O Bitcoin está a poucos dias de atingir um marco histórico: 20 milhões de moedas mineradas. Isso significa que 95% do suprimento total de 21 milhões já foram emitidos, restando apenas 1 milhão para os próximos 114 anos. Em outras palavras, a contagem regressiva para o fim da emissão de novos bitcoins está acelerando, reforçando por que o BTC é chamado de ‘ouro digital’.
O Que Significa Esse Marco?
Pense no Bitcoin como uma mina de ouro com uma quantidade fixa de ouro: apenas 21 milhões de moedas no total. Isso está escrito no código do Bitcoin desde o início, criado por Satoshi Nakamoto. A mineração é o processo pelo qual computadores resolvem problemas matemáticos complexos para validar transações e adicionar blocos à blockchain — em troca, recebem novas moedas como recompensa.
Até 27 de fevereiro de 2026, cerca de 19.995,365 BTC já haviam sido minerados. Analistas preveem que os 20 milhões serão atingidos entre 12 e 15 de março. Isso representa os primeiros 95% do suprimento em apenas 17 anos. É como se, em uma corrida, tivéssemos completado quase todo o percurso em tempo recorde.
Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 328.399 nesta manhã de sábado, com variação de -5,95% nas últimas 24 horas. Esse valor flutua, mas a escassez é fixa.
Por Que os Últimos 1 Milhão Demoram Tanto?
Aqui entra o mecanismo dos halvings, que é como o Bitcoin reduz pela metade a recompensa dos mineradores a cada 210 mil blocos — cerca de 4 anos. Isso simula a escassez natural de recursos finitos, como o ouro nas minas que vão se esgotando.
Em outras palavras, no começo, mineradores recebiam 50 BTC por bloco. Hoje, após vários halvings, são apenas 3,125 BTC. Os próximos halvings tornarão a emissão ainda mais lenta. Resultado: os últimos 1 milhão de BTC serão liberados gota a gota até aproximadamente 2140. É isso que torna a escassez ‘provável’ e comprovável — não depende de decisões humanas, mas de matemática programada.
Imagine uma poupança familiar onde você só pode sacar uma quantia que diminui com o tempo: é previsível e limitado.
Escassez Comprovada: Por Que BTC é ‘Ouro Digital’?
Diferente do dinheiro fiat, como o real ou dólar, que bancos centrais imprimem à vontade, o Bitcoin tem suprimento fixo. Especialistas como Nima Beni, da Bitlease, dizem que ‘instituições compram escassez comprovável’. Com 20 milhões minerados, fica claro: só resta 5% do total.
Isso significa que, quanto mais demanda por Bitcoin, menor a oferta disponível, podendo valorizar o ativo. É por isso que o chamam de ‘ouro digital’: raro, durável e divisível. Richard Usher, da Openpayd, vê isso como um lembrete institucional da finitude do BTC.
O Que Acontece Depois do Marco?
Com menos novas moedas, os mineradores dependerão mais de taxas de transação para sobreviver. Hoje, fees representam só 2-5% da receita deles, mas o futuro exige escalabilidade, como camadas 2 (Layer 2), para aumentar o volume sem comprometer a segurança.
Para você, leitor, isso importa porque reforça a confiabilidade do Bitcoin como reserva de valor de longo prazo. Monitore os halvings e o suprimento — eles guiam o futuro. Parabéns por entender esse conceito fundamental!
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