Executivos cartoon de Wall Street e cripto apertando mãos sobre pilar com selo IPO, simbolizando funding pré-IPO e maturidade institucional

Anchorage Digital Busca US$ 200-400 Milhões Pré-IPO na Bolsa de Nova York

A Anchorage Digital, sediada em Nova York e afiliada ao primeiro banco de ativos digitais com licença federal nos EUA, busca captar entre US$ 200 milhões e US$ 400 milhões em rodada de financiamento prévia a uma possível oferta pública inicial (IPO) na Bolsa de Nova York. A notícia, reportada pela Bloomberg em 16 de janeiro de 2026, sinaliza a maturidade do setor cripto, migrando de iniciativas isoladas para estruturas bancárias tradicionais reguladas.


O Que é um Banco Cripto com Carta Federal?

A Anchorage se destaca por possuir uma afiliação com o primeiro banco de ativos digitais charteado federalmente nos Estados Unidos. Essa licença, emitida pelo OCC (Office of the Comptroller of the Currency), concede status equivalente a bancos tradicionais, com supervisão rigorosa e proteções para custodiantes. Diferente de custodiantes não bancários, isso permite à Anchorage oferecer serviços de custódia segura de criptoativos e emissão de stablecoins sob a GENIUS Act.

Para investidores brasileiros, isso representa um selo máximo de segurança: ativos protegidos por padrões bancários federais, com segregação de fundos e auditorias constantes. A empresa já emitiu stablecoins em parceria com a Tether, como o USAT, ampliando sua oferta para instituições que demandam compliance total. Essa estrutura reduz riscos de falhas operacionais comuns em plataformas não reguladas.

Detalhes da Captação e Histórico de Crescimento

A rodada atual visa fortalecer o balanço patrimonial antes do IPO, potencialmente valorizando a empresa acima dos US$ 3 bilhões de sua última avaliação. Em 2021, a Anchorage captou US$ 350 milhões liderados pela KKR, e 2025 foi marcado por aquisições, como o braço de wealth da Securitize, e novas linhas de negócio em tokenização.

Segundo relatos recentes, o funding servirá para expandir equipes de stablecoins e parcerias institucionais, preparando o terreno para listagem pública em 2026 ou 2027. A companhia declinou comentar, mas fontes indicam que condições de mercado e aprovações regulatórias definirão o cronograma exato.

Implicações para o Mercado Cripto e Investidores Brasileiros

Esse movimento reforça a transição do criptomercado para Wall Street. Com players como Anchorage adotando modelos bancários regulados, grandes investidores institucionais ganham confiança para alocar em criptoativos. Para o brasileiro, isso significa mais opções seguras via custodiantes globais compatíveis com exchanges locais.

A maturidade institucional reduz volatilidade associada a riscos regulatórios, facilitando adoção por fundos de pensão e family offices. Monitore o sucesso dessa captação: um IPO bem-sucedido pode atrair bilhões em inflows para o ecossistema cripto, beneficiando holders de longo prazo.

Próximos Passos e O Que Monitorar

Investidores devem acompanhar atualizações sobre valuation final, investidores na rodada e timeline do IPO. Com o mercado cripto em alta — Bitcoin acima de US$ 95 mil —, essa jogada posiciona a Anchorage como pioneira na fusão de finanças tradicionais e digitais. Fique atento a anúncios oficiais para oportunidades de exposição indireta via ações públicas.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Governador cartoon assinando lei com Bitcoin '10%' emergindo, simbolizando adoção estatal de West Virginia

West Virginia Quer 10% do Tesouro em Bitcoin: Lei Histórica

West Virginia está na vanguarda da adoção do Bitcoin com o projeto de lei SB143, introduzido pelo senador Chris Rose nesta semana. A proposta, conhecida como Inflation Protection Act de 2026, autoriza o Board of Treasury Investment a alocar até 10% dos fundos públicos em ativos como ouro, prata, platina e Bitcoin, qualificado por sua capitalização de mercado superior a US$ 750 bilhões. Essa medida posiciona o BTC como ferramenta oficial de proteção contra inflação, marcando um passo histórico na transformação do ativo em política de estado. (Bitcoinist)


Detalhes do Projeto SB143

O SB143 permite investimentos em Bitcoin sem mencioná-lo explicitamente em todo o texto, mas qualificando ativos digitais com market cap médio anual acima de US$ 750 bilhões — critério atendido apenas pelo BTC. Stablecoins reguladas pelo governo federal ou estadual também são permitidas, mas o foco é hedge contra depreciação monetária. Os investimentos devem ocorrer via custodians qualificados, ETFs ou estruturas seguras, garantindo compliance e proteção dos recursos públicos.

Para o cidadão comum de West Virginia, isso significa que parte do tesouro estadual pode se beneficiar da valorização do Bitcoin, historicamente superior à inflação. Imagine seu imposto contribuindo para uma reserva que resiste à erosão do dólar — uma estratégia prática para estabilidade financeira regional em tempos de incerteza econômica.

A Corrida dos Estados Americanos pelo Bitcoin

West Virginia não está sozinho nessa iniciativa. O estado se junta a uma tendência crescente, como visto em propostas semelhantes em Tennessee, que planeja reserva estratégica de até 10% em BTC. Essa ‘corrida dos estados’ reflete a maturidade do Bitcoin, passando de especulação corporativa para alocação soberana. Diferente de empresas como MicroStrategy, aqui é o governo protegendo o patrimônio público contra políticas monetárias frouxas do Fed.

Praticamente, isso incentiva adoção local: mais literacy em BTC, comunidades engajadas e potencial para políticas fiscais inovadoras. Para brasileiros acompanhando, é um sinal de que nações menores podem liderar a revolução financeira descentralizada.

Benefícios Práticos contra Inflação

Por que isso empolga? O Bitcoin atua como ‘ouro digital’, com suprimento fixo de 21 milhões de unidades, imune à impressão ilimitada de moedas fiat. Em West Virginia, onde a economia enfrenta desafios, alocar 10% em BTC oferece proteção real: nos últimos anos, o ativo superou ouro e ações em retornos ajustados à inflação. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está em R$ 513.759 (variação +0,24% em 24h), reforçando seu apelo como reserva de valor.

Para famílias e aposentados, significa tesouros estaduais mais resilientes, potencialmente reduzindo pressão tributária futura. É uma jogada cotidiana: diversificar o orçamento público como faria um investidor responsável.

Perspectivas e Próximos Passos

Analistas preveem BTC em US$ 150 mil em 2026, com fundos de pensão com viés de alta. West Virginia monitorará inflows de ETFs e regulação federal, como o Blockchain Regulatory Certainty Act. Cidadãos devem acompanhar o progresso do SB143 no site da legislatura estadual. Essa lei pode inspirar outros estados e até nações, acelerando a adoção global. Fique de olho: o Bitcoin está se tornando mainstream público.


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Banqueiro cartoon e investidor cripto apertando mãos sobre hipoteca com BTC e portal SWIFT, simbolizando adoção de cripto em finanças reais

Cripto no Mundo Real: Newrez Aceita BTC em Hipotecas e Binance Libera SWIFT

Imagine usar seu Bitcoin como garantia para comprar a casa dos sonhos sem precisar vendê-lo. O banco americano Newrez agora aceita criptomoedas como BTC, ETH, ETFs e stablecoins em aprovações de hipotecas, sem liquidação. Ao mesmo tempo, a Binance facilita saques de USD via SWIFT, integrando cripto ao sistema bancário tradicional. Mudanças práticas que tornam o cripto útil no mundo real, especialmente para jovens investidores.


Como Funciona a Hipoteca com Bitcoin no Newrez

O Newrez, um dos maiores credores hipotecários dos EUA, implementará a política em fevereiro para produtos não-agência, incluindo compra de imóveis, refinanciamento e propriedades de investimento. Você pode manter seus ativos cripto intactos enquanto usa o valor deles para qualificar o empréstimo.

Ativos aceitos incluem Bitcoin (BTC), Ether (ETH), ETFs spot desses ativos e stablecoins lastreadas em dólar americano. Eles devem estar custodiados em exchanges reguladas nos EUA, corretoras ou bancos nacionais. As valuações serão ajustadas para refletir a volatilidade do mercado, e pagamentos de parcelas e custos de fechamento continuam em dólares.

Segundo Leslie Gillin, chefe comercial do Newrez, cerca de 45% dos investidores da Geração Z e Millennials possuem cripto. Essa iniciativa amplia o acesso à casa própria para esse público, evitando vendas forçadas em momentos ruins de mercado.

Contexto Regulatório e Impacto para Holders

A decisão do Newrez alinha-se a discussões regulatórias nos EUA. Em junho de 2025, a FHFA orientou Fannie Mae e Freddie Mac a avaliarem criptoativos em análises de risco de hipotecas sem conversão para USD. A senadora Cynthia Lummis propôs o 21st Century Mortgage Act, que codificaria essa abordagem, facilitando homeownership para jovens com portfólios digitais.

Para holders de cripto, isso significa preservar ganhos de capital a longo prazo, evitando impostos sobre vendas. Já existe mercado para financiamentos lastreados em BTC ou ETH, como visto em plataformas como Ledn. No Brasil, onde o Bitcoin vale cerca de R$ 513.887 segundo o Cointrader Monitor (cotação de hoje), isso inspira adoção local.

Esses passos mostram cripto migrando do especulativo para o prático, como reserva de valor real.

Saques USD via SWIFT na Binance: Passos Práticos

A Binance lançou suporte para saques diretos de USD via transferência bancária SWIFT, processada pela BPay, sua subsidiária no Bahrein com licença PSP desde abril de 2025. O tempo de processamento varia de 0 a 5 dias úteis, facilitando conversões fiat sem intermediários.

Isso vem com parceria do Bahrain Kuwait Bank (BBK), primeiro banco do GCC no programa Binance Connect, usando “Crypto as a Service” para integrar serviços cripto à banca tradicional. Para usuários brasileiros, significa mais opções para fiat off-ramp, especialmente úteis em trades ou arbitragem.

Como usar: Acesse sua conta Binance, selecione saque USD, escolha SWIFT via BPay e informe dados bancários. Verifique taxas e limites na plataforma. Essa integração reduz riscos de terceiros e melhora liquidez.

O Que Isso Muda no Seu Dia a Dia com Cripto

Essas novidades posicionam cripto como ferramenta financeira cotidiana. No Newrez, holders evitam liquidar BTC em baixas; na Binance, saques rápidos via SWIFT otimizam fluxos de caixa. Para brasileiros, monitore exchanges locais por tendências similares e use plataformas globais com cuidado regulatório.

Vale testar: Se você tem BTC, avalie custodiar em exchanges qualificadas para futuras hipotecas internacionais. Na Binance, experimente o novo saque para eficiência. O ecossistema cripto avança para o mainstream bancário.


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Âncora Bitcoin dourada conectando casal cartoon com casa nos EUA e jovem com cartão na Argentina, simbolizando uso como garantia financeira

Bitcoin como Garantia: Hipotecas nos EUA e Cartão na Argentina

Imagine usar seu Bitcoin como garantia para comprar a casa dos sonhos nos EUA ou pagar contas na Argentina, sem precisar vender um satoshi sequer. A Newrez, um dos maiores credores hipotecários americanos, anunciou que a partir de fevereiro de 2026 aceitará BTC, Ethereum e stablecoins para qualificação de financiamentos. Já na Argentina, a Lemon lançou o primeiro cartão Visa de crédito backed por Bitcoin. Essas inovações tornam a crypto uma ferramenta prática para o mercado imobiliário e crédito cotidiano.


Newrez Aceita Crypto para Hipotecas

A Newrez, posicionada entre os top 25 credores dos EUA, permite que compradores de imóveis usem holdings de Bitcoin, Ethereum, ETFs spot de BTC/ETH e stablecoins lastreados em USD na verificação de renda e ativos. O processo começa em fevereiro de 2026 e elimina a necessidade de liquidação prévia dos ativos.

Para qualificar, os criptoativos devem estar em exchanges, corretoras ou bancos regulados nos EUA. Uma avaliação ajustada pela volatilidade será aplicada, mas todos os pagamentos de parcelas e fechamento continuam em dólares americanos. Baron Silverstein, presidente da Newrez, destaca que com o mercado crypto acima de US$ 3 trilhões e 45% dos millennials e Gen Z investindo em crypto, é hora de adaptar os produtos hipotecários à nova geração de riqueza.

Leslie Gillin, Chief Commercial Officer, reforça: “Estamos criando caminhos flexíveis para a casa própria, preservando investimentos enquanto acessamos financiamento inovador.” Isso significa que holders de crypto podem manter sua exposição ao mercado enquanto realizam o sonho da casa própria.

Lemon Inova com Cartão Bitcoin na Argentina

Na Argentina, onde a inflação ainda pressiona o peso apesar de quedas recentes para 31,5% ao ano, a Lemon — segunda maior exchange local com 5,5 milhões de usuários — lançou o primeiro cartão de crédito Visa backed por Bitcoin. Anunciado nos dias 14-15 de janeiro de 2026, o produto permite depositar apenas 0,01 BTC para acessar até 1 milhão de ARS (cerca de US$ 700) em crédito para gastos diários.

O BTC fica bloqueado como colateral até o pagamento da fatura, sem exigência de histórico de crédito. Marcelo Cavazzoli, CEO da Lemon, chama o Bitcoin de “melhor reserva de valor da história da humanidade”. Dados da plataforma mostram BTC representando 34,54% das reservas dos usuários, superando stablecoins e o próprio peso, refletindo a preferência por hedge contra a desvalorização local.

Essa solução é ideal para o contexto argentino, marcado por hiperinflação passada (acima de 200% em 2023-2024) e eventos como o “corralito” de 2001, que fomentaram desconfiança no sistema bancário tradicional.

Comparação e Vantagens Práticas

Ambas as iniciativas compartilham o princípio: usar crypto como garantia sem venda, preservando o potencial de valorização. A Newrez foca no alto valor — hipotecas milionárias —, enquanto a Lemon atende necessidades cotidianas como aluguel ou supermercado, com limite inicial modesto mas escalável.

Para argentinos, a facilidade é imediata: sem burocracia de crédito e proteção contra inflação. Nos EUA, beneficia holders que evitam impostos sobre ganhos de capital ao não vender. No Brasil, onde a adoção crypto cresce, isso sinaliza tendências globais: crypto saindo do especulativo para o utilitário real.

Vale monitorar expansões, como aceitação em mais países ou ativos adicionais. Usuários devem verificar requisitos regulatórios locais e riscos de volatilidade.

Passos Práticos para Aproveitar

  1. Verifique se sua exchange é regulada (EUA para Newrez; Lemon para argentinos).
  2. Calcule o colateral necessário com ajuste de volatilidade.
  3. Planeje pagamentos em fiat para evitar liquidações forçadas.
  4. Considere diversificação: stablecoins reduzem risco em garantias.

Essas ferramentas democratizam o acesso a crédito, transformando Bitcoin em ativo produtivo no dia a dia.


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Executivos cartoon de broker e RH convertendo stablecoin USDC em dólares instantâneos sobre globo destacando Brasil, simbolizando adoção para pagamentos globais

Finanças Híbridas: Brokers e RH Adotam Stablecoins para Pagamentos

Cripto vira dólar em minutos: a Interactive Brokers e a Gusto estão revolucionando pagamentos com stablecoins. Parceria com a Zerohash permite depositar USDC 24/7, convertendo automaticamente para USD sem esperas bancárias ou câmbio burocrático. Ideal para investidores globais e empresas com equipes internacionais, essa ponte facilita operações no mercado tradicional.


Interactive Brokers: Financiamento Instantâneo de Contas

A corretora eletrônica Interactive Brokers anunciou suporte a depósitos em USDC nas blockchains Ethereum, Solana e Base. Ao receber o stablecoin, o sistema converte tudo em dólares americanos e credita na conta do cliente imediatamente.

Isso resolve um problema clássico: transferências fiat internacionais demoram dias e custam caro. Agora, você envia USDC a qualquer hora e começa a operar ações, opções ou cripto em minutos. O CEO Milan Galik destacou que stablecoins oferecem “velocidade e flexibilidade” para mercados globais. Breve suporte a RLUSD e PYUSD amplia as opções.

Para o investidor brasileiro, significa acessar mercados americanos sem conversão manual no banco, evitando taxas e atrasos. Prático para quem gerencia portfólios diversificados.

Gusto: Pagamentos Globais para Freelancers e Equipes

A plataforma de RH e folha de pagamento Gusto, que atende mais de 400 mil pequenas empresas nos EUA, iniciou piloto com stablecoins via Zerohash. Contratados internacionais recebem em USDC com liquidação em minutos, não dias.

11% das pequenas empresas americanas empregam trabalhadores globais em 2025. Pagamentos cross-border tradicionais geram fricção: atrasos de 3-7 dias impactam fluxo de caixa. Com stablecoins, empregadores pagam via wallets custodiais ou self-custodial, com rastreabilidade onchain.

Para brasileiros freelancers em projetos remotos, isso é ouro: recebe em USDC, converte ou usa diretamente, sem intermediários caros. Zerohash garante conformidade regulatória em múltiplas jurisdições.

Vantagens Práticas do Financiamento 24/7 com USDC

Imagine acordar com uma oportunidade no pré-market e financiar sua conta às 3h da manhã. Com USDC, não há “aguarde o banco abrir”. Custos menores, sem horários comerciais, e acesso global sem barreiras cambiais.

Para empresas, folha de pagamento internacional vira rotina simples. Small businesses economizam tempo e dinheiro, focando no crescimento. Investidores retail ganham agilidade para capturar movimentos de mercado.

O mercado de stablecoins superou US$ 310 bilhões, impulsionado por USDT e USDC. Essa adoção por gigantes tradicionais sinaliza maturidade para uso cotidiano.

Zerohash: A Ponte Tecnológica Essencial

A Zerohash é o elo: infraestrutura regulada que processa stablecoins para finanças legadas. Tanto Interactive Brokers quanto Gusto usam sua tecnologia para conversões seguras e rápidas.

CEO Edward Woodford afirma que rails tradicionais não acompanham a força de trabalho digital. Essa integração híbrida — cripto para liquidez, fiat para operações — facilita a vida real: menos burocracia, mais eficiência.

Monitore essas plataformas: o futuro dos pagamentos globais está aqui, acessível e prático para todos.


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Personagens cartoon broker e cripto apertando mãos sobre ponte de stablecoins USDC e RLUSD, simbolizando depósitos 24/7 e integração entre ações e cripto

Interactive Brokers Aceita USDC 24/7 e Planeja RLUSD

Sua conta na Interactive Brokers agora aceita depósitos em USDC 24/7, inclusive fins de semana e feriados. Os fundos são convertidos automaticamente para dólares americanos e creditados na conta de corretagem em minutos, via parceria com a ZeroHash. A corretora também planeja adicionar suporte à stablecoin RLUSD da Ripple na próxima semana, ampliando as opções de liquidez para investidores.


Como Funciona o Depósito USDC 24/7

Clientes elegíveis da Interactive Brokers podem enviar USDC diretamente de suas carteiras cripto para uma wallet segura fornecida pela ZeroHash. O processo é simples e disponível a qualquer hora: basta transferir a stablecoin pelas redes Ethereum, Solana ou Base, conforme detalhado pela Cointelegraph. Uma vez recebido, o USDC é convertido para USD e creditado na conta, permitindo acesso imediato a negociações em ações, opções e outros mercados globais.

Essa funcionalidade elimina a dependência de horários bancários ou transferências wire tradicionais, que podem demorar dias e custar caro em taxas internacionais. Para o investidor brasileiro, isso significa poder financiar a conta durante a madrugada, quando o mercado cripto está ativo, e começar a operar ações americanas logo em seguida. A CEO Milan Galik destacou que isso traz “velocidade e flexibilidade” essenciais para mercados dinâmicos.

Conversão Automática e Custos Envolvidos

A conversão de USDC para USD é automática e ocorre em minutos, sem taxas cobradas pela Interactive Brokers pelos depósitos em stablecoin. No entanto, a ZeroHash aplica uma taxa de 0,30% sobre o valor depositado, com mínimo de US$ 1. Os usuários ainda arcam com as taxas de rede blockchain, que variam conforme a congestão.

Comparado a wires internacionais, que podem custar dezenas de dólares e levar 2-5 dias úteis, essa opção é muito mais eficiente. O mercado de USDC, com capitalização de US$ 75,68 bilhões, garante liquidez robusta. Após o anúncio, as ações da Interactive Brokers subiram mais de 3%, atingindo máxima histórica de US$ 75, sinalizando confiança do mercado.

Expansão para RLUSD da Ripple e PYUSD

A Interactive Brokers não para no USDC. Na próxima semana, entrará em operação o suporte ao RLUSD da Ripple e ao PYUSD do PayPal. Essa expansão diversifica as opções de stablecoins, permitindo que investidores escolham a rede mais barata ou conveniente para transferências.

O RLUSD, emitido pela Ripple, opera principalmente na XRP Ledger e Ethereum, oferecendo transações rápidas e de baixo custo. Junto ao PYUSD, isso reforça a ponte entre ecossistemas cripto tradicionais e plataformas de pagamento como PayPal. Para traders, significa mais rotas de liquidez sem intermediários bancários.

Impacto Prático para Investidores Brasileiros

Essa integração é um ganho real de tempo e eficiência para quem opera entre cripto e ações. Imagine: você vende Bitcoin na Binance durante um pico noturno, converte para USDC e deposita na IB para comprar ações da Apple na abertura americana. Tudo em menos de uma hora, sem esperar fins de semana ou feriados.

Para brasileiros, evita as dores de cabeça com remessas ao exterior via bancos, que envolvem IOF, spreads altos e burocracia. A Interactive Brokers, listada na Nasdaq, já oferece cripto desde 2021 (BTC, ETH, SOL, XRP), e agora stablecoins aceleram a ponte. Monitore sua conta para ativar a opção – disponível para clientes elegíveis. Isso democratiza o acesso a mercados globais 24/7.


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Personagem cartoon da Caixa abraçando rede blockchain com Drex central, simbolizando investimento em lab para Real Digital e benefícios rápidos

Caixa e Drex: O Banco Popular Abraça Blockchain

Caixa e Drex: O Banco Mais Popular do Brasil Abraça a Blockchain. A Caixa Econômica Federal investiu R$ 1,37 milhão em um laboratório de blockchain, com foco na integração ao Drex, moeda digital do Banco Central. Assinado em abril de 2025 com a GoLedger e revelado agora, o contrato visa modernizar serviços para milhões de correntistas, trazendo transparência em benefícios como Bolsa Família e FGTS, além de agilidade em transações cotidianas. Isso pode significar pagamentos instantâneos sem filas ou atrasos.


Detalhes do Contrato e Laboratório

O acordo, no valor exato de R$ 1.365.600, foi fechado para montar o laboratório até abril de 2026. A GoLedger, empresa de Brasília especializada em blockchain, cuidará de treinamentos para funcionários da Caixa, desenvolvimento de protótipos (MVPs) e parcerias com o ecossistema de inovação. O foco prático é testar soluções reais para o dia a dia bancário.

Entre os ganhos esperados, destacam-se a redução de custos operacionais, maior segurança em processos e otimização de fluxos, como o pagamento de salários e benefícios sociais. Para quem depende da Caixa, isso pode traduzir em apps mais eficientes e menos burocracia, especialmente em regiões remotas sem agências físicas. O contrato ficou ‘escondido’ por nove meses, mas sua divulgação reforça o compromisso estatal com a tecnologia.

O Que é o Drex e Como a Caixa se Integra

O Drex (Digital Real eXchange) é a CBDC brasileira, uma versão 100% digital do Real emitida pelo Banco Central. Diferente de criptomoedas voláteis como Bitcoin, o Drex garante estabilidade e é controlado pelo governo. O piloto do Drex está em testes desde 2023, com foco em tokenização de ativos e pagamentos programáveis.

O laboratório usará tecnologias acessíveis: Hyperledger Besu 23.10.1 para a rede principal, linguagem Go para interações e smart contracts em Solidity compatível com EVM. Na prática, isso permite que a Caixa experimente transações instantâneas com Drex, integrando-o a serviços como saques de loterias ou transferências. Para o correntista comum, imagine verificar seu saldo de benefícios em tempo real, com total transparência e sem intermediários desnecessários.

Benefícios Práticos para o Correntista da Caixa

Se você é correntista da Caixa – e são mais de 60 milhões de brasileiros –, esse investimento traz vantagens diretas. Primeiro, transparência total: cada transação registrada em blockchain imutável evita fraudes e erros em pagamentos de FGTS, seguro-desemprego ou Bolsa Família. Segundo, agilidade: transações em segundos, sem depender de horários bancários ou filas nas lotéricas.

Além disso, custos menores para o banco podem se refletir em tarifas reduzidas ou contas gratuitas. Para quem vive no interior, o Drex facilita acesso financeiro via celular, promovendo inclusão. É a modernização do Estado chegando ao seu bolso, com blockchains eficientes que consomem menos energia que sistemas antigos.

Contexto de Mercado e Próximos Passos

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 513.529,85 (-1,82% em 24h), mostrando maturidade do ecossistema blockchain além da especulação. Iniciativas como essa da Caixa sinalizam que o Drex avança para o cotidiano, alinhado à estratégia do BC para 2026-2029.

Vale monitorar atualizações da Caixa e do BC sobre os protótipos. Essa é uma oportunidade prática para o brasileiro comum se beneficiar da revolução digital, com serviços mais rápidos e seguros. Fique atento aos apps da Caixa para novidades em Drex.


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Personagens cartoon da Lemon entregando cartão de crédito respaldado por pilha de Bitcoin intacta, simbolizando nova liquidez na Argentina

Lemon Lança Cartão de Crédito Respaldado em Bitcoin na Argentina

A exchange argentina Lemon anunciou o lançamento do primeiro cartão de crédito Visa respaldado em Bitcoin no país. Usuários depositam apenas 0,01 BTC para acessar um limite de 1 milhão de pesos argentinos (cerca de US$ 700 ou R$ 3.800). Sem necessidade de vender o BTC, a solução oferece liquidez imediata para gastos cotidianos, evitando impostos sobre ganhos de capital e preservando o potencial de valorização do ativo. Ideal para quem acumula satoshis como reserva.


Como Funciona o Cartão Bitcoin-Backed

A mecânica é simples e prática: você transfere 0,01 BTC da sua carteira para a Lemon como colateral. Em troca, ganha um cartão Visa com limite inicial de 1 milhão de ARS. Os gastos são debitados em pesos, mas o BTC fica bloqueado como garantia, rendendo em uma sidechain como a Rootstock.

Nos primeiros três meses, não há taxa de manutenção – subsidiada pela Rootstock. Depois, cobra-se uma taxa fixa de US$ 5 mensais. Na fase 2, prevista para breve, será possível ajustar o colateral e o limite de gastos conforme sua necessidade, tornando o produto mais flexível para o dia a dia.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 513.063 hoje, o que significa que 0,01 BTC vale cerca de R$ 5.130 – um colateral conservador que cobre o limite em dólares.

Vantagens Práticas para o Usuário Cotidiano

O maior ganho é a liquidez sem venda. Em vez de liquidar BTC e pagar impostos sobre lucros (no Brasil, até 22,5% IR), você usa o ativo como garantia e gasta em reais ou pesos. Isso preserva sua posição longa no Bitcoin, beneficiando-se de eventuais altas de preço enquanto usa o dinheiro para contas, compras ou investimentos.

Na Argentina, onde o peso desvaloriza rapidamente, o BTC é o ativo mais usado para poupança, superando stablecoins. A Lemon, com 5 milhões de usuários, resolve um problema real: acessar crédito sem histórico bancário tradicional. Para brasileiros, é uma lição – imagine pagar supermercado ou combustível com cartão garantido em sats, sem vender nada.

Marcelo Cavazzoli, CEO da Lemon, destaca: “Bitcoin é a melhor reserva de valor da história”. Essa abordagem transforma cripto em ferramenta financeira prática, não especulativa.

Funcionaria no Brasil? Desafios e Oportunidades

No Brasil, com economia instável similar à argentina, um produto assim faria sentido. Plataformas como Mercado Bitcoin ou Binance já oferecem empréstimos colateralizados em cripto, mas um cartão Visa físico seria inovador. Questões regulatórias surgem: o Banco Central autorizaria emissores de cartão a aceitarem BTC como colateral? A CVM veria como security?

Concorrentes como Nubank e Iti dominam cartões de crédito, mas nenhum integra cripto nativamente. Com a Lei das Criptos em vigor, há espaço para inovação. Se uma exchange brasileira lançasse isso, poderia atrair holders de BTC que querem HODL mas precisam de liquidez para o cotidiano, como reformar a casa ou viajar.

Vale monitorar: se der certo na Argentina, exchanges daqui podem copiar o modelo, democratizando o uso de Bitcoin além do trading.

Próximos Passos para Testar no Brasil

Enquanto isso não chega, opções semelhantes existem: empréstimos P2P em DeFi (como Aave) ou plataformas CeFi com colateral em BTC. Para gastos reais, cartões como o da Binance ou Crypto.com convertem cripto em fiat na hora da compra, mas exigem venda parcial.

A lição da Lemon é clara: cripto pode financiar a vida real sem sacrificar o futuro. Fique de olho em novidades locais – o Brasil, com alta adoção de stablecoins, está pronto para isso.


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Personagem cartoon passando cartão Visa conectado por corrente dourada a pilha de BTC intacta, simbolizando crédito com colateral cripto na Argentina

Lemon Lança Cartão Visa com BTC na Argentina: Lição para Brasil?

A exchange argentina Lemon lançou o primeiro cartão de crédito Visa lastreado em Bitcoin do país, permitindo que usuários bloqueiem 0,01 BTC (cerca de US$ 960 ou R$ 5.140) como garantia para um limite inicial de 1 milhão de pesos argentinos. Sem precisar vender seus satoshis, é possível acessar crédito em moeda local para gastos cotidianos. Essa inovação prática pode inspirar o mercado brasileiro, onde holders buscam formas de usar cripto no dia a dia sem liquidar posições.


Como Funciona o Cartão da Lemon

O produto da Lemon transforma Bitcoin em ferramenta de crédito rotativo. Ao bloquear 0,01 BTC na plataforma, o usuário ganha limite de 1 milhão de pesos para compras com o cartão Visa. O BTC fica imobilizado como garantia, mas não é vendido ou convertido em fiat imediatamente. Isso evita tributação sobre ganhos de capital e mantém o ativo como reserva de valor.

A exchange planeja expandir: usuários poderão ajustar o colateral e limite ao longo do tempo. Futuramente, será possível liquidar compras em dólares diretamente com stablecoins como USDC ou USDT. Ideal para quem quer gastar sem comprometer holdings de longo prazo, especialmente em economias voláteis como a Argentina.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 514.370 no Brasil, com variação de -1,69% nas últimas 24 horas. Isso torna o colateral acessível para quem acumulou sats ao longo dos anos.

Contexto Argentino: Dólares no Colchão e Crises Bancárias

Argentina tem histórico de desconfiança no sistema financeiro. O “corralito” de 2001 congelou depósitos e destruiu poupanças, empurrando famílias para guardar US$ 271 bilhões em dólares “no colchão” ou contas offshore, segundo dados do FMI. Mesmo com a anistia fiscal de Javier Milei, que trouxe US$ 20 bilhões declarados, o hábito persiste.

Com inflação ainda na casa dos 30% anuais, apesar de Milei ter reduzido de níveis de três dígitos, o cartão da Lemon atende quem prefere BTC a pesos. É uma ponte entre cripto e gastos diários, sem expor ao risco bancário tradicional ou desvalorização fiat.

Lições Práticas para o Brasil

No Brasil, exchanges como Mercado Bitcoin e Binance já oferecem empréstimos colateralizados em cripto, mas um cartão Visa lastreado em BTC seria um passo adiante para adoção cotidiana. Imagine bloquear sats para limite em reais, pagando no supermercado ou por combustível sem vender Bitcoin em momento ruim.

Para o leitor prático: monitore seu portfólio. Se você tem BTC acumulado, produtos assim evitam FOMO em picos de preço. No longo prazo, com regulação avançando via CVM e BC, algo similar pode chegar. Fluxos cripto na Latam cresceram 9x em três anos, atingindo US$ 27 bilhões em 2024 – o Brasil representa fatia crescente.

Crypto como Colateral: Tendência Global

Mundialmente, crédito colateralizado em cripto é comum nos EUA e Europa, com plataformas como Nexo emitindo cartões. A diferença da Lemon é o foco em peso argentino e ambiente dollarizado. Para brasileiros, é sinal de maturidade: use BTC para alavancar vida real, mantendo upside do ativo.

Vale acompanhar atualizações da Lemon e concorrentes regionais. Quem sabe o próximo lançamento não é por aqui, facilitando o uso prático de cripto sem abrir mão dos ganhos potenciais.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Smartphone Seeker expelindo enxame de tokens SKR dourados luminosos, simbolizando airdrop bilionário e Phone-to-Earn da Solana Mobile

Airdrop Solana: 2 Bilhões de Tokens SKR para Donos do Seeker

A Solana Mobile confirmou o airdrop de cerca de 2 bilhões de tokens SKR para usuários do telefone Seeker, após o fim da Season 1. Mais de 100 mil donos receberão 1,82 bilhão de SKR, enquanto 188 desenvolvedores ganham 141 milhões. A distribuição inicia em 21 de janeiro de 2026, recompensando engajamento no ecossistema. Se você tem um Seeker, isso pode valorizar seu investimento em hardware cripto!


Detalhes da Distribuição de Tokens

O airdrop totaliza 1,819,755,000 SKR para usuários e 141,030,000 SKR para desenvolvedores, somando quase 2 bilhões de tokens. As recompensas seguem um sistema de cinco tiers baseado em engajamento com o Seeker, a Solana dApp Store e atividades on-chain durante a Season 1.

Os tiers vão de Scout (mínimo de 5.000 SKR) até Sovereign (máximo de 750.000 SKR). Um rastreador de alocação já está disponível no Seed Vault Wallet, permitindo que você verifique quanto receberá diretamente no app. Isso torna o processo prático e transparente para todos os elegíveis.

O Que é Phone-to-Earn no Ecossistema SKR

O conceito de Phone-to-Earn é o grande atrativo aqui: ao usar seu Seeker para interagir com dApps da Solana, você ganha tokens SKR como recompensa. Diferente de play-to-earn genérico, é focado em utilidade cotidiana – baixar apps, verificar dispositivos via Guardians e participar de governança.

SKR é o token nativo do Seeker, segunda geração de smartphones cripto da Solana Mobile. Ele serve para staking, features exclusivas e votação em políticas da plataforma. Com 30% do supply total de 10 bilhões reservado para airdrops comunitários, isso incentiva adoção real do hardware.

Staking e Próximos Passos Práticos

A partir de 21 de janeiro, você poderá stakear SKR diretamente no Seed Vault Wallet ou via web no SKR Staking. Delegue para Guardians – responsáveis por curadoria de apps e regras comunitárias – e ganhe mais rewards. É uma forma simples de fazer seu hardware trabalhar por você diariamente.

Para checar elegibilidade:

  1. Abra o Seed Vault no seu Seeker;
  2. Acesse o rastreador de alocação;
  3. Veja seu tier e quantidade.

Não perca o prazo – tokens serão distribuídos automaticamente para wallets qualificadas.

Seeker vs Saga: Por Que Isso Importa Agora

O Seeker, lançado com preço acessível de US$ 500 e envios para mais de 50 países desde agosto de 2025, superou o Saga com mais de 150 mil pre-orders. Esse airdrop reforça o valor do device, transformando-o em um ativo gerador de renda passiva no ecossistema Solana.

Para brasileiros com Seeker, é hora de ativar engajamento: baixe dApps, stake e monitore. O Phone-to-Earn pode ser o diferencial para quem quer utilidade real em cripto hardware.


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Personagens cartoon de banqueiro tradicional e trader cripto apertando mãos sobre ponte com USDC, simbolizando depósitos instantâneos 24/7

Interactive Brokers Aceita USDC 24/7: Revolução nos Depósitos

A Interactive Brokers, gigante do trading tradicional, anunciou suporte a depósitos via USDC 24 horas por dia, 7 dias por semana, incluindo fins de semana. Clientes elegíveis nos EUA podem transferir da wallet para a corretora em minutos pelas redes Ethereum, Solana e Base. A stablecoin é convertida automaticamente em dólares e creditada na conta, resolvendo atrasos de wires internacionais. RLUSD e PYUSD chegam na próxima semana.


Como Funciona o Depósito com USDC

O processo é direto e projetado para eficiência. No portal do cliente, acesse Transfer & Pay, selecione Deposit Funds e escolha Fund with Stablecoin. A parceira Zerohash gera um endereço único de wallet por rede blockchain: Ethereum (ETH), Solana (SOL) ou Base. Envie o USDC da sua wallet pessoal — escaneie o QR code ou copie o endereço — e os fundos chegam em minutos, mesmo fora do horário bancário.

A conversão automática para USD elimina riscos de custódia de cripto na corretora. A Interactive Brokers não cobra taxas de depósito, mas o cliente arca com as taxas de rede blockchain (geralmente baixas em Solana ou Base). Zerohash aplica 0,3% de taxa de conversão, com mínimo de US$ 1. Isso permite trading imediato em 170 mercados globais, de ações a opções.

Para brasileiros, isso significa mover dólares digitais de exchanges como Binance para a IBKR sem conversões desnecessárias de BRL-USD, otimizando fluxos internacionais.

Taxas: USDC vs. SWIFT Tradicional

Comparado ao wire transfer via SWIFT, o USDC é mais ágil e econômico na maioria dos cenários. Transferências bancárias internacionais demoram 1-5 dias úteis, com fees totais de US$ 20-50 (banco origem + intermediários + destino). A IBKR não cobra por wires recebidos em USD, mas bancos terceiros sim — tipicamente US$ 10-30 só na chegada.

Com USDC, o custo é gas de rede (US$ 0,01 em Solana hoje) + 0,3%. Para um depósito de US$ 10.000, SWIFT pode custar US$ 40 (0,4%), enquanto USDC sai por ~US$ 31 (0,31%). Sem contar o tempo: minutos vs. dias. Ideal para quem precisa de liquidez rápida em mercados voláteis como ações ou futuros.

Dica prática: Monitore gas fees em ferramentas como Solana Explorer ou Etherscan para escolher a rede mais barata no momento.

Expansão com RLUSD e PYUSD

Na próxima semana, a plataforma adiciona RLUSD (Ripple) e PYUSD (PayPal), ampliando opções de stablecoins. Isso reforça a ponte entre finanças tradicionais e cripto, permitindo funding direto para holders de PYUSD (PayPal) ou RLUSD (Ripple). A ação veio após alta de 4% nas ações da IBKR (quase US$ 74), sinalizando confiança do mercado.

Para traders brasileiros, isso facilita arbitragem entre corretoras cripto e brokers globais, sem intermediários caros. Verifique elegibilidade no site oficial, limitada inicialmente a clientes US, mas expansão global é provável.

Passos Práticos para Começar

  1. Tenha conta aprovada na IBKR (rápida para residentes BR via app).
  2. Adquira USDC em exchanges como Binance ou Mercado Bitcoin.
  3. No Client Portal, inicie o depósito com stablecoin e envie.
  4. Use os fundos para trades em tempo real.

Essa integração resolve dores reais: atrasos em wires de bancos brasileiros (Itaú, Nubank) para brokers gringos. Monitore atualizações para novas redes ou moedas.


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Leiloeiro cartoon erguendo martelo sobre mineradoras Bitcoin e carteira hardware em leilão da Receita Federal, investidores com plaquinhas

Receita Leiloa Mineradoras de BTC: Lances de R$800 a R$11.500

A Receita Federal do Brasil abre novo leilão eletrônico com equipamentos de mineração de Bitcoin e outras criptos, além de uma carteira hardware. São cinco lotes disponíveis no Aeroporto de Viracopos (SP), com lances mínimos entre R$ 800 e R$ 11.500. As propostas começam em 29 de janeiro e vão até 2 de fevereiro de 2026, com sessão de lances no dia 3. Comprar hardware cripto do governo pode ser barganha, mas exige cautela com condição dos itens.


Os Cinco Lotes em Detalhe

Os lotes incluem ASICs populares para mining de Bitcoin e altcoins. O mais acessível é o lote 190, com uma Canaan Avalon Nano 3 por R$ 800. Esse é um equipamento caseiro de baixa potência (4 TH/s), ideal para iniciantes que querem testar mineração em casa como aquecedor portátil que gera satoshis.

O lote 208 oferece uma Antminer S19 da Bitmain para Bitcoin, com lance inicial de R$ 7.000. Já o lote 220 tem duas Iceriver KS5L para Kaspa (KAS), partindo de R$ 10.000. O lote 234 reúne uma Bitmain Antminer T21 de BTC e outra ASIC similar, por R$ 8.800.

O pacote premium é o lote 157 (R$ 11.500), com duas Antminer L7 (Litecoin), uma Antminer K7 (CKB), S19 (BTC), mineradora Helium (HNT) e uma carteira Cypherock, além de componentes extras. Todos os itens foram apreendidos em Viracopos, o que sugere origem em importações irregulares.

Como Participar: Passo a Passo Prático

Para dar lances, acesse o e-CAC da Receita e selecione “Participar de leilão eletrônico”. Exige conta com nível Prata ou Ouro de confiabilidade. Certifique-se de ter certificado digital ou código de acesso.

  1. Consulte o edital completo para regras e fotos dos lotes.
  2. Verifique lotes disponíveis: Pessoas físicas só podem licitar nos 190, 208, 220 e 234. O 157 é exclusivo para PJ.
  3. Faça propostas online de 29/01 a 02/02. A melhor proposta vence na sessão de 03/02.
  4. Pague em até 24h após arremate, via DARF ou PIX. Retire os bens em Viracopos em 15 dias.

Calcule custos extras: frete de SP, energia para mining (S19 consome ~3kW) e possível manutenção, já que são usados/apreendidos.

Custo-Benefício: Vale a Pena?

Para entusiastas, sim: uma S19 nova custa R$20k+, e aqui sai por R$7k se ganhar o lance. A Nano 3 é barata para hobby. Mas riscos incluem: condição física (poeira, desgaste), garantia zero e conformidade fiscal – itens apreendidos podem ter problemas aduaneiros residuais.

Compare potência vs. custo atual de eletricidade (R$0,80/kWh). Exemplo: KS5L nova ~R$15k/unidade; lote com duas por R$10k é atrativo se funcionarem. Monitore concorrência: leilões passados tiveram arremates próximos ao mínimo.

Alternativas? Mercado secundário como Mercado Livre tem ASICs usadas, mas sem o apelo de “do governo”. Se minerar, priorize eficiência energética pós-halving BTC.

Dicas Finais para Arrematar

Estude fotos e descrições nos links dos lotes. Teste ferramentas como WhatToMine para ROI. Tenha plano B para retirada logística. Pessoas físicas evitem o lote 157. Fique de olho em leilões recorrentes da RFB – ano passado foram 55 mineradoras.

Essa é chance prática para montar home mining baratos, mas DYOR e calcule tudo antes de lances impulsivos.


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Personagem cartoon abrindo portas tradicionais de bolsa para rede blockchain com 'OPEN' central, simbolizando lançamento da OPEN Network para ações tokenizadas on-chain

Figure Lança OPEN: Ações em Blockchain Sem DTCC

A Figure lançou a OPEN Network, uma plataforma no Provenance Blockchain que permite o registro e negociação de ações públicas nativas diretamente on-chain, eliminando a dependência do tradicional DTCC. Com as próprias ações da empresa como primeira listagem, a rede promete reduzir custos operacionais e democratizar o acesso ao mercado de capitais. O suporte de BitGo para custódia e Jump Trading para market-making valida a infraestrutura robusta, anunciada em 14 de janeiro de 2026.


O Que é a OPEN Network

A OPEN Network opera como um Alternative Trading System (ATS) com livro de ordens limitadas, permitindo negociações contínuas durante o horário de mercado. Diferente da tokenização convencional de ativos DTCC, as ações aqui são registradas nativamente no blockchain, contornando burocracias e intermediários. A Figure, que já originou mais de US$ 20 bilhões em empréstimos on-chain, usa sua experiência para tornar isso realidade.

Mike Cagney, presidente executivo da Figure, destaca que a plataforma reinventa a negociação de ações. "Os benefícios significativos sobre o modelo centralizado incentivam empresas a adotarem OPEN e investidores a demandá-la", afirmou. Isso significa potencial de liquidez 24/7 e trocas frictionless entre ações OPEN e listagens na Nasdaq.

Para traders brasileiros interessados em diversificação global, essa estrutura abre portas para acessar equities americanas sem as altas taxas de corretoras internacionais tradicionais.

Apoio Estratégico de BitGo e Jump Trading

O respaldo de players estabelecidos reforça a credibilidade da rede. A BitGo assume a custódia, garantindo segurança para os ativos on-chain, enquanto a Jump Trading fornece market-making para manter spreads apertados e liquidez constante. Mike Belshe, CEO da BitGo, comentou: "Estamos vendo momentum crescente para estruturas de mercado nativas em blockchain. A OPEN representa a próxima evolução dos mercados de ativos digitais."

Essa parceria não é só técnica: ela sinaliza confiança institucional em uma infraestrutura que pode escalar. Para investidores práticos, isso traduz em menor risco de contraparte e execução mais eficiente, especialmente em um mercado volátil como o de cripto e equities.

Empresas digitais e nativas de blockchain já mostram interesse, com a Figure formando uma equipe de desenvolvimento de negócios para atrair mais emissores.

Benefícios Práticos: Economia e Democratização

O grande atrativo da OPEN é a redução de custos com infraestrutura tradicional. Sem DTCC, os requisitos de capital caem, e o self-custody elimina a necessidade de brokers custodiais. O protocolo Democratized Prime permite empréstimos e aluguéis de ações diretamente entre holders, cortando prime brokers e direcionando lucros aos acionistas.

Imagine economizar em taxas de corretagem negociando ações via blockchain: liquidez on-demand, portfolio margining cross-asset (incluindo cripto) e avanços mais altos em empréstimos. Para o público brasileiro, isso pode significar acesso mais barato a ativos globais, protegendo contra inflação local sem conversões fiat caras.

A rede substitui processos opacos de borrow locate por um livro de ordens transparente, beneficiando diretamente quem detém as ações.

Próximos Passos para Adoção

A Figure já registrou uma oferta secundária pública em novembro de 2025 via OPEN e tem compromissos para emissões futuras. Market makers preparam integrações técnicas, e a expectativa é de adoção rápida por firmas blockchain. Investidores devem monitorar listagens iniciais e como a fricção com Nasdaq evolui.

Essa revolução silenciosa em real world assets (RWA) prova que blockchain não é só cripto: é utilidade real para finanças cotidianas, reduzindo custos e aumentando eficiência.


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Personagens cartoon de traders brasileiros desafiando montanha burocrática com selos IOF, simbolizando ação da ABcripto contra taxáção em stablecoins

ABcripto Ameaça Processar Governo por IOF em Stablecoins

A ABcripto ameaça processo judicial contra o governo caso o IOF seja imposto sobre transações com stablecoins via decreto. A presidente Júlia Rosin argumenta que classificar ativos como USDT como ‘moeda estrangeira’ é inconstitucional, pois o imposto é exclusivo para câmbio tradicional. Freelancers e pequenos investidores, que usam stablecoins para remessas rápidas e baratas, podem ver custos explodirem em até 3,38%. A briga entre exchanges brasileiras e a Fazenda está só começando.


Declaração Firme de Júlia Rosin

A nova presidente da Associação Brasileira de Criptoeconomia (ABcripto), Júlia Rosin, foi categórica em entrevista ao Valor Econômico. ‘O IOF está ligado ao câmbio. Uma stablecoin não é uma moeda‘, declarou. Ela destacou que as stablecoins já pagam IOF na emissão (‘minting’), quando há conversão de reais para dólares via exchanges. Impor taxa adicional nas transferências internas equipara o ativo a moeda estrangeira, contrariando leis aprovadas pelo Congresso que regulam criptoativos como categoria própria.

Com mais de 50 empresas associadas, a ABcripto representa exchanges como Mercado Bitcoin e Binance Brasil. Rosin prometeu ação judicial imediata se o Ministério da Fazenda editar medida provisória (MP) ou decreto. ‘Isso freia a inovação e afeta a competitividade do Brasil no mercado global de cripto’, enfatizou.

Por Que Stablecoins Não São Câmbio?

Stablecoins como USDT e USDC mantêm paridade 1:1 com o dólar, mas rodam em blockchains como Ethereum ou Tron. Não são emitidas por bancos centrais, diferentemente do dólar físico ou contas offshore. A Receita Federal já tributa ganhos de capital em IR (15-22,5%), mas o IOF de 0,38% a 3,38% incide só em remessas reais ao exterior.

A tese da inconstitucionalidade baseia-se na Lei 14.478/2022, que define criptoativos como ‘representação digital de valor negociável’. Taxá-los como câmbio via decreto ignora o Legislativo, podendo cair no STF. Analistas veem brecha explorada por freelancers: converter BRL para USDT custa pouco, evita IOF de cartões pré-pagos (6,38%).

Impacto Direto no Bolso do Brasileiro

Para o freelancer na Upwork recebendo em dólares, stablecoins são salvação: taxa zero ou mínima para receber USDT e converter em BRL localmente. Com IOF, cada R$ 10 mil em remessa vira R$ 338 a mais em imposto – dinheiro perdido para taxas de câmbio ou Pix falhos. Pequenos investidores em DeFi ou staking perdem rentabilidade: um yield de 5% APY em USDT cai pela metade após taxas.

Diego Duarte, trader prático, alerta: ‘É o fim da vantagem competitiva. Plataformas como Binance viram reféns de burocracia, e o varejo paga a conta’. Volumes de USDT no Brasil superam R$ 10 bi/mês, por dados da Receita. Taxa extra pode levar à migração para exchanges offshore, com risco de evasão fiscal.

Próximos Passos na Briga Judicial

O governo sinaliza taxação pós-regulamentação do BC (Resolução 521/2025). Secretário Dario Durigan prometeu ‘tributação merecida’. Legisladores pró-cripto, como o PL, prometem obstruir. ABcripto monitora e mobiliza associados para lobby no Congresso.

Investidores devem acompanhar: diversifique para BTC/ETH se yields caírem; use wallets self-custody para evitar exchanges taxadas. A batalha define se o Brasil lidera ou atrasa na economia tokenizada.


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📌 Nota: A fonte principal estava parcialmente indisponível; conteúdo complementado com cobertura verificada.

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Trader cartoon ansioso diante de cofre FTX semi-aberto derramando moedas, com figuras corporativas em disputa litígio contra Genesis

FTX Define Pagamento a Credores: Data para 31 de março

O espólio da falida FTX definiu a próxima distribuição de pagamentos aos credores para 31 de março de 2026, com data de registro em 14 de fevereiro. A medida avança na liquidação do maior colapso cripto de 2022, mas paralelamente a disputas judiciais, como a ação de US$ 1 bilhão contra a Genesis Digital Assets. Credores brasileiros devem verificar status e preparar contas para recebimento, em um processo que ainda reserva surpresas.


Data de Pagamento e Elegibilidade

O anúncio oficial veio em comunicado nesta quarta-feira (14), confirmando que credores listados até 14 de fevereiro terão direito ao pagamento em 31 de março. Isso representa um passo concreto na devolução de bilhões em ativos recuperados pelo espólio desde o colapso da exchange em novembro de 2022.

Além disso, o espólio emendou uma proposta para reduzir a reserva de reivindicações disputadas. Essa reserva, que segura fundos para litígios pendentes, pode ser diminuída se aprovada pelo tribunal de falências, liberando mais recursos para distribuições imediatas. Para credores, isso significa potencial aceleração no reembolso, mas depende de aprovação judicial.

Na prática, verifique seu portal de credor no site oficial da FTX para confirmar elegibilidade. Certifique-se de que dados bancários estejam atualizados, especialmente para transferências internacionais ao Brasil, evitando atrasos por compliance.

Disputa Bilionária com Genesis Digital Assets

Enquanto paga credores, o espólio da FTX intensifica clawbacks — recuperação de transferências preferenciais feitas pré-colapso. Destaque para a ação de US$ 1 bilhão contra a Genesis Digital Assets, mineradora de Bitcoin.

A Genesis contesta veementemente, pedindo dismissão da suit por falta de base legal. Segundo relatos, a empresa rejeita alegações de recebimento indevido de fundos da FTX. Esse embate pode se arrastar meses, impactando o montante final disponível para todos os credores.

Outros litígios semelhantes estão em curso, formando a “segunda via” do processo: recuperar ativos para maximizar reembolsos. Credores devem monitorar atualizações no docket do tribunal de Delaware para estimar impactos.

Próximos Passos Práticos para Credores

Para quem aguardava reembolso desde 2022, eis o roteiro acionável:

  1. Acesse o portal FTX Creditor e atualize informações até 14/02.
  2. Prepare conta bancária compatível com wires internacionais (SWIFT para BRL).
  3. Consulte contador para tributação de ganhos recuperados no Brasil.
  4. Monitore comunicados oficiais para aprovações judiciais.

Embora otimista, o processo não está concluído. Estimativas apontam recuperação de até 118-140% do claim para clientes não prioritários, mas varia por categoria.

Contexto da Liquidação FTX

O wind-down da FTX evoluiu de caos para estrutura organizada. Bilhões em cripto e fiat foram recuperados via vendas estratégicas e clawbacks. No entanto, disputas como a com Genesis destacam riscos remanescentes: vitórias judiciais aumentam o bolo, derrotas podem atrasar.

Para o ecossistema cripto brasileiro, isso reforça lições de due diligence em exchanges globais. Plataformas locais como Mercado Bitcoin oferecem seguros, mas nada é infalível. Fique atento: seu claim pode render mais que o depositado inicial, dependendo do BTC atual.


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Trader cartoon operando wallet transformada em console de futuros alavancados com alavancas e chains, simbolizando controle DeFi na Binance Wallet

Binance Wallet Lança Futuros Alavancados Direto no App

Sua Binance Wallet virou um terminal de trading profissional. A partir de agora, usuários podem negociar futuros alavancados diretamente no app via integração com a DEX Aster, segunda maior em perpetuais descentralizados. Sem precisar transferir fundos para exchanges centralizadas, você mantém controle total dos assets na BNB Smart Chain. Ideal para traders brasileiros que buscam simplicidade e segurança.


Como Funciona a Integração com Aster

A Binance Wallet, uma carteira de autocustódia para Web3, agora conecta-se nativamente à Aster. Disponível na interface web para usuários da BNB Smart Chain, a feature permite abrir posições alavancadas em perpetuais sem sair do app. Isso elimina a necessidade de bridges ou depósitos em CEX, reduzindo riscos como os vistos no colapso da FTX em 2022.

Segundo Winson Liu, líder global da Binance Wallet, essa é uma “passo chave para ferramentas sofisticadas com controle total de assets”. A Aster registra US$ 6,74 bilhões em volume 24h, atrás apenas da Hyperliquid, garantindo liquidez robusta para trades rápidos.

Vantagens Práticas para Traders Brasileiros

Não transferir fundos significa menos taxas de rede, menos esperas e zero exposição a hacks em exchanges. Para o usuário brasileiro, isso é ouro: evite conversões desnecessárias de BRL para stablecoins e gerencie tudo em uma interface familiar. Com o Bitcoin a R$ 521.062 segundo o Cointrader Monitor, traders podem usar BTC diretamente como colateral sem vender.

A simplicidade atrai quem opera no dia a dia: posicione longs ou shorts em criptos voláteis diretamente da wallet, combinando velocidade CeFi com segurança DeFi. Perfeito para scalpers ou holders que querem hedge rápido.

Mercados e Colaterais Disponíveis

A Aster suporta uma gama ampla: criptomoedas como BTC, ETH e altcoins, além de ações como Apple (AAPL) e Nvidia (NVDA), e até o ETF Invesco QQQ. Colaterais incluem BNB, USDT, BTC e ETH, facilitando diversificação sem múltiplas wallets.

Essa variedade é um diferencial: enquanto a Binance exchange tem sua própria plataforma de futuros, a wallet foca em DeFi puro. Usuários da BNB Chain acessam tudo on-chain, com transparência total e sem intermediários.

Como Começar a Usar Hoje

  1. Acesse a interface web da Binance Wallet.
  2. Conecte sua conta na BNB Smart Chain.
  3. Selecione a aba de trading via Aster.
  4. Escolha par, alavancagem e colateral.
  5. Abra sua posição com um clique.

Monitore volumes e liquidações em tempo real. Lembre-se: alavancagem amplifica ganhos e perdas, então use com gestão de risco. Essa update posiciona a Binance Wallet como hub completo para traders mobile.


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Personagens cartoon de representante cripto confrontando burocrata com selos IOF e pilhas de decretos, defendendo stablecoins contra imposto

ABcripto ameaça processo contra IOF em stablecoins no Brasil

A Associação Brasileira de Criptoeconomia (ABcripto) marcou posição contra a cobrança de IOF sobre transações com stablecoins, alertando que uma taxação via decreto presidencial pode encarecer essas moedas estáveis usadas por milhões de brasileiros como proteção contra a inflação. A nova presidente, Júlia Rosin, afirmou que a entidade recorrerá à Justiça se o governo insistir, argumentando inconstitucionalidade. Dados recentes da Receita Federal mostram stablecoins dominando o volume negociado, com USDT e USDC à frente.


Por que o IOF preocupa o setor cripto?

O Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) é aplicado em transações cambiais, mas a ABcripto defende que stablecoins não são moedas estrangeiras. Elas têm valor atrelado ao dólar, mas circulam no blockchain como ativos virtuais, conforme o Marco Legal dos Criptoativos (Lei 14.478/2022). Aplicar IOF seria equipará-las a câmbio tradicional, o que a entidade considera erro jurídico.

Para o brasileiro comum, isso significa custo extra em operações cotidianas. Imagine converter reais em USDT para preservar poder de compra em tempos de inflação alta: um IOF de até 6,38% nas remessas internacionais tornaria isso menos viável. Já na emissão (‘mintagem’) de stablecoins, o IOF já incide sobre a moeda fiat depositada, garantindo tributação dupla desnecessária.

A Receita Federal voltou a divulgar dados em janeiro de 2026, revelando que em setembro de 2025, USDT movimentou R$ 15,72 bilhões em 1,18 milhão de operações, superando o Bitcoin (R$ 2,46 bilhões). USDC liderou transações com 2,42 milhões. Esses números mostram a relevância prática das stablecoins para poupança diária.

Ações da ABcripto e diálogo com o governo

Júlia Rosin, eleita em dezembro de 2025, reuniu-se com o Ministério da Fazenda no fim do ano. A proposta é criar um grupo de trabalho para debater o tema via lei complementar, envolvendo sociedade civil. “Qualquer mudança precisa de discussão ampla, não decreto”, enfatiza. Sem isso, ações judiciais questionarão a medida por violar o marco regulatório.

O Banco Central incluiu algumas operações cripto no mercado de câmbio em sua regulação recente, mas para fins de monitoramento, não tributação extra. A ABcripto representa mais de 50 empresas e vê na taxação um freio à inovação financeira acessível, especialmente para remessas e proteção patrimonial no varejo.

Para o investidor prático, monitore atualizações da entidade. Se aprovado, ajuste estratégias: priorize exchanges locais sem conversão imediata ou explore alternativas como ETFs de cripto sem IOF direto.

Impacto no bolso do brasileiro comum

Stablecoins viraram ferramenta essencial contra desvalorização do real. Com inflação acumulada acima de 4% em 2025 e dólar volátil, elas oferecem estabilidade sem burocracia bancária. Um IOF extra elevaria custos em 1-6% por operação, corroendo ganhos em cenários de alta inflação.

Exemplo prático: R$ 10 mil em USDC para reserva de emergência. Com IOF de 0,38% em compras de câmbio (atual para pessoa física), já paga R$ 38. Se estendido a transferências on-chain, multiplica em múltiplas transações. Para famílias, isso significa menos proteção ao salário corroído.

Dados demográficos da RFB apontam 4,5 milhões de declarantes em setembro, com homens dominando 86% do volume. Mas crescimento entre mulheres (13,77%) indica adoção ampla. A batalha judicial pode definir se cripto continua acessível ou vira luxo tributado.

Próximos passos para investidores

Acompanhe reuniões do conselho da ABcripto na próxima semana. Se você usa stablecoins para hedge, diversifique: mantenha parte em reais indexados à inflação (Tesouro IPCA+) e avalie custos totais antes de converter. Plataformas como Mercado Bitcoin ou Binance já otimizam rotas, mas fique atento a mudanças regulatórias.

Essa guerra fiscal testa o equilíbrio entre arrecadação e inovação. Para o dia a dia, calcule: IOF extra pode custar R$ 100-500 anuais em portfólios médios de R$ 50 mil.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Empreendedores cartoon ativando interruptor que ilumina skyline de Campo Grande com redes blockchain, marcando 1º polo de inovação no Brasil

Campo Grande: Primeira Capital Blockchain do Brasil

O Vale do Silício brasileiro está no MS? Campo Grande acaba de se tornar a primeira capital do Brasil a oficializar o título de Polo de Inovação em Blockchain e Economia Digital. Sancionada pela prefeita Adriane Lopes em 13 de janeiro de 2026, a lei de vereadores Maicon Nogueira e Ronilço Guerreiro cria incentivos fiscais para startups, atrai investimentos e moderniza serviços públicos. Para empreendedores brasileiros, é uma chance real de crescer no ecossistema Web3 com suporte local.


Detalhes da Lei e Seu Impacto Imediato

A proposta, aprovada em regime de urgência pela Câmara Municipal, estabelece diretrizes para fomentar tecnologias descentralizadas como o blockchain. A sanção oficializa Campo Grande como hub nacional, atraindo empresas de tecnologia e fortalecendo startups. Os autores destacam que isso gera empregos qualificados e abre oportunidades para empreendedores locais e de outros estados.

No dia a dia, isso significa um ambiente regulatório favorável. A cidade, capital de Mato Grosso do Sul, posiciona-se à frente de capitais tradicionais como São Paulo ou Rio, com foco em inovação prática. A lei entra em vigor imediatamente, preparando o terreno para parcerias entre poder público, universidades e setor privado.

Para o leitor brasileiro, especialmente do Centro-Oeste, é um sinal de que o ecossistema cripto ganha raízes regionais, reduzindo dependência de polos saturados no Sudeste.

Incentivos Fiscais: O Que Empreendedores Podem Esperar

A grande utilidade prática está nos incentivos fiscais e benefícios econômicos. A administração municipal pode conceder isenções ou reduções tributárias para empresas que operam com blockchain, desde que cumpram contrapartidas sociais, ambientais e de desenvolvimento tecnológico. Exemplos incluem projetos que usam a tecnologia para transparência em processos públicos ou segurança de dados.

Como isso beneficia no cotidiano? Startups de desenvolvimento de dApps, smart contracts ou soluções DeFi ganham competitividade. Imagine abrir uma empresa em Campo Grande com impostos menores, acesso facilitado a editais públicos e rede de contatos locais. A lei autoriza a prefeitura a estruturar esses estímulos, tornando a região atrativa para bootstrappers e scale-ups.

Empreendedores devem monitorar o portal da prefeitura para editais iniciais. Essa medida posiciona o Mato Grosso do Sul no mapa tech como polo acessível, com custo de vida menor que capitais do Sul/Sudeste.

Conselho de Inovação e Modernização Pública

Um dos pilares é a criação do Conselho Municipal de Inovação Digital, que propõe políticas, monitora integrações e media entre público, universidades e empresas. Esse órgão garante que o polo evolua com o mercado, fomentando pesquisas em criptografia e redes distribuídas.

Praticamente, isso significa adoção gradual de blockchain em serviços municipais: registros imutáveis para transparência em licitações, pagamentos ou cadastros. Para empreendedores, abre portas para contratos com a prefeitura e capacitação de mão de obra local.

O MS, historicamente agro, diversifica para tech, criando um ecossistema híbrido. Profissionais já na área ganham respaldo jurídico inédito, facilitando captação de investimentos nacionais e internacionais.

Próximos Passos para Empreendedores Brasileiros

Para aproveitar, avalie:

  1. Verifique elegibilidade para incentivos no site da Câmara de Campo Grande;
  2. Conecte-se com o futuro conselho via redes locais;
  3. Considere relocação ou filial para acessar benefícios.

Essa iniciativa testa a maturidade do Brasil em Web3, com Campo Grande como pioneira. Monitore atualizações, pois pode inspirar outras cidades. Para o empreendedor prático, é hora de planejar: custos menores, rede crescente e segurança regulatória no coração do país.


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Usuário cartoon convertendo cripto em cash via Polygon em máquina regulada, com rede de 50K pontos nos EUA, simbolizando pagamentos práticos

Polygon Vira Plataforma de Pagamentos Regulada nos EUA

Pagar café com Polygon agora é uma realidade regulada nos EUA. A rede Ethereum Layer 2 adquiriu a Coinme e a Sequence, ganhando licenças para operar em 48 estados. Isso libera 50 mil quiosques para cash-out de cripto em dólares reais, conectando blockchain ao dia a dia com fiat on- e off-ramps compliant. Anunciado em 13 de janeiro de 2026, o movimento impulsiona a utilidade prática do token POL.


Aquisições que Completam o Ecossistema

A Coinme é uma empresa regulada de pagamentos cripto especializada em comprar e vender ativos digitais com dinheiro em espécie. Sua integração traz infraestrutura fiat robusta, permitindo que usuários da Polygon convertam stablecoins ou tokens como POL diretamente em dólares americanos em pontos físicos espalhados pelo país.

Já a Sequence oferece infraestrutura modular para dados e pagamentos onchain. Ela habilita transações de 1-clique, pagamentos de gas versáteis, orquestração cross-chain e wallets intuitivas. Juntas, essas aquisições formam um stack verticalmente integrado, como destacou o CEO da Polygon Foundation, Sandeep Nailwal: “Isso completa as peças que faltavam para pagamentos end-to-end compliant em escala”.

Expansão Regulatória em 48 Estados

Com as licenças herdadas, a Polygon agora opera legalmente em quase todo território americano, exceto dois estados. Os 50 mil locais fiat-to-crypto da Coinme — como quiosques em lojas de conveniência e supermercados — tornam o cash-out acessível. Imagine sacar dólares de seus ativos Polygon após uma transação DeFi, sem depender de bancos tradicionais ou exchanges centralizadas.

Essa infraestrutura resolve o “último quilômetro” dos pagamentos blockchain: a ponte segura entre o mundo digital e o físico. Para brasileiros com exposição a Polygon, isso sinaliza maturidade global, facilitando remessas ou gastos em viagens aos EUA.

Impulso ao Token POL e Utilidade Diária

O anúncio coincide com uma alta de 53% no POL nas últimas duas semanas, partindo de um forte início de ano. O token nativo da Polygon ganha relevância prática: além de gas e staking, agora sustenta pagamentos reais regulados. Usuários podem usar POL para transações cotidianas, como recarregar wallets em quiosques e converter para cash instantaneamente.

No dia a dia, isso significa simplicidade: pague um café em uma cafeteria parceira via app Polygon, ou troque cripto por dólares em um quiosque próximo. A Sequence otimiza isso com intents cross-chain, reduzindo fricções em ecossistemas multi-chain.

Próximos Passos para Usuários Práticos

Para quem usa Polygon, monitore integrações nos wallets como MetaMask ou Phantom. Teste os ramps fiat em quiosques Coinme para cash-out eficiente. Essa evolução posiciona a Polygon como líder em pagamentos híbridos, unindo velocidade blockchain à confiança regulatória. Fique de olho em atualizações oficiais para ativar essas features no Brasil via bridges internacionais.


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Rede luminosa de Bluetooth conectando silhuetas ugandesas na escuridão, com nó BTC central simbolizando Bitchat contra censura eleitoral

Bitchat Offline: Tecnologia Bitcoin Contra Blackout na Uganda

Internet cortada nas eleições presidenciais da Uganda? O app Bitchat está salvando a comunicação. Líder absoluto nos charts da Apple App Store e Google Play, o mensageiro offline usa Bluetooth mesh e protocolo Nostr para conectar usuários sem depender de rede centralizada. Com o blackout imposto pelo governo na terça-feira, ugandeses seguem o apelo do opositor Bobi Wine para baixar o app e manter a troca de informações durante as votações de quinta-feira. É a cripto na prática: resistência tecnológica em tempo real.


Como o Bitchat Funciona Offline

O Bitchat não é só mais um mensageiro: é uma solução prática para cenários extremos. Desenvolvido com base em princípios Bitcoin e lançado em beta por Jack Dorsey em julho de 2025, ele cria redes mesh via Bluetooth, permitindo que dispositivos se conectem diretamente uns aos outros. Sem internet, sem servidores centrais — mensagens criptografadas saltam de celular para celular em um raio de até 100 metros por hop.

Isso resolve problemas reais: em áreas rurais ou urbanas com sinal bloqueado, usuários formam redes locais espontâneas. Na Uganda, os downloads explodiram após Bobi Wine, rival do presidente Yoweri Museveni há 38 anos no poder, incentivar a adoção. Dados internos mostram mais de 400 mil instalações só em janeiro, provando utilidade imediata para coordenar eleitores e compartilhar atualizações eleitorais.

Para o dia a dia, imagine furacões, protestos ou falhas de infraestrutura: o app garante continuidade sem depender de big techs vulneráveis a censura.

Blackout Eleitoral: Terceira Vez na Uganda

Quarta-feira, 14 de janeiro de 2026: pela terceira vez consecutiva, o governo ugandês cortou o acesso à internet antes das eleições. Em 2016 e 2021, blackouts semelhantes foram justificados como prevenção à ‘desinformação’, mas críticos veem supressão de vozes opositoras. Desta vez, o corte começou às 18h de terça, confirmado pelo diretor da Uganda Communications Commission, Nyombi Thembo.

Thembo chegou a ameaçar bloquear o Bitchat, dizendo: ‘Sabemos como fazer não funcionar. Não se empolguem’. Mas o desenvolvedor Calle rebateu: sua natureza descentralizada torna impossível um shutdown total. VPNs também subiram nos charts, mas o Bitchat lidera por ser verdadeiramente offline — prático para quem precisa de comunicação agora, sem truques.

Esse padrão revela o poder da cripto: ferramentas resistentes surgem onde o controle estatal falha, empoderando cidadãos comuns.

Do Local ao Global: Usos Práticos do Bitchat

A Uganda não está sozinha. Em setembro de 2025, quase 50 mil nepaleses usaram o app durante protestos contra corrupção, driblando banimento de redes sociais. Três semanas depois, Madagascar viu um aumento similar em manifestações. Na Jamaica, o Furacão Melissa derrubou comunicações em novembro, e o Bitchat ficou em segundo lugar nos downloads.

Esses casos mostram cripto além dos preços: é infraestrutura soberana. Para brasileiros, pense em blackouts em favelas ou greves — apps como esse podem ser salvavidas cotidianas. O protocolo Nostr, integrado, garante mensagens permanentes e resistentes, enquanto Bluetooth mesh escala organicamente.

Desenvolvedores estimam crescimento exponencial: cada novo usuário expande a rede. Na Uganda, isso significa eleições mais transparentes, provando que tecnologia Bitcoin resolve problemas reais de liberdade.

O Que Isso Significa para o Futuro

O sucesso do Bitchat reforça: cripto é ferramenta prática de resistência. Enquanto governos cortam cabos, redes peer-to-peer mantêm a sociedade conectada. Monitore atualizações pós-eleição — se Museveni vencer, espere mais pressão sobre apps descentralizados. Para usuários globais, baixe agora e teste em cenários offline: a liberdade digital começa localmente.


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