no exterior, os crimes exploraram brechas regulatórias, expondo vulnerabilidades no ecossistema cripto global.


Detalhes do Esquema Criminoso

A operação internacional movimentou cerca de 148,9 bilhões de won (equivalente a US$ 107 milhões) ao longo de quatro anos, conforme revelado pelo Escritório Alfandegário Principal de Seul. Os suspeitos, incluindo um homem chinês na casa dos 30 anos, recebiam depósitos via aplicativos chineses populares, como WeChat Pay e Alipay. Esses valores eram convertidos em criptomoedas por meio de exchanges ultramarinas não autorizadas, transferidos para carteiras sul-coreanas e, finalmente, revertidos para won coreano.

Para evitar detecção, os criminosos fragmentavam as transações em pequenas quantias, simulando pagamentos legítimos. Autoridades destacam que o grupo operava de forma sofisticada, explorando a pseudonimidade das criptomoedas e a integração com apps de pagamento chineses, comuns entre expatriados. Não foram divulgados os ativos digitais específicos envolvidos, mas o caso reforça preocupações com mixers e plataformas offshore.

A investigação, iniciada após alertas de movimentações suspeitas em contas bancárias locais, demonstra a vigilância crescente das agências coreanas contra fluxos ilícitos transfronteiriços.

Método de Lavagem e Ferramentas Utilizadas

O núcleo do golpe residia na conversão de remessas ilegais em cripto. Fundos chegavam via WeChat Pay e Alipay, plataformas amplamente usadas na China para transações cotidianas, mas aqui desviadas para fins criminosos. Após compra de cripto em bolsas estrangeiras sem licença coreana, os ativos eram enviados para endereços domésticos, vendidos localmente e distribuídos via múltiplas contas bancárias.

Essa cadeia explorava atrasos regulatórios na Coreia do Sul, onde investidores detêm bilhões em plataformas offshore devido a restrições locais. Analistas apontam que a anonimidade inicial das wallets digitais facilitou o fluxo, mas blockchain analytics permitiram o rastreamento. O caso é um dos maiores desmantelados recentemente, superando operações isoladas de US$ 180 milhões registradas em dezembro passado.

Investigadores coreanos coordenaram com agências internacionais, destacando a necessidade de cooperação global contra lavagem via cripto.

Eficácia das Autoridades e Desafios Regulatórios

A prisão reflete o sucesso da Korea Customs Service em monitorar fluxos atípicos, apesar da volatilidade do mercado cripto. Usando ferramentas de análise on-chain e fiscalização bancária, as autoridades mapearam o esquema apesar das camadas de ofuscação. Os três suspeitos foram encaminhados ao Ministério Público por violação da Lei de Transações de Câmbio Estrangeiro.

No entanto, o episódio expõe lacunas: a Coreia planeja expandir regras de AML para transações acima de 1 milhão de won (US$ 680), exigindo dados de exchanges. Apesar disso, bilhões em cripto saem do país anualmente para plataformas globais, alimentando riscos semelhantes. Autoridades visam finalizar o marco regulatório no primeiro semestre de 2026.

A operação sinaliza endurecimento, mas criminosos evoluem, migrando para DeFi e jurisdições laxas.

Impacto Negativo para a Imagem do Setor Cripto

Casos como esse mancham a reputação das criptomoedas, reforçando narrativas de associação com crime organizado. Embora o volume lavado represente fração mínima do mercado (US$ 100M vs. trilhões em volume global), headlines negativas alimentam ceticismo regulatório e hesitação de investidores institucionais.

Na Coreia, onde cripto é ativo primário para muitos, o episódio pode acelerar restrições, empurrando mais volume para offshore e perpetuando o ciclo. Plataformas legítimas sofrem com estigma, enquanto autoridades pressionam por KYC rigoroso e Travel Rule. Investidores devem priorizar exchanges reguladas e ferramentas de compliance para mitigar riscos.

O setor precisa de autorregulação para restaurar confiança, mas incidentes assim destacam a urgência de maturidade global.


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📌 Nota: Uma ou mais fontes citadas estavam temporariamente indisponíveis no momento da redação.