Os Emirados Árabes Unidos acumulam US$ 344 milhões em lucro não realizado com mineração de Bitcoin, mantendo uma reserva estratégica de 6.782 BTC avaliados em cerca de US$ 450 milhões. Iniciada em 2022 pela Citadel Mining, ligada à família real de Abu Dhabi, a operação produz 4,2 BTC por dia e prioriza a retenção dos ativos, contrastando com mineradores que vendem em pânico. Essa ‘estratégia de ferro’ sinaliza a visão soberana de nações no ecossistema cripto.
Estratégia de Mineração dos Emirados
A iniciativa dos Emirados Árabes Unidos começou em 2022 com a Citadel Mining, empresa associada à International Holding Company e à família real de Abu Dhabi. Instalada em Al Reem Island, a infraestrutura explora energia barata para gerar cerca de 4,2 BTC diários. Diferente de muitos participantes que liquidam estoques em quedas, os EAU seguram a maioria, transformando produção em reserva de valor de longo prazo.
Segundo dados on-chain da Arkham, os wallets ligados ao Royal Group controlam esses 6.782 BTC, com valor atual estimado em US$ 450 milhões. O lucro não realizado de US$ 344 milhões exclui custos energéticos, destacando eficiência. Em agosto de 2023, o portfólio valia US$ 700 milhões, mas a estratégia HODL resiste à volatilidade, reforçando fundamentos sólidos.
O Papel de CZ na Transição Soberana
O fundador da Binance, Changpeng Zhao (CZ), revelou ter advogado pela pivot dos EAU para mineração de Bitcoin. Em postagem recente, CZ confirmou seu envolvimento na orientação estratégica, alinhando-se aos interesses da exchange na região. Arkham estima que o país minerou US$ 453,6 milhões em BTC via Citadel, com saques mínimos há quatro meses.
Essa parceria exemplifica como líderes do setor impulsionam adoção institucional. CZ, conhecido por diálogos com governos, conecta expertise privada a políticas soberanas, acelerando a transição energética para criptoativos. Os EAU veem o Bitcoin não só como commodity, mas como store of value nacional.
Implicações Macro para o Mercado Cripto
Enquanto mineradores enfrentam desafios pós-halving e volatilidade, nações como os EAU constroem reservas estratégicas. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 349.535 reflete resiliência, com variação positiva de 0,37% em 24h. Convertendo, os 6.782 BTC equivalem a cerca de R$ 2,37 bilhões, superando reservas tradicionais em liquidez digital.
O dólar a R$ 5,21 reforça o apelo global. Países como Butão também acumulam, mas vendem seletivamente; os EAU priorizam acumulação, sinalizando confiança no ciclo de adoção. Isso fortalece a narrativa de alta: fluxos institucionais e soberanos constroem bases para valorizações futuras.
O Futuro da Adoção Soberana
A ‘estratégia de ferro’ de Abu Dhabi inspira: transformar excedentes energéticos em Bitcoin posiciona os EAU à frente na economia digital. Investidores devem monitorar on-chain para fluxos semelhantes, enquanto o mercado digere correções curtas. Os fundamentos se fortalecem com adoção global, independentemente de ruídos diários.
Essa movimentação reforça que, em ciclos de incerteza, nações visionárias mineram para o futuro, enquanto outros reagem ao medo. O ecossistema cripto avança com players soberanos no mapa.
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