O Bitcoin recuperou os US$ 70 mil impulsionado por dados de inflação mais suaves nos EUA e ganha fôlego extra com a proposta brasileira de reserva estratégica, destacada internacionalmente pelo CoinGape. O plano de adquirir 1 milhão de BTC em cinco anos posiciona o Brasil como potência soberana, rivalizando com EUA e China, e sinaliza uma adoção institucional massiva que fortalece os fundamentos do ativo. Isso ativa o orgulho nacional e reforça a narrativa global de Bitcoin como reserva de valor.
Detalhes da Proposta Brasileira
A iniciativa, em tramitação nas comissões de desenvolvimento econômico, finanças e justiça do Congresso, prevê compras graduais de 1 milhão de Bitcoins ao longo de cinco anos, com custo estimado em US$ 68 bilhões. Essa estratégia evita disrupções no mercado e diversifica os ativos soberanos brasileiros, transformando o BTC em pilar da tesouraria nacional.
Além das aquisições, o projeto inclui incentivos poderosos: permissão para pagamento de impostos e multas federais com Bitcoin, isenção de tributação sobre vendas de criptoativos e retenção de Bitcoins confiscados pela Justiça na reserva, em vez de leilões. Esses mecanismos aceleram a adoção local e posicionam o Brasil à frente na corrida global por reservas digitais, similar ao que vimos com El Salvador e os ETFs americanos.
Contexto de Mercado e Fluxos Institucionais
O otimismo é reforçado por inflows recordes em ETFs de Bitcoin e Ethereum nos EUA. Em 13 de fevereiro, os ETFs de BTC registraram entrada líquida de US$ 15,2 milhões, com o Fidelity FBTC liderando em US$ 11,99 milhões. Já os ETFs de ETH atraíram US$ 10,26 milhões, destacando o Grayscale Ethereum Mini Trust com US$ 14,51 milhões.
No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 366.259, com alta de 1,61% nas últimas 24 horas e volume de 151,63 BTC. Em dólares, cotado a cerca de US$ 70 mil (dólar a R$ 5,22), o ativo consolida suporte em US$ 65 mil.
Análise Técnica e Perspectivas de Alta
Técnicos apontam RSI em 57 e CMF em 0,07, indicando acúmulo sem sobrecompra. O preço recente de US$ 69.779 testa resistências em US$ 70 mil e US$ 75 mil, com potencial para US$ 80 mil em rompimento. O suporte chave em US$ 65 mil define o próximo movimento.
Essa dinâmica reflete o ciclo pós-halving, onde fluxos institucionais e adoções soberanas constroem bases sólidas. O Brasil, com sua proposta, contribui para essa narrativa macro, elevando a demanda global e reduzindo oferta disponível.
Implicações para Investidores Brasileiros
Para o investidor local, isso significa maior legitimidade do Bitcoin como ativo estratégico. O reconhecimento internacional via CoinGape valida o movimento, incentivando tesourarias corporativas e retail a acumularem. Vale monitorar a tramitação no Congresso, que pode catalisar uma valorização expressiva.
Os fundamentos se fortalecem: mais nações adotando BTC sinalizam transição para reserva de valor global. O mercado está construindo, e o Brasil surge como líder emergente nessa revolução financeira.
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