Executivos cartoon da SBI abrindo cofre digital com títulos ¥100B e XRP emergindo, simbolizando lançamento de tokenização institucional no Japão

SBI Lança Títulos de ¥100 Bilhões com XRP no Japão

A gigante financeira japonesa SBI Holdings anunciou o lançamento de títulos blockchain no valor de ¥100 bilhões (cerca de R$ 3,34 bilhões), oferecendo recompensas em XRP aos investidores. Com prazo de 3 anos e rating A-, os SBI START Bonds serão emitidos na plataforma BOOSTRY e negociados na ODX, marcando um marco na ponte entre finanças tradicionais e blockchain. Reconhecida pela parceria de uma década com a Ripple, a SBI reforça o Japão como pioneiro em ativos tokenizados.


Detalhes da Emissão e Recompensas

Os títulos blockchain da SBI têm condições atrativas: taxa de juros estimada entre 1,85% e 2,45% ao ano, com pagamentos semestrais, gerenciados pelo Mizuho Bank. O diferencial está nas recompensas em XRP: investidores recebem tokens equivalentes ao valor investido ao abrir conta na SBI VC Trade, mais distribuições adicionais nos dias de pagamento de juros em 2027, 2028 e 2029 — cerca de 200 ienes em XRP por 100 mil ienes investidos.

Com valor mínimo de ¥10 mil (R$ 334), a subscrição ocorre de 11 a 23 de março, acessível a investidores japoneses comuns. A operação usa a plataforma ibet for Fin da BOOSTRY, evitando o sistema tradicional JASDEC, e será negociada na Osaka Digital Exchange (ODX). Essa estrutura híbrida — juros em iene mais bônus cripto — demonstra confiança crescente em ativos digitais como reserva de valor.

Parceria Estratégica SBI-Ripple

A escolha do XRP como recompensa não é casual. Desde 2016, a SBI detém cerca de 9% da Ripple, sendo acionista majoritária externa, e fundou a SBI Ripple Asia para pagamentos cross-border. Em 2019, a SBI Remit adotou XRP como ponte para remessas, e recentemente obteve licença para stablecoins como USDC.

Essa trajetória de uma década consolida o XRP além da especulação, integrando-o a produtos financeiros regulados. Com valuation da Ripple em US$ 40 bilhões após captação de US$ 500 milhões em 2025, a participação da SBI vale bilhões, sinalizando retornos substanciais e validação institucional para o ecossistema XRP.

Japão Líder em Tokenização de Ativos

O movimento da SBI alinha-se ao ecossistema japonês em expansão. Outros cases incluem os ¥10 bilhões em bonds digitais do MUFG e testes da Nomura para settlements T+1. O governo de Tóquio subsidia emissões até ¥5 milhões, enquanto reformas regulatórias reclassificam criptoativos como produtos financeiros sob a Lei de Transações de Instrumentos Financeiros, reduzindo impostos de ganhos de até 55% para 20% fixo.

Bancos poderão custodiar cripto, e o digital yen (DCJPY) estreia em abril via Japan Post Bank e BoJ. Mitsubishi, Sumitomo e Mizuho testam stablecoins iene para pagamentos globais. Com ¥168 bilhões em security tokens emitidos, o Japão constrói a infraestrutura mais madura para RWA (Real World Assets), onde tokenização de bonds e imóveis impulsiona eficiência e liquidez.

Perspectivas de Adoção Institucional

Essa emissão bilionária valida o próprio anúncio oficial da SBI como catalisador para adoção corporativa de blockchain. Para investidores brasileiros, destaca o potencial do XRP em tesourarias híbridas, combinando yields tradicionais com upside cripto. Com cotação atual de XRP a R$ 7,37 (AwesomeAPI), o ativo ganha tração além da volatilidade, ancorada em utilities reais.

O mercado reage positivamente: fluxos institucionais em XRP crescem, ecoando tesourarias de Bitcoin como MicroStrategy. Vale monitorar expansões para stablecoins e ETFs cripto no Japão, fortalecendo a narrativa de alta de longo prazo.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Investidores cartoon despejando rio de capital dourado com '$650M' em ecossistema cripto turbulento, sinalizando confiança da Dragonfly Capital

Dragonfly Capital Levanta US$ 650 Milhões em Fundo Cripto em Meio à Turbulência

A Dragonfly Capital anunciou o fechamento de seu quarto fundo de US$ 650 milhões (cerca de R$ 3,37 bilhões) dedicado a investimentos em criptomoedas, em um momento de turbulência no mercado. Apesar da queda nos preços dos tokens e do entusiasmo abalado dos investidores, o dinheiro inteligente demonstra confiança nos fundamentos do ecossistema. O fundo chega após um terceiro veículo de US$ 500 milhões e ocorre enquanto a firma enfrenta escrutínio regulatório passado do Departamento de Justiça dos EUA (DOJ), relacionado a um investimento no mixer Tornado Cash. Esse movimento reforça a narrativa de adoção institucional de longo prazo.


Detalhes do Novo Fundo de Early-Stage

O quarto fundo da Dragonfly, avaliado em US$ 650 milhões, visa continuar a estratégia de apostas precoces em startups cripto. O fundo anterior, de US$ 500 milhões, foi alocado em projetos como Polymarket, Rain e Ethena, demonstrando sucesso em identificar vencedores em cenários desafiadores. Agora, com mais capital disponível, a firma planeja perseguir oportunidades em um setor de venture capital cripto que enfrenta desaceleração, com queda na atividade de deals e dificuldades para captar de investidores limitados.

Co-fundador Haseeb Qureshi destacou a transparência como diferencial: “Em um espaço inundado de fakers e autopromotores, falar abertamente tem sido uma superpotência”. Essa abordagem tem permitido à Dragonfly navegar por múltiplos ciclos, fortalecendo sua reputação entre instituições. Para o investidor comum, isso significa que os fundamentos do mercado estão se construindo, mesmo em meio à volatilidade de curto prazo.

Resiliência em Meio a Crises Passadas

A Dragonfly tem histórico comprovado de resiliência. Seus investimentos incluem blockchains Layer 1 como Avalanche, firmas de serviços financeiros como Amber Group e outros projetos inovadores. A firma sobreviveu a eventos catastróficos como o colapso do ecossistema Terra Luna, a falência da FTX e até uma mudança de operações para fora da China devido ao crackdown local contra cripto.

Esses episódios testaram a convicção dos gestores, mas reforçaram a tese de que ciclos de baixa são oportunidades para acumulação estratégica. Hoje, com o Bitcoin cotado a R$ 353 mil segundo o Cointrader Monitor (variação de -0,19% em 24h) e dólar a R$ 5,18, o contexto macroeconômico favorece ativos de risco para quem tem visão de longo prazo, similar aos fluxos vistos em ETFs de Bitcoin.

Investigação do DOJ e Riscos Regulatórios

Um fator de risco mencionado é a investigação do DOJ. Em julho de 2025, promotores consideraram acusações criminais contra funcionários da Dragonfly, incluindo o general partner Tom Schmidt, por um investimento de 2020 no Tornado Cash – um mixer de privacidade posteriormente sancionado. A firma cooperou plenamente desde 2023, e Qureshi afirmou que se defenderiam se necessário.

No fim, o DOJ recuou, e nenhuma acusação foi apresentada contra Schmidt. Esse episódio ilustra os desafios regulatórios no espaço cripto, mas também a capacidade da Dragonfly de mitigar riscos. Para investidores, é um lembrete de que due diligence em compliance é crucial, mas não impede o fluxo de capital inteligente.

O Que Isso Significa para o Mercado Brasileiro

Esse influxo de US$ 650 milhões valida a tese de alta de longo prazo: enquanto o varejo pode se abalar com correções, instituições continuam apostando no crescimento do ecossistema. No Brasil, onde o Bitcoin negocia volumes robustos em exchanges locais, movimentos como esse sinalizam maturidade. Monitore fluxos de VC como indicador leading de recuperação – o mercado está construindo bases sólidas para o próximo ciclo, pós-halving e com adoção global acelerando.

Investidores de varejo ganham ao alinhar com essas tendências, diversificando em projetos early-stage via plataformas acessíveis, mas sempre com cautela.


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Baleia cartoon emergindo com moedas BTC e investidor comprando no dip em oceano volátil, simbolizando acumulação por whales e Kiyosaki

Demanda On-Chain Positiva: Baleias e Kiyosaki Acumulando BTC

Enquanto o Bitcoin oscila próximo dos US$ 68 mil, as baleias realizaram lucros de US$ 208 milhões pela sétima vez desde 2024, um padrão que historicamente precede turbulências seguidas de fundos locais e reversões altistas. Ao mesmo tempo, a demanda on-chain virou positiva pela primeira vez em meses, com Robert Kiyosaki comprando mais um BTC perto de US$ 67 mil. Mãos fortes ignoram o medo do varejo e acumulam.


Padrão de Lucros das Baleias Sinaliza Reversão

O mercado de Bitcoin está construindo bases sólidas, mesmo em meio à volatilidade recente. De acordo com dados on-chain, as baleias — grandes detentores com carteiras acima de 1.000 BTC — registraram a sétima onda de realização de lucros acima de US$ 200 milhões nos últimos dois anos. Esse movimento, identificado pela métrica Realized Profit By Whales, costuma gerar turbulência temporária, com excesso de oferta criando desequilíbrios de liquidez.

Historicamente, após a absorção dessa oferta por compradores institucionais e holders de médio prazo, o preço estabiliza e frequentemente inicia uma valorização. Embora haja casos de topos locais, o analista MorenoDV destaca que tais vendas sinalizam convicção sobre exaustão de curto prazo, não o início de um ciclo baixista prolongado. Os fundamentos se fortalecem à medida que a rotação saudável ocorre, preparando o terreno para momentum altista.

Atualmente, com o BTC testando resistências em US$ 68.000, esses padrões sugerem que estamos próximos de um ponto de exaustão, especialmente se fluxos institucionais aumentarem.

Kiyosaki Compra o Dip e Reforça Tese de Escassez

Robert Kiyosaki, autor de Rich Dad Poor Dad, exemplifica a convicção das mãos fortes ao anunciar a compra de um BTC inteiro próximo a US$ 67.000, em pleno dip. Sua estratégia recorrente de acumular durante quedas ignora o pânico do varejo e foca no longo prazo. Kiyosaki cita dois motivos principais: a iminente ‘grande impressão’ de dólares pelo Fed devido à dívida dos EUA e o limite mágico de 21 milhões de bitcoins.

Para ele, uma vez minerado o último BTC, o ativo superará o ouro como reserva de valor. Essa visão alinha-se à narrativa macro de adoção global, onde a escassez fixa contrasta com a expansão monetária ilimitada das moedas fiduciárias. Investidores como Kiyosaki veem as correções atuais como oportunidades para posicionamento estratégico, reforçando a confiança no ecossistema Bitcoin.

Demanda On-Chain Positiva Após Meses de Fraqueza

Os dados confirmam o otimismo: a demanda aparente do Bitcoin flipou para positivo, registrando +1.200 BTC após quase três meses negativos, com fundo em -154.000 BTC em dezembro. Essa métrica mede se holders de longo prazo estão absorvendo a nova oferta minerada. Com a pressão vendedora arrefecendo, a acumulação estrutural reemerge, pavimentando o caminho para estabilidade de preços.

Analistas como CryptosRus observam que leituras positivas precedem fases de mercado mais fortes. Embora um único dado não confirme tendência, o contexto — combinado com lucros de baleias e compras de nomes como Kiyosaki — sugere rotação saudável. No ciclo atual pós-halving, esses sinais indicam que o mercado está se preparando para o próximo estágio de adoção institucional.

Perspectiva de Longo Prazo e Cotação Atual

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 354.748 neste sábado (21/02), com alta de 1,01% nas últimas 24 horas e volume de 117 BTC. Essa resiliência em reais reflete a maturidade do mercado brasileiro.

Para investidores de longo prazo, a mensagem é clara: volatilidade de curto prazo não altera a tendência de adoção. Baleias e visionários como Kiyosaki estão comprando. O varejo pode hesitar, mas os fundamentos — escassez, halvings e fluxos institucionais — constroem o futuro. Vale monitorar a rotação de capital nos próximos dias.


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Executivos cartoon liberando fluxo dourado que transforma mar volátil em ondas calmas, simbolizando influxo de US$ 88 mi em ETFs de Bitcoin

Maré Vira para ETFs de Bitcoin: Influxo de US$ 88 Milhões Sinaliza Resiliência

Os ETFs de Bitcoin registraram um influxo positivo de US$ 88 milhões na sexta-feira, 20 de fevereiro, encerrando uma semana marcada por resgates. O movimento foi liderado pelo iShares Bitcoin Trust (IBIT), da BlackRock, com US$ 64,46 milhões, seguido pelo Fidelity FBTC. Paralelamente, a BlackRock transferiu US$ 270 milhões em Bitcoin e Ethereum para a Coinbase, sinalizando ajustes estratégicos para demanda futura. A maré parece estar virando para os institucionais.


Detalhes do Influxo nos ETFs de Bitcoin

Após dias de resgates consistentes, os fundos de Bitcoin captaram US$ 88,04 milhões líquidos na última sessão da semana. O IBIT, da BlackRock, concentrou a maior parte do capital, atraindo US$ 64,46 milhões, enquanto o FBTC da Fidelity adicionou US$ 23,59 milhões. O volume negociado atingiu US$ 3,7 bilhões, elevando os ativos totais dos ETFs para US$ 85,31 bilhões.

Esse rebote demonstra a resiliência do “dinheiro inteligente”. Apesar da volatilidade recente, com o Bitcoin oscilando próximo dos US$ 68 mil, os fluxos positivos indicam que investidores institucionais estão aproveitando quedas para acumular. ETFs de Ether ficaram quase estáveis, com ganho marginal de US$ 17 mil, enquanto ETFs de Solana somaram US$ 3,78 milhões em entradas.

Movimentações da BlackRock e Preparativos Institucionais

A BlackRock, maior gestora de ativos do mundo, movimentou cerca de US$ 270 milhões (R$ 1,5 bilhão) em Bitcoin e Ethereum para a Coinbase Prime. Dados da Arkham Intelligence mostram que isso ocorreu logo após outflows em seus ETFs spot, como resposta a resgates de cotistas. Tais transferências de carteiras frias para exchanges são comuns para gerir liquidez e negociações.

Não se trata de venda em pânico, mas de rotação estratégica. A gestora continua expandindo sua exposição, recentemente comprando UNI para entrar no DeFi. Esse padrão reforça que os institucionais não abandonaram o barco — estão ajustando velas para o vento favorável da adoção.

Impacto no Mercado Brasileiro e Cotação Atual

Para investidores brasileiros, esses fluxos institucionais ditam tendências globais que ecoam no BRL. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 354.669,18, com alta de 1,12% nas últimas 24 horas e volume de 117 BTC. O dólar em R$ 5,17 amplifica os ganhos locais.

Com vencimento de US$ 2,4 bilhões em opções de cripto, a volatilidade persiste, mas influxos como esse criam janelas de acumulação. O suporte atual do BTC deve segurar, alinhado à narrativa de longo prazo pós-halving.

Perspectiva de Alta: Adoção Institucional se Fortalece

O mercado está construindo bases sólidas. Fluxos de ETF são o termômetro da adoção real — mais confiável que ruído de curto prazo. Historicamente, reversões após outflows iniciais precedem rallies. BlackRock e Fidelity acumulam, sinalizando confiança no Bitcoin como reserva de valor.

Enquanto varejo reage a manchetes, institucionais focam no ciclo maior: halvings, ETFs e tesourarias corporativas. Os fundamentos se fortalecem, e essa resiliência sugere que o próximo movimento é de alta. Vale monitorar os próximos fluxos semanais.


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Executivos cartoon da Grayscale e personagem Sui celebrando ETF com staking na NYSE, simbolizando adoção institucional

Sui estreia na NYSE: Grayscale lança ETF com staking

A Grayscale lançou o Grayscale Sui Staking ETF (GSUI) na NYSE Arca nesta semana, marcando a estreia do token Sui na principal bolsa de valores americana. O produto inovador oferece não só exposição à valorização do ativo, mas também rendimento passivo via recompensas de staking da rede, integradas diretamente ao valor patrimonial das cotas. Esse movimento reforça a maturidade do mercado cripto, atraindo capital institucional para blockchains de alto desempenho como a Sui.


Inovação do ETF: Staking como Diferencial

O GSUI representa um avanço significativo nos produtos de criptoativos. Diferente de ETFs tradicionais que apenas rastreiam o preço, este fundo captura as recompensas geradas pelo sistema de validação da blockchain Sui. Os lucros de staking são acumulados automaticamente nas cotas, proporcionando um fluxo de rendimento extra aos detentores. A Grayscale enfatiza que o ativo é volátil e adequado para perfis agressivos, mas os fundamentos da rede Sui — com transações rápidas e custos baixos — sustentam o otimismo de longo prazo.

Essa estrutura é um passo concreto na construção de pontes entre o mundo cripto e os mercados tradicionais. O mercado está se adaptando para oferecer opções híbridas, combinando potencial de valorização com rendimentos passivos, o que deve atrair investidores institucionais em busca de diversificação eficiente.

Origens da Sui: Herança Tecnológica do Facebook

A Sui emerge do trabalho de ex-engenheiros do projeto Diem, a stablecoin tentada pelo Facebook (antiga Libra). Com processamento paralelo, a rede entrega escalabilidade superior, permitindo milhares de transações por segundo a frações de centavo. Focada em usabilidade, suporta logins via Gmail e opera offline em alguns casos, democratizando o acesso para usuários de varejo.

Krista Lynch, VP da Grayscale, destacou o fundo como ponte para adoção institucional de tecnologias com casos reais de uso. Adeniyi Abiodun, cofundador da Mysten Labs, celebrou a listagem como validação da infraestrutura Sui no ecossistema financeiro tradicional. Lançado privadamente em agosto de 2024 e tornado público em novembro de 2025, o GSUI consolida o portfólio da Grayscale, que agora cobre mais de 40 produtos e 45 ativos digitais.

Adoção Institucional em Aceleração

Essa estreia na NYSE Arca não é isolada: reflete a tendência de alta de integração cripto aos mercados regulados. Assim como os ETFs de Bitcoin e Ethereum pavimentaram o caminho, produtos como o GSUI expandem o universo investível para altcoins de alto potencial. Para o investidor comum, significa acesso simplificado via corretoras tradicionais, sem necessidade de wallets ou staking manual.

Os fundamentos se fortalecem à medida que mais capital flui para ecossistemas inovadores. A Sui, com sua ênfase em performance e acessibilidade, posiciona-se como candidata a crescimento exponencial no ciclo atual de adoção. Monitorar fluxos de entrada no GSUI será chave para avaliar o apetite institucional.

O Que Muda para o Investidor Brasileiro

Para brasileiros, essa novidade abre portas via plataformas globais listadas na B3 ou internacionais acessíveis. O rendimento de staking adiciona uma camada de atratividade em um portfólio diversificado, especialmente com o real volátil. Embora riscos como volatilidade permaneçam, o movimento sinaliza maturidade: o cripto não é mais nicho, mas parte da alocação estratégica.

Estamos vendo o mercado construir bases sólidas para o próximo estágio de expansão. Investidores atentos a adoção institucional, como fluxos de ETFs e tesourarias corporativas, têm aqui mais um indicador positivo no horizonte de alta.


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Investidor varejo cartoon em queda livre enquanto insider cartoon sobe com sacos de ouro, com '4.3B' em fumaça, ilustrando perdas em memecoins Trump

Memecoins Trump: Varejo Perde US$ 4,3 Bi em Queda Brutal

Investidores varejistas das memecoins oficiais TRUMP e MELANIA absorveram prejuízos superiores a US$ 4,3 bilhões desde os lançamentos no início de 2025, conforme relatório da CryptoRank divulgado na NewsBTC. Enquanto os tokens despencaram mais de 90% de seus recordes históricos, insiders e exchanges lucraram centenas de milhões, destacando o contraste brutal entre euforia política e a realidade volátil do mercado cripto. Quase dois milhões de carteiras estão underwater, com perdas que são 20 vezes maiores que os ganhos dos grandes players.


Quedas Drásticas nos Tokens da Família Trump

A memecoin TRUMP, lançada pelo presidente Donald Trump pouco antes de seu segundo mandato, atingiu um pico de US$ 75, impulsionada pelo entusiasmo inicial do mercado. Já a MELANIA, anunciada pela primeira-dama dois dias depois, subiu a US$ 13,05 em menos de 24 horas. No entanto, um ano após os lançamentos, os tokens colapsaram: TRUMP negocia a US$ 3,55 (queda de 92%) e MELANIA a US$ 0,11 (queda de 99%).

Dados on-chain revelam o impacto no varejo: para cada dólar ganho por insiders, investidores comuns perderam US$ 20. Isso reflete a natureza especulativa de memecoins, onde o glamour político gera euforia inicial, mas a ausência de fundamentos leva a correções severas. O mercado cripto, apesar da volatilidade, continua a construir bases mais sólidas com adoção institucional em ativos como Bitcoin.

Insiders e Exchanges: Lucros Bilionários no Meio do Caos

Enquanto o varejo sofre, 45 carteiras extrairam cerca de US$ 1,2 bilhão em vendas e fees, com outras 58 superando US$ 10 milhões cada, segundo a Chainalysis via CNBC. No total, insiders embolsaram mais de US$ 600 milhões. Exchanges também se beneficiaram, gerando estimados US$ 172 milhões em taxas de trading nos primeiros seis meses, conforme análise da Reuters.

A família Trump, por sua vez, viu ganhos de aproximadamente US$ 280 milhões de holdings em memecoins e ventures relacionados como World Liberty Financial. Há ainda US$ 2,7 bilhões em tokens de insiders bloqueados até 2028, sinalizando potencial pressão de venda futura. Esse padrão reforça a importância de diferenciar especulação de investimentos de longo prazo no ecossistema cripto.

Lições para o Investidor Brasileiro no Ciclo Atual

Este episódio ilustra os riscos de ativos movidos puramente por euforia política, especialmente em um ciclo onde narrativas de poder atraem capital especulativo. Para brasileiros, expostos a volatilidade cambial, o foco deve permanecer em fundamentos: halvings do Bitcoin, influxos em ETFs e tesourarias corporativas. Apesar das correções em memecoins, o mercado geral mostra resiliência, com baleias acumulando BTC em zonas de suporte histórico.

Os dados sugerem que o varejo aprende com ciclos passados – a volatilidade de curto prazo não altera a tendência de adoção global. Monitorar fluxos on-chain e liquidez em exchanges continua essencial para navegar esse ambiente.

Perspectiva de Longo Prazo: Foco nos Fundamentos

Embora o ‘massacre’ das memecoins Trump chame atenção, ele contextualiza por que o otimismo responsável prioriza ativos com utilidade real. O cripto está evoluindo além do ruído especulativo, com instituições fortalecendo a infraestrutura. Investidores atentos a esses movimentos de longo prazo posicionam-se melhor para os próximos ciclos de alta.


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Investidor institucional cartoon gigante acumulando BTC e ETH caindo enquanto trader retail foge em pânico, destacando compras no dip por BlackRock e Tom Lee

Tom Lee e BlackRock Compram Dip: US$ 270 Mi em BTC e ETH

A BitMine de Tom Lee dobrou a aposta em Ethereum com a compra de 17.722 ETH (US$ 34,7 milhões), enquanto uma wallet ligada à empresa retirou 17.222 ETH da Kraken. Paralelamente, a BlackRock movimentou US$ 270 milhões em BTC e ETH para custódia na Coinbase. Esses fluxos institucionais ocorrem em meio a um dip acentuado, com o varejo ausente e oferta de USDT encolhendo — sinal clássico de acumulação pela mão forte.


BitMine Acelera Acúmulo de Ethereum

A BitMine, tesouraria de Ethereum liderada por Tom Lee, cofundador da Fundstrat, continua sua estratégia agressiva de acumulação. Na última compra, a empresa adquiriu 17.722 ETH por cerca de US$ 34,74 milhões, elevando suas reservas para 4,37 milhões de ETH, equivalente a US$ 8,5 bilhões. Isso representa 3,3% do suprimento circulante de Ethereum, aproximando-se da meta de 5%.

Três wallets ligadas à BitMine acumularam 62.722 ETH esta semana, totalizando US$ 123 milhões. O custo médio é de US$ 3.821 por ETH, com prejuízo no papel de mais de US$ 8 bilhões devido à queda atual — mas o foco é de longo prazo. Ethereum negocia a R$ 10.252 no momento, 60% abaixo da máxima histórica.

Essa movimentação reforça a tese de adoção institucional: enquanto o mercado corrige, as baleias constroem posições para o próximo ciclo.

Retirada da Kraken Reforça Posição

Uma wallet recém-criada associada à BitMine retirou 17.222 ETH (US$ 34,7 milhões) da exchange Kraken, elevando o saldo para 27.722 ETH (US$ 54,57 milhões). Essa é a segunda extração recente da plataforma, sinalizando desconforto com custódia em exchanges centralizadas e preferência por controle próprio.

Tom Lee, conhecido por previsões de alta em ciclos passados, vê o Ethereum como reserva de valor estratégica. A ação ocorre em um contexto de baixa liquidez no varejo, com posições alavancadas liquidadas e holders de longo prazo voltando a acumular. Os fundamentos se fortalecem: fluxos de ETF e tesourarias corporativas indicam maturidade do ecossistema.

BlackRock Entra na Jogada com BTC e ETH

A BlackRock não fica atrás: transferiu 2.563 BTC (US$ 173 milhões) e 49.852 ETH (US$ 97 milhões) para custódia na Coinbase. Esses movimentos seguem um padrão de inflows institucionais contínuos, mesmo com o Bitcoin em torno de R$ 353.816 — segundo o Cointrader Monitor, com variação de -0,48% em 24h.

O varejo sumiu, com leverage em mínimas e buscas por ‘Bitcoin para zero’ em alta. Contrasta com holders de longo prazo acumulando novamente e contração na oferta de USDT, reduzindo liquidez especulativa. Sharpe Ratio negativo aponta para zona de acumulação geracional.

O Que Isso Significa para o Mercado

Siga o dinheiro: enquanto o varejo desiste no dip, gigantes como Tom Lee e BlackRock enchem o carrinho. Isso ecoa ciclos passados, onde acumulação institucional precede valorizações expressivas. A volatilidade de curto prazo não altera a tendência macro de adoção — ETFs, halvings e tesourarias corporativas constroem o futuro. Vale monitorar fluxos on-chain para confirmar o viés de alta sustentável.


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Personagens cartoon de Ripple e regulador da Casa Branca apertando mãos com selo 90% em pergaminho, simbolizando aprovação iminente da CLARITY Act para XRP

Ripple Vê Aprovação da CLARITY Act até Abril com 90% de Chance

O CEO da Ripple, Brad Garlinghouse, prevê 90% de chance de aprovação da CLARITY Act até o fim de abril de 2026, marcando um ponto de virada na regulação cripto nos EUA. Em entrevista à Fox Business, ele destacou o momentum em Washington, com a Casa Branca pressionando líderes do setor e bancos. Já o CLO Stuart Alderoty confirmou que as discussões entraram na fase de redação técnica do texto legal, um marco concreto para clareza regulatória. Isso fortalece os fundamentos do XRP, já considerado não security por um juiz.


Momentum Legislativo Acelera em Washington

Garlinghouse apontou que os mercados de previsão agora indicam 90% de probabilidade de passagem da lei, impulsionados por comentários recentes de senadores e reuniões na Casa Branca. “As chances da CLARITY Act subiram por causa de comentários ontem de um senador”, disse ele, referindo-se a uma reunião com líderes cripto e bancários. A transição de debates amplos para detalhes estatutários sinaliza progresso real, com foco em dividir jurisdições entre SEC e CFTC.

Alderoty reforçou isso ao agradecer o representante Patrick McHenry por liderar as sessões: “Arremangamos as mangas e revisamos linguagem específica hoje”. Essa fase de redação envolve indústria, legisladores e executivo, construindo um framework que evita o vácuo regulatório atual. Para o mercado, isso significa menos batalhas judiciais e mais inovação, alinhando-se à tese de adoção institucional que o setor tanto precisa.

Impacto para XRP e Estratégia da Ripple

Garlinghouse enfatizou que o XRP já tem clareza judicial: “Um juiz disse que XRP não é security. Nós temos clareza”. Isso posiciona a Ripple à frente, enquanto o resto da indústria aguarda regras unificadas. A lei evitaria forçar tokens em regimes de securities inadequados, liberando potencial para pagamentos e tesouraria corporativa.

A empresa investiu US$ 3 bilhões em aquisições desde 2023, expandindo para custody, stablecoins e pagamentos – processando US$ 13 trilhões anuais. Apesar da pausa em M&A para integração, o foco permanece em utility prática. Com XRP cotado a cerca de R$ 7,37 nesta sexta-feira, o ativo se destaca como a principal criptomoeda mais resiliente, caindo apenas 20% em relação aos picos recentes.

Por Que Isso Importa para Adoção Global

A CLARITY Act não é perfeita, mas representa progresso: “Não deixe a perfeição ser inimiga do avanço”, alertou Garlinghouse. Bancos como Goldman Sachs agora buscam o mesmo campo de jogo nivelado. Isso acelera a narrativa de adoção, similar aos ETFs de Bitcoin que atraíram fluxos institucionais bilionários.

No longo prazo, clareza regulatória atrai tesourarias corporativas e stablecoins compliant, fortalecendo o ecossistema. Para brasileiros, isso pode impulsionar parcerias locais e remessas via XRP Ledger. Os fundamentos se fortalecem: monitore o prazo de março para resolução e prepare-se para um ciclo de maturidade regulatória.


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Banqueiro TradFi cartoon e personagem Ethereum ativando portal de tokenização, simbolizando adoção on-chain por BNP Paribas

BNP Paribas On-Chain: Tokeniza Fundo Monetário no Ethereum

O BNP Paribas, um dos maiores bancos da zona do euro, acaba de lançar um piloto de tokenização de um fundo de mercado monetário na blockchain pública Ethereum. Diferente de experimentos anteriores em redes privadas, esta iniciativa testa fluxos end-to-end em ambiente público, embora restrito a participantes autorizados. O movimento reforça a maturidade da infraestrutura Ethereum para finanças tradicionais, validando sua posição como camada de liquidez global para ativos tokenizados. Anunciado em 20 de fevereiro de 2026, o projeto intra-grupo sinaliza a transição de laboratórios para processos reais no TradFi on-chain.


Detalhes do Piloto de Tokenização

A BNP Paribas Asset Management atuou como emissor da classe tokenizada de um fundo domiciliar na França, enquanto a divisão Securities Services gerenciou os processos de agente de transferência e custódia, incluindo configuração de carteiras e chaves privadas. A plataforma CIB AssetFoundry foi crucial para conectar os sistemas tradicionais ao Ethereum, permitindo emissão, transferência e liquidação dos tokens.

Este é um teste limitado dentro do grupo, focado em validar o ciclo completo: da emissão à integração com blockchain pública. Apesar do acesso permissioned — apenas autorizados podem holdar ou transferir —, o uso da rede aberta representa um passo ousado. Anteriormente, o banco havia tokenizado fundos em Luxemburgo usando blockchains privadas, mas agora migra para infraestrutura pública, demonstrando confiança na escalabilidade e segurança do Ethereum.

O Ethereum, cotado a cerca de R$ 10.200 no mercado brasileiro nesta sexta-feira, continua atraindo instituições globais com sua liquidez profunda e ecossistema maduro para smart contracts.

Por Que Ethereum Público Agora?

A escolha pela Ethereum pública, em vez de redes permissionadas privadas, destaca a evolução do pensamento institucional. Bancos como BNP Paribas percebem que a verdadeira interoperabilidade e liquidez residem em redes abertas, mesmo com controles regulatórios. Este permissioned-on-public model equilibra compliance com eficiência blockchain, evitando silos proprietários.

Os fundamentos se fortalecem: enquanto o mercado cripto oscila, a adoção institucional constrói bases sólidas. Movimentos como este ecoam os fluxos iniciais para ETFs de Bitcoin e Ethereum, onde grandes players testam águas antes de escalar. Para o investidor comum, é um lembrete de que o Ethereum não é só para DeFi especulativo, mas para tokenizar trilhões em ativos reais, como fundos monetários que gerenciam caixa corporativo diariamente.

No contexto europeu, com regulamentações MiCA avançando, iniciativas assim pavimentam o caminho para integração plena de TradFi e blockchain.

Implicações para Adoção Global

Este piloto é mais um tijolo na narrativa de adoção massiva. O mercado está construindo: BlackRock com ETFs, bancos centrais explorando CBDCs e agora gigantes como BNP Paribas tokenizando fundos na Ethereum. Cada passo valida a tese de que blockchains públicas serão a infraestrutura de settlement do futuro financeiro.

Embora permissioned, o modelo abre portas para expansão. Imagine fundos tokenizados negociáveis 24/7, com liquidez instantânea e transparência on-chain — isso muda o jogo para tesourarias corporativas. Para Ethereum, reforça seu papel como layer de liquidez global, atraindo volume institucional que supera especulação retail.

O Que Monitorar a Seguir

Próximos passos incluem avaliação dos resultados do piloto e potencial rollout para clientes externos. Fique de olho em anúncios de expansão, integrações com custodians globais e volume de TVL em ativos tokenizados. A estratégia de alta se baseia em métricas como adoção institucional, não pumps especulativos.

Enquanto o Bitcoin consolida como reserva de valor, Ethereum emerge como o hub para finanças programáveis. O BNP Paribas on-chain é prova de que os fundamentos estão alinhados para o próximo capítulo da revolução blockchain.


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Executivos cartoon ativando relógio global com 24/7 luminoso e Bitcoin pulsando, simbolizando trading ininterrupto da CME Group

CME Group Lança Trading 24/7 de Futuros de Bitcoin em Maio

A CME Group, maior bolsa de derivativos regulados do mundo, anunciou o lançamento do trading 24/7 de futuros e opções de criptomoedas a partir de 29 de maio de 2026, pendente de aprovação regulatória. Essa mudança alinha Wall Street ao ritmo incessante do mercado cripto, eliminando os gaps de fim de semana e validando o Bitcoin como reserva de valor institucional global. O mercado está construindo pontes sólidas para a adoção em massa.


Detalhes do Lançamento 24/7

O trading contínuo na plataforma CME Globex ocorrerá com uma breve janela de manutenção semanal, geralmente aos fins de semana. Negociações de sexta à noite até domingo receberão a data de negócio do dia útil seguinte para compensação e liquidação. Essa adaptação remove as interrupções tradicionais dos mercados regulados, permitindo que traders institucionais reajam instantaneamente a eventos globais, como halvings ou fluxos de ETF, sem esperar pela abertura de segunda-feira.

Para o investidor brasileiro, isso significa maior liquidez e estabilidade nos derivativos de Bitcoin e Ether, reduzindo riscos de volatilidade noturna. Os fundamentos se fortalecem à medida que Wall Street reconhece que o Bitcoin nunca dorme.

Volumes Recordes e Expansão de Produtos

Em 2025, os produtos cripto da CME registraram US$ 3 trilhões em volume nocional, com volume diário médio de 407.200 contratos em 2026, alta de 46% ano a ano. O interesse aberto médio atingiu 335.400 contratos, refletindo a demanda explosiva por ferramentas reguladas de gestão de risco.

A bolsa expandiu recentemente para altcoins como Cardano (ADA), Chainlink (LINK) e Stellar (XLM), oferecendo contratos padrão e micro. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 355.763,75 nesta sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026, com alta de 1,47% em 24h, sinalizando momentum positivo à medida que a infraestrutura institucional avança.

Implicações para a Adoção Institucional

Esse movimento é um marco na narrativa de adoção global. Grandes players como fundos de pensão e tesourarias corporativas agora terão acesso regulado 24/7, atraindo bilhões em capital fresco. Os gaps de fim de semana, que historicamente amplificavam volatilidade nos mercados tradicionais, serão eliminados, nivelando o campo com exchanges spot como a Binance.

No contexto dos ciclos de Bitcoin, pós-halving de 2024, essa infraestrutura reforça a tese de longo prazo: o preço não é o único indicador; o crescimento do ecossistema é. Investidores institucionais buscam precisão em hedges, e a CME entrega isso em escala global.

O Que Isso Significa para Traders Brasileiros

Para o público local, o trading 24/7 facilita estratégias cross-market, integrando o real com derivativos globais. Monitore volumes na CME como precursor de tendências no Brasil, onde exchanges locais já negociam bilhões. Essa convergência acelera a maturidade do mercado, beneficiando holders de longo prazo. Os fundamentos do Bitcoin se solidificam dia a dia.


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Personagens cartoon em cabo de guerra sobre nócleo cripto luminoso, simbolizando investigação democrata vs adoção Wall Street em batalha eleitoral EUA

Guerra Política: Investigação Trump vs Avanços da Wall Street em Cripto

Em meio à polarização eleitoral americana, democratas da Câmara pressionam o Tesouro dos EUA por uma investigação no World Liberty Financial (WLFI), empreendimento cripto ligado à família Trump, citando riscos de segurança nacional e influência estrangeira via investimento de US$ 500 milhões de um xeique dos Emirados Árabes. Paralelamente, Wall Street acelera: a CME Group anuncia trading 24/7 de futuros cripto e xStocks atinge US$ 250 bilhões em volume. Cripto no centro do poder.


Democratas Acusam Conflitos no WLFI Trump

Mais de 40 deputados democratas, liderados por Gregory Meeks (NY), enviaram carta ao Secretário do Tesouro Scott Bessent exigindo revisão da estrutura do WLFI. O foco é um aporte de US$ 500 milhões do Sheikh Tahnoon bin Zayed Al Nahyan, conhecido como “xeique espião”, membro da realeza dos EAU. Os legisladores temem que o projeto, em busca de uma licença de banco nacional, exponha o sistema financeiro americano a influências geopolíticas.

A preocupação vai além: questionam salvaguardas contra governos estrangeiros ou investidores ligados ao poder usarem o processo de chartering para acessar infraestrutura sensível. “Não é mais só teoria de regulação cripto, mas integridade regulatória e resistência a pressões políticas”, afirmam na carta, com prazo para resposta até 26 de fevereiro. Apesar da pressão, o token WLFI subiu 10% na semana, cotado a US$ 0,1168, sinalizando resiliência de mercado.

Esse movimento reflete a tese de que, mesmo em meio a ruídos políticos, os fundamentos cripto se fortalecem. Eric Trump, envolvido, reforça otimismo ao prever Bitcoin em US$ 1 milhão, destacando confiança familiar no ativo.

Wall Street Acelera Adoção Institucional

Do outro lado da trincheira, instituições tradicionais pavimentam o caminho imparável para cripto. A CME Group planeja lançar, em 29 de maio, trading 24/7 de futuros e opções cripto, ampliando acesso global e liquidez. Isso alinha com discussões da SEC sobre regulação “gradual” de securities tokenizadas, incluindo mecanismos de inovação como isenções para testes regulados.

Outro marco: xStocks, plataforma de ações tokenizadas na Kraken, acumula US$ 250 bilhões em volume negociado. Esse recorde demonstra maturidade em ativos tokenizados, conectando cripto ao ecossistema financeiro tradicional. Ademais, a Casa Branca realiza terceira reunião fechada sobre stablecoins, com executivos cripto sinalizando “avanços subsequentes”.

Esses desenvolvimentos reforçam a narrativa de adoção: fluxos institucionais superam barreiras regulatórias. Assim como ETFs de Bitcoin transformaram o jogo pós-aprovação, esses passos constroem infraestrutura para ciclos futuros.

Polarização Política vs Momentum Institucional

A disputa em Washington exemplifica cripto como ativo estratégico na eleição americana. De um lado, escrutínio contra Trump via WLFI; do outro, avanços imparáveis de CME, SEC e Kraken. Apesar das investigações, o mercado demonstra maturidade: volumes bilionários em tokenizados e previsões otimistas de insiders como Eric Trump.

Para investidores brasileiros, isso sinaliza oportunidade. Com dólar volátil e eleições nos EUA influenciando fluxos globais, monitorar adoção institucional é chave. O mercado está construindo: halvings passados e ETF inflows prefiguram tendências de longo prazo. Riscos políticos existem, mas a resiliência cripto prevalece.

Analistas veem nesses eventos um teste para regulação equilibrada, onde inovação coexiste com salvaguardas. A resposta do Tesouro e próximos passos da SEC definirão o ritmo, mas o vetor é de integração.

O Que Monitorar Agora

Investidores devem acompanhar:

  • resposta do Tesouro até 26/02;
  • lançamento CME em maio;
  • atualizações stablecoins da Casa Branca;
  • volumes xStocks.

Esses indicadores medem adoção real, mais valiosa que ruído diário. Em um ciclo de alta fundamentado, volatilidade política é apenas ruído ante o ecossistema em expansão.


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Barras de ouro derretendo em rede cristalina translúcida com 25B central, simbolizando tokenização bilionária de RWA pela Kraken e Tether

Tokenização em Massa: Kraken Atinge US$ 25 Bi e Tether Transfere 94t de Ouro

Cripto está superando Wall Street: o volume de negociações tokenizadas da Kraken xStocks atingiu US$ 25 bilhões em menos de oito meses, enquanto a Tether demonstrou eficiência ao transferir 94 toneladas de ouro tokenizado (XAUT) na blockchain com taxa total de apenas 0,0016%. Esses marcos comprovam que ativos do mundo real (RWA) migraram para a blockchain, oferecendo liquidez e custos irrisórios frente ao sistema tradicional.


Sucesso Rápido da Kraken xStocks

A plataforma xStocks, do grupo Kraken, registrou US$ 25 bilhões em volume total de transações tokenizadas de ações, abrangendo exchanges centralizadas, DeFi e fluxos de mint/redemption. Desses, mais de US$ 3,5 bilhões foram onchain, com 80 mil holders únicos participando. O ecossistema domina oito dos onze principais tokenized equities por número de holders, representando 68% dos top 25.

Expansões recentes incluem lançamento na TON blockchain, integrações com Bybit e Gate.io, e listagem na Deutsche Börse’s 360X. Val Gui, GM da xStocks, afirma: “Tokenized equities viraram infraestrutura global, aberta e permissionless”. O mercado está construindo adoção institucional acelerada.

Tether Inova na Transferência de Ouro

O CEO Paolo Ardoino destacou que, nos últimos seis meses, 94 toneladas de ouro em XAUT foram transferidas onchain por um custo irrisório de 0,0016%. Comparado aos milhões de dólares em logística e segurança para bancos centrais moverem ouro físico, a blockchain oferece settlement quase instantâneo e eficiência radical.

Essa demonstração reforça os fundamentos do RWA: ativos reais tokenizados ganham liquidez global sem intermediários caros. Tether posiciona-se como líder, com reservas de ouro que rivalizam nações soberanas.

BitFuFu e Ecossistema em Expansão

Enquanto RWA avança, infraestrutura de Bitcoin fortalece: análises indicam que BitFuFu (FUFU) está subvalorizada em 142-173%, com targets médios de US$ 6,13. Bancos como H.C. Wainwright e ROTH Capital dão “Buy”, citando crescimento de 78% na receita de cloud mining e retenção de 120%.

Técnicos mostram fundo formado em US$ 2,12, com rompimento iminente. Fundamentos se fortalecem à medida que mineração evolui para integração vertical.

RWA: Realidade Bilionária e Futuro da Adoção

Esses cases provam que tokenização não é euforia: é uma tendência de longo prazo onde blockchain supera finanças tradicionais em eficiência e acessibilidade. Investidores globais demandam mercados 24/7, permissionless. Para brasileiros, isso significa exposição a ativos premium com custos mínimos via plataformas globais.

Vale monitorar integrações e regulações, mas o momentum é claro: a economia real migra para blockchain, construindo o futuro financeiro.


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Executivos bancários cartoon europeus conectando mãos com entidade XRP Ledger cyan, stablecoins fluindo, simbolizando adoção institucional

Bancos Gigantes no XRP Ledger: SocGen e Deutsche Bank

Os bancos europeus mandaram o recado: o futuro do euro digital passa pelo XRP Ledger. A Société Générale, via SG-FORGE, lançou sua stablecoin EUR CoinVertible no XRPL, expandindo para a terceira blockchain com supply de €65,8 milhões. Em paralelo, o Deutsche Bank fechou parceria com a Ripple para modernizar pagamentos globais. Esses movimentos reforçam os fundamentos da rede para finanças tokenizadas reguladas.


Société Générale Integra Stablecoin ao XRPL

A unidade de ativos digitais da Société Générale, SG-FORGE, implantou o EUR CoinVertible no XRP Ledger, após Ethereum e Solana. Regulamentada na França, a stablecoin é lastreada 1:1 em depósitos em caixa ou títulos de alta qualidade, com circulação de cerca de €65,8 milhões — uma das maiores euro stablecoins, atrás apenas da EURC da Circle.

O banco francês destacou os baixos custos de transação e a liquidação rápida do XRPL como motivos chave. A infraestrutura de custódia da Ripple suporta o lançamento, abrindo portas para uso como colateral em negociações ou integração em produtos de pagamento. Esse passo demonstra confiança institucional na escalabilidade e conformidade da rede para ativos digitais regulados.

No contexto europeu, onde a competição por stablecoins reguladas esquenta, o XRPL se posiciona como plataforma eficiente para liquidação on-chain, alinhando-se às demandas de instituições financeiras tradicionais.

Deutsche Bank e Ripple: Parceria em Pagamentos

O Deutsche Bank, um dos maiores da Europa, anunciou parceria estratégica com a Ripple para modernizar sua infraestrutura de pagamentos internacionais. A colaboração visa explorar a tecnologia blockchain da Ripple para transações transfronteiriças mais rápidas e eficientes, reduzindo fricções nos trilhos bancários tradicionais.

Embora detalhes como termos financeiros e cronogramas não tenham sido divulgados, o movimento sinaliza o interesse crescente de gigantes do TradFi em soluções distribuídas. Observadores do mercado veem nisso um endosso à visão da Ripple de unir finanças tradicionais e descentralizadas, potencializando o uso do XRP Ledger em fluxos reais de valor.

Essa aliança chega em momento oportuno, com o XRPL evoluindo para além de pagamentos, incorporando features como o Permissioned DEX — um ambiente de trading controlado para participantes regulados, em votação pelos validadores.

Fundamentos do XRPL se Fortalecem

Esses anúncios não são isolados: representam a narrativa maior de adoção institucional no XRP Ledger. Cassie Craddock, da Ripple, elogiou a SG-FORGE como pioneira europeia em ativos digitais. O mercado está construindo bases sólidas, com o XRPL atraindo bancos por sua capacidade de hospedar depósitos tokenizados, bonds e settlements regulados.

Enquanto a volatilidade de curto prazo persiste, esses passos validam o ecossistema como compliant e escalável. Comparado a ciclos passados, onde adoção era especulativa, hoje vemos tesourarias e infraestruturas bancárias integrando blockchain de forma prática. O foco em tokenização real — não hype — sugere tendências de longo prazo positivas para o XRPL e Ripple.

Investidores atentos a fluxos institucionais notarão que métricas como TVL em tokenized assets e parcerias com regulados superam ruído de preço. Vale monitorar como essas integrações evoluem, especialmente com upgrades como o DEX permissionado.

Perspectivas para Adoção Global

Para o investidor comum, esses desenvolvimentos traduzem confiança de players como SocGen e Deutsche Bank na maturidade do XRPL. O futuro pode ver mais euro digitais e pagamentos globais rodando na rede, unindo TradFi e DeFi. Embora riscos regulatórios permaneçam, os fundamentos se fortalecem dia a dia.

O ecossistema cripto avança quando instituições constroem sobre blockchains testadas. Esses bancos europeus estão pavimentando o caminho para uma finança mais eficiente e inclusiva.


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Personagens cartoon de Wall Street e trader cripto ativando relógio 24/7 com rede digital ao fundo, simbolizando lançamento do trading cripto pela CME

CME Lança Trading Cripto 24/7 em Maio e Revoluciona Wall Street

A CME Group, maior marketplace de derivativos do mundo, anunciou o lançamento do trading 24/7 para futuros e opções de criptomoedas a partir de 29 de maio. O movimento, pendente de aprovação regulatória, responde à demanda institucional explosiva, com 407 mil contratos diários negociados em 2026. É a prova cabal de que as finanças tradicionais estão se adaptando ao ritmo nonstop do criptomercado, fortalecendo os fundamentos de adoção global.


Detalhes do Lançamento 24/7

O trading ininterrupto na plataforma CME Globex cobrirá Bitcoin, Ether e outros ativos digitais, alinhando-se ao mercado spot que opera sem pausas. Anteriormente limitado a 23 horas diárias em dias úteis, o novo modelo incluirá apenas uma janela mínima de duas horas de manutenção aos fins de semana. Transações de sexta a domingo terão data de negócio do próximo dia útil para liquidação e relatórios.

Tim McCourt, head global de produtos alternativos da CME, destacou: “Isso garante aos clientes gerenciamento de exposição em qualquer momento”. A expansão reflete o amadurecimento do ecossistema, onde o cripto dita o ritmo para o legado financeiro.

Volumes Recordes Impulsionam a Mudança

Os números não mentem: em 2025, o volume notional atingiu US$ 3 trilhões, com média diária de contratos subindo 46% para 407.200 em 2026. O interesse aberto médio chegou a 335.400 contratos, +7% ante o ano anterior. Futuros de Bitcoin lideram, com 403.900 contratos diários.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 349.436 nesta quinta-feira (19/02), com variação de +0,26% em 24h. Esses fluxos institucionais constroem uma base sólida, reduzindo volatilidade e atraindo mais capital.

Apoio Regulatório e Efeito Wall Street

A CFTC, por meio do chair Mike Selig, endossou o modelo 24/7 como “no-brainer” para cripto, diferenciando de commodities tradicionais. CEOs da Nasdaq e NYSE também avançam em trading contínuo de ações, inspirados pelo cripto. A NYSE desenvolve plataforma on-chain para settlement 24/7 de ações tokenizadas.

Desde o lançamento de futuros de Bitcoin em 2017 e Ether em 2021, a CME expandiu para Cardano, Chainlink e Stellar. O mercado está se construindo: instituições migram para venues regulados, elevando liquidez e confiança.

Implicações para Investidores Brasileiros

Para o público brasileiro, isso significa maior estabilidade global no Bitcoin e altcoins, facilitando tesourarias corporativas e ETFs. A demanda reprimida por gerenciamento de risco 24/7 sinaliza maturidade — volatilidade de curto prazo é ruído ante a tendência de adoção. Vale monitorar fluxos de ETF e halvings como catalisadores. Os fundamentos se fortalecem, preparando o terreno para ciclos de alta sustentáveis.


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Personagens cartoon de sheik tech e CZ supervisionando rigs de mineração produzindo blocos BTC no deserto, simbolizando lucros dos Emirados Árabes com Bitcoin

Emirados Árabes Lucram US$ 344 Milhões com Mineração de Bitcoin

Os Emirados Árabes Unidos acumulam US$ 344 milhões em lucro não realizado com mineração de Bitcoin, mantendo uma reserva estratégica de 6.782 BTC avaliados em cerca de US$ 450 milhões. Iniciada em 2022 pela Citadel Mining, ligada à família real de Abu Dhabi, a operação produz 4,2 BTC por dia e prioriza a retenção dos ativos, contrastando com mineradores que vendem em pânico. Essa ‘estratégia de ferro’ sinaliza a visão soberana de nações no ecossistema cripto.


Estratégia de Mineração dos Emirados

A iniciativa dos Emirados Árabes Unidos começou em 2022 com a Citadel Mining, empresa associada à International Holding Company e à família real de Abu Dhabi. Instalada em Al Reem Island, a infraestrutura explora energia barata para gerar cerca de 4,2 BTC diários. Diferente de muitos participantes que liquidam estoques em quedas, os EAU seguram a maioria, transformando produção em reserva de valor de longo prazo.

Segundo dados on-chain da Arkham, os wallets ligados ao Royal Group controlam esses 6.782 BTC, com valor atual estimado em US$ 450 milhões. O lucro não realizado de US$ 344 milhões exclui custos energéticos, destacando eficiência. Em agosto de 2023, o portfólio valia US$ 700 milhões, mas a estratégia HODL resiste à volatilidade, reforçando fundamentos sólidos.

O Papel de CZ na Transição Soberana

O fundador da Binance, Changpeng Zhao (CZ), revelou ter advogado pela pivot dos EAU para mineração de Bitcoin. Em postagem recente, CZ confirmou seu envolvimento na orientação estratégica, alinhando-se aos interesses da exchange na região. Arkham estima que o país minerou US$ 453,6 milhões em BTC via Citadel, com saques mínimos há quatro meses.

Essa parceria exemplifica como líderes do setor impulsionam adoção institucional. CZ, conhecido por diálogos com governos, conecta expertise privada a políticas soberanas, acelerando a transição energética para criptoativos. Os EAU veem o Bitcoin não só como commodity, mas como store of value nacional.

Implicações Macro para o Mercado Cripto

Enquanto mineradores enfrentam desafios pós-halving e volatilidade, nações como os EAU constroem reservas estratégicas. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 349.535 reflete resiliência, com variação positiva de 0,37% em 24h. Convertendo, os 6.782 BTC equivalem a cerca de R$ 2,37 bilhões, superando reservas tradicionais em liquidez digital.

O dólar a R$ 5,21 reforça o apelo global. Países como Butão também acumulam, mas vendem seletivamente; os EAU priorizam acumulação, sinalizando confiança no ciclo de adoção. Isso fortalece a narrativa de alta: fluxos institucionais e soberanos constroem bases para valorizações futuras.

O Futuro da Adoção Soberana

A ‘estratégia de ferro’ de Abu Dhabi inspira: transformar excedentes energéticos em Bitcoin posiciona os EAU à frente na economia digital. Investidores devem monitorar on-chain para fluxos semelhantes, enquanto o mercado digere correções curtas. Os fundamentos se fortalecem com adoção global, independentemente de ruídos diários.

Essa movimentação reforça que, em ciclos de incerteza, nações visionárias mineram para o futuro, enquanto outros reagem ao medo. O ecossistema cripto avança com players soberanos no mapa.


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Personagens cartoon estilizados de Trump e BlackRock tokenizando resort Maldives em tokens blockchain, marco em RWAs institucionais

Trump Tokeniza Resort nas Maldivas com BlackRock e Blockchain

A World Liberty Financial (WLFI), plataforma ligada à família Trump, anunciou nesta quinta-feira (19/02) a tokenização de interesses em receitas de empréstimo vinculados ao Trump International Hotel & Resort nas Maldivas. Em parceria com a DarGlobal e a Securitize — plataforma de tokenização apoiada pela BlackRock —, o projeto abre portas para investidores qualificados acessarem ativos imobiliários de luxo via blockchain. Este movimento histórico sinaliza a maturidade dos fundamentos da adoção institucional, conectando o mundo real ao digital de forma regulada e escalável.


Detalhes do Projeto e Parcerias Estratégicas

O resort nas Maldivas, desenvolvido pela DarGlobal PLC em colaboração com a Trump Organization, prevê cerca de 100 vilas ultra-luxo frente ao mar e overwater, com conclusão estimada para 2030. A Securitize, conhecida por parcerias com gigantes como BlackRock, Hamilton Lane e Apollo, cuidará da emissão e conformidade dos tokens. Esses representarão fluxos de receita de um empréstimo ligado ao desenvolvimento, oferecendo yields fixos atrelados ao desempenho do ativo.

Eric Trump, cofundador da WLFI, destacou: “Construímos a World Liberty Financial para abrir a finança descentralizada ao mundo. Hoje, estendemos isso ao imobiliário tokenizado”. Carlos Domingo, CEO da Securitize, enfatizou a complexidade da tokenização imobiliária, mas vê potencial global em estruturas compliant. Ziad El Chaar, da DarGlobal, vê a iniciativa como redefinição do acesso a investimentos de alta qualidade. Esses players estão construindo pontes sólidas entre finanças tradicionais e blockchain, fortalecendo os fundamentos do ecossistema.

Estrutura Regulatória e Acesso Restrito

A oferta segue a Rule 506(c) do Regulation D e Regulation S, limitando-se a investidores acreditados verificados ou não-americanos em transações offshore. Os tokens não serão registrados na SEC e terão restrições de transferibilidade, garantindo compliance rigoroso. Isso reflete a maturidade regulatória do setor, permitindo inovação sem comprometer a segurança.

Embora restrito, o modelo demonstra liquidez aprimorada via blockchain: registros de propriedade mais eficientes e settlements instantâneos. Diferente de equity direto, foca em receitas de empréstimo, reduzindo riscos operacionais. A marca Trump é usada via licença, sem endorsement direto da organização, preservando clareza legal. Essa abordagem responsável acelera a adoção, contextualizando o presente no ciclo de expansão institucional.

Implicações para a Tokenização de Ativos Reais

O mercado de ativos tokenizados já supera US$ 25 bilhões, mas o imobiliário de luxo é um nicho promissor. Projetos como esse pavimentam o caminho para democratizar acesso a bens antes exclusivos de elites, via frações digitais reguladas. A WLFI planeja mais tokenizações, expandindo o portfólio de RWAs (Real World Assets).

Para investidores brasileiros, isso reforça a tese de longo prazo: enquanto a volatilidade de curto prazo testa paciência, fluxos institucionais como BlackRock e Trump sinalizam construção irreversível. Analogamente aos ETFs de Bitcoin, que capturaram bilhões, a tokenização imobiliária pode atrair capitais tradicionais, elevando o TVL em DeFi e on-chain. Os fundamentos se fortalecem, e o mercado está evoluindo para uma economia híbrida.

Perspectivas de Alta e Próximos Passos

Este anúncio, alinhado ao evento crypto em Mar-a-Lago, posiciona a WLFI como pioneira em RWAs Trump. Apesar de restrições iniciais, o sucesso pode inspirar emissões mais amplas, integrando hospitality global à blockchain. Investidores devem monitorar aprovações regulatórias e performance inicial dos tokens.

Em um ciclo de adoção acelerada pós-halving, movimentos institucionais como esse confirmam: o futuro não é especulativo, mas construído sobre ativos reais tokenizados. Vale acompanhar como isso impulsiona a narrativa de convergência TradFi-DeFi.


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Investidor crypto cartoon tokenizando pilha de ações tradicionais com token FGRD, dissolvendo em rede blockchain contra silhueta de Wall Street

Figure Tokeniza US$ 150 Milhões em Ações e Desafia Wall Street

A Figure Technology Solutions anuncia o lançamento de seu token de ações FGRD nesta quinta-feira, representando ações comuns emitidas nativamente na blockchain. Essa iniciativa acompanha uma oferta secundária ampliada para US$ 150 milhões, com participação da Pantera Capital. O movimento elimina sistemas de compensação tradicionais, integrando DeFi diretamente ao mercado de capitais e sinalizando a maturidade da tokenização de ativos reais (RWA).


O FGRD e a Plataforma OPEN

O token FGRD será emitido, negociado e liquidado na Onchain Public Equity Network (OPEN), plataforma da Figure que opera sem depender de custódia e clearing legados de Wall Street. Isso permite liquidação instantânea (T+0) e conformidade programável na blockchain Provenance, desenvolvida pela empresa.

Investidores acessam o ativo via app Figure Markets ou carteiras self-custody integradas. A Figure, liderada por Mike Cagney (ex-CEO da SoFi), já originou mais de US$ 22 bilhões em empréstimos home equity e oferece custódia de ativos digitais. "Estamos rearquitetando a infraestrutura de capitais para ser em tempo real, transparente e programável", afirma Cagney. Os fundamentos da adoção institucional se fortalecem com essa ponte entre finanças tradicionais e blockchain.

Essa natividade on-chain diferencia o FGRD de representações sintéticas: ele é a própria equidade da empresa, não um derivativo, abrindo portas para composabilidade inédita no mercado de ações.

Integração DeFi: Empréstimos com Ações Tokenizadas

Detentores de FGRD poderão usar os tokens como colateral em empréstimos ou financiamentos via Democratized Prime, o protocolo DeFi da Figure. Isso libera liquidez de ativos tradicionalmente estáticos, permitindo que ações gerem rendimento on-chain sem venda.

O lançamento ocorre em meio à oferta secundária de US$ 150 milhões, precificada e ampliada, com a Figure recomprando US$ 10 milhões de ações existentes. A Pantera Capital, gigante de venture capital cripto, participa, reforçando a confiança institucional. Após IPO em setembro, as ações da Figure enfrentaram volatilidade com a queda cripto, mas esse passo de alta demonstra resiliência.

A tokenização de equidades avança o RWA de dívida para direitos acionários, desafiando paradigmas com eficiência e redução de riscos de contraparte. O mercado está construindo uma narrativa de convergência, onde blockchains absorvem volumes tradicionais.

Implicações para o Mercado de Capitais

Essa quebra de paradigmas posiciona a Figure como pioneira na fusão DeFi-mercado tradicional. Sem intermediários, custos caem, transparência sobe e acesso globaliza — especialmente para investidores retail e institucionais em emergentes como o Brasil.

Desafios regulatórios persistem, mas parcerias como com bancos e conformidade nos EUA pavimentam o caminho. No longo prazo, isso acelera a adoção: imagine ações de blue chips tokenizadas, com yield via staking ou lending. Os ciclos de alta são alimentados por inovações assim, contextualizando o otimismo atual apesar da volatilidade.

Investidores devem monitorar liquidez inicial no OPEN e impactos na precificação da Figure. A tese macro de tokenização ganha tração, fortalecendo ecossistemas como Provenance.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

📌 Nota: Uma ou mais fontes citadas estavam temporariamente indisponíveis no momento da redação.

Executivos cartoon selando parceria sobre contrato com resort tokenizado e stablecoin USD1, simbolizando aliança trilionária WLFI-Apex

WLFI Trump: Parceria US$ 3,5T com Apex e RWA nas Maldivas

A World Liberty Financial (WLFI), projeto cripto ligado à família Trump, avança na institucionalização com parceria estratégica junto ao Apex Group, gigante de serviços financeiros com US$ 3,5 trilhões em ativos. No fórum realizado em Mar-a-Lago, CEOs de Goldman Sachs, Nasdaq e Coinbase discutiram regulação favorável e o papel da stablecoin USD1. Paralelamente, o primeiro projeto de RWA (Real World Assets) foi anunciado: tokenização do resort Trump nas Maldivas.


Parceria com Apex Impulsiona USD1

A colaboração com o Apex Group integra a stablecoin USD1 ao ecossistema da provedora global, presente em 52 países. O acordo prevê subscrições, distribuições e resgates de ativos tokenizados, além de piloto para uso da USD1 permissioned em infraestrutura de mercados de capitais. Há potencial para listagem de ativos WLFI, como imóveis e infraestrutura, na plataforma Digital Market Infrastructure do London Stock Exchange Group, em conformidade regulatória.

Zach Witkoff, CEO da WLFI, destacou que isso facilita acesso global aos ativos via app móvel voltado ao consumidor, conectando contas bancárias, wallets e serviços on-chain. Os fundamentos se fortalecem à medida que o mercado constrói pontes entre TradFi e blockchain.

Primeiro RWA: Resort Trump nas Maldivas

O marco inicial em real world assets é a tokenização do Trump International Hotel & Resort Maldives, em parceria com Dar Global e Securitize. O foco são os direitos de juros e divisão de receitas do empréstimo do projeto, previsto para 2030 com 100 vilas de luxo. Voltado a investidores qualificados via Reg D 506(c) e Reg S, oferece yields fixos e exposição a cash flows, com restrições de transferência.

Essa iniciativa demonstra como RWAs elevam liquidez de ativos ilíquidos, conectando investidores comuns a oportunidades premium. O ecossistema Trump posiciona-se como pioneiro nessa tendência de longo prazo.

Fórum em Mar-a-Lago e Apoio Institucional

No World Liberty Forum em Mar-a-Lago, Eric e Donald Trump Jr. promoveram a USD1 como “upgrade do dólar”, criticando o sistema bancário tradicional. David Solomon (Goldman) admitiu posição em Bitcoin, Brian Armstrong (Coinbase) cobrou legislação de market structure, e Adena Friedman (Nasdaq) defendeu fusão TradFi-blockchain.

Zak Folkman enfatizou proof-of-reserves em tempo real via Chainlink, expansão para 40 moedas e uso por AI agents. Senador Bernie Moreno urge aprovação rápida de lei para liderança americana. Esses movimentos sinalizam adoção institucional acelerada.

Reação do Mercado e Perspectivas

O token WLFI subiu 10% após o anúncio, superando Bitcoin e Ethereum em baixa. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 350.618 (-1,77% em 24h), enquanto o dólar está em torno de R$ 5,24.

O império cripto Trump constrói uma narrativa de alta: de resorts tokenizados a stablecoins institucionais, mirando dominância em Wall Street. Investidores devem monitorar fluxos de capitais e regulação para o ciclo de adoção global.


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Executivos cartoon de exchange e tokenização em handshake dinâmico rumo a portal IPO, simbolizando aquisição da Kraken e aceleração para IPO

Kraken Adquire Magna e Acelera Rumo ao IPO

A aquisição da plataforma de tokenização Magna pela Payward, empresa-mãe da Kraken, marca um passo ousado rumo à maturidade institucional. Anunciada nesta quarta-feira, a operação permite que a Magna opere de forma independente, mas turbinada pela infraestrutura da exchange. Próxima parada: Wall Street! Com filing confidencial para IPO já submetido à SEC, o mercado cripto constrói bases sólidas para a adoção em massa.


O Que a Magna Traz para a Kraken

A Magna é especializada em soluções de tokenização avançadas, atendendo mais de 160 clientes com pico de US$ 60 bilhões em TVL em 2025. Sua plataforma facilita fluxos como vesting onchain e off-chain, token claims white-label, custódia, escrow e staking especializado. Para empresas, isso significa gerenciar tokens de forma eficiente e segura, integrando criptoativos às operações tradicionais.

Bruno Faviero, CEO da Magna, destacou: “Juntando-se à Kraken, ganhamos recursos para infraestrutura institucional, liquidez profunda e distribuição global”. Essa sinergia fortalece os fundamentos da Kraken, preparando-a para demandas corporativas crescentes. O mercado está construindo pontes entre finanças tradicionais e blockchain, e essa aquisição é prova concreta.

Estratégia Agressiva de Expansão

Não para por aí. Em 2025, a Payward já havia adquirido Breakout (trading prop cripto), NinjaTrader (futures), Small Exchange (derivativos) e Capitalise (software). Recentemente, integrou-se ao ICE Chat para OTC institucional e patrocinou “Trump Accounts”, iniciativa do presidente Donald Trump. Esses movimentos reportaram US$ 2,2 bilhões em receita ajustada para 2025, um salto de 33%.

O filing confidencial para IPO em novembro sinaliza confiança. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 351.847 (-1,45% em 24h), em meio a um ecossistema maduro. A Kraken posiciona-se como player global, conectando varejo e instituições.

Tendência de IPOs Revela Maturidade do Setor

A Kraken não está sozinha. Ledger discute IPO nos EUA com valuation de US$ 4 bilhões, Copper (custódia) planeja listing similar, e Securitize viu receitas saltarem 840% em filing SEC. Esses passos refletem a tese de adoção: fluxos institucionais superam volatilidade de curto prazo.

Como em ciclos passados pós-halving, os fundamentos se fortalecem. Baleias e tesourarias corporativas acumulam, ETFs fluem, e plataformas como Kraken pavimentam o caminho. Para o investidor brasileiro, isso significa mais liquidez local e opções profissionais. Vale monitorar como isso impulsiona altcoins e tokenização.

Próximos Passos e Oportunidades

Essa aquisição consolida a Kraken como hub para tokenização corporativa, testando a resiliência do modelo em bull markets. Investidores devem observar integrações futuras e o cronograma do IPO. O setor cripto amadurece: de especulação para infraestrutura financeira global. Fique de olho — os fundamentos de alta estão se alinhando.


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Executivo Wall Street cartoon abraçando entidade blockchain cyan, com portas NYSE abertas para tokens 24/7, simbolizando adoção massiva

NYSE Entra em Tokenização 24/7: Wall Street Abraça Blockchain

A New York Stock Exchange (NYSE) anunciou planos para lançar trading 24/7 de ativos tokenizados ainda este ano, sinalizando a capitulação definitiva de Wall Street à tecnologia blockchain. Em paralelo, a Nasdaq recebe o primeiro ETF spot de Sui (SUIS) com recompensas de staking pela Canary Capital. Esses movimentos reforçam que os fundamentos do ecossistema cripto estão se fortalecendo, tornando impossível ignorar a adoção institucional em massa.


NYSE Assume Responsabilidade na Tokenização

A presidente da NYSE, Lynn Martin, declarou no World Liberty Forum que a bolsa sentiu uma “responsabilidade” para entrar no espaço de tokenização, impulsionada pelo momentum crescente das finanças baseadas em blockchain. A exchange já desenvolveu sua tecnologia proprietária e colabora com reguladores para integrar ativos tokenizados ao framework financeiro existente.

Essa plataforma blockchain permitirá o trading 24/7 de ações e ETFs tokenizados, rompendo com o modelo tradicional de 6,5 horas diárias, de segunda a sexta. Martin destacou lições de crises passadas em liquidez e estabilidade, aplicando-as para construir um sistema mais resiliente. O lançamento é esperado para o segundo semestre de 2026, pendente de aprovações regulatórias, mas o compromisso é claro: Wall Street está construindo o futuro.

Essa iniciativa não é isolada. Representa uma tendência onde gigantes tradicionais reconhecem o potencial da tokenização para liquidação mais rápida, produtos programáveis e acesso global contínuo — pilares que o cripto mercado já domina há anos.

ETF de Sui na Nasdaq: Staking Regulado

A Canary Capital marcou história ao listar o SUIS, o primeiro ETF spot de Sui com recompensas de staking integradas, diretamente na Nasdaq. O fundo rastreia o preço spot do token nativo da Sui Network, uma layer-1 desenvolvida por ex-engenheiros do Meta, enquanto reflete rendimentos líquidos de proof-of-stake no NAV.

Isso oferece aos investidores exposição direta ao Sui — focado em DeFi, games e marketplaces digitais — sem a necessidade de gerenciar chaves privadas ou validadores. O SUIS expande o portfólio de ETFs cripto além de Bitcoin e Ethereum, testando os limites regulatórios para produtos com yield on-chain em wrappers tradicionais.

Coincidentemente, o Grayscale Sui Staking ETF (GSUI) migrou para a NYSE Arca, reforçando o interesse em redes proof-of-stake emergentes. Para o investidor comum, isso democratiza o acesso a yields de staking de forma regulada e brokerage-friendly.

Implicações para Adoção em Massa

Esses anúncios não são meros eventos isolados; eles conectam-se à narrativa macro de adoção global. A NYSE, símbolo do establishment financeiro, adotando trading 24/7 via blockchain é um divisor de águas. Combinado com ETFs de altcoins como Sui oferecendo staking, vemos fluxos institucionais diversificando para além do Bitcoin.

Os fundamentos se fortalecem: tokenização resolve fricções antigas em mercados tradicionais, como horários limitados e settlements demorados. Reguladores, como o chairman da CFTC Michael Selig, sinalizam abertura para inovação, contrastando com posturas passadas mais restritivas. O mercado cripto, que opera 24/7 há uma década, agora influencia o core da finança convencional.

Para brasileiros, isso significa maior liquidez global e opções acessíveis via corretoras internacionais, alinhando-se a ciclos de alta histórica pós-halving e influxos de ETF.

Próximos Passos e Oportunidades

Investidores devem monitorar aprovações regulatórias para o lançamento da NYSE e desempenho inicial do SUIS. Esses desenvolvimentos validam a tese de longo prazo: volatilidade de curto prazo é ruído, mas adoção institucional é tendência irreversível. O ecossistema está se expandindo, atraindo capital de qualidade e construindo bases para crescimento sustentável.

Vale acompanhar fluxos de ETF e integrações tokenizadas como indicadores chave, semelhantes aos tesourarias corporativas de Bitcoin nos ciclos anteriores.


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