Personagem fintech cartoon saltando de plataforma B3 rachada para torre Nasdaq dourada com '500M', expondo crise na bolsa brasileira

PicPay Protocola IPO de US$ 500 Milhões na Nasdaq e Expõe Crise na B3

O banco digital PicPay protocolou pedido de IPO na Nasdaq para captar até US$ 500 milhões, nesta segunda-feira (6). Controlada pela J&F (do JBS), a fintech registra lucros recordes e 66 milhões de clientes, mas opta pelos EUA em meio à crise da B3, sem novos IPOs há quatro anos devido à Selic a 15% e incertezas fiscais. Isso afeta diretamente o acesso a capitais para empresas brasileiras.


Números Sólidos Justificam a Jogada

A fintech apresentou resultados impressionantes nos documentos à SEC. Nos nove primeiros meses de 2025, o lucro líquido atingiu R$ 313,8 milhões, alta de 82% ante R$ 172 milhões em 2024. A receita total saltou para R$ 7,26 bilhões, quase o dobro dos R$ 3,78 bilhões do ano anterior, com clientes ativos crescendo de 37,5 para 42,1 milhões.

Hoje, o PicPay tem 66 milhões de clientes cadastrados e uma carteira de crédito de R$ 18,7 bilhões, com inadimplência acima de 90 dias em 6,2%. Há compromisso firme de US$ 75 milhões da gestora Bicycle, de Marcelo Claure (ex-SoftBank). Os papéis terão ticker PICS, com Citigroup, Bank of America e RBC como coordenadores.

Segunda Tentativa Após Fracasso em 2021

Não é a primeira vez: em 2021, o PicPay tentou IPO nos EUA, mas cancelou em 2022 por condições adversas de mercado, quando ainda dava prejuízo. Agora, com balanços positivos e recuperação gradual de IPOs em Wall Street, a empresa mira janeiro para a oferta, com roadshow a partir do dia 20.

Os recursos vão para capital de giro, crescimento orgânico, tecnologia e novos produtos como seguros e investimentos. Para o investidor brasileiro, isso sinaliza confiança no modelo de negócios, mas também a necessidade de mercados mais líquidos fora do Brasil.

Crise na B3: Empresas Fogem para Wall Street

A B3 vive seca de IPOs desde agosto de 2021, com Selic a 15% — maior nível desde 2006 — favorecendo renda fixa e afastando risco. Incertezas fiscais pioram o cenário. O número de listadas caiu de 385 (2022) para 335 hoje, com OPAs de EDP, Cielo e JBS.

Fintechs como Nubank, Stone, XP, Pátria e Inter já escolheram os EUA por maior liquidez e múltiplos atrativos. O PicPay reforça a tendência: Brasil perde valor para mercados globais. Investidores locais podem acessar via Nasdaq, mas perdem proximidade e sofrem com câmbio.

Impacto Prático para Brasileiros

Para quem investe em ações BR, isso pressiona a B3 a melhorar condições — juros menores e estabilidade fiscal. PicPay, que explora cripto via parcerias como com Binance, pode atrair mais capital tech. Monitore o IPO: sucesso abre portas para outras fintechs, mas risco cambial pesa para retail.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Investidor cartoon capturando ETF Bitcoin caindo com rede luminosa, nuvem com 2026 ao fundo, simbolizando buy the dip e alerta de crise

Primo Rico Aplica R$ 1 Milhão em ETF de Bitcoin e Alerta para Crise em 2026

O influenciador financeiro Thiago Nigro, conhecido como Primo Rico, aplicou quase R$ 1 milhão em um ETF de Bitcoin no Brasil, especificamente o HOLD11, no dia 24 de dezembro de 2025. A compra ocorreu quando o BTC estava em torno de US$ 87 mil, em uma estratégia clássica de buy the dip. Nigro alerta para uma possível crise econômica em 2026, vendo o Bitcoin como proteção contra a impressão desenfreada de moeda pelos bancos centrais. O ativo já valorizou 8% em duas semanas.


Detalhes da Operação de Compra

A aplicação de R$ 980.450 em cotas do HOLD11 foi realizada próximo ao fechamento do pregão na B3, às 17h. Inicialmente hesitante, Nigro decidiu alocar em ativos dolarizados ao avaliar sua carteira. "Olhando pra minha posição, eu preciso alocar um pouquinho mais em algo dolarizado", justificou em vídeo no YouTube.

O timing provou-se acertado: o Bitcoin subiu para acima de US$ 94 mil até 5 de janeiro de 2026, rendendo cerca de 8% em pouco mais de duas semanas. No entanto, a corretora XP bloqueou temporariamente a transação, um problema recorrente que exigiu contato telefônico para liberação. Isso destaca desafios operacionais comuns em investimentos cripto no Brasil.

Visão Macro: Crise e Bitcoin como Reserva

Nigro conecta sua aposta ao cenário macroeconômico global. "A gente tem dinheiro sendo impresso o tempo todo, vai ter crise vindo aí, vai ter loucura", alertou, prevendo turbulências em 2026. Para ele, o Bitcoin, com suprimento fixo de 21 milhões de unidades, serve como hedge contra inflação e desvalorização fiat.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 484.215,43 nesta quinta-feira, 8 de janeiro, com variação de -2,25% nas últimas 24 horas e volume de 274,54 BTC. Essa volatilidade reforça a necessidade de estratégias de longo prazo, como a adotada por Nigro.

ETF HOLD11: Praticidade para Brasileiros

A escolha pelo ETF, negociado na B3, prioriza praticidade sobre custódia direta. Nigro não controla as chaves privadas ("not your keys, not your coins"), mas ganha simplicidade tributária e acesso via home broker tradicional. O HOLD11 permite exposição ao BTC sem wallets ou exchanges 24/7.

Para investidores brasileiros, isso significa integração com a infraestrutura financeira local: declare no IR como ação, negocie em horário de bolsa (10h-17h). No entanto, limita liquidez fora do pregão e expõe a riscos do gestor do fundo.

Lições Práticas para Você

Como aplicar isso? 1) Monitore dips no BTC via ferramentas como Cointrader Monitor. 2) Avalie ETFs como HOLD11 para entrada fácil na B3 ou custódia direta em exchanges como Binance para controle total. 3) Diversifique com visão macro: aloque 5-10% em BTC como proteção.

Vale monitorar o HOLD11 e declarações de Nigro. Movimentos de influenciadores como ele influenciam o varejo, mas sempre faça sua análise. Em tempos de possível crise, estratégias como buy the dip e hold podem ser úteis para preservar patrimônio.


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Criador cartoon empunhando carteira Rumble emitindo raios BTC e USDT, evitando nuvem de taxas do YouTube para monetização direta

Rumble lança carteira Bitcoin para dicas de criadores

O rival do YouTube, Rumble, lançou nesta quarta-feira (7) a Rumble Wallet, uma carteira non-custodial integrada ao app para receber dicas em Bitcoin (BTC), USDT e XAUT. Desenvolvida com o kit da Tether e infraestrutura da MoonPay, a ferramenta permite que fãs enviem pagamentos diretos a criadores, sem bancos ou cartões. Para quem vive de conteúdo no Brasil, isso significa monetização mais rápida e barata, evitando taxas altas de plataformas tradicionais.


Como funciona a integração com Tether e MoonPay

A carteira cripto do Rumble é o primeiro uso real do Wallet Development Kit (WDK) da Tether, emissora da USDT. Ela fica embutida no app da plataforma, facilitando tips instantâneos. Usuários compram cripto via MoonPay com cartão ou transferência e enviam direto ao criador, que controla as chaves privadas — nada de custódia centralizada.

Imagine gravar um vídeo sobre finanças pessoais e receber uma gorjeta em BTC equivalente a R$ 500, sem esperar dias por liberação. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está em R$ 493.887 hoje, com variação de -0,82% nas últimas 24h nas exchanges brasileiras. Para criadores, isso abre porta para renda global, já que fãs de qualquer lugar podem pagar sem conversão cambial complicada.

A facilidade é o ponto alto: sem KYC extra no app, basta ativar a wallet e compartilhar o endereço. Mas lembre-se das taxas de rede — em BTC, pode custar uns R$ 20-50 por transação, dependendo do congestionamento.

Vantagens práticas para criadores vs YouTube

Diferente do YouTube, onde criadores perdem até 45% em taxas de AdSense e pagamentos atrasados, o Rumble Wallet corta intermediários. Chris Pavlovski, CEO do Rumble, diz que une ‘livre expressão’ com liberdade financeira da cripto. Paolo Ardoino, da Tether, reforça: dá controle total aos usuários.

Para o brasileiro médio produzindo conteúdo — tipo tutoriais de economia ou games —, isso é ouro. Receba USDT estável (quase R$ 5,70) para evitar volatilidade, ou BTC para apostar na alta. Converta depois em exchanges locais sem IOF alto de cartões internacionais. É como ter uma maquininha de cartão digital, mas global e sem burocracia do BC.

A plataforma já tem 51 milhões de usuários, e Tether investiu mais de US$ 775 milhões nela. Isso garante estabilidade, mas ações RUM subiram 5% hoje, após queda de 50% no ano — sinal de que o mercado ainda testa a adesão.

O que muda no dia a dia dos criadores brasileiros

Praticidade é chave: ative a wallet no app Rumble, divulgue nos vídeos e receba tips em tempo real. Para famílias que dependem de renda extra, como um salário mínimo (R$ 1.412), uma dica de R$ 100 já faz diferença no supermercado. Mas planeje: declare no IRPF como ganho de capital se vender cripto, e fique de olho em taxas de saques para real.

Contra o YouTube, Rumble ganha em pagamentos diretos e foco em liberdade de conteúdo. Sem algoritmos censores, criadores de nichos polêmicos (política, cripto) migram fácil. Teste com vídeos curtos: um tip médio de US$ 10 (R$ 57) pode virar renda passiva mensal de R$ 1.000 com 100 fãs fiéis.

Ainda em fase inicial, monitore atualizações — mais moedas podem vir. Para começar, baixe o app e explore sem risco inicial.


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Executivo cartoon conectando moeda JPM Coin a rede digital privada, simbolizando integração do JPMorgan na Canton Network e adoção institucional

JPMorgan leva JPM Coin para Canton Network: Adoção real avança

O maior banco dos EUA, JPMorgan, anunciou que vai emitir seu stablecoin JPM Coin diretamente na Canton Network, uma blockchain projetada para privacidade e transações institucionais em tempo real. Pela Kinexys, unidade de blockchain do banco, a iniciativa com a Digital Asset visa conectar finanças tradicionais a ledgers digitais, permitindo liquidações 24/7. Isso não é especulação: é adoção prática por um gigante que gerencia trilhões, sinalizando confiança no blockchain para movimentar dinheiro real. Anunciado em 7 de janeiro de 2026, o plano rola em fases ao longo do ano.


O que é o JPM Coin e a Canton Network?

O JPM Coin (ou JPMD) é um token de depósito lastreado em dólares americanos mantidos no JPMorgan. Diferente de stablecoins públicas como USDT ou USDC, ele é regulado e usado só por clientes institucionais para pagamentos rápidos em blockchains. Já rodava na Base (layer-2 do Ethereum), mas agora migra nativamente para a Canton, uma rede pública mas privacy-enabled, ou seja, com privacidade para transações confidenciais.

A Canton é gerida pela Canton Foundation, com bancos e infra globais. Ela sincroniza mercados financeiros, permitindo que ativos tokenizados (como títulos) sejam liquidados em tempo real. Recentemente, a DTCC (que processa US$ 3,7 quatrilhões/ano) escolheu a Canton para tokenização, e firmas como Franklin Templeton seguem. O token nativo CC subiu 82% no mês, batendo máxima histórica perto de US$ 0,18. Para o brasileiro comum, pense nisso como um ‘Pix institucional’: rápido, seguro e privado, mas para volumes bilionários.

Por que o JPMorgan aposta nisso agora?

De acordo com o anúncio consolidado, o foco é eficiência: emissão, transferência e resgate de JPM Coin quase instantâneos na Canton. Naveen Mallela, co-head do Kinexys, destaca desbloqueio de liquidez via blockchain. Yuval Rooz, CEO da Digital Asset, chama de ‘dinheiro digital regulado na velocidade dos mercados’. Isso une finanças tradicionais (TradFi) a tech digital, mantendo compliance e privacidade – crucial para bancos que lidam com dados sensíveis.

No Brasil, onde remessas internacionais custam caro (IOF + spreads de 5-7%), isso inspira: se gigantes usam blockchain para pagamentos 24/7 sem intermediários caros, exchanges locais podem baratear envios para família no exterior. Imagine transferir R$ 10 mil para os EUA em minutos, com taxa fixa baixa, sem burocracia do Banco Central. Ainda institucional, mas pavimenta o caminho para adoção ampla.

Impacto prático para o sistema financeiro

Essa integração ocorre em fases durante 2026: primeiro, frameworks técnicos para JPM Coin; depois, conectar produtos como Blockchain Deposit Accounts. Instituições já usam Canton para financiamento de Treasuries 24/7 fora de horário comercial. Para nós, brasileiros, significa mais legitimidade ao crypto: quando JPMorgan (ativos de US$ 4 tri) adota, regulações locais como as da CVM tendem a facilitar. Menos risco de ‘bolha especulativa’, mais ferramenta para economia real.

Exemplo cotidiano: uma empresa brasileira exportadora pode, no futuro, receber pagamentos em stablecoins reguladas como JPMD, convertendo direto em reais via exchanges locais, evitando SWIFT (taxas de US$ 30-50 + dias de espera). Hoje, isso custa equivalente a 2-3 salários mínimos em fees anuais para PMEs. O movimento reforça blockchain como infraestrutura, não aposta.

O que monitorar e próximos passos

Vale ficar de olho nas fases de 2026: sucesso aqui pode atrair mais bancos globais à Canton, acelerando tokenização de ativos reais (RWA). Para o leitor prático, teste stablecoins reguladas em exchanges brasileiras para remessas pequenas – veja taxas vs. Western Union. Não é hora de correr atrás de hype, mas de entender: adoção por gigantes como JPMorgan valida crypto para o dia a dia financeiro, reduzindo custos e riscos em transações reais.

Enquanto isso, o Bitcoin segue volátil: segundo o Cointrader Monitor, consulte as cotações em tempo real. Use info para planejar, não especular.


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Executivo cartoon de terno apresentando stablecoin translúcida com yield 15% glow e títulos públicos internos, simbolizando inovação em renda fixa cripto brasileira

Stablecoin BRD, de ex-diretor do BC, promete 15% ao ano em títulos públicos

Tony Volpon, ex-diretor do Banco Central, lançou a stablecoin BRD, atrelada ao real e lastreada em títulos públicos do Tesouro Nacional. A promessa é compartilhar rendimentos de cerca de 15% ao ano com detentores, aproveitando os juros altos brasileiros. Apresentada no "Cripto na Real" da CNN, a iniciativa mira investidores globais, mas levanta dúvidas sobre segurança e regulação para o usuário comum no Brasil. Isso pode ser uma alternativa prática à poupança ou CDI?


Como funciona a BRD e quem está por trás

Tony Volpon, com mais de 30 anos no mercado financeiro em bancos como UBS e Merrill Lynch, e ex-diretor de Assuntos Internacionais do BC entre 2015 e 2016, lidera o projeto via CF Inovação. A BRD é negociável 24/7 em blockchains de alta liquidez, oferecendo acesso direto aos rendimentos de títulos públicos brasileiros, atualmente na casa dos 15% a.a.. Diferente de stablecoins tradicionais sem yield, parte das reservas em Tesouro Direto gera renda compartilhada com holders.

Para o brasileiro médio, isso significa potencialmente ganhar mais que a poupança (cerca de 6-7% a.a.) ou até CDI (11-12%), sem precisar lidar com corretoras tradicionais cheias de burocracia. Volpon destaca a simplicidade: transfira reais para BRD e receba yield automático, tudo transparente na blockchain. Mas o lastro em dívida soberana amarra o destino ao risco-país.

Impacto prático em tempos de juros altos no Brasil

No Brasil de 2026, com Selic elevada para conter inflação, títulos públicos pagam bem, mas exigem CPF, conta em banco e paciência com resgates. A BRD promete resolver isso: yield em tempo real, acessível via carteiras crypto, ideal para quem quer renda fixa digital sem papelada. Imagine R$ 10 mil rendendo R$ 1.500/ano, equivalente a 3 meses de conta de luz familiar ou 1/4 do salário mínimo anual.

Para remessas internacionais ou poupadores, é uma ponte: estrangeiros acessam nossos juros altos sem IOF ou câmbio demorado, enquanto brasileiros ganham estabilidade com rendimento. Volpon vê potencial para baratear a dívida pública, atraindo capital externo. Prático? Sim, se você já usa crypto para pagamentos ou hedge contra inflação.

Concorrência acirrada e os riscos reais

O mercado de stablecoins em real já tem players: BRZ lidera com US$ 185 milhões em market cap (Transfero), seguida de BBRL (US$ 51 milhões), BRL1, cREAL e BRLV da Crown (US$ 19 milhões, após captação de US$ 13,5 milhões com Paradigm). A B3 planeja entrar até junho. A BRD se destaca pelo yield explícito, mas não é pioneira em conceito.

Riscos? Regulação incerta pelo BC, que regula Drex; liquidez inicial baixa pode travar resgates; e se títulos públicos desvalorizarem com alta de juros? Default soberano é remoto, mas volatilidade crypto soma. Impostos: yield é renda fixa, tributado IR progressivo. Para o vizinho que quer R$ 5 mil seguros, stablecoin ainda soa arriscado vs. Tesouro Selic via app do governo.

O que fazer antes de entrar nessa

Se você busca renda acima da inflação sem volatilidade de Bitcoin, monitore o lançamento da BRD. Verifique audits independentes, reservas publicadas on-chain e exchanges listadas. Compare taxas: BRZ é zero yield, mas consolidada. Teste com pouco (R$ 100-500) se couber no orçamento. Lembre: crypto tem burocracia fiscal (DARF mensal >R$35k). DYOR e priorize liquidez para emergências.


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Dispositivo móvel SKR translúcido liberando onda de partículas douradas com 20%, simbolizando lançamento e airdrop da Solana Mobile

Solana Mobile lança SKR em 21/01 com airdrop de 20%

A Solana Mobile definiu 21 de janeiro como data oficial para o lançamento do token SKR, confirmando um airdrop de 20% do suprimento total para usuários e desenvolvedores elegíveis. O snapshot para distribuição já foi realizado, o que significa que a elegibilidade está travada com base em ações passadas no ecossistema Seeker. Para quem tem o smartphone ou usou dApps da Solana Mobile, isso pode render tokens grátis equivalentes a dezenas ou centenas de reais, dependendo do preço inicial.


O que é o SKR e o ecossistema Solana Mobile

A Solana Mobile é a empresa por trás do Seeker, o segundo smartphone Web3 da Solana, lançado para facilitar o uso de cripto no dia a dia. Diferente de um celular comum, o Seeker tem Seed Vault – uma carteira de hardware segura embutida – e acesso direto à dApp Store da Solana, com centenas de apps descentralizados. O token SKR, com suprimento fixo de 10 bilhões, serve como camada de governança e incentivos. Pense nele como o combustível do ecossistema: usuários stakeiam SKR em Guardians (nós de segurança) para ganhar recompensas e votar em decisões da plataforma.

Para o brasileiro comum, isso importa porque o Seeker resolve dores reais, como taxas altas de remessas ou burocracia em exchanges. Com o SKR, você pode ter uma identidade onchain única (Seeker ID) e apps exclusivos sem intermediários. O lançamento em 21 de janeiro ativa staking e governança, abrindo portas para quem quer usar cripto de forma prática, sem precisar ser trader.

Detalhes do airdrop: quem recebe e quanto

O airdrop reserva 20% do total, ou cerca de 2 bilhões de SKR, para quem já participou do ecossistema. Elegíveis incluem donos de Seeker (especialmente Genesis Token holders), usuários ativos da dApp Store e desenvolvedores de apps aprovados. O snapshot foi tirado recentemente, então se você comprou o celular antes ou usou apps, verifique sua wallet no portal oficial da Solana Mobile (em breve no site solanamobile.com/skr).

No Brasil, o Seeker custa em torno de R$ 3.000 a R$ 4.000 importado, mas quem tem pode ganhar tokens que valham o investimento inicial. Não espere milagres: o preço do SKR no lançamento é incerto, mas com hype da Solana (atual ~R$ 700/SOL), um airdrop médio pode render R$ 50 a R$ 500 por device, dependendo da alocação. Sempre calcule impostos: ganhos acima de R$ 35 mil/mês são tributados em 15-22,5% na Receita Federal.

Como se preparar para o lançamento e maximizar ganhos

Se você é elegível, fique de olho no anúncio oficial pós-21 de janeiro para claim dos tokens – provavelmente via wallet Seed Vault ou Solana compatível (Phantom, etc.). Para novos usuários, compre o Seeker na loja oficial (store.solanamobile.com) e baixe dApps para acumular pontos futuros. Stakeie SKR em Guardians logo no lançamento para recompensas passivas, como rendimento mensal que pode bater 10-20% APY inicial.

Prático: teste exchanges como Binance para negociar SKR após listagem (esperada em grandes plataformas). Envie SOL da sua conta brasileira para a wallet Seeker sem taxas absurdas. Monitore o blog.solanamobile.com para updates. Lembre: volatilidade é real – não invista o que não pode perder, especialmente com dólar alto afetando importações.

Impacto para brasileiros e próximos passos

No Brasil, onde remessas para família custam caro (R$ 20-50 por US$ 100 via banco), o Seeker + SKR facilita pagamentos P2P globais baratos via Solana. Imagine enviar R$ 500 para o exterior por menos de R$ 5. O airdrop é o gancho inicial, mas o real valor está no uso diário. Ação imediata: cheque elegibilidade no site oficial, prepare sua wallet e acompanhe o X @solanamobile. Com urgência média-alta (até 21/01), vale o esforço para quem curte cripto prática.


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Investidor cartoon ergue âncora BTC dourada resistindo ondas de papel-moeda colapsando, simbolizando refúgio em crise do Rial e ETF Bitcoin

Colapso do Rial e Primo Rico: Bitcoin como Refúgio Global

O colapso do rial iraniano em 2025, que perdeu mais de 40% do valor contra o dólar, reacende o debate sobre Bitcoin como alternativa descentralizada em crises monetárias. No Brasil, o influenciador Thiago Nigro, o Primo Rico, aplicou R$ 980 mil em ETF de Bitcoin no dia 24 de dezembro, apostando contra uma crise financeira em 2026. Esses casos mostram por que grandes nomes e populações em apuros correm para a cripto como reserva prática de valor.


Crise no Irã: Quando o Dinheiro Local Some

No Irã, o rial caiu para 1,4 milhão por dólar em dezembro de 2025, erodindo poupanças familiares e inflando preços de itens básicos como pão e combustível. Bancos como o Ayandeh faliram, afetando 42 milhões de clientes, enquanto sanções internacionais bloqueiam acesso a dólares. Nesse caos, o Bitcoin surge nas conversas públicas por ser global e fora do controle estatal.

É como se seu salário em reais perdesse metade do poder de compra da noite para o dia. Famílias iranianas veem anos de economia virarem fumaça, e o BTC entra como opção de exit, algo que não depende de bancos locais ou governos instáveis. Mas nem tudo são flores: volatilidade e acesso à internet limitam o uso em massa.

Paralelos com Venezuela e Argentina: Lições para o Brasil

Casos semelhantes rolam na América Latina. Na Venezuela, hiperinflação levou muitos a usar Bitcoin para remessas familiares, escapando do bolívar. Na Argentina, 20% da população tem cripto para blindar contra o peso em queda livre. Esses exemplos validam a tese: em crises, ativos descentralizados ganham tração.

Para o brasileiro médio, isso soa familiar. Com dólar alto e juros incertos, quem manda dinheiro para o exterior ou guarda para aposentadoria pensa duas vezes. O Bitcoin, negociado 24h em reais nas exchanges locais, vira ferramenta real contra desvalorizações – sem burocracia de câmbio oficial, mas com custos de taxa que valem checar.

Primo Rico Investe R$ 1 Mi: Prática Contra Crise Prevista

Thiago Nigro comprou o ETF HOLD11 na B3 quando o Bitcoin estava em US$ 87 mil (cerca de R$ 430 mil na época), totalizando R$ 980.450. Ele citou impressoras de dinheiro global e sinais de recessão em 2026 como motivos. "Comprar uns bitcoinzinho não dá problema", brincou, reforçando a estratégia de hold de longo prazo.

Prático como sempre, Nigro usou a corretora XP, mas enfrentou travas – comum em aportes grandes. Isso mostra: para nós, ETFs na bolsa facilitam entrada sem wallet própria, mas lembre que não é auto-custódia real. Ideal pra quem quer exposição sem complicação, pagando IR sobre ganhos como qualquer ação.

Cotação Atual e o Que Fazer no Dia a Dia

Hoje, 07 de janeiro de 2026, o Bitcoin vale R$ 495.297 em média nas exchanges brasileiras, com queda de 2,47% nas últimas 24h, segundo o Cointrader Monitor. Equivale a uns 8 salários mínimos – um lembrete de seu potencial como reserva.

Se você tá pensando em blindar sua grana, avalie seu perfil: comece pequeno, compare taxas de exchanges (IOF em remessas é 1,1%), e priorize diversificação. Monitore crises globais, mas foque no básico: guarde em wallet segura e evite pânico em quedas. Cripto não é mágica, mas ferramenta útil pro brasileiro real.


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