Personagens cartoon de Bitnomial entrando portão regulatório aberto, saudados por Kalshi e Gemini com traders aplaudindo, impulsionando DeFi

Bitnomial Ganha Aprovação da CFTC para Prediction Markets

Quer prever eleições com cripto? A Bitnomial, exchange de derivativos regulada nos EUA, recebeu aprovação da CFTC via no-action letter para lançar mercados de previsão focados em ativos digitais e indicadores econômicos. Emitida em 8 de janeiro de 2026, a decisão coloca a plataforma ao lado de Kalshi e Gemini, abrindo portas para apostas legais em eventos cripto. Isso sinaliza maturidade regulatória em um ano de midterms americanos.


O Que Significa o No-Action Letter da CFTC?

A carta de não-ação da CFTC isenta a Bitnomial de exigências rigorosas de relatórios para swaps de ativos, permitindo operações ágeis em prediction markets. Os contratos referenciam movimentos de tokens, indicadores macroeconômicos e outcomes financeiros, com compensação via Bitnomial Clearinghouse.

Termos incluem transparência total no site — com timestamps e dados de vendas — e fornecimento de informações à CFTC sob demanda. Posições são fully collateralized (1:1), sem alavancagem, garantindo liquidez e evitando liquidações em cascata. Essa estrutura regulada atrai traders institucionais em busca de hedging preciso contra volatilidade cripto.

Bitnomial já era pioneira em transações spot cripto alavancadas, sob orientação de ex-Acting Chair Caroline Pham. Agora, sob Chairman Mike Selig, expande para event contracts, consolidando seu papel em derivativos digitais.

Bitnomial Entra em Campo Competitivo Aquecido

A aprovação consolida o crescimento dos prediction markets nos EUA, após bênçãos recentes a DraftKings, Gemini, Polymarket, PredictIt e LedgerX. Plataformas como Polymarket captaram US$ 2 bilhões do ICE (dono da NYSE), enquanto Coinbase adquire The Clearing Company.

Kalshi e Polymarket viram volumes explodir nas eleições de 2024, superando pesquisas tradicionais em precisão. Em 2026, midterms impulsionarão apostas em políticas que afetam cripto, como regulação SEC/CFTC. Bitnomial integra esses mercados à sua suíte, permitindo offset de riscos específicos em altcoins ou economia global.

Geopoliticamente, isso reflete abertura regulatória americana, contrastando com barreiras em outras jurisdições, e posiciona os EUA como hub para inovação financeira blockchain.

Oportunidades para Traders e Impacto no DeFi

Para traders brasileiros, Bitnomial oferece exposição regulada a eventos globais — de preços de Bitcoin a eleições presidenciais —, com proteção contra inflação ou recessões. Diferente de DeFi não regulado (como Polymarket em blockchain), a plataforma garante compliance CFTC, atraindo capital institucional.

O impacto no DeFi é híbrido: prediction markets on-chain ganham legitimidade, inspirando protocolos como Augur ou Gnosis. Traders podem hedge posições spot com contracts regulados, reduzindo riscos em cenários voláteis. No Brasil, onde eleições e commodities influenciam mercados, ferramentas assim democratizam análise preditiva.

Volume semanal de US$ 4 bilhões no setor mostra potencial; Bitnomial pode capturar fatia com foco cripto.

Perspectivas para 2026 e Além

Com midterms em novembro, volumes devem disparar, testando a escalabilidade regulada. Sob Selig, CFTC pode expandir no-action letters, moldando 2026 como ano de maturidade para crypto derivatives. Monitorar interações com SEC e influência em políticas tarifárias ou monetárias.

Para o ecossistema global, aprovações como essa incentivam adoção soberana, beneficiando holders brasileiros via correlações macro-cripto. Vale acompanhar integrações cross-border e evolução para multi-asset events.


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Regulador cartoon equilibrando balança com ETF Bitcoin dourado e stablecoins em correntes judiciais, ilustrando regulação na Coreia do Sul

Coreia do Sul Planeja ETFs Spot BTC e Regula Stablecoins em 2026

A Coreia do Sul anunciou seu plano regulatório para 2026 como parte da Estratégia de Crescimento Econômico, incluindo a aprovação de ETFs spot de Bitcoin e novas regras para stablecoins. A medida posiciona a Ásia como região bullish para criptoativos, seguindo o modelo dos EUA e Hong Kong, enquanto uma decisão recente do Supremo Tribunal permite a apreensão de Bitcoin em exchanges sob leis criminais. Investidores globais monitoram o impacto no preço do BTC, que segundo o Cointrader Monitor está em R$ 485.820,85, com alta de 0,32% em 24h.


Regulamentação de Stablecoins e Transações Internacionais

A Financial Services Commission (FSC) e o Ministério da Estratégia e Finanças liderarão a criação de um marco para stablecoins, exigindo licenciamento de emissores, reservas integrais de 100% e direitos de resgate para detentores. Isso mitiga riscos de colapsos como o da TerraUSD, garantindo proteção aos usuários sul-coreanos.

O framework também abordará transações cross-border, com diretrizes para stablecoins estrangeiras operarem localmente e mecanismos de monitoramento para prevenir lavagem de dinheiro. Em um contexto geopolítico, essa abordagem alinha a Coreia do Sul aos padrões globais da UE e EUA, onde emissores como Tether enfrentam escrutínio crescente sobre reservas. Riscos persistem para bancos emissores, que podem enfrentar exigências de capital elevadas em cenários de volatilidade.

Para o leitor brasileiro, isso reforça a tendência asiática de adoção regulada, potencializando fluxos de capital para o ecossistema cripto regional.

Aprovação de ETFs Spot de Bitcoin no Mercado Local

Pela primeira vez, ETFs spot de ativos digitais, começando pelo Bitcoin, serão permitidos na bolsa sul-coreana, revertendo restrições anteriores que excluíam criptoativos como underlying elegível. Instituições financeiras locais preparam propostas, com guidelines operacionais esperadas ainda em 2026.

Essa decisão ecoa a aprovação de ETFs BTC nos EUA em 2024, que atraíram bilhões em inflows, e em Hong Kong. A Coreia, com seu mercado cripto maduro (exchanges como Upbit e Bithumb dominam volumes globais), pode impulsionar preços do BTC em até 10-15% no curto prazo, segundo analistas. No entanto, produtos estarão sujeitos a disclosures de risco sob a lei de mercados de capitais.

Geopoliticamente, isso sinaliza a Ásia rivalizando com o Ocidente: enquanto Solana ganha tração em DeFi, o foco em BTC reforça sua dominância como reserva de valor global.

Decisão Judicial e Implicações para Exchanges

O Supremo Tribunal confirmou que Bitcoin em contas de exchanges é “objeto de apreensão” sob o Código de Procedimento Criminal, permitindo congelamento direto em investigações de lavagem de dinheiro. No caso, 55,6 BTC foram retidos, alinhando a prática sul-coreana à dos EUA e UE.

Exchanges enfrentarão maior pressão para KYC robusto e compliance rápido com mandados. Isso coincide com propostas da FSC para congelamentos preemptivos em casos de manipulação de mercado, como wash trading. Embora protetor contra crimes, eleva riscos operacionais para usuários legítimos, especialmente whales detendo grandes posições.

No macro, reforça a maturidade regulatória asiática, mas alerta para tensões entre inovação e enforcement.

Impactos Globais e Perspectivas para 2026

A estratégia sul-coreana, incluindo deposit tokens blockchain para tesouraria pública até 2030, indica adoção institucional profunda. Comparado aos EUA (onde ETFs acumulam mais de US$ 100 bilhões), a Coreia acelera para capturar market share asiático, potencializando rally no BTC.

Riscos incluem dependência de emissores de stablecoins e volatilidade regulatória. Investidores devem monitorar revisões legais e pilots de 2023-2024. Para brasileiros, isso destaca oportunidades em exchanges globais como a Binance, com acesso a mercados regulados emergentes.

Os dados sugerem um 2026 bullish para cripto na Ásia, com Coreia seguindo — e talvez superando — os EUA.


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Personagens cartoon de exchanges em fila diante de portões FCA se abrindo com 2026, simbolizando licenças cripto no UK em setembro

FCA Abre Licenças Cripto no UK em Setembro 2026

Quer operar cripto no Reino Unido? A Financial Conduct Authority (FCA) definiu prazos claros: pedidos de licenças abrem em setembro de 2026, com o novo regime entrando em vigor em 25 de outubro de 2027. Empresas de crypto asset services (CASPs), como exchanges e VASPs, precisam de autorização plena sob a Financial Services and Markets Act (FSMA) para evitar restrições. Não perca o trem regulatório.


Cronograma do Gateway de Licenciamento FCA

O gateway de licenciamento da FCA abrirá um período de aplicações a partir de setembro de 2026, com duração mínima de 28 dias e fechamento no máximo 28 dias antes do lançamento do regime em outubro de 2027. Pedidos submetidos nesse intervalo terão análise prioritária, permitindo operação contínua durante a avaliação, graças a uma provisão de ‘saving’ na legislação.

Essa estrutura visa uma transição ordenada, dando tempo para que players preparem documentação robusta. Para negócios europeus pós-Brexit, representa uma oportunidade de ancoragem no mercado britânico, mas exige planejamento geopolítico cuidadoso em um cenário de fragmentação regulatória global.

Requisitos para Empresas Atuais e Novas

Registrados atuais sob as Money Laundering Regulations (MLRs) não terão conversão automática: todos devem buscar autorização FSMA. Empresas já autorizadas pela FCA para outras atividades financeiras precisarão variar suas permissões existentes. Além disso, firmas que dependem de terceiros para aprovar financial promotions terão de obter aprovação direta da FCA para comercializar produtos cripto no UK.

O anúncio reforça que o foco está em conformidade integral, abrangendo AML, proteção ao consumidor e governança. Diferente do MiCA europeu, que adota abordagem unificada para a UE, o regime UK é soberano, priorizando padrões locais mais rigorosos em alguns aspectos, como aprovações de marketing.

Restrições para Atrasados e Impactos Globais

Empresas que perderem a janela enfrentarão regras transitórias severas: poderão manter produtos existentes, mas estão proibidas de lançar novos serviços até obterem licença. Aplicantes tardios ainda podem submeter pedidos, mas com prazos de análise mais longos, potencialmente impactando competitividade.

No contexto geopolítico, isso pode impulsionar migração de players da UE para o UK, ou vice-versa, dependendo da convergência com MiCA. Oportunidades surgem para firmas que investirem em conformidade dupla, posicionando-se como pontes entre mercados. Para VASPs globais, o UK reforça seu papel como hub financeiro estável, contrastando com incertezas em outras jurisdições.

Roadmap de Preparação até 2027

Até setembro de 2026, priorize auditorias internas em AML, KYC, proteção de dados e estabilidade financeira. De setembro/2026 a outubro/2027, submeta e acompanhe o pedido, preparando contingências para cenários transitórios. Monitore atualizações da FCA, pois o cronograma exato será confirmado oportunamente.

Essa preparação não só garante acesso ao mercado UK, mas também fortalece resiliência regulatória em escala global, especialmente com a proximidade do MiCA pleno. Negócios proativos sairão à frente em um ecossistema cada vez mais maduro.


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Manifestantes cartoon conectados por rede mesh luminosa cyan sob satélites em cidade escura, simbolizando cripto resiliente em protestos no Irã

Irã Sem Internet: Cripto Ainda Funciona nos Protestos?

O tráfego de internet no Irã caiu para quase zero na quinta-feira (8 de janeiro de 2026), conforme dados da Cloudflare, em meio a protestos intensos contra o regime islâmico. Motivados por inflação galopante e colapso do rial, manifestantes enfrentam repressão e blackout digital. Mas sem internet tradicional, o Bitcoin ainda rola? Tecnologias como satélites e redes mesh mostram que cripto resiste à censura governamental.


Contexto dos Protestos e Blackout Nacional

Os protestos eclodiram no final de dezembro devido a alta inflação, desvalorização da moeda local e custos de vida elevados. Chamadas para manifestações em massa circularam online, incluindo apelos do príncipe herdeiro exilado Reza Pahlavi. Autoridades responderam com corte total de internet a partir das 18:45 UTC (22:15 locais), limitando coordenação e cobertura externa.

NetBlocks confirmou o apagão em Teerã e outras cidades, descrevendo-o como medida de segurança para conter a agitação. O Irã tem histórico de shutdowns durante crises, como em junho de 2025, quando 90 milhões ficaram offline. Cerca de 7 milhões de iranianos usam cripto, com fluxos de US$ 3,7 bilhões no primeiro semestre de 2025, segundo TRM Labs.

Esse cenário geopolítico destaca a vulnerabilidade de infraestruturas centralizadas e o apelo de ativos descentralizados em regimes autoritários.

Tecnologias que Mantêm Cripto Funcionando Offline

Mesmo com blackout, opções existem. O Starlink de Elon Musk fornece internet via satélite, ativado previamente no Irã e em zonas de conflito como Ucrânia e Gaza. Relatos não confirmados sugerem ativação atual.

A Blockstream transmite dados Bitcoin por satélite globalmente, sem necessidade de internet terrestre. Apps como Bitchat, de Jack Dorsey, usam Bluetooth mesh para relay de transações entre celulares – com mais de 1,4 milhão downloads. Darkwire (rádio de longo alcance) e Machankura (via SMS) também permitem envios offline.

Essas soluções criam redes peer-to-peer resilientes, ideais para censorship resistance. No entanto, confirmação on-chain exige eventual conexão à rede global.

Lições Geopolíticas para o Mundo

Para brasileiros e leitores globais, o caso iraniano reforça lições práticas: cripto não é só especulação, mas ferramenta em crises. Em sanções ou protestos, Bitcoin atua como reserva de valor contra colapso fiat, como sugeriu o CEO da Bitwise.

Redes mesh e satélites democratizam acesso, desafiando controles estatais. Países sob risco – Venezuela, Rússia, até emergentes – podem adotar estratégias similares. O Irã, com histórico de uso cripto para evasão de sanções, exemplifica resiliência blockchain em contextos voláteis.

Monitorar Starlink e adoção dessas techs será chave para futuras instabilidades geopolíticas.

Limitações e Perspectivas Futuras

Embora promissoras, essas tecnologias têm limites: custo de hardware (Starlink), alcance (Bluetooth), e necessidade de ‘gateway’ online para finalização. Ferramentas como Darkwire estão em desenvolvimento, prometendo maior autonomia.

O episódio reforça: em um mundo de crescentes tensões, prepare-se com wallets offline e conhecimento de alternativas. Cripto prova sua utilidade além dos mercados – na luta por liberdade digital.


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Personagens cartoon de político recusando perdão a executivos algemado da FTX, simbolizando decisão de Trump e impactos regulatórios cripto

Trump Descarta Perdão a SBF da FTX

Sam Bankman-Fried (SBF), condenado a 25 anos de prisão por fraude na FTX, não receberá perdão do presidente Donald Trump. Em entrevista ao New York Times, Trump descartou clemência, fechando especulações e sinalizando rigor contra crimes graves no cripto, apesar do apoio à indústria. Isso reforça a confiança em exchanges reguladas, mas levanta dúvidas sobre alívio regulatório para o setor.


A Declaração Direta de Trump

Na entrevista de quinta-feira ao NYT, Trump respondeu a perguntas sobre pedidos de perdão de figuras como Sean Combs (Diddy) e explicitamente negou intenção de perdoar SBF. "Não pretendo conceder perdão", afirmou o presidente, destacando o caso como exemplo de fraude bilionária que abalou o mercado em 2022. A posição contrasta com seu apoio pró-cripto, citando votos ganhos por defender o setor contra China.

Trump defendeu conexões familiares com empresas como American Bitcoin e World Liberty Financial, rejeitando conflitos de interesse. Essa declaração geopolítica reforça a narrativa de liderança americana em cripto, mas sem concessões a fraudes, impactando percepções globais sobre accountability no ecossistema.

Contexto do Escândalo FTX e Condenação

SBF foi condenado em março de 2024 por sete crimes de fraude, após desviar bilhões em fundos de clientes da FTX para Alameda Research, seu hedge fund. O colapso gerou um bank run e insolvência, com perdas estimadas em US$ 8 bilhões. Como reportado pela Crypto Economy, SBF doou US$ 5,2 milhões à campanha de Biden em 2020, o que pode influenciar a decisão de Trump.

Outros executivos, como Caroline Ellison, receberam penas menores via delações. O caso, um dos maiores escândalos financeiros recentes, destruiu confiança em exchanges centralizadas, forçando maior escrutínio regulatório nos EUA e globalmente, incluindo no Brasil.

Implicações Regulatórias sob Trump

Apesar de perdões anteriores a Ross Ulbricht (Silk Road) e Changpeng Zhao (Binance), Trump traça linha dura para fraudes como FTX, per Decrypt. Isso sugere regulação seletiva: apoio a inovação, mas punição severa a abusos. Para o ecossistema cripto, significa menor esperança de alívio para casos semelhantes, fortalecendo credibilidade de plataformas compliant.

No contexto geopolítico, com Trump priorizando supremacia americana vs. China em cripto, investidores globais, incluindo brasileiros, devem monitorar SEC e CFTC. A decisão eleva confiança em exchanges reguladas, mas alerta para riscos de não-compliance em um ambiente de maior accountability.

Próximos Passos: Apelo Judicial

Sem perdão presidencial, SBF depende de apelo na 2ª Circuito, ouvido em novembro, com possível revisão na Suprema Corte, conforme BTC Echo. Enquanto Ellison é liberada em janeiro, SBF cumpre pena. Investidores devem observar como isso molda regulação sob a nova administração, priorizando transparência para mitigar riscos sistêmicos.


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Personagem cartoon político abrindo porta com USD1 gravado revelando cofre de stablecoins, simbolizando charter regulado para WLFI de Trump

WLFI de Trump Busca Charter para Stablecoin USD1 Regulamentada

A World Liberty Financial (WLFI), projeto intimamente ligado ao presidente Donald Trump e seu filho Eric, deu um passo ousado rumo à integração com o sistema financeiro tradicional dos EUA. A empresa, por meio de sua subsidiária World Liberty Trust Company, solicitou um charter nacional de trust ao Office of the Comptroller of the Currency (OCC). O objetivo é emitir a stablecoin USD1 de forma regulada, com custódia pela BitGo, e ganhar acesso direto às redes de pagamentos nacionais. Essa movimentação, anunciada em 8 de janeiro de 2026, sinaliza uma era de regulação pró-cripto sob a administração Trump, acelerando a adoção de ativos digitais em pagamentos cotidianos americanos.


Detalhes do Pedido de Charter Nacional

Zach Witkoff, proposto como presidente e chair da World Liberty Trust Company, descreveu o pedido como uma evolução pivotal do ecossistema WLFI. Ao contrário de um charter bancário completo, que impõe supervisão mais rígida para serviços ao consumidor, o national trust charter permite serviços de custódia bancária sob a alçada do OCC. Isso facilitaria a emissão e conversão da USD1, stablecoin lastreada em dólar, tornando-a mais acessível para usuários comuns.

O movimento posiciona a WLFI ao lado de gigantes como Ripple e Fidelity Digital Assets, reforçando parcerias estratégicas. Em um contexto geopolítico onde os EUA buscam liderança em finanças digitais, essa iniciativa poderia transformar a WLFI em ponte entre cripto e o sistema legacy, beneficiando especialmente pagamentos transfronteiriços e remessas.

Contexto Regulatório: OCC e Acesso ao Fed

O OCC já concedeu charters condicionais de national trust a várias firmas cripto no ano passado, permitindo gerenciamento de ativos digitais sem aprovações estado a estado. Essa tendência histórica é vista como vitória para o setor, apesar de críticas de bancos tradicionais preocupados com estabilidade financeira.

A WLFI almeja “skinny” master accounts no Federal Reserve, que dariam acesso limitado ao sistema de pagamentos do Fed — essencial para liquidez moderna. Recentemente, o Fed abriu consulta pública sobre esses contas, um sinal positivo em meio a tensões globais por soberania monetária. Para o Brasil e América Latina, isso pode inspirar modelos semelhantes, pressionando regulações locais a se adaptarem.

Parceria com BitGo e Crescimento da USD1

BitGo, detentora de charter similar, atua como custodiante da USD1 desde o lançamento. Mike Belshe, CEO da BitGo, celebrou o marco: a stablecoin ultrapassou US$ 3,3 bilhões em valor no primeiro ano, demonstrando tração rápida. Com o charter aprovado, a WLFI gerenciaria ativamente sua emissão, potencializando expansão.

Essa aliança não só valida a USD1 sob escrutínio regulatório, mas também mitiga riscos de custódia, um ponto sensível pós-FTX. No panorama global, stablecoins reguladas como a USD1 poderiam desafiar o domínio de Tether e USDC, especialmente em ecossistemas emergentes.

Reação do Mercado e Perspectivas Geopolíticas

O token nativo WLFI reagiu positivamente, subindo 10% para US$ 0,18 logo após o anúncio, com ganhos de 37% em 14 dias. Esse rally reflete otimismo com a narrativa Trump-pró-cripto, em contraste com era Biden mais cautelosa.

Geopoliticamente, uma USD1 regulada aceleraria a adoção cripto nos EUA, impactando rivais como China no yuan digital. Para investidores brasileiros, monitorar aprovações OCC é crucial, pois pode elevar liquidez global de stablecoins e abrir portas para integrações com exchanges locais.


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Legisladores cartoon empurrando moeda Bitcoin para cofre estadual da Flórida, simbolizando proposta de reserva estratégica HB 1039

Flórida Avança com Reserva Estratégica de Bitcoin via HB 1039

Legisladores da Flórida retomaram esforços para criar uma reserva estratégica de Bitcoin estadual por meio do HB 1039, apresentado pelo deputado John Snyder. Diferente de propostas anteriores retiradas, o projeto estabelece um fundo especial fora do tesouro estadual, gerido pelo Chief Financial Officer (CFO), com investimentos em criptoativos de market cap superior a US$ 500 bilhões nos últimos dois anos — critério atendido apenas pelo Bitcoin. Se aprovado, entra em vigor em 1º de julho de 2026, sinalizando adoção pro-cripto nos EUA.


Detalhes do Projeto HB 1039

O HB 1039 cria a Florida Strategic Cryptocurrency Reserve como fundo especial administrado pelo CFO, que pode adquirir, vender ou gerenciar investimentos prudentes. Embora não mencione explicitamente Bitcoin, o requisito de capitalização superior a US$ 500 bilhões nos últimos dois anos (critério atendido apenas pelo Bitcoin) exclui Ethereum e outros. O fundo visa resiliência financeira, hedge contra inflação e segurança para residentes, com comitê consultivo de especialistas em cripto.

Propostas anteriores, como HB 487 e SB 550, visavam até 10% dos fundos estaduais em BTC, mas foram arquivadas. Esta versão evita o tesouro estadual, reduzindo riscos políticos.

Contexto nos EUA e Outros Estados

A Flórida segue tendência geopolítica de adoção estatal de Bitcoin. Segundo o Bitcoin Reserve Monitor, New Hampshire, Arizona e Texas já aprovaram reservas, usando bens confiscados ou fundos públicos. Pelo menos 17 estados consideram propostas similares, refletindo visão de BTC como ‘ouro digital’ contra volatilidade fiat.

No federal, ordem executiva de Trump criou reserva com BTC confiscado (~200k BTC), e o BITCOIN Act propõe compra de 1 milhão de BTC. Para brasileiros, isso impulsiona preço global: BTC cotado a R$ 492.311 (Cointrader Monitor), com variação -0,4% em 24h.

Impacto Regulatório e para Portfólios

Se aprovado, pioneiro como Texas (comprou US$ 5 milhões em BTC), pode elevar demanda e preço BTC, beneficiando holders globais. Projetos complementares como HB 183/SB 1038 permitem até 10% de fundos públicos (receita geral, estabilização, pensões) em BTC/ETFs, e pagamentos de impostos em crypto (convertidos a USD).

Geopoliticamente, sinaliza descentralização financeira nos EUA, hedge contra dólar. Investidores devem monitorar tramitação na legislatura de 2026 para ajustes em portfólios cripto.


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Burocrata NY cartoon martelando placa 'PROIBIDO' em ponte entre estádio Rangers e plataforma DeFi, alertando restrições regulatórias em prediction markets

NY Restringe Mercados de Previsão Após Parceria Rangers-Polymarket

O deputado estadual de Nova York, Clyde Vanel, reintroduziu o ORACLE Act para restringir mercados de previsão na região, proibindo apostas em eventos esportivos individuais, como jogos da NHL, guerras e expectativa de vida. A medida surge dias após o anúncio da parceria exclusiva entre Polymarket e New York Rangers, que exibirá odds no Madison Square Garden. Plataformas DeFi enfrentam agora escrutínio geopolítico em um dos maiores mercados dos EUA.


Detalhes da Legislação ORACLE Act

A proposta permite apostas em resultados de torneios, como vencedor da Stanley Cup, mas veta prop bets em jogos isolados, como o Rangers vs. Buffalo Sabres. Além disso, bane contratos sobre eventos catastróficos, como tiroteios em massa ou guerras, e especulações sobre morte de indivíduos. Empresas como Polymarket e Kalshi terão de implementar autoexclusão voluntária, limites de tempo de jogo e proibir uso de cartões de crédito. Violações geram multas de até US$ 1 milhão por dia.

No contexto geopolítico, Nova York, hub financeiro global, sinaliza tensão entre inovação DeFi e proteções ao consumidor. Vanel, que já propôs blockchain para eleições em 2025, reflete o dualismo regulatório: abraçar tech enquanto mitiga riscos de vício e manipulação.

Impacto no Deal Rangers-Polymarket

O timing é revelador: Polymarket torna-se parceiro oficial dos Rangers, com odds em LED, dasherboards e segmentos pós-jogo no MSG. Esportes representam 37% do volume no Polymarket e 93% no Kalshi, totalizando US$ 2,3 bilhões em 2025. A lei ameaça diretamente essa receita, expondo vulnerabilidades em parcerias mainstream. Para o ecossistema DeFi, isso eleva riscos de compliance em jurisdições hostis, similar a bans na Europa (França, Bélgica).

Geopoliticamente, reflete batalha EUA-China na regulação cripto: enquanto Trump impulsiona reservas BTC, estados como NY priorizam safeguards contra gambling disfarçado.

Riscos para DeFi Betting e Compliance

Traders em prediction markets DeFi devem antecipar migração para offshores ou adaptações. Polymarket, avaliado em US$ 9 bilhões após investimento da NYSE, e Kalshi (US$ 11 bi), enfrentam precedentes como insider trading na Venezuela, que gerou bill federal de Ritchie Torres proibindo funcionários públicos em bets com info privilegiada.

Para brasileiros expostos via VPN, o ganho é planejar: diversifique plataformas, monitore CFTC/SEC e priorize KYC compliant. NY pode catalisar framework global, equilibrando wisdom of the crowd com proteções.

Próximos Passos Geopolíticos

A lei avança na Assembly, mas precisa de Senado e governador. Sucesso pode inspirar outros estados, impactando TVL em DeFi betting. Traders: audite posições em sports/politics, explore alternativas como Myriad. O futuro depende de lobby cripto vs. populismo anti-gambling.


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Legisladores cartoon inserindo símbolo Bitcoin em cofre de reserva estratégica, simbolizando avanço da proposta HB1039 na Flórida

Flórida Avança Reserva Estratégica de Bitcoin com HB1039

Legisladores da Flórida apresentaram o projeto HB1039, renovando esforços para criar a Reserva Estratégica de Criptomoedas do estado. Diferente de propostas anteriores, o fundo ficaria fora do tesouro estadual e seria gerido pelo Diretor Financeiro, com limite para ativos de capitalização acima de US$ 500 bilhões — o que aponta diretamente para o Bitcoin. Se aprovado, entraria em vigor em 1º de julho de 2026, fortalecendo a resiliência financeira contra inflação e volatilidade. O movimento reflete a guinada pro-cripto nos estados americanos, com implicações geopolíticas para portfólios globais.


Detalhes da Proposta HB1039

O texto do HB1039, protocolado pelo deputado John Snyder, estabelece a reserva como um fundo especial administrado pelo CFO da Flórida. Ele pode adquirir, vender ou gerenciar investimentos prudentes, priorizando criptoativos com market cap superior a US$ 500 bilhões no caso do Bitcoin. Ao contrário de tentativas passadas como HB 487 e SB 550, esta versão evita o tesouro estadual, reduzindo burocracia.

A proposta cria um comitê consultivo com especialistas em cripto, visando hedge contra instabilidade econômica. Segundo o Portal do Bitcoin, isso posiciona a Flórida como pioneira, similar ao Texas, que já alocou recursos em BTC.

Contexto Geopolítico nos Estados Unidos

De acordo com o Bitcoin Reserve Monitor, apenas New Hampshire, Arizona e Texas aprovaram reservas de BTC até agora, enquanto 17 estados consideram propostas. A Flórida segue essa onda, influenciada pela ordem executiva federal de Trump para uma reserva nacional com ativos confiscados. Essa fragmentação regulatória cria um mosaico pro-cripto, contrastando com posturas centrais mais cautelosas.

Para investidores brasileiros, isso sinaliza diversificação soberana: estados adotando BTC como "ouro digital" reforçam sua narrativa de reserva de valor, potencializando demanda global. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está a R$ 492.368,41 (variação -0,31% em 24h), podendo impulsionar com aprovações estatais.

Impacto Regulatório e no Preço do BTC

Se o HB1039 avançar, alocaria até 10% de fundos como General Revenue e estabilização orçamentária em BTC ou ETFs aprovados pela SEC. Isso não só diversifica tesourarias estaduais, mas legitima cripto em finanças públicas, atraindo instituições. Geopoliticamente, fortalece os EUA como líder em adoção, pressionando rivais como China.

Analistas veem upside no preço: reservas estatais sinalizam confiança institucional, elevando liquidez e valor. Para portfólios brasileiros, monitorar aprovações é chave, pois acelera maturidade global do BTC como ativo estratégico.


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Juiz cartoon batendo martelo em exchange digital, sugando moedas BTC para urna judicial, ilustrando apreensão autorizada pela Suprema Corte da Coreia do Sul

Coreia do Sul: Suprema Corte Autoriza Apreensão de BTC em Exchanges

A Suprema Corte da Coreia do Sul confirmou que Bitcoin armazenado em exchanges pode ser legalmente apreendido sob a lei de processo penal do país. A decisão, proferida em um caso de lavagem de dinheiro envolvendo 55,6 BTC (cerca de US$ 413 mil na época), rejeita apelo de suspeito e estabelece precedente em nação com mais de 16 milhões de contas crypto — um terço da população. Isso destaca vulnerabilidades na custódia centralizada.


Detalhes do Caso que Chegou à Suprema Corte

Em janeiro de 2020, autoridades policiais sul-coreanas apreenderam 55,6 BTC de uma conta em exchange pertencente ao Sr. A, investigado por lavagem de dinheiro. O valor equivalia a 600 milhões de won coreanos (aprox. R$ 2,4 milhões hoje). O suspeito contestou, alegando que BTC não é “objeto físico” conforme Artigo 106 do Código de Processo Penal.

O Tribunal Distrital de Seul manteve a apreensão, e a Suprema Corte, em decisão de 11 de dezembro de 2025, ratificou: “Bitcoin é um token eletrônico gerenciável, negociável e com valor econômico, qualificando-se como alvo de apreensão, similar a informações eletrônicas.” A corte enfatizou controle via chaves privadas em wallets eletrônicas.

Essa ruling, reportada inicialmente pelo Chosun Daily, fecha debate jurídico e fortalece ferramentas investigativas contra crimes envolvendo virtual assets.

Alta Adoção de Cripto e Precedentes Regulatórios

A Coreia do Sul lidera adoção global: em fevereiro de 2025, 16,29 milhões de contas em exchanges como Upbit e Bithumb representavam 32% da população, superando até investidores em ações. Segundo o Yonhap News, o número pode atingir 20 milhões em breve.

Precedentes datam de 2018, quando a Suprema Corte classificou BTC como “propriedade intangível confiscável”. Em 2021, reforçou seu status como ativo com valor econômico sujeito a fraudes. Essa evolução reflete tensão geopolítica asiática: regulação rigorosa para combater lavagem, mas com maturidade em reconhecer crypto como patrimônio.

Globalmente, ecoa lei britânica de dezembro de 2025, que equipara digital assets a propriedade tradicional para roubo e insolvência.

Riscos de Custódia Centralizada para Traders Coreanos

Com alta posse per capita, traders sul-coreanos enfrentam risco ampliado: exchanges locais, sob pressão regulatória, devem cooperar com autoridades. A decisão cética quanto à auto-custódia destaca ironia — “Not your keys, not your coins” ganha urgência em jurisdições proativas como a Coreia.

Implicações vão além: facilita buscas em exchanges para crimes fiscais ou cibernéticos. Investidores globais, especialmente em Ásia, devem ponderar migração para wallets frias, minimizando exposição a ordens judiciais. No Brasil, onde BTC negocia a R$ 492.371 segundo o Cointrader Monitor (variação -0,31% em 24h), lições asiáticas alertam para custódia soberana.

Essa precedência pode influenciar legislações em bloco, como ASEAN, onde sanções e compliance crescem.

Lições Globais e Próximos Passos para Investidores

Para o público brasileiro atento a cripto, o caso reforça diversificação geográfica e tecnológica. Enquanto Coreia avança em clareza legal, expõe fragilidades de custódia terceirizada. Recomenda-se monitorar atualizações regulatórias e priorizar hardware wallets para ativos significativos.

Perspectiva geopolítica: em meio a tensões EUA-China, Ásia testa balanço entre inovação e controle estatal. Traders devem agir proativamente, migrando para self-custody antes de precedentes locais.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Árbitro regulatório NY parando jogo de hóquei digital com puck DeFi, simbolizando restrições a prediction markets após acordo Rangers-Polymarket

NY Restringe Mercados de Previsão Após Acordo Rangers-Polymarket

O estado de Nova York reintroduziu a lei ORACLE, que restringe mercados de previsão como Polymarket, proibindo apostas em eventos esportivos individuais, resultados políticos, guerras e até a longevidade de pessoas. A medida, proposta pelo assemblyman Clyde Vanel, surge um dia antes do anúncio de parceria exclusiva entre Polymarket e os New York Rangers da NHL, destacando tensões geopolíticas entre inovação DeFi e controle regulatório nos EUA.


Detalhes da Lei ORACLE

A legislação permite apostas apenas em torneios amplos, como vencedores da Stanley Cup, mas veta prop betting em jogos específicos, como o Rangers vs. Buffalo Sabres. Empresas como Polymarket e Kalshi enfrentariam multas de até US$ 1 milhão por dia por descumprimento, além de exigências de autoexclusão voluntária, limites de tempo e proibição de cartões de crédito. Críticos veem os mercados como disfarces de jogos de azar sem proteções adequadas, enquanto defensores exaltam a "sabedoria da multidão" para previsões precisas.

No contexto geopolítico, Nova York — centro financeiro global — sinaliza uma postura cautelosa ante o boom dos prediction markets. Em 2025, esportes representaram 37% do volume notional da Polymarket e 93% do volume da Kalshi, totalizando US$ 2,3 bilhões, conforme dados on-chain.

Parceria Rangers-Polymarket em Xeque

Polymarket tornou-se o parceiro oficial de prediction markets dos Rangers, exibindo odds em LED no Madison Square Garden, dasherboards e segmentos pós-jogo. O acordo, revelado pela MSG Sports, expõe branding externo no icônico estádio. Contudo, a lei ORACLE ameaça diretamente essa integração, pois proíbe exatamente o tipo de apostas em eventos NHL individuais que seriam promovidas.

Essa colisão reflete dinâmicas globais: enquanto DeFi betting floresce em blockchains permissionless, jurisdições como NY buscam alinhar com leis anti-jogo, ecoando debates na UE sobre MiCA e no Brasil com PL 4.207/2021. Traders enfrentam risco de interrupção em mercados de alta liquidez.

Impacto no Ecossistema DeFi Betting

Prediction markets como Polymarket operam em Polygon, acessíveis globalmente, mas regulação estadual afeta usuários NY — 8% da população EUA. Kalshi, regulada CFTC e integrada a Coinbase/Robinhood, domina esportes (93% volume), mas também é visada. A proibição de apostas em "eventos catastróficos" limita narrativas geopolíticas, como eleições ou conflitos, centrais em 2024.

Geopoliticamente, isso pressiona descentralização: plataformas offshore ganham, mas compliance cresce. Vanel, que propôs blockchain para eleições em abril, equilibra inovação e risco. Torres (D-NY) baniu insiders federais em prediction markets após apostas suspeitas na Venezuela.

Compliance e Estratégias para Traders

Traders devem antecipar: monitore ORACLE no LegiScan NY. Plataformas podem migrar para torneios ou jurisdições amigáveis (ex: offshore). NY reforça tendência anti-gambling, similar a proibições em NJ para crypto bets. Para DeFi, diversifique em Kalshi regulada ou Myriad/PredictIt. Risco regulatório eleva volatilidade — vale monitorar CFTC/SEC para federalização.


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Executivos cartoon carregando personagem Chainlink cyan por portas ETF douradas com selo SEC, simbolizando aprovação e lançamento do ETF DeFi

Bitwise Confirma Lançamento ETF Chainlink para Fevereiro

A Bitwise Asset Management, gestora com US$ 15 bilhões em ativos cripto, confirmou, em um filing à SEC, o lançamento de seu ETF spot Chainlink (CLNK) para 1º de fevereiro de 2026. Após aprovação automática para listagem na NYSE Arca, o produto segue o Grayscale Chainlink ETF (GLNK), lançado em dezembro, sinalizando o amadurecimento regulatório nos EUA. Para investidores em DeFi e institucionais globais, isso representa maior diversificação em oráculos descentralizados como o Chainlink (LINK).


Detalhes da Aprovação Regulatória

A Bitwise superou o último obstáculo regulatório com a Form 8-A registrada em 5 de janeiro de 2026, aprovada pela SEC e NYSE Arca sob o ticker CLNK. O ETF rastreará o CME CF Chainlink-Dollar Reference Rate, com custódia pela Coinbase Custody Trust Company e caixa pelo BNY Mellon. A compra inicial será de US$ 2,5 milhões pela Bitwise Investment Manager LLC, equivalente a 100 mil ações a US$ 25 cada.

O adiamento para fevereiro permite ajustes operacionais, incluindo avaliação de staking de LINK via Attestant Ltd, mencionado como objetivo secundário. Taxa de gestão de 0,34%, com isenção total por três meses até US$ 500 milhões em AUM, torna o produto atrativo em um cenário de juros altos nos EUA.

Estrutura Competitiva com Grayscale

Comparado ao GLNK, que acumula US$ 85 milhões em AUM e US$ 63 milhões em inflows desde dezembro — com isenção de taxa até US$ 1 bilhão —, o CLNK posiciona a Bitwise como player agressivo. Grayscale registrou US$ 2,24 milhões em inflows na segunda-feira, impulsionado por otimismo no mercado cripto pós-eleições americanas.

Essa competição beneficia investidores, ampliando opções reguladas para exposição a Chainlink, essencial para DeFi com dados off-chain. Reguladores globais, de Europa a Ásia, observam o modelo americano como benchmark para ETFs de altcoins.

Impacto no Preço LINK e Mercado DeFi

O anúncio impulsionou o LINK em 11% na semana, negociando a US$ 13,86 com volume 45% maior e open interest em futuros subindo para US$ 665 milhões. Apesar de queda recente de 3% para US$ 13,19, analistas preveem rally com inflows institucionais, similar ao visto em BTC e ETH ETFs.

Para o ecossistema DeFi, maturidade de ETFs altcoin reforça adoção institucional, diversificando portfólios além de Bitcoin. Em contexto geopolítico, com tensões comerciais EUA-China, ativos como LINK ganham apelo como hedge contra centralização de dados tradicionais.

Perspectivas Globais e Próximos Passos

O lançamento CLNK testa demanda por exposição regulada a Chainlink, vital para smart contracts globais. Investidores devem monitorar inflows iniciais e ativação de staking, que poderia elevar yields. Com SEC mais amigável sob nova administração, aprovações semelhantes para SUI e Hyperliquid indicam expansão de ETFs altcoin, beneficiando diversificação institucional mundial.


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Juiz cartoon da Suprema Corte batendo martelo sobre moedas BTC de exchange surpresa, simbolizando autorização de apreensão na Coreia do Sul

Coreia do Sul: Suprema Corte Autoriza Apreensão de BTC em Exchanges

A Suprema Corte da Coreia do Sul confirmou que Bitcoins armazenados em exchanges podem ser apreendidos sob a lei criminal do país. A decisão, proferida em um caso de lavagem de dinheiro envolvendo 55,6 BTC (cerca de US$ 413 mil na época), rejeita argumentos de que ativos digitais não são “objetos físicos” passíveis de confisco. Com mais de 16 milhões de detentores de cripto — um terço da população —, o precedente impacta diretamente traders locais e sinaliza riscos globais de custódia centralizada.


Detalhes da Decisão Judicial

A corte superior sul-coreana, em julgamento de 11 de dezembro de 2025, analisou a apreensão policial de Bitcoins de uma conta em exchange realizada em janeiro de 2020. O investigado, identificado como Sr. A, contestou a medida com base no Artigo 106 do Código de Processo Penal, alegando ausência de materialidade física. No entanto, os juízes afirmaram que “alvos de apreensão incluem objetos tangíveis e informações eletrônicas”, classificando o Bitcoin como token eletrônico gerenciável via chaves privadas, com valor econômico controlável independentemente.

O veredicto reforça precedentes de 2018, quando o Bitcoin foi equiparado a propriedade intangível confiscável, e de 2021, reconhecendo-o como ativo virtual sujeito a crimes patrimoniais. Essa evolução jurídica asiática destaca a maturidade regulatória em Seul, onde exchanges como Upbit e Bithumb dominam um mercado com alta adesão popular.

Contexto Geopolítico e Alta Adoção em Seul

A Coreia do Sul lidera a adoção cripto na Ásia, com 16,29 milhões de contas em cinco grandes plataformas até fevereiro de 2025 — quase 32% da população. Esse boom, impulsionado por eleições nos EUA e tendências globais, contrasta com a volatilidade regulatória. No contexto geopolítico, decisões como essa ecoam em vizinhos como Japão e China, onde custódia centralizada já enfrenta escrutínio. Para traders coreanos, o risco de congelamento de saldos em investigações amplifica vulnerabilidades, especialmente em um país com histórico de repressão a crimes financeiros.

Atualmente, o Bitcoin está cotado a R$ 492.416 (Cointrader Monitor), com variação de -0,33% em 24h, mas o foco regulatório pode pressionar fluxos para soluções descentralizadas.

Implicações para Custódia Global e Auto-Custódia

Embora cético quanto à narrativa de auto-custódia como panaceia absoluta — dada a complexidade técnica e riscos de perda de chaves —, o caso sul-coreano evidencia perigos inerentes às exchanges. Plataformas centralizadas, sujeitas a ordens judiciais, expõem usuários a confisco sem recurso imediato. Países como o Reino Unido, que recentemente reconheceu criptoativos como propriedade, seguem tendência similar, priorizando recuperação de ativos criminosos sobre soberania individual.

Para investidores globais, incluindo brasileiros atentos a precedentes asiáticos, a lição é clara: alta posse em custódia terceirizada multiplica riscos regulatórios e geopolíticos. Migrar para wallets frias emerge como estratégia pragmática, reduzindo exposição a jurisdições agressivas.

Próximos Passos para Traders

Monitore legislações locais e internacionais, pois precedentes como esse podem inspirar ações semelhantes no Brasil ou Europa. Diversifique custódia, priorizando hardware wallets e multisig para mitigar perdas. O ganho regulatório asiático reforça: em um mundo de crescente intervenção estatal, controle pessoal é o antídoto contra apreensões inesperadas.


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Executivos cartoon abrindo portas douradas para oráculo Chainlink estilizado, simbolizando aprovação do ETF spot pela SEC

Bitwise Confirma ETF Chainlink para 1º de Fevereiro Após Aprovação da SEC

A Bitwise confirmou o lançamento do ETF spot Chainlink (CLNK) para 1º de fevereiro de 2026 em novo filing 424B3 à SEC. Após aprovação automática para listagem na NYSE Arca, o produto se posiciona como o segundo ETF dedicado a LINK nos EUA, atrás apenas do Grayscale Chainlink Trust (GLNK). Essa maturidade regulatória beneficia investidores DeFi brasileiros, ampliando diversificação institucional sem necessidade de custódia direta.


Aprovação e Detalhes Operacionais

A Bitwise, gestora com US$ 15 bilhões em AUM cripto, superou o último obstáculo regulatório com a SEC permitindo a efetivação do registro. O ETF rastreará o CME CF Chainlink-Dollar Reference Rate, com Coinbase Custody como custodiante e BNY Mellon para caixa. A taxa de gestão é de 0,34%, isenta por três meses até US$ 500 milhões em AUM.

O filing revela preferência por Attestant Ltd como agente de staking, embora ainda não ativado. Inicialmente, a Bitwise Investment Manager comprará cestas por US$ 2,5 milhões (100 mil ações a US$ 25). Essa estrutura reflete confiança na infraestrutura Chainlink, rede oracle essencial para DeFi global, conectando blockchains a dados off-chain.

Comparação com Grayscale e Fluxo de Entradas

O GLNK da Grayscale, lançado em dezembro, acumula US$ 63,32 milhões em inflows e US$ 85 milhões em AUM, per SoSoValue. Grayscale isentou taxa de 0,35% até US$ 1 bilhão. Bitwise compete com waiver similar, atraindo institucionais em busca de exposição regulada a oracles como Chainlink, vital para preços DeFi e liquidações cross-chain.

No contexto geopolítico, aprovações SEC sob governo Trump aceleram maturidade altcoin ETFs, contrastando com cautela europeia (MiCA). Para brasileiros, isso democratiza acesso via corretoras globais, reduzindo riscos de custódia local.

Impacto no Mercado DeFi e Institucional

Investidores DeFi veem sinal de amadurecimento: ETFs LINK facilitam alocação institucional, diversificando além BTC/ETH. Chainlink, com staking v0.2 ativo, pode render yields extras, elevando TVL em protocolos dependentes de oráculos. Preço LINK em US$ 13,19 (-3% 24h) reage com cautela, mas inflows GLNK sugerem rally potencial.

Globalmente, expansão NYSE reforça EUA como hub cripto, beneficiando emergentes como Brasil via BRICS+ e adoção DeFi. Institucionais ganham compliance sem wallets, impulsionando liquidez LINK.


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Senadores cartoon dividindo mapa holográfico cripto entre CFTC e SEC com martelo de markup, ilustrando votação regulatória no Senado EUA

Senado EUA Marca Votação de Lei Cripto para 15 de Janeiro

Os comitês de Agricultura e Bancos do Senado dos EUA marcaram votações para 15 de janeiro sobre o projeto de lei de estrutura de mercado cripto, acelerado sob influência de Trump. A legislação visa dividir jurisdições entre CFTC (commodities como Bitcoin) e SEC (securities), prometendo clareza regulatória global. No entanto, negociações em Capitol Hill enfrentam obstáculos políticos, com democratas exigindo mais salvaguardas.


Markup nos Comitês: Passo Crucial para Aprovação

O Comitê de Agricultura, responsável pela CFTC, segue o de Bancos, presidido pelo senador Tim Scott, que confirmou o markup para quinta-feira, 15 de janeiro. Ambos liberaram drafts de discussão para harmonizar regulação cripto. O texto atualiza papéis: CFTC ganha primazia em derivativos e commodities digitais, enquanto SEC foca em ativos tokenizados como securities. Reuniões recentes no Capitólio discutiram alinhamento, mas texto final ainda não foi divulgado.

Essa divisão resolve anos de sobreposições, como visto em disputas judiciais entre agências. Para o mercado global, representa um roadmap claro, influenciando jurisdições de Europa a Ásia e emergentes como Brasil, onde regulação local segue cues americanos.

Obstáculos Políticos: Ethics e Yield em Xeque

Negociações enfrentam entraves como regras éticas para Trump e sua família, cujos laços com cripto (stablecoins) preocupam democratas. Outros pontos: supervisão rigorosa para DeFi, limites a yields em stablecoins (ameaça a bancos tradicionais) e lotação plena de comissários CFTC/SEC com democratas. Lobby de Wall Street pressiona contra yields cripto, enquanto Casa Branca resiste a restrições.

Geopoliticamente, aprovar sem bipartidarismo arrisca veto ou atrasos, impactando confiança global. Plataformas como Kalshi dão 74% de chance até fim de 2026, mas analistas preveem 2027 para implementação.

Otimismo de Lummis e Implicações Globais

Senadora Cynthia Lummis declarou o projeto próximo de aprovação bipartidária, destacando jornada desde FTX e veto SAB121. Scott é otimista para assinatura de Trump, democratizando economia via cripto. CLARITY Act protege desenvolvedores não custodiais, alinha com GENIUS Act para stablecoins.

Para brasileiros, vitória EUA impulsiona adoção local, com CVM e BC monitorando. Mercados emergentes ganham com precedentes anti-volatilidade e pro-inovação, potencializando influxo de capitais.

Próximos Passos e Monitoramento

Comitês devem postar texto até sexta, mas insiders duvidam. Avanço requer 60 votos no Senado, demandando democratas. Falha prolonga enforcement-by-agency, freando inovação global. Investidores devem rastrear markups, pois clareza EUA molda regulação mundial, beneficiando detentores de Bitcoin e altcoins.


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Balança geopolítica cartoon com banqueiro trancando yields de stablecoins no lado USD afundando, China elevando pilar e-CNY

GENIUS Act: Ban de Yield em Stablecoins Favorece China?

O GENIUS Act pode se tornar uma ‘armadilha de segurança nacional’ se o lobby bancário conseguir banir recompensas (yield) em stablecoins, alertam executivos cripto. A proposta, que já proíbe emissores de oferecerem juros diretamente, agora enfrenta pressão para fechar ‘brechas’ de terceiros usadas por exchanges como Coinbase. Críticos como John Deaton argumentam que isso favorece o digital yuan chinês, que paga juros, enfraquecendo o domínio global do dólar americano em um momento crítico de transição para moedas digitais.


Pressão do Lobby Bancário nos EUA

Um grupo de banqueiros comunitários e a American Bankers Association (ABA) pressionam o Senado para alterar o GENIUS Act, fechando o que chamam de ‘brecha’ que permite plataformas como Coinbase e Kraken oferecerem recompensas a detentores de stablecoins via terceiros. Segundo a Blockchain Association, isso é um ‘esforço de última hora dos grandes bancos’ para bloquear competição após um acordo bipartidário no Congresso.

Faryar Shirzad, Chief Policy Officer da Coinbase, destaca que bancos lucram US$ 176 bilhões anuais com reservas no Fed e US$ 187 bilhões em taxas de cartões, totalizando mais de US$ 360 bilhões de receitas de pagamentos e depósitos. Stablecoins com yield desafiam essas margens ao oferecer competição real em sistemas de pagamento onchain, sem afetar a capacidade de empréstimo dos bancos.

A narrativa dos bancos alega proteger suas operações de empréstimo, mas críticos veem como defesa de receitas lucrativas contra inovação. Sem evidências concretas de que stablecoins ‘desmantelam’ instituições tradicionais, a pressão parece motivada por medo de perda de mercado.

Vozes da Indústria Contra as Mudanças

John Deaton, advogado pro-cripto e ex-candidato ao Senado, chama as mudanças de ‘armadilha de segurança nacional’. Ele alerta que banir yield em stablecoins americanas incentiva a adoção do digital yuan (e-CNY), que a China começou a remunerar oficialmente, posicionando-o como concorrente yield-bearing ao USD.

Mike Novogratz, CEO da Galaxy Digital, ecoa: ‘Os EUA seriam tolos em reverter a lei. Bancos, endureçam e competam – isso é inovação’. Alexander Grieve, do Paradigm, adverte que desfazer as provisões de recompensas desperdiça progresso bipartidário conquistado com esforço.

A Coinbase reforça que recompensas beneficiam consumidores comuns, diferentemente de contas de baixa remuneração que favorecem incumbentes. Reabrir o debate agora cria incerteza e riscos ao futuro do dólar no comércio onchain.

Riscos Geopolíticos para o Dólar Americano

Em um contexto global tenso, a China vê oportunidade na fraqueza regulatória dos EUA. O anúncio de juros no e-CNY chega em momento estratégico, enquanto o GENIUS Act – lei pioneira para regular stablecoins – enfrenta lobby que poderia ceder terreno. Deaton e Shirzad alertam: proibir yield nos EUA força o mundo a depender de alternativas estrangeiras, erodindo a hegemonia do dólar.

Historicamente, o USD domina graças a estabilidade e liquidez. Stablecoins como USDC e USDT, lastreados em dólares, estendem isso ao blockchain. Mas sem incentivos competitivos, perdem apelo frente a moedas digitais soberanas remuneradas. Isso não só beneficia Pequim, mas sinaliza fraqueza americana em inovação financeira, potencialmente acelerando desdolarização em comércio internacional.

Analistas geopolíticos monitoram como regulação anti-inovação pode inverter ganhos cripto sob Trump, com midterms de 2026 no horizonte.

Implicações para Investidores Brasileiros

Para o público brasileiro, atento a flutuações cambiais, o GENIUS Act impacta stablecoins usadas em remessas e proteção contra inflação. Um ban de yield reduz atratividade de USDT/USDC, beneficiando rivais. Vale monitorar debates no Senado, pois fortalecimento do digital yuan pressiona BRICS e emergentes.

Investidores devem acompanhar aprovações regulatórias e movimentos de whales em stablecoins. Em um mercado onde inovação vs. status quo define vencedores, regulação pró-competição protege o dólar – e ativos globais.


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Personagem fiscal cartoon com peneira capturando partículas de cripto evasivas DeFi, ilustrando alerta de impostos na Índia

Índia: Cripto Prejudica Arrecadação de Impostos, Alerta Autoridade Fiscal

Autoridades fiscais da Índia alertaram que transações em criptomoedas, especialmente via DeFi, wallets privadas e exchanges offshore, estão prejudicando a arrecadação de impostos. Durante reunião de comitê parlamentar na quarta-feira, o Income Tax Department destacou a dificuldade em rastrear rendas tributáveis devido à natureza anônima e transfronteiriça dessas operações. O alerta reforça preocupações globais em países emergentes sobre evasão fiscal no ecossistema cripto.


Desafios na Fiscalização de Ativos Virtuais

O Income Tax Department (ITD), vinculado à Central Board of Direct Taxes (CBDT), apresentou preocupações em uma sessão do comitê de finanças do parlamento indiano. Funcionários relataram que transferências de valor “anônimas, sem fronteiras e quase instantâneas” em cripto permitem movimentações sem intermediários regulados, complicando a reconstrução de cadeias de transações.

Atividades offshore envolvendo múltiplas jurisdições tornam “virtualmente impossível” identificar detentores de ativos para fins tributários. Apesar de esforços recentes de compartilhamento de informações, a cooperação internacional ainda é insuficiente, inibindo avaliações precisas. Essa realidade afeta não só a Índia, mas expõe vulnerabilidades em economias emergentes dependentes de receitas fiscais para desenvolvimento.

Regime Tributário Rígido na Índia

A Índia impõe um imposto fixo de 30% sobre ganhos com criptoativos, além de 1% de TDS em todas as transferências, independentemente de lucro. Apesar de permitir trading sob esse regime pesado — com a volta da Coinbase em 2025 —, o governo mantém postura cautelosa. Perdas em cripto não são compensáveis, gerando críticas de executivos locais sobre “fricção em vez de equidade”.

Em 2024-2025, a FIU aprovou 49 exchanges, sinalizando adoção crescente, mas o foco em lavagem de dinheiro e financiamento ao terror persiste. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 484.425 (variação -2,32% em 24h), destacando volatilidade que agrava desafios fiscais.

Lições e Riscos para o Brasil

Investidores brasileiros devem observar paralelos: o Brasil também taxa ganhos em cripto em até 22,5%, com discussões sobre regulamentação mais rígida. A opacidade do DeFi e wallets privadas representa risco similar de escrutínio fiscal intensificado, especialmente com cooperação global via OCDE crescendo. Países como Índia e Brasil, em contextos geopolíticos de alta informalidade econômica, enfrentam pressão para fechar brechas tributárias sem sufocar inovação.

Embora a Índia priorize CBDCs sobre stablecoins, o alerta fiscal sugere que exchanges locais e internacionais enfrentarão mais obrigações de reporte. Para traders brasileiros, isso reforça a necessidade de compliance rigoroso em transações cross-border.

Perspectivas Regulatórias Globais

O caso indiano ilustra tensões entre inovação cripto e soberania fiscal em nações emergentes. Com adoção acelerada — mas tributada pesadamente —, governos buscam equilíbrio. No Brasil, projetos como o PL 4.401/2021 indicam rumos semelhantes, priorizando transparência. Vale monitorar evoluções, pois falhas na arrecadação podem levar a medidas mais restritivas, impactando acessibilidade ao mercado.

Em um cenário geopolítico volátil, onde cripto é vista como ferramenta de evasão, investidores devem priorizar plataformas reguladas e documentação fiscal impecável para mitigar riscos.


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Personagens cartoon negociando: empresário ambicioso com stablecoin USD1 e regulador cético em balcão bancário, simbolizando pedido de charter WLFI Trump

WLFI de Trump Busca Charter Bancário para USD1 Stablecoin

A World Liberty Financial (WLFI), plataforma cripto ligada à família Trump, protocolou pedido de charter bancário nacional junto ao Office of the Comptroller of the Currency (OCC). A iniciativa visa emitir, custodiar e resgatar a stablecoin USD1, avaliada em US$ 3,4 bilhões, sob supervisão federal. Trump vira banqueiro de stablecoin: oportunidade ou risco geopolítico? O movimento ocorre em meio a críticas por conflitos de interesse, mas sinaliza aceleração regulatória pró-cripto sob a administração Trump.


Detalhes da Solicitação ao OCC

A subsidiária WLTC Holdings LLC enviou o pedido esta semana, conforme reportado pelo CoinDesk. Se aprovado, o banco de confiança nacional permitiria operações integradas: emissão gratuita de USD1, conversão de outras stablecoins e custódia para instituições como exchanges e market makers. Zach Witkoff, futuro presidente, destaca uso crescente em pagamentos transfronteiriços e tesouraria. USD1, lançada em 2025, cresceu mais rápido que qualquer stablecoin histórica, impulsionada por investimentos como US$ 2 bilhões na Binance.

O charter é raro para criptoempresas: apenas Anchorage Digital obteve um antes; Circle, Ripple e Paxos receberam aprovações condicionais em dezembro. Isso reflete guinada regulatória sob Trump, com OCC sob Jonathan Gould favorecendo integração cripto-TradFi.

Contexto Político e Regulatório Global

Como correspondente global, vejo o pedido no epicentro geopolítico: administração Trump impulsiona regulação pró-cripto via GENIUS Act, contrastando com era Biden. Família Trump, listada como cofundadores, elevou patrimônio em bilhões via cripto, incluindo perdão a CZ da Binance. Estrutura evita conflitos, alegam, com interesses não votantes e sem controle operacional. No entanto, democratas questionam influência política em aprovações OCC.

Globalmente, acelera adoção: USD1 em pagamentos internacionais reduz dependência de USDT/USDC chineses/americanos tradicionais. Brasil monitora, pois charters federais podem inspirar regulação local via CVM/Bacen, impulsionando stablecoins em remessas LATAM.

Riscos, Implicações e Próximos Passos

Riscos incluem escrutínio por conflitos de interesse: Trump como ‘co-founder emeritus’ e laços com Binance levantam suspeitas sistêmicas. Charter limita empréstimos/depósitos, focando custódia, mas críticos veem risco moral hazard via conexões políticas.

Implicações: full-stack sob OCC acelera expansão USD1 para RWAs (oil/gas tokenizados em janeiro/2026). Prazo indefinido, mas aprovações recentes sugerem viabilidade. Investidores globais devem vigiar: sucesso legitima cripto como infraestrutura financeira, mas falha expõe fragilidades políticas. Monitore OCC e Congresso para market structure bills.


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Executivos cartoon de banco tradicional e tech apertando mãos sobre âncora stablecoin luminosa, simbolizando investimento da Barclays em Ubyx

Barclays Faz Primeiro Investimento em Stablecoin com Ubyx

O Barclays, um dos maiores bancos do mundo e instituição financeira sistemicamente importante, anunciou seu primeiro investimento em uma empresa relacionada a stablecoins, adquirindo uma participação na Ubyx, plataforma americana de clearing e settlement de ativos digitais regulados. A movimentação, divulgada nesta quarta-feira (7), reflete a crescente integração entre o sistema financeiro tradicional e as finanças tokenizadas, especialmente nos EUA, onde regulações como a GENIUS Act pavimentam o caminho para adoção institucional. Para investidores brasileiros, isso sinaliza uma corrida de Wall Street e bancos europeus atrás da infraestrutura cripto.


Detalhes da Ubyx e Sua Plataforma

A Ubyx, fundada em março de 2025 pelo veterano de pagamentos Tony McLaughlin — ex-Citi com mais de 20 anos de experiência —, desenvolve uma rede global de aceitação para stablecoins reguladas e depósitos tokenizados. Sua plataforma resolve o problema de interoperabilidade “many-to-many”, conectando emissores como Ripple, Paxos, AllUnity e Eurodollar a bancos e fintechs. Isso permite resgates universais, depositando stablecoins de múltiplas blockchains diretamente em contas bancárias tradicionais, visando status de “equivalente a dinheiro vivo” para esses ativos.

Segundo autoridades do Barclays, a tecnologia da Ubyx é pivotal para conectar instituições reguladas em um ecossistema de tokens, blockchains e carteiras digitais. O investimento não divulgou valores, mas alinha-se à estratégia do banco de explorar novas formas de dinheiro digital dentro do perímetro regulatório.

Histórico de Funding e Parceiros da Ubyx

Em junho de 2025, a Ubyx captou US$ 10 milhões em rodada seed liderada por Galaxy Ventures (braço de Michael Novogratz) e Coinbase Ventures, com participação de Founders Fund, VanEck e Paxos, conforme reportado em fontes internacionais. Esse capital impulsionou o desenvolvimento da plataforma, que agora ganha tração com o endosso de um gigante como o Barclays. McLaughlin, autodenominado “maximalista de dinheiro tokenizado”, prevê um mundo onde toda firma regulada oferece carteiras digitais ao lado de contas bancárias tradicionais.

A infraestrutura de stablecoins da Ubyx surge em momento de expansão do setor, com bancos globais testando soluções para pagamentos tokenizados e liquidação mais rápida.

Estratégia do Barclays e Contexto Regulatório Global

O Barclays, sediado no Reino Unido, historicamente cauteloso com cripto — bloqueando compras via cartões de crédito desde junho de 2025 devido à volatilidade —, agora avança em blockchain desde 2018 com patentes e parcerias como Coinbase. Participou de pilotos como o UK Regulated Liability Network para depósitos tokenizados e explora stablecoins atreladas a moedas G7 com Goldman Sachs e UBS.

No contexto regulatório americano, pós-GENIUS Act, e com o Reino Unido finalizando regras para stablecoins em novembro de 2025 (incluindo limites para holdings), o investimento reflete uma mudança pragmática. Autoridades britânicas e consultores veem isso como passo para integrar dinheiro digital em frameworks regulados, fortalecendo infraestrutura de settlement.

Implicações para Investidores e Mercado Global

Para o investidor que monitora ações bancárias, essa jogada do Barclays indica aceleração na tokenização de serviços financeiros. Bancos tradicionais, pressionados pela concorrência de fintechs cripto-nativas, investem em clearing para capturar volume de transações em stablecoins, projetado para crescer com adoção corporativa. No Brasil, onde stablecoins ganham tração para remessas e hedge, decisões em Londres e Nova York moldam o ecossistema global, potencializando parcerias transfronteiriças e reduzindo fricções em pagamentos internacionais. Vale acompanhar como isso impacta valuations de bancos e startups de infraestrutura.


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Senadores cartoon debatendo lei cripto com símbolos DeFi e stablecoins sobre mesa, relógio ao fundo simbolizando votação iminente no Senado dos EUA

Senado dos EUA marca voto cripto para próxima semana e risco de adiamento cresce

O Comitê de Agricultura do Senado dos EUA seguirá o painel bancário em uma votação crucial sobre regulamentação de criptomoedas na próxima semana, conforme autoridades americanas. Liderado pelo senador Tim Scott, o Comitê Bancário marca a sessão para 15 de janeiro, apesar de divergências bipartidárias sobre ética, DeFi e stablecoins. A decisão pode definir o futuro do mercado ou adiar regras claras até 2027, em meio a eleições de meio de mandato e avanços regulatórios globais como o MiCA europeu. Investidores monitoram o impacto em ativos digitais.


Comitês em Sequência e Cronograma Acelerado

O presidente da Comissão Bancária do Senado, Tim Scott, anunciou que o comitê votará o projeto de lei de estrutura de mercado de cripto na quinta-feira, 15 de janeiro. A legislação, negociada por meses entre democratas e republicanos pró-cripto, busca dividir a supervisão entre a SEC e a CFTC, classificando ativos como securities ou commodities. Grupos do setor investiram milhões para apoio bipartidário, mas prazos iniciais — julho, outubro e fim de 2025 — foram perdidos devido à complexidade.

Em seguida, o Comitê de Agricultura deve analisar o texto, ampliando o escrutínio. Scott defendeu a urgência em entrevista ao Breitbart, afirmando que “é hora de registrar posições”. No entanto, analistas questionam se há quórum para avanço ao plenário, exigindo 60 votos contra filibuster.

Divergências Políticas e Questões Pendentes

O anúncio de Scott ocorre após reunião com a Casa Branca e negociadores, revelando uma “oferta final” republicana. Itens não resolvidos incluem regras de ética para conflitos de interesse envolvendo o presidente e Congresso, restrições a rendimentos de stablecoins — visadas pelo setor bancário —, quórum bipartidário em reguladores e proteção legal para DeFi.

Democratas resistem a salvaguardas amplas para softwares descentralizados, citando riscos de lavagem de dinheiro e evasão de sanções. Lobistas cripto como Scott Johnsson, da Van Buren Capital, alertam que votar sem consenso pode enterrar o projeto. A proximidade das eleições de meio de mandato em 2026 adiciona pressão partidária, com democratas relutantes em entregar vitória alinhada ao governo Trump.

Impacto Global e Riscos para Investidores

O projeto enfrenta teste decisivo enquanto a Europa implementa o MiCA e os Emirados Árabes oferecem clareza regulatória. Empresas como Coinbase advertem que atrasos fazem os EUA cederem terreno competitivo, afetando inovação e adoção. Para investidores brasileiros, uma aprovação traria estabilidade a ETFs de Bitcoin e fluxos globais, mas adiamento prolonga incerteza, elevando volatilidade.

Decisões em Washington ecoam em Brasília e Bruxelas: regulação americana influencia políticas latino-americanas e europeias. O texto incorpora elementos da Câmara, como a Lei de Certeza Regulatória da Blockchain, mas pendências em códigos como 18 USC 1960 (transmissores de dinheiro) geram tensão entre inovação e segurança nacional.

O Que Monitorar Agora

A votação de 15 de janeiro no Comitê Bancário será pivotal: aprovação leva ao plenário; rejeição, ao limbo até 2027. Analistas da TD Cowen preveem obstáculos crescentes em ano eleitoral. Investidores devem acompanhar atualizações de comitês e reações do mercado, pois clareza regulatória molda o status quo global de cripto. Movimentos como esses reforçam Bitcoin e altcoins como ferramentas geopolíticas em um mundo fragmentado.


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