Investidor cartoon alarmado apontando para dominós caindo de Bitcoin rachado para ouro e prata, ilustrando alerta de liquidações em cascata

Burry Alerta: Queda do Bitcoin Pode Arrasar Ouro e Prata

Michael Burry, o investidor imortalizado em The Big Short por prever a crise de 2008, alertou para uma possível ‘espiral mortal’ desencadeada pela queda do Bitcoin. Segundo análises recentes, liquidações em futuros de prata tokenizada superaram as do BTC em plataformas cripto, enquanto uma plunge do Bitcoin abaixo de US$ 73.000 pode forçar vendas de até US$ 1 bilhão em ouro e prata. O mercado está ignorando o risco de contágio sistêmico entre cripto e ativos tradicionais de porto seguro.


Liquidações em Prata Superam Bitcoin

A história mostra que leverage excessivo em mercados interconectados amplifica quedas. Na semana passada, durante uma venda generalizada, as liquidações de prata tokenizada em exchanges como Hyperliquid ultrapassaram as do Bitcoin e Ethereum, algo raro. Burry descreveu isso como uma “collateral death spiral”: com o colapso dos preços cripto usados como garantia, posições alavancadas em metais preciosos foram forçadas a vender, acelerando a desvalorização.

Plataformas cripto, operando 24/7, viraram arenas para trades macro com baixa exigência de capital inicial. Mas em momentos de estresse, como o recente recuo nos metais — impulsionado por margens elevadas no CME Group —, o efeito cascata é inevitável. O mercado está subestimando como esses instrumentos tokenizados ligam criptoativos a commodities tradicionais.

No pico da turbulência, a prata registrou um dos maiores wipeouts, invertendo a ordem usual onde BTC lidera as liquidações. Cuidado com a ilusão de diversificação em tempos de correlação alta.

Queda do BTC Pode Desencadear US$ 1 bilhão em Vendas

Burry vai além: a recente queda do Bitcoin para abaixo de US$ 73.000 — uma desvalorização de 40% dos picos — expõe fragilidades. Instituições e tesourarias corporativas, pressionadas por perdas cripto, liquidaram até US$ 1 bilhão em ouro e prata no fim de janeiro para cobrir margens. Sem casos de uso orgânicos para sustentar o BTC, Burry vê pouca razão para a descida parar.

Empresas como MicroStrategy, com grandes holdings de Bitcoin, enfrentam riscos elevados. Se o preço cair para US$ 50.000, mineradoras podem quebrar, e o mercado de metais tokenizados colapsar sem compradores. A narrativa de Bitcoin como “ouro digital” falha aqui: em crises reais, correlações sobem, e portos-seguros tradicionais sofrem junto.

Os ganhos recentes via ETFs spot foram especulativos, não adoção genuína. O mercado ignora lições de bolhas passadas, como 2018 e 2022.

Implicações Macro e Cotação Atual

Hoje, o cenário reforça o alerta. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 398.911,29 acumula -3,26% em 24 horas, com volume de 507 BTC. Ouro em R$ 26.465/oz (+2,08%) e prata a R$ 468,39/oz (+5,57%) mostram volatilidade, mas quedas cripto podem pressionar mais.

Ciclos econômicos ensinam: exuberância leva a correções profundas. Plataformas cripto agora espelham mercados tradicionais, com margens apertadas propagando estresse. Investidores devem monitorar correlações crescentes e liquidez em metais tokenizados — sinais de topo de ciclo.

Burry não prevê o fim, mas prepara para o pior: proteção de capital é prioridade em mercados de baixa.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

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