Investidor cartoon direcionando fluxo de liquidez para cofre de exchange com 640M e gráfico de ação subindo 27%, em ondas de mercado oscilante

Bitget Atrai US$ 640 Milhões em Fluxos Enquanto MSTR Sobe 27%

Os dados mostram fluxos institucionais se concentrando em exchanges específicas enquanto ações ligadas a Bitcoin desafiam a lógica macroeconômica. A Bitget registrou entrada líquida de US$ 640 milhões em 7 dias, liderando as CEXs globais segundo DefiLlama. Paralelamente, a ação da MicroStrategy (MSTR) subiu 27% apesar de prejuízo de US$ 12,4 bilhões no Q4, ilustrando o paradoxo entre perdas contábeis e otimismo de mercado. Para onde os bilhões estão indo em meio às oscilações?


Fluxos Líquidos na Bitget: Liderança Global

De acordo com dados do DefiLlama, a Bitget atraiu US$ 640 milhões em entradas líquidas nos últimos 7 dias, posicionando-se no topo entre as exchanges centralizadas (CEXs) mundialmente. No ranking mensal, ocupa o terceiro lugar. Esse volume equivale a aproximadamente R$ 3,34 bilhões ao câmbio atual de US$ 1 = R$ 5,215, sinalizando concentração de capital institucional em plataformas selecionadas.

Os fluxos refletem uma preferência por exchanges com alta liquidez e ferramentas avançadas, em um mercado onde o Bitcoin oscila próximo a US$ 70.000. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC está cotado a R$ 365.840, com variação de -0,88% em 24 horas e volume de 317 BTC. Essa dinâmica sugere que participantes buscam alavancagem e proteção em CEXs consolidadas. (148 palavras)

Paradoxo MicroStrategy: Prejuízo vs. Valorização da Ação

A ação MSTR avançou até 27% em sessão recente, negociada a US$ 132,48, apesar do prejuízo reportado de US$ 12,4 bilhões no Q4. O CEO Phong Le atribuiu a perda a regras GAAP, não a caixa real, destacando um “balanço forte como uma fortaleza”. Ele citou drawdowns passados do BTC, como de US$ 68.000 para US$ 16.000 em 2022, prevendo potencial de US$ 1 milhão em sete anos.

Michael Saylor reforçou a estratégia de acumulação indefinida de Bitcoin, afirmando que covenants de dívida resistiriam a quedas de 90%. Analistas como TD Cowen projetam alvo de US$ 440. Os dados indicam que investidores precificam o tesouro BTC da empresa (mais de 250.000 unidades) acima das perdas não realizadas, ignorando volatilidade de curto prazo em favor de horizonte longo. (142 palavras)

Implicações para Liquidez e Mercado Cripto

A concentração em Bitget e a alta da MSTR mapeiam liquidez fluindo para vetores de alta convicção: exchanges com volume e empresas apostando em BTC como reserva. Em contexto de BTC em R$ 365.840, com suporte próximo a R$ 360.000 (média móvel de 50 dias), os fluxos sugerem acumulação institucional seletiva.

Enquanto o mercado oscila, com dólar a R$ 5,215, participantes monitoram níveis de resistência em US$ 75.000 para BTC. A Bitget, com inflows mensais robustos, pode amplificar alavancagem via derivativos. Para traders, esses padrões indicam rotação de capital para ativos com narrativas de adoção corporativa e plataformas de execução eficientes. Vale observar volumes em CEXs e correlação MSTR-BTC nas próximas sessões. (128 palavras)


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