O Bitcoin recuou para US$ 65.747 nesta quinta-feira (12/02/2026), enquanto o índice Crypto Fear & Greed atingiu 5 — pior nível histórico de "medo extremo", comparável ao colapso da FTX em 2022. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC opera a R$ 342.847, com variação de -2,41% em 24h. Saídas recordes de ETFs e liquidações de US$ 285 milhões intensificam o pânico. Os dados sugerem estresse sustentado, sem capitulação clara: fundo de mercado ou rota para US$ 60 mil?
Situação Atual do Mercado
Os dados mostram o Bitcoin testando o suporte de US$ 66.000 pela segunda sessão consecutiva, com queda de 5% na semana. O market cap total das criptos estabiliza em US$ 2,33 trilhões, mas altcoins como Ethereum (US$ 1.910, -4% semanal) e Solana (-8%) acompanham a baixa. O Standard Chartered alerta para possível declínio a US$ 50 mil se o suporte romper, citando fluxos negativos em ETFs.
ETFs de Bitcoin registraram saídas de US$ 276 milhões em 11/02, revertendo sequência de entradas, enquanto ETFs de ETH perderam US$ 129 milhões. Liquidações totalizaram US$ 285 milhões em 24h, com BTC responsável por US$ 118 milhões. No Brasil, volume 24h é de 346 BTC, concentrado em Binance e NovaDAX.
Análise Técnica e Níveis Críticos
A análise técnica indica suporte imediato em US$ 65.000, com risco de teste em US$ 60.000 — nível atingido em 05/02. A correlação histórica com o Nasdaq 100 (acima de 0,7) explica parte da pressão, impulsionada por temores com IA e produtividade tech. A média móvel de 30 dias das entradas nos ETFs spot permanece negativa há 90 dias, sinalizando demanda fraca.
Glassnode destaca liquidez fina e posicionamento defensivo de traders. Sem renovação de apetite por risco, movimentos serão ditados por fluxos de curto prazo. RSI diário em zona de sobrevenda (abaixo de 30) sugere possível recuo técnico, mas volume de vendas indica estresse prolongado.
Contexto de Sentimento e Macro
O crash é o mais severo desde FTX, com Fear & Greed em território inédito de pânico. Analistas da Glassnode notam desconexão: preços caem sem capitulação plena, refletindo estresse sustentado. Fatores macro incluem yields de Treasuries em baixa (10y a 4,158%) à espera de CPI e dados de emprego (227k claims).
Ciclos históricos apontam 2026 como ano de baixa pós-halving, alinhado a padrões de 4 anos. Preocupações com risco quântico ressurgem, mas foco permanece em fluxos institucionais e risco global. Níveis a monitorar: resistência em US$ 69.000 (média 50d); suporte final em US$ 60.000.
Implicações para Investidores
Os números indicam mercado sob pressão, com liquidez fina amplificando a volatilidade. Traders devem observar entradas nos ETFs e dados macro (CPI nesta sexta). Sem demanda spot renovada, downside prevalece. Histórico mostra que extremos de sentimento frequentemente precedem reversões, mas dados atuais não confirmam fundo iminente. Monitore suportes e volume para decisões informadas.
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